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      <title>Mural Leituras 11ºD by Isabel Araújo</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-03-07 09:16:03 UTC</pubDate>
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         <title>Apreciação Crítica</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O livro&nbsp;<em>Ganhei Uma Vida Quando Te Perdi</em>&nbsp;de Raul Minh'alma faz-nos refletir sobre o perdão e a gratidão pelo passado para que com ele possamos ter uma oportunidade de crescermos.</p><p><br/></p><p>Ao ler o livro, o leitor acompanha a história da protagonista Alice tentando superar uma desilusão amorosa e amadurecer o seu amor-próprio. No meu entender, a ideia central do livro é muito cativante, pois pondera a ideia de que apesar da dor de uma perda, esta dor e perda podem abrir caminhos para um novo começo de algo melhor. Entretanto, a minha experiência com esta leitura foi prejudicada por certos pensamentos e atitudes da protagonista, em que achei que sua ideia de “sofrimento” era completamente exagerada.</p><p><br/></p><p>Alice tem uma visão completamente exagerada do amor, como se a sua própria felicidade dependesse somente de outra pessoa. A protagonista muitas vezes coloca-se em situações difíceis e humilhantes por simplesmente querer ser amada por alguém que, além de não ter chegado a ser seu companheiro oficialmente e passar com ele muito pouco tempo, claramente não a quer e nunca irá amá-la. A meu ver, mesmo ao perceber e, às vezes, sem perceber, ela tem atitudes totalmente impulsivas, colocando os sentimentos além da razão e prejudicando automaticamente a sua valorização. A suas atitudes parecem sempre repetir-se com poucas mudanças, o que a tornaram completamente frustrada e dificultou, para mim, como leitora, ligar-me com a personagem.</p><p><br/></p><p>Ainda assim, a mensagem transmitida é inspiradora, as lições conduzidas para Alice ao decorrer do livro, como por exemplo “Perder pode ser um caminho para encontrar a si mesmo” são de extrema importância para nos mostrar que é possível seguir em frente mesmo com as dificuldades e as perdas da vida, que sempre há esperança.</p><p><br/></p><p>A escrita do autor é cativante e prende a atenção do leitor, além de que a sua forma de falar sobre superação foi uma das teses que mais gostei. Gostava que a protagonista fosse mais madura e racional, pois acredito que eu conseguiria ter mais empatia pelo seu sofrimento.</p><p><br/></p><p>Todavia o livro é mais do que sobre o fim de um relacionamento. Alice, mesmo que suas atitudes sejam pouco cativantes, o final do livro enfatiza que a ideia de perder alguém pode ser uma ponte para um novo recomeço, e esta ideia marcou-me bastante. A história não se trata apenas de despedida, mas também de renascimento. Acredito que, mesmo após uma perda, temos outra chance de nos reconstruir como pessoas melhores.</p><p><br/></p><p>Concluindo,&nbsp;<em>Ganhei Uma Vida Quando Te Perdi</em>&nbsp;tem mensagens e lições essenciais para seguirmos em frente após uma perda difícil. Apesar disso, a meu ver a protagonista e o seu excessivo sentimento de lamentação por algo que poderia ser resolvido em circunstâncias menos difíceis, se a mesma fosse mais racional e madura fizeram-</p><p>me perder completamente a paciência.</p><p><br/></p><p><strong>Gabriella Araújo Braga n3 11D</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-27 21:17:59 UTC</pubDate>
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         <title>Apreciação crítica “O Estrangeiro” Albert Camus</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>  Recentemente, deparei-me com vários vídeos nas redes sociais que recomendavam a leitura de obras clássicas, entre as quais se destacava “O Estrangeiro” de Albert Camus. Uma vez que nunca tinha lido uma obra deste autor anteriormente, decidi dar uma oportunidade a este romance, considerado um dos grandes clássicos do século XX.</p><p>&nbsp; Com apenas oitenta e sete páginas, “O Estrangeiro” é uma obra breve, mas profundamente marcante. A história é narrada por Meursault, um homem indiferente e apático perante a vida, que vivia na Argélia nos inícios do século XX. Certo dia, Meursault recebe um telegrama que o informava que a sua mãe tinha falecido. Após o funeral da mãe, Meursault regressa a casa e inicia uma amizade com um vizinho, Raymond, e reencontra Marie, uma antiga colega de trabalho com quem se envolve. Um dia Raymond convida Meursault e Marie para irem até à praia, onde ocorre um homicídio.</p><p>&nbsp; Meursault acaba por ser preso, por ter matado um homem árabe, mas o seu julgamento é mais focado nas circunstâncias da morte da sua mãe do que no crime em si. No final, Meursault é condenado à morte.</p><p>&nbsp; Gostei bastante de ler este livro, uma vez que o estilo de escrita de Camus é claro e objetivo, a leitura da obra torna-se acessível e rápida. Achei particularmente interessante o facto do livro ter sido publicado no século passado (em 1942) e, mesmo não sendo um livro muito longo, consegue abordar diversos temas que se mantêm atuais, tais como indiferença da vida, a morte, a liberdade e o absurdo da existência. O facto de Meursault viver sempre no presente, sem fingir emoções para se encaixar na sociedade, mantendo-se indiferente aos acontecimentos da vida, revela a sua visão sobre o mundo, pois para ele “nada tinha importância”. Esta intrigante atitude de Meursault, levanta questões essenciais sobre o modo como lidamos com os nossos sentimentos, como encaramos a inevitabilidade da morte ou se a vida tem, de facto, um sentido.</p><p>&nbsp; Em suma, trata-se de uma obra profunda e convidativa ao pensamento do leitor, onde nos é exposta a perspetiva de um sujeito, cuja vida é construída por meros acasos. Recomendo vivamente a leitura deste clássico, que continua a ser uma referência da literatura, e que nos desafia a refletir sobre a vida e como a deveremos, ou não, encarar.</p><p>&nbsp;</p><p>Helena Rios 11° D</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-27 21:32:26 UTC</pubDate>
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         <title>Apreciação crítica “O Estrangeiro” de Albert Camus </title>
         <author>mariajfc2008</author>
         <link>https://padlet.com/profisabelaraujoaefreamunde24/msphfa02ox4771qn/wish/3386516582</link>
         <description><![CDATA[<p>     Publicado em 1942, <em>“O estrangeiro”</em> destaca-se como um dos trabalhos mais renomado de Albert Camus, figurando entre os alicerces do pensamento existencialista e absurdista. O livro acompanha a trajetória de Meursault, um indivíduo apático e alheio à vida, cuja ausência de sentimentos e desrespeito pelas convenções sociais o levam a um fim trágico.<br></p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Um dos aspectos mais notáveis da obra é o estilo de escrita objetivo e despojado de Camus. A narração em primeira pessoa é direta e concisa, mostrando-nos o isolamento do protagonista. A ausência de reflexão emocional em Meursault, principalmente diante da morte de sua mãe, escandaliza o leitor e questiona as expectativas sociais relacionadas como o luto e a compaixão.<br><br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O romance desenrola se numa sequência de eventos confusos, até que um ato de pura irracionalidade — o assassinato do árabe — muda o rumo da história. O ato, praticado sem um motivo evidente, personifica o absurdo da existência, um dos conceitos centrais na filosofia de Camus. A partir desse momento, o processo concentra se menos no crime em si e mais na incapacidade de Meursault de se adequar às normas morais da sociedade.<br><br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O julgamento, na realidade, não se resume ao homicídio, mas sim à sua falta de remorso e emoção. A sociedade necessita de uma lógica clara e racional para as ações humanas, e a apatia de Meursault é interpretada como uma ameaça. Ele é condenado não tanto pelo delito, mas por recusar-se a simular sentimentos que não experimenta.<br><br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A conclusão do livro é incrivelmente filosófica. Meursault, por fim, aceita a indiferença do universo e encontra uma certa paz na ideia de que a vida não possui um significado inerente. O seu desejo de ser observado por uma multidão hostil no instante da execução reforça a noção do absurdo: o ser humano, diante da inevitabilidade da morte, só pode escolher como enfrentá-la.<br><br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Através desta obra, Camus desafia o leitor a ponderar sobre a liberdade, a moralidade e o propósito da vida. A frieza e a simplicidade da narrativa transformam <em>“O Estrangeiro”</em> numa leitura perturbadora, mas também poderosa. Trata-se de um romance que gera muitos debates, precisamente porque confronta as  certezas e os valores que consideramos inquestionáveis.</p><p><br/></p><p>Maria João Carneiro N15 11D</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-28 10:07:40 UTC</pubDate>
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         <title>Apreciação Crítica </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>   Raul Minh' Alma é um autor contemporâneo português reconhecido pela sua escrita profundamente emocional e introspectiva.  </p><p>   A obra “Durante a Queda Aprendi a Voar” insere-se no universo da literatura motivacional e poética, examinando temas como superação, amor-próprio e transformação pessoal.</p><p>   Com um título marcante e uma capa visualmente atrativa, o livro desperta a curiosidade imediata do leitor, sendo um convite direto à reflexão. A narrativa segue Teresa, uma jovem estudante de Direito que enfrenta dificuldades de auto-estima devido a experiências traumáticas da adolescência. Determinada a trilhar o caminho da advocacia, inspira-se na trajetória de sua mãe. </p><p>   Após a separação dos pais, Teresa decide viver com o pai, Fernando, que luta contra a depressão e necessita de acompanhamento médico. É nesse contexto que ela conhece Duarte, um jovem comprometido com os cuidados do irmão mais novo, Guilherme, que enfrenta uma condição de saúde mental. </p><p>   A ligação entre os personagens evolui em torno de temas como aceitação mútua e apoio emocional, enfatizando o valor essencial da empatia. </p><p>  Com uma estrutura narrativa não convencional, composta por pequenos trechos reflexivos, o livro rompe com os moldes tradicionais ao priorizar a força emocional das palavras. A escrita simples e lírica de Raul Minh' Alma contribui para uma leitura fácil e envolvente. Embora algumas mensagens possam parecer repetitivos, isso reforça o impacto da obra na disseminação da ideia de resiliência.  </p><p>   Recomendo esta obra para leitores que apreciam textos motivacionais e reflexivos. Durante a Queda Aprendi a Voar é uma fonte capaz de proporcionar conforto e inspiração, reafirmando o talento e a sensibilidade do autor em transmitir emoções genuínas e profundas.</p><p><br></p><p>Helena Morais N*5 11D</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-28 14:17:28 UTC</pubDate>
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         <title>Apreciação Crítica do Livro &quot;O Estrangeiro&quot;, de Albert Camus</title>
         <author>daniel10pinto2008</author>
         <link>https://padlet.com/profisabelaraujoaefreamunde24/msphfa02ox4771qn/wish/3387048655</link>
         <description><![CDATA[<p>A obra O Estrangeiro de Albert Camus, publicado em 1942 foi um importante movimento social devido à sua época causando dúvidas sobre o existencialismo em um romance de um homem chamado&nbsp;Meursault,&nbsp;completamente diferente da norma social que ao longo da obra foi colacando&nbsp;dúvidas&nbsp;e profundas reflexões sobre a vida e morte.​</p><p>Meursault era um personagem&nbsp;bastante calmo, com poucas preocupações, bastante frio&nbsp;demonstrando em uma passagem inicial da obra onde a mãe dele morre e Meursault demonstra uma grande indiferença nesse acontecimento da sua vida pessoal.​</p><p>A crítica que pode&nbsp;ser feita a esta obra&nbsp;baseia-se em um sentido moral e ético&nbsp;que muitas vezes&nbsp;não é encontrado em algumas fases&nbsp;da&nbsp;vida&nbsp;onde pode existir uma busca&nbsp;por sentido que caracteriza a vida humana, sugerindo que a vida, por si mesma, é indiferente e sem propósito.&nbsp;Tanto a teoria&nbsp;ética&nbsp;como a&nbsp;teoria&nbsp;moral&nbsp;são cruciais, quanto&nbsp;à&nbsp;moral&nbsp;posta em prática nas ações do dia a dia&nbsp;são objeto de estudo da&nbsp;ética&nbsp;também na&nbsp; disciplina filosófica. Por&nbsp;exemplo, a&nbsp;ética&nbsp;do dever, a&nbsp;ética&nbsp;do discurso&nbsp;, no caso da&nbsp;moral,&nbsp;não fazer batota em jogos ou acompanhar alguem doente como alguns exemplos.​</p><p>A estrutura do romance, em que as primeiras e últimas partes concentram-se no julgamento de Meursault, e&nbsp;&nbsp;o processo de desumanização que ele sofre, sendo tratado mais como um objeto moral do que como um ser humano,&nbsp;o&nbsp;uso do presente do indicativo, a repetição e a falta de emoções excessivas nas descrições refletem a própria visão de mundo de Meursault.​</p><p>Podendo concluir que esta obra leva uma simples narrativa de alguém que busca sentido na vida&nbsp;e também&nbsp;um crime e o&nbsp;seu julgamento, quando Meursault matou um árabe sem um sentido claro. Tornando-se assim&nbsp;uma meditação filosófica profunda sobre a vida, a morte e o lugar do ser humano no universo, a&nbsp;obra de Albert Camus é uma viagem&nbsp;sobre a reflexão sobre a liberdade individual e sobre a responsabilidade de cada um&nbsp;que, por&nbsp;muitas vezes, parece indiferente.​</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Daniel Pinto Nª2 11ºD</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-28 18:06:01 UTC</pubDate>
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         <title>Apreciação crítica &quot;Durante a Queda Aprendi a Voar&quot; Raul Minh&#39;Alma</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profisabelaraujoaefreamunde24/msphfa02ox4771qn/wish/3387698173</link>
         <description><![CDATA[<p>&nbsp;Li recentemente um livro de romance,com o nome<em> “Durante a Queda Aprendi a Voar”</em>&nbsp; de Raul Minh’alma que me marcou profundamente. Esta obra põe como personagem principal Teresa,uma rapariga que enfrenta dificuldades e lutas que marcam a sua vida por quedas e erros, mas também por momentos de crescimento.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Ao decorrer do livro Teresa descobre que o seu pai está com indícios de depressão e que precisa de frequentar uma clínica de reabilitação e passado algum tempo conhece Duarte, que foi uma grande ajuda para que Teresa conseguisse ultrapassar tudo o que estava a passar, nomeadamente o medo de desiludir a sua mãe por não conseguir ser uma excelente advogada ou mesmo o receio de não conseguir ajudar o seu pai.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Ora,acho que esta obra está escrita de uma forma clara e perceptível, proporcionando uma leitura agradável e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://objetiva.No">objetiva.No</a> entanto, esta simplicidade não impede a presença de momentos carregados de emoções profundas. O autor utiliza frequentemente diálogos que tornaram o livro mais interessante, devido a serem profundos permitindo uma maior conexão emocional. Gostei também da maneira que o autor aborda questões que nos fazem refletir sobre a vida,como por exemplo, a depressão,o medo do fracasso, e como nós devemos conhecer verdadeiramente para tomarmos alguma decisão importante na vida.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Todavia,existem alguns pontos negativos neste livro,como o uso de clichês, este uso pode tirar a originalidade visto que é um clássico que está presente em&nbsp; praticamente todos os livros de romance.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Nunca me interessei muito por livros mas sem dúvida depois de ler este livro irei ler muitos outros deste autor, pois a forma como Raul Minh’alma consegue tocar nas nossas emoções mais profundas é fascinante. A maneira como narra a vida de Teresa, as suas quedas e as suas aprendizagens, fez-me ficar interessada pela história e não querer parar de ler a cada página que vinha em seguida. Estou curiosa para ler outras obras e perceber outros temas que este aborda.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-29 20:50:36 UTC</pubDate>
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