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      <title>Visita de estudo ao Bussaco 10º B by Eduarda Maria Magalhães Serôdio de Almeida</title>
      <link>https://padlet.com/eduardaalmeida/msmq4iyrajjum347</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-03-13 12:50:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>eduardaalmeida</author>
         <link>https://padlet.com/eduardaalmeida/msmq4iyrajjum347/wish/3364668820</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>A história da magnífica Mata do Bussaco começa, justamente, na vontade dos frades Carmelitas Descalços de encontrarem um <em>Santo Deserto </em>onde a sua Ordem se pudesse pacificamente instalar e dedicar-se à contemplação da Natureza, à penitência e à oração, numa relação cada vez mais estreita com Deus.&nbsp;</strong></p><p><strong>Em 1628, o desejo da Ordem foi concedido quando D. João Manoel, bispo de Coimbra, lhes facultou parte do Bussaco.</strong> Apesar de a floresta do Bussaco já ser, desde sempre, admirável, um dos principais objetivos da Ordem foi a plantação de um arvoredo diversificado.&nbsp;</p><p>Em 1630, estavam edificadas boa parte das construções desejadas pelos frades, e a sua vida conventual pôde começar normalmente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-13 12:52:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>eduardaalmeida</author>
         <link>https://padlet.com/eduardaalmeida/msmq4iyrajjum347/wish/3364671060</link>
         <description><![CDATA[<p>A toponímia e etimologia da palavra Bussaco (ou Buçaco) estará sempre envolta de algum mistério. A generalidade das pessoas não conhecem a origem da palavra, e isto levou a que várias lendas se fossem criando para tentar esclarecê-la, deixando-nos sem saber em quais acreditar.</p><p>Uma delas conta que, em tempos, no Bussaco se escondia um salteador negro que roubava as aldeias vizinhas. As vítimas deste salteador terão chamado às matas Cova do Boçal, nome que se chamava às pessoas de tez mais escura e que se diz que poderá ter originado o nome Buçaco.</p><p>Noutra, é dito que um ancião se embrenhava por estas matas durante dias a fio em contemplação e silêncio, e quando voltava à sua aldeia, as pessoas deparavam-se com um homem revigorado. Quando as pessoas lhe perguntavam sobre o que se passava na montanha, o ancião respondia sempre: <em>daquele monte, saco bus</em>.</p><p>Uma terceira hipótese conta-nos que Bussaco deriva de Sublaco, que teria sido o nome dado à serra pelos monges benedictos do mosteiro da Vacariça, a quem pertencera a Mata, outrora.</p><p>Existem também muitas interrogações sobre qual será a forma mais correta de se escrever o nome deste lugar, se <strong>Bussaco</strong> ou <strong>Buçaco</strong>.</p><p>Se lermos obras e documentos do séc. XVIII, verificamos que a grafia <strong>Bussaco</strong> seria tida como a correta. Depois da reforma ortográfica de 1911, no entanto, tal já não se verificava. É possível, dizem, que o grafema “ç” poderá ser mais preciso tendo em conta a história linguística do lugar desde o séc. X, que na altura era designado <strong>monte Buzaco</strong>, dando o “z” lugar ao “ç”, mais tarde.</p><p>Há também quem diga que <strong>Bussaco</strong> é uma convenção que se criou devido ao facto de a maioria das línguas estrangeiras não ter o “c” cedilhado, o que levaria as pessoas a uma leitura errada do nome.</p><p>Ao viajarmos rumo ao Bussaco, as próprias tabuletas e sinais de estrada não nos dão qualquer pista: se viermos por um lado, dizem-nos <strong>Bussaco</strong>; se viermos por outro, estará nelas escrito<strong> Buçaco</strong>.</p><p>Sobre esta incógnita, a melhor resposta que temos é: não temos respostas que nos satisfaçam. O que é facto é que se trata de um dos topónimos mais antigos de Portugal, e talvez seja mais bonito manter o mistério.</p><p>Para aqueles cuja curiosidade não permite a falta de respostas, e para uma análise mais profunda e cuidada sobre este tema, recomendamos a leitura do livro <em>Bussaco vs. Buçaco</em>, com autoria de Nuno Alegre.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-13 12:54:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>eduardaalmeida</author>
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         <description><![CDATA[<p>A chegada dos frades Carmelitas Descalços à Mata do Bussaco causou, como se pode deduzir, algum descontentamento por parte das pessoas locais, que já se haviam habituado a usufruir livremente das matas, chegando ao ponto de serem feitas denúncias que sugeriam que os Carmelitas poderiam estar a esconder dentro da cerca forças inimigas.</p><p>Antes de os Carmelitas Descalços se instalarem na Mata do Bussaco, fora colocada a hipótese de ocuparem, sob os mesmo moldes, a serra de Sintra, mas a ideia foi inevitavelmente desconsiderada por várias razões: a sua proximidade com o mar, que a tornava um alvo fácil para ataques de piratas, corsários e armadas inimigas; a proximidade da Corte, que não se coadunava com o isolamento que procuravam; o facto de o ar salgado dessa serra impedir a plantação de uma floresta com variadas espécies.&nbsp;</p><p>O que vemos hoje do Convento de Santa Cruz é apenas uma parcela daquilo que existia durante a presença dos frades Carmelitas Descalços, uma vez que foi, em parte, demolido para dar lugar ao Palace e a outras construções.</p><p>Na história da pernoita de Lord Wellington no Bussaco, é dito que o comandante-em-chefe foi bastante inflexível no que toca à escolha do quarto onde iria pernoitar. Sempre que os frades lhe mostravam um, ele rejeitava, dizendo que seria imprescindível que o quarto tivesse duas portas e não uma, mesmo que fosse menos acolhedor ou mais feio e pequeno. O que pode passar por uma nobre esquisitice é, na verdade, uma exigência provida de algum sentido; dando-se o caso de algum invasor irromper convento adentro e fazer uma visita ao quarto do comandante-em-chefe, este poderia fugir pela porta contrária àquela pela qual o invasor entrou.&nbsp;</p><p>Diz-se que Lord Wellington, chegando ao Convento de Santa Cruz, deixou o seu cavalo amarrado na árvore que se encontra muito perto do pátio. Os nossos antepassados e contemporâneos apreciaram esse gesto como um marco tão simbólico que a própria árvore ainda lá existe, agora situada mesmo no meio da estrada, sobrevivendo a todas as adversidades arquitetónicas.</p><ul><li><p>Grande parte do antigo convento de Santa Cruz foi demolido no séc. XIX, dando lugar à construção do Palace Hotel.</p></li></ul><ul><li><p>D. Manuel II, último rei de Portugal, passou as suas últimas férias, antes de ser forçado ao exílio, no Palace Hotel do Bussaco, nas comemorações dos 100 anos da Batalha do Bussaco.</p></li></ul><ul><li><p>Havia uma inscrição na Fonte Fria que reconhecia a reconstrução elaborada por Rodrigo Morais Soares, mas o próprio mandou que a retirassem.</p></li><li><p>Existem mais de 250 espécies de árvores e arbustos na Mata do Bussaco, espécies invasoras e nativas. Aqui podemos ver uma grande diversidade de espécies. Há mais de 150 espécies de vertebrados e invertebrados mais de 600. </p></li><li><p>Consta que a porta de entrada a pé dava para um pequeno zagão ladeado de assentos,&nbsp; onde os visitantes aguardavam autorização do Sr. Prior para entrar na mata. Esta autorização poderia demorar dias e, nos entretantos, os visitantes aproveitavam este local para orar. No fim deste zagão, via-se uma pequena portinha que ostentava uma caveira entre dois ossos, e onde se lia a seguinte quadra:</p></li></ul><p>Ó tu mortal, que me vês,</p><p>Reflete bem como estou:</p><p>Eu já fui o que tu és,</p><p>E tu serás o que eu sou.</p><p><br/></p><p>Apesar de proibida a entrada de mulheres na mata, em 1815, um médico de Barcouço, o Dr. Theodoro introduziu na mata algumas mulheres com o intuito de as levar a ver a Fonte Fria e causou um grande reboliço, sendo condenado a pagar as custas e ficando durante 15 dias na cadeia da Portagem em Coimbra.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-13 13:00:42 UTC</pubDate>
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         <title>Biodiversidade </title>
         <author>eduardaalmeida</author>
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         <description><![CDATA[<p>Adicionar fotografias devidamente legendadas e descrições relativas à biodiversidade que observaram.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-13 13:08:11 UTC</pubDate>
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         <title>Geodiversidade</title>
         <author>eduardaalmeida</author>
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         <description><![CDATA[<p>Adicionar fotografias devidamente legendadas e descrições relativas  às formações geológicas que observaram.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-13 13:13:16 UTC</pubDate>
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         <title>Geologia de campo na Mata do Bussaco</title>
         <author>eduardaalmeida</author>
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         <description><![CDATA[<p>Há vários séculos que a geomorfologia da serra do Bussaco tem vindo a fascinar os geólogos. Numa viagem desde a Cruz Alta até as profundezas da Mata do Bussaco, vem descobrir, entre estratos e sedimentos, o que diferencia as rochas sedimentares, das rochas magmáticas, bem como das rochas metamórficas, a sua constante “reciclagem” ao longo dos séculos e suas deformações possíveis.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-14 10:55:16 UTC</pubDate>
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         <title>Evolução do Transporte nas plantas</title>
         <author>eduardaalmeida</author>
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         <description><![CDATA[<p>A evolução do transporte nas plantas As plantas conquistaram o meio terrestre há cerca de 475 milhões de anos e desde aí não pararam de evoluir adquirindo novas adaptações que lhes permitiram viver cada vez mais independentes da água. Porque existem plantas muito altas e outras tão pequenas? Por que razões as plantas precisam de luz? Como é que as raízes se alimentam? A Mata Nacional do Bussaco tem uma grande diversidade de plantas de várias regiões do Mundo que mantém o ar livre de poluição. Através de um passeio pela Mata, os visitantes poderão observar os diferentes tipos de adaptação para o transporte de seiva.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-14 10:55:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>eduardaalmeida</author>
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         <description><![CDATA[<p>A Mata Nacional do Bussaco constitui um património de valor incalculável, único em Portugal e no Mundo. Trata-se de uma herança secular, incomparável, por reunir relevância histórica, religiosa, militar, natural, paisagística, arquitetónica, cultural e mesmo de identidade nacional. Em termos florísticos, reúne uma das melhores coleções dendrológicas da Europa, com mais de 250 espécies de árvores e arbustos de todo o Mundo e inúmeros exemplares de interesse público. Possui ainda uma mancha de floresta climácica que conserva as características típicas da floresta primitiva que existia na região, antes da ocupação humana. No que respeita à fauna, a Mata providencia alimento, abrigo e refúgio para mais de centena emeia de espécies de vertebrados. Entre estas, encontram-se espécies de grande valor conservacionista, como endemismos ibéricos e espécies protegidas por legislação internacional. O valor natural da Mata do Bussaco enfatiza-se pelo facto de estar rodeada essencialmente por monoculturas de pinheiro-bravo e eucalipto, concentrando nos seus parcos 105 hectares uma riqueza biológica enorme. Constitui assim um verdadeiro oásis de biodiversidade, de importância fundamental para conservação da diversidade biológica da Região Centro do País. Este espaço é atualmente gerido pela Fundação Mata do Buçaco, F. P. que, ciente do seu potencial para a promoção dos valores científicos e para a educação ambiental, pretende tornar a Mata num local de aprendizagem e descoberta em suma, de excelência. O contacto direto com a Natureza e a deslumbrante biodiversidade da Mata Nacional do Bussaco possibilitam uma oportunidade única para cativar as crianças e adolescentes, promovendo a apetência pelo conhecimento e veiculando a educação num contexto excecional.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-14 10:58:49 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O acesso a ambientes naturais aumenta a probabilidade da prática de atividade física ao longo da vida. O treino em espaços verdes melhora a perceção de saúde em geral, a sensação de energia ou vitalidade, de autoestima e bem-estar. Está associado a outros benefícios como a redução do stress, da depressão e da prevalência de asma, à melhoria da função cognitiva e a níveis de vitamina D e perfis de cortisol mais saudáveis.</title>
         <author>joanalemos1</author>
         <link>https://padlet.com/eduardaalmeida/msmq4iyrajjum347/wish/3379244955</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-24 09:40:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Mata Nacional do Bussaco é a primeira Floresta Terapêutica certificada da Península Ibérica. Além de ser muito natural, possui circuitos pedestres com diversos graus de dificuldade e esforço. A floresta terapêutica é altamente benéfica para a saúde humana ao reduzir a tensão arterial, o stress e os níveis de ansiedade, reforçando o sistema imunitário, assim como as funções cardiovasculares e respiratórias.  </title>
         <author>joanalemos1</author>
         <link>https://padlet.com/eduardaalmeida/msmq4iyrajjum347/wish/3379248663</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-24 09:43:29 UTC</pubDate>
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         <title>A Mata Nacional do Bussaco é a primeira Floresta Terapêutica certificada da Península Ibérica. Além de ser muito natural, possui circuitos pedestres com diversos graus de dificuldade e esforço. A floresta terapêutica é altamente benéfica para a saúde humana ao reduzir a tensão arterial, o stress e os níveis de ansiedade, reforçando o sistema imunitário, assim como as funções cardiovasculares e respiratórias.  </title>
         <author>joanalemos1</author>
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         <pubDate>2025-03-24 09:58:10 UTC</pubDate>
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         <title>O acesso a ambientes naturais aumenta a probabilidade da prática de atividade física ao longo da vida. O treino em espaços verdes melhora a perceção de saúde em geral, a sensação de energia ou vitalidade, de autoestima e bem-estar. Está associado a outros benefícios como a redução do stress, da depressão e da prevalência de asma, à melhoria da função cognitiva e a níveis de vitamina D e perfis de cortisol mais saudáveis.</title>
         <author>joanalemos1</author>
         <link>https://padlet.com/eduardaalmeida/msmq4iyrajjum347/wish/3379267931</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-24 09:59:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>21388beatrizrego</author>
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         <description><![CDATA[<p>Espécie cujo o nome comum é "Jarro"  e é considerada uma espécie invasora na Mata do Bussaco</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-15 16:40:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anabelalopesrodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/eduardaalmeida/msmq4iyrajjum347/wish/3419802305</link>
         <description><![CDATA[<p>No passado dia 24 de março de 2025, alguns alunos de 10.º ano, da Escola Básica e Secundária de Padrão da Légua, visitaram a verdejante Mata do Bussaco. </p><p>Este predominante verde resulta da reflexão da radiação visível de cor verde, nos pigmentos fotossintéticos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 14:38:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anabelalopesrodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/eduardaalmeida/msmq4iyrajjum347/wish/3419812277</link>
         <description><![CDATA[<p>Maria Rita, Mariana Fernandes, Rita Calisto</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 14:44:43 UTC</pubDate>
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         <title>Pigmentos Fotossintéticos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Bruna Cochofel, Carolina Marques Gabriela Cola</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-27 09:58:04 UTC</pubDate>
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         <title>Pigmentos Fotossintéticos</title>
         <author>anabelalopesrodrigues</author>
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         <description><![CDATA[<p>Beatriz Rosas, Beatriz Rego e Carolina Freitas</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-27 16:02:50 UTC</pubDate>
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         <title>Pigmentos Fotossintéticos</title>
         <author>anabelalopesrodrigues</author>
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         <description><![CDATA[<p>Marta Nunes, Pedro Ferraz e Ricardo Palhão</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-27 16:24:21 UTC</pubDate>
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         <title>Pigmentos fotossintéticos</title>
         <author>anabelalopesrodrigues</author>
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         <description><![CDATA[<p>Pedro Legoinha e Miguel Areias</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-28 12:11:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anabelalopesrodrigues</author>
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         <description><![CDATA[<p>Jason, Dávid e Leonardo</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-12 13:39:25 UTC</pubDate>
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