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      <title>Psicologia e Escola UFSM 1° semestre/2016 by Carolina</title>
      <link>https://padlet.com/cacacolome/portifoliopsicologiaescola</link>
      <description>PORTIFÓLIO DE APRENDIZAGEM CONSTRUÍDO A PARTIR DOS TEMAS TRABALHADOS E DISCUTIDOS NA DISCIPLINA</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-04-09 13:49:38 UTC</pubDate>
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         <title>Uma (primeira) reflexão</title>
         <author>cacacolome</author>
         <link>https://padlet.com/cacacolome/portifoliopsicologiaescola/wish/104880720</link>
         <description><![CDATA[<div>Logo que me deparei com a disciplina, surgiu a pergunta: s<em>e não concordamos com o método de ensino que nos é proposto, por que não o modificamos?</em>&nbsp;Após refletir, percebi que estamos tão habituados com o&nbsp;<strong>"modelo tradicional de ensino"</strong>&nbsp;- professor como quem detém o saber, alunos sentados em fila, aulas expositivas, provas - de tal maneira que não conseguimos sair dele. Queremos aulas diferentes, um método diferente.<em>&nbsp;Mas o que fazemos para contribuir com isso?</em>&nbsp;Quando o professor não faz chamada e/ou não aplica provas (de maneira a nos dar autonomia, até porque número de aulas assistidas não é diretamente proporcional à quantidade de conteúdo absorvido, do mesmo modo que uma prova não expressa todo o conhecimento que adquirimos) deixamos de comparecer às suas aulas para estudar para uma disciplina na qual o professor, de fato, faz chamada e aplica provas.<br>Uma vez que crescemos nesse sistema tradicional, tudo que foge dele é visto por nós como "anormal" e "improdutivo"&nbsp;<del>(o que mais tarde nos levará a refletir sobre medicalização e outros assuntos muito importantes).&nbsp;</del>Nós mesmos contribuímos para manter esse "ciclo vicioso" da educação.<br>Fica a reflexão:<em>&nbsp;como podemos mudar essa situação?<br></em><br>09/04/16</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-04-09 13:50:13 UTC</pubDate>
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         <title>Ciclo vicioso</title>
         <author>cacacolome</author>
         <link>https://padlet.com/cacacolome/portifoliopsicologiaescola/wish/104898565</link>
         <description><![CDATA[<div>No primeiro post, referi-me a educação como um "<em>ciclo vicioso</em>". Relendo o que escrevi, passei a pensar no que me levou a escrever desse modo. Lembrei então das reflexões feitas em aula sobre o artigo "<em>Maquinaria escolar e os processos de regulamentação da vida</em>", escrito por Ana Lucia Coelho Heckert e Marisa Lopes da Rocha, o qual, em determinado momento, nos traz que "&nbsp;<strong><em>A escola constituiu-se como um dos dispositivos do poder disciplinar, atuando de forma estratégica no aumento da capacidade produtiva dos corpos e de sua capacidade política de resistência, ou seja, fabricando corpos úteis e dóceis (Foucault, 1991).</em></strong>" Ao menos a mim, encomoda ler essa frase. Pensar que todo essse sitema escolar em que estamos inseridos desde que nascemos tem o objetivo de perpetuar esses "valores". Sem percebermos, acabamos perpetuando esse modelo de ensino a todo o momento, o que nos remete à pergunta feita no primeito post, "<em>como podemos mudar essa situação?</em>"<br>Encontramos uma imensa dificuldade em encontrar uma resposta rápida e objetiva - até porque uma resposta nesses moldes não solucionaria o problema. Consolemo-nos então pensando que o primeiro passo é refletir, e que uma vez que já o estamos realizando, estamos mais perto de conseguir uma solução.<br><br>09/04/16</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-04-09 22:26:08 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre a normatização</title>
         <author>cacacolome</author>
         <link>https://padlet.com/cacacolome/portifoliopsicologiaescola/wish/104899140</link>
         <description><![CDATA[<div>A visualização desse vídeo, "<em>Ex ET</em>", em aula, trouxe reflexões demasiadamente importantes: a sociedade tem suas próprias normas/regras, sua própria "normalidade". Os comportamentos são normatizados, sendo alguns vistos como "<strong>normais</strong>" (os que são desejáveis) e outros como "<strong>anormais</strong>" (os que são indesejáveis). E isso se repete na escola: os alunos que não tem comportamentos "interessantes" para a instituição, são rotulados como "<strong>alunos-problema</strong>" pelos professores e colegas, recaindo sobre os pais a responsabilidade de "resolver o problema". Como? Muitas vezes, infelizmente, com a&nbsp;<strong>medicalização</strong>. Mas será que essa é a melhor solução? Ou a solução correta? Cobrir a personalidade e a singularidade com uma droga definitivamente não nos levará a lugar algum - apenas estaremos satisfazendo a imediaticidade que a sociedade exige.<br>É importantíssimo que continuemos sempre a refletir e questionar as nossas crenças e o que tomamos como melhor solução para o que chamamos de "problemas", seja na escola, seja na nossa vida em sociedade como um todo.<br><br>09/04/16</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-04-09 22:58:31 UTC</pubDate>
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         <title>A educação é o futuro do Brasil</title>
         <author>cacacolome</author>
         <link>https://padlet.com/cacacolome/portifoliopsicologiaescola/wish/104899684</link>
         <description><![CDATA[<div>Escola como "polícia" e responsável por "<em>fabricar corpos úteis e dóceis</em>" (Foucault) e manter o comportamento&nbsp;<del>desejável&nbsp;</del>"<em>normal</em>" dos alunos, a fim de proporcionar um melhor futuro para o país.<br><br>09/04/16</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-04-09 23:32:46 UTC</pubDate>
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         <title>Como se imagina/percebe a atuação do psicólogo escolar?</title>
         <author>cacacolome</author>
         <link>https://padlet.com/cacacolome/portifoliopsicologiaescola/wish/107353759</link>
         <description><![CDATA[<div>Em aula, discutimos essa questão e vários de nós relatamos como víamos o psicólogo escolar da escola na qual estudávamos antes de ingressar na universidade. Surgiram comentários como&nbsp;<em>"não se sabe muito bem qual o papel do psicólogo dentro da escola", "ele faz um atendimento individualizado, nunca em grupo, com toda a turma de alunos", "o psicólogo não é visto como parte da equipe pedagógica", "muitas escolas públicas não têm psicólogo escolar", "muitas pessoas não sabem que existe psicólogo na escola"</em>. Todas essas respostas ajudam a evidenciar a ideia de que o papel do psicólogo na escola não é bem delimitado, sendo muitas vezes inadequado ou mal empregado, podendo até prejudicar o desenvolvimento dos alunos. Essa concepção tem suas bases na história da constituição da psicologia escolar no Brasil. Sobre esse assunto, acho importante citar uma parte do artigo "Psicologia escolar no Brasil: considerações e reflexões" escrito pelas autoras Rejane Maria Barbosa e Clasy Maria Marinho-Araújo:<strong><em>&nbsp;"Porém, ao contrário do que pretendiam os psicólogos - esclarecer as causas e tratar as dificuldades de aprendizagem -, tais intervenções trouxeram prejuízos ao desenvolvimento dos alunos e contribuíram para a passividade dos agentes escolares, uma vez que a ideia de melhora associava-se ao poder de cura delegado à medicina e à psicologia (Campos &amp; Jucá, 2006; Maluf, 2001). Assim, a psicologia alcançou reconhecimento como detentora de um saber que lhe autorizava explicar o fracasso escolar, destinando-se a atribuição de solucionar as queixas escolares, principalmente por meio do atendimento ao aluno (Kupfer, 2004). Fatores como a interação professor-aluno em sala de aula e a diversificação de estratégias de ensino que consideram aspectos peculiares do contexto sociocultural e escolar do aluno continuaram não se configurando como relevantes para a compreensão das dificuldades de aprendizagem. Diante do exposto, constata-se que a relação da psicologia com a educação aconteceu de forma assimétrica, pois aquela explicava os fenômenos e ditava procedimentos de tratamento, contribuindo para processos de categorização, segregação e marginalização do que é considerado “diferente” (Marinho-Araújo &amp; Almeida, 2005; Neves, 2005; 2001)."<br><br></em></strong>23/04/16</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-04-23 12:20:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Criar e manter estereótipos é um caminho para a paralisação e o conformismo&quot;</title>
         <author>cacacolome</author>
         <link>https://padlet.com/cacacolome/portifoliopsicologiaescola/wish/107354395</link>
         <description><![CDATA[<div>Vimos que o papel do psicólogo dentro na escola não é bem claro nem bem delimitado e muitas vezes não é adequando/eficaz. Contudo, analisando a realidade, que espaço tem o psicólogo escolar para "fazer diferente"? Existe um estereótipo de psicologia escolar e é isso que se espera do psicólogo dentro da escola. Esta não abre espaço para o profissional de psicologia promover terapias de grupo ou dinâmicas diferentes, entre outras atividades que seriam muito interessantes e bem aproveitadas tanto pelos alunos, como pelos professores e funcionários. Além disso, considerando os baixos salários e a sensação de não pertencimento à equipe pedagógica, que vontade e motivação o psicólogo tem para mudar toda essa situação? Percebemos assim que a frase do título deste post é extremamente verdadeira. Ao estereotiparmos o trabalho que o psicólogo escolar deve desempenhar<em>&nbsp;(ler post ao lado: "Como se imagina/percebe a atuação do psicólogo escolar?")</em>, estamos promovendo nada mais que a paralisação e o conformismo de sua atuação como profissional, reduzindo esta a nada mais que ao estereótipo, ao que é esperado, ao que foi convencionado.<br><br>23/04/16</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-04-23 12:43:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cacacolome</author>
         <link>https://padlet.com/cacacolome/portifoliopsicologiaescola/wish/109716250</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-05-07 17:22:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cacacolome</author>
         <link>https://padlet.com/cacacolome/portifoliopsicologiaescola/wish/109716508</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-05-07 17:29:10 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre os professores</title>
         <author>cacacolome</author>
         <link>https://padlet.com/cacacolome/portifoliopsicologiaescola/wish/109716539</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Sou filha de professora</strong>. Isso é um fato que me acompanha desde que nasci e faz parte da minha personalidade/subjetividade. Desde pequena ajudava a minha mãe a corrigir provas, montar trabalhos, planos de aula, finalizar boletins. Contudo, de uns anos pra cá, não a vejo mais fazendo essas tarefas, tampouco me pedindo para ajudar, como antes. Juntamente com essa observação, ocorreram outras: alguns dias ela chegava irritada em casa, furiosa. Eu e minha irmã precisávamos esperar um pouco para ela se acalmar e nos contar o motivo. Outros dias ela chegava extremamente triste, às vezes até chorando. Mais uma vez tínhamos que esperar para saber o que havia desencadeado aquilo. Falta de respeito dos alunos, falta de apoio da equipe pedagógica, falta de salário suficiente, falta de condições básicas, falta de giz, apagador, até falta de papel higiênico nos banheiros. <strong>Falta, falta, falta</strong>. Toda essa falta na escola acabou por gerar muitas outras faltas na minha mãe: falta de vontade, falta de confiança, falta de perseverança, falta de alegria, falta de dedicação, falta de amor pelo que se faz e pelo que se é. Eu acompanhei e acompanho essa "transformação" da minha mãe como profissional, e como filha tenho o dever de acolhê-la e aconselhá-la. Aí entra o problema: é muito difícil falar com alguém que nos conta sobre todas essas "faltas" e dizer uma palavra que seja de conforto e motivação. "O salário é ruim, os alunos são desinteressados, a equipe pedagógica não apoia as ações dos professores em sala de aula". <strong>Como se motiva um professor que vive nesse contexto?</strong> Estou escrevendo toda essa história (minha e da minha mãe) pois não há como não relacionar essa realidade com a disciplina de psicologia escolar. Hoje mesmo li o artigo<em> "A importância do trabalho do psicólogo escolar aos docentes em escolas públicas"</em> escrito pelas autoras Marlúcia Silva Garcia Antunes Costa, Nathália Dornelas Barbosa E Patricia Rossi Carraro, indicado pela minha professora. O artigo traz sobre essa realidade do professor (a qual conheço tão bem) e mostra que o trabalho de um psicólogo escolar seria de fundamental importância nesse cenário:<em> "[...] constata-se que os professores, devido às dificuldades que estão enfrentando no cotidiano escolar, estão cada vez mais vulneráveis a problemas emocionais, físicos, esgotamento mental, desmotivação e apatia, prejudicando assim seu trabalho com os alunos e seu engajamento com a profissão. Muito se fala acerca da necessidade de professores multifuncionais e engajados efetivamente na transformação do contexto social e acadêmico deste país. Acredita-se que aliar a pedagogia e a psicologia na construção de um projeto educacional bem sucedido seria muito importante. O professor, protagonista na sala de aula, árbitro de tantos conflitos e divergências, precisa ser orientado sobre como lidar com seu próprio papel, com suas limitações e dificuldades. Uma política pública que incluísse o psicólogo no contexto escolar traria benefícios não só para os professores, mas para toda a comunidade escolar, que ganharia em nível educacional e de aprendizagem. O trabalho constante e duradouro de um psicólogo preparado para lidar com professores que vivem nas condições apresentadas traria qualidade de vida e satisfação no exercício de uma carreira tão admirável e indispensável em qualquer âmbito da sociedade. Além disso, um auxílio nessa área seria capaz de promover melhoria no processo de ensino-aprendizagem, bem como de diminuir o número de faltas e a necessidade de licença médica por parte dos professores, em sua maior parte ocasionada por estresse e fadiga. Considerando que neste processo de acompanhamento psicológico aos docentes há a grande tendência de ajudá-los a lidar com os problemas por eles vividos, a educação, consequentemente, ganharia mais credibilidade, confiança e condição de transformação da realidade de todos nela envolvidos.". </em>Na teoria, é tudo muito bonito. Entretanto, na prática, não há psicólogo(a) escolar na maioria das escolas públicas, (inclusive na da minha mãe), e mesmo se houvesse, fico pensando se ele(a) realmente conseguiria efetivar seu trabalho e trazer qualidade para a atuação profissional dos professores e consequentemente para a vida deles. Somos cobrados na faculdade a tentar encontrar soluções para todos esses problemas das escolas: da equipe docente, dos alunos e da própria estrutura escolar. Somos instigados a pensar como atuaríamos se fôssemos psicólogos escolares. <strong>Contudo, particularmente para mim, essa é uma tarefa muito difícil.</strong> Ler os artigos (como o citado acima), me traz esperança de que as coisas podem sim melhorar e podem sim dar certo, mas acredito que por toda a vivência da minha mãe e da minha (con)vivência com ela, acabo "travando" na hora de pensar em soluções. Consigo ter um pensamento crítico e refletir sobre os assuntos trabalhados, mas na hora de encontrar soluções, <em>acabo sendo mais a filha de uma professora do que uma aluna de psicologia</em>. Peço desculpas e espero conseguir melhorar nesse sentido até o fim da disciplina.<br><br>07/05/16</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-05-07 17:30:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cacacolome</author>
         <link>https://padlet.com/cacacolome/portifoliopsicologiaescola/wish/109716729</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-05-07 17:34:50 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Porque, na verdade, nos constituímos a partir do olhar do outro&quot;</title>
         <author>cacacolome</author>
         <link>https://padlet.com/cacacolome/portifoliopsicologiaescola/wish/110930861</link>
         <description><![CDATA[<div>Exatamente. O olhar do outro forma quem somos. Um olhar que pode sim, aprovar, mas também pode, infelizmente, reprovar. A partir do que o outro pensa de mim, construo minha própria opinião sobre mim. Se quando olho no olho do outro vejo que ele me vê como uma pessoa feia/estranha/nojenta (entre diversos outros ''apelidos" pejorativos), acabo por me perceber dessa mesma forma. <del>Afinal, para ele me ver dessa maneira, devo ter feito alguma coisa para motivá-lo, não?</del> E isso tem repercussões inimagináveis.<br><br>15/05/16</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-05-15 20:20:26 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre uma proposta de intervenção</title>
         <author>cacacolome</author>
         <link>https://padlet.com/cacacolome/portifoliopsicologiaescola/wish/110932020</link>
         <description><![CDATA[<div>O grupo que apresentou o seminário sobre o Bullying propôs que a nossa turma se reunisse em grupos e criasse uma proposta de intervenção contra esse fenômeno nas escolas. O meu grupo criou um projeto denominado&nbsp;<strong>"Quem somos?"</strong>&nbsp;com o slogan&nbsp;<strong>"(Re)criando (Rel)ações".&nbsp;</strong>A proposta era primeiramente fazer uma "dinâmica do espelho" na qual as crianças/adolescentes ficariam uns de frente para os outros em duplas e teriam que agir da mesma maneira que a sua dupla. O propósito seria fazer com que todos se colocassem no lugar de todos e percebessem como cada um é diferente e como é difícil tentar ser igual ao outro quando somos "obrigados" a isso (no caso, depois se faria uma relação de que a pessoa que sofre bullying o sofre por ser considerada/se sentir diferente dos demais).&nbsp; A segunda dinâmica separaria a turma em grupos. Cada grupo teria que elaborar 3 qualidades para descrever cada colega. Assim, os alunos teriam que se unir para pensar/enxergar/trocar opiniões sobre as qualidades uns dos outros, percebendo que todos tem características para serem admiradas. Por fim, tocando pela primeira vez na palavra "bullying", mostraríamos vídeos de relatos de pessoas que foram vítimas/espectadores/atores dessa prática e discutiríamos os efeitos dela, fazendo uma relação com as dinâmicas realizadas anteriormente. Sabemos que na realidade as coisas seriam bem mais difíceis e complexas, mas ficamos felizes com a nossa proposta, ao pensarmos que de alguma maneira poderíamos estimular um sentimento de empatia/solidariedade/companherismo nos alunos, a fim de evitar/amenizar os episódios de bullying.<br><br>15/05/16</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-05-15 20:45:55 UTC</pubDate>
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         <title>Como algo tão presente nas escolas é tão pouco discutido nas escolas?</title>
         <author>cacacolome</author>
         <link>https://padlet.com/cacacolome/portifoliopsicologiaescola/wish/110933653</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma boa escola não é aquela em que o bullying não ocorre, mas aquela que tem uma postura adequada e proativa sobre ele.<br><br>15/05/2016</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-05-15 21:19:38 UTC</pubDate>
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         <title>Cyberbullying: tão ruim quanto, quando não pior que o Bullying &quot;tradicional&quot;</title>
         <author>cacacolome</author>
         <link>https://padlet.com/cacacolome/portifoliopsicologiaescola/wish/110933995</link>
         <description><![CDATA[<div><br>15/05/16</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-05-15 21:27:07 UTC</pubDate>
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         <title>Relato sobre a visita à escola</title>
         <author>cacacolome</author>
         <link>https://padlet.com/cacacolome/portifoliopsicologiaescola/wish/114656662</link>
         <description><![CDATA[<div>Na disciplina de Psicologia e Escola nos foi proposto visitar uma escola de nossa escolha e acho interessante escrever sobre a minha impressão pessoal/particular da experiência. Além disso, na última aula a professora disse que o nosso relato pode ser escrito diretamente no portifólio, o que é ótimo, pois sinto necessidade de expressar o que vivenciei. Numa terça-feira pela manhã eu e duas colegas visitamos uma escola municipal à qual não nomearei aqui a fim de não provocar exposição desnecessária. Chegamos lá por volta das 08:00 da manhã. Inicialmente, conversamos com a diretora e com a vice-diretora. Elas foram muito receptivas e se mostraram abertas a compartilhar conosco um pouco sobre o cotidiano da escola. Nos contaram que a relação entre os alunos-alunos, alunos-professores e professores-professores é muito boa. Utilizou expressões como "sentimento de família", "pertencimento" e "vínculos de amizade". Também conversamos sobre a <em>presença/ausência de um psicólogo escolar</em> e nos foi contado que naquela escola nunca houve alguém que ocupou esse cargo. Dessa forma, quando há alguma demanda de serviço psicológico a escola recorre à serviços externos como o atendimento gratuito de universidades da cidade ou encaminha ao CAPSi. Ao questionarmos sobre o que elas pensavam ser o "papel" do psicólogo escolar, ficou clara a ideia de que a principal atuação deste se dá através de um <em>atendimento individualizado ao "aluno-problema", que deve ser diagnosticado e tratado</em>. O trabalho do psicólogo escolar, na visão delas, não inclui intervenções/interações com a equipe pedagógica, com o corpo docente, ou com as turmas de alunos. Enfim, as falas da diretora e da vice mostraram um desconhecimento em relação à atuação do psicólogo escolar ser integral e envolver toda a dinâmica escolar (e seus atores). Continuando a nossa visita, fomos a uma sala de aula de alunos do 2° ano do ensino fundamental. Fizemos uma dinâmica com eles, que foram muito receptivos e carinhosos conosco. Isso é uma coisa que realmente mexe com a gente. Particularmente, quando fui ajudar um menininho a escrever uma palavra (o fato de eles não saberem escrever sem que citemos as letras para eles nos surpreendeu, infelizmente), ele me contou coisas muito particulares sobre sua avó que faleceu e seu sofrimento em relação a isso. Fiquei muito sensibilizada com o fato e quando estávamos saindo ele nos deu um desenho de coração. Achei, de verdade, "um amor". Também fiquei encantada com uma menininha que disse <em>"prof, eu posso dar um abraço nelas?"</em> quando estávamos de saída, o que desencadeou uma onda de abraços de todos os aluninhos. Foi uma sensação incrível. Agora escreverei rapidamente como ocorreu a dinâmica: distribuímos folhas de ofício e pedimos para os alunos e para a professora desenharem uma de suas mãos, a utilizando como molde; do outro lado da folha, pedimos para desenharem uma mão qualquer, sem moldes. Nós também participamos. Depois disso feito, pedimos para que escrevessem do lado da mão sem molde uma coisa que eles gostavam na escola e uma coisa que eles não gostavam; do lado da mão com molde, pedimos para escreverem uma coisa que gostariam que houvesse na escola. Ajudamos eles a escreverem, uma vez que, como relatado acima, muitos precisavam de ajuda. Logo que todos terminaram, pedimos para os que quisessem relatarem o que escreveram e depois disso explicamos: do lado da mão sem molde, havia as coisas que já existiam na escola (boas e ruins) que foram construídas pelas mãos das pessoas que já haviam passado por lá (como professores, diretores e alunos). Contudo, do lado da mão com molde, que é a própria mão de cada um, estavam as coisas que se gostaria que a escola tivesse, o que significa que todos podem ajudar a construir essas coisas com suas próprias mãos. Os alunos adoraram, foi realmente maravilhoso. Houve apenas uma situação na qual me senti extremamente desconfortável. <em>Durante a dinâmica, a professora simplesmente apontou para um garotinho e disse "esse é o nosso aluno especial, ele é autista", na frente de toda a turma, em alto e bom som</em>. Isso realmente me chocou. Naquele momento, me senti<em> perdida</em>. Não queria acreditar que ela havia dito aquelas palavras. Todos os dias a gente escuta e estuda coisas no curso de Psicologia que vão totalmente contra a esse tipo de ação. <em>É como se eu acreditasse que esse tipo de coisa não acontecesse no mundo real, até o momento em que eu vi com meus próprios olhos.</em> <em>Como pode algo tão monstruoso para nós ser tão natural para uma professora?</em> <em>Ou para uma escola?</em> Na última aula que tivemos na disciplina de Psicologia e Escola o tema abordado foi justamente "inclusão nas escolas". Durante a aula fiz algumas anotações, as quais pensei em escrever aqui: <strong>"Vigotsky traz que colocamos o rótulo na frente do ser humano. Antes de vermos um aluno, uma criança ou até mesmo uma pessoa, vemos um autista, um cego, um cadeirante...". QUE TIPO DE INCLUSÃO É ESSA?</strong> Quando terminamos a nossa visita à sala de aula, voltamos para conversar mais com a vice-diretora e ela nos contou que a escola é uma referência em inclusão de alunos especiais. Fiquei pensando: se aquela escola é referência, o que deve acontecer nas demais?! Ela nos relatou que a escola dispõe de três monitores por turno (se me lembro bem), os quais são responsáveis por acompanhar os alunos especiais. Para ser monitor, basta estar cursando algum curso de licenciatura. Além disso, os monitores são orientados pela educadora especial da escola (a qual tem apenas 20h e não consegue dar conta da sua demanda). Contudo, que preparação tem uma pessoa que cursa "qualquer tipo de licenciatura" para acompanhar um aluno especial? O objetivo não é ajudá-lo a se desenvolver, apenas levá-lo ao banheiro e coisas desse tipo. Esqueci de mencionar acima que presenciamos quando a monitora do menino autista chegou na sala dele. Uma das coisas que também me afetou foi quando ela estava ajudando-o a realizar a atividade proposta por nós e de repente disse para a professora:<em> "não dá mais, desisto"</em> e saiu de perto dele. <strong>Como se sente uma criança que é tratada assim diariamente por todos com quem convive?</strong> Mais tarde naquela manhã observamos o recreio da escola, o qual iniciava às 09:45. A observação ocorreu de maneira tranquila, sendo interrompida em alguns momentos por um garotinho que vinha conversar conosco. Ele dizia coisas como "me liguem, vocês são lindas, minhas deusas" e tentava nos abraçar. Também não me senti confortável com essa situação. Ele devia ter uns 11 anos, mas mesmo assim <em>não gostei de ele pensar que poderia dizer/fazer o que quisesse conosco, sem demonstrar se importar se queríamos ouvir aquelas coisas ou ser tocadas por ele.</em> Mas nada me chocou tanto quanto a questão no menininho autista. Talvez por isso eu tenha deixado passar detalhes burocráticos da nossa visita, e peço perdão por isso. Talvez as meninas que foram comigo consigam escrever sobre essa parte melhor que eu. Enfim, voltemos à questão na inclusão. Na aula vimos que a <em>"inclusão"</em> é muito mais ampla que a <em>"integração"</em>, visto que <strong>respeita a diversidade e almeja a igualdade de oportunidades, não a igualdade que nega a diversidade</strong> (enquanto a integração cria uma expectativa de que a pessoa com deficiência possa vir a se <em>assemelhar</em> ao não deficiente e que é possível ser igual). Contudo, o que ocorre nas escolas não é nada menos que uma<strong> INCLUSÃO EXCLUDENTE</strong>. Aqui surge a questão: as escolas para estudantes especiais são uma solução ou uma segregação? Na teoria pensamos que é segregação, <em>mas até que ponto a "inclusão" nas escolas comuns não é mais segregacionista?</em> A escola comum não tem estrutura física nem profissionais adequados, diferentemente das APAEs, que têm uma ótima infraestrutura para receber esses alunos especiais, além de efetivamente prepará-los para a vida/mundo. Posso estar enganada e não digo que esta é minha opinião definitiva, mas depois que vi aquela situação na escola fiquei pensando seriamente se não seria muito melhor para aquele garotinho estar estudando numa escola "preparada" para recebê-lo, <em>onde não seria "O autista", "O diferente"</em>. Outro ponto que fiquei pensando foi sobre o que a monitora disse: "não dá mais, desisto"... <strong>A culpa é sempre colocada no diagnóstico: em nenhum momento o professor/monitor repensa seus métodos ou sua didática.&nbsp; A culpa da dificuldade de aprendizagem é do autismo.</strong> Aqui destaquei uma frase da aula, porém não lembro de quem é a autoria: <em>"O sucesso escolar é atribuído ao sucesso pedagógico, porém o fracasso é atribuído à questões biológicas/familiares..."</em>. Até mesmo quando a criança não tem um diagnóstico, diz-se <em>"ela tem que ter alguma coisa!"</em>. Aqui cabe outra frase que anotei: <strong>"A IGUALDADE QUE SE BUSCA É JUSTAMENTE O DIREITO À DIFERENÇA!"</strong> Realmente espero que as situações tristes como a que vivenciei gerem cada vez mais reflexões, a fim de que, um dia, a VERDADEIRA INCLUSÃO seja feita.<br><br>19/06/16</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-06-14 21:46:58 UTC</pubDate>
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         <title>Proposta de atividade - Grupo 3 - Construção de identidade na escola</title>
         <author>cacacolome</author>
         <link>https://padlet.com/cacacolome/portifoliopsicologiaescola/wish/115003775</link>
         <description><![CDATA[<div>O grupo que apresentou o terceiro seminário propôs que os colegas que não participaram da atividade realizada em aula deveriam escrever no portifólio sobre alguma atividade, situação, professor, colega que de alguma maneira os tocou e contribuiu para a construção da sua identidade dentro da escola. Como sou uma dessas alunas que não realizou a atividade em aula, iniciarei meu relato: Quando li a proposta, imediatamente pensei no projeto que a minha professora de história do ensino médio criou: "Sou Palotino, Sou Voluntário". Desde o primeiro ano do ensino médio, meu sonho era participar desse projeto incrível do qual apenas os alunos do terceiro ano participavam. Achava tudo mágico: via eles arrecadando doações, fazendo camisetas e visitando abrigos para idosos. Quando (finalmente) cheguei no terceiro ano, estava super empolgada para fazer parte desse projeto que eu tanto admirava. E juntamente com o projeto, é claro, eu admirava (e ainda admiro muuuuito a professora responsável por ele). Ela nos apresentou a proposta mostrando vídeos feitos a partir das visitas dos anos anteriores e nos fez refletir sobre a verdadeira relevância do projeto. A partir disso nos sensibilizamos e mobilizamos: arrecadamos muitas doações, fizemos uma camiseta e visitamos o Lar das Vovozinhas (bem como eu sonhava em fazer nos anos anteriores). Foi tudo mágico e maravilhoso. Cantar, dançar, fazer brincadeiras e trazer alegria para as pessoas. Naquele dia aprendi coisas que com toda a certeza farão parte de mim para sempre. O projeto fez tando sucesso naquele ano que alguns meses depois o repetimos, contudo dessa vez no Lar de Miriam, visitando crianças. Também foi incrível. Mesmo depois de me formei, em 2014, continuei mantendo o vínculo com a professora e participei novamente do projeto no ano de 2015. O mais legal foi encontrar diversos ex-colegas meus que também fizeram questão de participar novamente. Esse ano pretendo ir novamente. Agradeço mentalmente todos os dias a essa minha professora que nos ensinou muito mais que história, mas principalmente nos formou como seres humanos.<br><br>19/06/16 </div>]]></description>
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         <pubDate>2016-06-20 00:45:56 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre a dinâmica do Grupo 4</title>
         <author>cacacolome</author>
         <link>https://padlet.com/cacacolome/portifoliopsicologiaescola/wish/115004305</link>
         <description><![CDATA[<div>INCRÍVEL. Foi como me senti. Compartilhar momentos como estes é o que faz a diferença na graduação. A aula terminou, fomos para o gramado em frente ao planetário e eu vivi uma experiência maravilhosa. Foi muito bom refletir sobre o que os rótulos proporcionam na nossa sociedade, como reagimos a eles, como nos sentimos em relação a eles. Achei incrível (novamente essa palavra, porque não há outra mais precisa) a experiência de não saber porque as pessoas me tratavam de determinada maneira (maneira esta que não me deixava confortável, uma vez que na brincadeira eu era a "surda" e todos os outros gritavam comigo) e de, aos poucos, ir internalizando esse tipo de tratamento e entendendo quem eu era e porque me agiam do modo como agiam comigo. O mais rico foi discutir com a turma depois que a atividade acabou. Serei grata eternamente a esse momento de reflexão. Amei a experiência.<br><br>19/06/16<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-06-20 00:54:48 UTC</pubDate>
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         <title>Considerações Finais</title>
         <author>cacacolome</author>
         <link>https://padlet.com/cacacolome/portifoliopsicologiaescola/wish/115873895</link>
         <description><![CDATA[<div>É extremamente importante o trabalho no ambiente escolar, visto que este último é o <em>principal responsável pela formação das pessoas e consequentemente, da sociedade como um todo</em>. É um verdadeiro privilégio poder fazer a diferença nesse cenário. Penso que seja um dos campos de atuação mais ricos que temos na Psicologia. Enfim...chegamos ao final do semestre e eu nunca imaginei que conseguiríamos produzir tanto. Produzimos reflexões, conhecimentos, perspectivas, sentimentos, discussões, mudanças... produzimos novos sujeitos. Falo na primeira pessoa do plural pois realmente acredito que foi uma produção coletiva. <strong>Nós todos produzimos, construímos e desconstruímos uns aos outros</strong>. Essa, para mim, é a maior "transformação" que consegui perceber. Nos foi proposto escrever "sempre que fosse percebida uma situação onde tenha ocorrido uma nova forma de fazer ou de pensar": aqui se encontra a mais significante delas - olhar para trás e pensar sobre como começamos a cadeira/como terminamos a cadeira. Posso apenas falar por mim, mas sei que meus colegas têm o mesmo sentimento. Em março nos deparamos com uma disciplina totalmente nova para nós, diferente de tudo que havíamos estudado até o momento. Ela foi nos conquistando aos pouquinhos com essa maneira encantadora de nos fazer refletir e, como disse acima, <strong>produzir uma nova "parte" de nós mesmos - uma parte essencialmente humana</strong>. Disciplinas como estas (e também professoras como esta) me fazem ter certeza de que escolhi o curso mais incrível que poderia ter escolhido. Na aula passada (01/07/16) e na anterior (24/07/16) a emoção transbordou pelos meus olhos ao participar de discussões e reflexões tão tocantes como as realizadas por nós (turma, professora, estagiários). Cada palavra e cada um, foi <em>extremamente</em> significante. E fico <em>extremamente</em> feliz em nos ver <strong>evoluindo na nossa formação como profissionais de psicologia (e principalmente como seres humanos)</strong>. Agradeço à professora Taís que me proporcionou sentimentos tão sublimes através das <em>aulas diferentes, das conversas inspiradoras, da maneira de ser e de nos fazer ser, pelo método utilizado, pela escuta atenta, pelas palavras ditas, pelos textos sugeridos, pelas sugestões feitas</em>. Sei que posso estar parecendo muito "sentimentalista", mas é exatamente assim como me sinto, e aprendi que toda forma de expressão verdadeira vale a pena. Espero ansiosamente pelo próximo semestre, no qual daremos continuidade a essas vivências tão incríveis. Tenho certeza que a disciplina de Psicologia e Escola terá - como já tem - um papel fundamental na construção da minha identidade profissional, bem como da minha identidade como pessoa. Deixo a foto como lembrança de um momento cheio de amor. &lt;3<br><br>03/07/16</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-07-04 00:50:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cacacolome</author>
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         <pubDate>2016-07-04 01:38:39 UTC</pubDate>
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