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      <title>O Gigante Adamastor  by </title>
      <link>https://padlet.com/emanuellyximenes14/Bookmarks</link>
      <description>nome: Emanuelly, Laucia, Ester, Letícia, Rafaela, Matheus Rocha, Denilsom, João Pedro 
nome da professora : Veronice </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-10-03 14:46:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>emanuellyximenes14</author>
         <link>https://padlet.com/emanuellyximenes14/Bookmarks/wish/127900240</link>
         <description><![CDATA[<ol><li>nome: Emanuelly, Laucia, Ester, Matheus Rocha, João Pedro, Denílsom, Rafaela, Leticia</li></ol><div>&nbsp;<br>O GIGANTE ADAMASTOR<br><br><strong>37 -</strong> A viagem da esquadra é rápida e próspera até uma nuvem que escurece os ares surgir sobre as cabeças dos navegantes.<br><br><em>Porém já cinco sóis eram passados</em><br><br><em>Que dali nos partíramos, cortando</em><br><br><em>Os mares nunca doutrem navegados,</em><br><br><em>Prosperamente os ventos assoprando,</em><br><br><em>Quando uma noite, estando descuidados</em><br><br><em>Na cortadora proa vigiando,</em><br><br><em>Uma nuvem, que os ares escurece,</em><br><br><em>Sobre nossas cabeças aparece.</em><br><br><strong>38 -</strong> A nuvem escura que surgiu vinha tão carregada que encheu de medo os navegantes. O mar, ao longe, fazia grande ruído ao bater contra os rochedos. Vasco da Gama, atemorizado, lança voz à tempestade perguntando o que era&nbsp; ela, que ela lhe parecia mais que uma simples tormenta marinha. Repare que o cenário aterrador fará a imagem do Gigante ainda mais terrível e assustadora.<br><br><em>Tão temerosa vinha e carregada,</em><br><br><em>Que pôs nos corações um grande medo;</em><br><br><em>Bramindo, o negro mar de longe brada,</em><br><br><em>Como se desse em vão nalgum rochedo.</em><br><br><em>"Ó Potestade (disse) sublimada:</em><br><br><em>Que ameaço divino ou que segredo</em><br><br><em>Este clima e este mar nos apresenta,</em><br><br><em>Que mor cousa parece que tormenta?"</em><br><br><strong>39 -</strong> Vasco da Gama não havia terminado de falar quando surgiu uma figura enorme, de rosto fechado, de olhos encovados, de postura má, de cabelos crespos e cheios de terra, de boca negra e de dentes amarelos. Esta passagem é meramente descritiva.<br><br><em>Não acabava, quando uma figura</em><br><br><em>Se nos mostra no ar, robusta e válida,</em><br><br><em>De disforme e grandíssima estatura;</em><br><br><em>O rosto carregado, a barba esquálida,</em><br><br><em>Os olhos encovados, e a postura</em><br><br><em>Medonha e má e a cor terrena e pálida;</em><br><br><em>Cheios de terra e crespos os cabelos,</em><br><br><em>A boca negra, os dentes amarelos.</em><br><br><strong>40 - </strong>A figura era tão enorme que poder-se-ia jurar ser ela o segundo Colosso de Rodes. Surge no quarto verso a introdução da fala do Gigante, cuja voz fazia arrepiar os cabelos e a carne dos navegantes.<br><br><em>Tão grande era de membros, que bem posso</em><br><br><em>Certificar-te que este era o segundo</em><br><br><em>De Rodes estranhíssimo Colosso,</em><br><br><em>Que um dos sete milagres foi do mundo.</em><br><br><em>Cum tom de voz nos fala, horrendo e grosso,</em><br><br><em>Que pareceu sair do mar profundo.</em><br><br><em>Arrepiam-se as carnes e o cabelo,</em><br><br><em>A mi e a todos, só de ouvi-lo e vê-lo!</em><br><br><strong>41 -</strong> O gigante chama os portugueses de ousados e afirma que nunca repousam e que tem por meta a glória particular, pois chegaram aos confins do mundo. Repare na ênfase que se dá ao fato de aquelas águas nunca terem sido navegadas por outros: o gigante diz que aquele mar que há tanto ele guarda nunca foi conhecido por outros.<br><br><em>E disse: "Ó gente ousada, mais que quantas</em><br><br><em>No mundo cometeram grandes cousas,</em><br><br><em>Tu, que por guerras cruas, tais e tantas,</em><br><br><em>E por trabalhos vãos nunca repousas,</em><br><br><em>Pois os vedados términos quebrantas</em><br><br><em>E navegar nos longos mares ousas,</em><br><br><em>Que eu tanto tempo há já que guardo e tenho,</em><br><br><em>Nunca arados dÂ’estranho ou próprio lenho:</em><br><br><strong>42 -</strong> Já que os portugueses descobriram os segredos do mar, o gigante lhes ordena que ouçam os os sofrimentos futuros, conseqüências do atrevimento de cruzar os mares.<br><br><em>Pois vens ver os segredos escondidos</em><br><br><em>Da natureza e do úmido elemento,</em><br><br><em>A nenhum grande humano concedidos</em><br><br><em>De nobre ou de imortal merecimento,</em><br><br><em>Ouve os danos de mi que apercebidos</em><br><br><em>Estão a teu sobejo atrevimento,</em><br><br><em>Por todo largo mar e pola terra</em><br><br><em>Que inda hás de sojugar com dura guerra.</em><br><br><strong>43 -</strong> O gigante afirma que os navios que fizerem a viagem que Vasco da Gama está fazendo terão aquele cabo como inimigo. A primeira armada a que se refere Adamastor é a de Pedro Álvares Cabral, que perdeu ali quatro de suas naus: o dano - o naufrágio Â– foi maior que o perigo, pois os navegantes foram surpreendidos.<br><br><em>Sabe que quantas naus esta viagem</em><br><br><em>Que tu fazes, fizerem, de atrevidas,</em><br><br><em>Inimiga terão esta paragem,</em><br><br><em>Com ventos e tormentas desmedidas!</em><br><br><em>E da primeira armada, que passagem</em><br><br><em>Fizer por estas ondas insufridas,</em><br><br><em>Eu farei dÂ’improviso tal castigo,</em><br><br><em>Que seja mor o dano que o perigo!</em><br><br><strong>44 -</strong> O gigante afirma que se vingará ali mesmo de seu descobridor, Bartolomeu Dias, e que outras embarcações portuguesas serão destruídas por ele. As afirmações são ameaçadoras, como se verá: o menor mal será a morte.<br><br><em>Aqui espero tomar, se não me engano,</em><br><br><em>De quem me descobriu suma vingança.</em><br><br><em>E não se acabará só nisto o dano</em><br><br><em>De vossa pertinace confiança:</em><br><br><em>Antes, em vossas naus verei, cada ano,</em><br><br><em>Se é verdade o que meu juízo alcança,</em><br><br><em>Naufrágios, perdições de toda sorte,</em><br><br><em>Que o menor mal de todos seja a morte!</em><br><br><strong>45 -</strong> É citado D. Francisco de Almeida, primeiro vice-rei da Índia, e sua vitória sobre os turcos. O gigante continua ameaçador: junto a ele continua a haver perigo.<br><br><em>E do primeiro ilustre, que a ventura</em><br><br><em>Com fama alta fizer tocar os céus,</em><br><br><em>Serei eterna e nova sepultura,</em><br><br><em>Por juízos incógnitos de Deus.</em><br><br><em>Aqui porá a turca armada dura</em><br><br><em>Os soberbos e prósperos troféus;</em><br><br><em>Comigo de seus danos o ameaça</em><br><br><em>A destruída Quíloa com Mombaça.</em><br><br><strong>46 - </strong>Nesta estrofe o gigante cita a desgraça da família de Manuel de Sousa Sepúlveda, cujo destino será tenebroso: depois de um naufrágio, sofrerão muito.<br><br><em>Outro também virá, de honrada fama,</em><br><br><em>Liberal, cavaleiro, enamorado,</em><br><br><em>E consigo trará a fermosa dama</em><br><br><em>Que Amor por grão mercê lhe terá dado.</em><br><br><em>Triste ventura e negro fado os chama</em><br><br><em>Neste terreno meu, que, duro e irado,</em><br><br><em>Os deixará dum cru naufrágio vivos,</em><br><br><em>Pera verem trabalhos excessivos</em>.<br><br><strong>47 -</strong> O gigante diz que os filhos queridos de Manuel de Sousa Sepúlveda morrerão de fome e sua esposa será violentada pelos habitantes da África, depois de caminhar pela areia do deserto.<br><br><em>Verão morrer com fome os filhos caros,</em><br><br><em>Em tanto amor gerados e nascidos;</em><br><br><em>Verão os Cafres, ásperos e avaros,</em><br><br><em>Tirar à linda dama seus vestidos;</em><br><br><em>Os cristalinos membros e preclaros</em><br><br><em>À calma, ao frio, ao ar verão despidos,</em><br><br><em>Despois de ter pisada longamente</em><br><br><em>Cos delicados pés a areia ardente;</em><br><br><strong>48 -</strong> Os sobreviventes do naufrágio verão Manuel de Sousa Sepúlveda e sua esposa, que morrerão juntos, ficarem no mato quente e inóspito.<br><br><em>E verão mais os olhos que escaparem</em><br><br><em>De tanto mal, de tanta desventura,</em><br><br><em>Os dous amantes míseros ficarem</em><br><br><em>Na férvida e implacábil espessura.</em><br><br><em>Ali, despois que as pedras abrandarem</em><br><br><em>Com lágrimas de dor, de mágoa pura,</em><br><br><em>Abraçados, as almas soltarão</em><br><br><em>Da fermosa e misérrima prisão.</em><br><br><strong>49 -</strong> O gigante continuaria fazendo as previsões se Vasco da Gama não o interrompesse perguntando quem era aquela figura maravilhosa. O monstro responderá com voz pesada porque relembraria seu triste passado.<br><br><em>Mais ia por diante o monstro horrendo</em><br><br><em>Dizendo nossos fados, quando, alçado,</em><br><br><em>Lhe disse eu: - Que és tu? Que esse estupendo</em><br><br><em>Corpo certo me tem maravilhado!</em><br><br><em>A boca e os olhos negros retorcendo</em><br><br><em>E dando um espantoso e grande brado,</em><br><br><em>Me respondeu, com voz pesada e amara,</em><br><br><em>Como quem da pergunta lhe pesara:</em><br><br><strong>50 -</strong> O gigante se apresenta: ele é o Cabo Tormentoso, nunca conhecido pelos geógrafos da Antigüidade, última porção de terra do continente africano, que se alonga para o Pólo Sul, extremamente ofendido com a ousadia dos portugueses.<br><br><em>Eu sou aquele oculto e grande Cabo</em><br><br><em>A quem chamais vós outros Tormentório,</em><br><br><em>Que nunca a Ptolomeu, Pompônio, Estrabo,</em><br><br><em>Plínio e quantos passaram fui notório.</em><br><br><em>Aqui toda a africana costa acabo</em><br><br><em>Neste meu nunca visto promontório,</em><br><br><em>Que pera o Pólo Antártico se estende,</em><br><br><em>A quem vossa ousadia tanto ofende.</em><br><br><strong>51 - </strong>Adamastor diz que era um dos Titãs, gigantes que lutavam contra Júpiter e que sobrepunham montes para alcançar o Olimpo. Ele, no entanto, buscava a armada de Neptuno, nos mares.<br><br><em>Fui dos filhos aspérrimos da Terra,</em><br><br><em>Qual Encélado, Egeu e Centimano;</em><br><br><em>Chamei-me Adamastor e fui na guerra</em><br><br><em>Contra o que vibra os raios de Vulcano;</em><br><br><em>Não que pusesse serra sobre serra,</em><br><br><em>Mas conquistando as ondas do Oceano,</em><br><br><em>Fui capitão do mar, por onde andava</em><br><br><em>A armada de Neptuno, que eu buscava.</em><br><br><strong>52 - </strong>Adamastor cometeu a loucura de lutar contra neptuno por amor a Tétis, por quem desprezou todas as Deusas. Um dia a viu nua na praia e apaixonou-se por ela, e ainda não há algo que deseje mais do que ela.<br><br><em>Amores da alta esposa de Peleu</em><br><br><em>Me fizeram tomar tamanha empresa;</em><br><br><em>Todas as Deusas desprezei do Céu,</em><br><br><em>Só por amar das águas a princesa;</em><br><br><em>Um dia a vi, coas filhas de Nereu,</em><br><br><em>Sair nua na praia e logo presa</em><br><br><em>A vontade senti de tal maneira,</em><br><br><em>Que inda não sinto cousa que mais queira.</em><br><br><strong>53 - </strong>Como jamais conquistaria Tétis porque era muito feio, Adamastor resolveu conquistá-la por meio da guerra e manifestou sua intenção a Dóris, mãe de Tétis, que ouviu da filha a seguinte resposta: como poderia o amor de uma ninfa agüentar o amor de um gigante?<br><br><em>Como fosse impossíbel alcançá-la</em><br><br><em>Pola grandeza feia de meu gesto,</em><br><br><em>Determinei por armas de tomá-la</em><br><br><em>E a Dóris meu caso manifesto.</em><br><br><em>De medo a Deusa então por mi lhe fala.</em><br><br><em>Mas ela, cum fermoso riso honesto,</em><br><br><em>Respondeu: - Qual será o amor bastante</em><br><br><em>De ninfa, que sustente o dum Gigante?</em><br><br><strong>54 - </strong>Continua a resposta de Tétis: ela, para livrar o Oceano da guerra, tentará solucionar o problema com dignidade. O gigante afirma que, já que estava cego de amor, não percebeu que as promessas que Dóris e Tétis lhe faziam eram mentirosas.<br><br><em>Contudo, por livrarmos o Oceano</em><br><br><em>De tanta guerra, eu buscarei maneira</em><br><br><em>Com que, com minha honra, escuse o dano.</em><br><br><em>Tal resposta me torna a mensageira.</em><br><br><em>Eu, que cair não pude neste engano</em><br><br><em>(Que é grande dos amantes a cegueira),</em><br><br><em>Encheram-me, com grandes abondanças,</em><br><br><em>O peito de desejos e esperanças.</em><br><br><strong>55 -</strong> Uma noite, louco de amor e desistindo da guerra, aparece-lhe o lindo rosto de Tétis, única e nua. Como louco, o gigante correu abrindo os braços para aquela que era a vida de seu corpo e começou a beijá-la.<br><br><em>Já néscio, já da guerra desistindo,</em><br><br><em>Uma noite, de Dóris prometida,</em><br><br><em>Me aparece de longe o gesto lindo</em><br><br><em>Da branca Tétis, única, despida.</em><br><br><em>Como doudo corri de longe, abrindo</em><br><br><em>Os braços pera aquela que era a vida</em><br><br><em>Deste corpo e começo os olhos belos</em><br><br><em>A lhe beijar, as faces e os cabelos.</em><br><br><strong>56 - </strong>Adamastor não consegue expressar a mágoa que sentiu, porque, achando que beijava e abraçava Tétis, encontrou-se abraçado a um duro monte. Sem palavras e imóvel, sentiu-se como uma rocha diante de outra rocha.<br><br><em>Oh! Que não sei de nojo como o conte!</em><br><br><em>Que, crendo ter nos braços quem amava,</em><br><br><em>Abraçado me achei cum duro monte</em><br><br><em>De áspero mato e de espessura brava.</em><br><br><em>Estando cum penedo fronte a fronte,</em><br><br><em>Que eu polo rosto angélico apertava,</em><br><br><em>Não fiquei homem, não; mas mudo e quedo</em><br><br><em>E junto dum penedo outro penedo!</em><br><br><strong>57 - </strong>Adamastor invoca Tétis, perguntando porque, se ela não amava, não o manteve com a ilusão de abraçá-la. Dali ele partiu quase louco pela mágoa e pela desonra procurando outro lugar em que não houvesse quem risse de sua tristeza.<br><br><em>Ó Ninfa, a mais fermosa do Oceano,</em><br><br><em>Já que minha presença não te agrada,</em><br><br><em>Que te custava ter-me neste engano,</em><br><br><em>Ou fosse monte, nuvem, sonho ou nada?</em><br><br><em>Daqui me parto, irado e quase insano</em><br><br><em>Da mágoa e da desonra ali passada,</em><br><br><em>A buscar outro mundo, onde não visse</em><br><br><em>Quem de meu pranto e de meu mal se risse.</em><br><br><strong>58 - </strong>Os Titãs já foram vencidos e soterrados para maior segurança dos deuses, contra quem não é possível lutar. Adamastor anuncia, então, seu triste destino.<br><br><em>Eram já neste tempo meus Irmãos</em><br><br><em>Vencidos e em miséria extrema postos,</em><br><br><em>E, por mais segurar-se Deuses vãos,</em><br><br><em>Alguns a vários montes sotopostos.</em><br><br><em>E, como contra o Céu não valem mãos,</em><br><br><em>Eu, que chorando andava meus desgostos,</em><br><br><em>Comecei a sentir do fado imigo,</em><br><br><em>Por meus atrevimentos, o castigo:</em><br><br><strong>59 -</strong> A carne do gigante se transformou em terra e os ossos em pedra; seus membros e sua figura alongaram-se pelo mar; os Deus fizeram dele um Cabo. Para que sofra em dobro, Tétis costuma banhar-se nas águas próximas.<br><br><em>Converte-se-me a carne em terra dura;</em><br><br><em>Em penedos os ossos se fizeram;</em><br><br><em>Estes membros que vês e esta figura</em><br><br><em>Por estas longas águas se estenderam;</em><br><br><em>Enfim, minha grandíssima estatura</em><br><br><em>Neste remoto Cabo converteram</em><br><br><em>Os Deuses; e, por mais dobradas mágoas,</em><br><br><em>Me anda Tétis cercando destas águas.</em><br><br><strong>60 - </strong>O gigante desapareceu chorando e o mar soou longínquo. Vasco da Gama ergue os braços ao céu e pede aos anjos que os casos futuros contados por Adamastor não se realizem.<br><br><em>Assi contava; e, cum medonho choro,</em><br><br><em>Súbito dÂ’ante os olhos se apartou.</em><br><br><em>Desfez-se a nuvem negra e cum sonoro</em><br><br><em>Bramido muito longe o mar soou.</em><br><br><em>Eu, levantando as mãos ao santo coro</em><br><br><em>Dos Anjos, que tão longe nos guiou,</em><br><br><em>A Deus pedi que removesse os duros</em><br><br><em>Casos que Adamastor contou futuros.<br></em><br></div><div><br></div><div><br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-03 14:53:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>emanuellyximenes14</author>
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         <description><![CDATA[<div><figure class="attachment attachment-preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:700,&quot;url&quot;:&quot;https://fichorio.files.wordpress.com/2016/02/adamastor_01_by_grafik-d7kw7ec.jpg?w=1000&amp;h=700&amp;crop=1&quot;,&quot;width&quot;:1000}" data-trix-content-type="image"><img src="https://fichorio.files.wordpress.com/2016/02/adamastor_01_by_grafik-d7kw7ec.jpg?w=1000&amp;h=700&amp;crop=1" width="1000" height="700"><figcaption class="caption"></figcaption></figure></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-03 15:05:28 UTC</pubDate>
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