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      <title>Mural Literário - A cultura africana e afro-brasileira by CRISTIANE SCRINHOLI</title>
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      <description>3ª série D - Língua Portuguesa - a representação feminina
nas literaturas africana e afro-brasileira</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-10-17 13:57:51 UTC</pubDate>
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         <title>Yaa Gyasi</title>
         <author>luanalacedda</author>
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         <description><![CDATA[<p>Yaa Gyasi é uma autora de origem ganense, nascida em Mampong, Gana, em 1989. Ela é mais conhecida por seu livro de estreia, <strong>"Homegoing"</strong> (no Brasil, <strong>"O Caminho de Casa"</strong>), que foi publicado em 2016 e se tornou um sucesso literário internacional, recebendo diversos prêmios e elogios pela crítica. "Homegoing" explora as raízes e consequências da escravidão através de gerações de uma família, alternando entre a África e os Estados Unidos, com uma narrativa que abrange mais de 300 anos de história.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/IDB0y-dWDOE?si=p4GlLL6L1_ROBfUy"><mark>https://youtu.be/IDB0y-dWDOE?si=p4GlLL6L1_ROBfUy</mark></a></p><p><br></p><p><strong><em> Infância e Educação</em></strong></p><p>Quando Gyasi tinha apenas dois anos, sua família se mudou de Gana para os Estados Unidos, estabelecendo-se em Ohio, e posteriormente no estado do Alabama. Crescendo no sul dos Estados Unidos, ela teve contato tanto com sua herança ganense quanto com a cultura americana, o que a influenciou profundamente como escritora.</p><p>Gyasi se formou na <strong>Stanford University</strong>, onde estudou inglês, e mais tarde completou um <strong>MFA (Master of Fine Arts)</strong> em escrita criativa pela <strong>Iowa Writers' Workshop</strong>, um dos programas de escrita mais prestigiados dos Estados Unidos. Durante o seu período em Iowa, ela começou a trabalhar no que se tornaria "Homegoing". A ideia do livro nasceu de uma viagem que ela fez ao Gana em 2009, onde visitou o Castelo de Cape Coast, um ponto de partida para escravos durante o tráfico transatlântico. Essa experiência inspirou a estrutura narrativa de seu romance, conectando o passado e o presente.</p><p><br></p><p><strong><em>Carreira Literária</em></strong></p><p>O romance <strong>"Homegoing"</strong> foi publicado em 2016 e rapidamente chamou a atenção tanto do público quanto da crítica. O livro entrelaça as histórias de duas meio-irmãs: uma que é vendida como escrava e enviada para os Estados Unidos e a outra que permanece em Gana, narrando como suas descendentes, ao longo das gerações, lidam com as consequências do tráfico de escravos. A obra aborda temas como identidade, pertencimento, racismo, e as cicatrizes deixadas pela escravidão.</p><p>"Homegoing" recebeu uma série de prêmios, incluindo o <strong>John Leonard Prize</strong>, concedido pelo <strong>National Book Critics Circle</strong>. Gyasi também foi incluída na lista de "5 under 35" da <strong>National Book Foundation</strong>, que destaca novos talentos da literatura.</p><p><br></p><p><strong><em>Outros Trabalhos</em></strong></p><p>Em 2020, Gyasi lançou seu segundo romance, <strong>"Transcendent Kingdom"</strong> ("O Reino Transcendente"). O livro é uma narrativa profundamente introspectiva que aborda questões de ciência, fé, saúde mental e os desafios da imigração, focando na vida de uma cientista ganense-americana e sua relação com a mãe e o irmão, que lutam contra o vício e a depressão. "Transcendent Kingdom" foi bem recebido pela crítica, consolidando ainda mais Gyasi como uma das principais vozes da nova geração de escritores.</p><p><br></p><p><strong><em>Estilo e Influências</em></strong></p><p>O trabalho de Gyasi é notável por seu olhar sensível e sua habilidade de explorar temas complexos, como a diáspora africana, racismo e identidade cultural. Ela é elogiada por seu estilo literário, que mescla uma linguagem acessível com uma profundidade emocional e histórica. Suas narrativas muitas vezes combinam a história pessoal com a coletiva, abordando a herança africana e a experiência afro-americana de maneira intimamente entrelaçada.</p><p>Gyasi citou escritores como <strong>Toni Morrison</strong> e <strong>Chinua Achebe</strong> como grandes influências em sua obra, e é frequentemente comparada a autores que abordam questões históricas e sociais através de uma lente pessoal e intergeracional.</p><p><br></p><p><strong><em> Prêmios e Reconhecimento</em></strong></p><p>- <strong>Prêmio PEN/Hemingway</strong> de melhor romance de estreia (2017)</p><p>- <strong>John Leonard Prize</strong> da National Book Critics Circle</p><p>- Nomeada para a lista <strong>5 under 35</strong> da National Book Foundation</p><p>- <strong>Medalha Andrew Carnegie</strong> de Excelência em Ficção</p><p>- Finalista do <strong>Women’s Prize for Fiction</strong> (2021), por "Transcendent Kingdom"</p><p><br></p><p><strong><em>Vida Pessoal</em></strong></p><p>Atualmente, Yaa Gyasi reside em Nova York e continua sua carreira como escritora. Além disso, ela frequentemente participa de conferências e eventos literários, onde discute temas relacionados à sua obra e suas experiências como mulher negra e imigrante na América.</p><p>Essa biografia captura sua trajetória de vida, desde suas origens ganenses até sua ascensão como uma das vozes mais proeminentes da literatura contemporânea.</p><p><br></p><ul><li><p> trecho do romance <strong>"Homegoing"</strong> (O Caminho de Casa), de Yaa Gyasi:</p></li></ul><blockquote><p><br></p></blockquote><blockquote><p>&gt;<strong> "A escravidão é como uma ferida que nunca cicatriza completamente. Você carrega suas cicatrizes para onde quer que vá, e pode até esquecer que elas estão ali até que alguém ou algo as toque e você sinta a dor de novo."</strong></p><p>Este trecho reflete um dos temas centrais do livro: as cicatrizes profundas e duradouras que a escravidão deixou nas gerações posteriores, tanto para os descendentes daqueles que foram escravizados quanto para os que permaneceram na África.</p></blockquote><p><br></p><p><br></p><p><em><mark>Giovana Miriam, Luana Lacerda e Giovanna Santiago.</mark></em></p>]]></description>
         <enclosure url="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Yaa_Giasi" />
         <pubDate>2024-10-17 14:14:02 UTC</pubDate>
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         <title>Maria da Conceição Evaristo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Maria da Conceição Evaristo de Brito nasceu em Belo Horizonte, em 1946. De origem humilde, migrou para o Rio de Janeiro na década de 1970. Graduada em Letras pela UFRJ, trabalhou como professora da rede pública de ensino da capital fluminense. É Mestre em Literatura Brasileira pela PUC do Rio de Janeiro, com a dissertação Literatura Negra: uma poética de nossa afro-brasilidade (1996), e Doutora em Literatura Comparada na Universidade Federal Fluminense, com a tese Poemas malungos, cânticos irmãos (2011), na qual estuda as obras poéticas dos afro-brasileiros Nei Lopes e Edimilson de Almeida Pereira em confronto com a do angolano Agostinho Neto.</p><p><br/></p><p>Participante ativa dos movimentos de valorização da cultura negra em nosso país, estreou na literatura em 1990, quando passou a publicar seus contos e poemas na série Cadernos Negros. Escritora versátil, cultiva a poesia, a ficção e o ensaio. Desde então, seus textos vêm angariando cada vez mais leitores. A escritora participa de publicações na Alemanha, Inglaterra e Estados Unidos. Seus contos vêm sendo estudados em universidades brasileiras e do exterior, tendo, inclusive, sido objeto da tese de doutorado de Maria Aparecida Andrade Salgueiro, publicada em livro em 2004, que faz um estudo comparativo da autora com a americana Alice Walker. Em 2003, publicou o romance Ponciá Vicêncio, pela Editora Mazza, de Belo Horizonte.</p><p><br/></p><p>Com uma narrativa não-linear marcada por seguidos cortes temporais, em que passado e presente se imbricam, Ponciá Vicêncio teve boa acolhida de crítica e de público. O livro foi incluído nas listas de diversos vestibulares de universidades brasileiras e vem sendo objeto de artigos e dissertações acadêmicas. Em 2006, Conceição Evaristo traz à luz seu segundo romance, Becos da memória, em que trata, com o mesmo realismo poético presente no livro anterior, do drama de uma comunidade favelada em processo de remoção. E, mais uma vez, o protagonismo da ação cabe à figura feminina símbolo de resistência à pobreza e à discriminação. Em 2007, sai nos Estados Unidos a tradução de Ponciá Vicêncio para o inglês, pela Host Publications. Vários lançamentos são realizados, seguidos de palestras da escritora em diversas universidades norte-americanas. Já sua poesia, até então restrita a antologias e à série Cadernos Negros, ganha maior visibilidade a partir da publicação, em 2008, do volume Poemas de recordação e outros movimentos, em que mantém sua linha de denúncia da condição social dos afrodescendentes, porém inscrita num tom de sensibilidade e ternura próprios de seu lirismo, que revela um minucioso trabalho com a linguagem poética.</p><p><br/></p><p>Em 2011, Conceição Evaristo lançou o volume de contos Insubmissas lágrimas de mulheres, em que, mais uma vez, trabalha o universo das relações de gênero num contexto social marcado pelo racismo e pelo sexismo. Em 2013, a obra antes citada Becos da memória ganha nova edição, pela Editora Mulheres, de Florianópolis, e volta a ser inserida nos catálogos editoriais literários. No ano seguinte, a escritora publica Olhos D’água, livro finalista do Prêmio Jabuti na categoria “Contos e Crônicas”. Já em 2016, lança mais um volume de ficção, Histórias de leves enganos e parecenças.</p><p><br/></p><p>Nos últimos anos, três de seus livros, que continuam recebendo novas edições no Brasil, foram traduzidos para o Francês e publicados em Paris pela editora Anacaona. Em 2017, o Itaú Cultural de São Paulo realizou a Ocupação Conceição Evaristo contemplando aspectos da vida e da literatura da escritora. No contexto da exposição, foram produzidas as Cartas Negras, retomando um projeto de troca de correspondências entre escritoras negras iniciado nos anos noventa. Em 2018, a escritora recebeu o Prêmio de Literatura do Governo de Minas Gerais pelo conjunto de sua obra. Em 2023, vem a público o volume Macabea, flor de mulungu, conto em que dialoga com A hora da estrela, de Clarice Lispector. E ainda em 2023 foi agraciada com o Prêmio Intelectual do Ano, Concedido pela UBE – União Brasileira de Escritores. Em 8 de março de 2024, tomou posse como integrante da Academia Mineira de Letras, ocupando a cadeira de número 40.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Nomes: Gabriel Ferreira Alves; Guylherme Teixeira de Assis.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-17 14:18:11 UTC</pubDate>
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         <title>           Carolina Maria de jesus</title>
         <author>danieldosantos234</author>
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         <description><![CDATA[<p>    Carolina Maria de Jesus foi uma escritora mineira nascida em 14 de março de 1914. Apesar de ter apenas dois anos de estudo formal, tornou-se escritora e ficou nacionalmente conhecida em 1960, com a publicação de seu livro Quarto de despejo: diário de uma favelada, no qual relatou o seu dia a dia na favela do Canindé, na cidade de São Paulo. Morreu em 13 de fevereiro de 1977. Hoje é considerada uma das mais importantes escritoras negras da literatura brasileira.   </p><p>  O seu livro Quarto de despejo traz as memórias de uma mulher negra e favelada (como diz o subtítulo) que via a escrita como forma de sair da invisibilidade social em que se encontrava. Com seus diários, suas memórias registradas por meio da escrita, Carolina Maria de Jesus deu sentido à sua própria história e hoje é figura essencial na literatura brasileira.</p><p>  A escritora Carolina Maria de Jesus nasceu na cidade de Sacramento, em Minas Gerais, no dia 14 de março de 1914. Filha de uma família pobre, teve uma educação formal de apenas dois anos. De 1923 a 1929, a família de lavradores migrou para Lajeado (MG), Franca (SP), Conquista (MG), até voltar definitivamente para Sacramento. Nessa cidade, a escritora e sua mãe ficaram presas durante alguns dias. Como Carolina sabia ler, as autoridades concluíram que ela lia para fazer feitiçaria.</p><p>  Em 1937, Carolina Maria de Jesus mudou-se para a cidade de São Paulo, onde trabalhou como empregada doméstica. Em 1948, foi viver na favela do Canindé, onde nasceram seus três filhos. Enquanto viveu ali, sua forma de subsistência era catar papéis e outros materiais para reciclar.</p><p><br></p><p>Em meio a toda essa difícil realidade, havia os livros. Carolina Maria de Jesus era apaixonada pela leitura. A escrita literária, portanto, foi uma consequência. Assim, em 1950, publicou um poema em homenagem a Getúlio Vargas, no jornal O Defensor. Em 1958, o jornalista Audálio Dantas (1929-2018) conheceu a autora e descobriu que ela possuía diversos cadernos (diários) em que dava seu testemunho sobre a realidade da favela.</p><p>  Foi ele quem ajudou a escritora a publicar seu primeiro livro — Quarto de despejo: diário de uma favelada. Assim, em 1960, o livro foi publicado e transformou-se em um sucesso de vendas. Nesse mesmo ano, a autora recebeu homenagens da Academia Paulista de Letras e da Academia de Letras da Faculdade de Direito de São Paulo, além de receber um título honorífico da Orden Caballero del Tornillo, na Argentina, em 1961</p><p>  Depois do sucesso do seu livro, Carolina Maria de Jesus mudou-se da favela do Canindé, gravou um disco com composições próprias e continuou a escrever. Porém, suas próximas obras não obtiveram o mesmo êxito da primeira. Em 1977, no dia 13 de fevereiro, Carolina Maria de Jesus morreu em Parelheiros, distrito da cidade de São Paulo</p><p>  Principais obras</p><p>A obra de Carolina Maria de Jesus é marcadamente memorialística, uma literatura de testemunho, em que a autora expõe a realidade em que vive e reflete sobre ela. Nessa perspectiva, seus principais livros são:</p><p><br></p><p>Quarto de despejo (1960);</p><p>Casa de alvenaria (1961);</p><p>Diário de Bitita (1986);</p><p>Meu estranho diário (1996).</p><p>O livro que fez mais sucesso foi Quarto de despejo, mas isso não se repetiu. Os livros seguintes não despertaram o interesse nem da crítica nem da imprensa brasileira. A autora começou a cair no esquecimento. Mas no ano anterior à sua morte, ocorrida em 1977, seu primeiro livro foi relançado pela editora Ediouro. Em 1986, quase dez anos depois de seu falecimento, sua obra póstuma, Diário de Bitita, foi publicada no Brasil. No entanto, esse livro já tinha sido publicado, no ano de 1982, em Paris, com o título: Journal de Bitita.</p><p>  Foi em 1994 que o livro Cinderela negra: a saga de Carolina Maria de Jesus, de José Carlos Sebe Bom Meihy e Robert M. Levine, foi publicado e gerou um novo interesse pela escritora. No ano seguinte, os mesmos autores lançaram, nos Estados Unidos, o livro The life and death of Carolina Maria de Jesus. Além disso, eles organizaram os livros Meu estranho diário e Antologia pessoal, compostos por textos deixados pela autora e publicados em 1996.</p><p><br></p><p>O livro Quarto de despejo é a obra-prima de Carolina Maria de Jesus. Foi traduzido para vários idiomas. Atualmente, cerca de 40 países conhecem essa obra. Após a morte da autora, esse livro continuou a ser editado, Carolina Maria de Jesus virou nome de rua e de biblioteca, teve livros produzidos sobre ela e muitas dissertações e teses acadêmicas foram escritas, principalmente sobre a sua primeira obra. A autora, portanto, conquistou lugar de destaque na literatura e na história nacional.</p><p><br></p><p>Segundo Fernanda Rodrigues de Miranda, mestre em Letras: “Carolina Maria de Jesus é precursora da Literatura Periférica no sentido de que ela é a primeira autora brasileira de fôlego a constituir a tessitura de sua palavra a partir das experiências no espaço da favela, isto é, sua narrativa traz o cotidiano periférico não somente como tema, mas como maneira de olhar a si e a cidade. Por isso, seu olhar torna-se cada vez mais crítico diante do cenário de ilusões que São Paulo projetava com sua falsa imagem de lugar com oportunidades para todos”.</p><p><br></p><p><br></p><p>Grupo:Daniel dos Santos, Caio Bispo, Adam Coutinho </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-17 14:45:50 UTC</pubDate>
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         <title>Imbolo Mbue </title>
         <author>giovannaribeiroc3010</author>
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         <description><![CDATA[<p>Mbue nasceu em 1981 em Limbé, Camarões , na região de língua inglesa do país, onde foi criada até que a família patrocinou seus estudos superiores nos Estados Unidos.</p><p>Após concluir seus estudos de graduação e pós-graduação, ela começou um emprego em marketing para uma empresa de mídia, que perdeu durante a recessão. Mbue observou a diferença nas classes enquanto caminhava pela cidade de Nova York, onde observou motoristas de táxi, predominantemente negros, esperando para levar executivos. Isso formou a base de seu romance Behold the Dreamers (2016). </p><p><br></p><p>Mbue veio para os Estados Unidos em 1998 para estudar administração de empresas como estudante de graduação na Universidade Rutgers . Após se formar em 2002, ela concluiu seu mestrado na Universidade de Columbia , em 2006. Ela começou a trabalhar no setor corporativo na cidade de Nova York, mas perdeu o emprego, assim como milhões de americanos durante a Grande Recessão. Em 2014, ela assinou um contrato de um milhão de dólares com a Random House para seu livro de estreia Behold the Dreamers , que foi publicado em 2016. O romance recebeu aclamação da crítica, de acordo com a NPR , pela maneira como "retrata um país abençoado e condenado, no topo do mundo, mas sempre em risco de perder o equilíbrio. É, em outras palavras, essencialmente americano."</p><p>Mbue veio para os Estados Unidos em 1998 para estudar administração de empresas como estudante de graduação na Universidade Rutgers . Após se formar em 2002, ela concluiu seu mestrado na Universidade de Columbia , em 2006. Ela começou a trabalhar no setor corporativo na cidade de Nova York, mas perdeu o emprego, assim como milhões de americanos durante a Grande Recessão. Em 2014, ela assinou um contrato de um milhão de dólares com a Random House para seu livro de estreia Behold the Dreamers , que foi publicado em 2016. O romance recebeu aclamação da crítica, de acordo com a NPR , pela maneira como "retrata um país abençoado e condenado, no topo do mundo, mas sempre em risco de perder o equilíbrio. É, em outras palavras, essencialmente americano."</p><p><br></p><p>De acordo com Ron Charles do Washington Post , como o lançamento do livro coincidiu com a eleição presidencial de 2016 , juntamente com a retórica "anti-imigrante" que foi trazida à tona pelos candidatos e seus apoiadores, o romance trouxe à tona a "vasta burocracia projetada para isolar o Sonho Americano dos forasteiros".  Em 2017, o romance foi selecionado por Oprah Winfrey para seu clube do livro.</p><p><br></p><p><strong>Obras</strong></p><p><br></p><p>"The Long Way to a Small, Angry Planet" (2014) (coautora)</p><p>Resumo: Esta obra de ficção científica segue a tripulação da nave Wayfarer, que é encarregada de um trabalho arriscado: criar um túnel de hiperespaço para uma nova colônia. A história explora a diversidade e a dinâmica de grupos em um contexto intergaláctico, abordando temas de identidade, pertencimento e aceitação.</p><p><br></p><p>"Behold the Dreamers" (2016)</p><p>Resumo: O romance narra a vida de Jende Jonga, um imigrante de Camarões, que busca um futuro melhor para sua família em Nova York. Ele trabalha como chauffeur para um executivo de uma grande empresa, enquanto sua esposa, Neni, luta para se adaptar à vida nos EUA. O livro explora os sonhos, desafios e complexidades da vida americana, destacando questões de classe, raça e identidade.</p><p><br></p><p>"How Beautiful We Were" (2020)</p><p>Resumo: Ambientada em uma aldeia fictícia chamada Kosawa, esta história foca na luta de uma comunidade contra uma empresa de petróleo americana que contamina sua terra. A narrativa segue Thula, uma jovem que se torna uma líder na resistência, explorando temas de justiça ambiental, solidariedade e os impactos do colonialismo.</p><p><br></p><p>"The Last House on Needless Street" (2021)</p><p>Resumo: Este thriller psicológico apresenta Ted, um homem recluso em uma casa isolada, e Dee, uma mulher que busca sua irmã desaparecida. A narrativa se desdobra em múltiplas perspectivas, revelando segredos perturbadores e desafiando as percepções do leitor sobre verdade e confiança.</p><p><br></p><p>Alunos: </p><p>Luiz Fernando </p><p>Carlos Eduardo </p><p>Vinícius Evangelista </p><p>Danilo </p><p>Giovanna Ribeiro </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-17 14:59:42 UTC</pubDate>
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         <title>Chimamanda e Carolina Maria</title>
         <author>klebergabrielofc</author>
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         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.canva.com/design/DAGT1mxCBsg/YqrVjxPyglq9ccgnWHUNCw/edit">https://www.canva.com/design/DAGT1mxCBsg/YqrVjxPyglq9ccgnWHUNCw/edit</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-17 15:13:38 UTC</pubDate>
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         <title>Djaimilia Pereira de Almeida</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Ana Djaimilia dos Santos Pereira de Almeida Brito</strong> <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="external text" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ordem_do_Infante_D._Henrique/">ComIH</a> (<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Luanda">Luanda</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1982">1982</a>), mais conhecida por <strong>Djaimilia Pereira de Almeida</strong>, é uma escritora portuguesa nascida em Angola. É professora da New York University, NYU. Cresceu em Portugal, nos arredores de Lisboa.<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Djaimilia_Pereira_de_Almeida#cite_note-:0-1"><sup>[1]</sup></a> Considerada representante de uma literatura acerca de raça, género e identidade, ganhou notoriedade a partir da publicação, em 2015, do seu primeiro romance, <em>Esse Cabelo. </em>Licenciou-se em Estudos Portugueses na <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_Nova_de_Lisboa">Universidade Nova de Lisboa</a>. A sua dissertação de mestrado, <em>Amadores,</em> escrita em 2006, foi distinguida com o Prémio Primeiras Teses 2010, atribuído pelo Centro de Literatura Portuguesa da Universidade de Coimbra. Doutorou-se em 2012 em Teoria da Literatura pelo <a rel="nofollow" class="external text" href="https://www.letras.ulisboa.pt/pt/areas-e-unidades/literaturas-artes-e-culturas/programa-em-teoria-da-literatura/antigos-alunos">Programa em Teoria da Literatura da Universidade de Lisboa</a> .<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Djaimilia_Pereira_de_Almeida#cite_note-:0-1"><sup>[1]</sup></a></p><p><em>Esse Cabelo,</em> seu primeiro livro, publicado em 2015, combina elementos biográficos com romance e ensaio e parte da experiência de uma garota de pele negra e cabelo crespo, oriunda de Angola, na sociedade portuguesa de meados dos anos 1980. Começou a escrevê-lo quando deixou a vida académica, no entanto, afirma encontrar uma relação entre o livro e a sua tese de doutoramento. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Djaimilia_Pereira_de_Almeida#cite_note-2"><sup>[2]</sup></a></p><p>Escreveu no New York Times, Granta, la Repubblica, Folha de S.Paulo, Serrote, entre outras publicações.<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Djaimilia_Pereira_de_Almeida#cite_note-3"><sup>[3]</sup></a> Escreve na Revista Quatro Cinco Um.</p><p>Na Primavera de 2022, foi a escritora residente da <a rel="nofollow" class="external text" href="https://www.writers-in-residence.ch/author/djaimilia_pereira_de_almeida/">Literaturhaus Zürich</a>.</p><p>Em Março de 2021, foi nomeada consultora para os Direitos Humanos, Igualdade de Oportunidades e Não-Discriminação da Casa Civil do Presidente da República, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Marcelo_Rebelo_de_Sousa">Marcelo Rebelo de Sousa</a>. Cessou funções em Agosto de 2023. Desde Setembro de 2023, é professora da <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_de_Nova_Iorque">New York University, NYU</a>.<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Djaimilia_Pereira_de_Almeida#cite_note-4"><sup>[4]</sup></a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Djaimilia_Pereira_de_Almeida#cite_note-5"><sup>[5]</sup></a> Em Maio de 2023, foi nomeada pelo Ministério da Cultura para integrar, como vogal, o conselho diretivo da Fundação Centro Cultural de Belém para o mandato 2023-2026.<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Djaimilia_Pereira_de_Almeida#cite_note-6"><sup>[6]</sup></a> Cessou funções em Setembro do mesmo ano. </p><p>Nome :Samuel Antonio de Macedo e Vinicius Moreira Rodrigues da Silva</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-17 15:32:25 UTC</pubDate>
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         <title>Ruth Guimarães Botelho.</title>
         <author>agathasf26</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nascida em <em>Cachoeira Paulista-SP, em 13 de junho de 1920</em>, Ruth Botelho Guimarães, <strong>além de poeta, romancista, contista, cronista, jornalista e teatróloga</strong>, notabilizou-se como <strong>tradutora e pesquisadora da literatura oral no Brasil.</strong>1 Além disso, lecionou Língua Portuguesa por <em>mais de 30 anos </em>em escolas da rede pública de São Paulo.</p><p><br/></p><p>Ainda menina, revelou-se poeta e, aos dez anos de idade, já publicava seus primeiros versos nos jornais A Região e A Notícia, ambos de circulação local. Aos dezoito anos, mudou-se para a capital paulista a fim de prosseguir seus estudos na USP, onde concluiu os cursos de Filosofia e, mais tarde, de Letras Clássicas. Cursou também Folclore e Estética.</p><p><br/></p><p>Como jornalista, colaborou na imprensa paulista e carioca, mantendo também por vários anos uma seção permanente de literatura nas páginas da Revista do Globo, de Porto Alegre, em que resenhava livros, mantinha um concurso de contos, e onde publicou seus primeiros textos literários e traduções. Escreveu, também, crônicas e críticas literárias nas páginas de Correio Paulistano, A Gazeta, Diário de São Paulo, Folha de Manhã e Folha de São Paulo.</p><p><br/></p><p>É como romancista que Guimarães consegue projeção nacional. Em 1946, publica Água funda, obra aplaudida por intelectuais de peso como Nelson Werneck Sodré e Antonio Candido, que assina o prefácio da segunda edição. Para o crítico, "Ruth Guimarães nos prende porque tem a capacidade de representar a vida por meio da ilusão literária, graças à insinuante voz narrativa que inventou." (2003, p. 11).</p><p><br/></p><p>Pode-se dizer que Ruth Guimarães foi uma das primeiras escritoras negras a ocupar espaço nacional no cenário da literatura brasileira. Estudiosa da cultura popular, principalmente do folclore, e autora de diversas obras que valorizam essa vertente da nossa cultura.</p><p><br/></p><p>Agatha Ferreira, Isabelly Caroline.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-17 16:07:19 UTC</pubDate>
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         <title>Nadine Gordimer </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Nadine Gordimer (20 de novembro de 1923 – 13 de julho de 2014) foi uma renomada escritora sul-africana e ativista pelos direitos humanos, conhecida por sua luta contra o apartheid e por sua literatura que explora questões de raça, política e identidade. Ela ganhou o <strong>Prêmio Nobel de Literatura em 1991</strong>, reconhecida por sua contribuição ao entendimento humano através de obras profundamente envolventes e marcadas por forte engajamento social.</p><p> </p><p><strong>Primeiros anos</strong></p><p> </p><p>Gordimer nasceu na cidade de Springs, na África do Sul, em uma família de imigrantes judeus. Sua mãe era de origem britânica e seu pai, lituano. Cresceu em um ambiente marcado pelas desigualdades sociais da África do Sul, algo que influenciou profundamente sua obra. Desde cedo, ela mostrou interesse pela leitura e pela escrita, publicando seu primeiro conto aos 15 anos.</p><p> </p><p><strong>Carreira literária</strong></p><p> </p><p>Nadine Gordimer escreveu romances, contos e ensaios que frequentemente refletiam a realidade brutal do apartheid. Seus primeiros trabalhos, como <strong>"Face to Face"</strong> (1949), eram coleções de contos que destacavam a complexidade das relações raciais no país. Entre seus romances mais conhecidos estão:</p><p> </p><ul><li><p><strong>"Um Mundo de Estranhos" (1958)</strong>: Aborda a segregação racial na África do Sul.</p></li><li><p><strong>"O Conservador" (1974)</strong>: Explora dilemas éticos e políticos de um homem branco liberal.</p></li><li><p><strong>"July's People" (1981)</strong>: Imagina um futuro pós-apartheid marcado por tensões sociais.</p></li></ul><p> </p><p>Além de sua habilidade narrativa, Gordimer foi elogiada por capturar a complexidade psicológica e moral de seus personagens.</p><p> </p><p><strong>Ativismo</strong></p><p> </p><p>Gordimer foi uma voz ativa contra o apartheid e amiga próxima de Nelson Mandela. Suas obras frequentemente enfrentaram censura pelo regime. Ela também participou do Congresso Nacional Africano (ANC) após sua legalização e escreveu sobre a importância da liberdade de expressão e da igualdade racial.</p><p> </p><p><strong>Reconhecimentos</strong></p><p> </p><p>Além do Nobel, Gordimer recebeu diversos prêmios literários, incluindo o Booker Prize, em 1974, por <strong>"O Conservador"</strong>. Seu trabalho é amplamente estudado em todo o mundo, destacando sua habilidade em usar a literatura como ferramenta para provocar reflexões e mudanças sociais.</p><p> </p><p><strong>Últimos anos e legado</strong></p><p> </p><p>Após o fim do apartheid, ela continuou escrevendo e explorando temas como memória, transição política e as contradições do novo regime. Gordimer faleceu em 2014, aos 90 anos, deixando um legado como uma das vozes literárias e políticas mais significativas do século XX.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-21 13:50:37 UTC</pubDate>
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         <title>Chimamanda Ngozi Adichie e Carolina Maria de Jesus </title>
         <author>sophialopesf23</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Chimamanda Ngozi Adichie:</strong></p><p><br/></p><p>Chimamanda Ngozi Adichie é uma escritora e autora nigeriana, amplamente reconhecida por suas contribuições à literatura contemporânea. Nascida em 15 de setembro de 1977, em Enugu, na Nigéria, Adichie cresceu em uma família acadêmica. Ela estudou Medicina e Farmácia na Universidade da Nigéria antes de se mudar para os Estados Unidos para estudar Comunicação e Ciência Política na Universidade Drexel, em Filadélfia, e posteriormente na Universidade Yale.</p><p><br/></p><p>Sua carreira literária começou com o romance Purple Hibiscus (2003), que foi aclamado internacionalmente. No entanto, foi seu segundo romance, Half of a Yellow Sun (2006), que consolidou sua fama. Ambientado durante a Guerra Civil da Biafra, o livro recebeu diversos prêmios e foi adaptado para o cinema. </p><p><br/></p><p>Outros de seus livros notáveis incluem Americanah (2013), que aborda questões de identidade, imigração e raça, e We Should All Be Feminists (2014), uma adaptação de sua famosa palestra TED sobre feminismo.</p><p>Adichie é conhecida por sua habilidade em abordar temas como a identidade africana, o feminismo, as relações interculturais e as desigualdades sociais, sempre com uma prosa envolvente e acessível. Ela recebeu diversos prêmios literários e é uma voz influente no cenário cultural e social global.</p><p><br/></p><p><strong>Carolina Maria de Jesus: </strong></p><p><br/></p><p>Carolina Maria de Jesus foi uma escritora e poetisa brasileira, nascida em 14 de março de 1914, em Sacramento, Minas Gerais. Filha de pais analfabetos, ela cresceu em condições de extrema pobreza, o que moldou suas experiências e sua escrita. Após um breve período de escolarização, Carolina trabalhou como catadora de papel em São Paulo, onde viveu grande parte de sua vida.</p><p><br/></p><p>Seu livro mais famoso, Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada (1960), é um relato autobiográfico das condições de vida de uma mulher negra e pobre em uma favela paulista. O livro foi escrito como um diário e revela, com crueza e sensibilidade, a luta diária de Carolina para sobreviver e criar seus filhos. A obra recebeu ampla atenção da crítica e foi traduzida para diversos idiomas, sendo considerada um marco na literatura brasileira, especialmente no que diz respeito à visibilidade da vida das mulheres negras e pobres.</p><p><br/></p><p>Carolina Maria de Jesus escreveu vários outros livros, como Casa de Alvenaria (1961), mas sua popularidade declinou após o sucesso inicial. Sua obra foi redescoberta ao longo dos anos, e ela é hoje reconhecida como uma figura importante na literatura brasileira, especialmente em relação à literatura marginal e de denúncia social.</p><p><br/></p><p>Ambas as autoras, apesar de virem de contextos sociais e culturais distintos, são vozes poderosas e influentes que abordaram questões de gênero, identidade e a luta pela igualdade em suas respectivas obras.</p><p><br/></p><p><strong>Nomes:</strong> Kaique Cavalcante, Kauã Santos, Kauanne Pereira, Kleber Gabriel, Nicolly França, Sophia Lopes e Vitória Barbosa. </p><p><strong>Série</strong>: 3°D.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-25 13:54:45 UTC</pubDate>
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         <title>Conceição Evaristo </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Conceição Evaristo é um dos nomes mais respeitados entre as autoras negras brasileiras e suas produções literárias revelam a complexidade enfrentada por mulheres negras no Brasil. Nascida em 29 de outubro de 1946, na cidade do Rio de Janeiro, ela vem da periferia da cidade e foi uma das muitas que cresceram como uma das seções silenciadas da sociedade que, ao longo da história, tem sido ignorada dentro das narrativas dominantes.</p><p>Evaristo é romancista, poetisa e contista, cujos interesses incluem a história afro-americana, a injustiça social, o lugar das mulheres negras na sociedade brasileira e a literatura em geral. Seus escritos refletem emoções, personagens inspiradores e fortes e enredos movimentados sobre mulheres negras, que frequentemente estão ausentes na maioria das obras literárias. Em seu trabalho, ela retrata ativamente não apenas as lutas, mas as forças e os desafios dessas mulheres, cujas histórias merecem ser contadas e ouvidas.</p><p>No ano de 2003, ela produziu seu primeiro livro, Dona Ponciá Vicêncio, que conseguiu levantar várias controvérsias, variando de ativistas pró-escravidão a ativistas domésticos. Este foi um forte tratado político que retratou uma mulher negra que migra para o mundo e luta contra a discriminação racial, vulnerabilidade e violência, e demonstra força na busca por flexibilidade. O romance foi aclamado pela crítica e confirmou Evaristo entre os principais escritores contemporâneos do Brasil. Suas obras são plurais em cultura e são vividamente realistas.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-25 15:27:42 UTC</pubDate>
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