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      <title>A Importância das Ciências Humanas by João Paulo</title>
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      <description>O papel da ciências humanas para compreensão da sociedade.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-04-05 17:49:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jp4840238</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nessa perspectiva, Adorno define a emancipação como um projeto que estabelece a libertação de todos os homens por meio do reconhecimento da liberdade, com ligação direta à independência econômica e à participação de homens e mulheres no mundo do trabalho em nível social. Como resultado, a emancipação humana está ligada à ação política, emocional e social. Como resultado, a emancipação humana só é possível quando um indivíduo toma consciência da situação social em que está preso, e tenta se superar coletivamente o que o torna universal.<br><br></div><div>Para tanto, é necessária uma nova consciência política e social, que necessita de uma educação holística do indivíduo e de suas potencialidades, que se dá por meio da educação (ARAJO, 2021).Com base nisso, a educação torna -se uma ferramenta por meio da qual os indivíduos podem se aclimatar a um dos muitos conhecimentos produzidos pela humanidade, a partir de uma reflexão crítica sobre a abolição dessa forma desviante de sociabilidade e uma visão de uma sociedade em que o ser humano é livre e não submetido ao capitalismo. Como resultado, há uma estreita ligação entre educação e emancipação humana: esta só é possível por meio de uma educação crítica e transformadora&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-05 18:09:09 UTC</pubDate>
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         <author>jp4840238</author>
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         <description><![CDATA[<div>As Ciências Humanas podem ser pensadas como um campo de pesquisa que tem como objetivo o estudo do ser humano em todas as suas vertentes, sendo denominadas “Humanas” por causa dessa natureza multifacetada. Em outras palavras, as ciências humanas investigam o ser humano como ser social, ou seja, como membro de uma sociedade que se envolve em interações e transformações. Falar de ciência humana é, nesse sentido, falar de compreensão humana.<br><br></div><div>Como resultado, o filósofo Renato Ribeiro, citado por Costa (2020), afirma que “assim como as ciências humanas que lidam com a convivência das pessoas”. A partir do momento em que esse campo do conhecimento define o ser humano na sociedade como objeto de estudo, abre - se a possibilidade de aprender sobre história, natureza humana, sociedade, geopolítica, arte e literatura. Esses entendimentos fornecem uma grande quantidade de informações capazes de transformar os indivíduos em seres mais críticos, observadores da realidade em que se encontram.<br><br></div><div>Nesse sentido, as ciências humanas produzem conhecimento baseado no questionamento e na crítica sistêmica, compartilham o conhecimento construído e permitem que as pessoas examinem e critiquem a sociedade. Dessa forma, as Ciências Humanas são vitais para a emancipação humana, pois possibilitam a conscientização consciente das configurações sociais e suas implicações, resultando em indivíduos mais críticos e reflexivos, capazes de lutar por sua própria libertação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-05 18:12:54 UTC</pubDate>
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         <author>jp4840238</author>
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         <description><![CDATA[<div>De acordo com a Cartilha de Povos e Comunidades Tradicionais (2013), os descendentes de quilombos podem ser considerados uma etnia pertencente a comunidades tradicionais. Vale ressaltar que os quilombos se relacionam com comunidades que surgiram como resultado de uma luta territorial, cultural ou social. Dessa forma, vê - se que esse povo foi historicamente marginalizado, no sentido de enfrentar injustiças sociais desde suas origens.<br><br></div><div>Como dito anteriormente, as comunidades quilombolas surgiram como uma forma de resistência, e suas origens remontam aos nossos quilombolas sobreviventes, que veem sua identidade quilombola como forma de emancipação (SCHMITT; TURATTI; CARVALHO, 2002), ou para colocar de outra forma maneira: ser um quilombola é buscar a liberdade.<br><br></div><div>Atualmente, a maioria das Comunidades Remanescentes de Quilombos enfrenta altos índices de privação, principalmente quando se trata de questões socioeconômicas, como disputas de terra com o setor agropecuário, preconceito e falta de políticas públicas voltadas à Educação e Saúde.<br><br></div><div>Nesse contexto, as ciências humanas atuam como investigadoras dos fatores que contribuem para a persistência da opressão e da desigualdade no Brasil, bem como dos fatores que agravam essas questões. Além disso, também é responsabilidade dos pesquisadores da área de humanidades abrir possíveis portas para esses povos, como o incentivo e a luta pela criação de políticas públicas educacionais para o povo quilombola.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-05 18:17:59 UTC</pubDate>
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