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      <title>Educação e Relações Étnico-Raciais by Fernanda Marques de Freitas Alves</title>
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      <description>Construindo saberes, desconstruindo saberes e provocando questionamentos - Diário de Aprendizagem produzido por Fernanda Marques de Freitas Alves, desenvolvido no componente curricular Educação e Relações Étnico-Raciais do curso de Licenciatura em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia durante o semestre 2021.2
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-10-11 12:57:41 UTC</pubDate>
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         <title>Quem sou eu?</title>
         <author>fernandamfa2010</author>
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         <description><![CDATA[<div>Assim como todas as próximas questões presentes aqui sinto dizer que não existe uma resposta única, fixa e permanente. Tentar falar de mim mesma é quase tão difícil que tentar entender a criação do universo e multimundos, não existe uma explicação única pois todo o meu ser é atravessado pelos passos dos meus ancestrais e pelos passos de todos que cruzam meu caminho. Sabe aquela música "Infinito Particular"? Acredito que sou exatamente isso, um infinito que se manifesta em meio ao caos e a calmaria, o bem e o mal, o barulho e o silêncio, sou o copo cheio mas também o vazio. Ser é uma eterna impermanência e infinda paciência de integrar as transformações do tempo sem se apegar a nada. Talvez daqui a 5 minutos eu descubra que não é nada disso, mas está tudo bem não saber de tudo.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-11 13:55:26 UTC</pubDate>
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         <title>Quem é você?</title>
         <author>fernandamfa2010</author>
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         <description><![CDATA[<div>" Tú que estás ahí,<br>sirviendo a la muerte,<br>paseas desinhibido por el inframundo,<br>por el inconsciente, te atreves a reír tumbado al sol,<br>siendo arena, siendo el viento.<br><br>El amor se extiende en los pasajes de tu memoria&nbsp;<br>acercándose al fuego,<br>eres el todo, pero,<br><br>¿Quién eres tú?<br><br>¿Quién es al que escuchas pensar?<br>¿Quién sueña tu sueños?<br>Ahí donde el mar acaba, ahí puedas llorar.<br><br>Naces,<br>del fondo de la tierra,<br>del centro del espíritu,<br>del borde del abismo.<br><br>¿Sabes respirar?<br>Observa el viento,<br>se arena, trae la vida en tus manos, en las manos del eterno,<br>abre el corazón<br><br>y deja,<br>deja que el sonido de tu alma vibre. "<br><br>Poesía de Bárbara Cabezas</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-11 14:18:24 UTC</pubDate>
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         <title>Ciganos do Espaço</title>
         <author>fernandamfa2010</author>
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         <description><![CDATA[<div>A aprendizagem é um caminho infinito de descobertas, encontros e desencontros. Assim como a letra fala de encontros e reencontros podemos analisar o multiculturalismo sob essa perspectiva de contato entre culturas diferentes com seus signos diferentes mas que são capazes de construir uma correlação.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-11 15:12:15 UTC</pubDate>
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         <title>Primeiro contato com a disciplina</title>
         <author>fernandamfa2010</author>
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         <description><![CDATA[<div>Antes de termos a primeira aula o professor pediu que a turma respondesse a um questionário de identificação para avaliar o currículo oculto e as condições de aprendizagem, eu achei a iniciativa do professor extremamente significativa para entender melhor a dinâmica da turma e as dificuldades do ensino remoto na perspectiva do aluno, por incrível que pareça eu peguei 6 disciplinas esse semestre e o professor Eric foi o único que avaliou as condições da turma diante do ensino remoto.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-11 15:37:19 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação.</title>
         <author>fernandamfa2010</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na primeira aula houve um estranhamento da minha parte por alguns fatores que não foram previstos. Primeiro que o professor não é brasileiro e possui um sotaque bem marcante; segundo que durante a aula falamos de assuntos muito distintos mas que de alguma forma se relacionavam entre si; terceiro que o professor deixou claro que tralharíamos também através da plataforma do Edmundo;  quarto que o professor contou bastante sobre de onde ele veio, a chegada dele no Brasil, as experiências com a educação e os reajustes que precisou fazer para se adaptar a realidade de um sistema educacional diferente do dele.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-11 16:05:29 UTC</pubDate>
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         <title>Língua e Identidade Nacional. </title>
         <author>fernandamfa2010</author>
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         <description><![CDATA[<div>Antes mesmo de nascer temos contato com a nossa língua materna que é o principal signo de articulação social, a partir dela construímos a nossa identidade nacional que está intimamente ligada ao efeitos colaterais deixados de herança pelos nosso colonizadores e aos interesses dos grupos dominantes que se articulam principalmente através dos meios de comunicação. Marcos Bagno diz que falar de língua é falar de política, em seu livro "Preconceito Linguístico" ele apresenta os principais mitos criados sobre a língua brasileira, a construção social desses mitos e a relação deles com a política. Relacionando a leitura desse livro com o tema abordado fica claro que a identidade nacional é uma construção vertical muito bem articulada para reforçar o mito da unidade nacional que silencia a diversidade cultural, o racismo, a misoginia, a desigualdade de classes, o patriarcado e toda identidade dos povos originários. Esse imaginário de identidade nacional e o mito da unidade linguística trabalhada por Bagno possuem as mesmas engrenagens de articulação e controle de massas que conduzem a população a falda premissa que somos um povo único e unido. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-11 17:18:04 UTC</pubDate>
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         <title>Efeitos da Colonização.</title>
         <author>fernandamfa2010</author>
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         <description><![CDATA[<div>A invasão dos portugueses provocou um genocídio aos povos indígenas, segundo a FUNAI em 1500 a população indígena era de aproximadamente 3 milhões, em 1650 esse número caiu para 700 mil e em 1957 chegou a 70 mil que foi o número mais baixo registrado e desde então a população indígena vem crescendo mas não deixou de ser alvo do genocídio mas agora também se tornou alvo do etnocídio. O etnocídio segundo Pierre Clasters não é a destruição física dos homens, mas do seu modo de vida e pensamento. Esse conceito ficou bem marcada na minha mente e percorrendo toda a minha estrutura física e espiritual pois ela descreve perfeitamente os efeitos e as intencionalidades de todos os processos de colonização que foram e ainda são processos de roubo, genocídio e destruição de todos os bens materiais, morais e imateriais de um povo e de uma cultura. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-11 17:42:40 UTC</pubDate>
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         <title>Documentário: Ex-Pajé</title>
         <author>fernandamfa2010</author>
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         <description><![CDATA[<div>O documentário dirigido por Luiz Bolognesi conta a história de um pajé que perdeu essa liderança por conta da chegada de missionários cristãos no território de Paiter Suruí. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-11 17:48:37 UTC</pubDate>
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         <title>Identidade e Multiculturalismo. </title>
         <author>fernandamfa2010</author>
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         <description><![CDATA[<div>A identidade pode ser analisada de três diferentes ângulos, podemos diferenciar a identidade nacional, a identidade individual e a identidade coletiva. A identidade não pode ser estudada de forma isolada pois ela não corresponde a uma ciência exata que encontramos no final um denominador comum. A formação da identidade recebe a influência de fatores intrapessoais, interpessoais e de fatores culturais. A identidade muda de acordo com o tempo e o contexto, ela possui uma continuidade já que essa identidade está sendo influenciada a todo momento pelo multiculturalismo. O multiculturalismo tem como pré-requisito a diversidade humana e a identidade do outro, o Brasil é um país altamente miscigenado por conta dos seus processos imigratórios que era incentivado por verbas nacionais que incentivavam a migração. Essa miscigenação causou um processo profundo de multiculturalismo que se fortaleceu com a globalização, hoje em dia sofremos influências de tantas culturas que muitas vezes reproduzimos de forma inconsciente. </div><div><br><br></div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-11 17:59:00 UTC</pubDate>
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         <title>Revolta dos Malês. </title>
         <author>fernandamfa2010</author>
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         <description><![CDATA[<div>Tinha como protagonistas africanos muçulmanos escravizados que estavam em busca de combater a escravidão e a conversão religiosa. Essa revolta aconteceu em Salvador em 1835 e tiveram muitas casas e igrejas queimadas. Essa revolta foi extremamente necessária para mostrar a violência e desumanidade do sistema escravocrata e a importância do islamismo aqui no Brasil trazido por esse povos da África. Nos livros didáticos encontramos no máximo meia página falando sobre a revolta e a história que acessamos é contada pela perspectiva europeia que sempre considera os povos escravizados como coniventes a escravidão e que só foram libertados graças a princesa Isabel, mas ao fazer uma leitura mais aprofundada sobre esse acontecimento podemos desmistificar essa passividade e podemos entender que esses povos sempre lutaram pela própria liberdade e pela libertação dos seus semelhantes já que a revolta só durou 6 horas que foram suficientes para eternizar essa força, liderança e resistência.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-11 18:50:53 UTC</pubDate>
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         <title>Cultura Hip-Hop </title>
         <author>fernandamfa2010</author>
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         <description><![CDATA[<div>O clipe mostra justamente o perigo da história única, mostra a história distorcida contada pelos "brancos" e a opressão que a população preta sofre apenas por ser preta. O hip-hop é um movimento de combate e resistência que tem como principal objetivo modificar hábitos, mentalidades e realidades a longo prazo. Esse clipe é um retrato tirado a 5 séculos atrás mas que ainda está muito presente na nossa sociedade.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-11 19:21:34 UTC</pubDate>
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         <title>Breve história de raça e racismo científico.</title>
         <author>fernandamfa2010</author>
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         <description><![CDATA[<div>No século XII surge a Taxonomia que é o estudo e classificação de todos os seres vivos, Carlos Lineu era considerado o pai da taxonomia e classificava animais e plantas mas posteriormente o ser humano foi incluído nas classificações. No século XVIII Johann Friedrich lança uma tese baseada nos estudos da craniologia, a tese defendia a existência de 5 raças humanas só com base nos crânios. Em 1855 Joseph Arthur lança uma obra que analisa as desigualdades entre as raças e defende a superioridade da raça caucasiana. A frenologia desenvolvida por Franz Joseph Gall estudava as áreas do cérebro para definir comportamentos humanos no qual as diferentes raças teriam diferentes capacidades mentais, morais e comportamentais. As teorias raciais defendidas pela ciência foram a desculpa perfeita para a exploração das raças "inferiores" e serviram de justificativa para o genocídio e escravização de muitos povos durante muitos séculos.&nbsp;O racismo científico durou quase 100 anos mas foi condenado e deixado para trás porém embora não estejamos mais vivenciando a legalização do racismo ele continua presente no nosso sistema capitalista que continua realizando a manutenção do racismo como ferramenta de opressão e dominação. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-15 23:13:06 UTC</pubDate>
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         <title>Raça existe?</title>
         <author>fernandamfa2010</author>
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         <description><![CDATA[<div>As teorias raciais caíram por terra, sabemos que todos os humanos fazem parte de uma mesma raça, a raça humana. Mesmo com o fim das leis que legitimavam a superioridade entre as raças, mesmo com o fim da escravidão, mesmo com toda a miscigenação e mesmo com todos os movimentos e bandeiras que se levantaram para destruir o racismo e lutar pela reparação racial ainda encontramos diariamente no noticiário, na novela, na escola, na faculdade e dentro da nossa própria casa o racismo velado e o racismo escancarado. O grande problema é que o racismo foi institucionalizado na nossa formação identitária e o mito da democracia racial se instaurou com a justificativa de sermos o primeiro país com maior número de negros fora de África. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-16 01:04:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fernandamfa2010</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-16 01:26:52 UTC</pubDate>
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         <title>Neonazismo no Brasil</title>
         <author>fernandamfa2010</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em muitas aulas debatemos sobre notícias relacionadas ao neonazismo aqui no Brasil, o aumento progressivo de células de extrema-direita e da descoberta de uma piscina com a suástica nazista. Mesmo com a proibição do partido nazista brasileiro não houve uma desnazificação imediata e seus adeptos não deixaram de acreditar em suas ideologias nazistas por conta de uma lei. Textos nazistas começaram a ser traduzidos cada vez mais  e os pilares do nazismo começaram a se adaptar a uma realidade brasileira de miscigenação, em 2000 houve uma queda de adeptos pois muitas células perderam seus líderes mas em 2011 quando Jair Bolsonaro começou a ganhar visibilidade política com seus discursos de ódio acabou causando um reaparecimento público de grupos neonazistas. Ao aprofundar mais sobre o neonazismo aqui no Brasil, acessar as últimas notícias sobre o crescimento de células neonazistas eu senti uma tristeza profunda por conta do retrocesso significativo que estamos vivendo no Brasil. É impossível não me agarrar a esperança da construção de uma educação antirracista para que possa combater e aniquilar ideologias neonazistas incorporadas a identidade nacional.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-08 14:27:43 UTC</pubDate>
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         <title>Multiculturalismo, Monoculturalismo e o Caminho do meio.</title>
         <author>fernandamfa2010</author>
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         <description><![CDATA[<div>O professor apresentou um livro de contos onde lemos e discutimos o conto "O Restaurante Indiano". O texto chama nossa atenção para o risco de uma história única e verdade absoluta. Ao estudar multiculturalismo fiquei tão apaixonada pelo conceito e pelo respeito a todo e qualquer tipo de diversidade que senti vontade de sair por aí gritando aos quatro ventos que sou multiculturalista, a grande questão é que nem me questionei sobre o paradoxo entre o multiculturalismo e o monoculturalismo. Foi a partir desse conto que comecei a me questionar sobre essa necessidade de autoafirmação e sobre o multicultural e o monocultural estarem correlacionados pois um conceito não seria possível de existir sem o outro. Temos a tendência de construir um pensamento dicotômico onde só é possível ocupar uma polaridade ou a outra mas esquecemos que o mundo e o ser não são divididos em duas partes mas apresentam uma infinidade de caminhos, opções e construções. Existe um conceito milenar budista que é conhecido como "Caminho do Meio" que manifesta a importância de assumir uma neutralidade para entender a grandeza do mundo e viver em harmonia e sem julgamentos ou expectativas em relação ao "outro" e ao "eu". Acredito que ainda estamos construindo um caminho alternativo entre o multiculturalismo e o monoculturalismo mas esse caminho só será possível se primeiro entendermos quem é o Eu e quem é o Outro. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-08 15:36:34 UTC</pubDate>
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         <title>Para aprofundar no debate sobre Multiculturalismo.</title>
         <author>fernandamfa2010</author>
         <link>https://padlet.com/fernandamfa2010/myh7gpf5hxwa1gpw/wish/1875487712</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-11-08 15:43:10 UTC</pubDate>
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         <title>Cultura Queer.</title>
         <author>fernandamfa2010</author>
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         <description><![CDATA[<div>A teoria Queer surgiu na década de 90 e teve como referencial teórico inicial os estudos de Focault e Judith Butler. A teoria queer para mim é a representação perfeita do que falei anteriormente sobre caminho do meio, a cultura queer surge justamente pelo não pertencimento do sujeito em nenhum dos polos indentitários disponíveis. É esse não pertencimento que deforma aquilo que já existe para construir e abrir espaço para uma identidade nova.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-08 16:04:19 UTC</pubDate>
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         <title>Eugenia no Brasil e a Necropolítica.</title>
         <author>fernandamfa2010</author>
         <link>https://padlet.com/fernandamfa2010/myh7gpf5hxwa1gpw/wish/1875735272</link>
         <description><![CDATA[<div>A ideia de eugenia foi criada em 1883 por Francis Galton que aplicou o conceito de seleção natural aos seres humanos com a finalidade de garantir as qualidades raciais das próximas gerações porém essas qualidades raciais fazia referência as qualidades europeias. Em 1914 a eugenia chega oficialmente no Brasil e ganha adeptos que faziam parte da elite intelectual que viram a chance de garantir o desenvolvimento do país através da exclusão e extermínio de negros, imigrantes, asiáticos e deficientes. Por mais que o termo "eugenia" não esteja mais presente ainda podemos encontrar pensamentos eugênicos enraizados na mente do brasileiro e podemos encontrar a proliferação da eugenia pelo atual presidente durante a pandemia do COVID-19.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-08 16:59:29 UTC</pubDate>
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