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      <title>My sustentable rural life by 1087 SandraAlves</title>
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      <description>Made with wonder</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-11-10 21:16:26 UTC</pubDate>
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         <title>Oportunidades para as áreas rurais</title>
         <author>1087sandraalves</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Multifuncionalidade das áreas rurais</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-13 09:51:49 UTC</pubDate>
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         <title>AGRICULTURA BIOLÓGICAPortugal está longe de se destacar entre os seus pares europeus na produção biológica, mas o número de produtores e de área destinada a este tipo de agricultura está a aumentar. Os dados mais recentes da Direcção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural (DGADR) mostram que, entre 2013 e 2014, o número de agricultores registados aumentou 9% e a terra usada para produzir cresceu 8%, atingindo os 212.345 hectares. Este ano, a área deverá aumentar 35%, com a entrada neste negócio de 1300 produtores e mais verbas de Bruxelas.A produção biológica está mais desenvolvida na agricultura do que, por exemplo, na indústria transformada. A DGADR indica que 86% dos operadores certificados são agricultores (3374 em 2014, um aumento de 9% em comparação com o ano anterior). Já na indústria existem 515 entidades, mais 23% do que em 2013. Contudo, neste valor incluem-se agricultores que são, em simultâneo, embaladores ou com atividade na indústria transformadora. Na aquacultura, por exemplo, o número de empresários é escasso (três em 2014 e um em 2013). Já no retalho, são 30 as empresas certificadas.Jaime Ferreira, presidente da Associação Portuguesa de Agricultura Biológica (Agrobio), adianta que há um &quot;renovado interesse pela agricultura biológica em Portugal, fruto da conjugação entre crise económica, novas gerações urbanas com fortes preocupações ambientais e com dificuldade em encontrar trabalho nas atividades tradicionais, e uma nova Política Agrícola Comum [PAC] 2014-2020&quot;, que pretende promover este modo de produção. A par da evolução que se tem vindo a verificar, espera-se um crescimento expressivo em 2015, graças às novas medidas de apoio de Bruxelas.O presidente da Agrobio avança que, este ano, a área em agricultura biológica poderá ter aumentado &quot;em 35%, correspondendo a 78 mil hectares em conversão e 1300 agricultores&quot;. Significa que terra que, até agora, estava ao abandono ou dedicada à agricultura tradicional passou a produzir produtos através deste método, que não recorre a pesticidas, adubos químicos de síntese ou organismos geneticamente modificados. “Há claramente novas culturas na vinha, ervas aromáticas, frutos secos, frutos vermelhos e também cogumelos”, adianta, sublinhando que se trata de áreas mais pequenas, mas com um número “expressivo” de agricultores.Um outro sinal de que este mercado está a mexer são os relatos que chegam à Agrobio. Jaime Ferreira diz que há empresas que produzem e vendem produtos biológicos que conseguiram aumentar em 30% a sua faturação. “Abriram novos pontos de venda, e estão agendados mais para os próximos meses, sobretudo no retalho. A comercialização, ainda muito centralizada na área metropolitana de Lisboa, vai expandir-se ao Porto, Aveiro e outras áreas do país”, continua. O preço é um entrave à disseminação deste negócio, mas a Agrobio acredita que “tende a estabilizar ou mesmo diminuir” graças a um aumento expectável da produção.A própria associação tem conseguido captar novos associados (mais de 500 por ano, nos últimos anos) e regista “um novo interesse pela formação”. Portugal tem uma escassa oferta ao nível do ensino superior em agricultura biológica, à qual se junta a oferta dada pela Agrobio, e há “muita gente a querer” aprender.Do lado da investigação, têm sido desenvolvidos projetos, como o da produção de arroz biológico no Estuário do Sado. “Começaram por ser 40 toneladas e este ano são já 70 toneladas. Foi a primeira vez que se produziu arroz biológico nacional, com possibilidade de exportar”, continua o responsável.Na indústria alimentar biológica quase tudo é importado e “há grande carência no mercado da fruticultura”. Por isso, o potencial de crescimento “é grande”. Jaime Ferreira acredita que, ao contrário da produção convencional, há mais oportunidades de negócio nesta forma de produzir e, por isso, pede ao Governo que aposte numa estratégia de produção e desenvolvimento. “A União Europeia é deficitária e é o maior mercado do mundo se considerarmos o conjunto dos seus países. Mas o essencial é aumentar a produção. Só assim haverá produtos mais acessíveis aos consumidores”, conclui.Um relatório da Federação Internacional da Agricultura Biológica, baseado em dados de 2011 e 2012, mostra que Portugal tem uma quota de apenas 5,97% na produção mundial. Em 2011, gerou vendas de 21 milhões de euros, com uma área de 219.684 hectares, valor superior ao que se verificou em 2014 (212.345 hectares). Esta redução é explicada pela falta de incentivos comunitários à produção, cenário que entretanto se alterou com os novos apoios da PAC que já estão a ser utilizados pelos agricultores. A agricultura biológica representa 6% do total da área agrícola utilizada no país.Na Europa este negócio está avaliado em 26,3 mil milhões de euros e a Alemanha é o maior produtor: vale mais um terço das vendas. Segue-se França, Reino Unido e Itália. Os países com maior consumo per capita de produtos biológicos são a Suíça, a Dinamarca e o Luxemburgo.</title>
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         <description><![CDATA[<div><em>Fonte: Jornal Público</em><br>ANA Pires</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-02-14 09:00:00 UTC</pubDate>
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         <title>Afonso</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>&nbsp;Criação de avestruzes<br></strong>A criação de avestruz tem boas oportunidades de negócio em Portugal. O país tem bom clima para a criação destes animais e importa 80 por cento da carne que consome. (...) Das prateleiras dos hipermercados ou das vitrinas dos talhos desaparecem, em média, cem toneladas de carne por mês, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE). A maioria é importada da África do Sul e, graças às excelentes condições climáticas do nosso país, cerca de 20 por cento das aves são criadas em explorações no Alentejo e Algarve.<br><em>Fonte: Jornal Público 25/9/2000</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-02-14 11:09:25 UTC</pubDate>
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         <title>Carina</title>
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         <description><![CDATA[<div><figure class="attachment attachment-preview"><img src="https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTE6_m3kvTFmng5CcjTAH1ve9dalQYlVu1y9ZwU5SMa1NvcWypMdA" width="276" height="183"><figcaption class="caption"></figcaption></figure></div><div><strong>Turismo de aldeia</strong>composto por 4 casas rurais em granito dos séculos XVII e XVIII localizadas no Vale do Douro, na <strong><em>aldeia</em></strong> de Arícera - Armamar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-02-14 11:28:46 UTC</pubDate>
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         <title>Diogo Dias</title>
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         <description><![CDATA[<div>Turismo nas aldeias de xisto em Figueiró dos Vinhos<figure class="attachment attachment-preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:600,&quot;url&quot;:&quot;https://c1.staticflickr.com/5/4144/5093641703_4a59291a5c_b.jpg&quot;,&quot;width&quot;:800}" data-trix-content-type="image"><img src="https://c1.staticflickr.com/5/4144/5093641703_4a59291a5c_b.jpg" width="800" height="600"><figcaption class="caption"></figcaption></figure><strong>Casa de xisto na aldeia Casal de São Simão</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-02-14 11:56:24 UTC</pubDate>
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         <title>Joana Carvalho</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Produção hidropónica de frutos vermelhos no Algarve</strong><figure class="attachment attachment-preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:110,&quot;url&quot;:&quot;http://www.hubel.pt/fotos/portfolio/quintadamoitaredondaequintadapenha_thumb_1272557045.jpg&quot;,&quot;width&quot;:180}" data-trix-content-type="image"><img src="http://www.hubel.pt/fotos/portfolio/quintadamoitaredondaequintadapenha_thumb_1272557045.jpg" width="180" height="110"><figcaption class="caption"></figcaption></figure>Produção em hidroponia de pequenos frutos vermelhos (morango, framboesa e amora) e sua respetiva comercialização. São produtos reconhecidos pela sua elevada qualidade, com uma taxa de exportação superior a 75%, para os mercados mais exigentes a nível mundial. </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-02-14 12:02:11 UTC</pubDate>
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         <title>Manuel</title>
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         <description><![CDATA[<div><br>A produção de relva em tapete vai bem e recomenda-se. As quatro maiores empresas, que produzem mais de 400 hectares, têm boas perspetivas e querem aumentar as áreas de produção para responder à procura do mercado nacional e, principalmente, apostar na exportação. Espanha, França e Marrocos lideram as escolhas.<strong><br></strong><em>Fonte: Revista Vida Rural, 27/5/2014<br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-02-14 13:11:35 UTC</pubDate>
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         <title>Lara</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><figure class="attachment attachment-preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:194,&quot;url&quot;:&quot;https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcR7nap-UBQ_xWeiaHDkWZAoWH7lyDChdjgBtAaz4hoyR7wj-Dot&quot;,&quot;width&quot;:259}" data-trix-content-type="image"><img src="https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcR7nap-UBQ_xWeiaHDkWZAoWH7lyDChdjgBtAaz4hoyR7wj-Dot" width="259" height="194"><figcaption class="caption"></figcaption></figure><strong>Agroturismo e enoturismo<br>são tipos de turismo em espaço rural, em que </strong>os turistas podem conciliar os períodos de lazer e descanso com o acompanhamento das actividades: agrícolas, pecuárias  e a produção vitivinícola ou então aproveitar para visitar os diversos monumentos e pontos de interesse da região.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-02-14 15:32:04 UTC</pubDate>
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         <title>Carolina</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><figure class="attachment attachment-preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:183,&quot;url&quot;:&quot;https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQcXyShFprFM82CoyZ6B3jbC-WVBU1wXWV4FPWyPmOOZw2V9cr1&quot;,&quot;width&quot;:275}" data-trix-content-type="image"><img src="https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQcXyShFprFM82CoyZ6B3jbC-WVBU1wXWV4FPWyPmOOZw2V9cr1" width="275" height="183"><figcaption class="caption"></figcaption></figure>Silos de cereais para produção de farinhas, rações, licores, cerveja são aplicações que se inserem no âmbito da agroindustria.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-02-14 15:40:57 UTC</pubDate>
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         <title>Rodrigo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Silvicultura</strong><br>Os agricultores priveligiam as espécies florestais de rápido crescimento, com predomínio do eucalipto; a floresta autóctone de montado (sobreiros e azinheiras)tem registado perda de área, apesar da excelente qualidade da cortiça.</div><div>eucaliptal<figure class="attachment attachment-preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:184,&quot;url&quot;:&quot;https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQC1dqqApyykAgqD2oCGRAq_R3yHeZyR1UzuNKZFDfJwW5xiTrPbg&quot;,&quot;width&quot;:274}" data-trix-content-type="image"><img src="https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQC1dqqApyykAgqD2oCGRAq_R3yHeZyR1UzuNKZFDfJwW5xiTrPbg" width="274" height="184"><figcaption class="caption"></figcaption></figure>madeira<figure class="attachment attachment-preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:183,&quot;url&quot;:&quot;https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQHKv348h5VzcgW7ibAWVbA82YvmF8DvOb4fEjf24cbOE_-S5gf&quot;,&quot;width&quot;:275}" data-trix-content-type="image"><img src="https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQHKv348h5VzcgW7ibAWVbA82YvmF8DvOb4fEjf24cbOE_-S5gf" width="275" height="183"><figcaption class="caption"></figcaption></figure></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-02-14 15:53:25 UTC</pubDate>
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         <title>André        Apicultura</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 2015, a Federação Nacional dos Apicultores de Portugal (FNAP) prevê um aumento de produção entre 10% e 12%, ou seja, quase o triplo da média dos últimos anos.</div><div>O preço pago ao produtor tem vindo a subir, na ordem dos 15% ao ano, devido à escassez do produto no mercado, o que tem incentivado os apicultores a aumentarem a sua atividade.</div><div>A estrutura de produção em Portugal também é muito competitiva, com um apicultor profissional a ter uma média de 350 colmeias, enquanto ao nível europeu, este número é de 150, salienta a FNAP.</div><div>Contudo «é necessário investir no setor, no sentido de o mel não ser vendido a granel, mas sim, depois de transformado, aumentando, desta forma, muito o seu valor e a rentabilidade dos produtores».</div><div>O valor do setor apícola em Portugal está calculado em 50 milhões de euros, de acordo com dados da FNAP.</div><div><em>Fonte: Newsletter Agronegócios,&nbsp; 22/6/2015</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-02-14 16:07:20 UTC</pubDate>
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         <title>        Recursos micológicos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O cultivo do cogumelo é simples, bastando tomar alguns cuidados com relação à temperatura, humidade e ventilação, este cresce bem com temperatura entre 20ºC e 24ºC, com humidade de 70 a 80%. A maior parte dos cogumelos são comercializados em fresco, mas outros são secos – conservação por desidratação, congelados – conservação, por baixas temperaturas, esterilizados – conservação por altas temperaturas ou em salmoura – conservação em sal ou em vinagre.<br>O potencial de crescimento desta atividade é enorme, quer pela via do crescimento do consumo interno, quer pela via da exportação.<br>Os principais tipos comercializados no nosso país são o cogumelo branco, conhecido por champignon de Paris, o shiitake, cogumelo preto do Japão, o cogumelo castanho e cogumelo silvestre.<br>Os principais compradores são a França, a Espanha, que juntas absorvem 74% das exportações deste tipo de cogumelos, a Itália e a Alemanha.<br>Fonte: <a href="http://www.dgadr.mamaot.pt/diversificacao/recursos-micologicos">Direção Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural (DGADR)<br></a><figure class="attachment attachment-preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:3559,&quot;url&quot;:&quot;https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/9/98/Adolphe_Millot_champignon.jpg&quot;,&quot;width&quot;:2600}" data-trix-content-type="image"><img src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/9/98/Adolphe_Millot_champignon.jpg" width="2600" height="3559"><figcaption class="caption"></figcaption></figure>Fonte imagem Wikipedia<br><strong>Mónica</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-02-14 21:33:02 UTC</pubDate>
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         <title>Sofia                           Produção de aromáticas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>No Monte do Pardieiro, o sol faz levantar os cheiros do solo, coberto com tela para proteger as plantas. António colhe um pouco de manjerona e dá a cheirar. Depois, arranca uma folha de <em>stevia</em>. "Prova", diz, estendendo a folha brilhante e meio viscosa. É doce, de sabor forte. A manjerona foi a primeira a ser plantada e Joana confessa ter um "carinho especial por ela". Também há estragão-francês, hortelã, segurelha e <em>Centaurea cyanus</em> com flores azuis comestíveis. Joana e António garantem que procura não falta. "O problema é a pouca quantidade. Já nos pediram 40 toneladas de funcho e o que ali temos só dará uma tonelada", diz António.<br><br></div><div>As oportunidades do mundo rural estão a atrair agricultores e a fazer nascer novos negócios, desta vez focados nas vendas internacionais. O sector agro-alimentar está melhor do que nunca em termos de exportações, e não é só devido à crise em Portugal, que afasta os clientes nacionais e empurra as empresas para o exterior. Entre 2005 e 2012 as exportações (incluem desde animais vivos a bebidas) cresceram 95% em valor, de 2.470.795 euros para 4.810.251 euros. Os dados compilados pela AICEP, a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, mostram que foi nos produtos agrícolas que a maior subida se verificou nos últimos sete anos (108%), ainda que nos bens alimentares as exportações tenham crescido uns expressivos 98%.<br><br></div><div>Espanha absorve 35% da produção nacional, seguida de Angola (13%), França (10%) e Brasil (6%). Nos cinco principais clientes está ainda o Reino Unido, que compra 5% do total destinado às exportações. Numa leitura de longo prazo, a crise financeira e económica não parou o crescimento do sector, abalado apenas em 2009, o único ano neste período em que as vendas ao exterior desceram 6%, de 3,8 mil milhões em 2008 para 3,6 mil milhões de euros. Retomou o crescimento no ano seguinte, a dois dígitos, até 2011. O ano passado as saídas de produtos agro-alimentares subiram a um ritmo inferior, de 6% face ao ano homólogo.<br><em>Fonte: Jornal Público</em>, 29/5/2013</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-02-14 21:56:13 UTC</pubDate>
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         <title>Rita</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>O olival e o azeite biológico</strong></div><div>O setor com maior área de produção para o mercado biológico é o do olival, destacando-se as regiões olivícolas de Trás-os-Montes,</div><div>Beira Interior, Alto Alentejo e região de Moura e Serpa. O azeite é para o mercado nacional e</div><div>para exportação, e tem qualidade e procura. O problema é não termos suficiente quantidade, mas azeite biológico de muita qualidade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-02-14 22:04:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Joana Vidal</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Biocombustíveis</strong><figure class="attachment attachment-preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:355,&quot;url&quot;:&quot;http://www.portal-energia.com/wp-content/uploadsthumbs/biodiesel-combustivel-696x355.jpg&quot;,&quot;width&quot;:696}" data-trix-content-type="image"><img src="http://www.portal-energia.com/wp-content/uploadsthumbs/biodiesel-combustivel-696x355.jpg" width="696" height="355"><figcaption class="caption"></figcaption></figure>Os biocombustíveis são apontados como uma das soluções para o curto prazo em termos de redução das emissões de GEE (Gases de Efeito Estufa) nos transportes.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-02-14 22:07:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>1087sandraalves</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Frutos secos<br></strong>Nos frutos secos biológicos também podemos crescer e exportar, em especial na</div><div>amêndoa e na noz, principalmente nas regiões&nbsp; do interior.             Inês Neves</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-02-18 16:47:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A produção hortícola que, apesar da ainda reduzida área de produção nacional (764 ha em 2011, DGADR), é a que mais chega ao consumidor nacional pois, o consumidor procura os produtos frescos hortofrutícolas. Salvo raras exceções de produção hortícola para exportação (caso do tomate em estufa, ou do espargo verde que se começa agora a produzircom alguma dimensão), a grande maioria é para o mercado nacional, produzido por pequenas empresas, muitas delas familiares. </title>
         <author>1087sandraalves</author>
         <link>https://padlet.com/1087sandraalves/rural_areas/wish/154750416</link>
         <description><![CDATA[<div>MARIA</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-02-18 16:58:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>No setor hortícola há produção para a indústria, os chamados hortoindustriais, seja no tomate para concentrados e seus derivados, seja na ervilha, espargo e no brócolo para congelar, havendo em ambos os casos um potencial de crescimento com o mercado e a indústriaa precisarem de produto biológico que os produtores ainda não têm em quantidade suficiente.</title>
         <author>1087sandraalves</author>
         <link>https://padlet.com/1087sandraalves/rural_areas/wish/154750564</link>
         <description><![CDATA[<div>Lucas<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-02-18 17:00:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mafalda</title>
         <author>1087sandraalves</author>
         <link>https://padlet.com/1087sandraalves/rural_areas/wish/154765081</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>CORTIÇA<br></strong>O sector da cortiça é composto por cerca de 650 empresas,&nbsp; com o saldo da balança orçamental é extremamente positivo, representado cerca de 750 milhões de euros, na economia nacional.<br>Por exemplo nos automóveis - no interior do protótipo <em>F700</em>, da<em>Mercedes</em>, foi aplicada cortiça tão fina quanto o couro -, nos componentes para interiores de autocarros, nos comboios de alta velocidade e nos aviões.<br>É aplicada na construção de pontes e autoestradas, na geração de energia, nos caminhos-de-ferro, nas barragens e nos aeroportos. E também no controlo da poluição, seja integrada em produtos absorventes de óleos, hidrocarbonetos ou solventes orgânicos ou projetada em grânulos por ar comprimido, para renovar monumentos e fachadas de prédios.<strong><br></strong>No desporto, maximiza o desempenho de bolas de hóquei, de golfe e de basebol, bases de volantes de <em>badminton</em>, raquetes de ténis de mesa, alvos para dardos, caiaques olímpicos e pranchas de <em>surf</em>. Fruto da investigação, surgem todos os dias novas e surpreendentes utilizações: tecido de cortiça, papel de cortiça e fio de cortiça são já uma realidade.<br>Na saúde, é usada em adjuvantes de vacinas e, brevemente, será incluída, em forma de pó, em produtos cosméticos, graças às suas características hipoalergénicas.<br><a href="https://youtu.be/NfeTxrzuf4M">https://youtu.be/NfeTxrzuf4M</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-02-18 22:53:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>José n.º 14                Pecuária Cavalo lusitano</title>
         <author>1087sandraalves</author>
         <link>https://padlet.com/1087sandraalves/rural_areas/wish/154765878</link>
         <description><![CDATA[<div>(<em>Equus ferus caballus</em>)<br>A raça "<strong>Puro Sangue Lusitano</strong>", mais conhecido como "<strong>Cavalo Lusitano</strong>" tem sua origem nos cavalos primitivos da Península Ibérica, tendo recebido também alguma influência de sangue árabe e de cavalos do norte da África. </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-02-18 23:27:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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