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      <title>Mural da cultura africana - 3ºA by Diego Marques</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-04-11 13:31:46 UTC</pubDate>
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         <title>MODELO PARA PREENCHIMENTO (Nome do artefato)</title>
         <author>diegopmarkes1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Material:</p><p>Data de produção:</p><p>Significado:</p><p>Povo que produziu (História):</p><p>Onde está atualmente:</p><p>Grupo:</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-11 14:12:46 UTC</pubDate>
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         <title>Gran Estrela da África</title>
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         <description><![CDATA[<p>O maior diamante, conhecido como a Grande Estrela da África, foi cortado de uma gema maior extraída na África do Sul em 1905 e entregue à família real britânica pelas autoridades coloniais sul-africanas. Muitos sul-africanos consideram ilegítima a aquisição das joias pela Grã-Bretanha.</p><p>Data: 1905</p><p>Origem: África do Sul</p><p>Localização atual: Grã-Bretanha</p><p><br/></p><p>Grupo: Ana Paula Cordeiro, Davi Rocha,  Júlia Alves, Lívia Cardoso.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-11 14:17:32 UTC</pubDate>
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         <title>Trono do Rei Ghézo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Materiais: Madeira esculpida, ferro e contas</p><p><br/></p><p>Significado da peça: Simboliza o poder real e a autoridade do rei do Daomé</p><p><br/></p><p>Povo que produziu (História): Produzido pelo povo Fon, do Reino do Daomé (séc. XIX). Era usado nas cerimônias reais.</p><p><br/></p><p>Data: Cerca de 1818–1858 (durante o reinado de Ghézo)</p><p><br/></p><p>Como esta peça foi parar num museu da Europa: Foi levado pelos franceses durante a colonização do Benim e hoje está exposto no Musée du Quai Branly, em Paris.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-11 14:19:37 UTC</pubDate>
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         <title>Tesouro de Magdala</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>MATERIAL: uma coroa de ouro e um vestido de casamento</p><p><br></p><p>DATA DE PRODUÇÃO: 1748</p><p><br></p><p>SIGNIFICADO: A coroa e o traje de casamento são símbolos importantes da Igreja Ortodoxa Etíope. Pesquisadores acreditam que a coroa foi encomendada e entregue como presente a uma igreja em Gondar, juntamente com um cálice de ouro.</p><p><br></p><p>POVO QUE PRODUZIU:Pesquisadores acreditam que a coroa foi encomendada em 1740 pela imperatriz Mentewab e seu filho, o rei Iyyasu.</p><p><br></p><p>ONDE ESTA ATUALMENTE: Museu Victoria and Albert, em Londres.</p><p><br></p><p><br></p><p>GRUPO: ANA PAULA CORDEIRO, LIVIA CARDOSO,JULIA TORRES, DAVI SOUZA</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-11 14:19:53 UTC</pubDate>
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         <title>Máscara Fang (ou Máscara Ngil)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><strong>Material:</strong> Madeira, pigmentos naturais.</p><p><br/></p><p><strong>Data de produção:</strong> Séculos XIX – início do século XX.</p><p><br/></p><p><strong>Significado: </strong>A máscara Fang era utilizada em cerimônias do grupo Ngil, uma sociedade secreta masculina ligada à justiça e à iniciação. Representa força espiritual, proteção contra o mal e conexão com os ancestrais.</p><p><br/></p><p><strong>Povo que produziu (História): </strong>O povo Fang, que habita regiões do Gabão, Guiné Equatorial e Camarões, criou essa máscara como parte importante de seus rituais religiosos e sociais. As sociedades secretas como a Ngil tinham grande poder, atuando como juízes e protetores da ordem na comunidade.</p><p><br/></p><p><strong>Onde está atualmente: </strong>Museu do Quai Branly – Jacques Chirac, em Paris, França.</p><p><br/></p><p><strong>Grupo</strong>: Maria Clara Gomes, Maria Júlia Rodrigues e Kamila Alves</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-11 14:20:25 UTC</pubDate>
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         <title>Penacho de Moctezuma</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Materiais: Penas de quetzal, ouro, algodão e fibras vegetais</p><p><br/></p><p>Significado da peça: Provavelmente usado em cerimônias pelo imperador asteca; símbolo de poder e espiritualidade</p><p><br/></p><p>Povo que produziu (História): Astecas, no atual México. Era parte do vestuário de elite, talvez até do próprio Moctezuma II.</p><p><br/></p><p>Data: Início do século XVI (antes da chegada dos espanhóis em 1519)</p><p><br/></p><p>Como esta peça foi parar num museu da Europa: Levado pelos conquistadores espanhóis no século XVI; hoje está no Museu de História Natural de Viena, na Áustria</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-11 14:22:52 UTC</pubDate>
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         <title>Aquamarine Dom Pedro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/diegopmarkes1/n0pntkxoxrec8mnp/wish/3406301833</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Material</strong>: A Aquamarine Dom Pedro é a maior pedra preciosa aquamarine do </p><p>mundo. </p><p><strong>Data de produção:</strong> Foi encontrada em Pedra Azul na década de 1980.</p><p><strong>Significado</strong>: ela dá nome a cidade e é um marco para a história cultural, tendo somente umas estátua em sua homenagem na praça central da cidade.</p><p><strong>Povo que encontrou:</strong> A pedra foi extraída em Pedra Azul, no estado de Minas Gerais no Brasil por volta de 1980, e recebeu o nome dos imperadores brasileiros Pedro I e Pedro II.</p><p><strong>Onde está atualmente</strong>: Museu de História Natural de Washington</p><p>Isabelle Andrade Pereira </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-11 14:23:07 UTC</pubDate>
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         <title>Kpelié</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Material:</p><p>Madeira esculpida (frequentemente de árvore iroko ou mogno), às vezes com detalhes em metal ou pigmentos naturais.</p><p><br/></p><p>Data de produção:</p><p>Não há uma data específica para a peça da imagem, mas máscaras desse tipo são tradicionalmente produzidas entre os séculos XIX e XX, com práticas que remontam a períodos ainda mais antigos.</p><p><br/></p><p>Significado:</p><p>Essas máscaras são usadas em cerimônias espirituais, funerárias ou de iniciação. Representam ancestrais, espíritos protetores ou entidades mitológicas. A parte superior com formas altas e estilizadas simboliza conexão espiritual ou autoridade.</p><p><br/></p><p>Povo que produziu (História):</p><p>Povos Senufo ou Baule, ambos localizados na Costa do Marfim. Eles são conhecidos por sua arte esculpida rica em simbolismo espiritual. As máscaras são parte fundamental de sociedades secretas como o Poro (Senufo), que organiza rituais de passagem e honra os ancestrais.</p><p><br/></p><p>Onde está atualmente:</p><p>Máscaras como essa podem ser encontradas em grandes museus do mundo, como o Musée du Quai Branly (Paris), o British Museum (Londres), ou o Brooklyn Museum (Nova York). A peça da imagem pode ser uma de coleção privada ou parte de uma galeria de arte africana.</p><p><br/></p><p>Grupo: kayck  e Samuel</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-11 14:23:17 UTC</pubDate>
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         <title>Busto de Nefertiti</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Escultura de Tutemés</p><p><br/></p><p>O <strong>busto de Nefertiti</strong> é um <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Busto">busto</a> feito de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Calc%C3%A1rio">calcário</a> com cerca de 3400 anos de idade, retratando <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Nefertiti">Nefertiti</a>, a Grande Esposa Real do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Fara%C3%B3">faraó</a> <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Egito_Antigo">egípcio</a> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Aquen%C3%A1ton">Aquenáton</a>, uma das obras de arte mais imitadas do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Antigo_Egito">Antigo Egito</a>. Devido à obra, Nefertiti tornou-se uma das mulheres mais célebres da <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Antiguidade">Antiguidade</a>, bem como um ícone da beleza feminina. Acredita-se que tenha sido feito em 1345 a.C., pelo <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Escultor">escultor</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Tutem%C3%A9s_(escultor)">Tutemés</a>.</p><p>Uma equipe de <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Arque%C3%B3logo">arqueólogos</a> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Alemanha">alemães</a>, liderada por <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ludwig_Borchardt">Ludwig Borchardt</a>, descobriu o busto em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/1912">1912</a>, no ateliê de Tutemés em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Amarna">Amarna</a>, no <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Egito">Egito</a>, e ele foi desde então mantido em diversas localidades da Alemanha - incluindo uma mina de sal em Merkers-Kieselbach, o Museu Dahlem (então em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Berlim_Ocidental">Berlim Ocidental</a>), o Museu Egípcio de <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Charlotemburgo">Charlotemburgo</a> e o Museu Altes. Atualmente está em exposição no <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Neues_Museum">Neues Museum</a>, em Berlim, onde era exibido antes da <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Segunda_Guerra_Mundial">Segunda Guerra Mundial</a>.</p><p><br/></p><p>Grupo: Rogerio, Vitor, Adriel e Kauan</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-11 14:24:23 UTC</pubDate>
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         <title>Bronzes de Benin </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/diegopmarkes1/n0pntkxoxrec8mnp/wish/3406304207</link>
         <description><![CDATA[<p>Os Bronzes de Benin são obras de arte que representam a identidade cultural e social do povo do Benin, além de serem registros históricos do reino.</p><p><br/></p><p>São esculturas e placas de bronze criadas entre os séculos XIII e XIX. Foram saqueadas pelos britânicos em 1897 durante uma expedição punitiva. Os bronzes de Benin foram produzidos usando a técnica da cera perdida, desenvolvida na África tropical. A técnica envolve criar um molde oco em gesso, preencher com cera fundida, e depois retirar o molde. </p><p><br/></p><p><br/></p><p>Origem: Reino do Benim (atualmente Nigéria).</p><p><br/></p><p>Localização atual: Museu Britânico (Reino Unido), Museu de Etnologia de Berlim (Alemanha), entre outros.</p><p><br/></p><p>Situação atual: Alguns países começaram a devolver algumas peças à Nigéria.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-11 14:25:06 UTC</pubDate>
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         <title>Pedra da Roseta </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/diegopmarkes1/n0pntkxoxrec8mnp/wish/3406305869</link>
         <description><![CDATA[<p>Historia: A Pedra da Roseta foi descoberta em 1799, por soldados franceses do exército de Napoleão Bonaparte, durante uma expedição no Egito. Ela foi encontrada perto da cidade de Roseta (ou Rashid), no delta do Nilo. O artefato chamou muita atenção porque continha o mesmo texto escrito em três línguas diferentes: hieróglifos egípcios, escrita demótica e grego antigo. Isso foi essencial para decifrar os hieróglifos egípcios, que eram até então um mistério.</p><p><br/></p><p>Data: A inscrição na pedra foi feita em 196 a.C., durante o reinado do faraó Ptolemeu V.</p><p><br/></p><p>Material: A Pedra da Roseta é feita de granodiorito, uma rocha semelhante ao granito, de coloração escura.</p><p><br/></p><p>Significado da pedra: A pedra contém um decreto sacerdotal que glorificava o faraó Ptolemeu V por suas boas ações e decretava que sua estátua fosse colocada nos templos. O verdadeiro valor da pedra, porém, está no fato de ela ter o mesmo texto em três sistemas de escrita, o que permitiu a comparação e a tradução dos hieróglifos, ajudando a humanidade a compreender melhor a civilização egípcia antiga.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-11 14:26:26 UTC</pubDate>
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         <title>Máscara de Bronze de Benin</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Material:</p><p>Bronze fundido, utilizando a técnica da cera perdida — um processo altamente sofisticado que mostra o domínio técnico dos artistas de Benin.</p><p><br/></p><p>Data de produção:</p><p>Entre os séculos XVI e XVIII, durante o auge do Império do Benin (atualmente sul da Nigéria).</p><p><br/></p><p>Significado:</p><p>Essas máscaras ou cabeças eram usadas para honrar os Obas (reis) falecidos, representando poder, divindade ancestral e continuidade dinástica. Eram colocadas em altares reais e usadas em cerimônias de culto aos antepassados.</p><p><br/></p><p>Povo que produziu (História):</p><p>Produzida pelo povo Edo, do antigo Reino do Benin (Nigéria). Este reino era conhecido por seu sistema político organizado, sua riqueza cultural e por ser um dos maiores centros artísticos da África pré-colonial.</p><p><br/></p><p>Onde está atualmente:</p><p>Muitas dessas peças estão em museus europeus, especialmente no British Museum (Londres) e no Ethnologisches Museum (Berlim), após terem sido saqueadas pelos britânicos em 1897. Algumas estão sendo progressivamente devolvidas à Nigéria, onde o Museu Nacional de Benin City e o novo Museu de Arte da África Ocidental (Edo Museum of West African Art) devem abrigar várias delas.</p><p><br/></p><p>Grupo: Kayck e Samuel</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-11 14:28:52 UTC</pubDate>
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         <title>Fóssil Ubirajara jubatus</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>• O fóssil do dinossauro Ubirajara jubatus é feito de placas de rocha que preservam restos de penas. </p><p>• O nome Ubirajara jubatus é uma combinação de palavras do tupi e do latim que significa "senhor da lança com juba". O fóssil de Ubirajara jubatus é um dinossauro não voador que viveu há cerca de 110 milhões de anos. Ele foi o primeiro dinossauro não voador com penas encontrado na América Latina. </p><p>• O fóssil de Ubirajara jubatus é um marco na Paleontologia. Ele é um patrimônio paleontológico e geológico brasileiro.</p><p>• Ubirajara jubatus viveu há 110 milhões de anos, na região da Bacia do Araripe, no interior do Ceará. O dinossauro foi retirado de forma irregular do Brasil para a Alemanha, nos anos 1990, após ser descoberto por pesquisadores estrangeiros no manancial paleontológico.</p><p>• O fóssil do dinossauro Ubirajara jubatus tem cerca de 110 milhões de anos, datando do período Cretáceo. Ele viveu na região da Bacia do Araripe, no Ceará. </p><p>• O fóssil do dinossauro Ubirajara jubatus foi parar no Museu de História Natural de Karlsruhe, na Alemanha, em 1995, após ter sido retirado do Brasil de forma irregular. </p><p>• O fóssil foi retirado do Brasil sem autorização do Ministério da Ciência.</p><p><br></p><p>Letícia Guerra </p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-11 14:30:22 UTC</pubDate>
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         <title>Pássaro do Zimbábue</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Material</strong>: Eles ficavam nas paredes e monolitos de uma cidade construída entre os séculos 12 e 15 pelos ancestrais do povo Shona. </p><p><strong>Data de produção</strong>: Eles ficavam nas paredes e monolitos de uma cidade construída entre os séculos 12 e 15 pelos ancestrais do povo Shona</p><p><strong>Significado</strong>: Esculturas de pedra-sabão em formato de águia representam o emblema nacional do Zimbábue. Várias delas foram roubadas de ruínas de uma cidade antiga. Só oito pássaros esculpidos foram recuperados.</p><p><strong>Povo que produziu</strong>: povo de Zimbábue</p><p><strong>Onde está atualmente: </strong>A oitava estátua permaneceu no Zimbábue até hoje. A Villa Mangiacane, na Toscana, abriga uma das maiores coleções modernas de esculturas Shona Art da Europa. </p><p>O Chapungu Sculpture Park em Harare é um local importante para exibição de escultores e entalhadores Shona. </p><p>Zimbabwe Sculpture: a Tradition in Stone está em exposição permanente no aeroporto de Atlanta. </p><p>Isabelle Andrade Pereira </p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-11 14:33:30 UTC</pubDate>
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         <title>Rainha de Bangwa</title>
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         <description><![CDATA[<p>Material: Madeira</p><p><br/></p><p>Data de produção: 1897</p><p><br/></p><p>Significado: A escultura de madeira Rainha de Bangwa, de 81 centímetros, representa o poder e a saúde do povo Bangwa, da região do Camarões.</p><p><br/></p><p>Povo que produziu: Bangwa</p><p><br/></p><p>Onde está atualmente: A peça acabou no Museu für Völkerkunde, em Berlim, e depois foi comprada por um colecionador em 1923. De acordo com o The New York Times, o colecionador Harry A. Franklin, então, comprou a escultura em 1966 por US$ 29 mil. Depois que ele morreu, a peça foi vendida num leilão do Sotheby's, em Londres, por US$ 3,4 milhões.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-11 14:34:15 UTC</pubDate>
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         <title>Pedra de Roseta</title>
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         <description><![CDATA[<p>Material: Granodiorito</p><p>Data de Produção: 196 AC</p><p>Significado: A rocha contém três colunas da mesma inscrição em três idiomas: grego, hieroglifo e demótico egípcio. O texto é de um decreto escrito por clérigos, durante o reinado do faraó Ptolomeu V.</p><p>Povo Originário: Povos Egípcios.</p><p>Como foi parar em um museu: A pedra foi encontrada por soldados que integravam o exército de Napoleão Bonaparte, quando eles ampliavam uma fortaleza perto da cidade de Rashi- também conhecida como Roseta- no Rio Delta. Quando Napoleão foi derrotado, os britânicos tomaram posse da rocha. Ela foi, então, transportada à Inglaterra e o Rei George III ofereceu a pedra pro museu britânico.</p><p><br/></p><p>Grupo: Otto, João Gustavo, Abraão, Caio</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-11 14:36:25 UTC</pubDate>
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         <title>Serpente de duas cabeças-México </title>
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         <description><![CDATA[<p>A serpente foi produzida pela extinta civilização Asteca, um império poderoso, sua operação tinha semelhanças com o Império Romano: cresceu de forma militarizada, com a cobrança de tributos como principal forma de poder econômico, e a serpente era feita do imposto extraído de todo um império.&nbsp;</p><p>A Serpente de Duas cabeças, provavelmente usada como objeto de cerimônias pelo próprio Montezuma, simboliza uma animal-deus, o Quetzalcoatl, que literalmente significa “serpente emplumada” – céu e terra num símbolo só.</p><p>Os espanhóis chegaram em 1519 e, dois anos depois, pouquíssimo restaria do império Asteca, 90% dos Astecas morreram, muitos vítimas de doenças desconhecidas trazidas pelos invasores. Com o desaparecimento dos Astecas, o mundo herdou uma enorme pilha de perguntas eternamente sem resposta sobre a cultura de uma civilização extremamente avançada e fascinante. Então, ao olhar nos olhos ocos dessa serpente que nos encara com suas duas cabeças com a boca aberta podemos imaginar que ela é o único canal que sobrou para contar histórias de um povo que não existe mais.</p><p>Ela é feita principalmente de peças de turquesa sobre uma base de madeira<strong>, foi esculpida nos séculos XV-XVI</strong></p><p>integrantes: Gabrielly Aparecida e Charles Gabriel </p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-11 14:40:00 UTC</pubDate>
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         <title>Trono de Bamum</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Material Utilizado: Madeira esculpida, adornada com miçangas, tecidos e figuras simbólicas.</p><p><br/></p><p>Data de Produção: Originalmente criado no início do século XX.</p><p><br/></p><p>Significado: Representa autoridade, fertilidade e conexão espiritual com os ancestrais.</p><p><br/></p><p>Povo que Produziu Bamum, uma comunidade localizada no oeste de Camarões.</p><p><br/></p><p>História: O trono foi levado para a Alemanha em 1908 durante o período colonial. Ele simboliza a herança cultural do povo Bamum e atualmente está exposto no Museu Etnológico de Berlim.</p><p><br/></p><p>Bruno Graia Lima</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-11 14:41:17 UTC</pubDate>
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         <title>Comedores de humanos de Tsavo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Materiais:</p><p>Os leões foram empalhados e comprados de Patterson pelo Museu Field de História Natural, na cidade Americana de Chicago, em 1925, e catalogados como parte da coleção permanente desse museu.</p><p><br/></p><p>.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Significado da peça:</p><p>Patterson matou a tiros dois leões que haviam devorado trabalhadores que construiam uma ferrovia na África.</p><p>.</p><p><br/></p><p>Povo que produziu (História):</p><p>Foram nove meses de obras para concluir a linha que ligava Mombasa ao Lago Vitória. Os dois animais foram eventualmente mortos a tiros pelo engenheiro britânico John Patterson.</p><p>.</p><p>Grupo: Ana Paula, Davi  e Lívia C</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-11 14:51:00 UTC</pubDate>
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         <title>Cabeças de Ifé</title>
         <author>airambgo2008</author>
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         <description><![CDATA[<p>Material: Bronze (liga de cobre), Latão, Terracota (argila queimada).</p><p><br></p><p>Data de produção: 1100 a 1400 d.C</p><p><br></p><p>Significado: Elas representavam:</p><p><br></p><p>Reis (Oônis) e figuras nobres da cidade de Ifé, sendo usadas em rituais de culto aos ancestrais e em cerimônias de sucessão real.</p><p>Acredita-se que eram colocadas em altares de veneração, simbolizando o poder divino do rei e a ligação entre o mundo espiritual e o mundo humano.</p><p>As marcas faciais (escariações) e os adornos indicam status social, identidade étnica e função cerimonial.</p><p><br></p><p>Povo que produziu: As cabeças foram produzidas pelo povo iorubá, um dos principais grupos étnicos da África Ocidental.</p><p><br></p><p>Mais especificamente, vieram da cidade de Ilé-Ifé, considerada a cidade sagrada dos iorubás — o local onde, segundo a mitologia iorubá, os deuses criaram o mundo e os primeiros humanos.</p><p><br></p><p>Ilé-Ifé foi um centro artístico, espiritual e político sofisticado na Idade Média africana.</p><p><br></p><p>Onde está atualmente: Atualmente, as Cabeças de Ifé estão espalhadas por museus e coleções ao redor do mundo, principalmente fora da Nigéria</p><p><br></p><p>Grupo: Airam Barreto e João Gustavo</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-11 14:51:44 UTC</pubDate>
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         <title>Rainha de Bangwa </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/diegopmarkes1/n0pntkxoxrec8mnp/wish/3406338240</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Material: </strong>Madeira, contas , miçangas , tecido ou metal usados para adornar a cabeça</p><p><br/></p><p><strong>Data de produção: </strong>Produzida aproximadamente  no século  19, ou seja ano 1800.</p><p><br/></p><p><strong>Significado</strong>:  está atrelado a fertilidade e maternidade, Poder feminino dentro da monarquia tradicional  e papel espiritual e ritual da mulheres na sociedade Bangwa.</p><p><br/></p><p><strong>História:</strong>As figuras de rainhas e líderes femininas desempenhavam um papel importante na sociedade Bangwa, muitas vezes associadas à fertilidade, à proteção e à sabedoria espiritual. A escultura representa uma figura de rainha, com destaque para o seu semblante sereno e a postura digna, simbolizando a autoridade e a feminilidade sagrada.</p><p>No entanto, o artefato passou por uma trajetória turbulenta após a colonização europeia. No início do século 20, a escultura foi saqueada e levada para a Europa, onde foi adquirida por colecionadores. Ela ficou exposta em museus ocidentais, sendo especialmente conhecida pelo seu valor cultural e artístico. Em particular, a escultura esteve em coleções no Museu Quai Branly, em Paris, antes de ser identificada como parte de um conjunto de artefatos de origem saqueada.</p><p><br/></p><p><strong>Onde está atualmente:</strong> Museu für Völkerkunde, em Berlim.</p><p><br/></p><p>Camila</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-11 14:52:01 UTC</pubDate>
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         <title>Frisas de Partenon</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Materiais: Mármore Pentélico</p><p>Data: 444 AC</p><p>Significado: O friso representa a procissão do peplo durante as Panateneias. É uma novidade na escultura grega, pois trata-se de um tema não mitológico num edifício de vocação religiosa.</p><p>Povos Originários: Povos Gregos Atenienses</p><p>Como foi parar em um museu: Durante o cerco de Atenas (parte da Guerra da Moreia) pelos venezianos comandados por Francesco Morosini em 1687, um quinto foi destruído, nos lados norte e sul. Um pouco mais de metade do friso, os chamados mármores de Elgin, conserva-se no Museu Britânico, para onde foi levado por Lorde Elgin no início da década de 1800; um terço encontra-se no Museu da Acrópole de Atenas e o resto em vários outros museus, nomeadamente o Louvre em Paris e o do Vaticano.</p><p><br/></p><p>Grupo: Otto, João Gustavo, Caio, Abraão</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-11 14:52:51 UTC</pubDate>
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