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      <title>A Ação humana by Leonor Carvalho</title>
      <link>https://padlet.com/leonorcarvalho9/mshsqg1dtgd3</link>
      <description>Análise e compreensão do agir </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-01-09 13:28:42 UTC</pubDate>
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         <title>O conceito da ação humana</title>
         <author>leonorcarvalho9</author>
         <link>https://padlet.com/leonorcarvalho9/mshsqg1dtgd3/wish/219710831</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A ação humana é o todo o comportamento humano que altera a realidade de forma intencional, consciente e voluntária. Exige um agente responsável que realiza a deliberação correta e uma decisão posterior, implica a existência de uma intenção e é sempre limitada e possibilitada pelas condicionantes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-09 13:32:26 UTC</pubDate>
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         <title>A rede conceptual da ação</title>
         <author>leonorcarvalho9</author>
         <link>https://padlet.com/leonorcarvalho9/mshsqg1dtgd3/wish/221278939</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-01-14 17:32:09 UTC</pubDate>
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         <title>Acontecimentos e ações</title>
         <author>leonorcarvalho9</author>
         <link>https://padlet.com/leonorcarvalho9/mshsqg1dtgd3/wish/221279931</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Um <strong>acontecimento</strong> é algo que ocorre num determinado tempo e lugar e que é suscetível de afetar o sujeito, mas que, em princípio, não depende da sua vontade. Deve-se evitar estabelecer uma distinção rígida entre acontecimentos e ações, pois os movimentos humanos também são algo que acontece.<br><br>Para além dos acontecimentos, existe aquilo que fazemos de modo: inconsciente e involuntário, consciente e involuntário, involuntário por efeito do hábito e, por fim, consciente e voluntário. Só ao que é consciente e voluntário chamamos <strong>ação humana</strong>. <br><br>A ação humana é, assim, o que fazemos de um modo voluntário e consciente, surgindo em princípio como algo <strong>livre, racional, intencional</strong> e, por conseguinte, <strong>responsável</strong>.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-14 17:40:20 UTC</pubDate>
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         <title>Intenções e desejos</title>
         <author>leonorcarvalho9</author>
         <link>https://padlet.com/leonorcarvalho9/mshsqg1dtgd3/wish/221283473</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Designa-se por<strong><em> intenção</em></strong> o curso da ação que alguém pretende seguir ou ainda o objetivo ou propósito que guia a ação. Ter uma intenção significa também encontrar-se num estado mental que se orienta para a concretização (ou manutenção, ou evitamento) de um determinado estado de coisas.<br><br>As <strong>ações intencionais</strong> são originadas por <strong>motivos, desejos, crenças, interesses, aspirações</strong>: são realizadas por alguém que as quer realizar (desejo) e que acredita que esse é o melhor meio para atingir um fim (crença).<br><br>Distingue-se <strong>ação básica</strong> - aquela que se faz direta e intencionalmente - da <strong>ação não básica</strong> - aquela que, para ser realizada, necessita de outras ações básicas.<br><br>O conceito de <strong><em>intenção</em></strong> é próximo do de <strong><em>desejo</em></strong>. Mas o desejo, classicamente entendido como uma tendência acompanhada de consciência, também pode ser inconsciente, ao passo que a intenção é, em princípio, consciente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-14 18:12:01 UTC</pubDate>
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         <title>Motivos (ou razões), fins e projetos</title>
         <author>leonorcarvalho9</author>
         <link>https://padlet.com/leonorcarvalho9/mshsqg1dtgd3/wish/221284601</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O <strong>motivo</strong> é tudo o que é capaz de mover a vontade a agir, é a razão consciente do agir, tornando a <em>ação intencional</em> compreensível, ao responder à pergunta «porquê?».</div><div>Distingue-se do <strong>móbil</strong>, que significa um impulso da sensibilidade, por vezes inconsciente. Tal como o desejo pode ser consciente ou inconsciente, também o motivo pode ser <strong>voluntário</strong>, ao referir-se a razões  ou crenças, ou <strong>involuntário</strong>, enquanto se aproxima do desejo, sobretudo do desejo inconsciente, e igualmente do móbil.<br><br>A<strong> finalidade </strong>ou<strong> meta </strong>da ação é tudo aquilo que ativa, orienta e dirige a ação, respondendo à pergunta «para quê?». Muitas vezes é difícil separar a finalidade do motivo. <strong>Motivos </strong>e<strong> fins </strong>podem ser ainda englobados pela noção de <strong>projeto.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-14 18:22:15 UTC</pubDate>
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         <title>A deliberação e a decisão</title>
         <author>leonorcarvalho9</author>
         <link>https://padlet.com/leonorcarvalho9/mshsqg1dtgd3/wish/221285919</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A <strong>deliberação</strong> é o processo de reflexão e de ponderação que, em princípio, antecede a decisão. A<strong> decisão</strong> consiste na escolha de alternativas possíveis em função de determinadas razões e motivações. Mas nem todas as ações são deliberadas, já que, muitas vezes, não há reflexão prévia ao agir.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-14 18:33:36 UTC</pubDate>
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         <title>O agente: liberdade e responsabilidade</title>
         <author>leonorcarvalho9</author>
         <link>https://padlet.com/leonorcarvalho9/mshsqg1dtgd3/wish/221314700</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O autor da ação é o <strong>agente</strong>. Realizando as ações de forma consciente, voluntária e intencional, ele pode ser responsabilizado. Há uma relação direta entre <strong>liberdade </strong>e <strong>responsabilidade</strong>. Responsabilizar o agente por uma ação é pressupor que ele é livre, que tem o poder de escolher sem ser coagido.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-15 00:07:33 UTC</pubDate>
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         <title>Determinismo e liberdade na ação humana</title>
         <author>leonorcarvalho9</author>
         <link>https://padlet.com/leonorcarvalho9/mshsqg1dtgd3/wish/221315078</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-01-15 00:16:08 UTC</pubDate>
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         <title>Breve Introdução</title>
         <author>leonorcarvalho9</author>
         <link>https://padlet.com/leonorcarvalho9/mshsqg1dtgd3/wish/221315096</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A noção de liberdade que temos em conta é a que corresponde ao <strong>livre-arbítrio</strong>, isto é, à possibilidade de <strong>escolha</strong> e de <strong>autodeterminação</strong>, ao ato voluntário, autónomo e independente de qualquer coação externa ou interna. A existência de forças externas e internas que não conseguimos controlar, seja a nível biológico ou sociocultural, pode-nos fazer duvidar de que tenhamos livre-arbítrio. No entanto, este parece um facto da nossa experiência, embora isso não permita resolver o problema.<br><br>O objetivo da ciência é detetar as <strong>regularidades</strong> <strong>da natureza</strong>, a fim de prever os <strong>fenómenos</strong>. Muitos cientistas asseguram que tudo na natureza se encontra determinado, obedecendo a relações de causas e efeitos. Será que o mesmo se passa com as ações humanas? Se sim, teremos de negar a liberdade e a responsabilidade do agente.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-15 00:16:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As condicionantes da ação humana</title>
         <author>leonorcarvalho9</author>
         <link>https://padlet.com/leonorcarvalho9/mshsqg1dtgd3/wish/221316360</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A <strong>liberdade</strong> de que eventualmente dispomos não é absoluta, mas <strong>situada </strong>e<strong> condicionada</strong>. As <strong>condicionantes da ação humana</strong> são todo o conjunto de constrangimentos e obstáculos que lhe impõem limites. Mas, ao mesmo tempo que limitam, abrem de igual modo um horizonte de possibilidades, assumindo-se também, de certo modo, como condições do agir.<br><br>Há <strong>condicionantes físico-biológicas</strong> - ligadas à nossa constituição morfológica e fisiológica -, <strong>psicológicas</strong> - ligadas à personalidade do agente, ao seu temperamento ou aos seus estados psicológicos temporários - e <strong>histórico-culturais</strong> - fatores de carácter histórico, cultural, social, económico, científico, tecnológico religioso, etc. A existência de condicionantes não implica a inexistência de livre-arbítrio.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-15 00:37:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A discussão acerca do libre-arbítrio</title>
         <author>leonorcarvalho9</author>
         <link>https://padlet.com/leonorcarvalho9/mshsqg1dtgd3/wish/221317195</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O problema do livre-arbítrio consiste em saber se a liberdade humana, em termos de possibilidade de optar, é ou não compatível com outras forças que a parecem anular. Há três teses que procuram dar resposta ao problema: <strong>deterministas, compatibilistas </strong>e<strong> libertistas.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-15 00:49:17 UTC</pubDate>
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         <title>O determinismo radical</title>
         <author>leonorcarvalho9</author>
         <link>https://padlet.com/leonorcarvalho9/mshsqg1dtgd3/wish/221317800</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O <strong>determinismo radical </strong>defende que não existe livre-arbítrio, o que implica a total desresponsabilização do agente. Encarando a natureza como um conjunto de coisas e factos em que tudo resulta de causas anteriores, a que se seguem efeitos inevitáveis, o determinista concebe o Universo como um vasto sistema que obedece a l<strong>eis causais invariáveis</strong>.<br><br>No âmbito da psicologia clássica, a corrente behaviorista defendia a existência de um <strong>determinismo ambiental</strong>. Em oposição às conclusões dos behavioristas, há quem afirme o carácter decisivo da componente genética - <strong>determinismo hereditário</strong>. Na filosofia, houve pesadores que sustentaram uma visão determinista, por exemplo Espinosa, com o seu sistema monista: todas as coisas e ações são governadas por uma absoluta necessidade - <strong>determinismo metafísico</strong>.<br><br>As principais <strong>objeções</strong> que podem ser formuladas contra o determinismo são o argumento de experiência e da responsabilidade e a ideia de que o Universo não constitui um sistema determinista.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-15 00:54:56 UTC</pubDate>
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         <title>O compatibilismo</title>
         <author>leonorcarvalho9</author>
         <link>https://padlet.com/leonorcarvalho9/mshsqg1dtgd3/wish/221319573</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O <strong>compatibilismo</strong>, ou determinismo moderado, aceita o determinismo no mundo natural, mas defende que há liberdade e responsabilidade na esfera humana. Afirma também que um ato pode ser, em simultâneo, livre e determinado.<br><br>O compatibilismo assenta na distinção entre <strong>ações livres</strong> - resultam da vontade - e <strong>ações não livres</strong> - resultam da coerção. Livre significa isento de coerção, o que não quer dizer que as ações não sejam causadas (pelo passado, pelo temperamento e até por fatores que não controlamos). Mesmo que as nossas ações sejam causadas, podemos sempre agir de outro modo. Isto é suficiente para podermos ser responsabilizados por uma ação.<br><br>O compatibilismo encontra-se sujeito a uma <strong>objeção</strong>: ao dizer-se que somos livres, mas que as nossas ações decorrem dos nossos desejos e do nosso carácter, não manipulados, não se pode no entanto ignorar que o carácter e o desejo dependem de forças que não controlamos. Se assim for, não somos realmente livres.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-15 01:19:03 UTC</pubDate>
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         <title>O libertismo</title>
         <author>leonorcarvalho9</author>
         <link>https://padlet.com/leonorcarvalho9/mshsqg1dtgd3/wish/221320822</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O l<strong>ibertismo</strong> defende, de modo radical, o livre-arbítrio e a responsabilidade humanas, considerando que o agente tem o poder de interferir no curso normal das coisas pela sua capacidade racional e deliberativa.<br><br>Os libertistas apoiam-se em dois argumentos: o argumento da experiência e da responsabilidade - sabemos que somo livres e, por conseguinte, responsáveis, porque nos apercebemos de tudo isso de cada vez que efetuamos uma escolha consciente e ao avaliarmos as ações - e o de que o Universo não constitui um sistema determinista - é impossível prever os fenómenos a partir de causas determinantes, pelo que se recorre às noções de acaso e de aleatoriedade - <strong>perspetiva indeterminista</strong>.<br><br>São <strong>objeções</strong> ao libertismo as seguintes: o facto de termos experiência da liberdade e de atribuirmos responsabilidades não prova que elas existam: elas podem ser ilusórias; se é o acaso que conduz as ações humanas imprevisíveis, então elas também não são livres, nem o agente é responsável; finalmente, esta doutrina não nos fornece grandes explicações relativamente àquilo que produz as nossas decisões.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-15 01:33:28 UTC</pubDate>
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         <title>Conceitos nucleares</title>
         <author>leonorcarvalho9</author>
         <link>https://padlet.com/leonorcarvalho9/mshsqg1dtgd3/wish/221679881</link>
         <description><![CDATA[<div>Razões, fins, intenções, projetos, motivos, desejos, deliberação, decisão, determinismo, liberdade, ação, condicionantes físico-biológicas, condicionantes histórico-culturais, agente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-16 13:11:11 UTC</pubDate>
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         <title>Esclareça qual o âmbito da filosofia em ação</title>
         <author>leonorcarvalho9</author>
         <link>https://padlet.com/leonorcarvalho9/mshsqg1dtgd3/wish/221690485</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A filosofia em ação é uma área na qual procura analisar em que consiste uma ação e saber como é possível explicá-la, tendo em conta as razões do agente.<br><br>Para compreender a filosofia em ação temos de ter em atenção os conceitos associados:<br><br>1) <strong>distinguir</strong> o que (nos) acontece do que fazemos;<br>2) <strong>reconhecer</strong> que nem tudo o que fazemos é ação, pois nem tudo é feito voluntária e conscientemente;<br>3) <strong>perceber</strong> o que são intenções e desejos;<br>4) <strong>compreender</strong> o que são motivos, fins e projetos;<br>5) <strong>ter em conta</strong> a difícil experiência de deliberação e da decisão;<br>6) <strong>perspectivar</strong> o agente como ser livre e responsável.<br><br>A filosofia em ação é uma área que procura analisar em que consiste uma ação e saber como é possível explicá-la, tendo em conta as razões do agente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-16 13:38:32 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho sobre Ação Humana</title>
         <author>leonorcarvalho9</author>
         <link>https://padlet.com/leonorcarvalho9/mshsqg1dtgd3/wish/222220541</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Este trabalho resulta de uma pesquisa sobre ação humana no âmbito da disciplina de Filosofia, o qual pretende ficar com uma noção do que é "ação" "acontecimento", "fazer", "agir", "intenção" e "desejo"; realizado por Leonor Carvalho do 10º ano da Escola Secundária da Ribeira Grande no ano 2017/2018.<br>A veracidade destes factos não se confirma!</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-17 20:01:48 UTC</pubDate>
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