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      <title>Movimento Negro Brasileiro by </title>
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      <description>Stephany Scandiucci e Joâo Victor Furlan                        </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-09-05 21:06:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>stescandiucci</author>
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         <description><![CDATA[<div>O movimento negro começou a surgir no Brasil durante o período da escravidão. Para defender-se das violências e injustiças praticadas pelos senhores, os negros escravizados se uniram para buscar formas de resistência. Ao longo dos anos, o movimento negro se fortaleceu e foi responsável por diversas conquistas desta comunidade, que por séculos foi injustiçada e cujos reflexos das políticas escravocratas ainda são visíveis na sociedade atual.<br>O movimento negro no Brasil surge, ainda de forma precária e clandestina, durante o período escravagista. Grandes personagens se insurgiram contra o sistema e impulsionaram o movimento.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-05 21:15:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>stescandiucci</author>
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         <description><![CDATA[<div>Dentre eles, um dos mais conhecidos é <a href="https://www.politize.com.br/capoeira-um-ato-de-resistencia/">Zumbi dos Palmares</a> (líder do Quilombo dos Palmares). Vale lembrar que os escravizados utilizavam-se da quilombagem (fuga para os quilombos e outros tipos de protestos) e do bandoleirismo (guerrilha contra povoados e viajantes) para rebelar-se contra a escravidão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-05 21:18:53 UTC</pubDate>
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         <title>Primeiro movimento</title>
         <author>stescandiucci</author>
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         <description><![CDATA[<div>O movimento dessa época caracteriza pelo foco na alfabetização, criação de grupos negro com destaque para o Centro Cívico de Palmares de 1926 e agremiações baseadas na cultura da assimilação de clubes existentes a época, bem como a circulação de informações baseada na estruturação de redes. Podemos destacar os Jornais “A Pátria” de 1899, “O Combate em 1912 e em 1924 o “Clarim da Alvorada”. Neste período temos registros da existência de pelo menos 31 artigos circulando por São Paulo.<br><br></div><div>O destaque desse período corre em 1931, com a fundação da Frente Negra Brasileira com representações no âmbito estadual foi capaz de atrair milhares negros, organizados o grupo mantinha escolas, grupos de teatros, formação política e de ofícios e um jornal o “A Voz da Raca” sendo extinta em 1937 com a instauração do Estado Novo.<br><br></div><div>Ao longo da construção do Estado Brasileiro tivemos mecanismos que produziram desigualdades sociais, sendo a ideia de raça como eixo mobilizador das relações sociais, refletindo até hoje a cor da inclusão. Pois as desigualdades não são naturais e sim uma produção histórica, sendo uma das atribuições do Movimento Negro a luta dentro de um processo de ressocialização.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-05 21:42:42 UTC</pubDate>
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         <title>Segundo Movimento</title>
         <author>stescandiucci</author>
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         <description><![CDATA[<div>Já o segundo período, datado de 1945 a 1964, mantem o discurso moderador, com estratégia de cultura a integração, versando que a solução para o racismo se dará pela via educacional e cultural, focando na elevação da estima do negro eliminando do complexo de inferioridade e a reeducação racial do branco.<br><br></div><div>Utilizando-se de métodos como a imprensa, eventos acadêmicos, movimentos vanguardistas artísticos. Denunciando o mito da democracia racial, tendo como destaque o teatro experimental do negro, a União dos Homens de Cor, sendo José Bernardo da Silva e Abdias do Nascimento suas principais lideranças.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-05 21:43:54 UTC</pubDate>
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         <title>Terceiro Movimento</title>
         <author>stescandiucci</author>
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         <description><![CDATA[<div>No campo normativo, temos em 1968 a Lei do Boi, em 1988 nasce nossa atual Constituição e em 2001, temos a Conferência de Durban. Também há a adoção oficial do termo negro, retirando pessoa de cor e posteriormente a inclusão do termo afrodescendente.<br><br></div><div>O movimento desse período vê a escravidão e o sistema capitalista como a marginalização do negro. Suas lideranças frisam que o caminho para diminuição do racismo se dará pela via política (posicionamento levantado em 1931). Como método de luta as manifestações públicas, há a formação de comitê de base, formação de movimento nacional. Com destaque para o Movimento Negro Unificado, o bloco afro Ilê Aiyê e a reorganização das entidades negras como o I Encontro Nacional de Mulheres Negras na cidade de Valença-RJ.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-05 21:45:20 UTC</pubDate>
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         <title>Quarto Movimento</title>
         <author>stescandiucci</author>
         <link>https://padlet.com/stescandiucci/mveumiww2wvk1lpd/wish/2685587017</link>
         <description><![CDATA[<div>O quarto período se dá de 2010 em diante, com discursos contundentes equitativos, com princípios ideológicos baseados no pan-africacionista, com abordagens interseccionais de enfrentamento a dispensação sistemática das questões raciais, lutando por agendas e legitimação de lideranças negras em todos os segmentos.<br><br></div><div>Apresentando um processo de organização definido com mulheres e homens negros, jovens negros, pessoas brancas, essa multiplicidade de atores traz a responsabilidade da busca pelo reconhecimento dessa diversidade em conjunto com a autoidentificação. Nomes de destaque desse período são em sua maioria mulheres como Sueli Carneiro, Djamila Ribeiro, Conceição Evaristo e Nilma Lino Gomes.<br><br></div><div>O Movimento Negro é necessário e continuo, ao passo que a equidade não se atinge com a existência de um, mas sim com a multiplicidade, aperfeiçoando cada vez mais a democracia.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-05 21:46:41 UTC</pubDate>
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         <title>MÚSICA:Taiguara – Negróide (1968)</title>
         <author>stescandiucci</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ele escrevera a música para que as pessoas se conscientizem. E pararem com todo esse preconceito, racismo... Contra pessoas com cores diferentes. O trecho "Quando eu canto sou mais negro, sou mais forte" Mostrava que ele era muito confiante a si Próprio. Ele quis dizer que: O amor ao próximo ganha de toda essa desigualdade</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-05 21:50:11 UTC</pubDate>
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         <title>FILME: Um sopro de esperança</title>
         <author>stescandiucci</author>
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         <description><![CDATA[<div>A história de um jovem universitário que venceu um dos contextos familiares mais dolorosos. Explora o instinto de sobrevivência de um rapaz preto, que não deixou os estereótipos da marginalização da comunidade negra sucumbirem ao sonho de uma vida mais digna .Cheio de mensagens inspiradoras e momentos de respiro que servem como alívios cômicos e quebra na tensão natural do drama dos personagens, não importa quão árduos sejam os caminhos da vida. Há sempre um sopro de esperança capaz de mudar a sua<br>trajetória.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-05 21:52:28 UTC</pubDate>
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