<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Padlet guga-      by Reinaldo Rodrigues</title>
      <link>https://padlet.com/reinaldorodrigues/mwk7725rvi43v2ne</link>
      <description>Atividades 4 UFAL TDMA</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-10-07 14:06:42 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-12-13 11:07:25 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/745545060/40c54751f225435ea5420011b0bc8041/co_pia_de_Captura_de_Tela_2020_10_03_a_s_11_02_55.jpg</url>
      </image>
      <item>
         <title>Atividade B12: Quais são os desafios para integrar as tecnologias digitais com as metodologias ativas?</title>
         <author>reinaldorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/reinaldorodrigues/mwk7725rvi43v2ne/wish/810421402</link>
         <description><![CDATA[<div>https://sites.google.com/iqb.ufal.br/guga-apresentacao/in%C3%ADcio<br><br>Por tudo que li e estudei sobre educação, tenho consolidado em mim a ideia de que a aprendizagem é sempre ativa, uma vez que para aprender é necessário algum tipo de mobilização cognitiva tal que o novo conhecimento seja implantado em uma rede, mudando ou completando o que já se sabe sobre um determinado assunto. As Metodologias Ativas, ao se oferecerem como estratégias para potencializar as ações de ensino e aprendizagem por meio do envolvimento dos alunos como atores do processo e não apenas como espectadores, têm se configurado como formas de convergência de diferentes modelos de aprendizagem, com destaque para as tecnologias, digitais para promover as ações de ensino e de aprendizagem, envolvendo um conjunto muito mais rico de estratégias ou dimensões de aprendizagem.</div><div><br>A integração das tecnologias digitais e metodologias digitais deve-se, entretanto, dar-se de forma crítica e criativa, usadas em todo o seu potencial, possibilitando aos alunos um ensino mais personalizado, colaborativo e potencialmente significativo.</div><div><br>Acredito que apesar das instituições de ensino implementarem tecnologias digitais rotineiramente, adotando diversos gadgets e o uso de diferentes plataformas da Internet, elas ainda têm dificuldade em modificar o planejamento das aulas. É comum ocorrer apenas uma transposição das aulas tradicionais para o modelo online. Neste, valoriza-se a difusão de conteúdo ou utiliza-se as tecnologias digitais centradas no professor. Obviamente, trata-se de um aprimoramento das aulas, mas isto não constitui-se numa modificação da cultura escolar. Assim, uma infraestrutura adequada é uma condição necessária, mas não suficiente.</div><div><br>Desde o final do século passado, com o uso dos computadores na escola, múltiplos estudos têm sido realizados com o objetivo de identificar estratégias e implicações dessa utilização. O envolvimento das instituições de ensino, professores e demais profissionais da educação nesse processo de efetivação das tecnologias digitais é entendido como um desafio e discussões sobre o assunto são periódicas e em diferentes instâncias. Dentre as diferentes propostas de implementação das Tecnologias Digitais no processo ensino-aprendizagem, os benefícios das propostas envolvendo Metodologias Ativas se destacam.</div><div><br>Nesta época de larga disseminação de novas tecnologias na escola considero ser importante refletir sobre as consequências dessas mudanças na cultura e nas formas de conhecimento que as novas tecnologias permitem que sejam desenvolvidas na escola. Por isso, o debate, acredito eu, deva estar centrado no que se entende por conteúdos escolares, conhecimento e cultura. Deve ficar claro, que a tecnologia não permite um ingresso direto ao conhecimento, mas um, mediado pelo docente ou pelo programa ou plataforma da Web que possibilitou esse acesso.</div><div><br>As ferramentas, gadgets e plataformas da Web, por si só não estabelecem muitas transformações, e embora expandam nossas competências de pesquisa e comunicação, não possibilitam, por si só, novas habilidades de criar e de compartilhar. O que faz a transformação são as novas atitudes do professor que, ao delinear aulas que utilizam novas ferramentas, muda sua maneira de ver as relações entre aprender e ensinar e, sobretudo, modifica a forma como ele se situa frente aos alunos. Esta nova atitude abarca uma intenção do professor em buscar um currículo mais orgânico, não orientado para a reprodução, mas voltado para a compreensão e criação, considerando o aluno autor e não repetidor.</div><div><br>Nessa perspectiva, propostas de integração das metodologias ativas, (sempre que possível) apoiadas em tecnologias digitais, configura-se como forma de oferecer diferentes experiências de aprendizagem aos educandos e, portanto, têm sido apreciadas como estratégias adequadas para lidar com esses desafios.</div><div><br>As estratégias metodológicas a serem utilizadas na planificação das aulas são importantes porque estimulam a reflexão sobre outras questões essenciais, como a importância da utilização das tecnologias digitais para favorecer o engajamento dos educandos e os cenários de personalização na educação. A educação tradicional muitas vezes torna todo o grupo homogêneo e pressupõe que o tempo, o ritmo e a forma de aprender são iguais para todos.</div><div><br>Considero, por outro lado, que ao utilizar-se diferentes estratégias de encaminhamento da aula, aliadas com tecnologias digitais, as metas de aprendizagem dos alunos e momentos de personalização do ensino podem ser mais facilmente alcançados.</div><div><br>A utilização de metodologias ativas de forma integrada ao currículo exige uma reflexão sobre alguns elementos cardeais desse processo: o papel do professor e dos estudantes em uma estratégia de condução da atividade didática que se afasta do modelo considerado tradicional; a contribuição das tecnologias digitais; o papel formativo da avaliação; a organização do espaço, que requer uma nova configuração para o uso colaborativo e integrado das tecnologias digitais; o papel da gestão escolar e a influência da cultura escolar nesse processo.</div><div><br>Os papeis desempenhados pelo professor e pelos alunos sofre alterações em relação à proposta de ensino tradicional e as configurações das aulas favorecem mais momentos de interação, colaboração e envolvimento com as tecnologias digitais.</div><div><br>Pensar a melhor forma de implementação das diferentes propostas de Tecnologias educacionais na realidade brasileira é um grande desafio, que envolve questões ligadas à formação continuada ou inicial de professores para o uso de metodologias ativas.</div><div><br>Existem escolas brasileiras em que as tecnologias digitais estão consolidadas, outras em que as tecnologias digitais estão presentes e seu uso é facultativo, há escolas em que não há tecnologias digitais, mas há entusiastas em seu uso e, por fim, escolas em que não há qualquer indício do uso de tecnologias digitais.</div><div><br>     	Os problemas relativos às deficiências formativas de professores podem ser sanados em parte com pesquisa-ação, experimentação e a consideração que a troca entre os demais professores tem papel importante nessa formação.</div><div>     	Concluo que qualquer mudança da cultura escolar não ocorre do dia para a noite e demanda um lócus de experimentação e de reflexão do grupo para que se efetive. Romper paradigmas de toda uma cultura escolar não pode ser feita abruptamente. Em uma abordagem sustentada, ou incremental, é possível avançar para oferecer algo novo.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/745545060/0128ca41052ad08a05cef14c2b7cb818/co_pia_de_Captura_de_Tela_2020_10_03_a_s_11_02_55.jpg" />
         <pubDate>2020-10-07 14:25:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/reinaldorodrigues/mwk7725rvi43v2ne/wish/810421402</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade B3:  O que estamos aprendendo neste período de confinamento e suas consequências na Educação?</title>
         <author>reinaldorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/reinaldorodrigues/mwk7725rvi43v2ne/wish/810452012</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma questão que me parece importante é a de que tipo de acesso a Internet (rápida, lenta?) os alunos dispõem. Que tipo de gadgets possuem? Muitos só possuem celular. O quão limitada fica a EAD realizada em um celular? Tudo é nivelado pelo celular e atividades afeitas a um computador não são realizadas? Mas mais importante que a questão dos gadget, é a questão da velocidade de internet, ou mesmo de acesso ou não a ela. Fazer EAD numa LAN house deve ser difícil e custoso. Além da questão de se ter de carregar o celular até a LAN house e passar incólume por milicianos e traficantes.<br><br>https://sites.google.com/iqb.ufal.br/guga-/forum-b3</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-10-07 14:32:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/reinaldorodrigues/mwk7725rvi43v2ne/wish/810452012</guid>
      </item>
      <item>
         <title>B6 - Fórum: Desafios e soluções para adoção das metodologias ativas e tecnologias inovadoras nos cursos híbridos ou totalmente online</title>
         <author>reinaldorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/reinaldorodrigues/mwk7725rvi43v2ne/wish/810481202</link>
         <description><![CDATA[<div>A despeito do fato de que as instituições de ensino nas suas mais diversas esferas possam implementar tecnologias digitais em seus itinerários habituais, adotando o uso de diferentes gadgets e plataformas da Internet, elas ainda têm dificuldade em alterar o planejamento das aulas. Este se dá, comumente, como uma adaptação das aulas ditas tradicionais para as estratégias da Web nas quais utiliza-se as tecnologias digitais centradas na figura do professor. Ainda que esse modus operandi possa enriquecer as aulas, não modifica a cultura escolar. Eu acho que as Metodologias Ativas podem constituir-se em estratégias para estimular as ações de ensino e aprendizagem por meio do envolvimento dos estudantes como atores do processo e não apenas como es(x)pectadores. As Metodologias Ativas têm o potencial de configurar-se como formas de convergência de diferentes modelos de aprendizagem, envolvendo um conjunto muito mais rico de estratégias ou dimensões de aprendizagem, com destaque para as tecnologias digitais. De alguma forma, eu já era adepto das Metodologias Ativas por utilizar a aprendizagem baseada em projetos baseada na resolução de problemas do contexto dos alunos e despertadora de questões interdisciplinares e que instigam a tomada de decisões e o trabalho em equipe. Outra possibilidade de Metodologias Ativas é a sala de aula invertida, na qual espaços de ensino-aprendizagem possibilitam ao aluno a busca de novas fontes de conhecimento fora do seu contexto escolar. As pessoas não aprendem da mesma forma, no mesmo ritmo e ao mesmo tempo. Assim, entendo que o ensino dito tradicional presume que a forma de aprender, com seu tempo e seu ritmo, seja igual para todos e que os grupos de estudantes sejam homogêneo. A utilização das tecnologias digitais pode ao mesmo tempo em que favorecem o engajamento dos alunos constituir-se em possibilidades de personalização na educação. As propostas de integração das metodologias ativas, sobretudo apoiadas em tecnologias digitais, oferecem diferentes experiências de aprendizagem aos estudantes e, assim, devem ser consideradas estratégias adequadas para lidar com esses desafios</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-10-07 14:39:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/reinaldorodrigues/mwk7725rvi43v2ne/wish/810481202</guid>
      </item>
      <item>
         <title>B7 - Pesquise 1 exemplo de experiência com uso de metodologias ativas e tecnologias digitaisPágina</title>
         <author>reinaldorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/reinaldorodrigues/mwk7725rvi43v2ne/wish/810492482</link>
         <description><![CDATA[<div>https://sites.google.com/view/metodologias-ativas-e-tecnolog/home<br><br>O  estudo (*)  que menciono aqui objetivou avaliar as potencialidades de ferramentas digitais no ensino de Biologia, a partir das vivências de um projeto aplicado em uma turma de ensino técnico. O ensino de Biologia pode ser enriquecido a partir do emprego de Tecnologias Digitais e Metodologias Ativas que despertem interesse nos alunos, visto que é considerado, comumente, um conteúdo complexo e de difícil compreensão. Nesse cenário o uso do Canva e Blog podem produzir uma aprendizagem baseada na autoria e criatividade.Os dados foram adquiridos a partir de um questionário e analisados sob a perspectiva de Moraes e Galiazzi (2006), utilizando Análise Textual Discursiva, associado às observações do diário de bordo. Ao final da análise despontaram quatro categorias principais, que demonstraram as potencialidades das ferramentas digitais na construção da aprendizagem, se destacando a criação do designer personalizado; aulas mais dinâmicas e atrativas; facilidade de visualizar o abstrato e possibilidade de compartilhar informações. 		 	 	 		</div><div><br>(*) SALGADO, M.T.S.F.; GAUTÉRIO, V.L.B. A tecnologia digital potencializando o ensino de biologia celular: a utilização do blog aliado ao canva. R. Tecnol. Soc., Curitiba, v. 16, n. 42, p. 156-170. jul/set. 2020. Disponível em: https://periodicos.utfpr.edu.br/rts/article/view/10982. Acesso em: XXX. 			</div><div><br>MORAES, R.; GALIAZZI, M. C. Análise textual discursiva: processo reconstrutivo de múltiplas faces. Ciência &amp; Educação,12(1), 117-128, 2006. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-10-07 14:41:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/reinaldorodrigues/mwk7725rvi43v2ne/wish/810492482</guid>
      </item>
      <item>
         <title>B8: Análise de uma prática com uso ou possibilidades de uso de metodologias ativas</title>
         <author>reinaldorodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/reinaldorodrigues/mwk7725rvi43v2ne/wish/810601143</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta experiência (*) , foi idealizado e aplicado uma estratégia de ensino baseada em metodologias ativas de ensino aplicadas à Química, mais especificamente a aprendizagem baseada em problemas, com o intento final de adquirir e/ou consolidar competências transversais necessárias à formação integral dos alunos. A ideia cardeal do ponto de vista pedagógico consiste em transformar a forma tradicionalmente construída de ensino, promovendo o debate e a participação dos estudantes a partir de exemplos químicos reais retirados do quotidiano de modo  a favorecer a discussão em pequenos grupos durante o desenvolvimento do curso, de modo que este seja o eixo central em torno do qual gira o processo de ensino-aprendizagem. Os resultados obtidos mostraram que os alunos aprendem mais, melhor e de forma mais duradoura com este tipo de metodologia, a qual tem impacto direto no desempenho escolar dos alunos.</div><div><br> O emprego desta metodologia, levada a cabo, na disciplina "A Química do Cotidiano" com no máximo 30 alunos por curso, teve um caráter de formação totalmente multidisciplinar de formação dada a tipologia dos alunos matriculados (Biologia, Química, Farmácia, Engenharia, Arquitetura, etc.). Durante o curso foi revelado como os conceitos mais importantes da Química podem ser aplicados de forma simples e direta em muitos aspectos do dia a dia de nossa vida, dando-se especial ênfase na associação de um estudo de caso com cada conceito químico teórico. É por isso que este assunto é apresentado como um campo ideal para a aplicação de novas metodologias de ensino, não só focadas no próprio processo de ensino, mas também no processo de aprendizagem dos alunos, podendo trabalhar e influenciar certas competências a fim de cumprir os objetivos do assunto.</div><div><br> Com a conclusão deste tipo de tarefa pretendeu-se estimular a aquisição das competências necessárias ao desenvolvimento e formação integral dos alunos. O que dificilmente poderia ser realizado se a aprendizagem fosse feita seguindo um esquema clássico ou tradicional. A turma foi dividida em pequenos grupos (máximo de 3-4 alunos), para os quais se levantaram questões específicas propostas pelo professor ou decorrente das próprias preocupações dos alunos, que devem ser tomadas ou extraídas de qualquer um dos casos da vida real e culminando no desenvolvimento das tarefas detalhadas para a continuação.</div><div><br> Os alunos realizaram um trabalho escrito com uma descrição detalhada do problema levantado onde são destacados os princípios químicos fundamentais que o regem de maneira concisa e ordenada (máximo de 5 a 10 páginas).</div><div><br>Nesta fase, todos membros do grupo atuaram de forma coordenada, para que todos contribuíssem com seus próprios pontos de vista, enriquecendo assim  redação do relatório final. Nesta fase, o professor assumiu um papel mais passivo e basicamente atuou como um observador durante reuniões planejadas com alunos (a cada 1-2 semanas), depois que eles realizaram suas reuniões de grupo. Nessas reuniões professor-aluno, o professor contribuiu com novas perspectivas sobre o trabalho atribuído para também facilitar os alunos a alcançar seus objetivos de uma forma mais direta. O professor também usou o tempo de reuniões de grupo como um mecanismo para acompanhamento da participação de membros da equipe. Um dos principais objetivos foi incentivar o teste e a aplicação de algumas das competências fundamentais que lhes permitirão exercer a sua profissão no futuro, sendo o mais valorizado os listados abaixo, embora provavelmente não nesta ordem: habilidades para recuperar e analisar informações de diferentes fontes de documentação, comunicação escrita, trabalho em equipe, a capacidade de gerar novas ideias, habilidades para trabalhar em equipe multidisciplinar, capacidade de adaptação a novas situações etc. Os trabalhos que os alunos desenvolveram nesta fase de curso, e que foram propostos por eles na maioria dos casos, foram o seguinte: Como funciona a nicotina no organismo dos fumantes?; Cannabis e seu mecanismo de ação; Energias renováveis e seu impacto ambiental; cianeto: envenenamento e antídotos, características e aplicações práticas do Luminol, detergentes: substâncias que limpam; A atmosfera e a chuva ácida e porque o monóxido o carbono é tóxico para o homem?; Em todos os casos, tanto o nível de participação e a qualidade dos trabalhos finais foram considerados  realmente marcantes e mostram um alto grau de comprometimento em realizar as tarefas confiadas a cada um dos membros do grupo.</div><div><br>(*) Revista de Enseñanza Universitaria Junio 2011, N.º 37; 13-22 EMPLEO DE METODOLOGÍAS ACTIVAS DE ENSEÑANZA PARA EL APRENDIZAJE DE LA QUÍMICA Germán López Pérez Departamento de Química Física Facultad de Química Universidad de Sevilla</div><div><br>https://sites.google.com/iqb.ufal.br/guga-/forum-b8</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-10-07 15:06:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/reinaldorodrigues/mwk7725rvi43v2ne/wish/810601143</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
