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      <title>Epidemiologia do Envelhecimento by Melissa Frecero Consiglio</title>
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      <description>Elaborar um texto sobre a epidemiologia do envelhecimento utilizando um gráfico ou imagem representativa.</description>
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      <pubDate>2022-09-19 18:33:17 UTC</pubDate>
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         <title>Envelhecimento Populacional</title>
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         <description><![CDATA[<div>Desde o século passado o Brasil vem sofrendo mudanças significativas no que diz respeito a urbanização e industrialização. Esses processos tiveram impacto expressivo na qualidade de vida dos indivíduos e possibilitaram o aumento da longevidade da população idosa. Além disso, a mulher passou a ocupar um papel social diferenciado que implicou nas taxas de natalidade e evidenciou mais ainda o envelhecimento populacional (DIAS JÚNIOR; COSTA; LACERDA, 2019).&nbsp;</div><div>Apesar da melhora substancial dos parâmetros de saúde da população, o que vai de encontro com o aumento do envelhecimento, envelhecer ainda é um desafio de saúde pública. A pessoa idosa representa a parcela da sociedade com mais necessidades e maior tempo de permanência nos serviços de saúde, uma vez que, devido a altos índices de doenças crônicas, fragilidade e agravamentos, carece de recursos terapêuticos. Estudos indicam que o crescimento deste público requer de atenção especializada, a fim de desassociar o idoso do adoecimento e compreendê-lo como indivíduo vital <a href="https://www.zotero.org/google-docs/?fgGKnG">(VERAS; OLIVEIRA, 2018)</a>. A comparação gráfica do crescimento populacional acima, sugere que a população idosa tende a aumentar cada vez mais, logo, faz-se necessário o desenvolvimento de estratégias voltadas a prevenção da saúde da população, para que esta, envelheça com qualidade de vida e não superlote os serviços de saúde assistenciais.<br>Autoria: Matheus Silvelo Franco.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-30 16:53:17 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>O século XXI está sendo marcado através dos efeitos de transição demográfica e será acometido pelo envelhecimento populacional com o passar dos anos.<br>O número e a proporção de idosos no Brasil e no mundo teve um aumento significativo, como apontam os novos números das projeções populacionais da Divisão de População da ONU.<br>O esperado para 2050 é que o percentual da população mundial acima de 60 anos ultrapasse o percentual de crianças, o que nunca ocorreu historicamente (BNDES,2017).<br>Assim sendo, torna-se indispensável exigir dos governos e população, meios de garantir a proteção e efetivação dos direitos da pessoa idosa, previsto em lei de forma concreta, é necessário também promover meios de divulgar os documentos legais que regulamentam as políticas públicas direcionadas à promoção do bem-estar, garantia de respeito e dignidade aos idosos brasileiros (FREEDOM, 2017)<br><br>FREEDOM. <strong>Direito do idoso</strong>: a mobilidade na terceira idade. [<em>S. l.</em>], 2017. p. 4-6. Atualizado em 13 jul. 2020. Disponível em: https://blog.freedom.ind.br/direito-do-idoso-a-mobilidade-na-terceira-idade/. Acesso em: 9 maio 2020.<br><br>Discente: Lauriele dos Santos <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-01 01:54:18 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>O envelhecimento populacional refere-se ao aumento do número de pessoas com 60 anos ou mais em uma sociedade em relação aos grupos mais jovens. Assim, para a Organização Mundial da Saúde, em seu relatório sobre o envelhecimento da população mundial (2019), envelhecimento populacional significa: “[…] uma história de sucesso, uma razão para celebrar o triunfo da saúde pública, dos avanços médicos, do desenvolvimento econômico e social sobre doenças, lesões e mortes precoces que limitaram a duração da vida humana ao longo da história”. O processo de envelhecimento no mundo vem ocorrendo de maneira intensa. No Brasil, o gráfico mostra a evolução do número de idosos (de 60 anos ou mais), por grupos etários, entre 1950 e 2020. O número de idosos passou de 2,6 milhões, em 1950, para 30 milhões de indivíduos em 2020, um crescimento de 11,3 vezes em 70 anos, ou de 3,5% ao ano. Os idosos eram 5% da população brasileira em 1950 e passaram para 14% da população em 2020. Portanto, o envelhecimento populacional no Brasil é muito mais rápido do que na média mundial (ALVES, 2022).&nbsp;<br>Discente: Helena Jann</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-01 02:19:00 UTC</pubDate>
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         <link>https://padlet.com/bewitchedresidentinc/mxfc32hns5xipria/wish/2322112440</link>
         <description><![CDATA[<div>O envelhecimento da população brasileira ao longo dos anos tem se destacado na ideia de que pode desencadear na sociedade fatores relevantes para a saúde pública, trazendo a necessidade de investigar os impactos sociais. Após a década de 1950, o aumento da migração rural-urbana levou a uma sociedade com alto índice de envelhecimento populacional. Alguns dos fatores que trazem essas populações rurais para as cidades são a falta de emprego, embora a maioria dos migrantes não sejam idosos, mas dentro de alguns anos essas pessoas farão parte deste grupo que se deslocam para os bairros urbanos (VERAS, R.P. et. al.).<br>Nas últimas décadas, alguns países do terceiro mundo, como o Brasil, tiveram baixos níveis de mortalidade e fecundidade. Sendo um dos fatores que tem contribuído para essa baixa fecundidade são as consequências da urbanização, como uma série de crises socioeconômicas. Além disso, também temos o cenário da população feminina, a qual &nbsp; começou a ter um controle familiar, sendo esse cenário também relacionado à já mencionada instabilidade econômica e às mudanças nos padrões culturais (RAMOS, L.R. et. al.).<br>A julgar por esses dados, até 2025, teremos cerca de 34 milhões de pessoas com idade superior a 60 anos, cabendo a essa geração planejar uma política de bem estar social de longo prazo para cuidar dessa população (RAMOS, L.R. et. al.).<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Ramos LR, Veras RP, Kalache A. Envelhecimento populacional: uma realidade brasileira. Rev Saúde Pública 1987;21:211-24.<br><br></div><div>Veras RP, Ramos LR, Kalache A. Crescimento da população idosa no Brasil: transformações e conseqüências na sociedade. Rev Saúde Pública 1987; 21:225-33.<br><br>Aluna: Roberta Guedes Ribeiro.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-01 16:09:26 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Com o passar dos anos percebemos um aumento na expectativa de vida da população que se da pelos avanços tecnológicos e melhor qualidade de vida, com uma baixa taxa de natalidade, percebemos um alargamento na parte superior do gráfico, com projecções futuras&nbsp; teremos mais pessoas idosas do que jovens na casa dos 15 a 20&nbsp; anos, levando em conta os altos números devemos pensar em politicas publicas voltadas a esta faixa etária, não como uma preocupação mas como um incentivo para nosso futuro, garantindo respeito e dignidade a população.<br>Discente: Diorlhi Menegassi</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-01 20:31:23 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>As transições epidemiológica e demográfica seguem em curso no planeta e no país, mudando rapidamente a face e a realidade do Brasil. Na mesma velocidade do aumento da expectativa de vida, crescem também os desafios para com esse segmento da população, principalmente no quesito proteção e assistência. A estimativa é que, em 2050, esse número chegue a 66,5 milhões – 29,3%, passando em muito o percentual de crianças.&nbsp;</div><div>O Ministério da Saúde compreende o envelhecimento populacional como uma conquista e um triunfo da humanidade no século XX, mas reconhece que existem muitos desafios para que o envelhecimento aconteça com qualidade de vida. Essas mudanças estão trazendo a necessidade das políticas públicas e de saúde se voltarem para as demandas cada vez maiores dessa faixa etária, é grande o desafio para os serviços de saúde, pois tudo que acontece com os adultos em termos de saúde se agrava com o passar do tempo e as medidas de prevenção se tornam cada vez mais importantes para diminuir a carga de doenças e o quadro de dependência.</div><div>Temos, assim, o saber científico a serviço da senescência e do tratamento de patologias eventuais advindas da senilidade. Resta-nos a certeza de que passam os anos, e com eles vem a transformação de todo o nosso corpo, quase como se fosse uma suave metamorfose. Até porque a senescência é um acontecimento progressivo e irreversível. Afinal, quem não envelhece morre antes.&nbsp;</div><div>Portanto, envelheçamos, é muito melhor morrer na velhice do que antes de conhecê-la, de poder vivenciá-la, de experienciar este momento da vida. Sendo assim, devemos acolhê-la bem para vivermos melhor. Além disso, é preciso entender que o próprio corpo, ao envelhecer, vai procurando uma nova adaptação biomecânica inteiramente diferente daquela na nossa juventude e devemos sempre aproveitá-lo com serenidade e inteligência.&nbsp;</div><div><br>OLIVEIRA, Anderson Silva. Transição demográfica, transição epidemiológica e envelhecimento populacional no Brasil. <strong>Hygeia-Revista Brasileira de Geografia Médica e da Saúde</strong>, v. 15, n. 32, p. 69-79, 2019.<br><br>Discente: Andressa dos Santos Ferreira.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-02 00:24:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Devido aos baixos índices de nascimento em contrapartida ao envelhecimento da população com as mudanças no cotidiano da população feminina, onde hoje o acesso&nbsp; a informação , a carga horaria de trabalho e diversas ações realizadas no dia a dia vem diminuindo o numero de nascimentos, consecutivamente aumentando o numero da população de pessoas idosas no Brasil. Nesse contexto encontra-se a necessidade de melhoria no atendimento a saúde desta população, para promoção da sua autonomia e melhoria na qualidade de vida, assim também como a necessidade de politicas públicas voltadas a esta população específica. <br><br>&nbsp;Greice Kelly Rebés.<br><br>Referência: OLIVEIRA, A. S. TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA, TRANSIÇÃO EPIDEMIOLÓGICA E ENVELHECIMENTO POPULACIONAL NO BRASIL. <strong>Hygeia - Revista Brasileira de Geografia Médica e da Saúde</strong>, <em>[S. l.]</em>, v. 15, n. 32, p. 69–79, 2019. DOI: 10.14393/Hygeia153248614. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/hygeia/article/view/48614. Acesso em: 2 out. 2022.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-02 13:32:10 UTC</pubDate>
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         <title>Epidemiologia do Envelhecimento</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/bewitchedresidentinc/mxfc32hns5xipria/wish/2322862599</link>
         <description><![CDATA[<div>Por vários anos o Brasil foi chamado de país do futuro, pois era expressivo o número de crianças quando comparado a população jovem e idosa, mas diante da baixa mortalidade e fecundidade a população o país vem envelhecendo. De acordo com Oliveira (2015) a transição demográfica leva ao envelhecimento da sociedade e ambos contribuem para a transição epidemiológica, que incluem mudanças nos perfis de mortalidade, que transcorre de mortes causadas por doenças infecciosas e parasitárias que é característico de regiões desfavorecidas econômico e socialmente, entrando em uma nova fase, onde as doenças típicas são as doenças crônicas não transmissíveis.&nbsp;</div><div>Para Camarano (2004) no futuro, os idosos terão melhores níveis de educação e participarão ativamente da vida social e cultural. Esses traços podem ter um impacto positivo na saúde e bem-estar dos idosos, prevendo cenários positivos, mas isso dependerá de políticas públicas que foquem na promoção da saúde desde cedo.</div><div>Por isso precisamos investir em planejamento desde a pessoa que envelhece, à família, a comunidade por inteiro e as autoridades públicas. Com modificações e gestão efetiva é possível melhorar a qualidade de vida, dar autonomia ao idoso, diminuir o excesso de atividades da família, a população então passará a respeitar, entender e acolher o idoso como ser social.</div><div><br></div><div>OLIVEIRA, A. S. TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA, TRANSIÇÃO EPIDEMIOLÓGICA E ENVELHECIMENTO POPULACIONAL NO BRASIL. <strong>Hygeia - Revista Brasileira de Geografia Médica e da Saúde</strong>, <em>[S. l.]</em>, v. 15, n. 32, p. 69–79, 2019. DOI: 10.14393/Hygeia153248614. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/hygeia/article/view/48614. Acesso em: 2 out. 2022.</div><div>OLIVEIRA, Anderson Silva.<strong> Envelhecimento Populacional e o surgimento de novas demandas de políticas públicas em Viana/ES</strong>. Dissertação de Mestrado, Programa de Pós Graduação em Geografia, Universidade Federal do Espírito Santo, 2015.</div><div>CAMARANO, Ana Amélia. <strong>Envelhecimento da População Brasileira: Uma contribuição Demográfica</strong>. Texto para a discussão nº 858, RJ: IPEA, 2002.CAMARANO, Ana Amélia. <strong>Os novos idosos brasileiros. Muito além dos 60?</strong>. Rio de Janeiro: IPEA, 2004.<br><br>Discente: Silvana Scherer Carré</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-02 19:53:14 UTC</pubDate>
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         <title>Epidemiologia do Envelhecimento Humano no Brasil</title>
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         <link>https://padlet.com/bewitchedresidentinc/mxfc32hns5xipria/wish/2322916093</link>
         <description><![CDATA[<div>A transição demográfica brasileira está em constante transformação, as taxas de fecundidade diminuíram resultando em uma mudança na base da pirâmide que demonstra os dados populacionais. O crescimento da população idosa no Brasil cresce de forma desfavorável às pessoas em vulnerabilidade socioeconômica, visto que, os condicionantes para uma melhor qualidade de vida exige gastos contínuos.<br>Espera-se que em até 2050 a população idosa ultrapasse a infantil, proporcionalmente a expectativa de vida será de&nbsp; 88 anos, e o número de idosos de 60-69 anos será menor que o de idosos 70 anos e mais. Também reitera-se que o envelhecimento ainda está relacionado com diversos problemas de saúde, como desafio busca-se investir em estratégias e políticas públicas estimulando um envelhecimento mais saudável.&nbsp;<br><br>DISCENTE: Mohamad Maruf Ahmad Maruf Mahmud<br><br>REFERÊNCIAS:</div><div>‌DINIZ, Eustáquio. <strong>O envelhecimento do envelhecimento no Brasil e no mundo</strong>. Portal do Envelhecimento. Disponível em: &lt;https://www.portaldoenvelhecimento.com.br/o-envelhecimento-do-envelhecimento-no-brasil-e-no-mundo/&gt;. Acesso em: 2 out. 2022.<br><strong>TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA, TRANSIÇÃO EPIDEMIOLÓGICA E ENVELHECIMENTO POPULACIONAL NO BRASIL</strong>. Seer.ufu.br. Disponível em: &lt;https://seer.ufu.br/index.php/hygeia/article/view/48614/27320&gt;. Acesso em: 2 out. 2022.</div><div>‌</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-02 21:33:58 UTC</pubDate>
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         <title>Transição Epidemiológica e Envelhecimento e Causas de óbitos (Projeto Saúde Amanhã)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Até a década de 1990 os óbitos no Brasil tinham maior representatividade entre os não idosos. Contudo, a partir de 1992 a tendência do percentual de óbitos no Brasil começou a aumentar entre a população idosa, sendo acompanhado pela mudança na distribuição de mortalidade geral onde se destacaram três grupos, as doenças do aparelho circulatório, neoplasias e doenças do sistema respiratório, que em 2019 representaram mais de 60% das causas de óbitos na população idosa.(ROMERO; MAIA, 2022)<br><br></div><div>Dessa forma identifica-se um quadro singular sobre a caracterização do envelhecimento populacional, passando&nbsp; por uma transição epidemiológica em que as doenças degenerativas se tornaram mais presentes e as infecciosas menos prevalentes. Porém o Projeto Saúde Amanhã evidenciou que durante a pandemia da Covid-19 houve um breve aumento da tendência de óbitos por doenças infecciosas (ROMERO; MAIO, 2022). Portanto, ao observar as mudanças na estrutura das causas e na estrutura etária dos óbitos pode se estabelecer relação dos processos saúde-doença com o envelhecimento da população.<br><br>Discente: Thiago Lopes Espindola.&nbsp;<br><br></div><div>Referência: ROMERO, Dália; MAIA, Leo. A epidemiologia do envelhecimento: novos paradigmas? Rio de Janeiro: Fundação Oswaldo Cruz, 2022. 40 p. Disponível em: &lt;<a href="https://saudeamanha.fiocruz.br/textos-para-discussao/#.Yzo_JVzMLIW">https://saudeamanha.fiocruz.br/textos-para-discussao/#.Yzo_JVzMLIW</a>&gt;. Acesso em: 2 out. de 2022.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-03 02:13:21 UTC</pubDate>
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         <title>Epidemiologia do Envelhecimento </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/bewitchedresidentinc/mxfc32hns5xipria/wish/2323123562</link>
         <description><![CDATA[<div>O processo de envelhecimento é um dos fenômenos que mais se evidencia nas sociedades atuais, sendo esse fenômeno associado a transição demográfica. Destaca-se a transição epidemiológica que gera mudanças nos padrões de morte, morbidade e invalidez de uma população específica e que, em geral, ocorre em conjunto com outras transformações como as sociais, econômicas e de saúde. O que era antes o privilégio de poucos, chegar à velhice, hoje passa a ser uma realidade, mesmo nos países mais pobres.&nbsp; No Brasil, embora existam muitos problemas com relação a vulnerabilidade e falta de acesso à saúde por muitas pessoas, por várias razões, percebeu-se que o investimento em vacinas e campanhas ao longo dos anos e o auxílio da tecnologia propiciaram uma melhora na qualidade de vida das pessoas e, consequentemente, o aumento da expectativa de vida. Nota-se que o envelhecimento populacional provoca grandes desafios à Saúde Pública, tendo em vista a dificuldade de adequação dos serviços a essa nova demanda, tanto quanto à disponibilidade de estrutura física e tecnologias específicas, quanto à escassez de profissionais capacitados a trabalhar com idosos, assim como devido ao universo fisiopatológico e psicossocial singular que esse público representa. Viver cada vez mais é o desejo da maioria das pessoas, porém isso pode resultar numa sobrevida marcada por incapacidades e dependência, dependendo dos hábitos de vida que o indivíduo tenha. O aumento da expectativa de vida, propiciado pela evolução dos últimos anos, requer mais atenção por parte do estado, dos profissionais de saúde e de toda a sociedade, logo, há de se investir mais em saúde primária, apoiando iniciativas que visem melhorar a qualidade de vida da população que envelhece melhorando o acesso das populações mais carentes à saúde e indo até elas através do atendimento domiciliar, as universidades também têm como papel prestar a sua contribuição desenvolvendo ações de saúde a fim tentarmos possibilitar um envelhecer mais digno. &nbsp;<br><br></div><div>LEAL CORTEZ, Antônio Carlos et al. Aspectos gerais sobre a transição demográfica e epidemiológica da população brasileira. <strong>Enfermagem Brasil</strong>, v. 18, n. 5, 2019.<br><br></div><div>DE LIMA LEITE, Samara; DA SILVA DINIZ, Ericka Ellen Cardoso. ENVELHECIMENTO NO BRASIL E SAÚDE DO IDOSO.<br><br>Discente: Roseanne Fraga&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <title>Epidemiologia do envelhecimento.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Até meados da revolução industrial, o principal fator responsável pela mortalidade das pessoas consistia em doenças infecciosas, com a expectativa de vida estimada em 40 anos. A progressiva melhora das condições de vida (habitação, saneamento, alimentação, educação) levou a também progressiva redução da mortalidade por doenças infecciosas, redução essa que tornou-se acentuada diante do surgimento de sulfas, antibióticos e demais avanços da área da saúde.</div><div>Tal cenário levou, não só, ao aumento da expectativa de vida da população, mas também ao evidenciamento de novos desafios a partir do envelhecimento populacional; doenças cardiovasculares e neoplasias crônicas passaram a ser o principal fator de óbito.&nbsp;<br>O controle da morbimortalidade da população tende a aumentar nas próximas décadas, sendo necessário atividades de promoção a saúde para adultos e idosos com intuito de promoção a saúde da população.&nbsp;<br><br>DICENTE: Luiza G. S. Fernandes.<br><br>REFERÊNCIAS:</div><div>‌DINIZ, Eustáquio. <strong>O envelhecimento do envelhecimento no Brasil e no mundo</strong>. Portal do Envelhecimento. Disponível em: &lt;<a href="https://www.portaldoenvelhecimento.com.br/o-envelhecimento-do-envelhecimento-no-brasil-e-no-mundo/">https://www.portaldoenvelhecimento.com.br/o-envelhecimento-do-envelhecimento-no-brasil-e-no-mundo/</a>&gt;. Acesso em: 03 OUT. 2022.<br><br></div><div>ROMERO, Dália; MAIA, Leo. A epidemiologia do envelhecimento: novos paradigmas? Rio de Janeiro: Fundação Oswaldo Cruz, 2022. 40 p. Disponível em: &lt;<a href="https://saudeamanha.fiocruz.br/textos-para-discussao/#.Yzo_JVzMLIW">https://saudeamanha.fiocruz.br/textos-para-discussao/#.Yzo_JVzMLIW</a>&gt;. Acesso em: 02 OUT. de 2022.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-03 04:47:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Epidemiologia do envelhecimento </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ao longo da década de 2012 a 2021 à população brasileira mostrou tendência ao envelhecimento, com queda de natalidade.&nbsp;</div><div>Ao analisar artigos e leituras do ibge vê-se a diminuição de natalidade, em contrapartida a taxa da população idosa aumenta significativamente. Segundo o órgão, a proporção de pessoas abaixo de 30 anos recuou de 49,9% da população do país em 2012 para 43,9% em 2021.</div><div>Havendo uma queda de 5,4%. A proporção de pessoas com 60 anos ou mais aumentou de 11,3% para 14,7%. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que, em 2019, a expectativa de vida no Brasil atingiu 76,6 anos. Devemos observar que o aumento de doenças crônicas e respiratórias acaba acarretando em um grande índice de mortalidade, visto que s população idosa tem um alto percentual de riscos e maiores complicações. Sendo assim destacamos a necessidade de atendimentos e promoção à saúde pública de fácil acesso a essa população em risco investindo em campanhas, vacinas e programas sociais de ensino a saúde que possam priorizar a saúde e atendimento da população idosa estimulando um envelhecimento saudável.<br><br>Dicente : Laís Amaro brazeiro <br><br>Referências: <br>&nbsp;<a href="https://www.epsjv.fiocruz.br/noticias/reportagem/um-pais-mais-velho-o-brasil-esta-preparado">https://www.epsjv.fiocruz.br/noticias/reportagem/um-pais-mais-velho-o-brasil-esta-preparado</a><br><a href="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/34438-populacao-cresce-mas-numero-de-pessoas-com-menos-de-30-anos-cai-5-4-de-2012-a-2021#:~:text=Nesse%20per%C3%ADodo%2C%20a%20parcela%20de,39%2C8%25%20no%20per%C3%ADodo.">https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/34438-populacao-cresce-mas-numero-de-pessoas-com-menos-de-30-anos-cai-5-4-de-2012-a-2021#:~:text=Nesse%20per%C3%ADodo%2C%20a%20parcela%20de,39%2C8%25%20no%20per%C3%ADodo.</a><br><br><a href="https://www.saude.go.gov.br/images/imagens_migradas/2019/01/boletim-dezembro.pdf">https://www.saude.go.gov.br/images/imagens_migradas/2019/01/boletim-dezembro.pdf</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-03 17:39:10 UTC</pubDate>
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         <title>Epidemiologia do envelhecimento</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Desde 1960, tem-se o conhecimento que o declínio da fecundidade em algumas regiões brasileiras mais desenvolvidas influenciou o processo de envelhecimento da população. Esse fenômeno foi se estendendo a demais regiões do país durante a década de 70, em áreas urbanas e rurais e em todas as classes sociais.</div><div>&nbsp;</div><div>Em conjunto com o avanço da sociedade, da medicina e evolução do modelo de atenção a saúde, a população de pessoas idosas vem aumentando e, por consequência, ocorre o aumento das doenças e condições crônicas, responsáveis por grande parte das hospitalizações dessa população.</div><div>&nbsp;</div><div>O aumento da população idosa “está entre os principais fatores que contribuem para o aumento da carga de doenças não transmissíveis no Brasil e as desigualdades sociais e em saúde” (VANZELLA, 2019).<br><br>Referência: VANZELLA, Elídio. O ENVELHECIMENTO, A TRANSIÇÃO EPIDEMIOLÓGICA, DA POPULAÇÃO BRASILEIRA, E IMPACTO NAS INTERNAÇÕES NO ÂMBITO DO SUS. <strong>EDUCERE (REF FAESNE)</strong>,VOL. X, Nº 2, Jul/Dez. 2019. Disponível em: https://www.ufpb.br/gcet/contents/documentos/repositorio-gcet/artigos/o_envelhecimento_a_transicao_epidemiolog.pdf. Acesso em: 02 out. 2022.<br><br>Discente: Cíntia Ribeiro Lemes</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-03 22:15:37 UTC</pubDate>
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         <title>Epidemiologia do Envelhecimento</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O&nbsp; envelhecimento é um processo que faz parte do ciclo da vida. A expectativa de vida do brasileiro está crescendo cada vez mais. De acordo com dados do IBGE, a população está vivendo em média 75,8 anos. Isso significa que o número de pessoas com mais de 60 anos tem aumentado. É por isso que o desenvolvimento do idoso e o processo de envelhecimento merecem cada vez mais destaque nas políticas públicas, com relação aos direitos e deveres referentes aos idosos e a forma de bem viver.&nbsp;<br>Uma população mais madura exige adaptações, novos planejamentos governamentais e, mais consciência e investimento em saúde e qualidade de vida. Por isso o Brasil tem desafio de garantir envelhecimento populacional com qualidade.&nbsp;</div><div>No processo de envelhecimento, o corpo humano passa por diversas mudanças em todo a fisiologia que compõe e são vitais para o perfeito funcionamento do corpo humano, bem como para manter uma vida saudável. Em alguns estudos a velhice é definida como a melhor fase ou os melhores anos da vida das pessoas, pois é nesta fase que a pessoa se encontra e se sente livre das obrigações sociais e para fazer tudo o que tem vontade.&nbsp;</div><div>É necessário estarmos atentos e nos prepararmos para a fase da velhice, objetivando um processo do bem viver com qualidade de vida e poder transitar na fase da velhice&nbsp; com alegria, livre de doenças e desenvolvendo atividades com envolvimento social.&nbsp;<br>Gabrieli Machado de Mattos&nbsp;<br>Referencias: http://www.grupoaltevita.com.br/saude/expectativa-de-vida-no-brasil-e-o-envelhecimento-no-brasil/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-03 22:19:41 UTC</pubDate>
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         <title>Epidemiologia do Envelhecimento.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/bewitchedresidentinc/mxfc32hns5xipria/wish/2324667287</link>
         <description><![CDATA[<div>No ano de 2019, três grupos de causas correspondiam a mais de 60% do total de óbitos de pessoas idosas, tanto na população feminina, quanto masculina, sendo elas: doenças do aparelho circulatório, neoplasias e doenças do aparelho respiratório. (ROMERO; MAIO, 2022).<br>&nbsp;A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2019 mostra a alta prevalência de doenças crônicas entre a população idosa brasileira (Tabela 3). Apenas 19% das pessoas idosas relataram não ter sido diagnosticadas com nenhuma das doenças crônicas referidas no inquérito e especificadas na Tabela 3. (ROMERO; MAIO, 2022). <br><br>Discente: Isadora da Trindade Gallarreta<br><br>Referência: ROMERO, Dália; MAIA, Leo. A epidemiologia do envelhecimento: novos paradigmas? Rio de Janeiro: Fundação Oswaldo Cruz, 2022. 40 p. Disponível em: &lt;<a href="https://saudeamanha.fiocruz.br/textos-para-discussao/#.Yzo_JVzMLIW">https://saudeamanha.fiocruz.br/textos-para-discussao/#.Yzo_JVzMLIW</a>&gt;. Acesso em: 3 out. de 2022.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-03 23:12:11 UTC</pubDate>
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         <title>Perfil Epidemiológico de Idosos submetidos à cirurgia de fratura de fêmur.</title>
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         <description><![CDATA[<div>Sabe-se que com o passar dos anos as células envelhecem e consequentemente isso vai se tornando aparente. Os ossos também sofrem esse envelhecimento sendo muito comum a diminuição da densidade óssea, mas sem exames de imagem essa alteração fisiológica não é aparente, em quadro mais grave temos a osteoporose.<br>Estudos demostram que muitos idosos serão acometidos por traumas, com decorrência a fratura do fêmur e tendo a maior prevalência de prótese de quadril com recuperação lenta. Na maioria dos casos temos a faixa etária de 78 anos de idade e as fraturas são causadas na sua grande maioria por queda da própria altura.<br>Neste artigo constataram que deve haver novas pesquisas epidemiológica com a finalidade de produzir indicadores de saúde relacionado ao envelhecimento.<br>Discente: Flavia Paiva Adorno<br>Referencias.<br>RBCEH, Resumo, Perfil epidemiológico de idosos submetidos à cirurgia de fratura&nbsp;</div><div>de fêmur proximal em hospital escola na cidade de Marília, SP. Passo Fundo.</div><div>v. 12, n. 2, p. 101-110, maio/ago.<br>Disponível em: &lt;http://seer.upf.br/index.php/rbceh/article/view/4791/pdf&gt;. Acesso em 03 de outubro de 2022.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-03 23:20:50 UTC</pubDate>
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         <title>Epidemiologia do Envelhecimento.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/bewitchedresidentinc/mxfc32hns5xipria/wish/2324738787</link>
         <description><![CDATA[<div>De acordo com a Organização Mundial da Saúde, até 2025 o Brasil terá a sexta maior população idosa do mundo. No contexto da nossa sociedade, ainda existe muita desinformação sobre a saúde do idoso e as suas particularidades e desafios, do envelhecimento populacional a saúde pública no contexto social. Durante os anos de 1980 e 2000 a população com 60 anos ou mais cresceu 7,3 milhões, totalizando mais de 14,5 milhões em 2000.<br>Como um dos maiores triunfo da humanidade o envelhecimento da população é também um dos maiores desafios. Ao início do século XXI, o envelhecimento global trará um aumento significativo das demandas sociais e econômicas em todo o mundo. Portanto, as pessoas da 3° idade geralmente são ignoradas como recurso, sendo que na verdade, elas constituem um recurso vital no tecido da nossa sociedade.<br>Pensando em formas dos países custear o envelhecimento, a OMS argumenta que o governo, as organizações internacionais e a sociedade civil podem implementar políticas e programas de "envelhecimento ativo", com a finalidade de melhorar a saúde, a participação e a segurança da pessoa idosa.<br>Essas políticas e programas devem ser apoiadas nos direitos, necessidades, preferências e habilidades das pessoas idosas. Incluindo também uma perspectiva de curso de vida que reconheça a importância da influência das experiências de vida para a maneira como os indivíduos envelhecem.<br>Enfrentar o desafio do envelhecimento é&nbsp;<br>urgente. O País já tem um importante percentual de idosos, que será crescente nos próximos anos, o que demandará serviços públicos especializados que será reflexo do planejamento e das prioridades atuais das políticas públicas sociais. Portanto, é essencial que essas políticas tenham intervenções integradas, que priorizem o cuidado, e que fortaleçam a promoção do envelhecimento saudável.<br><br>&nbsp;Discente: Ellen Caroline Barbosa Gomes<br><br>Referências:&nbsp;<br>Organização Mundial da Saúde. Envelhecimento ativo: uma política de saúde. Brasília, DF: OPAS; 2005<br><br>MIRANDA, Gabriella Morais Duarte; MENDES,Antonio da Cruz Golveia; et al. O envelhecimento populacional brasileiro: desafios e consequências sociais atuais e futuras. Recife: Fundação Oswald Cruz,2016. 13 p. Disponível em: &lt;https://www.scielo.br/j/rbgg/a/MT7nmJPPRt9W8vndq8dpzDP/?lang=pt&amp;format=pdf&gt;.<br>&nbsp;Acesso em 03 out. 2022.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-04 00:35:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Epidemiologia do envelhecimento </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/bewitchedresidentinc/mxfc32hns5xipria/wish/2324830160</link>
         <description><![CDATA[<div>O envelhecimento anteriormente era maior em paises desenvolvidos, porém a expectativa de vida aumentou na última década, em 2000 haviam cerca de 5% de idosos e estima-se que em 2025 essa população já esteja em 14%. Há uma predominância de idosos do sexo feminino no nosso país, devido a fatores como menor exposição a fatores de risco, menor prevalencia do uso do tabaco e álcool, diferença de comportamento a frente de doenças crônicas. Em 2020 a OMS criou o plano "A década do envelhecimento saudável 2021-2030" como estratégia para beneficiar os idosos juntamente com a família e a comunidade.&nbsp;<br><br><br>&nbsp;ROMERO, Dália, et al. A epidemiologia do envelhecimento: Novos paradigmas. Rio de Janeiro. Fundação Oswaldo Cruz, 2022. Disponível em: &lt;https://saudeamanha.fiocruz.br/wp-content/uploads/2022/06/Romero_D_-Maia-L_A-epidemiologia-do-envelhecimento_novos-paradigmas_TD_90_versao_final.pdf&amp;ved=2ahUKEwjpo5yOvMX6AhWikZUCHfeuD9MQFnoECAYQBg&amp;usg=AOvVaw2E2nvjXUE0L0TXs4WtSKSf&gt;. Acesso em 03 de out. 2022<br><br>Discente: Ana Laura Saraiva </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-04 01:58:31 UTC</pubDate>
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         <title>Epidemiologia do Envelhecimento</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/bewitchedresidentinc/mxfc32hns5xipria/wish/2324880999</link>
         <description><![CDATA[<div>De acordo com estudos atuais, a população mundial está envelhecendo cada vez mais. Nos anos 50, a perspectiva de vida era de 60 anos de idade. Hoje, estima-se que nos próximos anos, essa perspectiva aumente para os 88 anos no Brasil, e no mundo 82. Mas o grande desafio é a qualidade de vida que nós, quanto idosos teremos. Pesquisas apontam que grande parte da população mundial, hoje, possui algum tipo de doença crônica. Entretanto, nos, enquanto profissionais de saúde, precisamos pensar e levantar ações, levar os holofotes até esta população, mostrando a importância do planejamento de vida, pois o amanhã certamente virá. Todos nós envelheceremos e precisamos entender a velhice não como fase de fim de vida, mas sim, parte dela. A velhice também precisa ser planejada. E como queremos envelhecer? Como queremos que a população envelheça com saúde? Como podemos melhorar esta expectativa?&nbsp;<br><br>REFERÊNCIA: DINIZ, Eustáquio. O envelhecimento do envelhecimento no Brasil e no mundo. 2022. Portal do Envelhecimento. Disponível em: https://www.portaldoenvelhecimento.com.br/o-envelhecimento-do-envelhecimento-no-brasil-e-no-mundo/. Acesso em: 03 out. 2022.<br><br>Discente: Yasmin Dias Hipólito</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-04 02:42:38 UTC</pubDate>
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         <title>Epidemiologia do Envelhecimento</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/bewitchedresidentinc/mxfc32hns5xipria/wish/2354357398</link>
         <description><![CDATA[<div>Com o aumento significativo da população idosa brasileira e consequentemente a diminuição da taxa de natalidade, coloca-se em pauta a organização dos serviços de saúde na promoção do envelhecimento saudável. Devido a essa transição demográfica as DCNT também são mais evidenciadas e agravam a condição de saúde de idosos repercutindo em vários aspectos da vida como psicológico, emocional, físico, espiritual. Neste sentido, houve o aumento da expectativa de vida do brasileiro, a média atualmente está em 76,6 anos, ou seja, diante dos dados expostos, a população brasileira está envelhecendo aceleradamente, vivendo mais tempo, porém acometidos pelas doenças crônicas não transmissíveis (IBGE, 2020). Portanto é necessário a melhoria da Rede de Atenção à Saúde, a construção de linhas de cuidado e o fortalecimento da atenção básica em saúde voltados aos idosos. Os idosos assistidos percorrem um circuito dentro do SUS, em outras palavras é o itinerário de ações de tratamento, prevenção e promoção de saúde e reabilitação, fornecendo cuidados integrais e longitudinais, estando em todas as etapas do processo de saúde-doença (MALTA; MERHY, 2010). Assim essas linhas de cuidados aos idosos proporcionam o envelhecimento ativo mais saudável, mantendo e melhorando a funcionalidade nas atividades de vida diária, prevenção e promoção da saúde e monitoramento das DCNT. &nbsp;<br><br>REFERÊNCIA:<br>OLIVEIRA, A.S. Transição demográfica, transição epidemiológica e envelhecimento populacional no Brasil. Hygeia – Revista Brasileira de Geografia Médica e da Saúde. v.15. n.32, 2019.&nbsp;<br><br>Discente: Isadora Mesquita</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-24 21:10:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/bewitchedresidentinc/mxfc32hns5xipria/wish/2354463865</link>
         <description><![CDATA[<div>No Brasil percebeu-se que o número de idosos vem crescendo cada vez mais e o país que antes era visto como jovem, envelheceu, impactando diretamente na área social e da saúde. Com o envelhecimento da população as doenças crônicas não transmissíveis que dificultam a vida dos idosos e debilitam sua saúde dia a dia tem se destacado cada vez mais. Sendo elas doenças cardíacas, neoplasias, diabetes, entre outras.&nbsp; E mesmo com o aumento das tecnologias em saúde, hábitos de higiene e medicamentos, não houve melhora no cuidado aos idosos nem melhoria em sua condição de vida. O envelhecimento é algo irreversível e deve-se ter em mente que várias alterações, cuidados e adequações, partidos da própria pessoa que envelhece e de todos ao seu redor, devem ser atribuídas para garantir e promover ao idoso autonomia, a garantia de seus direitos e cidadania.</div><div>Em vista disso, pode-se concluir que o cuidado com a população idosa exige planejamento e mudanças voltadas para a melhora da qualidade de vida dessa população promovendo mais autonomia, confiança e estado geral não apenas do idoso, mas também de sua família. Campanhas de prevenção, educação em saúde e programas de incentivo a exercícios físicos são alguns dos exemplos que podem ser aprimorados pela área da saúde para incluir e beneficiar esse público.&nbsp;<br><br>Referência: OLIVEIRA, A.S. Transição demográfica, transição epidemiológica e envelhecimento populacional no Brasil. Hygeia – Revista Brasileira de Geografia Médica e da Saúde. v.15. n.32, 2019.</div><div><br></div><div>Aluna: Isabela Teixeira Bagé</div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-24 23:36:53 UTC</pubDate>
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         <title>Epidemiologia do Envelhecimento</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Omran (1971) traz a teoria de que a transição epidemiológica além de estar diretamente relacionada aos padrões de morte e morbidade da população, também está conectado com o seu desenvolvimento demográfico, social e econômico.&nbsp;<br>Logo, pode-se dizer que a epidemiologia do envelhecimento humano leva as mesmas características, uma vez que o desenvolvimento mundial positivo visa proporcionar qualidade de vida, laser e facilidade para a população, possibilitando, assim, melhores condições e prolongamento da vida humana.<br><br>Consoante a isso, a OMS estipula que o Brasil em 2025 será o sexto país do mundo com o maior número de pessoas idosas. Conforme estudos na área da saúde, esse cenário se torna um agravante já que dispões de maiores complexibilidades frente a cronicidades naturais do envelhecimento do corpo humano como aumento de doenças cardiovasculares, neoplasias e doenças respiratórias.<br><br>Entretanto, instiga-se se tais preocupações são as mais adequadas, uma vez que a preocupação maior é a do enfrentamento do aumento das condições crônicas por "responsabilidade" do envelhecimento, enquanto observa-se um contexto de negligenciamento à saúde do idoso.&nbsp;<br>Muitos idosos vivem em desconhecimento, em prisões culturais de dependência e fraqueza, já que a maior parte da população está na categoria idosa por que a preocupação não torna sob as necessidades reais dessa população?&nbsp;<br><br>A preocupação deve ser com a saúde e bem estar de todos. <br><br>Discente: Láisa Emannuele Pereira Knapp.<br><br>Referências:&nbsp;<br>OMRAN, A. R. The Epidemiological Transition: A Theory of the Epidemiology of Population Change. Millbank Memorial Fund Quarterly, p. 509-538, 1971.<br>Kalache A. O mundo envelhece: é imperativo criar um pacto de solidariedade social. Ciênc Saúde Coletiva. 2008.<br>ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Envelhecimento ativo: uma política de saúde. Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), 2005. &nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-25 01:02:38 UTC</pubDate>
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