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      <title>Os negros no Brasil by Maria Gabriela Cazon</title>
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      <description>6to Dante</description>
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      <pubDate>2018-07-31 19:35:07 UTC</pubDate>
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         <title>A mulher no mundo colonial</title>
         <author>gabycazon</author>
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         <description><![CDATA[<div>O papel desempenhado pela mulher na colônia não se restringe à dominação</div><div><br>Ao falar da condição da mulher na sociedade colonial, vemos que diversas obras apenas enfocam a supremacia determinada por uma sociedade de traço patriarcal. De fato, grande parte das mulheres estava subordinada ao mando de seus pais e maridos. Muitos documentos descreviam episódios de agressão, clausura e perseguição. No entanto, devemos também revelar a participação das mulheres de outras formas que escapam da lógica da dominação.<br>No período da economia aurífera, os centros urbanos coloniais foram progressivamente tomados por estabelecimentos comerciais que abasteciam a população local. Segundo recentes pesquisas realizadas pela historiadora brasileira Mary Del Priore, uma farta documentação do século XVIII indica que o número de mulheres envolvidas no comércio era bastante significativo. No ano de 1776, o comércio de Vila Rica tinha setenta por cento de seus estabelecimentos administrados por mulheres.</div><div>Alguns relatos reforçam outra perspectiva ao falarem dos casos de mulheres que rompiam com a relação matrimonial e buscavam uma vida autônoma. Apesar de moralmente marginalizadas, essas mulheres não deixavam de impressionar pelas estratégias e ações que determinavam a sua sobrevivência em um mundo tomado pela figura masculina. Não raro, a prostituição aparecia como uma forma de sobrevivência à exclusão e à miséria.</div><div>No ambiente doméstico, também podemos ver que a influência feminina poder ser vista no trato com a criadagem ou, até mesmo, na negociação de direitos e tarefas a serem delegadas ou permitidas pelo marido. Além disso, relatos fantasiosos conferiam poder a mulheres capazes de fabricar poções mágicas, invocar orações secretas, rogar pragas ou determinar a cura de doentes. Sendo assim, vemos que o lugar da mulher no ambiente colonial foi mais diverso do que talvez possamos pensar.</div><div><a href="https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/historiadobrasil/a-mulher-no-mundo-colonial.htm">https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/historiadobrasil/a-mulher-no-mundo-colonial.htm</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-07-31 20:02:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gabycazon</author>
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         <description><![CDATA[￼]]></description>
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         <pubDate>2018-07-31 20:08:37 UTC</pubDate>
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         <title>Os negros no Brasil Colonial</title>
         <author>gabycazon</author>
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         <description><![CDATA[<div>A participação dos negros no Brasil Colonial aconteceu a partir do momento em que a experiência colonial portuguesa estabeleceu a necessidade de um grande número de trabalhadores para ocuparem, em princípio, as grandes fazendas produtoras de cana-de-açúcar. Tendo já realizada a exploração e dominação do litoral africano, os portugueses buscaram nos negros a mão de obra escrava para ocupar tais postos de trabalho.</div><div>Foi daí que se estabeleceu o tráfico negreiro, uma prática que atravessou séculos e forçou diversos negros a saírem de seus locais de origem para terem seus corpos escravizados. Além da demanda econômica, a escravidão africana foi justificada pelo discurso religioso cristão da época, que definiu a experiência escravocrata como um tipo de “castigo” que iria aproximar os negros do cristianismo.</div><div>Em terras brasileiras, a força de trabalho dos negros foi sistematicamente empregada pela lógica do abuso e da violência. As longas jornadas de trabalho estabeleciam uma condição de vida extrema, capaz de encurtar radicalmente os anos vividos pelos escravos. Ao mesmo tempo, a força das armas e da violência transformavam os castigos físicos em um elemento eficaz na dominação.</div><div>Durante a exploração colonial, a mão de obra negra foi amplamente utilizada em outras atividades como na mineração e nas demais atividades agrícolas que ganharam espaço na economia entre os séculos XVI e XIX. Mesmo destacando tais abusos, também devemos sinalizar a contrapartida desse contexto exploratório, com a presença de várias formas de resistência à escravidão.</div><div>As rebeliões eram realizadas a partir das articulações dos escravos e, em diversos relatos, aparecem como uma preocupação constante dos senhores de escravo. Paralelamente, as fugas e a formação de quilombos também se tornaram práticas que rompiam ativamente com o universo de práticas que definia o sistema colonial. De tal forma, vemos a presença de uma resposta a essa prática que cristalizou o abuso e a discriminação dos negros em nossa sociedade.</div><div>Do século XV ao século XIX, a escravidão foi responsável, em todo o continente americano, pelo trânsito de mais de 10 milhões de pessoas e pela morte de vários indivíduos que não sobreviveram aos maus tratos vivenciados já na travessia marítima. Ainda hoje, a escravidão deixa marcas profundas em nossa sociedade. Entre estas, destacamos o racismo como a mais evidente.</div><div><a href="https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/historiadobrasil/o-negro-1.htm">https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/historiadobrasil/o-negro-1.htm</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-07-31 20:22:36 UTC</pubDate>
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         <title>Tráfico de escravos pelo Atlântico</title>
         <author>gabycazon</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Interior de um navio negreiro, pintura do artista alemão </em><a href="https://www.infoescola.com/biografias/johann-moritz-rugendas/"><em>Johann Moritz Rugendas</em></a><em>. (aprox. 1830).</em><br><br>Sobreviver foi uma tarefa difícil. As mortes eram constantes e a taxa de natalidade muito baixa, por conta disso e pela pouca importância dada à reprodução, houve necessidade constante de importar mão-de-obra, sustentando o tráfico atlântico. Este figurou como atividade lucrativa para um grupo bastante influente de traficantes.<br>É com a chegada dos portugueses na costa atlântica ao sul do Saara, no século XV que as formas de comércio se modificam e o uso da violência passou a ser comum. Cerca de 4,9 milhões de africanos vieram para o Brasil. As <a href="https://www.infoescola.com/historia/plantation/"><em>plantations</em></a> e os monopólios eram a base da agricultura escravista e garantiram a escravidão como um negócio lucrativo.<br>O processo de escravização começava no continente africano. O primeiro movimento era o apresamento pelos traficantes, seguido de uma longa viagem pelo interior da África até a chegada na costa atlântica. Esta viagem obrigava os cativos a percorrerem um longo caminho até a chegada nos portos. Muitos deles não resistiam às doenças ou mesmo ao esforço físico. Os que chegavam aos portos chegavam a esperar um longo tempo até que os <a href="https://www.infoescola.com/historia-do-brasil/navios-negreiros/">navios negreiros</a> tivessem “carga” suficientemente lucrativa para fazer a travessia do atlântico.<br>A travessia nos navios negreiros era marcada pela violência e pelas condições insalubres. Antes de embarcar os homens e mulheres cativos eram marcados com ferro – ou nas costas ou no peito – como forma de identificação do traficante a quem pertenciam. Um único navio carregava cativos de diversos traficantes e locais de origem. E assim os senhores os preferiam: trabalhadores de etnias e culturas diferentes pois dificultava a comunicação e prevenia a formação de rebeliões e motins.</div><div>Entre os séculos XVI e XVIII as caravelas portuguesas tinham capacidade de transportar aproximadamente 500 cativos por viagem. Já os navios a vapor faziam o transporte de aproximadamente 350 escravos, já no século XIX, quando, aos poucos, a <a href="https://www.infoescola.com/historia/abolicionismo/">escravidão foi sendo abolida</a>em diversas nações do mundo, <a href="https://www.infoescola.com/historia/abolicao-da-escravidao-pela-inglaterra/">num processo iniciado pela Inglaterra</a>.</div><div>A viagem nos navios tinha como dieta básica o azeite e o milho e, por conta desta alimentação pobre em <a href="https://www.infoescola.com/biologia/vitaminas/">vitaminas</a>, especialmente a <a href="https://www.infoescola.com/bioquimica/vitamina-c/">vitamina C</a>, muitos escravizados chegavam com <a href="https://www.infoescola.com/doencas/escorbuto/">escorbuto</a>, doença bastante comum neste contexto. O fim da travessia se dava com a chegada aos portos brasileiros como os de Recife, Salvador, Rio de Janeiro, Fortaleza, São Luís e Belém. Os principais portos à época eram os de Salvador e Recife, mas, após a descoberta do ouro na região das Minas Gerais o porto do Rio de Janeiro ganha destaque e passa a receber um número cada vez maior de cativos.<br><a href="https://www.infoescola.com/historia/escravidao-no-brasil/">https://www.infoescola.com/historia/escravidao-no-brasil/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-07-31 21:05:31 UTC</pubDate>
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         <title>Chegada ao Brasil</title>
         <author>gabycazon</author>
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         <description><![CDATA[<div>A chegada era marcada, inicialmente, pela burocracia. Classificados por sexo e idade posteriormente eram enviados para o local onde se faziam os leilões de escravos, que poderia ser já na alfândega ou nos armazéns próximos à região portuária.</div><div>Como chegavam bastante debilitados: doenças, feridas na pele, com vermes e escorbuto e com pouco peso era preciso valorizar a “mercadoria” e para venda os cativos eram limpos, tinham os cabelos e barbas cortados, e passavam óleo na sua pele. Neste momento recebiam uma alimentação mais cuidadosa para melhorar o aspecto. Já para esconder a aparência depressiva – chamada de banzo - causada pela exploração e imigração forçada os cativos recebiam produtos estimulantes como tabaco.</div><div>Além da venda <em>in loco</em> os homens e mulheres escravizados eram anunciados nos jornais. Ao buscar os periódicos do período este tipo de anúncio é facilmente encontrado. Postos à venda a partir do seu sexo, idade e etnia a preferência se dava por homens adultos – os mais caros. A venda envolvia garantias: caso o cativo apresentasse alguma doença ou debilidade física nos quinze dias sequentes à venda podia ser devolvido.<em>Escravo sendo açoitado em público. Pintura de Johann Moriz Rugendas.</em><strong><br><br>Locais de aplicação da mão de obra escrava<br></strong><br></div><div>Aqui os escravizados foram destinados ao trabalho nos latifúndios de cana de açúcar, nas minas de ouro e diamantes, nas fazendas de café ou mesmo no trabalho doméstico ao longo dos séculos XVI, XVII, XVIII e XIX. O comércio de homens e mulheres africanos ocasionou na morte e no sofrimento de milhões de pessoas.</div><div>Havia distinção entre os cativos domésticos e os do campo. Os destinados às casas-grandes viviam uma vida mais próxima dos senhores, e conheciam a fundo seu cotidiano. Por isso mesmo houve uma delimitação bastante evidente nas casas entre as áreas sociais e de serviço, presentes até hoje nos elevadores de edifícios separados entre social e de serviço, que servem para demarcar os lugares sociais de patrões e empregados. Já os escravizados destinados ao trabalho no campo levavam uma vida mais sacrificada embora ambas as formas de trabalho fossem forçadas e de exploração.<br>A escravidão foi um processo de extrema violência. A monocultura necessitava um grande número de trabalhadores que eram submetidos a uma rotina de trabalho difícil, pesada, sem lucros para os cativos, força de trabalho da produção latifundiária. O trabalho era intenso e o próprio cotidiano nos engenhos, nas fazendas ou nas minas, já representava uma violência impactante.</div><div>Os escravizados eram assombrados pela presença dos castigos físicos e das punições públicas. Várias foram as formas de humilhação. O tronco, o açoite, as humilhações, o uso de ganchos no pescoço ou as correntes presas ao chão representavam a violência a que eram submetidos os cativos. A escravidão é um sistema que só funciona com a presença da violência.<br>Ainda assim é preciso destacar o papel importante das revoltas e das rebeliões, formas de resistência à exploração imposta, como a experiência dos <a href="https://www.infoescola.com/historia/quilombo/">quilombos</a> – como o de <a href="https://www.infoescola.com/historia/quilombo-dos-palmares/">Palmares</a> - e as diversas táticas praticadas para fugir da violência injusta. Homens e mulheres cativos não foram passivos ao sistema a que foram submetidos reagindo das mais variadas formas.<br><a href="https://www.infoescola.com/historia/escravidao-no-brasil/">https://www.infoescola.com/historia/escravidao-no-brasil/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-07-31 21:09:36 UTC</pubDate>
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         <title>A história do samba em 32 imagens</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Um pouco da história do samba como herança dos negros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-25 21:49:07 UTC</pubDate>
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         <title>Educação no Brasil Colonial                                      </title>
         <author>gabycazon</author>
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         <description><![CDATA[<div>A educação no Brasil Colonial organizou-se, de início, em torno dos jesuítas e, depois, orientou-se pelo modelo das reformas empreendidas pelo Marquês de Pombal.<br><br><a href="https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/historiadobrasil/educacao-no-brasil-colonial.htm">https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/historiadobrasil/educacao-no-brasil-colonial.htm</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-25 22:14:19 UTC</pubDate>
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         <title>Quilombos</title>
         <author>gabycazon</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>História dos quilombos: o que são e como surgiram<br></strong><br></div><div>No período de escravidão no Brasil (entre os séculos XVI e XIX), os negros que conseguiam fugir dos engenhos se refugiavam, com outros em igual situação, em locais bem escondidos e fortificados no meio das matas. Estes locais eram conhecidos como quilombos. Nessas comunidades, eles viviam de acordo com sua cultura africana, plantando e produzindo em comunidade. Na época colonial, o Brasil chegou a ter centenas destas comunidades espalhadas, principalmente, pelos atuais estados da Bahia, Pernambuco, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais e Alagoas.<br>&nbsp;</div><div><strong>A formação do Quilombo dos Palmares, o mais conhecido da História brasileira</strong></div><div>&nbsp;</div><div>Na ocasião em que Pernambuco foi invadida pelos holandeses (1630), muitos dos senhores de engenho acabaram por abandonar as suas terras. Este fato, beneficiou a fuga de um grande número de escravos. Estes, após fugirem, buscaram abrigo no Quilombo dos Palmares, localizado em Alagoas.</div><div>&nbsp;</div><div>Isso, propiciou o crescimento do Quilombo dos Palmares, que no ano de 1670, já abrigava em torno de 50 mil escravos fugitivos. Estes, também conhecidos como quilombolas, costumavam pegar alimentos às escondidas nas plantações e nos engenhos existentes em regiões próximas; situação que incomodava os habitantes locais.</div><div>&nbsp;</div><div>Esta situação, fez com que os quilombolas fossem combatidos tanto pelos holandeses (primeiros a enfrentá-los) quanto pelo governo de Pernambuco, sendo que este último, contou com os ser­viços do bandeirante Domingos Jorge Velho.</div><div>&nbsp;</div><div>A luta contra os negros de Palmares durou por volta de cinco anos; contudo, apesar de todo o empenho e determinação dos negros chefiados por Zumbi, eles, por fim, foram derrotados.<br><br><strong>Importância: símbolo de resistência e manutenção cultural</strong></div><div>&nbsp;</div><div>Os quilombos representaram uma das formas de resistência e combate à escravidão. Rejeitando a cruel forma de vida, os negros buscavam a liberdade e uma vida com dignidade, resgatando a cultura e a forma de viver que deixaram na África. Tiveram grande importância e significado para a formação da cultura afro-brasileira.<br><br><strong>Comunidades quilombolas na atualidade</strong></div><div>&nbsp;</div><div>Por estarem em locais afastados, muitos quilombos permaneceram ativos mesmo após a abolição da escravatura em 1888. Eles deram origem às atuais comunidades quilombolas (quilombos remanescentes). Atualmente, existem cerca de 3.000 comunidades quilombolas certificadas pela Fundação Palmares; embora as estimativas apontem para a existência de cerca de três mil. Grande parte destas comunidades está situada em estados das regiões Norte e Nordeste.</div><div>&nbsp;</div><div>Os integrantes das comunidades quilombolas remanescentes possuem fortes laços culturais; mantendo suas tradições, práticas religiosas, relação com o trabalho na terra e o próprio sistema de organização social.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Você sabia?</strong></div><div>&nbsp;</div><div>- O decreto nº 4.887, de 20 de novembro de 2003, regulamentou, em todo o território nacional, os procedimentos para identificação, delimitação, reconhecimento e titulação das terras ocupadas por comunidades quilombolas. Portanto, as comunidades remanescentes de quilombos, já são reconhecidas e amparadas pela lei brasileira. Este mesmo decreto, transferiu para o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) a função de delimitar as terras das comunidades quilombolas remanescentes.</div><div>&nbsp;</div><div>- A palavra "quilombo" é de origem africana. Na língua bantu, significa "esconderijo na mata".</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-25 22:34:13 UTC</pubDate>
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         <title>Origem da palavra &quot;quilombo&quot;</title>
         <author>gabycazon</author>
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         <description><![CDATA[<div>A palavra <em>quilombo </em>vem do idioma banto, sendo uma referência a "guerreiro da floresta".</div><div>A primeira definição de quilombo na administração colonial ocorreu em 1740. Quem a fez foi o Conselho Ultramarino Português. Para esta instituição, o quilombo era:</div><blockquote><em><br>"toda a habitação de negros fugidos que passem de cinco, em parte desprovida, ainda que não tenham ranchos levantados nem achem pilões neles".</em></blockquote><div><br><strong>Como era a Vida no Quilombo?</strong></div><div>O funcionamento dos quilombos considerava a tradição dos escravos fugidos que neles habitavam. Nessas comunidades, se realizavam atividades diversas como agricultura, extrativismo, criação de animais, exploração de minério e atividades mercantis.</div><div>Nesses locais, os negros tratavam de reviver suas tradições africanas. O melhor de tudo era que podiam voltar a ser livres, cultuar seus deuses e praticar suas danças e músicas.</div><div>No entanto, não se esqueciam dos companheiros que ficaram escravizados. Era comum ajudarem a organizar fugas nas fazendas ou economizar o dinheiro que obtinham da venda dos seus produtos para comprar a liberdade daqueles escravos.</div><div>A existência de quilombos era tamanha que se criou no Brasil uma profissão específica denominada "<strong>capitães do mato</strong>". Eram homens conhecedores das florestas contratados para recapturar os escravos fugidos.</div><div>O processo de resistência era permanente. Mesmo quando destruídos, os quilombos ressurgiam em outros locais e eram mais uma peculiaridade da sociedade escravocrata brasileira.<br><br><a href="https://www.todamateria.com.br/quilombos/">https://www.todamateria.com.br/quilombos/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-25 22:44:06 UTC</pubDate>
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         <title>Quilombos</title>
         <author>gabycazon</author>
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         <description><![CDATA[<div>A utilização do trabalho escravo no Brasil foi uma prática marcada por diversas manifestações de resistência contra esse tipo de relação de trabalho opressivo. Entre tantas alternativas, a constituição dos quilombos foi uma das mais ousadas e bem articuladas ações que buscavam quebrar as imposições da administração colonial. Apesar de sua relevância, poucos são os registros que demonstram a presença e o funcionamento desse tipo instituição no período colonial.<br><br>Formado a partir da reunião de vários escravos fugitivos, um quilombo passava a constituir um tipo de comunidade bastante diferente das que foram criadas pela ação dos colonizadores portugueses. Os habitantes dos quilombos, chamados de “quilombolas”, participavam de todo o trabalho que envolvia a obtenção de alimentos e construíam pequenas oficinas onde fabricavam suas roupas, utensílios domésticos, ferramentas de trabalho e móveis.<br><br>Mais do que uma simples comunidade, o quilombo era formado em locais de difícil acesso. Tal medida visava impedir a recaptura dos escravos fugidos. Geralmente, o quilombo também era organizado na proximidade de estradas para que os quilombolas pudessem assaltar os viajantes que por ali transitavam. Não se limitando ao abrigo de escravos africanos, os quilombos também serviam de morada para índios e criminosos que escapavam da justiça.<br><br>Nessas comunidades, conforme aponta alguns relatos, houve o desenvolvimento de um código moral e de justiça bastante peculiares. O adultério, o roubo, o homicídio e a deserção eram severamente punidos com a pena de morte. Ao mesmo tempo, os quilombos foram importantes para que traços diversos da cultura africana se mantivessem vivos em nossa própria cultura atual. Ritos, danças, pratos e expressões comuns ao território brasileiro são nitidamente influenciados pela cultura africana.<br><br>Um dos mais importantes quilombos do período colonial foi criado na serra da Barriga Verde, no estado de Alagoas. O Quilombo dos Palmares, formado no início do século XVII, abrigava uma série de quilombos menores e constituía uma grande comunidade integrada por milhares de pessoas. O período de expansão desse quilombo aconteceu durante as invasões holandesas, momento em que vários escravos aproveitaram do distúrbio para fugirem dos engenhos.<br><br>Durante muito tempo, a destruição deste quilombo preocupou as autoridades coloniais daquela região. Após a deflagração de várias batalhas, o capitão-mor Fernão Carrilho quase deu fim à Palmares em 1678, após aprisionar vários de seus principais líderes. Quando a contenda parecia estar finalmente resolvida, apareceu a figura do líder Zumbi rearticulando novas forças que resistiram até os últimos anos do século XVII.<br><br>Atualmente, existem várias comunidades que são remanescentes de quilombos formados durante a época colonial. Reconhecendo a presença e a soberania dos descendentes de quilombolas nessas regiões, o governo concedeu títulos de propriedade aos habitantes dessas regiões. Estimativas publicadas no ano de 2008 apontam que existem 185 comunidades quilombolas espalhadas em cerca de 980 mil hectares.<br><br></div><div>Por Rainer Sousa <br>Mestre em História<br><br><a href="https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/historiadobrasil/quilombos.htm">https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/historiadobrasil/quilombos.htm</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-25 22:47:40 UTC</pubDate>
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         <title>Navio Negreiro</title>
         <author>gabycazon</author>
         <link>https://padlet.com/gabycazon/n10x8gr08n29/wish/308793564</link>
         <description><![CDATA[<div>Navio negreiro - Tráfico de africanos para as Américas <br><br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=4GPICBDb87M">https://www.youtube.com/watch?v=4GPICBDb87M</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-28 14:33:23 UTC</pubDate>
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         <title>A Corte no Brasil - 1808</title>
         <author>gabycazon</author>
         <link>https://padlet.com/gabycazon/n10x8gr08n29/wish/308796028</link>
         <description><![CDATA[<div>Resumo geral<br><br></div><h1>1808 - A corte no Brasil (por Laurentino Gomes) Editado</h1><div><br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=VbYauxhk0FQ">https://www.youtube.com/watch?v=VbYauxhk0FQ</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-28 14:37:06 UTC</pubDate>
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         <title>1808 - Família Real no Brasil </title>
         <author>gabycazon</author>
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         <description><![CDATA[<div>Divido em quatro partes esses vídeos contam com mais detalhes sobre a chegada da Família Real ao Brasil<br><br>(Parte 1/4)<br>(motivos da fuga e contexto histórico)<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=7gPoHGOKl_Q">https://www.youtube.com/watch?v=7gPoHGOKl_Q</a><br><br>(Parte 2/4)<br>(saída de Portugal e viagem para o Brasil)<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=CbySqP6_U5E">https://www.youtube.com/watch?v=CbySqP6_U5E</a><br><br>(Parte 3/4)<br>(desembarque em Salvador)<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=lsa_D5BVZxE">https://www.youtube.com/watch?v=lsa_D5BVZxE</a><br><br>(Parte 4/4)<br>(desembarque no Rio de Janeiro)<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=YeTB8I5DU2U">https://www.youtube.com/watch?v=YeTB8I5DU2U</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-28 14:37:51 UTC</pubDate>
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         <title>1808 - Família Real no Brasil </title>
         <author>florenciawillington</author>
         <link>https://padlet.com/gabycazon/n10x8gr08n29/wish/379019776</link>
         <description><![CDATA[<div>Divido em quatro partes esses vídeos contam com mais detalhes sobre a chegada da Família Real ao Brasil<br><br>(Parte 1/4)<br>(motivos da fuga e contexto histórico)<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=7gPoHGOKl_Q">https://www.youtube.com/watch?v=7gPoHGOKl_Q</a><br><br>(Parte 2/4)<br>(saída de Portugal e viagem para o Brasil)<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=CbySqP6_U5E">https://www.youtube.com/watch?v=CbySqP6_U5E</a><br><br>(Parte 3/4)<br>(desembarque em Salvador)<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=lsa_D5BVZxE">https://www.youtube.com/watch?v=lsa_D5BVZxE</a><br><br>(Parte 4/4)<br>(desembarque no Rio de Janeiro)<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=YeTB8I5DU2U">https://www.youtube.com/watch?v=YeTB8I5DU2U</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-02 00:42:53 UTC</pubDate>
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         <title>Quilombos</title>
         <author>gabycazon</author>
         <link>https://padlet.com/gabycazon/n10x8gr08n29/wish/404981911</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>História dos quilombos: o que são e como surgiram<br></strong>No período de escravidão no Brasil (entre os séculos XVI e XIX), os negros que conseguiam fugir dos engenhos se refugiavam, com outros em igual situação, em locais bem escondidos e fortificados no meio das matas. Estes locais eram conhecidos como quilombos. Nessas comunidades, eles viviam de acordo com sua cultura africana, plantando e produzindo em comunidade. Na época colonial, o Brasil chegou a ter centenas destas comunidades espalhadas, principalmente, pelos atuais estados da Bahia, Pernambuco, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais e Alagoas.<br>&nbsp;</div><div><strong>A formação do Quilombo dos Palmares, o mais conhecido da História brasileira</strong></div><div>Na ocasião em que Pernambuco foi invadida pelos holandeses (1630), muitos dos senhores de engenho acabaram por abandonar as suas terras. Este fato, beneficiou a fuga de um grande número de escravos. Estes, após fugirem, buscaram abrigo no Quilombo dos Palmares, localizado em Alagoas.</div><div>&nbsp;Isso, propiciou o crescimento do Quilombo dos Palmares, que no ano de 1670, já abrigava em torno de 50 mil escravos fugitivos. Estes, também conhecidos como quilombolas, costumavam pegar alimentos às escondidas nas plantações e nos engenhos existentes em regiões próximas; situação que incomodava os habitantes locais.</div><div>Esta situação, fez com que os quilombolas fossem combatidos tanto pelos holandeses (primeiros a enfrentá-los) quanto pelo governo de Pernambuco, sendo que este último, contou com os ser­viços do bandeirante Domingos Jorge Velho.</div><div>A luta contra os negros de Palmares durou por volta de cinco anos; contudo, apesar de todo o empenho e determinação dos negros chefiados por Zumbi, eles, por fim, foram derrotados.<br><br><strong>Importância: símbolo de resistência e manutenção cultural</strong></div><div>Os quilombos representaram uma das formas de resistência e combate à escravidão. Rejeitando a cruel forma de vida, os negros buscavam a liberdade e uma vida com dignidade, resgatando a cultura e a forma de viver que deixaram na África. Tiveram grande importância e significado para a formação da cultura afro-brasileira.<br><br><strong>Comunidades quilombolas na atualidade</strong></div><div>Por estarem em locais afastados, muitos quilombos permaneceram ativos mesmo após a abolição da escravatura em 1888. Eles deram origem às atuais comunidades quilombolas (quilombos remanescentes). Atualmente, existem cerca de 3.000 comunidades quilombolas certificadas pela Fundação Palmares; embora as estimativas apontem para a existência de cerca de três mil. Grande parte destas comunidades está situada em estados das regiões Norte e Nordeste.</div><div>Os integrantes das comunidades quilombolas remanescentes possuem fortes laços culturais; mantendo suas tradições, práticas religiosas, relação com o trabalho na terra e o próprio sistema de organização social.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Você sabia?</strong></div><div>- O decreto nº 4.887, de 20 de novembro de 2003, regulamentou, em todo o território nacional, os procedimentos para identificação, delimitação, reconhecimento e titulação das terras ocupadas por comunidades quilombolas. Portanto, as comunidades remanescentes de quilombos, já são reconhecidas e amparadas pela lei brasileira. Este mesmo decreto, transferiu para o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) a função de delimitar as terras das comunidades quilombolas remanescentes.&nbsp;</div><div>- A palavra "quilombo" é de origem africana. Na língua bantu, significa "esconderijo na mata".</div>]]></description>
         <pubDate>2019-10-31 13:37:57 UTC</pubDate>
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         <title>Origem da palavra &quot;quilombo&quot;</title>
         <author>gabycazon</author>
         <link>https://padlet.com/gabycazon/n10x8gr08n29/wish/404982270</link>
         <description><![CDATA[<div>A palavra <em>quilombo </em>vem do idioma banto, sendo uma referência a "guerreiro da floresta".</div><div>A primeira definição de quilombo na administração colonial ocorreu em 1740. Quem a fez foi o Conselho Ultramarino Português. Para esta instituição, o quilombo era:</div><blockquote><em><br>"toda a habitação de negros fugidos que passem de cinco, em parte desprovida, ainda que não tenham ranchos levantados nem achem pilões neles".</em></blockquote><div><br><strong>Como era a Vida no Quilombo?</strong></div><div>O funcionamento dos quilombos considerava a tradição dos escravos fugidos que neles habitavam. Nessas comunidades, se realizavam atividades diversas como agricultura, extrativismo, criação de animais, exploração de minério e atividades mercantis.</div><div>Nesses locais, os negros tratavam de reviver suas tradições africanas. O melhor de tudo era que podiam voltar a ser livres, cultuar seus deuses e praticar suas danças e músicas.</div><div>No entanto, não se esqueciam dos companheiros que ficaram escravizados. Era comum ajudarem a organizar fugas nas fazendas ou economizar o dinheiro que obtinham da venda dos seus produtos para comprar a liberdade daqueles escravos.</div><div>A existência de quilombos era tamanha que se criou no Brasil uma profissão específica denominada "<strong>capitães do mato</strong>". Eram homens conhecedores das florestas contratados para recapturar os escravos fugidos.</div><div>O processo de resistência era permanente. Mesmo quando destruídos, os quilombos ressurgiam em outros locais e eram mais uma peculiaridade da sociedade escravocrata brasileira.<br><br><a href="https://www.todamateria.com.br/quilombos/">https://www.todamateria.com.br/quilombos/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-10-31 13:38:19 UTC</pubDate>
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         <title>Quilombos</title>
         <author>gabycazon</author>
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         <description><![CDATA[<div>A utilização do trabalho escravo no Brasil foi uma prática marcada por diversas manifestações de resistência contra esse tipo de relação de trabalho opressivo. Entre tantas alternativas, a constituição dos quilombos foi uma das mais ousadas e bem articuladas ações que buscavam quebrar as imposições da administração colonial. Apesar de sua relevância, poucos são os registros que demonstram a presença e o funcionamento desse tipo instituição no período colonial.<br><br>Formado a partir da reunião de vários escravos fugitivos, um quilombo passava a constituir um tipo de comunidade bastante diferente das que foram criadas pela ação dos colonizadores portugueses. Os habitantes dos quilombos, chamados de “quilombolas”, participavam de todo o trabalho que envolvia a obtenção de alimentos e construíam pequenas oficinas onde fabricavam suas roupas, utensílios domésticos, ferramentas de trabalho e móveis.<br><br>Mais do que uma simples comunidade, o quilombo era formado em locais de difícil acesso. Tal medida visava impedir a recaptura dos escravos fugidos. Geralmente, o quilombo também era organizado na proximidade de estradas para que os quilombolas pudessem assaltar os viajantes que por ali transitavam. Não se limitando ao abrigo de escravos africanos, os quilombos também serviam de morada para índios e criminosos que escapavam da justiça.<br><br>Nessas comunidades, conforme aponta alguns relatos, houve o desenvolvimento de um código moral e de justiça bastante peculiares. O adultério, o roubo, o homicídio e a deserção eram severamente punidos com a pena de morte. Ao mesmo tempo, os quilombos foram importantes para que traços diversos da cultura africana se mantivessem vivos em nossa própria cultura atual. Ritos, danças, pratos e expressões comuns ao território brasileiro são nitidamente influenciados pela cultura africana.<br><br>Um dos mais importantes quilombos do período colonial foi criado na serra da Barriga Verde, no estado de Alagoas. O Quilombo dos Palmares, formado no início do século XVII, abrigava uma série de quilombos menores e constituía uma grande comunidade integrada por milhares de pessoas. O período de expansão desse quilombo aconteceu durante as invasões holandesas, momento em que vários escravos aproveitaram do distúrbio para fugirem dos engenhos.<br><br>Durante muito tempo, a destruição deste quilombo preocupou as autoridades coloniais daquela região. Após a deflagração de várias batalhas, o capitão-mor Fernão Carrilho quase deu fim à Palmares em 1678, após aprisionar vários de seus principais líderes. Quando a contenda parecia estar finalmente resolvida, apareceu a figura do líder Zumbi rearticulando novas forças que resistiram até os últimos anos do século XVII.<br><br>Atualmente, existem várias comunidades que são remanescentes de quilombos formados durante a época colonial. Reconhecendo a presença e a soberania dos descendentes de quilombolas nessas regiões, o governo concedeu títulos de propriedade aos habitantes dessas regiões. Estimativas publicadas no ano de 2008 apontam que existem 185 comunidades quilombolas espalhadas em cerca de 980 mil hectares.<br><br></div><div>Por Rainer Sousa <br>Mestre em História<br><br><a href="https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/historiadobrasil/quilombos.htm">https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/historiadobrasil/quilombos.htm</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-10-31 13:38:28 UTC</pubDate>
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         <title>A história do samba em 32 imagens</title>
         <author>gabycazon</author>
         <link>https://padlet.com/gabycazon/n10x8gr08n29/wish/404982481</link>
         <description><![CDATA[<div>Um pouco da história do samba como herança dos negros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-10-31 13:38:37 UTC</pubDate>
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         <title>Candomblé</title>
         <author>gabycazon</author>
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         <description><![CDATA[<div>O candomblé é uma religião africana trazida para o Brasil no período em que os negros desembarcaram para serem escravos. Nesse período, a Igreja Católica proibia o ritual africano e ainda tinha o apoio do governo, que julgava o ato como criminoso, por isso os escravos cultuavam seus Orixás, Inquices e Vodus omitindo-os em santos católicos.<br><br></div><div>Os orixás, para o candomblé, são os deuses supremos. Possuem personalidade e habilidades distintas, bem como preferências ritualísticas. Estes também escolhem as pessoas que utilizam para incorporar no ato do nascimento, podendo compartilhá-lo com outro orixá, caso necessário.<br><br></div><div>Os rituais do candomblé são realizados em templos chamados casas, roças ou terreiros que podem ser de linhagem matriarcal (quando somente as mulheres podem assumir a liderança), patriarcal (quando somente homens podem assumir a liderança) ou mista (quando homens e mulheres podem assumir a liderança do terreiro). A celebração do ritual é feita pelo pai de santo ou mãe de santo, que inicia o despacho do Exu. Em ritmo de dança, o tambor é tocado e os filhos de santo começam a invocar seus orixás para que os incorporem. O ritual tem no mínimo duas horas de duração.<br><br></div><div>O candomblé não pode ser igualado à umbanda. No candomblé, não há incorporação de espíritos, já que os orixás que são incorporados são divindades da natureza; enquanto na umbanda, as incorporações são feitas através de espíritos encarnados ou desencarnados em médiuns de incorporação. Existem pessoas que praticam o candomblé e a umbanda, mas o fazem em dias, horários e locais diferentes.<br><br>Disponível em <a href="https://brasilescola.uol.com.br/religiao/candomble.htm">https://brasilescola.uol.com.br/religiao/candomble.htm</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-20 12:08:20 UTC</pubDate>
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         <title>Culturas Africanas no Brasil</title>
         <author>gabycazon</author>
         <link>https://padlet.com/gabycazon/n10x8gr08n29/wish/413930324</link>
         <description><![CDATA[<div>As culturas africanas tiveram grande influência na formação cultural brasileira e a diversidade de origem dos africanos escravizados no Brasil reflete diretamente a variedade de povos existentes na África.<br>A maior parte destas populações era de origem Bantos, Nagôs e Jejes, Hauçás e Malês.<br>Muitos são os aspectos culturais que sofreram influência africana no país, entretanto, podemos destacar:</div><ul><li>o <a href="https://www.todamateria.com.br/candomble/">candomblé</a>, religião afro-brasileira baseada no culto aos orixás, da qual surge a umbanda;</li><li>a <a href="https://www.todamateria.com.br/capoeira/">capoeira</a>, uma dança-luta praticada pelos antigos escravos criada no Brasil;</li><li>a <strong>culinária</strong>, com vários temperos e pratos típicos, como o vatapá, o caruru e o acarajé.</li></ul><div>Na área musical, os ritmos africanos estão em quase todos os estilos brasileiros: maxixe, samba, choro, bossa-nova. Na dança, o <a href="https://www.todamateria.com.br/samba/">samba</a> é a expressão maior da cultura afro descendente.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-20 12:13:53 UTC</pubDate>
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         <title>Capoeira</title>
         <author>gabycazon</author>
         <link>https://padlet.com/gabycazon/n10x8gr08n29/wish/413931345</link>
         <description><![CDATA[<div>A capoeira é uma expressão cultural brasileira que compreende os elementos: arte-marcial, esporte, cultura popular, dança e música.<br>Ela constrói relações de sociabilidade e familiaridade entre mestres e discípulos, sendo difundida de modo oral e gestual nas ruas e academias.<br>A capoeira foi criada no século XVII pelo povo escravizado da etnia banto e se difundiu por todo o Brasil. Hoje é considerada um dos maiores símbolos da cultura brasileira.<br><strong>Características da Capoeira</strong></div><ul><li>acompanhamento de música: berimbau, canto e palmas;</li><li>formação em roda: roda de capoeira;</li><li>graduação do capoeirista feita por cordas de cores diferentes atadas na cintura.</li></ul><div>Uma característica que distingue a capoeira de outras lutas é o fato de a mesma ser acompanhada por música.<br>É a música que decide o ritmo e o estilo do jogo, que é praticado no decorrer da <strong>roda de capoeira</strong>, um círculo de pessoas onde a capoeira é jogada.<br>Assim, os capoeiristas se alinham na roda de capoeira batendo palmas no ritmo do berimbau enquanto cantam para os dois praticantes jogarem.<br>O berimbau é um instrumento musical de corda feito de madeira, bambu, arame e uma cabaça.<br>O jogo pode terminar ao comando do capoeirista no berimbau (normalmente um capoeirista mais experiente), ou com o início de um novo combate entre uma nova dupla.<br>A música, por sua vez, é composta de instrumentos e canções, onde o ritmo varia de acordo com o 'toque de capoeira', que varia de lento (Angola) ao bastante acelerado.<br>Nos grupos de capoeira regional ou de capoeira angola, a graduação é simulada pelas cores de cordas ou cordéis atados na cintura do jogador.<br>A capoeira é caracterizada por golpes e movimentos ágeis e intricados. Utiliza principalmente de movimentos feitos junto ao chão ou de cabeça para baixo. Portanto, a capoeira é uma luta de defesa e ataque em que os oponentes utilizam, sobretudo, os pés e a cabeça.<br><strong>Tipos de Capoeira</strong></div><div>Os dois principais tipos de capoeira são <strong>Angola</strong> e <strong>Regional</strong>.<br><strong>Capoeira Angola</strong></div><div>A Angola é o estilo original praticado pelos escravos. Essa maneira de jogar capoeira é caracterizada por ser mais lenta, composta de movimentos furtivos e executados de modo rasteiro.<br>O componente básico desse estilo é a malícia. Essa “malandragem” consiste em simular movimentos que sirvam de engodo ao oponente em combate.<br><strong>Capoeira Regional</strong></div><div>A capoeira Regional é o estilo contemporâneo de capoeira. Ela possui atributos de outras artes-marciais em sua prática.<br>Esse estilo foi criado pelo Mestre Bimba e difundiu-se rapidamente pelo mundo. Isso contribuiu para melhorar a imagem do capoeirista ao mesmo tempo que favoreceu o aumento de seus adeptos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-20 12:16:57 UTC</pubDate>
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         <title>Origem e História da Capoeira</title>
         <author>gabycazon</author>
         <link>https://padlet.com/gabycazon/n10x8gr08n29/wish/413932819</link>
         <description><![CDATA[<div>A palavra <em>capoeira </em>significa "o que foi mata", por meio da conexão dos termos <em>ka'a</em> ("mata") e <em>pûer</em> ("que foi"). Alude às áreas de mata rasa do interior do Brasil, onde era feita a agricultura indígena.<br>Tem origem com os fugitivos da escravidão, os quais utilizavam frequentemente a vegetação rasteira para fugirem do encalço dos capitães-do-mato. Esses foram os primeiros capoeiristas.<br>Mais adiante, ainda no período colonial, os negros irão disfarçar a capoeira introduzindo-lhe mímicas, danças e músicas. Tudo isso servia para resistir à repressão da Polícia Imperial e da Milícia Republicana.<br>A capoeira foi uma prática proibida no Brasil até 1930, quando passa a ser reconhecida como um símbolo da identidade brasileira. Em 2014, a Roda de Capoeira foi declarada Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Unesco.<br><strong>Curiosidades sobre a Capoeira: Você Sabia?<br>* </strong>Um capoeirista experimentado que ignora a musicalidade é considerado incompleto. Ele deve ser capaz de tocar os instrumentos típicos, cantar e aplaudir durante o jogo de capoeira.<br>* Outras demonstrações culturais, como o maculelê e o samba de roda, são muito associadas à capoeira, embora tenham ascendência e significados distintos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-20 12:21:38 UTC</pubDate>
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         <title>História do Samba</title>
         <author>gabycazon</author>
         <link>https://padlet.com/gabycazon/n10x8gr08n29/wish/413940422</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O <strong>samba </strong>é uma dança e um gênero musical brasileiro considerado um dos elementos mais representativos da cultura popular do Brasil.<br>Este ritmo é fruto da miscigenação entre a música africana e europeia nos campos e na cidade.<br>Devido a sua grande presença em todo território nacional, o samba assume formas diferenciadas em cada região, mas sempre mantendo a alegria e sua cadência envolvente.<br><strong>Origem da palavra samba</strong></div><div>Há controvérsias sobre a origem da palavra "samba", mas provavelmente advém do termo africano "semba" que significa "umbigada".<br>Cumpre dizer que "umbigada" era uma dança executada pelos negros escravizados durante seus momentos de folga.<br><br>Disponível em&nbsp;<a href="https://www.todamateria.com.br/samba/">https://www.todamateria.com.br/samba/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-20 12:42:46 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>gabycazon</author>
         <link>https://padlet.com/gabycazon/n10x8gr08n29/wish/413940891</link>
         <description><![CDATA[Origem do Samba]]></description>
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         <pubDate>2019-11-20 12:44:05 UTC</pubDate>
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         <title>Origem do Samba</title>
         <author>gabycazon</author>
         <link>https://padlet.com/gabycazon/n10x8gr08n29/wish/413941027</link>
         <description><![CDATA[<div>O samba foi criado no Brasil e sua origem são os batuques trazidos pelos negros escravizados, misturados aos ritmos europeus, como a polca, a valsa, a mazurca, o minueto, entre outros.<br>Inicialmente, as festas de danças dos negros escravos na Bahia eram chamadas de "samba". Os estudiosos apontam o <a href="https://www.todamateria.com.br/reconcavo-baiano/">Recôncavo Baiano</a> como o berço do samba, especialmente o costume de dançar, cantar e tocar instrumentos em roda.<br>pós a abolição da escravidão, em 1888, e da instituição da República, em 1889, muitos negros se dirigiram à então capital da República, o Rio de Janeiro, em busca de trabalho.<br>Porém, qualquer manifestação cultural africana era vista com desconfiança e criminalizada, como a <a href="https://www.todamateria.com.br/capoeira/">capoeira</a> e o <a href="https://www.todamateria.com.br/candomble/">candomblé</a>. Com o samba não foi diferente.<br>Assim, os negros começam a fazer suas festas nas casas das "tias" ou "vovós", verdadeiras matriarcas afro-descendentes que acolhiam os batuques. No Rio de Janeiro, o mais célebre desses lugares era a casa de Tia Ciata, mãe de santo carioca.<br>Da mesma forma, compositores de origem erudita como <a href="https://www.todamateria.com.br/chiquinha-gonzaga/">Chiquinha Gonzaga</a> e Ernesto Nazareth, utilizam os ritmos africanos em suas composições. Ainda não era o samba tal como conhecemos hoje e, por isso, o chamavam de choro, valsa-choro e até mesmo tango. Outro que seguiria o mesmo caminho seria o compositor <a href="https://www.todamateria.com.br/heitor-villa-lobos/">Heitor Villa-Lobos</a>.<br>Em 1917 foi gravado no Brasil aquele que é considerado o primeiro samba com o título "Pelo Telefone", com letra de Mauro de Almeida e Donga.<br>O samba foi entrando nos salões da elite e pouco a pouco foi se associando ao Carnaval, que até aquele momento, tinha as marchinhas como trilha sonora.<br>O advento do rádio e o talento de intérpretes como Carmem Miranda, Aracy de Almeida e Francisco Alves, fizeram o samba cada vez mais popular em todo Brasil.<br>O poeta e compositor Vinícius de Moraes resumiu a gênese do samba em seus versos magistrais de "Samba da bênção" (com música de Baden Powell, 1967):<br><br></div><blockquote>Porque o samba nasceu lá na Bahia<br>E se hoje ele é branco na poesia<br>Se hoje ele é branco na poesia<br>Ele é negro demais no coração</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-20 12:44:26 UTC</pubDate>
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         <title>Samba no Brasil</title>
         <author>gabycazon</author>
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         <description><![CDATA[<div>O samba está presente em todas as regiões brasileiras e, em cada uma delas, são incorporados novos elementos ao ritmo, sem contudo, perder sua cadência característica. Os mais conhecidos são:<br>* Samba da Bahia<br>* Samba Carioca (Rio de Janeiro)<br>* Samba Paulista (São Paulo)</div><div><br>Assim, dependendo do estado modificam-se os ritmos, as letras, o estilo de dançar e até mesmo os instrumentos que acompanham a melodia.<br>O samba da Bahia foi influenciado pelos batuques e canções indígenas, enquanto no do Rio, sente-se a presença do maxixe. Em São Paulo, as festas das colheitas de café nas fazendas seria a origem da influência da relevância dos sons mais graves da percussão no samba paulista.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-20 12:47:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[Culturas Africanas no Brasil
As culturas africanas tiveram grande influência na formação cultural brasileira e a diversidade de origem dos africanos escravizados no Brasil reflete diretamente a variedade de povos existentes na África.
A maior parte destas populações era de origem Bantos, Nagôs e Jejes, Hauçás e Malês.
Muitos são os aspectos culturais que sofreram influência africana no país, entretanto, podemos destacar:
o candomblé, religião afro-brasileira baseada no culto aos orixás, da qual surge a umbanda;
a capoeira, uma dança-luta praticada pelos antigos escravos criada no Brasil;
a culinária, com vários temperos e pratos típicos, como o vatapá, o caruru e o acarajé.
Na área musical, os ritmos africanos estão em quase todos os estilos brasileiros: maxixe, samba, choro, bossa-nova. Na dança, o samba é a expressão maior da cultura afro descendente.
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         <pubDate>2019-11-25 17:42:08 UTC</pubDate>
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