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      <title>Fundo documental da Bibliozarco - sugestões do PNL e AE by Biblioteca :: ZARCO ::</title>
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      <description>Lê o que te cativa, sem fronteiras de ano! Desafia-te a ler sempre mais e melhor para desenvolver o teu raciocínio e expressão. Espera o melhor de ti.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-02-07 17:12:03 UTC</pubDate>
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         <title>«O velho que lia romances de amor»                                        Luís Sepúlveda</title>
         <author>bernardetedamas300</author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><strong><em>Luís Sepúlveda, o escritor que via a literatura como ponto de encontro com o leitor - </em>Expresso</strong></p><p><br/></p><p><strong>SINOPSE</strong></p><p>Antonio José Bolívar Proaño vive em El Idilio, um lugar remoto na região amazónica dos índios shuar, com quem aprendeu a conhecer a selva e as suas leis, a respeitar os animais que a povoam, mas também a caçar e descobrir os trilhos mais indecifráveis.<br>Um certo dia resolve começar a ler, com paixão, os romances de amor que, duas vezes por ano, lhe leva o dentista Rubicundo Loachamín, para ocupar as solitárias noites equatoriais da sua velhice anunciada. Com eles, procura alhear-se da fanfarronice estúpida desses "gringos" e garimpeiros que julgam dominar a selva porque chegam armados até aos dentes, mas que não sabem enfrentar uma fera a quem mataram as crias.<br>Descrito numa linguagem cristalina e enxuta, visualizam-se as aventuras e emoções do velho Bolívar Proaño.</p><p><br/></p><pre><code>BIOGRAFIA

O escritor Luís Sepúlveda, também cineasta e jornalista, morreu  aos 70 anos, via a literatura como um ponto de encontro entre o escritor e o leitor, mas também entre o homem e os seus fantasmas.
"Sempre vi a literatura como um ponto de encontro. Primeiro, é um ponto de encontro do escritor com a sua própria memória, com as suas referências culturais e sociais. Depois, é um ponto de encontro entre dois estados de alma: o do escritor, quando estava a escrever, e o do leitor, no momento em que lê", disse em 2016, em entrevista à agência Lusa.
O escritor, que tem toda a sua obra publicada em Portugal, considerava "muito bonito" esse encontro entre quem escreve e quem lê, por tornar cada leitura diferente de outra. "Não há dois leitores que leiam da mesma maneira o mesmo texto", usava dizer.
Luís Sepúlveda, nasceu em Ovalle, na região de Coquimbo, no sul do Chile, em 04 de outubro de 1949, estreou-se nas letras em 1969, com "Crónicas de Piedro Nadie" ("Crónicas de Pedro Ninguém"), dando início a uma bibliografia de mais de 20 títulos, que inclui obras como "O Velho que Lia Romances de Amor" e "História de Uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar".
A sua estreia literária foi auspiciosa, com a conquista do Prémio Casa das Américas, em 1970. A obra garantiu-lhe também uma bolsa de estudo de cinco anos, na Universidade Lomonosov, em Moscovo, onde esteve cinco meses, até ter sido expulso pelas autoridades soviéticas. Regressado ao Chile, foi igualmente expulso da Juventude Comunista. Inscreveu-se então no Partido Socialista Chileno o que o levou à Unidade Popular, coligação que vencera as eleições de 1970.
Sepúlveda dedica-se, então, sobretudo à atividade política. Entra no círculo mais próximo do Presidente Salvador Allende, eleito no contexto da coligação, fazendo parte da sua guarda pessoal.
Allende acabaria destituído e morto, no golpe de estado militar de 11 de setembro de 1973, liderado pelo general Augusto Pinochet. A instituição da ditadura no Chile levou o escritor à prisão, primeiro, e depois ao exílio, na sequência de uma intervenção da Amnistia Internacional.
Durante a segunda metade da década de 1970, trabalhou no Brasil, Paraguai, Uruguai e no Equador, onde viveu com os índios Shuar, e participou numa missão de investigação científica da organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).
Nesta altura, criou uma amizade com o ambientalista brasileiro Chico Mendes (1944-1988), a quem dedicou o seu mais conhecido título, "O Velho que Lia Romances de Amor" (1988), o seu segundo livro.
Sepúlveda publicou 21 títulos, entre os quais "Uma História Suja" (2004), "História de Um Gato e de Um Rato que se Tornaram Amigos" (2012), "Uma Ideia de Felicidade" (2014), "História de um Cão Chamado Leal" e "História de Um Caracol que Descobriu a Importância da Lentidão" (2015), "O Fim da História" (2016) e "Os Piores Contos dos Irmãos Grimm" (2018).
Alguns destes títulos estão incluídos no Plano Nacional de Leitura.
Nas páginas dos seus livros, o encontro que o autor procurava promover era não apenas com a personagem do escritor, mas também com o homem Luís Sepúlveda.
O escritor viajava regularmente até Portugal, nomeadamente, para participar no evento Correntes d'Escritas, na Póvoa de Varzim, no distrito do Porto, onde esteve presente em fevereiro passado. Em 29 de fevereiro último, quando regressou a Gijón, no norte de Espanha, onde residia, foi-lhe diagnosticado covid-19. Luís Sepúlveda era casado com a poetisa Carmen Yáñez, que o acompanhou na viagem.
Era também presença regular na Feira do Livro de Lisboa e, em 2016, foi o único escritor de língua espanhola a participar na iniciativa "Viagem Literária", que percorreu todas as capitais de distrito e as regiões autónomas portuguesas.
Sepúlveda, numa conversa com Valter Hugo Mãe, abriu então a iniciativa da Porto Editora, no dia 25 de abril, em Bragança.

</code></pre><p><strong>Explora +</strong> </p><ul><li><p> Em<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/iIJqdblq4WU"><strong> filme </strong></a></p></li></ul><p>                 </p><ul><li><p>Os prémios</p></li></ul><p>Como escritor, além do P<strong>rémio Casa das Américas</strong>, Sepúlveda foi distinguido com os <strong>prémios Gabriela Mistral/Poesia, </strong>em 1976, Rómulo Galegos/Novela, em 1978, Tigre Juan/Novela em 1988, o de Contos "La Felguera", em 1990, e o<strong> Prémio Primavera/Romance, </strong>em 2009. Em 2016, recebeu o<strong> Prémio Eduardo Lourenço</strong>, que apontou na ocasião como "uma grande honra" e acrescentou: "Este prémio tem para mim um significado muito especial e muito emotivo. É um prémio de uma emoção muito especial e só me resta dizer muito obrigado”.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-09 09:22:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>«O Velho e o Mar»                        Ernest Hemingway</title>
         <author>bernardetedamas300</author>
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         <description><![CDATA[<blockquote><p><em>Um homem pode ser destruído, mas não derrotado.</em></p><p><em>O mar é tudo. É o lugar onde o homem vive, onde ele encontra seu desafio e seu sustento</em>.</p></blockquote><p><br/></p><p>SINOPSE</p><p>Foi a última grande obra de ficção de Hemingway a ser publicada ainda durante a sua vida, sendo uma das suas obras mais famosas. </p><p>A atmosfera local e sua paixão pela pesca no mar do Caribe serviram de inspiração para o livro, que se tornou um de seus melhores trabalhos. A relação de Hemingway com os pescadores locais e suas experiências pessoais no mar influenciaram profundamente a narrativa, refletindo a luta humana pela sobrevivência e a conexão íntima entre o homem e a natureza.</p><p>Conta a história de um velho pescador que luta com um gigante Marlim em  alto mar por entre Corrente do Golfo. Apesar de ter sido alvo de apreciações muito divergentes, por parte da crítica, é uma obra que permanece uma referência entre os livros de Hemingway, tendo reafirmado a importância do autor em tempo de o qualificar para o <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%A9mio_Nobel_de_Literatura"><strong>Prémio Nobel de Literatura</strong></a> de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1954">1954</a>.</p><p><br/></p><pre><code>BIOGRAFIA 
Ernest Hemingway (1899-1961) foi um escritor norte-americano. "Por Quem os Sinos Dobram" e "O Velho e o Mar", são os seus livros de maior destaque. Recebeu o Prêmio Pulitzer com o livro "O Velho e o Mar" em 1953, e o Nobel de Literatura em 1954.
Ernest Hemingway nasceu em Oak Park, Illinois, Estados Unidos, no dia 21 de julho
de 1899. Filho de um médico da área rural, acompanhava o pai nas visitas aos doentes, observando um ambiente que descreveu depois no volume de contos “Em Nosso Tempo”.
Em um ato de rebeldia contra o convencionalismo que o cercava, decidiu a não cursar a universidade e tornou-se jornalista, profissão que nunca abandonou. Aos 17 anos já escrevia para um jornal em Kansas City.
Com a eclosão da Primeira Guerra Mundial (1912-1918), em 1916 alistou-se como voluntário no exército italiano. Foi designado motorista de ambulância, mas foi gravemente ferido e permaneceu longo tempo hospitalizado.
Depois de recuperado, casou-se e foi para Paris como correspondente do jornal Toronto Star. Nessa época, passou privações e decepções, que logo foram sanadas com o sucesso do romance “O Sol Também se Levanta”.
Em 1925, foi publicada em Nova Iorque uma coletânea de seus contos no livro, “Em Nosso Tempo”.
           https://www.ebiografia.com/ernest_hemingway/</code></pre><p><br/></p><p><strong>EXPLORA +</strong></p><p> A sua vida em inglês, espreita <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ernesthemingwayofficial.com/?gad_source=2&amp;gad_campaignid=22815503459&amp;gclid=EAIaIQobChMIzMnu1-GjkAMVZKn9BR2rVwE3EAAYASAAEgK4cvD_BwE"><strong>AQUI</strong></a></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-10 17:39:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>«Os Contos»                                    Eça de Queirós</title>
         <author>bernardetedamas300</author>
         <link>https://padlet.com/biblioteca136/mzwnp2bf0ynfc3vd/wish/3631714995</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><strong>SINOPSE</strong></p><p>Esta coletânea essencial reúne os contos mais célebres de Eça de Queirós. O livro é uma montra do génio que existe no autor. Observa-se nos seus contos um género breve, seguindo a sua própria regra: "No conto tudo precisa de ser apontado num risco leve e sóbrio".</p><p>Com um enredo simples e linear, estas narrativas são um exemplo da concentração de ação, tempo e espaço, captando apenas os traços de carácter que definem as suas personagens. </p><p>Desde o amor louco de «Singularidades de uma Rapariga<strong> </strong>Loura» à crítica ao materialismo em «Civilização» e » O Tesouro<strong>»</strong>, Eça utiliza a sátira para criar figuras inesquecíveis e realizar uma reflexão profunda sobre a condição humana.</p><p>Do registo satírico de costumes ao conto de inspiração religiosa «<strong>O Suave Milagre»</strong>, passando pela análise profunda do caráter e da condição humana  em «José Matias» e a «<strong>A Aia»</strong>, Eça de Queirós prova-se um criador de figuras inesquecíveis e de reflexões intemporais. Uma obra essencial para compreender a sátira social e o universo estilístico de um dos maiores nomes da literatura portuguesa.</p><p><br/></p><pre><code>BIOGRAFIA

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal, em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Basílio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

https://www.portoeditora.pt/autor/eca-de-queiros/3880247</code></pre><p><strong>EXPLORA +</strong></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-14 13:33:47 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>«Eu sou a Malala»</title>
         <author>bernardetedamas300</author>
         <link>https://padlet.com/biblioteca136/mzwnp2bf0ynfc3vd/wish/3633381540</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>SINOPSE</strong></p><p>Em «Eu Sou Malala», a jovem ativista paquistanesa Malala Yousafzai, coautora com a jornalista Christina Lamb, oferece um testemunho inesquecível de coragem.</p><p>Publicado em 2013, este livro autobiográfico narra a infância de Malala no Paquistão, o ativismo pela educação de seu pai e a ascensão do Tehrik-i-Taliban Pakistan no Vale do Swat. </p><p>Aos 15 anos, e após desafiar abertamente o regime pela defesa do direito das raparigas à escola, Malala sofreu uma tentativa de assassinato por um talibã em 9 de outubro de 2012.</p><p>A sua história é mais do que um relato pessoal; é um poderoso manifesto sobre a luta pela educação e pela liberdade, que transformou uma menina num símbolo global de resistência e resiliência.</p><p><br></p><pre><code>BIOGRAFIA

Invulgar é a história desta menina que luta pelo direito à educação das crianças. Por isso esteve entre a vida e a morte. Baleada pelos taliban a caminho da escola, sobreviveu e ficou mais forte. Admirada em todo o mundo, o seu nome é Malala Yousafzai.

A juventude de Malala não lhe retira firmeza nem seriedade. Pelo contrário. A jovem paquistanesa é ouvida em todo o mundo. Discursa nas Nações Unidas, desafia os líderes políticos a investirem em livros em vez de balas, dá opiniões na imprensa internacional. Porque Malala não se cansa de dizer que todas as crianças devem ir à escola, que todas têm direito à educação.

A causa desta ativista começou quando tinha 11 anos e vivia no Vale de Swat, no Paquistão, perto da fronteira com o Afeganistão. A vida seguia tranquila, Malala não passava de uma estudante anónima na escola onde o pai, Ziauddin Yousafzai, era diretor. Mas em 2009 os extremistas religiosos conseguiram impor a sharia, a lei islâmica, e o terror entrou na sua aldeia, com as adolescentes a serem perseguidas por frequentarem o ensino. A situação começou a ser relatada por Malala num blogue da BBC, foi ela a única a ter coragem para o fazer porque as professoras temiam as consequências.

O sucesso do Diário de uma Estudante Paquistanesa chamou a atenção dos taliban que, a 9 de outubro de 2012, dispararam sobre ela, atingindo-a na cabeça. A menina foi levada para o Hospital da Rainha Isabel, em Birmigham, Reino Unido, onde esteve em coma durante vários dias. Malala sobreviveu ao ataque e ficou mais forte, determinada em defender sempre o direito à educação. Por causa das constantes ameaças, a família refugiou-se em Inglaterra e neste novo país Malala pôde regressar à escola, em liberdade. Como deve ser, e como acredita que pode vir a ser, para todos os meninos e meninas.

“Uma criança, um professor, um livro, uma caneta. Educação é a solução. Educação primeiro.” é o mantra que repete em todos os grandes palcos deste mundo. E o mundo reconhece a determinação desta jovem invulgar, a pessoa mais nova a ser distinguida com o Nobel da Paz. Tinha 17 anos. O dinheiro dos muitos prémios que já recebeu é investido na ONG que fundou com o pai. O Fundo Malala já ajudou 60 milhões de raparigas que não podiam ir à escola. Educação primeiro. Porque aprender é a verdadeira arma.

Malala, a jovem paquistanesa que defende as crianças - RTP Ensina</code></pre><p><br></p><p><strong>EXPLORA +</strong></p><p>Uma das muitas <strong>entrevistas: </strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ensina.rtp.pt/artigo/malala-a-jovem-paquistanesa-que-defende-as-criancas/"><strong>assiste.</strong></a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-15 08:33:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>«Os Bichos»                           Miguel Torga</title>
         <author>bernardetedamas300</author>
         <link>https://padlet.com/biblioteca136/mzwnp2bf0ynfc3vd/wish/3633572264</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>SINOPSE</strong></p><p>Primeiro livro de contos de Miguel Torga (1940), «Bichos» é uma "arca de Noé" literária.</p><p>Neste livro, o autor dissolve a fronteira entre os seres, usando personagens que oscilam entre o mundo animal (o cão Nero, o corvo Vicente) e o mundo humano (o senhor Ramiro, o menino Jesus).  </p><p>Nestas catorze histórias, ambientadas no áspero mundo agro-pastoril de Trás-os-Montes, região natal do autor, ele expõe a igualdade essencial entre as espécies: o cão Nero, o galináceo Tenório e o homem revelam a mesma luta pela liberdade e sobrevivência.</p><p>Uma obra fundamental que contém a filosofia e a ética de Torga e que serve como espelho da nossa própria condição, mostrando que, por vezes, "há homens que são autênticos bichos, e há bichos que são seres pensantes"</p><pre><code>BIOGRAFIA
Miguel Torga (pseudónimo de Adolfo Correia Rocha) nasceu em S. Martinho de Anta (12.08.907) e morreu em Coimbra (17.01.995). É autor de uma obra extensa e diversificada, compreendendo poesia, diário, ficção (contos e romances), teatro, ensaios e textos doutrinários.

Em 1934, ao publicar o ensaio intitulado A terceira voz, o médico Adolfo Rocha adota expressamente o nome de Miguel Torga. Associando o fitónimo “torga” – evocativo de resistência e de pertinaz ligação à terra, propriedades de um pequeno arbusto do mesmo nome- a "Miguel"- nome de escritores ibéricos (Miguel de Cervantes e Miguel de Unamuno), de artista visionário e genial (Miguel Ângelo) e de Arcanjo com forte motivação semântica (“Quem como Deus”), o poeta (então, com apenas 27 anos) escolhe um programa ético e estético centrado no confessionalismo e na busca de autenticidade.

A dominante autobiográfica é, de resto, uma marca geracional. Não pode esquecer-se que Torga viria a participar, por pouco tempo, no movimento da Presença, vindo a demarcar-se dele, não tanto por força de divergências substantivas mas em virtude de um fortíssimo impulso individualista.

A essa luz de obstinada independência ganha também importância a forte relação que o autor mantem com a terra natal. É sabido, por exemplo, que a Agarez d' A Criação do Mundo (conjunto de seis livros autobiográficos, publicados entre 1937 e 1981) constitui o sucedâneo da sua S. Martinho de Anta, afirmando-se como contraponto apaziguante das muitas peregrinações empreendidas, por escolha livre ou por força das circunstâncias. A partir de certa altura, a dialética entre aproximação e distância fixa-se essencialmente em torno de Coimbra (a “Agarez alfabeta”) e das fragas maternais de Trás-os-Montes, onde o poeta volta ciclicamente, sobretudo por ocasião do Natal. Nessa medida, bem pode dizer-se que o regresso constitui, ao mesmo tempo, um prémio e uma revalidação do preito à terra.

Essa dialética vivencial aplica-se também ao próprio mundo ficcional criado pelo autor. Um exemplo disto mesmo encontra-se no conto intitulado “A Paga (Contos da Montanha) quando Matilde, “desgraçada” por um Don Juan rústico (o Arlindo), se vê vingada pelos irmãos (Cândido e Albino) regressados do Brasil para, em dia de romaria a S. Domingos, restabelecerem a justiça da terra. Punido na sua capacidade fecundante, o Arlindo constitui o exemplo do varão excessivo, que atraiçoa as leis morais necessárias ao bom funcionamento da comunidade. Por via disso mesmo, o castigo teria de lhe ser imposto por filhos da mesma terra, que a ela voltaram com esse fim, em sinal de pertença eterna.
Esta linha de fidelidade aos espaços maternos e de busca íntima alcança outro tipo de expressão na escrita lírica.
Iniciado em 1928 com o livro Ansiedade (entretanto renegado), o lirismo de Torga ganha corpo através de um conjunto de livros autónomos e ainda por força de um vasto conjunto de poemas espalhados ao longo dos 16 volumes do Diário, publicados entre 1941 e 1993.
Nele comparece a ideia de uma Natureza matricial contraposta às hipocrisias sociais (no que lembra muito o bucolismo de Sá de Miranda); Nele avulta, por outro lado, a noção de que a escrita literária (e a inspiração lírica, em particular) excede o plano da consciência e da programação racional para se inscreverem, de facto, no âmbito da transcendência órfica. De facto, mais do que imitar a realidade, a poesia de Torga reinventa-a sem cessar, tal como Orfeu conseguia modificar a paisagem envolvente através da melodia do seu canto. Para além de tudo, e ainda à semelhança do pastor da Trácia, o objetivo último do poeta é sempre o de resgatar a amada Eurídice (que tem, neste caso, o nome de Pátria), arrancando-a ao negrume do Hades e devolvendo-a à luz e à esperança do futuro.
Na constância do seu projeto cívico e artístico, Miguel Torga revela-se um caso raro de perseverança na ligação à terra em que nasceu: a Trás-os-Montes e a Portugal, por inteiro. Historicamente situado numa encruzilhada onde Tradição e Modernidade se afrontam, o escritor aparece sistematicamente do lado do progresso, tanto em termos estéticos como em termos cívicos. Nessa medida o encontramos claramente alinhado pelo Modernismo, no que a palavra pressupõe de representação livre e criativa de ideias e emoções. Do mesmo modo que o encontramos apostado no combate por uma democracia respeitadora da história e construtora de um futuro responsável.
Mas é justamente a esse nível que se pode assinalar a principal “contradição” do seu ideário. É que, contra as expectativas de alguns, Miguel Torga, que havia contestado vigorosa e repetidamente a “Ordem” do Estado Novo, viria a revelar-se um crítico do Portugal democrático: terciarizado, amnésico, consumista e europeu. 
(...) No que diz diretamente respeito a Miguel Torga, é sintomático que, passada apenas uma década sobre a sua morte, ele se tenha já tornado num dos escritores portugueses de mais evidente consumo público, quer através de uma presença significativa no cânone escolar (onde entrou, pela primeira vez, em 1976) quer através de outro tipo de consagração, como seja o patronato de um numeroso conjunto de escolas (de diferentes níveis de ensino) e de bibliotecas. Do mesmo modo, a sua obra tem vindo a ser traduzida para a generalidade dos idiomas europeus e ainda para chinês e japonês. Assinale-se, por fim, o facto bem ilustrativo de Miguel Torga ser, talvez, o escritor mais citado por parte dos titulares de cargos públicos, parlamentares e políticos portugueses, em geral.
https://www.instituto-camoes.pt/activity/centro-virtual/bases-tematicas/figuras-da-cultura-portuguesa/miguel-torga</code></pre><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>EXPLORA +</strong></p><p>Assiste a este <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ensina.rtp.pt/artigo/bichos-a-arca-de-noe-de-miguel-torga/"><strong>vídeo</strong></a><strong> </strong>sobre o livro e o autor.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-15 11:13:20 UTC</pubDate>
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         <title>«O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá»              Jorge Amado</title>
         <author>bernardetedamas300</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>SINOPSE</strong></p><p><em>O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá</em> é uma fábula enternecedora escrita originalmente por Jorge Amado em 1948, como presente para o seu filho João Jorge, e publicada apenas em 1978 com as belíssimas ilustrações de Carybé.</p><p>A história acompanha o inesperado e impossível, à luz das leis da natureza, romance entre o Gato Malhado, um animal de má reputação entre a comunidade do parque, e a Andorinha Sinhá, a única que não tem medo dele. </p><p>O amor e amizade crescem entre eles, desafiando as convenções e a intolerância dos outros animais. </p><p>A narrativa desenvolve-se ao longo das quatro estações, que simbolizam o percurso da sua relação: da primavera feliz à tristeza da separação no outono.</p><p>É uma crítica intemporal à intolerância e ao preconceito, provando que o amor não conhece "leis" nem convenções sociais.</p><p><br></p><p><br></p><p><strong>BIOGRAFIA</strong></p><p><strong>EXPLORA +</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-16 10:50:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>«História de uma Gaivota e do Gato que a ensinou a voar»                                                   Luís Sepúlveda</title>
         <author>bernardetedamas300</author>
         <link>https://padlet.com/biblioteca136/mzwnp2bf0ynfc3vd/wish/3635648801</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>SINOPSE</strong></p><p>Zorbas, um gato preto e gordo, vê a sua vida virada do avesso por uma tragédia: uma gaivota, moribunda após ser atingida por petróleo, deixa-lhe um ovo. Comprometido por uma promessa solene, Zorbas, com a ajuda dos seus amigos (Secretário, Sabetudo, Colonello), tem de criar e educar a pequena gaivota. Porém, o mais difícil é <strong>ensiná-la a voar</strong>: uma missão que desafia a natureza</p><p>Este livro de Luis Sepúlveda, já um clássico, é uma fábula enternecedora sobre a solidariedade e a amizade incondicional, que prova que o amor não conhece fronteiras de espécie.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>BIOGRAFIA</strong></p><p><strong>EXPLORA +</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-16 10:50:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>«A Abóboda»                                  Alexandre Herculano</title>
         <author>bernardetedamas300</author>
         <link>https://padlet.com/biblioteca136/mzwnp2bf0ynfc3vd/wish/3635664568</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>SINOPSE</strong></p><p><br/></p><blockquote><p>Em pleno ano de 1401, a monumentalidade do Convento e Mosteiro da Batalha está em jogo. Este romance histórico de Alexandre Herculano mergulha-nos no coração da sua construção, centrando-se na rivalidade e dedicação de dois génios. Por um lado, Mestre Afonso Domingues, o arquiteto original que, apesar de cego, realizou o projeto. Por outro, o irlandês Mestre Huguet, a quem a obra foi posteriormente entregue.</p><p><em>A Abóbada</em> narra o desafio épico de um criador que insiste em concluir a sua obra-prima, desafiando, com resiliência, a escuridão e o tempo, numa luta pela glória arquitetónica e pela honra.</p><p><br/></p></blockquote><p><strong>BIOGRAFIA</strong></p><p><strong>EXPLORA +</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-16 11:04:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>«A Pirata»                                       Luísa Costa Gomes</title>
         <author>bernardetedamas300</author>
         <link>https://padlet.com/biblioteca136/mzwnp2bf0ynfc3vd/wish/3635665802</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>SINOPSE</strong></p><p>Nascida no final do século XVII, a vida de Mary Read foi uma audaciosa farsa. Forçada a viver e a alistar-se como homem no exército da Rainha Ana, distinguiu-se na guerra da Flandres pela sua coragem indomável. Mas o destino reservava-lhe um papel ainda mais lendário: o de pirata. Esta é a biografia ficcionada da célebre Mary Read, a mulher que navegou com os temidos Capitão Calico Jack Rackam e Anne Bonny. </p><p>Capturada, condenada à morte e salva temporariamente pela gravidez, a sua curta vida terminou na prisão em 1721. Um relato envolvente, repleto de ação e aventura, sobre uma das figuras femininas mais fascinantes da história da pirataria.</p><p><br/></p><p><strong>BIOGRAFIA</strong></p><p><strong>EXPLORA +</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-16 11:05:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>«Vanessa vai à Luta»      Luísa Costa Gomes</title>
         <author>bernardetedamas300</author>
         <link>https://padlet.com/biblioteca136/mzwnp2bf0ynfc3vd/wish/3635717161</link>
         <description><![CDATA[<p>Cansada de expectativas e de "coisas de menina" que considera estúpidas, Vanessa decide ir à luta. Esta peça de teatro, escrita numa linguagem jovem e atual, coloca em palco o conflito vivido por muitas crianças: a pressão para se conformarem com os estereótipos impostos pela sociedade. Acompanha a divertida e inspiradora rebeldia da pequena Vanessa em busca da liberdade.</p><p><br></p><p><strong>BIOGRAFIA</strong></p><p><strong>EXPLORA +</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-16 11:48:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>«História Breve da Lua»                            António Gedeão</title>
         <author>bernardetedamas300</author>
         <link>https://padlet.com/biblioteca136/mzwnp2bf0ynfc3vd/wish/3635738203</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>SINOPSE</strong></p><p>Nesta divertida peça de teatro, o conceituado autor português transporta-nos para um tempo em que a Lua não era como a conhecemos. Contada em verso, a história alicia o leitor (ou espectador) a embarcar numa jornada simples, mas rica em poesia e fantasia: "Diz essa história que outrora / a superfície da Lua / não era como é agora…"</p><p>Uma celebração da magia e da fantasia, que nos recorda o poder do Sonho e da Imaginação.</p><p><br/></p><p><strong>BIOGRAFIA</strong></p><p><strong>EXPLORA +</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-16 12:04:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>«Histórias da Terra e do Mar»                                  Sophia  Andresen</title>
         <author>bernardetedamas300</author>
         <link>https://padlet.com/biblioteca136/mzwnp2bf0ynfc3vd/wish/3635751892</link>
         <description><![CDATA[<p>SINOPSE</p><p><em>Histórias da Terra e do Mar</em>, publicado em 1984, é uma coletânea de cinco contos da autoria de Sophia de Mello Breyner Andresen que constitui uma porta de entrada para o seu imaginário.</p><p>A obra desdobra-se em <em>História da Gata Borralheira</em>, <em>O Silêncio</em>, <em>A Casa do Mar</em>, <em>Saga</em> e <em>Vila d'Arcos</em>. Através de descrições poéticas e personagens encantadas, a escritora transporta-nos para a essência da infância, onde o quotidiano se cruza com o deslumbramento e a procura do sentido.</p><p>Da busca de deslumbramento da jovem Lúcia, no conto <em>História da Gata Borralheira,</em> ao destemido desafio de Hans,  aos mares, o conto a  <em>Saga </em> é um hino à procura da <strong>verdadeira vida</strong>. É no encontro com os espaços amplos, a noite e o som do mar que as personagens se desvendam, numa prosa rica em metáforas e beleza. Um clássico da literatura portuguesa.</p><p><br/></p><p><strong>BIOGRAFIA</strong></p><p><strong>EXPLORA +</strong></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-16 12:15:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>«A Pérola»                                     John Steinbeck</title>
         <author>bernardetedamas300</author>
         <link>https://padlet.com/biblioteca136/mzwnp2bf0ynfc3vd/wish/3635754259</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>SINOPSE</strong></p><p>Baseada num conto popular mexicano, <em>A Pérola</em> é uma poderosa e inesquecível parábola, narrativa alegórica que usa elementos da vida do dia a dia para ensinar uma lição de moral.</p><p>A ação centra-se em Kino, um pobre pescador índio, na sua esposa Juana e no seu filho, Coyotito. A sua vida humilde é subitamente transformada quando Kino descobre uma pérola de tamanho e beleza inigualáveis — a "Pérola do Mundo".</p><p>Este tesouro promete realizar os seus mais profundos sonhos, representando a esperança de uma vida melhor para Coyotito, mas, rapidamente, torna um catalisador de cobiça, inveja e violência. </p><p>A história comovente acompanha a ascensão e a queda desta fortuna: de como a pérola foi descoberta, aos sonhos, bons e maus, que desencadeou, e de como se perdeu, revelando as grandezas e as misérias do mundo e a sólida, mas frágil, solidariedade de uma família confrontada com a corrupção do desejo.</p><p><strong>BIOGRAFIA</strong></p><p><strong>EXPLORA +</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-16 12:16:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>«A Ilha do Tesouro» de Robert Louis Stevenson</title>
         <author>bernardetedamas300</author>
         <link>https://padlet.com/biblioteca136/mzwnp2bf0ynfc3vd/wish/3637413392</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>SINOPSE </strong></p><p>No meio de uma noite de dezembro, a rotina da faroleira é interrompida pela descoberta de um baú misterioso que o mar atirou para a costa. Dentro, encontra um livro antigo e deteriorado. As letras do título estão quase apagadas, mas as ilustrações resistiram ao sal e ao bolor. De repente, a magia acontece: as imagens ganham vida! Um por um, os lendários heróis d'<strong>A Ilha do Tesouro</strong> soltam-se das páginas para contar à jovem a sua fabulosa e perigosa aventura. </p><p>Uma introdução mágica e inesperada ao grande clássico da pirataria, recomendado para o 7.º ano de escolaridade pelo Plano Nacional de Leitura.</p><p><strong>BIOGRAFIA</strong></p><p><strong>EXPLORA +</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-17 09:54:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>«A Lua de Joana»                    Maria Teresa Gonzalez</title>
         <author>bernardetedamas300</author>
         <link>https://padlet.com/biblioteca136/mzwnp2bf0ynfc3vd/wish/3637418685</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>SINOPSE</strong></p><p>Lisboa, 28 de agosto. Faz hoje um mês que Joana perdeu a sua melhor amiga. A palavra é pesada demais para ser dita, mas a realidade é implacável: Marta foi vítima de <em>overdose</em>.</p><p>Com apenas treze anos, Joana não sabe como processar a dor, o vazio e a ansiedade que a assolam. O conforto material de sua casa não compensa a ausência emocional da família. O seu único refúgio é a escrita: um diário endereçado a Marta, onde desabafa as suas preocupações e a angústia da adolescência. Mas será que as palavras serão suficientes para preencher o silêncio e o espaço deixado pela tragédia?</p><p><em>A Lua de Joana</em> é um clássico intemporal da literatura juvenil de Maria Teresa Maia Gonzalez que, com mestria e sensibilidade, aborda a depressão, os problemas da adolescência e o tema, sempre atual, da toxicodependência.</p><p><strong>BIOGRAFIA</strong></p><p><strong>EXPLORA +</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-17 10:00:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>«Cuidado com o cão»                  José Guedes de Carvalho</title>
         <author>bernardetedamas300</author>
         <link>https://padlet.com/biblioteca136/mzwnp2bf0ynfc3vd/wish/3665796986</link>
         <description><![CDATA[<p>SINOPSE</p><p>Em plena pandemia, um médico reformado vive confinado e atormentado por recordações dolorosas na sua casa, quando a sua solidão é interrompida. Uma mulher que ele nunca viu bate à porta, garantindo conhecê-lo profundamente. Paralelamente, a vida de duas irmãs, inseparáveis desde sempre, é perturbada por um incidente que as levará a passar sete anos sem se ver.</p><p><strong>O destino, porém, não descansa.</strong></p><p>Quatro cães desempenham papéis cruciais na união destes caminhos, numa narrativa comovente sobre <strong>amor e redenção</strong>. </p><p>No meio de sentimentos inconfessáveis, a história é marcada pela presença do carismático médico Pedro Gouveia e do enfermeiro Luís Gustavo.</p><p><em>Cuidado com o Cão</em> é um romance carregado de mistério e emoção que tece uma rede de personagens que se cruzam da forma mais inesperada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-04 13:57:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>« A Rainha Ginga»                  José Eduardo Agualusa</title>
         <author>bernardetedamas300</author>
         <link>https://padlet.com/biblioteca136/mzwnp2bf0ynfc3vd/wish/3665798696</link>
         <description><![CDATA[<p>SINOPSE</p><p>José Eduardo Agualusa explora a vida extraordinária de <strong>D. Ana de Sousa, a Rainha Ginga (1583-1663)</strong>, a figura histórica cujo título real (<em>Ngola</em>) batizou a região que hoje conhecemos como Angola.</p><p>A história deste confronto e fascínio entre Angola e Portugal é-nos contada por uma voz singular: a de um padre pernambucano que atravessou o Atlântico. Através das suas memórias, desfilam personagens maravilhosas e esquecidas que moldaram o destino comum.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-04 13:58:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>«O Nome da Rosa»                                       Umberto Eco</title>
         <author>bernardetedamas300</author>
         <link>https://padlet.com/biblioteca136/mzwnp2bf0ynfc3vd/wish/3665800457</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>SINPOSE</p><p>Uma abadia medieval isolada. Uma comunidade de monges aterrorizada por uma série de crimes inexplicáveis.</p><p>A investigação é entregue ao frade franciscano <strong>Guilherme de Baskerville</strong> e ao seu noviço. O seu alvo é uma biblioteca inacessível, guardiã de segredos e mistérios que podem mudar a história da Igreja. </p><p>A verdade, porém, esconde-se por entre páginas proibidas e labirintos físicos e intelectual.</p><p><em>O Nome da Rosa</em> ganhou o Prémio Strega em 1981, vendeu mais de 50 milhões de exemplares e inspirou adaptações de grande sucesso. </p><p>Esta edição especial inclui desenhos e apontamentos preparatórios do autor, confirmando o seu trabalho minucioso "para contar uma história há que começar por construir um mundo". Um <em>thriller</em> histórico essencial para os amantes do mistério e da erudição.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-04 13:59:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>«Leonor Teles, uma rainha inesperada» </title>
         <author>bernardetedamas300</author>
         <link>https://padlet.com/biblioteca136/mzwnp2bf0ynfc3vd/wish/3665803532</link>
         <description><![CDATA[<p>SINOPSE</p><p>Leonor Teles foi, segundo os cronistas da época, uma mulher de uma beleza e poder de sedução ímpares. Contudo, a sua ambição e a ousadia das suas escolhas, como casar com o Rei D. Fernando estando já casada, ou ter um amante, fizeram dela um alvo  da história oficial, que a imortalizou como a Rainha "Aleivosa" e mulher de maus costumes.</p><p>Por detrás do mito da vilã, estava uma mulher determinada a lutar pelo seu maior desejo: o <strong>poder de ser Rainha de Portugal</strong>. Uma ambição que a levou a enfrentar o ódio da nobreza, a conspirar e a fazer escolhas difíceis (acusada de matar a irmã e exilar os cunhados).</p><p>Nos seus prováveis sessenta anos de vida, Leonor acumulou dois, talvez três, casamentos, vários filhos e uma enorme influência, mas o seu destino terminou no exílio em Castela. </p><p>A autora <strong>Isabel de Pina Baleiras</strong> mergulha na vida desta figura fascinante para ir além da lenda negra e traçar o retrato completo da mulher que ousou desafiar todo um reino pela sua coroa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-04 14:00:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>«Capitães da Areia»                      Jorge Amado</title>
         <author>bernardetedamas300</author>
         <link>https://padlet.com/biblioteca136/mzwnp2bf0ynfc3vd/wish/3665805665</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p><em>Capitães da Areia</em> (1937) é o retrato dramático e inesquecível dos meninos abandonados nas ruas de São Salvador da Bahia. </p><p>Em páginas de intensa beleza, Jorge Amado descreve a vida selvagem, os laços de amizade e a luta pela sobrevivência deste grupo de marginais. </p><p>Após ter tido a sua primeira edição apreendida e queimada, a obra tornou-se um <em>best-seller</em> global, já adaptado ao cinema e à televisão.</p><p>Permanece o livro mais vendido do autor em todo o mundo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-04 14:01:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>«Caro Professor Germain»             Albert Camus</title>
         <author>bernardetedamas300</author>
         <link>https://padlet.com/biblioteca136/mzwnp2bf0ynfc3vd/wish/3665807537</link>
         <description><![CDATA[<p>SINPOSE</p><p>Quando Albert Camus recebeu a maior honra literária do mundo, a sua primeira gratidão foi para o seu professor primário, Louis Germain, escrevendo-lhe uma nota que é um hino ao poder da educação. </p><p>Este livro reúne as <strong>cartas trocadas</strong> entre Camus e Germain, documentos repletos de carinho e admiração, que ilustram como o ensinamento e o exemplo de um professor podem mudar o destino de uma criança. </p><p>A inclusão do texto "A Escola" (<em>O Primeiro Homem</em>) solidifica a mensagem: <em>Caro Professor Germain</em> é um testemunho inspirador e universal sobre a <strong>capacidade da educação de transcender a pobreza e a origem social</strong></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-04 14:02:21 UTC</pubDate>
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         <title>«As Tábuas de Flandres» Arturo Perez-Reverte</title>
         <author>bernardetedamas300</author>
         <link>https://padlet.com/biblioteca136/mzwnp2bf0ynfc3vd/wish/3665809230</link>
         <description><![CDATA[<p>No final do século XV, um mestre flamengo esconde um enigma explosivo na sua pintura. O quadro retrata o duque de Ostenburgo e o seu cavaleiro a disputar uma partida de xadrez, observados por uma misteriosa dama de negro. O detalhe perturbador? Um dos jogadores já estava morto na altura em que a tela foi pintada.</p><p>Cinco séculos mais tarde, a restauradora de arte Júlia encontra uma inscrição oculta no quadro: <em>"Quis necavit equitem?"</em> (Quem matou o cavaleiro?). O enigma medieval torna-se um caso de homicídio atual quando uma sucessão de mortes se abate sobre aqueles que tentam desvendá-lo.</p><p>Auxiliada por um antiquário e um excêntrico jogador de xadrez, Júlia mergulha numa investigação complexa, onde cada passo é determinado pelas peças no tabuleiro. O seu êxito — ou a sua ruína — dependerá da forma como resolvem a partida de xadrez pintada, constantemente ameaçada por uma diabólica sucessão de armadilhas.</p><p><em>A Tábua de Flandres</em> é um apaixonante <em>puzzle</em> de História e mistério, onde a arte e o crime se cruzam.</p><p> Foi a obra que consagrou Arturo Pérez-Reverte como um dos escritores espanhóis mais lidos globalmente. </p><p>Desafia a inteligência do leitor até à última jogada.</p><p><br/></p><blockquote><p>BIOGRAFIA</p><p>Arturo Pérez-Reverte nasceu no ano de 1951 em Cartagena. Licenciado em Ciências Políticas e Jornalismo, trabalhou durante doze anos no jornal <em>Pueblo</em> e nove nos serviços informativos da Televisão Espanhola (TVE), sendo especialista em temas de terrorismo, tráficos ilegais e conflitos armados. Foram muitos os prémios que ganhou na área da reportagem, nomeadamente o 'Prémio Astúrias de Jornalismo' pela cobertura para a TVE da guerra da ex-Jugoslávia. Há já alguns anos, este jornalista de profissão dedica-se exclusivamente à literatura.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.portaldaliteratura.com/autores.php?autor=387">Arturo Pérez-Reverte - Portal da Literatura</a></p></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-04 14:03:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>«Toda a luz que não podemos ver»                 Anthony Doerr</title>
         <author>bernardetedamas300</author>
         <link>https://padlet.com/biblioteca136/mzwnp2bf0ynfc3vd/wish/3665811531</link>
         <description><![CDATA[<p>SINPOSE</p><p>Marie-Laure, uma menina cega, vê a sua vida transformada quando as tropas de Hitler invadem Paris. O seu pai, encarregado das chaves do Museu Nacional de História Natural, leva-a para o refúgio seguro de Saint-Malo, na costa francesa, ocultando consigo uma joia lendária, envolta numa maldição antiga.</p><p>Paralelamente, Werner Pfenning, um órfão alemão com um talento extraordinário para as comunicações de rádio, é recrutado à força pela Juventude Hitleriana. A sua habilidade técnica leva-o para as linhas da frente, onde serve o exército alemão.</p><p>Os seus destinos cruzam-se  na cidade de Saint-Malo, Normandie/França, pouco antes do desembarque das Forças Aliadas.</p><p>Este é um poderoso e comovente romance sobre duas vidas opostas — a rapariga que protege um segredo precioso e o soldado forçado a caçar transmissões — que se tocam, revelando a persistência da amizade e da humanidade num mundo consumido pelo ódio e pelo conflito da Segunda Guerra Mundial.</p><p><br/></p><blockquote><p>BIOGRAFIA</p><p><strong>Anthony Doerr nasceu em Cleveland, no Ohio em 1973.</strong> Vive com a mulher e os dois filhos em Boise, no Idaho.</p><p>Publicou os livros de contos - <em>The Shell Collector</em> (2002) e <em>Memory Wall</em> (2010), uma autobiografia <em>Four Seasons in Rome</em> (2007) e dois romances, <em>About Grace</em> (2004) e <em>Toda a Luz que não Podemos Ver</em>, que foi finalista do National Book Award em 2014 e bestseller número 1 do New York Times.</p><p>Anthony Doerr já foi galardoado com vários prémios, tanto nos Estados Unidos como noutros países: Quatro O. Henry Prizes.</p><ul><li><p>Três Pushcart Prizes.</p></li><li><p>Dois Pacific Northwest Book Awards.</p></li><li><p>Três Ohioana Book Awards.</p></li><li><p>Barnes &amp; Noble Discover Prize.</p></li><li><p>Rome Prize.</p></li><li><p>Em 2010, recebeu o Story Prize, um dos mais prestigiados prémios nos Estados Unidos e o Sunday Times EFG Short Story Award. Em 2007 a revista literária Granta considerou Anthony Doerr um dos melhores jovens romancistas americanos.</p></li></ul><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.portaldaliteratura.com/autores.php?autor=2680">Anthony Doerr - Portal da Literatura</a></p></blockquote>]]></description>
         <enclosure url="https://www.portaldaliteratura.com/autores.php?autor=2680" />
         <pubDate>2025-11-04 14:04:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>«Marley&amp;Eu»                                   John Grogan </title>
         <author>bernardetedamas300</author>
         <link>https://padlet.com/biblioteca136/mzwnp2bf0ynfc3vd/wish/3665814926</link>
         <description><![CDATA[<p>SINOPSE</p><p>Uma história inesquecível de amor incondicional e   de caos canino.</p><p>John e Jenny, um casal apaixonado, recebem nas suas vidas Marley, um labrador de 43 quilos. </p><p>O cão era um desastre total: arrombava portas, destruía tudo e foi expulso da escola de obediência.</p><p>Porém, Marley tinha um coração puro. Esteve presente nos momentos cruciais da família Grogan — do luto à alegria do nascimento dos filhos. Através do seu comportamento desajustado, mas infinitamente leal, a família aprendeu que o amor manifesta-se de muitas maneiras e feitios. </p><p><br/></p><blockquote><p><mark>BIOGRAFIA</mark></p><p><strong>Vida</strong></p><p>John Grogan nasceu em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/20_de_mar%C3%A7o">20 de março</a> de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1957">1957</a>, em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Detroit">Detroit</a>. Filho de Ruth Marie Howard Grogan e Richard Frank Grogan, John cresceu amando os animais. Na infância, teve um cachorro chamado Shaun. Logo após se casar com Jenny, eles compraram numa fazenda de criação de cachorros um <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Retriever_do_Labrador">labrador americano</a> do qual deram o nome de Marley.</p><p>Durante 13 anos, Marley viveu com eles, partilhando alegrias e sofrimentos, sempre leal aos seus donos. Quando Marley morreu, John decidiu escrever uma coluna no jornal em que trabalhava para homenageá-lo. Da média de 20 cartas que recebia por cada coluna publicada, recebeu mais de 800 quando falou sobre Marley. Então decidiu escrever o livro <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Marley_%26_Eu">Marley &amp; Eu</a>.</p><p>Antes de escrever <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Marley_%26_Eu">Marley &amp; Eu</a>, John Grogan já era conhecido nos EUA por causa de suas colunas. Ele foi <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rep%C3%B3rter">repórter</a> e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Colunista">colunista</a> de jornais dos estados do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Michigan">Michigan</a> e da <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Florida">Florida</a> antes de se tornar editor-chefe de uma revista de jardinagem.</p><p>Trabalhou para o <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/The_Philadelphia_Inquirer">The Philadelphia Inquirer</a>. Escreveu, igualmente: Bad Dogs Have More Fun; <em>Meu barco e Eu, De Volta pra Casa e Meu Querido Christopher, </em>além dos infantis,<em> Marley, o Cãozinho Trapalhão e O Natal de Marley.  </em><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/John_Grogan">John Grogan – Wikipédia, a enciclopédia livre</a></p></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-04 14:05:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>«Últimos Dias em Berlim» Paloma Sanchez-Garnica</title>
         <author>bernardetedamas300</author>
         <link>https://padlet.com/biblioteca136/mzwnp2bf0ynfc3vd/wish/3665820181</link>
         <description><![CDATA[<p>SINOPSE</p><p>Berlim, 1933. O jovem Yuri Santacruz, em exílio após fugir da Rússia revolucionária, assiste à subida de Adolf Hitler ao poder. Estando sem a mãe e o irmão na fuga, Yuri vê-se forçado a lutar contra uma nova tirania.</p><p><br/></p><p>Preso na turbulência de uma Berlim em convulsão, o sentido de justiça de Yuri leva-o a intervir em defesa de um jovem comunista agredido. Nesse mesmo dia, o destino coloca no seu caminho o seu grande amor, Claudia.</p><p><br/></p><p>Separado da família e movido por um sentido de justiça inabalável, Yuri encontra em Claudia uma razão para lutar, enquanto o mundo à sua volta mergulha na fúria da guerra e das ditaduras.</p><p>A partir daí, a sua principal prioridade — reencontrar a família na Rússia — é substituída por uma necessidade mais urgente: <strong>manter-se vivo</strong>. </p><p><br/></p><blockquote><p>Biografia</p><p>Paloma Sánchez-Garnica nasceu em Madrid, no ano 1962. É licenciada em <strong>Direito e História</strong>. Atualmente dedica-se a absorver o fascinante mundo da literatura, que entrou na sua vida por acaso.</p><p>Em 2006, publicou <strong><em>El Gran Arcano</em></strong> e atraiu as atenções tornando-se uma autora em ascensão. Após esse grande sucesso, Garnica publica o seu romance <strong><em>A Alma das Pedras – Caminhos de Santiago</em></strong> (Saída de Emergência, 2011), que revelou ser um dos maiores <em>bestsellers</em> de 2010 em Espanha e manteve-se no Top 10 durante vários meses seguidos. A crítica literária não parou de elogiar aquele que foi considerado como o melhor romance sobre os Caminhos de Santiago.</p><p><strong><em>A Brisa do Oriente</em></strong> acolheu a melhor crítica literária espanhola e chega agora a Portugal em dois volumes. Maravilhe-se com aquele que foi considerado como um dos melhores romances históricos do ano.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.portaldaliteratura.com/autores.php?autor=1341">Paloma Sánchez-Garnica - Portal da Literatura</a></p></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-04 14:07:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>«Estórias abensonhadas»               Mia Couto</title>
         <author>bernardetedamas300</author>
         <link>https://padlet.com/biblioteca136/mzwnp2bf0ynfc3vd/wish/3682707241</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>SINOPSE</strong></p><p>Depois do  romance <em>Terra Sonâmbula</em>, estas histórias curtas trazem de volta o imaginário moçambicano de Mia Couto. Se o romance anterior transportou o leitor para o universo trágico da guerra, estes contos breves são <strong> </strong>traduzem o renascer do país, focando-se no período que se seguiu à assinatura do Acordo de Paz.</p><p>Reunindo textos, alguns anteriormente publicados em jornais e revistos para esta edição, o livro mantém o estilo do autor e a sua  capacidade de sonhar, presentes em obras anteriores (<em>Vozes Anoitecidas</em>, <em>Cronicando</em>, <em>Cada Homem é uma Raça</em>, <em>Terra Sonâmbula</em>).</p><p>Em todas as estórias,  constata-se o aproveitamento literário da <strong>fala popular moçambicana,</strong> uma das características marcantes da escrita de Mia Couto.</p><p><strong>BIOGRAFIA</strong></p><p><strong>EXPLORA +</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-14 09:22:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>«As Naus»                                           António Lobo Antunes</title>
         <author>bernardetedamas300</author>
         <link>https://padlet.com/biblioteca136/mzwnp2bf0ynfc3vd/wish/3682720533</link>
         <description><![CDATA[<p>O que aconteceria se os heróis dos Descobrimentos regressassem a Portugal como retornados, no pós-25 de Abr<strong>il?</strong></p><p>Neste romance, António Lobo Antunes orquestra um encontro irónico entre figuras históricas (Camões, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral, etc.) e a realidade portuguesa de 1974, após o fim da Guerra Colonial.</p><p>Foca-se na subversão das narrativas heroicas, mostrando-os despojados de grandeza, envolvidos em atividades desonrosas e lidando com a dura realidade do regresso e a desilusão com o império português.&nbsp;</p><p><br/></p><p><strong>BIOGRAFIA</strong></p><blockquote><p>Romancista. Proveniente de uma família da grande burguesia portuguesa, licenciou-se em Medicina, com especialização em Psiquiatria. Exerceu a profissão no Hospital Miguel Bombarda em Lisboa, dedicando-se desde 1985 exclusivamente à escrita. A experiência em Angola na Guerra Colonial como tenente e médico do exército português durante vinte e sete meses (de 1971 a 1973) marcou fortemente os seus três primeiros romances.</p><p><br/></p><p>Em termos temáticos, a sua obra prossegue com a tetralogia constituída por <em>A explicação dos pássaros</em>, <em>Fado alexandrino</em>, <em>Auto dos Danados</em> e <em>As naus</em>, onde o passado de Portugal, dos Descobrimentos ao processo revolucionário de Abril de 1974, é revisitado numa perspectiva de exposição disfórica dos tiques, taras e impotências de um povo que foram, ao longo dos séculos, ocultados em nome de uma versão heróica e epopeica da história. Segue-se a esta série a trilogia <em>Tratado das paixões da alma</em>, <em>A ordem natural das coisas</em> e <em>A morte de Carlos Gardel</em> - o chamado "ciclo de Benfica" -, revisitação de geografias da infância e adolescência do escritor (o bairro de Benfica, em Lisboa). Lugares nunca pacíficos, marcados pela perda e morte dos mitos e afectos do passado e pelos desencontros, incompatibilidades e divórcios nas relações do presente, numa espécie de deserto cercado de gente que se estende à volta das personagens.</p><p><br/></p><p>António Lobo Antunes começou por utilizar o material psíquico que tinha marcado toda uma geração: os enredos das crises conjugais, as contradições revolucionárias de uma burguesia empolgada ou agredida pelo 25 de Abril, os traumas profundos da guerra colonial e o regresso dos colonizadores à pátria primitiva. Isto permitiu-lhe, de imediato, obter um reconhecimento junto dos leitores, que, no entanto, não foi suficientemente acompanhado pelo lado da crítica. As desconfianças em relação a um estranho que se intrometia no meio literário, a pouca adesão a um estilo excessivo que rapidamente foi classificado de "gongórico" e o próprio sucesso de público, contribuíram para alguns desentendimentos persistentes que se começaram a desvanecer com a repercussão internacional (em particular em França) que a obra de António Lobo Antunes obteve.</p><p><br/></p><p>Ultrapassado este jogo de equívocos, António Lobo Antunes tornou-se um dos escritores portugueses mais lidos, vendidos e traduzidos em todo o mundo. Pouco a pouco, a sua escrita concentrou-se, adensou-se, ganhou espessura e eficácia narrativa. De um modo impiedoso e obstinado, esta obra traça um dos quadros mais exaustivos e sociologicamente pertinentes do Portugal do século XX.</p><p><br/></p><p>A sua obra prosseguiu numa contínua renovação linguística, tendo os seus últimos romances (<em>Exortação aos Crocodilos</em>, <em>Não entres tão depressa nessa noite escura</em>, <em>Que farei quando tudo arde?</em>, <em>Boa tarde às coisas aqui em baixo</em>), bem recebidos pela crítica, marcado definitivamente a ficção portuguesa dos últimos anos. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.portaldaliteratura.com/autores.php?autor=302">António Lobo Antunes - Portal da Literatura</a></p></blockquote><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-14 09:35:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>«A Rapariga que roubava livros»                                            Markus Zusak</title>
         <author>bernardetedamas300</author>
         <link>https://padlet.com/biblioteca136/mzwnp2bf0ynfc3vd/wish/3682841441</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>SINOPSE</strong></p><p><em>A Rapariga Que Roubava Livros</em> é narrado pela Morte.</p><p>Leva-nos até à Alemanha da Segunda Guerra Mundial para contar a história de <strong>Liesel</strong>. Aos nove anos, entregue para adoção, a menina rouba o seu primeiro livro no funeral do irmão – um ato que a definirá.</p><p>Aprendendo a ler com a ajuda do pai adotivo, Liesel transforma os livros roubados numa tábua de salvação, usando as palavras para exorcizar os fantasmas da guerra. A Morte, narradora poética e pouco sentimental, acompanha o percurso de Liesel e a sua paixão pela literatura, oferecendo um olhar original e humano sobre o conflito.</p><p><strong>BIOGRAFIA</strong></p><p><strong>EXPLORA +</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-14 11:30:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>«O Diário de Anne Frank»</title>
         <author>bernardetedamas300</author>
         <link>https://padlet.com/biblioteca136/mzwnp2bf0ynfc3vd/wish/3701064727</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-11-27 12:36:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>«O Mandarim» Eça de Queirós</title>
         <author>bernardetedamas300</author>
         <link>https://padlet.com/biblioteca136/mzwnp2bf0ynfc3vd/wish/3745415481</link>
         <description><![CDATA[<p>No livro, <em>O Mandarim</em>, Eça de Queirós utiliza o cenário exótico do Oriente para tecer uma crítica caricatural e simbólica à sociedade do seu tempo. Através das desventuras de Teodoro, o autor aplica a sua habitual <strong>pitada de sátira</strong>, expondo a fragilidade moral de um homem comum perante a promessa de facilidades.</p><p>Do ambiente burocrático do Ministério do Reino às paisagens da China, a narrativa destaca-se pela escrita elegante e pelo humor corrosivo de Eça. </p><p>O livro oferece ao leitor contemporâneo uma visão nítida da mestria de Queirós em retratar os vícios e os remorsos da humanidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-09 10:54:14 UTC</pubDate>
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         <title>«Contos»  Vergílio Ferreira</title>
         <author>bernardetedamas300</author>
         <link>https://padlet.com/biblioteca136/mzwnp2bf0ynfc3vd/wish/3745418017</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2026-01-09 10:57:08 UTC</pubDate>
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         <title>«Casos de Becos das Sardinheiras» Mário de Carvalho</title>
         <author>bernardetedamas300</author>
         <link>https://padlet.com/biblioteca136/mzwnp2bf0ynfc3vd/wish/3745419049</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2026-01-09 10:57:59 UTC</pubDate>
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         <title>«Contra Mim» Valter Hugo-Mãe</title>
         <author>bernardetedamas300</author>
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         <description><![CDATA[<p>SINOPSE</p><p>Num exercício de profunda introspeção, Valter Hugo Mãe mergulha no passado para resgatar a criança que foi e que, com o tempo, se tornou "inacessível". Este livro é uma viagem às origens, um confronto com as memórias de infância que, embora esquecidas, definem quem somos no presente. Através de um olhar terno e melancólico, o autor explora a transição da inocência para a realidade, procurando encontrar, entre as páginas, o rasto do menino que partiu por ofensa ou apenas pelo passar dos anos.</p><p> Um relato fundamental sobre a construção da identidade e a busca constante por aquilo que deixámos de ser.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-09 10:58:41 UTC</pubDate>
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         <title>«A Ilha na Rua dos Pássaros»</title>
         <author>bernardetedamas300</author>
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         <pubDate>2026-01-30 11:25:14 UTC</pubDate>
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         <title>«O Diário de Anne Frank»        Ari Folman &amp; David Polonsky</title>
         <author>bernardetedamas300</author>
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         <description><![CDATA[<p>SINOPSE</p><p><strong>Pela primeira vez, a voz de Anne Frank ganha uma dimensão visual inédita.</strong></p><p>Lançada mundialmente para celebrar o <strong>70.º aniversário</strong> da obra original, esta é a primeira adaptação para <strong>banda desenhada</strong> autorizada pela família Frank. Com base nos textos originais escritos entre 1942 e 1944, a narrativa preserva a autenticidade do dia a dia de uma adolescente forçada ao isolamento no "Anexo Secreto" em Amesterdão. </p><p><br/></p><p>Em junho de 1942, Anne Frank começou a escrever aquele que se tornaria o diário mais famoso da história. Durante a ocupação nazi em Amesterdão, Anne, a sua família e um grupo de outros judeus resistiram no silêncio de um esconderijo até à sua captura em agosto de 1944.</p><p><br/></p><p>Esta adaptação gráfica recorda o percurso da jovem que morreu em <strong>Bergen-Belsen</strong>, a escassos dois meses do fim da guerra, transformando o seu relato de não ficção num documento visual incomparável sobre o terror do conflito e a resiliência de uma menina de treze anos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-30 11:26:19 UTC</pubDate>
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         <title>«Quando Hitler roubou o coelho cor-de-rosa»</title>
         <author>bernardetedamas300</author>
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         <pubDate>2026-01-30 11:27:10 UTC</pubDate>
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         <title>«Cão com  Nós»    Manuel  Alegre</title>
         <author>bernardetedamas300</author>
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         <pubDate>2026-01-30 11:28:10 UTC</pubDate>
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         <title>«O Tatuador de  Auschwitz»     Heather Morris</title>
         <author>bernardetedamas300</author>
         <link>https://padlet.com/biblioteca136/mzwnp2bf0ynfc3vd/wish/3770539977</link>
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         <pubDate>2026-01-30 11:29:00 UTC</pubDate>
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         <title>«À procura de Anne Frank» Ari Folman &amp; Lena Guberman</title>
         <author>bernardetedamas300</author>
         <link>https://padlet.com/biblioteca136/mzwnp2bf0ynfc3vd/wish/3770540812</link>
         <description><![CDATA[<p>SINOPSE</p><p>No seu famoso diário, Anne Frank criou uma amiga imaginária, Kitty. </p><p>Agora, o realizador e autor Ari Folman, juntamente com a artista Lena Guberman, dão-lhe vida, numa novela gráfica.</p><p><br>Quando uma estranha tempestade se abate sobre Amesterdão e quebra o vidro que protege o diário guardado na Casa de Anne Frank, Kitty irrompe daquelas páginas e vai viver uma verdadeira aventura em busca da sua amiga.<br>Acompanhada pelas memórias dos dias passados no anexo secreto, Kitty percorre as ruas da capital holandesa de hoje e com a ajuda de amigos inesperados irá descobrir o que foi o Holocausto, o que isso significou para Anne e o que, por sua vez, o seu diário continua a representar para as crianças de todo o mundo.<br><em>À procura de Anne Frank</em> é uma história apaixonante, lançada simultaneamente em livro e em desenho animado.</p><p><br/></p><p>EXPLORA MAIS</p><p>Vê neste link a apresentação do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/BUI4y-Uk4xk?si=7iBMROrDsq7GJZDr">desenho animado.</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-30 11:30:09 UTC</pubDate>
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         <title>«Contos de cães e maus lobos» Valter Hugo Mãe</title>
         <author>bernardetedamas300</author>
         <link>https://padlet.com/biblioteca136/mzwnp2bf0ynfc3vd/wish/3770541900</link>
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         <pubDate>2026-01-30 11:31:47 UTC</pubDate>
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         <title>«Três homens num Barco» Jerome K. Jerome</title>
         <author>bernardetedamas300</author>
         <link>https://padlet.com/biblioteca136/mzwnp2bf0ynfc3vd/wish/3770543458</link>
         <description><![CDATA[<p>SINOPSE</p><p><strong>Um hino à vida boémia, à amizade e àquelas férias de verão que pareciam nunca terminar.</strong></p><p>Nesta narrativa  bem-humorada, acompanhamos a viagem fluvial de três amigos que decidem trocar a rotina pela liberdade do rio. </p><p>Entre a descrição feliz da natureza e a suave memória dos tempos passados, o livro faz o elogio da vida ao ar livre e dos afetos que dão sentido à existência. </p><p>É uma viagem incrível e divertidíssima que, segundo o jornal <em>The Guardian</em>, figura entre os <strong>25 melhores romances de sempre</strong>, perfeita para quem procura uma história que aquece o coração e celebra os laços inquebráveis da amizade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-01-30 11:33:55 UTC</pubDate>
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         <title>«Entre cães e gatos»        José Jorge Letria</title>
         <author>bernardetedamas300</author>
         <link>https://padlet.com/biblioteca136/mzwnp2bf0ynfc3vd/wish/3783134758</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Através de relatos reais e comoventes, José Jorge Letria mostra-nos como os animais de estimação são um dos maiores exemplos de dedicação e de lealdade. Este livro utiliza as vivências com amigos de quatro patas para nos ensinar lições valiosas sobre a capacidade de amar.</p><p>É um tributo à presença constante e ao impacto transformador que estes seres têm na nossa existência.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-02-09 11:36:32 UTC</pubDate>
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