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      <title>Mural da Fama - 6º ano 2022 - Colégio Sagrado Coração de Jesus by </title>
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      <description>Homenageando grandes personalidades brasileiras que contribuíram para as artes, ciências humanas, ciências da saúde e literatura.
Professor responsável: Maurício Contreiras.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-09-26 17:27:35 UTC</pubDate>
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         <title>BIOGRAFIA E CONTRIBUIÇÕES </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Mayana Zatz nasceu em 16 de julho de 1947, Telavive, Israel. Veio para o Brasil aos 8 anos de idade. É uma bióloga molecular e geneticista brasileira, professora do Departamento de Genética e Biologia Evolutiva do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo. Exerceu o cargo de pró-reitora de pesquisa da USP de 2005 a 2009.É formada pela Universidade da Califórnia em Los Angeles, Universidade de São Paulo. Recebeu os prêmios L’Oréal –UNESCO For Women in Science Award For Laureates, Prêmio TWAS em pesquisa médica, Prêmio México de Ciências e Tecnologia, Prêmio Conte Gaetano por trabalhos sociais. Residente no Brasil.<br><br></div><div>Cursou biologia pela Universidade de São Paulo, estagiou com Oswaldo Frota Pessoa, tendo o primeiro contato com a genética humana, formou-se em 1968. Mestre em genética em 1970 e em 1974 tornou-se doutora em genética. Entre 1975 e 1977 fez pós-doutorado nos Estados Unidos.<br><br></div><div>Em 1981, fundou a Associação Brasileira de Distrofia Muscular ou ABDIM, com a finalidade de melhorar a qualidade de vida dos pacientes afetados pela distrofia muscular. O órgão atende a mais de 100 crianças carentes.&nbsp;<br><br></div><div>Em 1989, implantou a tecnologia de Biologia Molecular no Centro de Miopatias com a colaboração da doutora Maria Rita Passos-Bueno e Mariz Vainzof, o que permitiu um avanço no estudo das miopatias hereditárias. Fundamental para a compreensão dos mecanismos moleculares responsáveis pelas doenças genéticas.<br><br></div><div>Em 1995, tornou-se a pioneira ao localizar um dos genes ligados a um tipo de distrofia dos membros, e junto a Maria Rita Passos –Bueno e Eloísa de Sá Moreira, foram responsáveis pelo mapeamento do gene responsável pela síndrome de Knobloch.<br>Publicou 377 trabalhos científicos e mais de 250 artigos científicos e foi a primeira a contribuir, principalmente, na área de doenças neuromusculares (distrofias musculares, paraplegias espásticas, esclerose lateral amiotrófica) e em seu laboratório realiza pesquisas fundamentais sobre células-tronco.<br><br><strong>PRINCIPAL OBRA</strong>:GENÉTICA&nbsp; &nbsp;<br><br><br>&nbsp; &nbsp;<strong>Referência Bibliográfica:<br></strong><br></div><div>Nunca vi um cientista feat. Via saber&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<br><br></div><div>www.wikpedia.org<br><br></div><div>www.winkiwand.com&nbsp;<br><br></div><div><strong>Equipe:<br></strong><br></div><div>Clara;<br><br></div><div>Maria Luiza;<br><br></div><div>Thaís;<br><br></div><div>Bruna;<br><br></div><div>Heitor;<br><br></div><div>Rafael.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-23 21:38:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-10-23 21:41:31 UTC</pubDate>
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         <title>BIOGRAFIA</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Leandro Karnal é um intelectual formado em história que atua como professor e escritor. O pensador ajuda a divulgar conhecimento ministrando palestras e cursos Brasil afora, muitos desses vídeos são divulgados no youtube.<br><br></div><div>O professor nasceu no dia 1 de fevereiro de 1963 em São Leopoldo (Rio Grande do Sul).<br><br></div><div>Origem</div><div><br>Leandro Karnal é o terceiro filho de quatro do casal de classe média composto por Renato Karnal e Jacyr Karnal. O pai, que faleceu em 2010, era advogado, político e professor (de latim, inglês e português). &nbsp;<br><br></div><div>Formação&nbsp;</div><div><br>Católico praticante durante a infância e a juventude, Leandro chegou a frequentar o seminário para ser jesuíta e fez parte da sua formação na Companhia de Jesus. Posteriormente concluiu o curso superior de Filosofia na Unisinos.&nbsp;<br><br></div><div>Aos 24 anos Karnal se mudou para São Paulo para estudar. Na capital paulista fez doutorado na USP e logo começou a dar aulas no Colégio FAAP. Leandro deu aulas no ensino fundamental, médio e superior em instituições públicas e privadas.<br><br></div><div>Atualmente é professor de História da América no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas (IFCH-Unicamp).<br><br></div><div>Frases de Leandro Karnal</div><div><em><br>Facilidade é o nome que os vagabundos dão ao esforço alheio.<br></em><br></div><div><em>A vida é muito curta para que se perca tempo numa existência medíocre.<br></em><br></div><div><em>Felicidade é conservar energia para coisas que valem a pena.<br></em><br></div><div><em>Pessoas elevadas falam de ideias; pessoas medianas falam de fatos; pessoas vulgares falam de pessoas.<br></em><br></div><div><em>Eu gosto de dizer coisas que tirem as pessoas das zonas de conforto mentais.<br></em><br></div><div><em>A solidão não quer dizer um isolamento, mas é a consciência que a minha dor é minha dor, e de fato ninguém é responsável pelo meu fracasso e ninguém é responsável pela minha felicidade.<br></em><br></div><div>Livros publicados</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<em>Estados Unidos: a formação da nação</em> (2001)<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<em>Oriente médio</em> (2002)<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<em>História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas</em> (vários autores) (2003)<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<em>História dos Estados Unidos</em> (2010)<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<em>Conversas com um jovem professor</em> (2012)<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<em>Pecar e perdoar </em>(2014)<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<em>Felicidade ou morte </em>(escrito com Clóvis de Barros Filho) (2016)<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<em>Verdades e mentiras: ética e democracia no Brasil </em>(vários autores) (2016)<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<em>A detração: breve ensaio sobre o maldizer</em> (2016)<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<em>Todos contra todos: o ódio nosso de cada dia</em> (2017)<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<em>Crer ou não crer: uma conversa sem rodeios entre um historiador ateu e um padre católico</em> (escrito com Pr.Fábio de Melo) (2017)<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<em>Diálogo de culturas</em> (2017)<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<em>Santos fortes: raízes do sagrado no Brasil</em> (escrito com Luiz Estevam de Oliveira Fernandes) (2017)<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<em>O mundo como eu vejo</em> (2018)<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<em>O que aprendi com Hamlet</em> (2018)<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<em>O dilema do porco espinho: como encarar a solidão</em> (2018)<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<em>O inferno somos nós: do ódio à cultura de paz</em> (escrito com Monja Coen) (2018)<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<em>O coração das coisas</em> (2019)<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<em>Felicidade: modos de usar</em> (escrito com Cortella e Pondé) (2019)</div><div>Religião</div><div>Leandro Karnal teve formação católica e durante a infância e a juventude foi praticante, tendo inclusive sido jesuíta e estudado filosofia na Companhia de Jesus. Mais tarde, acabou por se afastar da religião e passou a se identificar como ateu.<br><br></div><div>Youtube: canal <em>Prazer, Karnal</em></div><div>As palestras de Leandro Karnal podem ser vistas no youtube, o professor tem um canal oficial chamado <em>Prazer, Karnal</em>, onde divulga os seus vídeos.<br><br></div><div>Instagram</div><div><br>O instagram oficial do historiador é @leandro_karnal<br><br></div><div>Vida pessoal</div><div><br>Leandro Karnal afirma ter tido duas relações estáveis (relações prolongadas sem casamento formal) e não tem filhos.<br><br><br>PESQUISA REALIZADA POR:<br>ANA CAROLINA</div><div>BRENO<br>DAVI</div><div>FLAVIA</div><div>MIGUEL<br>PIETRO EDUARDO&nbsp;</div><div><br><br><br></div><div><br>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-24 20:45:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>PRINCIPAL OBRA</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-24 21:04:07 UTC</pubDate>
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         <title>BIOGRAFIA</title>
         <author>rosagabriela55</author>
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         <description><![CDATA[<div>Mário Sérgio Cortella é um dos pensadores contemporâneos mais celebrados do Brasil. Conhecido por sua capacidade em transformar ideias filosóficas em coisas simples.<br>Em suas palavras, ideias complexas de personalidades como Sócrates, Descartes ou Nietzsche, por exemplo, são aulas descomplicadas e cativantes acerca de felicidade, trabalho, ética e morte.<br><br><strong>SUA HISTÓRIA DE VIDA:</strong><br><br>Professor, escritor, e filósofo - Mário Sérgio Cortella é um importante pensador brasileiro que há algumas décadas contribui não só no meio acadêmico, como também procura popularizar as questões que estuda se comunicando com o grande público através do rádio, de programas de televisão, dos livros e do seu canal no youtube.<br><br>Mario Sérgio Cortella nasceu no dia 5 de março de 1954 em Londrina. Em 1977 nasceu o primeiro filho do educador, que recebeu o nome de André Sérgio. Dois anos mais tarde, nasceu a primeira filha, Ana Carolina. Em 1983 veio ao mundo o último filho de Cortella, Pedro Gabriel.&nbsp;<br><br></div><div>O professor é formado em Filosofia com especialização em Educação. Em 1973, Mário Sérgio ingressou no curso de Filosofia nas Faculdades Anchieta,&nbsp; tendo se formado em 1975 em licenciatura. Durante a graduação foi monitor de Introdução à Filosofia e Introdução à Sociologia. O doutorado em Educação na PUC-SP foi finalizado em 1997 com a orientação de Paulo Freire e em 1989 concluiu o mestrado em Educação pela PUC-SP.<br><br></div><div>No início da carreira, Cortella deu aulas na disciplina de Ética Social para o curso de Ciências Sociais e, em 1976, foi chamado para ser professor-assistente de Metodologia Científica do Ciclo Básico da Medianeira. Após três anos de trabalho, virou professor titular da cadeira e deu aulas. Em 1977 foi para o Departamento de Teologia da PUC-SP lecionar, tendo permanecido na instituição durante 1 década, no mesmo ano virou professor-convidado da Fundação Dom Cabral (Minas Gerais) e aprovado no concurso para a PUC-SP. Em 1978, também deu aulas de filosofia para os últimos anos do ensino médio, essa foi a sua única experiência em escolas e após atuou também atuou como professor-convidado na FGV.<br><br></div><div>Além da vida de sala de aula, o professor fez consultoria e assessoria nas áreas de Saúde e Educação. Foi contratado como Especialista em Educação para a Fundação Cenafor do MEC além de ter trabalhado para a Fundap.&nbsp; Entre 2008 e 2011 fez parte do Conselho Técnico Científico de Educação Básica da CAPES. <br><br><br><strong>PENSAMENTOS DE MÁRIO SÉRGIO CORTELLA:<br></strong><br>1- É um fraco que teme aquele que não é igual e se sente ameaçado por ele.<br><br></div><div>2- É impossível falar em ética se nós não falamos em liberdade. Quem não é livre não pode evidentemente ser julgado do ponto de vista da ética.<br><br></div><div>3-&nbsp; A tragédia não é quando um homem morre. A tragédia é o que morre dentro de um homem quando ele está vivo.</div><div><br></div><div>4- Sim, sem dinheiro não se vive, mas só com dinheiro não se vive.</div><div><br></div><div>5- Volto ao ponto: minha liberdade não acaba quando começa a do outro, ela acaba quando acaba a do outro<br><br><br><strong>OBRAS FAMOSAS:</strong><br><br>1- Filosofia: E nós com isso?<br><br>2- Descartes: A paixão pela razão<br><br>3- Não nascemos prontos: Provocações filosóficas<br><br>4- Por que fazemos o que fazemos?<br><br>5- Viver em paz para morrer em paz<br><br>6- Não espere pelo epitáfio: Provocações filosóficas<br><br>7- Nem anjos nem demônios: A humana escolha entre virtudes e vícios <br><br>8- Ética e vergonha na cara! <br><br><br><strong>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:<br><br></strong>http://www.ebiografia.com/<br><br>https://www.pensador.com/<br><br>https://www.guiaestudo.com.br/mario-sergio-cortella<br><br><br><strong>INTEGRANTES DO GRUPO:</strong><br>&nbsp;<br>Brenda Benvinda<br>Caio Antônio&nbsp;<br>Gabriela Rosa<br>Januncio Barboza<br>Pedro Henrique<br>Ravi Gama&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-26 19:49:21 UTC</pubDate>
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         <title>Jorge amado; biografia e formação acadêmica.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>- Jorge Amado nasceu na cidade de Itabuna (Bahia) em 10 de agosto de 1912.<br>&nbsp;<br>- Começou a escrever já na fase da adolescência.<br>&nbsp;<br>- Formou-se em Direito, em 1935, pelo Universidade Federal do Rio de Janeiro. Porém, como sua paixão era a escrita, nunca exerceu a profissão de advogado.<br>&nbsp;<br>- Foi casado por duas vezes. Sua primeira esposa foi Matilde Garcia Rosa. A segunda foi a Zélia Gattai. As duas eram escritoras. Com a primeira esposa teve uma filha (Eulália Dalila Amado) e com a segunda teve dos filhos (João Jorge e Paloma Jorge).<br>&nbsp;<br>- Entre os anos de 1941 e 1942, viveu exilado na Argentina. Passou por outros dois exílios: Em Paris (entre 1948 e 1950) e Praga (entre 1951 e 1952).<br>&nbsp;<br>- Em 1946, foi eleito deputado federal, no estado de São Paulo, pelo Partido Comunista Brasileiro.<br>&nbsp;<br>- Em 1958, publicou o romance Gabriela, Cravo e Canela.<br>&nbsp;<br>- Morreu em Salvador (Bahia), no dia 6 de Agosto de 2001, quatro dias antes de completar 89 anos de idade.&nbsp;<br>Possui uma vasta obra literária, com aproximadamente 45 livros publicados dentre romances, poesias, contos, crônicas, peças de teatro, literatura infantil.<br><br>Ademais, sua obra foi traduzida para 50 idiomas, sendo portanto, um escritor reconhecido mundialmente.<br>Algumas de suas obras:<br>Romances<br>O País do Carnaval (1930)<br>Cacau (1933)<br>Suor (1934)<br>Jubiabá (1935) e etc..<br>Jorge Amado, um dos representantes do ciclo do romance baiano. É considerado é dos principais representantes do romance regionalista da Bahia. Também escreveu biografias, poesias, textos para teatro e até memórias. Além de escritor, atuou também como político e jornalista. É considerado um dos grandes nomes do Modernismo na Literatura Brasileira.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-26 22:04:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-10-26 22:05:13 UTC</pubDate>
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         <title>PRINCIPAL OBRA</title>
         <author>rosagabriela55</author>
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         <pubDate>2022-10-26 23:22:28 UTC</pubDate>
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         <title>Equipe:</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ellen Sílvia&nbsp;<br>Safyra Bonfim<br>Ivilly sther<br>Nathalia hadassa<br>Kailana ada</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-27 09:11:02 UTC</pubDate>
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         <title>Biografia!</title>
         <author>juliaeduarda586</author>
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         <description><![CDATA[<div>Carlos Eduardo Fernandes&nbsp; foi o nome que recebeu ao nascer um dos mais renomados artistas da atualidade, Eduardo Kobra. Ele não pode ser confundido com mais ninguém, suas famosas imagens fotorrealistas frequentemente retratam pessoas icônicas da história.<br><br>Kobra se define como muralista. Utilizando cores vivas e linhas arrojadas, dono de estilo peculiar de grande expressividade, faz desse artista um grande nome na arte contemporânea.<br><br>Eduardo Kobra&nbsp; nasceu em 1976 em São Paulo. O artista descobriu sua paixão pela arte de rua na adolescência quando conheceu o mundo do grafite associado ao “Hip Hop”. Nesse período, seus pais resolveram mudar para Bauru, uma cidade localizada no interior de São Paulo onde ele retomou sua educação formal. Ele não gostava de estudar, porque seus pensamentos estavam sempre voltados ao desenho e pintura.<br><br>Kobra começou a desenhar em muros na clandestinidade, como pichador, ainda durante a adolescência. O gosto pela espontânea arte de rua já era visível no garoto, que colecionava advertências por intervenções não autorizadas na escola e chegou a ser detido três vezes por crime ambiental, justamente por conta do uso irregular de sprays em muros das redondezas.<br><br>O artista paulistano começou sua carreira como Street Art, depois se tornou um Muralista. Eduardo Kobra ganhou notoriedade pelo projeto Muro das Memórias na cidade de São Paulo em 2007, onde retratou cenas antigas da cidade<br><br>Nos anos 90, Eduardo Cobra começou a ganhar dinheiro com seu grafite, entre outros trabalhos pintava cartazes para agências de publicidade. Em seguida, completou sua evolução ao tornar-se muralista – um grafiteiro que, pelas dimensões do trabalho só consegue atuar com a permissão ou contratação dos donos do imóvel e das autoridades.<br><br>Em 2007, Eduardo Kobra começou a aparecer na mídia com o projeto “Muro das Memórias”, em que passou a reproduzir, nas ruas, fotos antigas de São Paulo. O passo seguinte foi a elaboração de murais. O artista fez curso para pintar em cima de gruas.&nbsp; Passou a pintar murais ambiciosos. Cada mural pode levar de dez dias a três meses para ser realizado.<br><br>Entre seus trabalhos destacam-se o mural de Nelson Mandela, pintado a convite de Madonna, no hospital infantil que a cantora mantém na África, a&nbsp; Bailarina pintada nas proximidades do Balé Bolshoi, em Moscou e Michael Jackson, pintado na esquina da East 11th Street com a First Avenue, em Nova Iorque.<br><br>Nasceu no Jardim Martinica e, como muitos dos meninos de lá, estudou no EMEF Maurício Simão. Quando tinha cerca de 12 anos e já enchia cadernos de desenhos, conheceu o movimento hip hop, a arte de rua, e passou a aprender sozinho, nos muros da cidade, as técnicas de sua estética única.<br><br>Apesar de ser um artista autodidata, ele teve diversos artistas de rua como inspiração. Entre eles destacamos Eric Grohe (1944- ) Keith Haring (1958-1990), Diego Rivera (1886-1957), além de Bansky, um expoente da arte de rua britânico, mas que nunca teve sua identidade revelada.&nbsp;<br><br>Eduardo Kobra viveu diferentes fases na sua carreira, mas atualmente ele se define como muralista. Para quem não conhece, essa é uma manifestação artística que surgiu no México, na primeira metade do século XX. &nbsp;<br><br>Como o próprio nome diz, essa arte se utiliza de paredes e painéis permanentes como suporte para suas obras. As primeiras manifestações foram de pinturas rupestres, mas até pela proximidade com o público, logo ela passou a ter como marca, o tom mais crítico das obras. &nbsp;<br><br>Inclusive uma das inspirações de Kobra, Diego Rivera, foi um dos principais nomes do movimento e um dos que popularizou o movimento, especialmente pelos seus murais gigantes.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <author>juliaeduarda586</author>
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         <author>juliaeduarda586</author>
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         <pubDate>2022-10-27 17:21:13 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Cacau é Show por Eduardo Kobra — Grafite ( 5.724,11m2 de área pintada)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-27 17:21:30 UTC</pubDate>
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         <author>juliaeduarda586</author>
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         <description><![CDATA[<div>- Júlia Eduarda<br>- Maria Vitória<br>- Guilherme<br>- Enzo Gabriel<br>- Raylane<br>- Luigi</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-27 17:23:06 UTC</pubDate>
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