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      <title>ATIVIDADE COLABORATIVA - QUESTÕES CONTEMPORÂNEAS  (IN) by Cilene Muniz Braga</title>
      <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky</link>
      <description>Apresentação da turma de Questões Contemporâneas UVV - Prof. Glauber e Tutora Gracilene</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-08-06 17:10:51 UTC</pubDate>
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         <title>Tema: O corpo na História</title>
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         <description><![CDATA[<div>Líder do grupo: Isabel Sardenberg Lins <br>Integrante 01: Ana Cristina Pereira Corrêa<br>Integrante 02: Enzo Zota Vilanova<br>Integrante 03: Isabela de Souza Cordeiro<br>Integrante 04: Lara Fonseca Ferreira<br><br><strong>Resenha explicativa do nosso tema:</strong> O processo de construção do corpo iniciou na Grécia antiga. Existiam esculturas que procuravam exaltar a beleza e a saúde física. A beleza era associada à sabedoria e por isso entre os gregos, apenas eram considerados cidadãos livres, os homens que se dedicavam ao debate público. Inclusive, os atenienses atribuíam à liberdade de pensamento a mesma ênfase que à nudez. Toda essa importância à nudez se baseava na ideia de que os corpos capazes de manter seu próprio equilíbrio térmico eram mais fortes. Porém em relação às mulheres, a história era totalmente diferente, a nós coube apenas a submissão.<br>Na Idade Média, o corpo feminino também sofria represália. A supremacia da Igreja Católica constituiu a visão moral, social e política da época e por isso, surgiu a concepção do homem tomado pelo temor de ir pro inferno, pois o corpo humano era visto como a personificação do pecado. Na Era das Trevas a produção artística era voltada para os ensinamentos bíblicos, via-se nas pinturas personagens pouco volumosos, com o olhar direcionado ao céu e o corpo coberto por vestes. <br>Na Renascença a arte no pensamento e no conhecimento científico sofreu modificações. A época foi marcada pelo humanismo e uma cultura capaz de desenvolver as potencialidades da condição humana. Isso quer dizer que as preocupações, sentimentos e comportamentos humanos passavam a ser extremamente valorizados no campo das artes e até nas instituições políticas.  <br>A Idade Contemporânea determina um período que compreende entre o início da Revolução Francesa até os dias atuais. Diversos acontecimentos posteriores à Revolução Francesa, fundamentados no lema “Liberdade, Igualdade, Fraternidade”, foram essenciais para mudar a visão de mundo. Atualmente influenciadores trabalham com a filosofia do body positive para desmistificar toda a relação que temos com o nosso corpo, que foi construída pela sociedade durante todo esse tempo.<br><br>Foto autoral - Modelo: Br</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-18 15:30:02 UTC</pubDate>
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         <title>TEMA: O Corpo na História</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong>Integrante 01:</strong> Millena Coqui de Oliveira<br><strong>Integrante 02</strong>: Rayani Gonçalves Salvador Teixeira<br><strong>Integrante 03:</strong> Christiano Motta Perim<br><strong>Integrante 04: </strong>Karoline Müller de Assis<br><br><strong>Resenha explicativa do tema:<br><br></strong>No decorrer da história, o corpo humano desempenhou diversos papéis nos âmbitos social e cultural, contudo, esses papéis foram modificados através dos anos até obtermos a concepção moderna.<br><br></div><div>Durante o período da Grécia antiga, o corpo era tido como um santuário. Através dos jogos olímpicos, os povos antigos expressavam sua adoração aos corpos atléticos e vigorosos. Contando com ideais do naturalismo, os gregos valorizavam volume e simetria de formas, ideais esses comumente explorados nas esculturas da época. <br><br></div><div>Os ideais para o corpo humano se modificam ao longo da história, como pode-se perceber durante os anos da idade média, onde corpos mais abastados eram valorizados. Para a mulher, possuir um corpo mais volumoso representava saúde, pois acreditava-se que essa característica estava intimamente ligada a ser uma boa reprodutora e mãe de filhos saudáveis. A forte influência da religião não pode passar despercebida, já que durante esse tempo a igreja baniu os jogos olímpicos, que representavam ideais contrários aos da época, repreendendo qualquer tipo de culto ao corpo.<br><br></div><div>O período do renascimento foi mais um marco na história do corpo humano, já que através das artes, o corpo pôde ser novamente cultuado. Esse momento possibilitou a exploração do corpo em âmbitos antes condenados, como a sensualidade feminina. A partir disso, formas de distinguir corpos masculinos e femininos surgiram de maneira mais explícita, através de vestimentas e até mesmo do modo como andavam e falavam.<br><br></div><div>Traços dessas concepções através da história refletem a maneira que enxergamos os corpos nos dias de hoje, porém mais recentemente pode-se notar também uma vontade da sociedade de romper com alguns conceitos antigos objetivando maior liberdade.<br><br>Conceitos de masculinidade e feminilidade por exemplo, já não tem a mesma conotação e são rastros de uma imagem ultrapassada dos corpos. Hoje, caminhamos para uma maior diversidade e aceitação dos corpos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-19 17:17:01 UTC</pubDate>
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         <title>Tema: O corpo na história</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Líder do grupo: Gabrielen da Silva Carvalho<br>Integrante 01: Isabela Ferreira dos Santos<br>Integrante 02: Jefferson Carlos Lemos da Silva<br>Integrante 03: Júlia Igrainne Sant'Anna Pereira<br>Integrante 04: Jussara Damaceno Dias<br><br><strong>Resenha explicativa do nosso tema:<br></strong>Na Grécia antiga o corpo masculino era exposto na arte como forma de demonstrar saúde e força. O corpo masculino era exaltado e livre, possuidor de diversas regalias, enquanto o corpo feminino e/ou escravo acatava a leis rigorosas e menos liberais. <br><br></div><div>Já no cristianismo, o corpo passa a ser objeto de desejo carnal e fonte de pecado. Havendo uma divisão entre corpo e alma, onde a parte não física tem que tomar conta e guiar o corpo para uma vida regrada para que o ser possa atingir a vida eterna. O corpo deveria ser algo íntimo de si mesmo e ninguém poderia o conhecer totalmente. <br><br></div><div>Na Idade Média ainda sob valores cristões, o corpo se torna uma justificativa e referência nas relações sociais, as preocupações com o mesmo ainda são demonizadas pela igreja. O corpo feminino sofre com a dualidade da percepção da época, uma vez que a sensualidade e a bruxaria foram diretamente relacionadas às mulheres que tinham seus corpos queimados para a purificação do pecado, enquanto na poesia trovadoresca a mulher e sua beleza eram exaltadas.<br><br></div><div>Na Era Moderna, o Renascimento preocupa-se em olhar o corpo de forma mais científica. O corpo passa a ser visto por percepções analíticas, tanto na ciência quanto na arte. Com uma nova concepção de mundo, chega uma nova percepção da realidade e do ser. A preocupação com a saúde corporal e a busca por um corpo sadio também é um marco nesse período. O corpo e alma já não são mais vistos como um só, mas como partes que formam um ser. <br><br></div><div>Já nos dias de hoje, o corpo possui um grande peso social, o que gera cada vez mais novos padrões de beleza e consequentemente muito mais investimentos com a sua estética. O que leva a um mercado crescente de novos produtos e serviços ligados ao corpo e a busca incessante e inalcançável de um corpo perfeito.</div><div><strong><br></strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-19 19:07:35 UTC</pubDate>
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         <title>Tema: Acessibilidade e Inclusão</title>
         <author>thaisselga</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Líder do grupo: </strong>Thaís Selga da Silva Gomes<br><br><strong>Integrante 01:</strong> Mateus Henrique de Ambuzeiro Gama; <br><strong>Integrante 02:</strong> Vitor Manoel Loureiro Corrêa<br><strong>Integrante 03:</strong> Janayna Rouffer Rodriguez<br><br></div><div><strong>Resenha explicativa do tema</strong>:<br><br>A acessibilidade de pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida está amplamente relacionada à inclusão das mesmas como cidadãs no meio em que vivem. Acessibilidade é o que garante à pessoa com deficiência a viver de forma independente e deve estar inclusa em todos os âmbitos, tanto físicos como de linguagem e tecnológicos, considerando a diversidade de pessoas e as deficiências que possam ter. A inclusão social só acontece quando existe a acessibilidade, tornando possível que pessoas com deficiência ocupem mais espaços de maneira independente e possam exercer sua cidadania como qualquer outra pessoa.<br><br></div><div><br>Com a falta de acessibilidade, é comum que pessoas com deficiência passem cada vez mais tempo em casa, que nem sempre é um ambiente seguro (só em 2018, mais de 11 mil pessoas com deficiência sofreram violência doméstica, sendo mais de 60% causada por familiares*). Por isso é tão importante ocuparmos espaços falando de acessibilidade, de inclusão e como isso pode afetar positivamente a vida de uma pessoa com deficiência.<br><br></div><div><br>Dentre tantos benefícios, a acessibilidade e inclusão tendem a diminuir uma outra situação prejudicial que todas as pessoas com deficiência vivem: o capacitismo, que é a discriminação e preconceito contra pessoas com deficiência, incluindo o assistencialismo. Quando colocamos a deficiência à frente do indivíduo, deixamos de reconhecê-lo como um cidadão, como um ser humano que tem ambições, sonhos, sexualidade, senso crítico e defeitos como qualquer outra pessoa.<br><br></div><div><br>Mesmo que na constituição sejam garantidos direitos às pessoas com deficiência (<em>Lei Nº 13.146, de 6 de julho de 2015)</em>, sabe-se que a realidade é bem diferente. Felizmente, alguns grupos de pessoas têm usado a internet para trazer mais informações sobre esse assunto e  projetos para mais acessibilidade, espaço social e luta contra o capacitismo,  para que a sociedade esteja cada vez mais preparadas para o convívio igualitário com pessoas com deficiência.<br><br></div><div><br>*Fonte:<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2019-06/mais-de-117-mil-pessoas-com-deficiencia-sofreram-violencia-em-2018"> https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2019-06/mais-de-117-mil-pessoas-com-deficiencia-sofreram-violencia-em-2018<br></a><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-19 20:01:07 UTC</pubDate>
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         <title>Tema: O desenvolvimento histórico dos direitos humanos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Líder do Grupo: João Vítor Gama<br>Integrante 01: Enzo Borel <br>Integrante 02: Kaio Serra <br>Integrante 03: Matheus Farias<br>Integrante 04: Thiago Farias<br><br><strong>Resenha explicativa do nosso tema:<br></strong>Os direitos humanos foi uma construção histórica-social desenvolvida durante milhares de anos até poder ser finalmente declarada oficialmente em 1948 pela Organização das Nações Unidas.</div><div> O possível precursor dessa ideia foi um homem chamado Ciro II, um rei persa. Esse rei criou um documento chamado Cilindro de Ciro, que é apontado como o mais antigo que se vincula aos direitos humanos. Nele era declarada liberdade de religião e a abolição da escravatura. Com início na Babilônia, a ideia de direitos universais espalhou-se rapidamente para Índia, Grécia e por fim chegou a Roma. Surge em Roma também o conceito de “lei natural”, que significa que as pessoas tendiam a seguir certas leis não escritas no curso da vida. </div><div>            Documentos importantes surgiram no decorrer da história que afirmam os direitos individuais. Dois deles tiveram origem na Inglaterra em duas épocas diferentes que é a Magna Carta (1215) e a Petição de Direito (1628). A Magna Carta foi um documento que colocava por escrito alguns direitos do povo inglês e estabeleceu algumas limitações ao poder do rei. Esse documento foi um dos passos para a elaboração da constituição inglesa.  A Petição de Direito foi outro marco para o desenvolvimento dos direitos humanos feita pelo parlamento inglês e enviada a Carlos I como uma declaração a garantia dos direitos civis. Ela estabelecia que nenhum tributo poderia ser cobrado sem a aprovação do parlamento, nenhum homem podia ser preso sem motivo, nenhum soldado podia ser abrigado nas casas dos cidadãos. </div><div>            Posteriormente foram surgindo outros documentos que reafirmavam esses direitos universais. Os mais famosos são a Declaração Francesa dos Direitos do Homem e do Cidadão (1789), o Bill of Rights (1689) e a Constituição estadunidense (1787). Todas elas foram de grande inspiração para a elaboração da Declaração Universal dos Direitos Humanos pela ONU.</div><div> </div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-19 21:20:22 UTC</pubDate>
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         <title>Tema: Acessibilidade e Inclusão</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky/wish/766323226</link>
         <description><![CDATA[<div>Líder do grupo: Maria Luiza Assumpção Tozi<br><br>Integrante 01: João Rafael Pellacani Alves<br>Integrante 02: Luan de Souza Oliveira<br>Integrante 03: Christian Campista Gomes<br>Integrante 04: Gabriel Souza Coutinho<br><br><strong>Resenha explicativa do nosso tema:<br><br></strong> A falta de acessibilidade ainda se faz presente no Brasil e no mundo, mesmo com leis como o estatuto da pessoa com deficiência que favorecem a acessibilidade. Infelizmente, a grande maioria das organizações só passam a respeitar quando são cobradas de uma forma direta, e ainda vemos situações onde não há acessibilidade de pessoas com algum tipo de deficiência, que por conta disso não conseguem ter acesso a diversos locais, obter algum tipo de serviço ou  atendimento. A falta de acessibilidade começa quando um consumidor entra em uma lanchonete e não há um cardápio em Braille, quando um cliente tenta entrar em um comércio e não tem rampa, quando não há pessoas que saibam falar em libras para atender os surdos, e varias outras situações, que essas pessoas não são incluídas, e isso acaba dificultando a vida dessas pessoas. Mas para que aja uma mudança, todos devem colaborar, para incluir essas pessoas em todas as áreas do mundo, para que possam viver como pessoas normais, pois é isso que elas são.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 00:11:53 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho e Subjetividade no Mundo Contemporâneo - Felicidade no Trabalho</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky/wish/766386069</link>
         <description><![CDATA[<div>Eduarda Folador &amp; Thiago Tavares<br><br><strong>Resenha explicativa:</strong><br>Quando a pessoa gosta do seu trabalho e sente-se satisfeita com ele, os resultados parecem chegar com mais facilidade, as horas voam e até o corpo parece reagir de forma mais positiva, e enérgica. Porém, quando não gosta, cada minuto torna-se uma tortura, a saúde sente o peso do estresse e os resultados não são os melhores.</div><div>Empresas investem em palestras motivacionais, áreas de descanso, bônus, tudo para melhorar o relacionamento com o funcionário, tentando deixá-lo mais feliz e satisfeito. Desta forma, terá mais motivação, os resultados melhores e, consequentemente, haverá retorno positivo para a empresa. Empresas que se importam com as emoções e com a satisfação dos seus colaboradores geralmente têm pessoas mais dedicadas e dispostas.</div><div>Já em relação ao salário: seria uma boa alternativa trabalhar com o que não se gosta para ganhar bem? Ou seria pior trabalhar com o que gosta se a remuneração não fosse satisfatória?</div><div>Quando você trabalha com o que gosta, se sente mais disposto, sua vida melhora e as coisas ao redor dela também. Você acaba se sentindo mais completo.</div><div>Parafraseando a Monja Coen, “Dinheiro não é bom nem ruim, é alguma coisa que pode nos ajudar a viver melhor. Mas não é só atrás de dinheiro que a gente corre. Muitas vezes quando a gente faz coisas boas, com boas intenções, você tem bons resultados e o dinheiro é consequência. Também não espere o dinheiro cair do céu, pois ele não cai”.</div><div>O professor Silvio Meira disse que: "A alma do negócio, como estamos vendo em tempos de redes sociais, é excelência no atendimento, e não mais o tal do segredo da era industrial ou antes. E atendimento de primeira, que torna os clientes satisfeitos, só vai acontecer se os colaboradores estiverem satisfeitos com o que estão fazendo […]” (MEIRA, Silvio. 2013).</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 00:42:34 UTC</pubDate>
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         <title>Tema: O desenvolvimento histórico dos direitos humanos</title>
         <author>valmircomeriojunior</author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky/wish/768736773</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Líder do grupo:</strong> Valmir Comério Junior.<br><strong>Integrande 02: </strong>Gabriel Araujo Ruchdeschel<br><strong>Integrante 03:</strong> Flávia Ramos Netto<br><strong>Integrante 04: </strong>Guilherme Santana Dornelas<br><strong>Integrante 05: </strong>Raone Fonseca<br><br><br><strong>Resenha explicativa do tema:<br><br>O DESENVOLVIMENTO HISTÓRICO DOS DIREITOS HUMANOS</strong></div><div><br> Os direitos humanos são direitos e liberdades fundamentais que pertencem a cada um de nós, independente de onde você esteja, da sua classe social, raça, etnia ou religião. Quando nos referimos a tais direitos atualmente, temos uma visão bem clara do que são, ou, pelo menos, temosuma ideia de que direção devemos caminhar para conseguir atender as constantes mudanças em nossa sociedade. Entretanto, nem sempre foi assim.<br><br></div><div> Sociedades mais antigas por vezes sofreram por conta das atrocidades e violências cometidas pelo Estado e pelo próprio homem. É nesse contexto em que temos os primeiros indícios do surgimento dos direitos humanos.<br><br></div><div> Para alguns autores, a primeira carta dos direitos humanos do mundo foi o cilindro de Ciro (539 a.C.), que foi uma declaração feita pelo rei persa Ciro II após sua conquista da Babilônia. Tal declaração previa, entre outras coisas, a liberdade de religião e a abolição da escravatura.<br><br></div><div> O contexto histórico dos direitos humanos atravessa eras da história da humanidade, passando pela antiguidade, idade média, idade moderna, até hoje, a idade contemporânea. Situações históricas que estudamos até hoje possuem grande relevância para a conquista humanitária global que são os direitos humanos, e assim como nas eras passadas, está e sempre estará em desenvolvimento. <br><br></div><div> Tendo em vista isso, o contexto histórico dos direitos humanos é fundamental para o bom entendimento da nossa atual idade contemporânea. A situação humanitária decadente de vários países da atualidade têm muita influência histórica, dominação, guerras civis, guerras globais, disputa econômica, preconceito religioso e entre outros fatores.<br><br></div><div> Então, por sabermos que nossos direitos humanos possui um profundo contexto histórico e sociológico, estepresente trabalho tem por objetivo apresentar fatos históricos que tiveram extrema importância para com o desenvolvimento dos direitos humanos que nós conhecemos hoje. Tais fatos, assim como o cilindro de Ciro, marcaram profundamente a época em que foram criados. Não só isso, servem também como base de estudos até hoje para entendermos o raciocínio e a delicadeza que precisamos ter ao identificar a necessidade de novos direitos, conforme nossa sociedade se desenvolve.<br>  Os direitos humanos são essenciais na defesa de todo indivíduo, mas durante toda sua história vem se enfrentando vários desafios, dentre eles o populismo. Governos retratados como populistas implicam autonomia em suas decisões descartando ideias externas e gerando conjunto de práticas políticas que se justificam num apelo ao povo como por exemplo discursos relacionados a preocupação da situação econômica entre outros.<br><br></div><div> A preocupação com a gestão populista se baseia nas atitudes ditatoriais como é o exemplo das políticas anti-imigrações do atual governo dos EUA e a decisão do governo brasileiro de não apoiar as ONGs<br><br></div><div>“As minorias têm que se curvar para as maiorias”.<br><br></div><div>Depois, os populistas passam a enfraquecer “os pesos e contrapesos do poder público necessários para preservar os direitos humanos e o Estado de Direito, como um judiciário independente e uma imprensa livre.<br><br></div><div> Através da democracia o fator populista é derrubado e os direitos humanos preservados, cabe a nós observarmos a conduta dos representantes e avaliar se o direito a vida está sendo preservado.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 15:46:52 UTC</pubDate>
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         <title>Tema: O que são direitos humanos? </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky/wish/769008799</link>
         <description><![CDATA[<div>Líder do grupo: Karen de Paula Vandersee<br>Integrante 01: Jairo de Melo Ferreira Mendes<br>Integrante 02: Jessica Braga Mattos<br>Integrante 03: Igor Miguel Santana dos Santos<br>Integrante 04: Henrique de Souza Ananias  <br><br>O que são direitos humanos? O conceito é entendido como os direitos que dizem respeito a todo ser humano, independente de sua raça, cor, sexo, língua, religião, nacionalidade, profissão, ou classe social. Os direitos humanos são baseados no princípio de respeito ao indivíduo. Sua premissa fundamental é que cada indivíduo é um ser moral e racional que merece ser tratado com dignidade. Eles são chamados de direitos humanos porque são universais.</div><div>De fato, são garantias que dizem respeito à manutenção da vida humana e indicam o mínimo de recursos que alguém precisa para sobreviver. Nesse sentido, abrange garantias fundamentais da maneira universal como saúde, segurança, alimentação, liberdade, igualdade, julgamento justo, a defesa, direito à propriedade privada, à expressão livre, ao trabalho signo, à lazer, educação,  e demais aspectos políticos, civis, sociais, culturais e econômicos.</div><div>A consolidação dos direitos humanos deu-se após a Segunda Guerra Mundial, no qual muitas pessoas tiveram seu direito à existência extirpado. Porém, mesmo antes de sua consolidação, o conceito existia na prática para alguns países, uma vez que as Revoluções Americana e Francesa serviram de estopim para a prática reconhecida de certos direitos. Quando falamos de consolidação, nos referimos ao momento em que os direitos humanos foram reconhecidos em escala global e institucionalizado através da Declaração Universal dos Direitos Humanos em 10 de dezembro de 1948. A declaração fez história, ao estabelecer uma carta de direitos com aplicação universal pela primeira vez. <br>A existência humana não é privilégio, mas um direito. Ao mesmo tempo em que é dever dos estados garantir a todos os cidadãos o direito a ter direitos, é dever do cidadão exigir o cumprimento deles de maneira universal.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 16:39:41 UTC</pubDate>
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         <title>Tema: Acessibilidade e Inclusão</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky/wish/770249874</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Integrante 01: </strong>Amanda Gonzaga Gomes</div><div><strong>Integrante 02: </strong>Eduarda<strong> </strong>Libanio Passos</div><div><strong>Integrante 03: </strong>Monique Sthephany Nonato Oliveira</div><div><strong>Integrante 04: </strong>Moisés Pereira Neres</div><div><strong>Integrante 05: </strong>Renilda lopes de Freitas Metzker<br><br></div><div><strong> <br></strong><br></div><div>O que é Acessibilidade? É direito que garante à Pessoas com Necessidades Especiais (PNE) viver de forma independente e podendo usufruir de todos os espaços. Apesar de cada tipo de preconceito possuir especificidades muitos próprios, cabe destacarmos uma questão que é transversal a todos esses indivíduos: a luta por acessibilidade. Para dar eficácia o legislador elaborou diversas leis protetivas às pessoas com deficiência, sendo a mais específica a Lei n. 10.098/2000 – Lei da Acessibilidade, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência/modalidade reduzida que em qualquer lugar, que possuem mobilidade reduzida, seja ela adquirida ou nata, devem ser eliminadas “[...] a supressão de barreiras e de obstáculos nas vias e espaços públicos, no mobiliário urbano, na construção e reforma de edifícios e nos meios de transporte e de comunicação”. Sabe-se que muitas mudanças precisam ser efetuadas em locais não acessíveis para acesso das PNE, mas ainda falta uma rigorosa averiguação desses locais pelo governo federal e órgãos municipais, pois é uma lei e precisa ser cumprida, portanto não basta termos uma legislação mais rígida sobre o assunto por si só, principalmente se ela não tiver seu caráter punitivo. Ressalta-se também sobre a diminuição de barreiras atitudinais, quando a população como um todo, não se importa com a adaptação dos estabelecimentos porque não conhecem a lei ou por achas que nenhuma Pessoas com Necessidades Especiais (PNE) irá fazer o uso daquele ambiente, seja a limitação de qualquer natureza, para favorecer e fortalecer o seu direito de ir e vir, saúde, educação, trabalho e lazer como cidadão. A melhora desses lugares, para possibilitar a inserção social PNE em qualquer órgão público e privado como pessoas normais, devem ter mais reconhecimento e adaptações, para possibilitar o desenvolvimento de uma vida saudável e de uma sociedade inclusiva.<strong> <br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-22 22:50:52 UTC</pubDate>
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         <title>Integrante 01: Celia Nery Menezes </title>
         <author>CileneMunizBraga</author>
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         <description><![CDATA[<div>Tema: Desafios atuais aos direitos humanos.<br><br><strong>RESENHA:</strong><br>  A importância dos direitos humanos é fundamental para todos os cidadãos principalmente quando compõe a sociedade que nos leva a entender que todos nos temos direitos e deveres que nos leva a tomar decisões e compreender que a organização causa desafios que nos confronta com a vida atual e com a em sociedade. A democracia é mais do que um regime político que estabelece a forma de governar, ao surgir junto com o reconhecimento formal dos direitos humanos, esse regime político estabelece a natureza das leis que, por sua vez, formaliza o que somos, nos, cidadãos, temos direito e deveres perante a sociedade. A pobreza, principalmente quando combinada com a desigualdade social entre ricos e pobres, aumenta a vulnerabilidade social e diminui a capacidade crítica que permite o convívio em sociedade. Não só essas pessoas têm seus direitos sistematicamente violados e estão mais sujeitas a sofrer violências e injustiças diversas, como também estão sujeitas a praticar infrações ou serem obrigados a colaborar com o crime organizado. Seja por questões de sobrevivência e autodefesa, por falta de oportunidades de educação, trabalho e renda ou, em casos mais extremos, por redução da capacidade de discernimento em situações de fome e miséria, mas com tudo isso acontecendo no mundo, devemos ter amor a vida e aos princípios, a nossa integridade possa nos tornar cidadãos de bens, porque a nossa liberdade faz toda diferencia em uma sociedade em desigualdade social, podemos melhorar o mundo de maneira a reconhecer que nos  fazemos  toda diferencia em um mundo com pessoas diferentes, porem com direitos (leis) iguais para todos, apesar de  visões  diferentes para muitos ,mas em resumo com objetivo iguais que é a sobrevivência  de todos. <br><br>Mesmo que o país nos últimos anos tenha apresentado uma diminuição da pobreza, o nível de desigualdade social no Brasil ainda é notório</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-25 17:42:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tema: Trabalho Decente e Trabalho Degradante</title>
         <author>dbcampos72</author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky/wish/781533054</link>
         <description><![CDATA[<div>Líder do grupo: Déborah Pinto Oliveira<br>Integrante 1: Ana Maria Silva Salgado<br>Integrante 2: Amir de Souza Reis Filho<br>Integrante 3: Maria Júlia Tomazini Fogolin<br>Integrante 4: Leonardo Lyra<br><strong>Resenha explicativa do nosso tema:<br></strong>As formas de exploração do trabalho foram evoluindo com o decorrer do tempo, após a abolição da escravatura com a Lei Áurea em 1888, o chamado “trabalho análogo à condição de escravo” surgiu e apresenta algumas diferenças da escravidão. Porém, isso não significa que a dignidade humana não continue sendo afrontada por esses tipos de trabalho, uma vez que se encontra em desacordo com o princípio de valorização social do trabalho. <br><br></div><div>O trabalho degradante é um tipo considerado análogo ao de escravidão, pois é aquele que o trabalhador não tem garantias mínimas de saúde e segurança, além de jornadas excessivas, entre outros. Esse tipo de trabalho é considerado um crime de acordo com o art. 149 do Código Penal : “Reduzir alguém a condição análoga à de escravo, quer submetendo-o a trabalhados forçados ou a jornada excessiva, quer sujeitando-o a condições degradantes de trabalho, quer restringindo, por qualquer meio, sua locomoção em razão de dívida contraída com o empregador ou preposto. Pena - reclusão, de 2 (dois) a 8 (oito) anos, e multa, além da pena correspondente à violência.”<br><br></div><div>Falar disso é extremamente relevante ainda mais como futuros administradores, onde cada vez mais se fala do bem-estar dos funcionários como potencializador de resultados. Porém, infelizmente, ainda existem empresas que acreditam que jornadas excessivas e lideranças que chegam a humilhar seus funcionários em busca de metas utópicas são as melhores maneiras de conseguir resultados. Em suma, é necessário estarmos atentos às empresas ao nosso redor e não se negar quando for necessário realizar uma denúncia. Cada vez que nos calamos, somos cúmplices de um trabalho degradante. <br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-26 16:57:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tema: O que são Direitos Humanos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky/wish/782822528</link>
         <description><![CDATA[<div>Líder do grupo: Klaison Ribeiro dos Santos<br>Integrantes;<br>1: Diego Ribeiro dos Santos<br>2: Murillo Mathias Candido Santana<br><br><br><br>O que são direitos humanos<br><br></div><div> Os direitos humanos é uma pauta difícil a ser tratada, e já vem sendo discutida por décadas, onde todas as pessoas tem direito a vida e a liberdade, liberdade de expressão e opinião, ao trabalho e a educação entre outros direitos fundamentais que garante a dignidade e valor do ser humano.<br><br></div><div>Depois de longas guerras, revoluções e muita luta pelos direitos ao ser humano. Ainda hoje, o que vemos ao redor do mundo ainda é um cenário de desigualdade e violação da vida. Para garantir que as pessoas tenham acesso à alimentação, educação, moradia, segurança, saúde e tantos outros fatores a uma vida digna, é necessário que não só os governos atuem no cuidado com a sociedade mas que está também esteja sempre vigilante e agindo de maneira a contribuir<a href="http://www.unama.br/noticias/ser-voluntario-fazer-o-bem-traz-incontaveis-beneficios"><strong> </strong></a>com o bem estar e<br>proteção de si mesma. A (ONU) que é a organização das nações unidas trabalha no sentido de garantir que os direitos humanos sejam respeitados em todo o planeta, ajudando os países a implantar as normas internacionais desses direitos e também trata das denúncias de suas violações<br><br></div><div>O surgimento da democracia como forma de governo foi essencial para o estabelecimento de direitos para os humanos. Ter um governo democrático é reconhecer que todo ser humano tem direitos e deveres, mas não garante que eles sejam aplicados. Em resumo, a democracia possibilitou estabelecer os direitos para todos os humanos.<br><br></div><div>A Assembleia-Geral proclama a presente Declaração Universal dos Direitos Humanos como o ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as nações, com o objetivo de que cada órgão da sociedade e individuo, tendo em mente esta declaração  se esforce, através do ensino e da educação promover o respeito a esses direitos e liberdades, e, pela adoção de medidas progressivas de caráter nacional e internacional, por assegurar o seu reconhecimento e a sua observância universal, tanto entre as nações, quanto entre os povos dos territórios sob sua jurisdição.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-27 22:35:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tema: O que são direitos humanos?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky/wish/785036925</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Líder do grupo: Giulia Cristina Siqueira Santos<br>Integrante 1: Adriana Dias Barroso<br>Integrante 2: Bárbara Alcântara dos Santos Sousa<br>Integrante 3: Kamily Vieira Hoffmam <br>Integrante 4: Laysa Priscila Silva <br><br>Resenha explicativa do tema:<br><br>Os Direitos Humanos se fizeram presente em nosso meio a partir do momento em que o homem começou a ter percepção de que era dotado de direitos naturais. Contudo, os Direitos Humanos só foram oficialmente declarados como princípios de extrema importância na proteção da dignidade após o término da 2 Guerra Mundial, quando também foi criada a ONU e a Declaração Universal dos Direitos Humanos, que são utilizados atualmente, e deixa claro que todos os seres humanos têm direito à liberdade, educação, vida, a saúde, etc. Além disso,  os Direitos Humanos são divididos em 5 categorias, sendo: os Direitos Civis que são os direitos de igualdade perante a lei, os Direitos Políticos que são os direitos de votar e ser votado, os Direitos Socioeconômicos que são os direitos ao trabalho, saúde e educação, os Direitos Culturais que são direitos a liberdade de expressão e direito a vida social e os Direitos Ambientais que são os direitos de proteção e preservação ao meio ambiente.</div><div>Porém, os Direitos Humanos não são exercidos como deveriam, mesmo sendo universais, por isso temos hoje organizações que visam a proteção desses direitos que infelizmente não são colocados em prática para todos os indivíduos, alguns desses movimentos são o Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Anistia Internacional, Serviço Paz e Justiça na América Latina, entre outros. Essas organizações e movimentos buscam evitar que casos como o de George Floyd um homem negro americano que foi brutalmente assassinado em via pública por um policial, como também o caso de João Pedro de 14 anos que foi assassinado em sua casa no Rio de Janeiro, não seja tratado com normalidade no mundo. Por fim, cabe a nós mesmos mudar essa realidade para que tenhamos um mundo justo onde as pessoas tenham seus direitos respeitados.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-28 16:29:36 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Tema: O que são direitos humanos - Equipe 08 - AVA OK</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky/wish/799986819</link>
         <description><![CDATA[<div>integrante 1: Lívia Lopes <br>Integrante 2: Leonardo Alves <br>Integrante 3: Mariana Rodrigues<br>Integrante 4: Millena Calais<br>Integrante 5: Tháyza Dias <br>São direitos civis e políticos (exemplos: direitos à vida, à propriedade privada, à língua materna, liberdade de pensamento, de expressão, de crença, igualdade formal, ou seja, de todos perante a lei, direitos à nacionalidade, de participar do governo do seu Estado, podendo votar e ser votado, entre outros, fundamentados no valor liberdade); direitos econômicos, sociais e culturais (exemplos: direitos ao trabalho, à educação, à saúde, à previdência social, à moradia, à distribuição de renda, entre outros, fundamentados no valor igualdade de oportunidades); direitos difusos e coletivos (exemplos: direito à paz, direito ao progresso, autodeterminação dos povos, direito ambiental, direitos do consumidor, inclusão digital, entre outros, fundamentados no valor fraternidade).<br>a sua principal função é garantir a dignidade de todas as pessoas, são universais: são válidos para todas as pessoas, sem qualquer tipo de discriminação ou diferenciação, são relacionados entre si: todos os direitos humanos devem ser aplicados igualmente, a falta de um direito pode afetar os outros, são indisponíveis: significa que uma pessoa não pode abrir mão dos seus direitos, são imprescritíveis: significa que os direitos humanos não têm prazo e não perdem a validade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-03 18:57:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tema: Aspectos da Construção Social da Saúde </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky/wish/800860320</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Líder</strong>: <a href="https://cead.uvv.br/saladeaula/user/view.php?id=33912&amp;course=223"><br>STENYO DOS SANTOS PEREIRA</a>        <strong>Integrante 01: </strong>Camila Novelli<strong> <br>Integrante 02: </strong>Stenyo Pereira<strong> <br>Integrante 03: </strong>Swiany Rodrigues<strong> Integrante 04: </strong>Victoria Thomazi<strong> <br></strong><br><br></div><div>O caminho de percurso de 30 anos do Sistema Único de Saúde brasileiro é marcado por importantes mudanças na atenção á saúde da população. A evolução da oferta de serviços e profissionais vinculados ao SUS e das possibilidades de acesso, as mudanças nos padrões de utilização estão entre os principais elementos.  Sobretudo é importante destacar os desafios históricos, no meio público-privado na prestação dos serviços de saúde, as marcantes desigualdades regionais, sociais (pessoas) e o subfinanciamento.<br><br></div><div>O aumento ao acesso foi muito significativo, possivelmente relacionada ao desenvolvimento da oferta de serviços e recursos humanos em saúde, e a diversificação das carreiras profissionais. Desse jeito, a análise do acesso, oferta e uso de serviços de saúde necessita ser complementada com avaliações sobre a qualidade e do cuidado ofertado. Portanto demanda a abordagem de outras dimensões do desempenho do sistema de saúde, como adequação, continuidade, aceitabilidade, efetividade, eficiência, segurança e respeito aos direitos do paciente.<br><br></div><div>A complicação e constante relação público-privado na prestação de serviços de saúde no país é um desafio fundamental na trajetória do SUS. Visto que a garantia de acesso aos serviços de saúde para população pelo SUS passa pela necessidade de contratar serviços privados. Dessa forma notamos uma desigualdade social, pois as pessoas que necessitam do SUS tem o desafio que se caracteriza pelo tempo até o atendimento.<br><br></div><div>As condições de saúde da população têm passado por transformações no período recente, em decorrência do envelhecimento da estrutura etária, do aumento da morbidade e da mortalidade por causas externas e da emergência/reemergência de doenças infecciosas e parasitárias, um exemplo atual é a pandemia da COVID-19. Passados 30 anos, percebe-se que necessita apontar os caminhos necessários para o planejamento político que superem os desafios atuais e futuros, mas que assegurem o direito social do cidadão do acesso universal à saúde. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-04 14:26:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tema: O desenvolvimento histórico dos direitos humanos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky/wish/803462120</link>
         <description><![CDATA[<div>Líder do Grupo: Marina Pinheiro Bonela<br>Integrante 1: Mayara de Jesus Silva<br>Integrante 2: Jheniffer Oliveira Garcia<br>Integrante 3: Flavia Thimotheo Cardoso<br>Integrante 4: Lucca Jorge Ferrari<br><br>Os princípios mudam de forma muito rápida. O que era certo em um momento da história se torna inaceitável em outro momento. Dessa forma, é identificado uma constante evolução dos direitos humanos, vindos através de batalhas, lutas e uma construção história para hoje ser identificado como é. Como esses princípios e valores mudam de tempos em tempos, é observado a constante evolução dos direitos humanos e seu desenvolvimento. </div><div> </div><div>É visto que há o também chamado de direito fundamental, caracterizado pelos direitos individuais, sociais, econômicos e políticos, que nada mais são os direitos humanos vistos como direitos fundamentais. De forma que, limita o poder do Estados para então ocorrer um equilíbrio da sociedade, igualando ou tentando igualar os direitos do cidadão, objetivando a diminuição de injustiças. </div><div> </div><div>Nesse contexto histórico, é importante relevar as constituições que foram percursoras nesse processo para consolidação dos direitos humanos na contemporaneidade. Assim, é dividido em direitos antes da guerra e direitos pós guerra. Todos sabem o quanto o mundo mudou no pós guerra, e esse contexto histórico tem total influência no que se vive hoje. Além disso, há também o chamado direitos de terceira dimensão, quais são reconhecidos após a criação da ONU.</div><div> </div><div>O mundo evoluí e junto, é esperado que as pessoas também. Por isso, essa imagem que representa a humanidade em todas as suas diferenças e que está em constante mudança.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 15:21:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Corpo na História</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky/wish/803963165</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>LÍDER 01: </strong>Brennda da Silva Prata Ramos | 202088896<br><strong>Integrante 02:</strong> Andressa Vargas De Andrade  | 201985044<br><strong>Integrante 03: </strong>Yasmim Gomes de Siqueira | 202090963<br><strong>Integrante 04: </strong>Ananda Caroline Amorim  | 202088679<br><br><strong><em>Resenha explicativa:</em></strong><em><br></em><br>Foi no período de ascensão de Atenas, que os gregos passaram a ter uma percepção mais clara do belo estético. </div><div><br></div><div>Ocorria, então, o desenvolvimento das artes, especialmente da pintura e da escultura cujas imagens representavam a “Beleza Ideal”.</div><div> </div><div>O corpo humano belo, era aquele que mostrava harmonia e proporção entre as partes, para os gregos, a beleza não estava no corpo feminino, a beleza era qualidade do corpo masculino especialmente do homem rico, másculo e grego.</div><div><br></div><ul><li>O CORPO E A ARTE </li></ul><div><br></div><div>Na era renascentista, Leonardo da Vinci dizia que no trabalho da pintura, o bom pintor deveria pintar duas coisas: o homem e a sua mente.</div><div><br></div><div>Só depois de representado esse corpo, seria possível captar a poesia da mente. O primeiro olhar é o de reconhecimento do semelhante, já com um olhar mais atento, seria possível captar a mente do ser ali representado e toda atmosfera imprimida.</div><div><br></div><div>Vestimentas luxuosas, copos esguios e perucas rebuscadas quase sempre acompanhadas de rostos pálidos e bochechas rubras que representavam a saúde e a riqueza.</div><div><br></div><ul><li>O CORPO NOS DIAS ATUAIS</li></ul><div><br></div><div>O corpo na nossa atual sociedade é objetificado e visto como algo não pertencente ao indivíduo mas ao mundo, padrões pré definidos ditam quem é bom, quem possui boa saúde, quem é bonito, quem pode ter relacionamentos e afins.</div><div><br></div><div>As redes sociais são o meio mais utilizado para tal progressão, disseminando e fortalecendo que o corpo ideal é aquele que agrada a sociedade em um todo.</div><div><br></div><ul><li><strong>CONCLUSÃO</strong> </li></ul><div><br></div><div>O conceito de corpo remete à questão da natureza e da cultura, e abre, assim, um leque diferenciado de posicionamentos teóricos, filosóficos e antropológicos.</div><div><br></div><div>O corpo não se revela apenas enquanto componente de elementos orgânicos, mas também, fato social, psicológico, cultural, religioso. Está dentro da vida quotidiana, nas relações, é um meio de comunicação.</div><div><br></div><div>Concluímos que é através do nosso corpo que expressamos o efeito e significados que as relações tiveram ou têm em nós.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 17:09:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>TEMA: PROLETARIADO INDUSTRIAL</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky/wish/804902648</link>
         <description><![CDATA[<div>Líder: Nadia de Jesus dos Santos<br>integrante 1: Higor Roberto Coutinho Caetano<br>integrante 2: Jamily Santos Costa<br>integrante 3: Yana Norbim da Silva<br>integrante 4: Nicole Amaral de Souza<br><br>A palavra “proletário” remete aos tempos do antigo Império Romano, significando trabalhadores que nada mais tinham a oferecer ao império a não ser seus filhos (prole) para trabalhar no exército imperial. Após isso, no século XIX, Karl Marx e Frederich Engels reformularam este conceito, e então a palavra “proletário” passou a significar um trabalhador muito pobre que ganhava apenas o necessário para subsistir. </div><div> </div><div>Já o proletariado industrial surgiu com a Revolução Industrial,onde os grandes empresários (ou capitalistas) pagavam salários muito baixos para seus trabalhadores em troca de sua mão-de-obra em um ambiente hostil às condições mínimas necessárias para que estes trabalhassem tendo sua dignidade preservada. Além disso, as condições de moradia dos mesmos eram precárias e o “salário” que ganhavam mal dava para para comprar alimentos, tendo como mantimento mais acessível a batata. Dado isso, nem mesmo as crianças ficavam de fora destas condições de trabalho, onde haviam de trabalhar desde muito pequenos para ajudar seus pais. O horário de trabalho atingia até 17 horas por dia, onde não tinham direito à férias e nem mesmo à auxílio doença em casos de acidentes.</div><div> </div><div>Todos esses acontecimentos levaram Karl Marx e Engels a escrever o famoso “Manifesto Comunista”, sugerindo que os trabalhadores, por meio de uma revolução armada, se apropriassem de todos os meios de produção para que não fossem mais explorados pela classe dominante, que foi chamado na história de socialismo. Mais tarde, com base nas sugestões de Marx e Engels, ocorreu a revolução russa, onde todos os trabalhadores que estavam revoltados com suas condições de subsistência reagiram à toda opressão que sofriam e derrubaram a monarquia do Czar, instaurando a União Soviética (que era baseada no socialismo).</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 22:21:16 UTC</pubDate>
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         <title>Tema: A Pedagogia da beleza </title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Líder do grupo:</strong> Júlia Castelar <br><br><strong>Integrante 01: </strong>Patricia Siqueira <strong><br>Integrante 02: </strong>Tatiane Candido<strong> <br>Integrante 03: </strong>Savanah Julliet <br><br>Resenha Explicativa do tema:<br><br>O tema escolhido é amplo e conta com uma gama muito grande de subtítulos. No nosso artigo optamos por abordar de forma segmentada as partes dos corpos femininos, explicando a ditadura da beleza desde um fio de cabelo até o dedão do pé, literalmente.<br>É histórico e de conhecimento geral que o padrão de beleza instaurado aqui em 1500, é de origem européia, ou seja: Pele clara, cabelos lisos, narizes finos e olhos claros, com o passar dos anos, abandonamos as roupas exageradas trazidas por eles, abandonamos seus sotaques, sua pele extremamente alva  e até seus maus hábitos de pouca higiene; entretanto, não conseguimos nos desvincilhar de suas curvas extremamente padronizadas, de seus moldes inalcançáveis, e isso gera até hoje consequências a níveis globais. <br>Ansiedade, estress, depressão, bulimia, anorexia... Dentre incontáveis outros distúrbios/doenças que nos foram herdados. Hoje, muitas de nós têm buscado atingir um nível inventado de beleza, e para isso, nos submetem a procedimentos dolorosos como cirurgias plásticas, a roupas apertadas e desconfortáveis e produtos estéticos caros e artificiais.<br>Um povo miscigenado, multicultural e controverso, onde, uns são acolhidos e adorados e outros marginalizados e negligenciados, e por mais que não pareça, isso tem tudo a ver com beleza, ou com o que a maioria dita como belo. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-07 00:55:53 UTC</pubDate>
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         <title>Tema: As democracias representativas e os direitos humanos.</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Líder do grupo</strong>: Ana Cecilia A. da Silva</div><div><strong>Integrante 02</strong>: Cecilia Sibelly </div><div><strong>Integrante 03</strong>: Jheniffer Mengal</div><div><strong>Integrante 04</strong>: Larissa Fernandes</div><div><strong>Integrante 05</strong>: Matheus Hastenreiter<br><br></div><div>Os Direitos Humanos equivalem –se aos direitos naturais garantidos a todo e qualquer indivíduo, e que devem ser universais, ou seja, se estender a pessoas de todos os povos e nações, independentemente de sua classe social, etnia, gênero, nacionalidade ou posicionamento político. São exemplos de direitos humanos o direito à vida, direito à integridade física, direito à dignidade, entre outros. Devido a Segunda Guerra Mundial e a milhares de mortes atribuídas a ela, a ONU decidiu criar a Declaração Universal, formada por 30 artigos que tratam dos direitos inalienáveis que devem garantir a liberdade, a justiça e a paz mundial. Entre os diversos direitos garantidos pela Declaração Universal, estão o direito a não ser escravizado, de ser tratado com igualdade perante as leis, direito à livre expressão política e religiosa, à liberdade de pensamento e de participação política. A democracia representativa se baseia no conceito de o povo escolher um representante por meio do voto. Esse representante deve expor seus argumentos e opiniões, afim de atingir a população que compartilha dos mesmos ideais que ele e, portanto, se elegido para representar todo um povo nos Parlamentos, Câmaras, Congressos ou Assembleias da República. A ideia de democracia representativa veio da impossibilidade de o povo participar de forma direta por excederem as proporções da mesma, tanto geograficamente como em número. A Democracia Representativa é capaz de permitir que toda população tenha direito ao voto independentemente de cor, raça, religião e gênero, ou seja, todo ser humano é considerado cidadão. O conceito moderno e atual de democracia se baseia no modelo ateniense na Grécia Antiga, mas com fortes influências dos movimentos liberais como a Revolução Francesa, a Revolução Americana e por fim o Governo Representativo Liberal Inglês.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-07 23:11:31 UTC</pubDate>
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         <title>Tema: O que são direitos humanos.</title>
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         <description><![CDATA[<div>Integrantes:<br>Beatriz Lopes Pereira (Líder)<br> Hyun Joo Han<br>Luara de Freitas Corleto<br>Juliano Amin Molosso<br>Thyfany Lima Adami<br><br>O presente tema versa sobre os direitos humanos, a qual pode-se conceituar como direitos inerentes à vida humana. Tais direitos estão vinculados a todo e qualquer país que fazem parte da Organizações das Nações Unidas, a ONU, também há uma grande luta pela igualdade nos países que são considerados Estados-Soberanos.<br>Tais direitos abrangem aspectos civis, políticos, sociais, culturais e econômicos. Para maior entendimento, observe a definição da ONU, a Organização das Nações Unidas: “Os direitos humanos são direitos inerentes a todos os seres humanos, independentemente de raça, sexo, nacionalidade, etnia, idioma, religião ou qualquer outra condição.” O Brasil, por sua vez, é um dos membros fundadores da ONU, a qual trás no art. 5°, caput, de sua Carta Magna de 1988 que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade. Os direitos humanos foram conquistados através de uma trajetória histórica de lutas de diversos grupos sociais. Apesar de ser difícil indicar o momento histórico que os direitos humanos passaram a ser universais, reconhecidos para todos os seres humanos, destacam-se a filosofia e a Democracia nas Cidades-Estado da Grécia Antiga e a República Romana. Ambas sociedades tiveram amplas contribuições no âmbito político ao instituir leis escritas, instituições que limitavam o poder do Estado e pelo poder popular, especialmente em Atenas. Além disso, a Revolução Gloriosa no século XVI e, posteriormente, as Revoluções Francesa e Americana tiveram uma enorme importância histórica para a formação do que conhecemos como Estados Democráticos de Direito. Porém, apenas após os horrores da Segunda Guerra Mundial que a Declaração Universal dos Direitos Humanos foi formulada. Seu objetivo é delinear e proteger os direitos básicos e universais de todos os seres humanos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-07 23:59:32 UTC</pubDate>
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         <title>Os Desafios Atuais Aos Direitos Humanos </title>
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         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky/wish/815209959</link>
         <description><![CDATA[<div>Integrante 01: Marcela Zecchin Favarato <br>Integrante 02: Hélio Leite de Menezes Neto <br>Integrante 03-Líder: Vicenzo Camara Lombardi<br>Integrante 04: Emanuelle Romulado Lacerda  <br>Integrante 05: Laura Victória Boning Kuhn<br><br>Na medida em que o tempo avança vão surgindo novas formas e interpretações de direitos e garantias humanas. Entretanto, mesmo com esse avanço não é certo que essas salvaguardas estejam sendo verdadeiramente efetivadas.<br><br></div><div>Um dos principais pontos que dificultam a implementação dos direitos humanos é a soberania dos países como estados nacionais. Isso porque, para que um direito humano seja efetivado, um país deve se comprometer a isso por meio da assinatura de um tratado. Assim, caso não o faça, por mais que sofra uma certa pressão da comunidade internacional, esse país não sofre nenhuma sanção por ter em seu ordenamento normas que contraponham ou relativizem os direitos humanos. <br><br></div><div>Além disso, vale ressaltar também que as diferenças culturais entre esses países é o que origina a recusa por parte de uns em aceitar certos direitos, pois cada cultura dentro de um mundo tão plural tem a sua linha de valores do que é certo ou errado, e essa linha nem sempre está de acordo com os direitos humanos. Um exemplo forte disso é o direito à integridade física, que alguns países orientais não se determinam e ainda seguem uma tradição de terem penas de mutilação como chibatadas e amputação de membros.<br><br></div><div>Sendo assim, são todas essas diferenças entre os países que confluem para os diferentes cenários dos direitos humanos no mundo como, por exemplo, o caso do aborto que, em certos países, é entendido como uma violação do direito à vida e, em outros, é entendido como um direito da mulher sobre seu próprio corpo. <br><br></div><div>Com isso, é possível concluir que há uma necessidade de alinhamento das interpretações pelos países do que efetivamente são ou não são os direitos humanos para que assim possa existir um esforço conjunto para a sua real implementação no contexto global.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-08 19:29:49 UTC</pubDate>
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         <title>Tema: Trabalho Decente e Trabalho Degradante</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Líder do grupo</strong>: Charles Scalfoni Zamperlini <br><strong>Integrante 02:  </strong>Aline da Conceição Coutinho<strong><br>Integrante 03: </strong>Rafael de Sousa Rodrigues<strong><br>Integrante 04: </strong>Gabriel Marcellos Barcelos<strong><br>Integrante 05: </strong>Arthur Mataveli Junqueira Olimpio<br><br>   O trabalho decente tem sua descrição na Organização Internacional do Trabalho (OIT) sendo as atividades que são adequadamente remunerados, exercidas em condições de liberdade, equidade e segurança, capaz de garantir uma vida digna. Conceituação que norteia as relações do empregador e empregado, onde deve sempre haver o respeito pelas particularidades e diferenças de cada indivíduo, combatendo a pobreza e desigualdades na sociedade. <br><br></div><div>  No Brasil o conceito surgiu em 2003, onde foi assinado um memorando de entendimento, que estabeleceu um programa para a Agenda Nacional de Trabalho Decente (ANTD) que era composto por três pilares, sendo a geração de empregabilidade em maior qualidade e melhores empregos, erradicação do trabalho escravo e a eliminação do trabalho infantil. <br><br></div><div>  No âmbito mundial a OIT estabelece quatro pontos que são a centralização dos objetivos estratégicos, sendo o respeito aos direitos no trabalho, a promoção do emprego produtivo e qualidade, ampliação da proteção social e fortalecer o diálogo social. <br><br></div><div>  O trabalho degradante é o oposto de tudo que foi estabelecido pela Organização Internacional do trabalho e pelas normas dos Direitos Humanos. Os colaboradores que estão nessa situação são tratados com desrespeito, muitas vezes sendo humilhado pelo empregador, desempenhando suas funções em jornadas excessivas de trabalho e num ambiente impróprio, sem atender as normas de segurança e chegando ao ponto de rebaixar o indivíduo na condição de análogo à escravidão e podendo até afetar o direito de ir e vir.<br><br></div><div>  Depois da conceituação, é <br>nítido a importância de trabalhar contra o trabalho degradante, pois em pleno século XXI existem muitos lugares e empresas grandes que adotam essa terrível modalidade em busca da máxima produção, lucro e o mínimo respeito com o colaborador e seus direitos, todo cidadão deve ter liberdade de escolha, de construir uma carreira e ter condições dignas de vida. <br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-09 13:20:04 UTC</pubDate>
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         <title>Tema: As Democracias Representativas e os Direitos Humanos.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky/wish/818674179</link>
         <description><![CDATA[<div>Líder do Grupo: Kézia Pereira Santana Damascena<br>Integrante 01 - Blenda Kelli Coutinho de Oliveira<br>Integrante 02 - Fernanda Alexandre da Cruz<br>Integrante 03 - Maria Eduarda Prado de Oliveira<br>Integrante 04 - Thais Mozer Marques<br><br>Resenha: <br>No regime das democracias representativas são realizadas votações, para eleger representantes de um povo, uma população, determinado grupo, comunidade etc. Esse regime só reforça ainda mais a garantia dos direitos humanos através da Constituição que regulamenta a política, a vida pública e os direitos e deveres de todos. A Democracia Representativa busca reforçar a questão dos Direitos Humanos, uma vez que, ao escolhermos os nossos representantes, esperamos que eles possam respeitar e garantir os nossos direitos e proporcionar condições para que possamos exercer os nossos deveres.<br>Os direitos humanos foi uma conquista que começou através da Revolução Americana pela carta de Declaração dos Direitos dos Cidadãos dos Estados Unidos que assegura certos direitos aos nascidos no país, entre eles, garante o direito à vida, à liberdade, à igualdade e à propriedade. Nessa mesma época eclodiu a Revolução Francesa que deu origem a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão baseada nos ideais iluministas que pregavam a igualdade, a liberdade e a fraternidade, essa declaração tinha por objetivo assegurar que nenhum homem deveria ter mais poder ou direitos que outro, diferente do antigo regime absolutista.<br>Embora essa seja a intenção de grande parte dos cidadãos, a democracia representativa, muitas vezes, não os representa integralmente, pois alguns governantes acabam por confundir os ideais daqueles que os elegeram com os seus próprios objetivos e, assim, ocasiona diversos problemas, visto que não promovem condições para que os direitos dos cidadãos sejam garantidos. Também há problemas de representações que defendam os interesses das minorias, que mesmo em pequenos passos, estão se unindo e tentando eleger pessoas alinhadas com o que elas acreditam e vivem.<br>Os direitos humanos e a democracia fazem parte de uma luta que se arrastou e ainda se arrasta ao longo do tempo para termos as garantias que possuímos atualmente.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-10 15:07:43 UTC</pubDate>
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         <title>GRUPO 6: ASPECTOS DA CONSTRUÇÃO SOCIAL DE SAÚDE</title>
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         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky/wish/819682233</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>LÍDER DO GRUPO</strong>: Monalisa Campelo de Miranda<br><strong>Integrante 01</strong>: Samia Rosário Souza Cabral</div><div><br>O conceito de saúde, assim como muitos outros aspectos da vida humana, passou por transformações. Saúde era associada apenas à ausência de doença e não englobava aspectos psíquicos e sociais. Embora a questão biológica seja importante ela não é o único parâmetro para analisar se uma pessoa está saudável. A mudança desse paradigma é observada na atualidade. O entendimento é mais ampla, possibilitando olhar para outras questões que impactam na saúde humana. Essa situação é exemplificada ao se analisar a desigualdade enfrentada por muitas pessoas no acesso à saúde. Devido à tecnologia, hoje prolonga-se a vida e curam-se doenças. No entanto, apesar da previsão constitucional da saúde como direito, no Brasil as pessoas têm restrições materiais básicas que dificultando uma boa saúde, tais como a ausência de saneamento e de boa alimentação. </div><div><br>Uma mudança muito significativa para o tema da saúde foi o reconhecimento da saúde mental como sua integrante. Durante muito tempo as perturbações mentais foram ignoradas no âmbito dos esforços desenvolvidos para reforçar os cuidados com a saúde. Devido à falta de informação, muitas pessoas afetadas foram negligenciadas. A pandemia desnudou não só a precariedade material em que muitos vivem, mas também trouxe à tona a suscetibilidade ao adoecimento mental e físico a partir da configuração social. Os casos de ansiedade e depressão aumentaram em pessoas sem histórico de doenças mentais e que foram afetadas pela situação do mundo atual.</div><div><br>Se os fatores envolvidos no binômio saúde-doença fossem melhor compreendidos poderiam ocorrer melhores direcionamentos em relação à saúde, nos tratamento e nas prevenções. Políticas de abrangência populacional com programas educativos, comunicação social e estabelecimento de laço de coesão social. Nota-se, portanto, que é necessária uma reflexão por parte das pessoas a respeito do que é saúde e dos fatores que interferem significativamente no processo de saúde e doença.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-11 14:14:48 UTC</pubDate>
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         <title>Tema: Sobre uma pedagogia da beleza</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky/wish/819972895</link>
         <description><![CDATA[<div>Líder do grupo: Vitória Dalla Bernardina Silva<br>Integrante 1: Julia Rique Santos Hellmeister Malhado<br>Integrante 2: Marcella Gryschek Induzzi<br>Integrante 3: Brunna de Almeida Carvalho <br>Integrante 4: Mellina Maria Pavesi Felner<br><br><br><strong>Sobre uma pedagogia da beleza.</strong></div><div><strong> <br></strong><br></div><div>Segundo a história, cada cultura define o conceito de corpo perfeito de acordo com seus valores. Os modos de pensar e viver o corpo variam muito de uma época diferente. No Brasil, muitas pessoas enxergam a beleza como uma das melhores qualidades das pessoas, causando muito investimento na imagem com procedimentos estéticos.<br><br></div><div>Esse corpo, que varia tanto, é adquirido pela sociedade por meio de uma “imitação prestigiosa”. Os indivíduos imitam atos, comportamentos e consequentemente, o corpo de pessoas bem-sucedidas na sociedade, sem perceber que estão buscando o mesmo fim.<br><br></div><div>Kylie Jenner viu sua marca explodir graças aos seus "lip kits": um conjunto de lápis e gloss que prometia deixar os lábios de quem os usasse delineados e volumosos. Cinco anos depois do lançamento da marca, vemos uma profusão de garotas com um visual parecido ao dela.</div><div> </div><div>Podemos pensar em relação à televisão, que veicula imagens de corpos perfeitos através dos variados formatos de programas, propagandas, novelas, filmes etc. Isso nos leva a pensar que a imagem da “eterna” juventude, associada ao corpo ideal, atravessa todas as faixas etárias e classes sociais, compondo de maneiras diferentes diversos estilos de vida.<br><br></div><div>Esta recente fixação por uma aparência computadorizada e pouco realista pode nos representar riscos físicos e psicológicos. Um estudo divulgado pela UCL, em 2019, mostrou que redes sociais elevam a ocorrência de depressão em meninas adolescentes.</div><div> </div><div>Visto isso, as pessoas e empresas que estão estudando mais as consequências e seu consumidor, perceberam que era necessária a mudança de ideologia, logo, aos poucos as pessoas estão propagando informações sobre auto aceitação, amor próprio e conforto com sua imagem, para que ao invés do consumidor se moldar nos padrões da marca, a empresa inclui a todos de forma diversa e agradável, tornando o ambiente saudável e reconfortante.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-11 19:50:29 UTC</pubDate>
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         <title>Democracias representativa e os direitos humanos.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky/wish/820049151</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Líder e integrante</strong> <strong>1:</strong> Ana Clara Avancini Valdo Lemos | 201985158<br><strong>Integrante 2:</strong> Bruna Tagliari Tubino | 201984351<br><strong>Integrante 3:</strong>  Enzo Venâncio Antunes | 201984983<br><strong>Integrante 4:</strong> Daniel Alves Ponciano | 202092028<br><br><strong>RESENHA:<br></strong>A democracia é, por assim dizer, um regime político onde deve prevalecer não a vontade de um tirano, nem de um grupo minoritário, mas sim a vontade da maioria popular. Contudo, em regimes democráticos, os grupos minoritários possuem direitos –não só de se manifestarem como tais, como também de poder eleger alguém que os represente. Representatividade no meio político é um tema bastante discutido, pois uma parte da sociedade não sente que os governantes eleitos ás representa. Os conflitos sociais que temos envolve o fato que grupos sentem que seus direitos humanos estão sendo esquecidos, ignorados ou violados. Os direitos humanos são básicos, e não devem fazer distinção de ninguém, é uma conquista que ocorreu ao longo do tempo, com destaque de sua construção em importantes períodos, como acontecimentos da Revolução Francesa que garantiu que os cidadãos franceses teriam direito à liberdade, propriedades, segurança e direito a opinião. Ainda no contexto histórico, tivemos também o "<em>Petition of Rights"</em> e o "<em>Habeas Corpus"</em>, que protegia a liberdade de locomoção e inspirou o "<em>Bill of Rights"</em>, que reconheceu direitos ao indivíduos. Desde os primeiros indícios de emancipação, iniciou-se o processo dos direitos humanos. É esperado que a democracia não consiga satisfazer todos os grupos sociais, mas quando esse número é alarmante, é necessário refletir. O individualismo que a sociedade cultiva influencia as decisões democráticas, esse sentimento não foi levado em consideração durante os primórdios da democracia. Por isso, considera-se que uma atualização da forma como lidamos com esse sistema deva ser renovado, vendo que a sociedade já evoluiu suas morais e conceitos. Esta mudança demanda tempo, mas ela é claramente precisa. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-11 21:24:22 UTC</pubDate>
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         <title>Aspectos da construção social da saúde</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky/wish/820079809</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Líder e integrante</strong> <strong>1:</strong> João Vitor De Souza -202089664<br><strong>Integrante 2:</strong> Gilberto Jardim Dutra -202091165<br><strong>Integrante 3:</strong>  Gustavo Nunes Amorim -202091574<br><strong>Integrante 4:</strong> Solivan Renato Vensão Junior - 202088785<br><strong>Integrante 5:</strong>De lleon savignon vidigal silva- 202089754<br><br><br><strong>RESENHA:<br></strong>Este artigo busca especificar o conteúdo dos conceitos de saúde e de direito à saúde como função de sua construção social. Nesse escopo, aborda alguns aspectos relevantes a eles relacionados, tais como: a natureza das necessidades humanas no campo sanitário, as relações entre a inovação tecnológica em saúde e a desigualdade social no acesso à atenção sanitária e as circunstâncias político- -sociais em torno da constitucionalização do direito à saúde no Brasil. Concluindo, no que se refere ao direito à saúde, entende-se que seu conteúdo se desdobra entre as distintas dimensões dos direitos humanos, sendo fundamental, à sua apreensão e realização, a compreensão do contexto histórico e cultural em que desenvolvido, bem como das aspirações da sociedade na qual o direito está sendo considerado.<br><br></div><div>Basicamente tem que ser observado que tudo influência quando o tema é saúde, a peste negra foi um exemplo claro disso, pois as pessoas viviam totalmente sem higiene básico e isso influenciou para que muitas pessoas fossem atacadas pelas doenças ou pela doença especifica. Passamos atualmente por uma pandemia que também se espalhou muito devido há algumas práticas que levamos... <br><br></div><div>Para que haja um crescimento na saúde, temos que ter consciência nos nossos hábitos e não depender somente de saúde pública que é um direito que temos.  <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-11 22:06:23 UTC</pubDate>
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         <title>Tema: O desenvolvimento histórico dos direitos humanos</title>
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         <description><![CDATA[<div>Líder do grupo: Edgar Edmundo Junior Lacle<br>Integrante 01: Rubia Zeckel Wendler<br>Integrante 02: Pammela helmer domingos<br>Integrante 03: Lorenzo Lazuroz<br>Integrante 04: Pedro Arthur Nascimento Ramos<br><br>Resenha:<br>Os direitos humanos dependeram de varias coisas e de um longo período histórico para serem reconhecidos como universais, para todos os seres humanos.<br>A conquista e ampliação dos direitos humanos se tornaram possível através da luta histórica de diversos momentos sociais, como o movimento dos trabalhadores, movimento feminista e movimento negro.<br><br>O início dos direitos humanos teve como ponto crítico entre outros as declarações feitas pela França e os Estados Unidos. Os interesses econômicos dos que oprimiam e eram oprimidos abriram a porta para revoluções. A França acabou perdendo sua monarquia e os Estados Unidos as suas colônias.<br><br>A Declaração Universal dos Direitos Humanos surgiu em dezembro de 1948,  o documento foi  criado pela Organização das Nações Unidas (ONU), por meio de Assembléia Geral e é formado por 30 artigos. A Declaração Universal dos Direitos Humanos foi criada como uma forma de reação contra as atrocidades cometidas durante a Segunda Guerra Mundial, quando Hitler comandou o genocídio de judeus e outras minorias nos campos de concentração.<br><br>Frase de Miguel de Cervantes “A história é émula do tempo, repositório dos fatos, testemunha do passado, exemplo do presente, advertência do futuro” e com ela uma reflexão: para onde a história dos direitos humanos está caminhando?<br>Mesmo diante de todas as garantias que os direito humanos nos proporciona, o mundo como um todo ainda sofre por discriminações e crueldade. É inegável que muitos parâmetros melhoraram com a declaração dos direitos humanos, entretanto muitos pontos ainda não estão em prática.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-12 00:01:51 UTC</pubDate>
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         <title>Tema: Trabalho decente e trabalho degradante </title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Líder e Integrante 1:</strong>Rafaela Sfalsin Scopel-202093587<br><strong>Integrante 2: </strong>Isadora Polese Reinders-201985991<br><strong>Integrante 3:</strong>Lucas Costa Cysne-202092598<br><strong>Integrante 4:</strong>Ramon Reis Baptista-202091454<br><strong>RESENHA:<br></strong>Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), trabalho decente é “aquele desenvolvido em ocupação produtiva, justamente remunerado e que se exerce em condições de liberdade, equidade, seguridade e respeito à dignidade da pessoa humana”. Ele é considerado condição fundamental para a superação da pobreza, da redução das desigualdades sociais, da garantia da governabilidade democrática e do desenvolvimento sustentável.<br><br></div><div>O conceito de trabalho decente deve ser contraposto ao de trabalho degradante, que por definição do Ministério de Trabalho e Emprego (TEM), será caracterizado quando houver sujeição da vítima a trabalhos forçados; a jornada exaustiva, a condições degradantes de trabalho; e restrição por qualquer meio da locomoção da vítima em razão de dívida contraída com o empregador ou preposto. <br><br></div><div>Cabe ressalvar que, apesar de terem as mesmas consequências do ponto de vista criminal, trabalho degradante e trabalho forçado possuem definições distintas do ponto de vista do direito do trabalho. Como regra geral, o trabalho forçado é realizado sob condições degradantes, mas nem todo trabalho degradante é forçado. A principal diferença entre eles é que o trabalho forçado envolve necessariamente, uma coação do trabalhador e a negação da liberdade. Já o trabalho degradante, podemos associá-lo aos subempregos, criados sem proteção social e com baixa proteção de direitos trabalhistas, mas não há, a rigor, uma coercibilidade do empregado, que tem plena liberdade de ação, podendo desligar-se do trabalho a qualquer momento.<br><br></div><div>Por fim, destaca-se, que o Direito do Trabalho é uma verdadeira conquista obtida ao longo da história da humanidade, exercendo papel fundamental, ao garantir condições mínimas de vida aos trabalhadores, assegurando a dignidade da pessoa humana e evitando abusos que o capital e a busca pelo lucro pudessem causar aos membros da sociedade, em especial àqueles que não detêm o poder econômico.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-12 00:56:35 UTC</pubDate>
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         <title>Tema: Acessibilidade e inclusão</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Líder do grupo: </strong>Gabriel Aguiar Andrade - 202089056<br><strong>Integrantes - 1:  </strong>Natan Dantas - 202090201<strong><br>Integrante 2: </strong>Cassiano Ferreira Lopes - 201988150<br><strong>Integrante 3:  </strong>Heitor Silva Vieira da Costa - 202088436<strong><br>Integrante 4:</strong> <strong> </strong>William Gabriel Pereira da Conceição - 202089713<br><strong>Integrante 5: </strong>Cristian Amorim Moreira Filho - 202091989<strong><br></strong><br><br>RESENHA:<br>Em 2007 a ONU constatou que vivem no mundo 1 bilhão de pessoas com deficiência, 80% vivem em países em desenvolvimento (subdesenvolvidos). É transparente o desrespeito dos governantes de tais países quando o assunto é a garantia dos direitos à inclusão e à acessibilidade.<br>A grande questão é: como incluir e dar acesso a coisas simples do nosso dia a dia, para pessoas com algum tipo de deficiência, andar na rua por exemplo, calçadas irregulares, pisos que não trazem o mínimo de segurança, inclusão no mercado de trabalho, em grupos sociais, temos que trazer essas pessoas para dentro do seio social sem discriminar nenhum indivíduo, sendo que no Brasil, nossa carta magna nos coloca em pé de igualdade.<br><br></div><div>No Brasil podemos ver através da LEI Nº 10.098 DE 19 DE DEZEMBRO DE 2000 que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida (o termo portador de deficiência foi modificado para pessoa com deficiência), mediante a supressão de barreiras e de obstáculos nas vias e espaços públicos, no mobiliário urbano, na construção e reforma de edifícios e nos meios de transporte e de comunicação. Assim também, como a LEI Nº 13.146, DE 6 DE JULHO DE 2015, que se trata da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, servindo para assegurar e promover, os direitos e exercícios de liberdades fundamentais das pessoas com deficiências, visando a sua inclusão social e cidadania.<br><br></div><div>O Estado tem se esforçado para assegurar esse direito de igualdade com diversos projetos para inclusão como, a cota racial( Lei de Cotas, n. 8.213/91.) e vaga para portadores de necessidades para ingresso em universidades e concursos públicos, reforma de políticas públicas para acessibilidade de PNE, como as calçadas cidadãs, que facilita a locomoção de pessoas com deficiência visual, além de rampas para cadeirantes; construção de unidades públicas adaptadas à receber os PNE; cursos profissionalizantes, para preparação de pessoas de baixa renda para o mercado de trabalho, entre outras medidas que o Estado adota.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-12 16:38:27 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>As Democracias Representativas e os Direitos Humanos </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky/wish/822891235</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Integrante 01 e Líder</strong>: Sara Pelles Soares<br><strong>Integrante 02:</strong> Bianca Rondon<br><strong>Integrante 03:</strong> Maria Eduarda Sales <br><strong>Integrante 04: </strong>Julia Sarmento Rodrigues<br><br></div><ul><li><strong>RESENHA:</strong></li><li><strong><em>Democracia Representativa</em></strong></li></ul><div>A democracia teve seu início em Atenas, na Grécia Clássica, onde foi criada a ideia de cidadania.  A democracia grega possuía diversas características importantes, dentre elas, as duas de maior relevância para o futuro da Filosofia, era a afirmação de igualdade de todos os homens adultos diante das leis e o direito de todos de participar de forma expressa do governo da cidade. Porém essa democracia na Grécia era restrita, e a ideia começou a mudar com o surgimento da Revolução Francesa e do Iluminismo, que conquistaram  uma participação política de todas as classes sociais. A democracia representativa nada mais é do que uma alternativa encontrada pelos países contemporâneos para continuar a ter um modelo democrático que seja viável para o mundo atual, onde a população expressa a sua vontade por meio de pessoas escolhidas pela mesma para representá-las, pois seria impossível gerar acordos entre 200 milhões de brasileiros, como era feito antigamente na Grécia. Por esse motivo, a Democracia Representativa foi o melhor método para que as decisões políticas fossem tomadas. <br><br></div><ul><li><strong><em>Direitos Humanos</em></strong></li></ul><div>Com o intuito de limitar e controlar o poder absoluto obtido pelo Estado, e assim evitar guerras, foram criadas as organizações  supranacionais como a ONU e a União Europeia, colocando os direitos humanos como fundamento de uma convivência pacífica e civilizada. Os direitos humanos são princípios internacionais que são essenciais para proteger, garantir e respeitar o ser humano, assegurando as pessoas o direito de uma vida digna, sendo este direito defendido pela Constituição Federal de 1988, em seu Artigo 5°, caput. <br><br></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
         <pubDate>2020-10-12 20:56:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tema:  Desafios atuais aos Direitos Humanos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky/wish/822902348</link>
         <description><![CDATA[<div>Líder e Integrante 1: <a href="https://cead.uvv.br/saladeaula/user/view.php?id=37313&amp;course=223"><mark>MARIANNA COUTINHO DUARTE SIQUEIRA</mark></a><br>Integrante 2:<a href="https://cead.uvv.br/saladeaula/user/view.php?id=35283&amp;course=223"><br>RAQUEL ZANETTI DE OLIVEIRA</a><br>Integrante 3: Amilton Bravim Junior.<br><br>Resenha: <br>Em nosso trabalho, tratamos sobre como antigamente nós tínhamos muito menos direitos humanos que hoje em dia, porém, o ideal ainda está longe de acontecer. <br>Há países onde os direitos são próximos entre homens, mulheres, negros, brancos, indígenas etc., porém há países, como o Afeganistão (imagem abaixo), onde a expectativa média de vida para as mulheres é baixa, aproximadamente 45 anos devido a dificuldade de viver convivendo com violência dentro de casa, conflitos armados e pobreza.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-12 21:02:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Equipe 33 - AVA OK</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Proletariado Industrial </strong><br><strong>Líder e integrante 01</strong>: João Pedro Valani Fernandes<br><strong>Integrante 02: </strong>Gabriel de Oliveira Gomes<br><strong>Integrante 03</strong>:  Henrique Michalsky Cavaca de Oliveira Ximenes</div><div><strong>Integrante 04:</strong> João Paulo Fonseca Alves<br><strong>Integrante 05:</strong> Victor Fernando Serra de Freitas<br><br><strong>Resenha:<br></strong>No contexto do êxodo rural e revolução Industrial, muitas pessoas passaram a se urbanizar e trabalhar nas indústrias que estavam surgindo na época. Contudo, esse processo, apesar de ter sido um grande avanço para o mundo em questões de tecnologia, produção, globalização, entre outros, não se deu uma forma agradável, principalmente para a classe operária, que posteriormente foi denominada proletariado.<br><br></div><div>Proletariado é um meio de vida que utiliza apenas a força de trabalho por meio de suas aptidões, divergindo do trabalhador, que vende os produtos de seu trabalho, enquanto o proletariado oferece sua mão de obra, ou seja, suas habilidades humanas para fazer algo.<br><br></div><div>Historicamente a palavra “proletariado” na Roma Antiga, era utilizada para descrever as pessoas de uma classe social de baixa renda, eles não possuíam propriedades com isso o nome proletário era um nome considerado ruim/ depreciado. O termo proletários foi difundido pela teoria Marxista como forma de oposição à burguesia (donos de burgos/ grandes terras, eles possuíam grandes riquezas).<br><br></div><div>Essa mudança do campo para a cidade contribuiu para a utilização do trabalho infantil nas indústrias. Inicialmente, só as crianças abandonadas em orfanatos eram entregues aos patrões para trabalharem nas fábricas. Com o passar do tempo, as crianças que tinham famílias começaram a ir pelo mesmo caminho, trabalhando por longas e exaustivas horas, perdendo, assim, toda a sua infância.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-12 22:28:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tema: Desafios atuais aos direitos humanos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky/wish/823310235</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Líder do grupo e integrante 1:</strong> Lays Golffetto Escodino - 202090742<br><strong>Integrante 2:</strong> SAMARA DIAS 🤬 - 202089707<br><strong>Integrante 3:</strong> Maria Eduarda Santos Almeida - 202088289<br><strong>Integrante 4:</strong> Júlia Cerutti de Jesus - 202088296<br><strong>Integrante 5:</strong> Giovanna Souza Rodrigues - 202090911<br><br>Resenha:<br>Já se passaram 70 anos desde que líderes mundiais concordaram que os princípios propostos pela Declaração Universal dos Direitos Humanos são inerentes a todos, independentemente de fatores como raça, sexo, nacionalidade, etnia, idioma, religião ou qualquer outro. Atualmente, os maiores desafios dos Direitos Humanos se encontra mais perto do que podemos imaginar. Exemplo disso, é a pobreza e a desigualdade social, problema de cunho global. Além disso, outros desafios que nos dias de hoje é muito recorrente, são os casos de discriminação e violência, resultantes também das fracas instituições.</div><div> </div><div>De acordo com o IBGE, em 2019 mais 170 mil brasileiros entraram para a pobreza extrema; encerrando o ano com 13,8 milhões de pessoas. Tal informação evidencia dois grandes desafios dos Direitos Humanos, a pobreza e a desigualdade social; visto que, no Artigo XXV da Declaração Universal dos Direitos Humanos, diz que <em>“Toda pessoa tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a si e a sua família saúde e bem-estar, inclusive alimentação, vestuário, habitação [...]”</em>. </div><div> </div><div>Os Direitos humanos em nosso país são violados desde os primórdios, quando milhares de índios foram mortos no século XVI e, pouco depois, com a escravização dos negros africanos, onde os mesmo tinham que viver sob condições de fome, dificuldade e miséria. </div><div> </div><div>É dever dos Estados implementarem os direitos humanos, através de instituições; isso é uma discussão que deveria ser debatida, uma vez que, as mesmas estão incapacitadas de fazer um feito tão grande. Uma frase dita pelo antigo secretário geral da ONU representa muito bem, tal inaptidão dos países sobre os Direitos Humanos: “Todos sabemos quais são os problemas, e todos sabemos o que prometemos realizar. O que é agora preciso não são mais declarações ou promessas, mas ações para cumprir as promessas já feitas.”</div><div><br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 01:26:41 UTC</pubDate>
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         <title>Tema: Sobre Uma Pedagogia da Beleza</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Integrante 01: </strong>Ingridy Haese Grigio</div><div><strong>Integrante 02: </strong>Silkenn Mara Littig da Silva<br><strong>Integrante 03 e Líder:</strong> Débora de Oliveira Campos</div><div><strong>Integrante 04: </strong>Daniel Ferreira Lopes</div><div><br>Padrão de beleza é um termo que denomina um modelo de beleza (corpo, rosto, vestimentas...) que é considerado "ideal" para uma cultura, país, região.<br><br>Esse padrão é mutável, e sofre alterações conforme o tempo. Na Grécia antiga, por exemplo, o modelo de beleza ideal para as mulheres era o cabelo ruivo, lábios grandes e quadris largos, hoje em dia o que é considerado bonito é um corpo magro e sem curvas.<br><br>A pedagogia da beleza imposta pela maioria das revistas, programas de televisão e até as redes sociais ainda é de um corpo magro, esbelto e em forma. O maior problema desses padrões é que eles são completamente impossíveis de serem alcançados pela maioria das pessoas, já que o corpo humano possui diversos tamanhos e formas diferentes e isso acarreta em cirurgias, uso de produtos ilegais, problemas psicológicos e alimentares e até suicídio por  pessoas que estão fora desse padrão.<br><br>Além disso, muitos indivíduos sofrem preconceito somente por não se encaixarem nesse modelo de beleza " ideal".<br><br>Felizmente, boa parte do mundo está repensando sobre os padrões de beleza e quebrando estereótipos, já vemos modelos plus size nas passarelas, pessoas com vitiligo em propagandas de produtos de beleza e a diversidade nos comerciais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 02:12:38 UTC</pubDate>
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         <title>Tema: O Corpo na História</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Integrante 1: Elisa Oliveira Alves<br>Integrante 5: Vera Lúcia Gonçalves Serrao<br>Integrante 2: Cristiely Neves<br>Resenha: <br>O corpo tem uma grande importância no contexto social e filosófico. Os filósofos Sócrates, Platão, Descartes tentaram compreender o corpo de alguma forma. Desde a Grécia Antiga, o corpo é encarado como um santuário, com toda a beleza de corpos atléticos e vigorosos, onde os Jogos Olímpicos representavam essa visão, pois havia a concepção de que um corpo bonito e saudável era sinônimo de beleza e virilidade. Porém, na Idade Média, a concepção de corpos bonitos era aquela que, esteticamente falando, não pareciam tão atraentes assim, pois ser gordo nessa época representava saúde. Para as mulheres, ser gorda significava ser uma boa reprodutora e mãe de filhos saudáveis. Além disso, a Igreja exercia forte influência nessa época, chegando até a extinguir os Jogos Olímpicos. Qualquer culto ao corpo era estritamente proibido. Até chegarmos aos dias de hoje, o corpo passou por diversas modificações. O que se vê hoje, são corpos construídos, seja pela mídia ou por cirurgias plásticas. A concepção de corpo da sociedade contemporânea é puramente artificial.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 10:27:23 UTC</pubDate>
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         <title>Tema: Acessibilidade e Inclusão.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky/wish/824366462</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Líder 01:</strong> Ana Clara Marques Fregulha | 202088485<br><strong>Integrante 02:</strong> Julia de Freitas Nascimento | 202091669<br><strong>Integrante 03: </strong>Lucas Klabund de Oliveira | 202088334<br><strong>Integrante 04:</strong> Matheus Henrique Montenegro Campelo | 202090676<br><strong>Integrante 05: </strong>Ramon Victor da Paz Pereira | 202091783<br><br><strong>RESENHA:</strong><br>Apesar de vivermos em uma sociedade mais harmônica, apresentando novos princípios, valores adequados e com novas tecnologias no âmbito que a cerca, ainda sofremos com problemáticas em certas questões, principalmente quando o assunto acessibilidade e inclusão é abordado.<br>Acessibilidade é o direito essencial que garante ao cidadão com deficiência ou mobilidade reduzida viver de forma independente, de exercer sua participação social e de cidadania, melhorando sua qualidade de vida e sendo sua presença imprescindível nos meios físicos, de transporte, informação, serviços e comunicação.<br>Hoje em dia, grande parte de pessoas portadoras de deficiências ainda acreditam que um ambiente com princípios de inclusão e acessibilidade é uma escolha do proprietário, do arquiteto e/ou engenheiro, desconhecendo dos seus próprios direitos, de que tal termo é uma obrigação que deve estar presente em todos os meios da sociedade.<br>A Constituição Brasileira de 1988 tinha como objetivo garantir os direitos sociais e individuais das pessoas, inclusive as com deficiência, sendo um marco para o surgimento de novas normas e leis específicas, que garantissem esse fato na sociedade e, contribuindo de forma direta para a criação da Lei de Cotas em 1991, que trouxe o foco da inclusão dos PCDs no mercado de trabalho.<br>Hoje em dia, o estatuto da pessoa com deficiência é uma das leis mais completas no Brasil, e por mais que a Globalização tenha contribuído no acesso à informação em todos os meios, muitas pessoas ainda desconhecem seus direitos básicos. Tal fato evidencia que é de suma importância trazermos o assunto para debates e análises, contribuindo para a perpetuação do conhecimento e melhorando assim, os ambientes que cercam toda a sociedade. É necessário que o tema se torne conhecimento em todos os níveis sociais, para que cada vez mais a inclusão seja realizada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 11:00:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Líder: Stenyo Pereira          Integrante 01: Camila Novelli </div><div>Integrante 02: Stenyo Pereira </div><div>Integrante 03: Swiany Rodrigues Integrante 04: Victoria Thomazi </div><div><br></div><div><br></div><div>O caminho de percurso de 30 anos do Sistema Único de Saúde brasileiro é marcado por importantes mudanças na atenção á saúde da população. A evolução da oferta de serviços e profissionais vinculados ao SUS e das possibilidades de acesso, as mudanças nos padrões de utilização estão entre os principais elementos.  Sobretudo é importante destacar os desafios históricos, no meio público-privado na prestação dos serviços de saúde, as marcantes desigualdades regionais, sociais (pessoas) e o subfinanciamento.</div><div><br></div><div>O aumento ao acesso foi muito significativo, possivelmente relacionada ao desenvolvimento da oferta de serviços e recursos humanos em saúde, e a diversificação das carreiras profissionais. Desse jeito, a análise do acesso, oferta e uso de serviços de saúde necessita ser complementada com avaliações sobre a qualidade e do cuidado ofertado. Portanto demanda a abordagem de outras dimensões do desempenho do sistema de saúde, como adequação, continuidade, aceitabilidade, efetividade, eficiência, segurança e respeito aos direitos do paciente.</div><div><br></div><div>A complicação e constante relação público-privado na prestação de serviços de saúde no país é um desafio fundamental na trajetória do SUS. Visto que a garantia de acesso aos serviços de saúde para população pelo SUS passa pela necessidade de contratar serviços privados. Dessa forma notamos uma desigualdade social, pois as pessoas que necessitam do SUS tem o desafio que se caracteriza pelo tempo até o atendimento.</div><div><br></div><div>As condições de saúde da população têm passado por transformações no período recente, em decorrência do envelhecimento da estrutura etária, do aumento da morbidade e da mortalidade por causas externas e da emergência/reemergência de doenças infecciosas e parasitárias, um exemplo atual é a pandemia da COVID-19. Passados 30 anos, percebe-se que necessita apontar os caminhos necessários para o planejamento político que superem os desafios atuais e futuros, mas que assegurem o direito social do cidadão do acesso universal à saúde. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 11:18:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tema: Trabalho Decente e Trabalho Degradante </title>
         <author>tamilytranhago</author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky/wish/824558920</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Líder e Integrante 1: </strong>Tamily Rosa Tranhago (202088981);<br><strong>Integrante 2:</strong> Eliézer Bragança Riomar (202091082);<br><strong>Integrante 3: </strong>Lívia Ribeiro Barroso Nassar (202090334);<br><strong>Integrante 4: </strong>Juliana Laurett de Freitas Bragança (201774136).<br><br><strong>Resenha:<br></strong>O trabalho decente representado pela OIT (Organização Internacional do Trabalho) tem como missão oferecer direitos aos trabalhadores de terem um trabalho digno e decente, em que o empregado tenha acesso a todos os seus direitos liberdade, equidade, segurança e dignidade. Um exemplo de trabalho decente, pode ser citado a Empresa Google por estar sempre entre as 5 melhores empresas do mundo, onde que lá todos os trabalhadores têm seus diretos e deveres de forma certa e justa a todos, sempre pensando no melhor e na saúde de cada funcionário.<br><br></div><div>Já o trabalho degradante/escravo é totalmente o oposto do trabalho decente, ou seja, nele as pessoas são tratadas das piores formas são tirados todos os seus direitos como humanos, ocorre a ausência de do fornecimento de equipamentos de segurança, onde o empregador trate o trabalhador com descaso, de maneira vexatória e humilhante. Muitas empresas foram pegas no flagra tratando seus funcionários como trabalho degradante, um exemplo é a empresa de roupas Zara onde que, ela passou por uma situação de flagrante de trabalho escravo com 15 funcionários e dentre eles uma jovem de apenas 14 anos trabalhando em tais condições precárias na fábrica.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 12:37:52 UTC</pubDate>
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         <title>Tema: O desenvolvimento histórico dos Direitos Humanos.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky/wish/825703707</link>
         <description><![CDATA[<div>Líder e Integrante 1: Lorrayne Borges Lopes<br>Integrante 2: Lucas Pereira Tavares<br>Integrante 3:Leonardo Marcos da Silva<br>Integrante 4: Fabio Silveira da Conceiçao<br>Integrante 5: Jessyca Rocha Pereira.<br><br>Resenha:<br><br>Direitos humanos são inerentes à pessoa humana, e, portanto, direitos de todo cidadão a partir do seu nascimento transpondo toda e qualquer barreira de   raça, credo, sexo e posição geográfica no mundo. A efetivação destes direitos é complexa pois a individualidade dos seres humanos considera cada pessoa como um indivíduo com sua dignidade. </div><div>Sua característica é a historicidade, através de muitas lutas e resistências sua evolução data o início entre os séc.XVIII a.C. e foi orientada pela valorização à individualidade e Igualdade, e limitação da ação do estado pelo código de Hamurabi.</div><div>A primeira manifestação escrita que identificou o ser humano como ser dotado de liberdade e razão foi o cilindro de Ciro em 539 a.c. dando origem aos primeiros passos para construção de modelos políticos.</div><div>O jusnaturalismo Gênese 500a.c que é um fundamento dos direitos humanos, a carta magna (1215) instrumento de limitação do Estado e da preservação dos Direitos Humanos Fundamentais e a Lei de Habeas Corpus(1679).</div><div>O Bill of Rights criado em 1689 na Inglaterra, reduziu o poder da monarquia, e instituiu a monarquia constitucional no lugar do direito divino e da realeza, assim o parlamento adquiriu um poder mais amplo e pôde cobrar impostos.</div><div>Na Revolução Francesa consagrou a liberdade individual extinguindo as servidões feudais na luta contra a desigualdade, abolição de privilégios religiosos e emancipação de judeus.</div><div>Rapidamente o mundo começou a repercutir a declaração de direitos do homem e do cidadão e a declaração de direitos culminou no primeiro passo em respeito a vida humana.</div><div>Existem três dimensões na evolução dos direitos humanos que são:</div><div> <strong>Primeira Dimensão </strong>- Direito de Liberdade Civil e Política.</div><div><strong>Segunda Dimensão </strong>- Direitos de Igualdade econômica. social e cultural. </div><div><strong>Terceira Dimensão</strong> - Direitos da Fraternidade- Declaração Histórica dos Direito Humanos - ONU 1948.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 16:51:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tema: O que são diretos humanos? </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Líder do grupo: Ana Luiza de Oliveira Vizzoni/201984880<br>Integrante 1: João Pedro Pelliccioni/201986540<br><br><strong>Resenha:</strong><br>Os direitos humanos são princípios internacionais que protegem, garantem e respeitam a humanidade. Eles devem garantir que as pessoas tenham o direito de viver uma vida digna. Ou seja, acesso à liberdade, trabalho, terra, saúde, moradia, educação, etc.<br>Em primeiro lugar, é importante saber que a vida é um direito humano e ninguém pode privá-la. No entanto, garantias de saúde, educação, salários justos e moradia também são necessários. Ninguém vive uma vida decente sem comida, roupa, moradia, trabalho, previdência, participação política e tudo mais. Isso se aplica a todos! <br>Existem 5 tipos de direitos, são eles: civis, políticos, sociais, culturais, econômicos e ambientais. São direitos fundamentais porque são os mais importantes. Eles são a base de qualquer sociedade que afirma ser justa e igual.<br>Segue abaixo a imagem<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 17:28:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tema: Aspectos da Construção Social da Saúde. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky/wish/826075353</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Integrante 1</strong>: Gabriela Trancoso Carlos l 201985326<br><strong>Integrante 2:</strong> Camila Correa Marcarini l 201987334<br><strong>Integrante 3:</strong> Leandro Monjardim do Nascimento l 201986810<br><br><strong>Resenha:<br></strong>Falar de saúde sempre foi e sempre será algo bem sério, como foi mencionado no fórum saúde mental/ estética não vem dos tempos de hoje e sim a anos. Sendo assim ao longo dos anos o conceito de saúde vem mudando cada vez mais, saúde não se refere só não está doente, saúde também é bem estar, bem estar emocional, psicológico e social. O "padrão de beleza" tem grande peso para pessoal que ficam voltadas nisso, que procuram o corpo ideal, a vida perfeita. <br><br>Nos temos atuais encontramos muitas pessoas com sérios problemas em relação a isso, e nem todas conseguem um atendimento adequado para fazer tratamentos, mas com o avanços de estudos e da tecnologia muitos postos de saúdes estão passando a ter atendimentos gratuitos a pessoas com problemas emocionais, psicológicos etc. Dessa forma podendo ajudar a entender que a saúde é o principal da vida, pessoas não estando saudáveis o índice de ter mais complicações é enorme. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 18:00:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>TEMA: TRABALHO DECENTE E TRABALHO DEGRADANTE Integrante 01: Danielle Pereira Sangi                                     Lider do grupo: Integrante 02: Edvan de Freitas de Oliveira                   Integrante 03: Gustavo Casagrande Souza    Integrante 04: Grasiele Carvalho Cavalcante Batista Integrante 05: Raissa Carvalho Mello Silva                                  O trabalho decente preza pelo bem estar humano, é  adequadamente remunerado, exercido em condições de liberdade, equidade e segurança, capaz de garantir uma vida digna, e condição fundamental para a superação da pobreza e desigualdade. O trabalho precisa se adaptar ergonomicamente ao funcionário para que ele realize tarefas da melhor forma possível. Já o trabalho degradante, coloca a necessidade de realização da tarefa, acima de qualquer outra necessidade e de qualquer circunstância, ainda que está custe a mão de obra que a faz. Alguns dos elementos de reconhecimento do trabalho degradante são, ausência de condições mínimas de trabalho,  higiene, moradia, alimentação e respeito. Exemplos de trabalho degradante: Jornada exaustiva, quando o trabalhador é submetido a longas jornadas, que não possibilitam um descanso necessário, colocando a saúde do trabalhador em risco. Servidão por dívida, quando o trabalhador é forçado a continuar trabalhando para saldar dívidas com o empregador, essas dúvidas na maioria das vezes são referentes a passagem, alimentação e alojamento que, mesmo precários, são cobrados um valor exorbitante para que a vítima seja mantida. Condições degradantes, quando o trabalhador é mantido em condições degradantes em seu ambiente de trabalho, as quais podem incluir violência física e psicológica, alimentação e água insuficientes e falta de assistência médica. O trabalho infantil, crianças e os adolescentes que se encontram atualmente em condição de exploração do trabalho também vivem em situação de vulnerabilidade social. Advindos de famílias extremamente pobres em locais de alta miséria e desigualdade social, ou até mesmo órfãs em locais onde não há auxílio efetivo, milhões de crianças e adolescentes são obrigados a trabalhar. Embora essas situações pareçam distantes de nossa realidade, não estamos falando apenas de trabalhos rurais, mas também de empresas de outros setores como, Coca Cola, Marisa, Pernambucanas, Apple, HP, Dell, Sadia, Renner, Victoria&#39;s Secret, entre muitas outras.          </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky/wish/826420381</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 19:31:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Equipe 44 - AVA OK</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky/wish/826449993</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>LIÇÃO 02-</strong> <strong>ACESSIBILIDADE E INCLUSÃO</strong><br><br><strong>Líder e integrante 01:</strong> Christian Campista Gomes | 202092711<br><strong>Integrante 02:</strong> Gabriel Souza Coutinho | 202090407<br><strong>Integrante 03: </strong>João Rafael Pellecani Alves | 201983001<br><strong>Integrante 04: </strong>Luan de Souza Oliveira | 202088929<br><strong>Integrante 05: </strong>Maria Luiza Assumpção Tozi | 202090618<br><br><strong>RESENHA:<br><br></strong>De acordo com a Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT (2004), acessibilidade é definida por meio da norma NRB 9050, como a possiblidade e condição de alcance, o direito a utilização com segurança e autonomia de edificações, espaços, mobiliários, equipamentos urbanos, meios de transporte e informações e comunicação;  além disso, sistemas e tecnologias, bem como serviços públicos ou privados de uso coletivo. Abrangendo tanto a zona urbana quanto a rural, por pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida; portanto, o termo acessível implica tanto a acessibilidade física, quanto a de comunicação. <br><br></div><div>Está previsto na Constituição Federal do Brasil que existem direitos a serem entregues para pessoas deficientes, afirmando que deve existir uma igualdade material entre todas as pessoas, sendo assim, o governo deve criar conjunturas capazes de auxiliar essas pessoas que enfrentam situações de desigualdade, já que todos devem alcançar o mesmo objetivo. <br><br></div><div>Em dezembro de 2000, foi criada a Lei da Acessibilidade, que possui como objetivo principal ditar as normas e critérios básicos para que seja garantida a acessibilidade para essas pessoas que possuam qualquer tipo de deficiência ou condição especial, sendo indiferente o seu tipo (visual, locomotora, auditiva). <br><br></div><div>Recentemente, no ano de 2015, foi sancionada o Estatuto da Pessoa com Deficiência, trata-se da lei de N<sup>o </sup>13.146, que diz que deve ser assegurado e promovido, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e de cidadania. <br><br></div><div>A inclusão social é um ato de igualdade entre os diferentes indivíduos pertencentes à sociedade, ela faz com que as pessoas tenham o direito da interação igualitária dentro do mesmo ambiente, evitando assim com que ocorra o preconceito por parte de outras pessoas, garantindo também o trabalho a essa população minoritária.<br><br><br></div><div><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 19:41:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tema: Restruturação Produtiva e a Precarização Social do Trabalho</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky/wish/826568459</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Integrantes:</strong><br>Luciana Suete Guimaraes<br>Cesar Augusto Ramalho de Carvalho<br>Karoline Dias Mendes<br>Ryann Endlich Coelho Pereira<br>Vinicius Schiavon de Souza<br><strong>Resenha</strong><br>A precarização do trabalho, a informalidade e o subemprego revelam-se como sendo produto da reestruturação do capitalismo no mundo, que implica logicamente em uma redivisão social do trabalho, gestada nas economias centrais e que incluem e se espalham para as demais economias e países no mundo.<br>A sociedade capitalista é atravessada pela busca incessante do lucro a partir da exploração e da subalternização de diversos segmentos da classe trabalhadora, gerando as desigualdades advindas da contradição capital x trabalho.<br>A reestruturação produtiva que busca a flexibilização do trabalho inverte a lógica do risco e impõe ao trabalhador, normalmente no exército de reserva e já desemparado pelo Estado, a total insegurança de um trabalho informal e por demanda. <br>o desenvolvimento tecnológico leva a uma exclusão da mão de obra humana, gerando um processo de desemprego estrutural. O surgimento de aplicativos e a uberização de profissões se aproveita da legislação que não acompanha os avanços tecnológicos em tempo real e cria uma nova categoria de trabalhadores a margem de qualquer proteção e seguridade social. <br>A atual conjuntura de desenvolvimento do capitalismo é marcada pela forte automatização da produção, isto é, o significativo processo irreversível de transformações no processo produtivo pela substituição da mão de obra humana. Por isso é preciso compreender como se dá a luta entre os interesses de classe e, mais precisamente, como se dão os conflitos no mundo do trabalho, uma vez que essas transformações podem significar uma precarização do trabalho, se pensarmos, por exemplo, nos níveis de desemprego.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 20:22:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tema: Acessibilidade e Inclusão</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky/wish/826638965</link>
         <description><![CDATA[<div>Líder do Grupo: Gilliany Rodrigues Gerhardt<br> Integrante 01: Larissa Iara Guimarães <br>Integrante 02 Gabrielle Maria Baioco Olmo<br>Integrante 03: Lucas Nascimento Fernandes<br>Integrante 04: Welinghton Betzel de Oliveira Neto<br><br><strong>Resenha:<br></strong>A inclusão está descrita na Declaração Universal de Direitos Humanos e na Constituição Federal de 1988, onde estão presentes os direitos e deveres que devem entendidos a todas as pessoas. Porém, desde os tempos passados essa discussão é abordada, logo, a luta para inclusão e acessibilidade de todos é antiga.<br>Em épocas já decorridas as pessoas com deficiência eram tratadas de forma desumana, por exemplo, na Grécia antiga os recém-nascidos eram abandonados como se fossem anormais apenas por apresentarem algumas deformidades, desse modo é um grande empecilho na vida das pessoas com deficiência física, pois a dificuldade para se encontrar ajuda na área da saúde, escolar e de âmbito social são imensas, mesmo com as diversas leis que asseguram os direitos dos mesmos.<br>Inclusão social é o ato de incluir na sociedade categorias de pessoas historicamente excluídas no processo de socialização, é o conjunto de ações para combater a exclusão da vida em sociedade, que é provocada por diversos fatores como: diferença de classe social, gênero, deficiência, preconceito racial, entre outros, a inclusão é oferecer oportunidades iguais a todos. Exemplificando, na atividade educacional a  inclusão e acessibilidade para todos os estudantes e universitários, não é somente importante no âmbito de criar conhecimento e adquirir experiências, mas também por ser considerado locais desenvolvedores de sentimentos afetivos e objetivos pessoais. <br>Portanto, a maneira mais eficaz de melhorar a inclusão e acessibilidade é através da educação. Eliminando barreiras que prejudicam algum indivíduo, dando destaque em diferentes meios de alcance e acesso para alunos menos privilegiados, organizar recursos pedagógicos que não exigem o mesmo desempenho de todos e ensinar normas jurídicas que garantam a acessibilidade (como por exemplo a LEI 13.146 de 2015) . Também é necessário realizar debates desenvolvendo discussões sobre o assunto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 20:51:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tema: Trabalho e subjetividade no mundo conteporâneo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky/wish/826774063</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Integrantes:</strong></div><div> Yasmim Ferreira Caetano</div><div>Laís Ferreira Paulo</div><div>Mariana Denicoli de Mota</div><div>Manuely Alves Miranda<br><br></div><div><strong>Resenha:</strong></div><div>A palavra trabalho tem origem do termo latino "Tripalium" que era um instrumento de tortura. Logo, trabalhar é associado a ser torturado.  Hoje, podemos observar que há um aumento no número de pessoas que desenvolveram problemas psicopatológicos após exercerem determinados cargos.<br><br></div><div>Certamente a forma como grandes influenciadores no arranjo trabalhista como os criadores do fordismo, taylorismo e keynesianismo está mudando no atual cenário do trabalho. Não que suas formas de pensar a respeito do trabalhador estão excluídas, mas, hoje, no cenário contemporâneo do trabalho, as exigências estão indo além do que se era conhecido.<br><br></div><div>Na atualidade a busca por profissionais “completos”, que fazem alem do que está na descrição de suas obrigações, é cada vez maior. O profissional por mais que esteja de carteira assinada ele tem a responsabilidade de um gestor, pois o sucesso da sua carreira depende somente dele. <br><br></div><div>O capitalismo fez com que mais as empresas ficassem exigentes com seus profissionais, acarretando ao profissional uma instabilidade, pois se não tem resultado dificilmente se mantém num cargo. A ética da auto-realização é ligada exatamente na instabilidade, buscando, constantemente, por um salário melhor, um cargo mais alto etc. Porém quanto mais responsabilidades se têm, maior a auto cobrança e o estresse  em cima do trabalhador. <br><br></div><div>Atualmente uma das principais causas de transtornos de Burnout e depressão estão atreladas ao excesso de trabalho, que vem através de cansaço físico e emocional. A pessoa se sente menos realizada tanto pessoal quanto profissionalmente. As empresas cada vez mais estão atrelando a vida profissional ao pessoal. Muitas delas oferecem benefícios pessoais para manter bons profissionais dentro da empresa. Mas, muitas das vezes esses benefícios deixam de fazer sentido para o profissional, causando sofrimento.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 22:05:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tema: Trabalho e subjetividade no mundo contemporâneo </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Integrantes: Stuart da Silva Pinto Filho e Paula Pena Brotto<br><br>Resenha: <br>Como base a teoria da administração, quando estudamos sobre Taylor e Ford na Era industrial, nos deparamos com diferentes tipos de gestão para obtenção de um resultado mais preciso e eficiente, sempre na busca pela otimização da produção.<br><br></div><div>Nos dias atuais com a busca incessante de ótimos resultados, profissionais focados e comprometidos, a realidade tecnológica como aliada das empresas e pessoas, responsável por toda essa interação possibilitando num universo incrível de troca de informações e muito mais, podemos discutir sobre trabalho e suas mudanças, subjetividade e felicidade como elemento subjetivo.<br><br></div><div>Sabemos que a mudança no mercado de trabalho é constante e rápida, o que leva as pessoas a estarem sempre se atualizando e as empresas a estarem se modernizando para não perderem seu espaço nesse mercado tão competitivo. <br><br></div><div>Levando em consideração os pontos importantes destacados pelo grupo, felicidade no trabalho foi o tema em que abrimos a discussão. <br><br></div><div>Os pontos destaques são:<br><br></div><div>1)       O que é felicidade no trabalho? É o profissional estar satisfeito com sua atividade profissional e com todos os outros fatores presentes nesse ambiente. Segundo Martin Seligman (especialista na psicologia positiva), a felicidade pode ser determinada pelo engajamento, por exemplo, e mais do que só alguns momentos de satisfação, a capacidade de ser resiliente é imprescindível. </div><div> </div><div>2)       Qual a importância de ser feliz no ambiente de trabalho? Quando se é feliz naquilo que faz há uma motivação maior para o desempenho das tarefas, para o alcance de metas, novas ideias... o que leva a resultados melhores e um retorno positivo para a empresa. Além de melhorar o convívio dentro da organização.<br><br></div><div>Por fim, concluímos que a qualidade da convivência no ambiente de trabalho leva a felicidade no mesmo, juntamente com o reconhecimento, Feedback uma liderança que motiva e inspira são fatores importantes para o desenvolvimento do colaborador.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 22:20:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Resenha:</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky/wish/826805528</link>
         <description><![CDATA[<div>Todo indivíduo possui suas particularidades que os torna diferentes uns dos outros mesmo que participando de uma mesma religião. Sua cultura , sua forma de agir, etc os torna único.<br> A sociedade é formada por uma junção de indivíduos de um determinado lugar, formando então o seu País de origem, onde montam seus governantes para assim fazerem os direitos e deveres daquele local serem devidamente cumpridos conforme uma lei.<br> Dentro de uma sociedade deve-se apresentar uma igualdade de seus indivíduos. porém não há uma questão igualitária na sociedade, como um exemplo a sociedade capitalista onde existe classe alta, classe média e classe baixa fazendo assim a desigualdade da população. A classe média e classe baixa estão concentradas a maior parte da população, se tratando do Brasil.<br> Em um contexto, existe uma diversidade de valores dos seres humanos. Os indivíduos são diferentes desde o início da civilização porém o que se procura é o respeito e a inclusão cada vez mais.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 22:26:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>GRUPO 12: Trabalho e Subjetividade no Mundo Contemporâneo.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong><mark>LÍDER:</mark></strong> Amanda de Oliveira da Silva I 202091795<br><strong>INTEGRANTE 02:</strong> Juliana Bobbio de Alcantara I 202090181<br><strong>INTEGRANTE 03</strong>: Daniel Teixeira Chaves dos Santos I 202088480<br><strong>INTEGRANTE 04:</strong> Beatriz Hadasa Pimentel Soares I 202091607<br><strong>INTEGRANTE 05:</strong> Gibson Schmidel Pessinate I 202088963<br><br><strong>RESENHA EXPLICATIVA: </strong><br>Novas teias se produzem neste campo que define a designação subjetividade-trabalho a realidade do sistema produtivo, que começa a ganhar forma, combina velhos mecanismos de controle e observação, como remuneração e promoções, com o investimento na motivação, na participação e no envolvimento do trabalhador com o seu trabalho como diz em (Colbari, 2001, p. 122) "Os mecanismos de controle sobre o trabalho, internalizados pelo trabalhador, devem fortalecer o envolvimento, a cooperação e a responsabilidade", gerando em consequência um "sujeito trabalhador" diferenciado ao mesmo tempo que uma nova estrutura sociopolítica. Toda essa situação é o que estamos vivenciando hoje, com a pandemia. Fazendo pessoas se reinventar, recriar e se refazer, dando espaço ao seu lado empreendedor, tomando para si a verdade que estabilidade não existe, nem mesmo com o emprego mais remunerado da cidade.  Portanto, a “uberização” vem se tornando cada vem mais comum na atualidade e os best’s salles, programas, canais digitais vem trabalhando massivamente no empreendedorismo.  Se responsabilizar pelo seu próprio sucesso ou fracasso se torna mais fácil, mais leve. É como se tudo dependesse unicamente de você e não da empresa, ou chefe, você pode valorizar seu esforço reconhecendo cada parte dele, ser seu próprio chefe, ter seu horário flexível, é o que as pessoas estão buscando.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 22:33:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Integrantes: </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ana Carolina Paixão de Resende <br>Cleydiane da Silva Sabrino Ferreira <br>Lucas Servenini Segrini<br>Moema Araujo Silva<br>Samuel Nascimento de Souza</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 22:43:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Restruturação Produtiva e a Precarização Social do Trabalho</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky/wish/826829011</link>
         <description><![CDATA[<div>Integrantes: <br>Julia dos Santos - 202092555<br>Mariana Rodrigues Andrade - 202091222<br>Erick Francisco Machado - 202091147<br>Igor Sales dos santos - 202092925<br>Camila Melo Soares - 202091580<br><br>A precarização social do trabalho estuda ciência sociais sociedade e individuo gerando a produção por um sistema econômico baseado na indústria e liberdade de comercio que começou através da primeira revolução industrial. Essa fase visava somente o lucro e o  acúmulo insaciável onde o papel do estado era organizar a burguesia. O trabalhador agora vira um objeto descartável, sendo substituído rapidamente por outros ou por objetos.  Trabalhos desumanos, acidentes números entre outros. Surgiu então a luta  pelos direitos, o que levou a melhorias de condições para os trabalhadores. Deu-se início a conquista pelos direitos do trabalhador na França, o que levou ao real conhecimento oficial dos diretos em matéria de luta para a melhoria das condições do trabalho.  <br>A reestruturação surgiu no toyotismo na década de 1970. Foi criado um conjunto de inovações para organizar na flexibilidade do trabalho tendo por base novas tecnologias para a inovação e qualificação na jornada do trabalho buscando novas técnicas e aperfeiçoamento para todos os níveis de formação do trabalho onde substituiu o modelo Fordismo/toytismo. Com tantas informações e diversidade foi gerada uma grande competitividade das empresas e foi exigindo mais dos trabalhadores. Infelizmente grande parte não atende a essas exigências, devido ao imediatismo grandes esforços sendo excluídos gerando desemprego.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 22:43:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>DESAFIOS ATUAIS AOS DIREITOS HUMANOS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky/wish/826867101</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Integrantes: Maria Eduarda Merlo Piazentini, Lorrainy de Paula Braguínia, Sthefanny de Sousa Brusche Soares, Thaína Nunes Ribeiro.</div><div><br>Líder: Natália Queiroz Ferreira<br><br>Os direitos humanos são inerentes a todos, independente de raça, sexo, etnia, religião ou qualquer outra condição, neles incluem o direito à vida e a liberdade de expressão, ao trabalho e à educação. A pobreza é uma das principais desigualdades encontradas entre a sociedade, por exemplo: O filho de uma família rica tem acesso a um nível de estudos mais qualificado do que um filho de uma empregada doméstica, tanto que as universidades federais têm mais estudantes de classe média do que estudantes de classe baixa. Normalmente ouvimos a palavra meritocracia quando falamos sobre a entrada de uma pessoa na universidade, mas todos sabemos que uma pessoa que estudou em escolas privadas e teve seus pais presentes a vida toda, não está na mesma situação de um jovem de periferia.</div><div>Também temos casos de preconceitos, por mais que o tempo passe a sociedade não consegue aceitar que existem pessoas diferentes delas. Através desses exemplos entendemos que é importante que todos tenham consciência de seus direitos, como o de ir e vir, de moradia e saúde, de segurança e vida. Algo que por muito tempo foi difícil de sequer imaginar, mas que ao passar dos anos tem sido cada vez mais presente na vida de todos.</div><div>Através da luta pelos direitos e igualdade, muitas guerras foram traçadas, no entanto, com ajuda da liga das nações unidas, após uma segunda guerra mundial a necessidade de uma organização que protegesse tudo ficou clara para todos. Muitas vidas foram perdidas, mas a luta que iniciaram em busca de direito foi-se necessária para que cada ser que vive pudesse conquistar a sua liberdade. Entretanto, a luta continua, mesmo com tantos avanços ainda precisamos ir mais fundo com a esperança de que um dia todos consigam usufruir de seus direitos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 23:10:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O QUE SÃO DIREITOS HUMANOS</title>
         <author>leticiamarquesol19</author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky/wish/826977832</link>
         <description><![CDATA[<div>Integrantes:<br>Leticia Marques de Oliveira | 201987371<br>Felipe Boning Shwanz | 202092841<br>Robson Augusto Gava | 201354657<br>Podemos chamar de direitos humanos todo e qualquer tipo de direitos fundamentais de uma pessoa sem nenhuma distinção de classe e em qualquer parte do mundo. Cada pessoa tem direito de participar ativamente de qualquer questão, seja ela social econômica, política, cultural etc… sabemos que nem sempre esses direitos são respeitados principalmente no nosso país. Muito ainda de que ser visto para que esses direitos sejam de fato levados a sério, claro que para se ter direitos devemos sem sombra de dúvida  termos a certeza que também temos deveres, e se colocarmos em prática os nossos deveres como cidadãos será mais fácil conseguirmos esses direitos que prezam pela nossa liberdade. O conceito de direitos humanos vêm mudando no decorrer dos anos e claro que nem sempre para melhorar a situação da pessoa, em muitas situações as vezes até atrapalha o bom andamento de um processo de direitos humanos. Na atualidade podemos dizer que estamos bem longe de conseguirmos o que de fato é nosso direito, muitas coisas precisam ser mudadas para que tenhamos um melhor entendimento do que realmente pode se considerar direitos humanos na nossa sociedade. Dentro dos direitos humanos também está a nossa liberdade de pensamentos e de expressão, afinal nós somos seres pensantes e temos livre arbítrio de se expressar seja qual for o assunto abordado dentro do tema sugerido, temos possibilidade de escolha de decidir quaisquer assuntos que seja relacionado aos direitos humanos. Vale ressaltar que os Direitos Humanos são o guia que deveria reger a sociedade, o respeito à liberdade individual de cada um, a empatia em saber ver a necessidade do próximo. A inovação da Declaração dos Direitos Humanos em relação as proclamações anteriores é a sua universalidade, ainda que não tenha propriamente em carácter jurídico. Essa universalidade pode ser observada em um dos princípios mais repetidos por ela, que é o de não discriminação, proclamando a igualdade dos membros da espécie humana. É um fato inegável que nós seres Humanos vivemos em sociedade e não de maneira acidental, mas por que isso faz parte da nossa própria natureza No fim das contas quando for fazer alusão aos Direitos Humanos deve-se pensar em liberdade, equilíbrio, respeito. Como assinalou Husserl "O sentido da palavra "homem" implica uma existência recíproca de um para o outro"<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-14 00:20:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>DO PROLETARIADO INDUSTRIAL </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky/wish/826986165</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Integrantes:</strong><br><strong>Eduarda Rizzo Torres</strong> 201984686<br><strong>Milena Gomes Vieira</strong> 201985161<br><strong>Ana Carolina Chaves de Menezes</strong> 201984559<br><strong>Gabriela Teixeira M de Souza </strong>201982615<br><strong>Lethicia Mendonça Xavier </strong>201982667<br><strong>Líder:</strong> Eduarda Rizzo Torres<br><br>Discutir sobre o proletariado industrial é falar sobre a classe que mais sofreu com as situações de trabalho, mesmo que fossem numericamente maiores. O crescimento em alguns setores de produção, como o fabril o que acarretou um aumento da população nas regiões de "má fama", como eram chamados,  os bairros de extrema pobreza. </div><div>Um exemplo disso é o filme, Tempos Modernos, de 1936. Onde a personagem principal, de forma cônica, repete seus movimentos de trabalho até mesmo quando não está em serviço, já que turnos de mais de 14 horas eram feitos (por homens, mulheres e até mesmo, crianças) isso, é claro, sem nenhum tipo de segurança para os funcionários.  Quando se entendeu que o avanço estava entrelaçado com a miséria e pobreza, muitos movimentos em prol dos trabalhadores aconteceram - isso depois da guerra-.</div><div>A OIT (Organização Internacional do Trabalho) nasceu para promover a oportunidade para homens e mulheres de um trabalho decente e produtivo. A fim de garantir segurança, condições de liberdade e equidade para ter uma condição de superação sobre coisas como a desigualdade social. Organização que é hoje composta por 186 estados-membros, com representação tripartite de governos, organizações de empregadores e organizações de trabalhadores.</div><div>Por fim, não reconhecer essas situações é achar que o avanço industrial e tecnológico - coisas que nos rodeiam o tempo todo - foi algo "belo" e satisfatório. Devemos buscar entender e discutir o que aconteceu e não deixar que o mesmo se repita na esfera mundial.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-14 00:24:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tema: Do Proletariado industrial  - EQUIPE 57 - AVA OK</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky/wish/827079301</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Integrante 01</strong>: Mateus Evangelista das Neves Ramos Goldner <br>A partir dos escritos de Karl Marx, o proletariado passou a ser compreendido<br>como a classe social dos trabalhadores sem meios próprios<br>de subsistência, os quais vendem sua capacidade produtiva em troca de um<br>salário. </div><div>As relações de trabalho foram transformadas em mercadoria. Substituindo os laços comunitários dá sociedade feudal por relações de compra e venda. O proletário difere de um camponês, pequeno comerciante ou artesão<strong>,</strong> visto que estes possuem o produto do seu trabalho e podem utilizá-lo, seja para subsistência, seja para troca ou venda. O proletário, ao contrário, vende a sua capacidade de trabalhar, portanto o produto do seu esforço não lhe pertence, mas a quem paga para que ele o faça. Ao colocar suas habilidades sob a vontade de seu empregador, passa a alienar-se não só do produto final do seu trabalho, mas de suas próprias ações diárias no ambiente de trabalho, não reconhecendo sentido ou significado na atividade produtiva que consome a maior parte de seu tempo. </div><div>O<strong> </strong>proletariado deveria fazer a transição do capitalismo para o socialismo<strong> </strong>quando se opusesse à burguesia que o oprimia. Para Marx, o proletariado era inerentemente revolucionário que se organizaria politicamente para destruir o capitalismo.</div><div>Proletariado para Marx é sinônimo de classe trabalhadora ou classe operária. A exploração dessa classe é a fonte de lucro de sua opositora, a burguesia. O trabalho do proletário agrega valor ao produto final<strong>,</strong> porém o capital gerado ao produto não retorna a ele de nenhuma forma. Seu salário não corresponde à importância do seu papel no sistema produtivo. </div><div><strong>O Início das greves </strong></div><div>no século XIX ocorreram as primeiras grandes greves e movimentos operários e sindicais<strong>.</strong> Essas greves abrangiam não só o questionamento de suas condições precárias de trabalho, mas exprimiam o desejo de autonomia.</div><div>Ao longo dos anos, vem sendo desenvolvidas legislações trabalhistas e regulamentações sindicais — associações de trabalhadores com espaço de interlocução com agentes do governo e empresariado a fim de mediar e resolver os conflitos trabalhistas por meio de negociação em lugar da <br>repressão.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-14 01:06:45 UTC</pubDate>
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         <title>Princípios OIT</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky/wish/827090460</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-14 01:12:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tema: Questões contemporâneas: Indivíduos e sociedade, igualdade e diversidade</title>
         <author>segrinilucas</author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky/wish/827198581</link>
         <description><![CDATA[<div>Ana Carolina Paixão de Resende<br>Moema Araújo Silva<br>Samuel Nascimento de Souza<br>Lucas Servenini Segrini<br>Cleydiane da Silva Sabino Ferreira<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-14 02:06:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Democracia e Direitos Humanos</title>
         <author>paulaans1</author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky/wish/827226136</link>
         <description><![CDATA[<div>Integrantes:<br>Paula Andrade de Souza Santos<br>Arthur Borges Vitorino<br>Daysiane Malavasi Taffner<br>Eduardo Barbosa Oliveira<br>Paloma Ribeiro Ramos<br><br>O conceito de direitos humanos se estabeleceu no mundo como direto inerente do humano, ou seja, ele os possui por natureza. Já as leis dos direitos humanos, associadas à sistemas democráticos, foram desenvolvidas em processos não-lineares em várias partes do mundo e continuam em construção.<br><br>Ao longo dos séculos os seres humanos foram se igualando cada vez mais em direitos, até que os filósofos contratualistas trouxeram a tona e nomearam ideias que já vinham sendo estudadas e aperfeiçoadas desde as sociedades greco-romanas, o ideal de direitos naturais do homem. Nesse período a Revolução Francesa, Inglesa e Americana foram grandes marcos para os direitos humanos.<br><br>Todas as revoluções acima citadas geraram documentos muito importantes para a formação final dos direitos humanos, na Inglaterra a Declaração de Direitos, na França a Declaração de Direitos do Homem e do Cidadão e no Estados Unidos a Declaração dos Direitos dos Cidadãos dos Estados Unidos. Mas mesmo com a formação dessas declarações elas não se aplicavam a todas as pessoas e isso fez com que alguns tentassem novamente colocar suas vontades e ideias acima dos demais e com isso vieram as grandes guerras mundiais.<br><br>Depois de todas as atrocidades vividas na guerra foi criada a ONU (Organização Das Nações Unidas) e em meados do século XVIII a Declaração dos Direitos Humanos foi instituída por vários países, com intuito de defender o direto de liberdade e da igualdade, ou seja, direitos que foram aplicados de forma igual e sem discriminação a todos as pessoas.<br><br>Com isso, o direito humano vem sendo defendido por muito tempo, com seu fundamento de liberdade de pensamento, de expressão, de crença, igualdade formal, ou seja, de todos perante a lei, direitos à nacionalidade, de participar do governo do seu Estado, podendo votar e ser votado, entre outros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-14 02:19:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Equipe 47</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/myjzh6jj32mopxky/wish/827228520</link>
         <description><![CDATA[<div>integrantes:<br>Fernando Braga<br>Rodrigo Romanelli<br>Marcus Januario<br>Henrique Brandão<br><br><br>RESUMO:<br>Em suma, quando se fala em flexibilização do trabalho, fala-se na crise do sistema fordista/taylorista de produção. Assim, onde antes predominava o modo de produção caracterizado pelo trabalho repetitivo executado pelo trabalhador e o processo de produção em massa de mercadorias, agora se pratica a flexibilidade do trabalho, em que o mesmo empregado executa variadas funções no ambiente da empresa.<br>Porém é sempre importante ressaltar que esse processo só se deu pelos avanços tecnológicos, que aumentaram a eficiência da produção, diminuíram os erros, e possibilitou que uma pessoa aplicasse o trabalho equivalente a dezenas .<br><br>O primeiro país a conseguir, já na década de 1970, incorporar com sucesso a reestruturação produtiva foi o Japão, país onde o modelo ficou conhecido como toyotismo. No Brasil, e na maioria dos demais países, esse sistema consolidou-se na década de 1980. O mundo subdesenvolvido conheceu esse processo com a instalação das multinacionais em seus territórios, que já adotavam a reestruturação produtiva como filosofia de negócios.<br>Hoje em dia, esse modelo ainda é predominante no modelo industrial, sendo sua consolidação o principal motor da hegemonia do neo liberalismo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-14 02:20:49 UTC</pubDate>
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         <title>Desafios atuais aos Direitos Humanos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Integrantes:</strong></div><ul><li>Giulia Duque Auday Ferreira</li><li>Matheus Scherrer Carneiro</li><li>Victor Cezar Lobo Xavier</li><li>Isabel Bermond Loose </li><li>Lívia de Melo Nunes</li></ul><div><br>O mundo possui uma história marcada por violações graves aos direitos humanos. São inúmeros os países que sofreram com períodos políticos extremamente opressores e violentos. O Brasil, por sua vez, vivenciou um exemplo disso no período do Regime Militar e por mais que tenha sobrevivido a tudo isso, ainda não podemos dizer que todos exercem plenamente seus direitos.<br>É preciso antes de tudo, entender de onde vieram as primeiras noções de Direitos Humanos no mundo; pois ao longo de sua história, ser membro de um Estado não garantia que se pudesse gozar de direitos. Os mais notáveis documentos com essa finalidade foram a “Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão” (considerando cidadãos apenas uma parte da sociedade), a “Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão” e a “Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã”, que surgiu como uma forma de protesto. Esses documentos foram importantes, mas não chegaram nem perto de garantir de fato os direitos a todos as pessoas sem distinção de gênero, raça ou poder econômico.<br>Depois de muitos anos, mais precisamente, só em 1988, nosso país passou a garantir na forma da lei os Direitos humanos a todos os cidadãos. Mas que os Direitos Humanos são hoje garantidos, pela Constituição e outros documentos, a todos os seres Humanos nós já sabemos, a questão é que na prática isso não funciona. <br>O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, em 2018, mostrou que os negros possuem muito mais dificuldade em encontrar emprego se forem comparados aos brancos, mesmo se apresentarem as mesmas formações. Em 2019, o Instituto Terra, Trabalho e Cidadania – ITCC, constatou que nosso país falha muito na tentativa do combate às desigualdades, visto que somos o país com a 4ª maior população feminina encarcerada. Já a Organização Mundial do Trabalho – OIT, em 2018, mostrou que a desigualdade entre homens e mulheres com relação a vagas e oportunidades de emprego, quase não caiu em 27 anos. <br>Em resumo: fizemos um avanço ao longo dos anos, mas ainda não foi suficiente. Precisamos lutar para um mundo cada vez mais justo!<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-14 02:33:35 UTC</pubDate>
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         <title>Do proletariado industrial</title>
         <author>stephanycabral1129</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Integrantes</strong>:<br><strong>Líder e integrante 1:</strong>Stephany de Oliveira Cabral (202089390)<br><strong>Integrante 2:</strong> Hemilly Xavier de Farias (202089621)<br><strong>Integrante 3</strong>: Vinicius Souza dos Santos Guimiero (202089090)<br><strong>Integrante 4: </strong>Daniel Souza Santos Carrilho (202090870)<br><br>A origem da palavra proletariado vem da Roma antiga era um termo usado para pessoas pobres e sem propriedades.  <br>Karl Marx, em seus livros a palavra proletário começou a ser usada para identificar classe social dos trabalhadores, o mesmo pensava que o proletariado era muito oprimido pela burguesia  (donos de indústrias e empresas )devido os trabalhadores não possuem fiscalização e nem leis trabalhistas eles eram esquecidos como cidadão. <br>O único meio de mudar essa situação dos trabalhadores na época era uma revolução luta de classe assim os trabalhadores teriam seus direitos como cidadão no contexto dos trabalhadores eles não tinha um limite de hora de trabalho não tinha salário mínimo e nem mesmo idade de trabalho.  <br>Isso tudo ocorreu principalmente na primeira e na segunda Revolução industrial. <br>A partir dessa revolução, deu poder a si mesma e passou a se organizar como a classe dominante, transmutando-se de oprimidos a opressores. <br>Assim, o proletariado surge como o objeto de exploração da classe capitalista burguesa, mas essa seria uma condição transitória como outras foram em outros momentos históricos. <br>O poder da burguesia depende do controle material e do impedimento do desenvolvimento da consciência de classe por parte do proletariado. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-14 02:35:02 UTC</pubDate>
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         <title>Tema: Sobre uma pedagogia da beleza.</title>
         <author>bruno94marinho</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Líder do grupo e integrante 01: </strong>Bruno Maciel Marinho - 201987911<br><strong>Integrante 02:</strong> Felipe Augusto Jesus de Oliveira da Silva - 201987746<br><br><strong>Resenha: <br></strong><br>Desde os primórdios, os padrões de beleza são impostos na sociedade mundial. Mas com o passar do tempo o seu conceito teve diversos significados. Como o nosso foco é a beleza masculina, vemos na mitologia grega a simbologia de EROS, APOLO e NARCISO, que eram os Deuses, que ditavam na época, o que era certo. Nos dias atuais, vemos que só houve uma mudança de personagens, mais que a fissuração ainda continua pela beleza e que seus excessos, não são benéficos nem para o corpo e nem para a mente. Muitas pessoas associam a beleza com a saúde, mas sua prática, tanto de exercícios e procedimento estéticos quando se excede viram pauta, em redes sociais. <br><br></div><div>Muito se fala sobre a cultura do corpo perfeito, o que não existe, mas que muitos ainda acreditam e segue, o que faz um aumento de casos de pessoas se acidentando ou fazendo procedimentos que não são necessários. Os adolescentes principalmente são os maiores alvos desses erros, a busca por músculos enormes e simetria facial/corporal faz com que o jovem, que ainda não tem experiência e olhar crítico vire mais um para o número da estatística de erros de procedimento e exercícios físicos. <br><br></div><div>Para isso, é de suma importância a orientação para instituição de ensino e familiares, conversarem com seus filhos/alunos, sobre a autoconfiança, expectativa e realidade, para que nenhuma haja desconformidade com que a gente mais ama. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-14 02:35:19 UTC</pubDate>
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