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      <title>Material para o Ensino Religiosos 6º Ano by Jean Jefferson</title>
      <link>https://padlet.com/jeanprofcefs/ms2c1bei780dq6l0</link>
      <description>Construindo pontes e ligando mundos.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-07-15 18:48:04 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-10-15 05:23:27 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Leia!</title>
         <author>jeanprofcefs</author>
         <link>https://padlet.com/jeanprofcefs/ms2c1bei780dq6l0/wish/655382977</link>
         <description><![CDATA[<div>Este espaço está destinado a exposição e construção de conteúdo de história do 6º ano no ensino fundamental anos finais. Os alunos deverão contribuir com conteúdos comentados por seus colegas. <br><br>Regras de convivência<br>1.       Proibido bulliyng;</div><div>2.       Proibido postagens políticas, religiosas, culturais e esportiva, que possam atingir algum membro;</div><div>3.       Proibido brincadeiras nos comentários. (Liberado na coluna livre);</div><div>4.       Proibido palavrões;</div><div>5.       Evite enviar mensagens EXCLUSIVAMENTE EM MAIÚSCULAS; </div><div>6.       Para enfatizar frases e palavras use os recursos de sublinhar e negrito;</div><div>7.       Seja claro e objetivo;</div><div>8.       Considere abordar apenas um assunto por mensagem;</div><div>9.       Não leve os debates para o lado pessoal;</div><div>10.   Procure responder a todas as mensagens;</div><div>11.   Lembre-se de agradecer às pessoas que o ajudarem;</div><div>12.   Ao responder mensagens, cite sempre a mensagem respondida, indicando “quem” disse “o quê”. Ou seja, deixe claro qual mensagem e quais questões está respondendo;</div><div>13.   Respeite para ser respeitado e trate os outros como você gostaria de ser tratado;</div><div>14.   Evite de escrever em outra língua quando não solicitado (no caso, quando o assunto é tratado em português, a pessoa escreve em inglês só para se mostrar);<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-15 19:08:08 UTC</pubDate>
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         <title>Modo de postagens e comentários</title>
         <author>jeanprofcefs</author>
         <link>https://padlet.com/jeanprofcefs/ms2c1bei780dq6l0/wish/655383232</link>
         <description><![CDATA[<div>MODO DE POSTAGENS<br>As postagens devem acontecer da seguinte maneira;<br>1. Textos da internet ou outra fonte. Sempre citando a origem e o autor.<br>2. Texto autoral (Opinião, avaliação ou breve comentário).<br>3. Apresentar na postagem imagem, ou vídeo, ou áudio, ou link, entre outros.<br><br>MODO DE COMENTÁRIOS<br>Os comentário devem acontecer da seguinte maneira;<br><br>1. Acréscimo; acrescentando algo ao conteúdo. Novidade ou curiosidade.<br>2.Pergunta; Uma indagação sobre o conteúdo, em parte que tenha ficado sem aprofundar.<br>3. Comentário de opinião; porém evite dizer se está bom ou ruim. Prefira acionar se o texto está completo ou não.<br>4. Concordância ou discordância. Sempre que concordar ou discordar justifique seu ponto de vista.<br><em><mark>OBSERVAÇÃO: NÃO ESQUEÇA DE  AVALIAR COM ESTRELAS A POSTAGENS. <br>1- Nenhum valor. <br>2- Razoável. <br>3- Bom. <br>4- Ótimo. <br>5- Excelente</mark></em>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-15 19:08:31 UTC</pubDate>
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         <title>Griots (Griôs): os contadores de histórias da África Antiga.</title>
         <author>jeanjeff4</author>
         <link>https://padlet.com/jeanprofcefs/ms2c1bei780dq6l0/wish/658059864</link>
         <description><![CDATA[<div>Contadores de histórias, mensageiros oficiais, guardiões de tradições milenares: todos esses termos caracterizam o papel dos Griots, que na África Antiga eram responsáveis por firmar transações comerciais entre os impérios e comunidades e passar aos jovens ensinamentos culturais, sendo hoje em dia a prova viva da força da tradição oral entre os povos africanos. <br>Link: <a href="https://www.geledes.org.br/griots-os-contadores-de-historias-da-africa-antiga/">https://www.geledes.org.br/griots-os-contadores-de-historias-da-africa-antiga/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-20 02:49:51 UTC</pubDate>
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         <title>Exemplo de Postagem e Comentário - Existe algum livro sagrado para os budistas? </title>
         <author>jeanjeff4</author>
         <link>https://padlet.com/jeanprofcefs/ms2c1bei780dq6l0/wish/658060917</link>
         <description><![CDATA[<div>TEXTO DA INTERNET<br><strong>Explicamos a origem de cinco obras religiosas fundamentais <br></strong>Sim. É o Tripitaka. Em páli – uma língua da Índia antiga, onde o budismo nasceu -, Tripitaka significa “três cestas”, numa referência às três partes do livro: o “Vinaya”, com as regras de conduta, o “Sutta”, que reúne os discursos de Buda, e o “Abhidhamma”, que é mais filosófico. A história desse livro sagrado e do budismo remonta à trajetória do indiano Sidarta Gautama (560-480 a.C.), que abandonou uma vida de luxo para buscar a sabedoria. Depois de meditar um bocado, ele concluiu que o sofrimento era causado pelos desejos que atormentavam a mente dos homens, como a corrupção, o ódio e a ilusão. Para Sidarta, se o homem aniquilasse esses desejos, atingiria o nirvana, um estado de paz longe de todo o sofrimento.  Por causa dessa descoberta, ele tornou-se Buda, que em sânscrito significa “o iluminado”. Por mais de 40 anos, ele percorreu a Índia ao lado de discípulos disseminando suas doutrinas. “Ao longo de sua vida, os 84 mil ensinamentos de Buda foram transformados em sutras, espécie de regras para a vida cotidiana. São elas que compõem o Tripitaka”, diz o lama (sacerdote budista) Padma Norbu, do templo Odsal Ling, em São Paulo. <br><br>COMENTÁRIO/OPNIÃO - <br>Neste texto percebemos o nome três cestos, em referencia ao número de escritos. E ainda, ao formato em que eram escritos, no caso em rolos de de couro. Por isso era transportados em cesto.<br><br>LINK: <a href="https://sites.google.com/site/osgrandesmisterios/mi/mitologia-asteca">https://super.abril.com.br/mundo-estranho/existe-algum-livro-sagrado-para-os-budistas/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-20 02:51:11 UTC</pubDate>
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         <title>O FIM DA AMIZADE ENTRE O CORVO E O COELHO</title>
         <author>jeanprofcefs</author>
         <link>https://padlet.com/jeanprofcefs/ms2c1bei780dq6l0/wish/658579229</link>
         <description><![CDATA[<div>O Corvo era muito amigo do Coelho. Combinaram, um dia, que cada um deles transportasse o companheiro às costas, indo de povoação em povoação, para dar a conhecer às pessoas a amizade que os unia. O Corvo começou a carregar o Coelho. Andou com ele às costas pelas aldeias e a gente, quando o via, perguntava-lhe: — Ó Corvo, que trazes tu aí? — Trago um amigo meu que acaba de chegar de Namandicha. Passou assim com ele por muitas terras. Chegou depois a vez de ser o Coelho a carregar com o Corvo. Ao passar por uma aldeia, os moradores perguntaram-lhe: — Ó Coelho, que trazes tu às costas? — Ora, ora, trago penas, penugem e um grande bico _ respondeu, a troçar, o Coelho. O Corvo não gostou que o companheiro o gozasse daquela maneira, saltou logo para o chão e deixaram de ser amigos. <br>Fonte: Contos Moçambicanos: INLD, 1979 <br>LINK: <a href="https://muralafrica.paginas.ufsc.br/files/2011/11/CONTOS_AFRICANOS.pdf">https://muralafrica.paginas.ufsc.br/files/2011/11/CONTOS_AFRICANOS.pdf</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-20 18:15:07 UTC</pubDate>
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         <title>CORAÇÃO-SOZINHO</title>
         <author>anaceciliajss</author>
         <link>https://padlet.com/jeanprofcefs/ms2c1bei780dq6l0/wish/658580444</link>
         <description><![CDATA[<div> O Leão e a Leoa tiveram três filhos; um deu a si próprio o nome de Coração-Sozinho, o outro escolheu o de Coração-com-a-Mãe e o terceiro o de Coração-com-o-Pai. Coração-Sozinho encontrou um porco e apanhou-o, mas não havia quem o ajudasse porque o seu nome era Coração-Sozinho. Coração-com-a-Mãe encontrou um porco, apanhou-o e sua mãe veio logo para o ajudara matar o animal. Comeram-no ambos. Coração-com-o-Pai apanhou também um porco. O pai veio logo para o ajudar. Mataram o porco e comeramno os dois. Coração--Sozinho encontrou outro porco, apanhou-o mas não o conseguia matar. Ninguém foi em seu auxílio. Coração-Sozinho continuou nas suas caçadas, sem ajuda de ninguém. Começou a emagrecer, a emagrecer, até que um dia morreu. Os outros continuaram cheios de saúde por não terem um coração sozinho. Fonte: Contos Moçambicanos: INLD, 1979 http://www.terravista.pt/Bilene/1494/leao.html </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-20 18:16:46 UTC</pubDate>
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         <title>A menina que não falava</title>
         <author>Uzumaki_Hunter</author>
         <link>https://padlet.com/jeanprofcefs/ms2c1bei780dq6l0/wish/658584725</link>
         <description><![CDATA[<div>Certo dia, um rapaz viu uma rapariga muito bonita e apaixonou-se por ela. Como se queria casar com ela, no <br>outro dia, foi ter com os pais da rapariga para tratar do assunto. <br>— Essa nossa filha não fala. Caso consigas fazê-la falar, podes casar com ela, responderam os pais da rapariga. <br>O rapaz aproximou-se da menina e começou a fazer-lhe várias perguntas, a contar coisas engraçadas, bem <br>como a insultá-la, mas a miúda não chegou a rir e não pronunciou uma só palavra. O rapaz desistiu e Foi-se <br>embora. <br>Após este rapaz, seguiram-se outros pretendentes, alguns com muita fortuna, mas, ninguém conseguiu fazê-<br>la falar. <br>O último pretendente era um rapaz sujo, pobre e insignificante. Apareceu junto dos pais da rapariga dizendo <br>que queria casar com ela, ao que os pais responderam: <br>— Se já várias pessoas apresentáveis e com muito dinheiro não conseguiram fazê-la falar, tu é que vais <br>conseguir? Nem penses nisso! <br>O rapaz insistiu e pediu que o deixassem tentar a sorte. Por fim, os pais acederam. O rapaz pediu à rapariga <br>para irem à sua machamba, para esta o ajudar a sachar. A machamba estava carregada de muito milho e <br>amendoim e o rapaz começou a sachá-los. <br>Depois de muito trabalho, a menina ao ver que o rapaz estava a acabar com os seus produtos, perguntou-lhe: <br>— O que estás a fazer? <br>O rapaz começou a rir e, por fim, disse para regressarem a casa para junto dos pais dela e acabarem de uma <br>vez com a questão. Quando aí chegaram, o rapaz contou o que se tinha passado na machamba. A questão foi <br>discutida pelos anciãos da aldeia e organizou-se um grande casamento. <br>Fonte: Histórias africanas. Janelas! 2- contar. http://caracol.imaginario.com/estorias/index.html<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-20 18:23:43 UTC</pubDate>
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         <title>O HOMEM CHAMADO NAMARASOTHA</title>
         <author>ranieduarda870</author>
         <link>https://padlet.com/jeanprofcefs/ms2c1bei780dq6l0/wish/658585870</link>
         <description><![CDATA[<div>Havia um homem que se chamava Namarasotha. Era pobre e andava sempre vestido com farrapos. Um dia foi à caça. Ao chegar ao mato, encontrou uma impala morta. Quando se preparava para assar a carne do animal apareceu um passarinho que lhe disse: — Namarasotha, não se deve comer essa carne. Continua até mais adiante que o que é bom estará lá. O homem deixou a carne e continuou a caminhar. Um pouco mais adiante encontrou uma gazela morta. Tentava, novamente, assar a carne quando surgiu outro passarinho que lhe disse: — Namarasotha, não se deve comer essa carne. Vai sempre andando que encontrarás coisa melhor do que isso. Ele obedeceu e continuou a andar até que viu uma casa junto ao caminho. Parou e uma mulher que estava junto da casa chamou-o, mas ele teve medo de se aproximar, pois estava muito esfarrapado. — Chega aqui! insistiu a mulher. Namarasotha aproximou-se então. — Entra, disse ela. Ele não queria entrar porque era pobre. Mas a mulher insistiu e Namarasotha entrou, finalmente. — Vai te lavar e veste estas roupas, disse a mulher. E ele lavou-se e vestiu as calças novas. Em seguida, a mulher declarou: — A partir deste momento esta casa é tua. Tu és o meu marido e passas a ser tu a mandar. E Namarasotha ficou, deixando de ser pobre. Um certo dia havia uma festa a que tinham de ir. Antes de partirem para a festa, a mulher disse a Namarasotha: — Na festa a que vamos quando dançares não deverás virar-te para trás. Namarasotha concordou e lá foram os dois. Na festa bebeu muita cerveja de farinha de mandioca e embriagou-se. Começou a dançar ao ritmo do batuque. A certa altura a música tornou-se tão animada que ele acabou por se virar. E no momento em que se virou, ficou como estava antes de chegar à casa da mulher: pobre e esfarrapado. NOTA: Todo o homem adulto deve casar-se com uma mulher de outra linhagem. Só assim é respeitado como homem e tido como «bem vestido». O adulto sem mulher é «esfarrapado e pobre». A verdadeira riqueza para um homem é a esposa, os filhos e o lar. Os animais que Namarasotha encontrou mortos simbolizam mulheres casadas e se comesse dessa carne estaria a cometer adultério. Os passarinhos representam os mais velhos, que o aconselham a casar com uma mulher livre. Nas sociedades matrilineares do Norte de Moçambique (donde provém este conto), são os homens que se integram nos espaços familiares das esposas. Nestas sociedades, o chefe de cada um destes espaços é o tio materno da esposa. O homem casado tem de sujeitar-se às normas e regras que este traça. Se se revolta e impõe as suas, perde o seu estatuto de marido e é expulso, ficando cada cônjuge com o que levou para o lar. Cumprindo sempre o que os passarinhos lhe iam dizendo durante a sua viagem em busca de «riqueza», Namarasotha acabou por encontrá-la: casou com uma mulher livre e obteve um lar. Mas por não ter seguido o conselho da mulher, perdeu o estatuto dignificante de homem adulto e casado. http://www.terravista.pt/Bilene/4619/Conto8.html</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-20 18:25:36 UTC</pubDate>
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         <title>A lua feiticera ea filha que não sabia pilar</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jeanprofcefs/ms2c1bei780dq6l0/wish/663507161</link>
         <description><![CDATA[<div>A  lua  tinha  uma  filha  branca  e  em  idade  de  casar.  Um  dia  apareceu-lhe  em  casa  um  monhé  pedindo  a  filha  em casamento. A  lua  perguntou-lhe: Como  pode  ser  isso,  se  tu  és  monhé?  Os  monhés  não  comem  ratos  nem  carne  de  porco  e  também  não apreciam  cerveja...  Além  disso,  ela  não  sabe  pilar...     O monhé  respondeu:     — Não vejo impedimento  porque,  embora  eu  seja  monhé,  a  menina  pode  continuar  a  comer  ratos  e  carne  de porco  e  a  beber  cerveja...  Quanto  a  não  saber  pilar,  isso  também  não  tem  importância  pois  as  minhas  irmãs podem fazê-lo.     A lua,  então,  respondeu:     — Se  é  como  dizes,  podes  levar  a  minha  filha  que,  quanto  ao  mais,  é  boa  rapariga.    O  monhé  levou  consigo  a menina.  Ao  chegar  a  casa  foi  ter  com  a  sua  mãe  e  fez-lhe  saber  que  a  menina  com  quem  tinha  casado  comia ratos,  carne  de  porco  e  bebia  cerveja,  mas  que  era  necessário  deixá-la  à-vontade  naqueles  hábitos. Acrescentou  também  que  ela  não  sabia  pilar  mas  que  as  suas  irmãs  teriam  a  paciência  de  suprir  essa  falta.     Dias  depois,  o  monhé  saiu  para  o  mato  à  caça.  Na  sua  ausência,  as  irmãs  chamaram  a  rapariga  (sua  cunhada) para  ir  pilar  com  elas  para  as  pedras  do  rio  e  esta  desatou  a  chorar.     As  irmãs  censuraram-na:     — Então  tu  pões-te  a  chorar  por  te  convidarmos  a  pilar?...  Isso  não  está  bem!  Tens  de  aprender  porque  é trabalho  próprio  das  mulheres.     E,  sem  mais  conversas,  pegaram-lhe  na  mão  e  conduziram-na  ao  lugar  onde  costumavam  pilar.    Quando chegaram  ao  rio  puseram-lhe  o  pilão  na  frente,  entregaram-lhe  um  maço  e  ordenaram  que  pilasse.     A  rapariga  começou  a  pilar,  mas  com  uma  mágoa  tão  grande  que  as  lágrimas  não  paravam  de  lhe  escorrer pela  cara.  Enquanto  pilava  ia-se  lamentando:     — Quando  estava  em  casa  da  minha  mãe  não  costumava  pilar...  Ao  dizer  estas  palavras,  a  rapariga,  sempre  a pilar  e  juntamente  com  o  pilão,  começou  a  sumir-se  pelo  chão  abaixo,  por  entre  as  pedras  que, misteriosamente,  se afastavam.  E  foi  mergulhando,  mergulhando...  até  desaparecer.     </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-27 18:27:52 UTC</pubDate>
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         <title>O Gato e o Rato </title>
         <author>luysabarros007</author>
         <link>https://padlet.com/jeanprofcefs/ms2c1bei780dq6l0/wish/668305613</link>
         <description><![CDATA[<div>O Gato e o Rato tornaram-se amigos. Um dia combinaram fazer uma viagem a uma terra distante. Pelo <br>caminho tinham de atravessar um rio. <br>— Por onde passaremos? — perguntou o Gato — O rio leva muita água. <br>O Rato respondeu: <br>— Não faz mal. Fazemos um barco. <br>O Gato concordou e logo ali os dois colheram uma grande raiz de mandioca e fizeram um barco com ela. <br>Meteram o barco na água, entraram para ele e começaram a atravessar o rio. Pelo caminho começaram a ter <br>fome e repararam que não tinham levado comida. O Gato perguntou então: <br>— O que é que nós havemos de comer? <br>— Não te preocupes, amigo Gato, porque podemos comer o nosso próprio barco. <br>E os dois começaram a comer o barco. O Gato pouco comeu porque a mandioca não lhe sabia bem, mas o <br>Rato comeu, comeu, comeu até que acabou por furar o barco, que foi ao fundo. O Gato e o Rato tiveram que <br>nadar até à margem, mas, enquanto o Rato nadava bem e depressa, o Gato que mal sabia nadar, só com <br>muita dificuldade e muito envergonhado é que conseguiu chegar a terra. O Gato olhou então para o Rato e <br>viu que ele estava com a barriga bem cheia por causa da mandioca, enquanto ele continuava cheio de fome. <br>Por isso lembrou-se de comer o Rato. <br>— Sinto muita fome, Rato. Vou ter de te comer. <br>— Está bem — disse o Rato espertalhão — mas olha que eu estou muito sujo. É melhor ir primeiro lavar-me. <br>Espera aí. <br>O Rato afastou-se e desapareceu. O Gato ainda hoje está à espera.<br><br>Fonte: Contos Moçambicanos: INLD, 1979 http://www.terravista.pt/Bilene/1494/gato1.html</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-03 18:26:05 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>jakelinepereira228</author>
         <link>https://padlet.com/jeanprofcefs/ms2c1bei780dq6l0/wish/668359296</link>
         <description><![CDATA[<div>PITA PONJE<br>Quando um bebê nascia, tinha que ficar pelo menos três a quatro semanas dentro de casa e a mãe desse <br>bebê não podia falar com pessoas de fora. Também a própria mãe tinha que ficar escondida, assim, dentro da <br>cubata.<br>Até esta altura, o bebê estava sem nome. Só quando a ponta do umbigo do bebê tivesse secado e tivesse <br>caído é que se podia atribuir o nome ao bebê. E esta atribuição do nome ao bebê era especial, porque <br>geralmente tinha que se fazer uma festa, a "Pita pondje". <br>No dia de "pita pondje", o pai do bebê tinha que ter pelo menos um cabrito, e a família materna do bebê <br>tinha que preparar bebidas fermentáveis, para servir como alimentação no momento do festejo. <br>Quando a família do marido e da mulher tivessem chegado, o pai do bebê ia para dentro da cubata, saía com <br>o bebê, punha-o por cima da cubata e dizia o nome completo do bebê - Mekondjo Mwetjihanga Mbutu. <br>Entretanto, este nome era divulgado em voz alta para que toda gente o ouvisse. <br>Finalmente , depois do anúncio do nome, era servida às pessoas a festa que se tinha preparado. <br>Fonte: Mbutu Tjipena Estudante da Universidade da Namíbia <br>http://www.instituto-camoes.pt/CVC/projtelecolab/tintalusa/primeironumero/tl7.htm</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-03 19:29:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Escrita indígena: registro, oralidade e literatura</title>
         <author>jeanjeff4</author>
         <link>https://padlet.com/jeanprofcefs/ms2c1bei780dq6l0/wish/674652119</link>
         <description><![CDATA[<div>Escute o áudio e responda nos comentários<br><br><strong>O que é a memória para o povo indígena?</strong><br><br>Autor: <em>Daniel Munduruku</em></div><div><em>É escritor e professor brasileiro. Pertence à etnia indígena Munduruku. É graduado em filosofia, história e psicologia. Tem mestrado em antropologia social pela Universidade de São Paulo.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-10 18:15:41 UTC</pubDate>
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         <title>A lua tripla 🌙 - Evelyn Kyara </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jeanprofcefs/ms2c1bei780dq6l0/wish/755763101</link>
         <description><![CDATA[<div>  A Lua Tripla é mais conhecida pelo nome de Triluna, na cultura celta, a Triluna ou Lua Tríplice representa a unidade das três fases da lua: Crescente, Cheia e Minguante, todas associadas ao ciclo da vida.<br><br>Ela representa a Deusa Tripla que é dividida em Donzela, Mãe e Anciã. Na Etimologia podemos chamar de Tri; Três Luna ou Três Lua.<br><br>O desenho é uma Lua Crescente ligada a uma Lua Cheia e a uma Lua Minguante, lado a lado.<br><br>Este símbolo começou a ser utilizado com o surgimento da Wicca e das correntes Nova Era e neopagãs, não possui relatos muito significativos entre povos antigos. Os antigos povos que adoravam Deusas Lunarescomumente desenhavam círculos ou semicírculos(meia luas) como alusão a Lua, mas não exatamente a forma como a Triluna.<br><br>Nas Tradições (Neo)Pagãs é um símbolo próprio da religião Wicca e atualmente é muito usado pelas correntes neopagãs para simbolizar a polaridade feminina, tida como Grande Mãe, e seus aspectos de transformação em relação à Lua.<br><br>Lua Crescente= Virgem/DonzelaLua Cheia= MãeLua Negra ou Minguante= Anciã<br><br>A Donzela representa:<br><br>* Encantamento<br><br>* Criação<br><br>* Expansão<br><br>* A promessa de novos começos<br><br>* Nascimento<br><br>* Juventude<br><br>* Entusiasmo Juvenil<br><br>A Mãe representa:<br><br>* Maturação<br><br>* Fertilidade<br><br>* Sexualidade<br><br>* Respeito<br><br>* Estabilidade<br><br>* Poder<br><br>* Vida<br><br>A Anciã representa:<br><br>* Sabedoria<br><br>* Repouso<br><br>* Morte<br><br>* Terminações<br><br>A Triluna serve como símbolo da Deusa e como um evocador de bênçãos da mesma. Também é muito utilizado em tatuagens por meio dos adeptos do Neopaganismo e daWicca, nos rituais de Esbbath por exemplo, é comum que as Sacerdotisas coloquem arcos com este símbolo na cabeça, para que ele fique posicionando na testa delas representando assim o poder feminino da Deusa Tripla que as preenche.<br><br>Não existe o uso da Triluna por parte das Igrejas ou grupos cristãos, apenas no oriente é possível perceber alguns símbolos parecidos que são usados em festivais, mas nada específico.<br><br>Este símbolo também é usada no Dianismo e no Neo-Druidismo, baseada nos escritos de Robert Graves, retratando as três faces da Deusa como citado anteriormente no começo da descrição deste símbolo.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-17 15:40:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Torii</title>
         <author>anaceciliajss</author>
         <link>https://padlet.com/jeanprofcefs/ms2c1bei780dq6l0/wish/765389976</link>
         <description><![CDATA[<div>O torii, também conhecido como tori (com apenas um i), é um <strong>símbolo japonês</strong> que, mais do que um ornamento arquitetônico, representa a abertura para um estado divino.</div><div><strong>Simboliza a passagem do mundano para o sagrado</strong>. Por isso, é um portal que fica sempre à entrada dos templos sagrados do Xintoísmo, a religião tradicional japonesa.</div><div>Essa espécie de portão pode estar somente na entrada, um torii isolado, bem como vários deles podem ser colocados em fila formando uma espécie de túnel. Estes são ofertas de devotos em agradecimento a algo recebido.</div><div>Geralmente feitos de madeira e pintados de vermelho, mas também erguidos em outros materiais, tal como aço e pedra, não têm qualquer porta, mas estão relacionados com ela, visto que a <a href="https://www.dicionariodesimbolos.com.br/porta/">porta</a> simboliza a passagem entre dois mundos.<br>Em japonês significa “morada dos pássaros”, afinal é nesse portal japonês que as aves se acomodam servindo de poleiros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-21 17:51:25 UTC</pubDate>
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         <title>Yn-Yang</title>
         <author>Uzumaki_Hunter</author>
         <link>https://padlet.com/jeanprofcefs/ms2c1bei780dq6l0/wish/765467442</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Yin</em></strong> e <strong><em>Yang</em></strong> são conceitos do <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Taoismo">taoismo</a> que expõem a <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Dualidade">dualidade</a> de tudo que existe no <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Universo">universo</a>. Descrevem as duas forças fundamentais opostas e complementares que se encontram em todas as coisas: o <em>yin</em> é o princípio da <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Noite">noite</a>, <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Lua">Lua</a>, a passividade, absorção. O <em>yang</em> é o princípio do <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Sol">Sol</a>, <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Dia">dia</a>, a <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Luz">luz</a> e atividade.<br>Segundo essa ideia, cada ser, objeto ou pensamento possui um complemento do qual depende para a sua existência. Esse complemento existe dentro de si. Assim, se deduz que nada existe no estado puro: nem na atividade absoluta, nem na passividade absoluta, mas sim em transformação contínua. Além disso, qualquer ideia pode ser vista como seu oposto quando visualizada a partir de outro ponto de vista. Neste sentido, a categorização seria apenas por conveniência. Estas duas forças, yin e yang, seriam a fase seguinte do "tao", princípio gerador de todas as coisas, de onde surgem e para onde se destinam.<br><br>Esta doutrina é de uso corrente na medicina tradicional chinesa.<br><br>Nos estudos de I Ching, são duas as Linhas Iniciais geradas pelo Tai Ji, uma Inteira Yang e uma Quebrada Yin, formando o Liang Yi.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-21 18:07:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Menorá</title>
         <author>luysabarros007</author>
         <link>https://padlet.com/jeanprofcefs/ms2c1bei780dq6l0/wish/765469998</link>
         <description><![CDATA[<div>A Menorá ou Menorah, que representa a luz da Torá, é um dos principais símbolos judaicos.<br><br>Presente em templos e em sinagogas, está sempre iluminado. Isso acontece não para iluminar esses locais consagrados aos cultos religiosos, mas porque simboliza a luz que nunca se apaga, ou seja, a existência de Deus.<br><br>A Menorá é feita de ouro, porque o ouro é um metal que não enferruja, o que reforça a ideia de imutabilidade divina.<br><br>Trata-se de um candelabro de 7 braços. Cada ponta representa as raízes da Árvore da Vida, sendo que o braço do centro é o mais importante deles.<br><br>O fato de ser composto por 7 braços faz com que a menorá carregue a simbologia desse número, que é muito significativa para o Judaísmo.<br><br>Isso porque o sabbat, o sábado dos judeus, é um dia guardado. Representa o sétimo dia, aquele no qual o ciclo da criação se encerra na perfeição.<br><br>O candelabro judaico de 7 braços representa os dias da semana. Representa também os planetas (segundo o que era credível há tempos) e os níveis do céu, pois para os judeus o universo é formado por sete céus.<br><br>A Menorá também é um dos símbolos mais antigos da identidade judaica. Terá surgido na altura do êxodo dos judeus do Egito, alguns séculos antes de Cristo.<br><br>Segundo a história, o candelabro formou-se a partir do ouro lançado ao fogo por Moisés.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-21 18:08:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Hamsá</title>
         <author>jakelinepereira228</author>
         <link>https://padlet.com/jeanprofcefs/ms2c1bei780dq6l0/wish/765488683</link>
         <description><![CDATA[<div> Hamsá ou mão de Hamsá é um dos símbolos esotéricos mais conhecidos, além disso é chamado também de Mão de Fátima, é representado com uma mão plana e aberta que possui diversos significados. Hamsá é repleta de uma energia protetora, e por isso é utilizada em diversas vezes como um amuleto poderoso. A palavra é muito utilizada no hebraico e árabe e significa o número cinco, que é a quantidade de dedos que se possui em uma mão.<br><br>Como já vimos, essa palavra vem do árabe e seu significado é literalmente o número cinco, por isso em todas suas representações nos deparamos com esse número através dos dedos da mão.<br><br>O diferencial em todas as imagens é o que aparece dentro da mão, isto é, existem diversas representações, passando por desenhos e transcrições, tais como:<br><br>olho, geralmente aquele que aparece em todas as imagens;<br>pombo;<br>flores;<br>peixe;<br>estrela;<br>palavras de ótimas vibrações.<br><br>SIGNIFICADO RELIGIOSO<br>A Mão de Fátima é utilizada como um escudo grande e forte que impede as grandes dores, isto é, uma mão esticada que tem o poder de parar o mal e que principalmente banha todos com força amor, proteção, atraindo sempre o bem.<br><br>POR QUE É CHAMADO  DE MÃO DE FÁTIMA?<br>Esse nome é originado em alusão à filha mais nova do profeta Maomé com sua esposa Candija. Fátima nasceu em Meca e foi a única fica a dar herdeiros para seus pais. Além disso, Fátima cuidou de seu pai até sua morte. Maomé em seus últimos momentos disse a sua filha, que teve um breve encontro com o Anjo Gabriel e que Fátima iria se encontrar com ele após a sua morte iria para o Reino Celestial.<br><br>Essa história é muito famosa no islamismo, porque são os principais seguidores de Maomé. Em relação a essa crença os dedos representam os cinco pilares do islamismo:<br><br>Shahada – fé;<br>Salat – oração;<br>Zakat – caridade;<br>Sawm – jejum;<br>Haji – peregrinação.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-21 18:12:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>☾︎•Lua crescente com estrela•☆</title>
         <author>Miojuh</author>
         <link>https://padlet.com/jeanprofcefs/ms2c1bei780dq6l0/wish/765509820</link>
         <description><![CDATA[<div><br><br><br>Considerado um dos principais símbolos da religião, a <strong>lua crescente</strong> com a <strong>estrela</strong> representa a soberania e dignidade, renovação da vida e da natureza, fazendo referência ao calendário lunar, que rege a religião islâmica. A <strong>estrela</strong> indica ainda, os cinco pilares da religião: oração, caridade, fé, jejum e peregrinação.<br><br>Cabo =3<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-21 18:16:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Om</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O Om ou Aum é o mantra mais importante do hinduísmo e outras religiões. Diz-se que ele contém o conhecimento dos Vedas e é considerado o corpo sonoro do Absoluto, Shabda Brahman. O Om é o som do universo e a semente que "fecunda" os outros mantras.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-21 18:24:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mito de criação Japonês</title>
         <author>jeanjeff4</author>
         <link>https://padlet.com/jeanprofcefs/ms2c1bei780dq6l0/wish/842257538</link>
         <description><![CDATA[<div>O que é Mito:</div><div>Mito são narrativas utilizadas para explicar fatos da realidade e fenômenos da natureza, as origens do mundo e do homem, de forma alegóricas em diversas cultuas. Os mitos se utilizam de muita simbologia, personagens sobrenaturais, deuses e heróis. Todos estes componentes são misturados a fatos reais, características humanas e pessoas que realmente existiram.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-19 18:08:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mito de criação Celta - Evelyn Kyara </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jeanprofcefs/ms2c1bei780dq6l0/wish/863173998</link>
         <description><![CDATA[<div>    <br>    No início, não havia tempo, deuses ou pessoas, apenas o mar e a terra. Onde o mar se reuniu a terra, uma égua branca feita de espuma do mar nasceu, chamado Eiocha. </div><div>Na terra cresceu um enorme carvalho, e, a fim de permanecer vivo, Eiocha comeu as sementes de espuma do mar daquela árvore. Conforme o tempo passou, as sementes foram transformadas em uma criança dentro dela e ela deu à luz o deus Cernunnos, o deus dos animais e da natureza. As dores do parto eram muito fortes e, em sua agonia, Eiocha rasgou um pedaço da casca da árvore de carvalho e atirou-a ao mar. O pedaço de casca afundou nas profundezas das águas, e a partir dele foram criados gigantes de profundidade. </div><div>Cernunnos se sentiu solitário e em menor número, porque havia tantos gigantes do mar e outros deuses com quem poderia compartilhar nada. Portanto, juntamente com Eiocha, eles criaram mais deuses: Maponos, o Deus da Juventude, Tauranis, o deus do trovão, Teutates, o protetor, e Epona, a deusa da fertilidade. Por muitos anos eles foram todos muito felizes juntos, crescendo na terra, mas como o tempo passou, os filhos de Eiocha tornaram-se adultos e ela começou a sentir-se triste com a sua vida na terra. Desejosa de estar de volta ao mar, Eiocha deixou a terra para retornar à sua vida como um maremoto, e ficou conhecido como Tethra, deusa das profundezas. </div><div>Com Eiocha ausente, os deuses e deusas, que precisam de alguém para adorá-los, criaram o primeiro homem e a primeira mulher a partir da casca da árvore de carvalho. Cernunnos formou mais animais da árvore: a lebre, a serpente, o corvo, o cão, o veado e o javali. Ele se tornou o deus dos animais, e criou vastas florestas do carvalho para servir de abrigo de seus filhos. Epona fez cavalos, que dedicou à sua amada mãe Eiocha. Os outros deuses tomaram ramos do carvalho: Teutates construiu um arco e flechas, Tauranis fez raios e Maponos criou uma harpa. </div><div>Os gigantes de águas profundas, no entanto, não gostavam desse paraíso onde os deuses, as pessoas, os animais e as árvores todas viviam em harmonia, e, vendo como eles eram felizes, logo tornaram-se ciumentos. Sua inveja se transformou em raiva fervente e então eles decidiram atacar os habitantes da terra pacífica e destruir seu paraíso para sempre. À medida que a batalha se desenrolava, a árvore sagrada de carvalho fornecia segurança para os deuses e deusas. Tauranis jogou raios no local onde a terra conheceu o mar, e separou o mar e a terra para sempre. Maponos dividiu o céu e jogou-o aos gigantes. Os gigantes usaram o poder das ondas para a proteção, mas Teutates era um arqueiro habilidoso tal que eles foram finalmente derrotados e expulsos de volta para o mar. </div><div>Os deuses olharam para o que restava do paraíso que haviam criado, e ficaram tristes ao ver que, na batalha feroz, quase todos os seres humanos tinham sido mortos. Epona, no entanto, com o seu amor por todas as coisas vivas, conseguiu salvar apenas um homem e uma mulher, que passaram a criar toda a vida humana na Terra.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-26 18:45:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mito de criação grego - Anna Luysa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jeanprofcefs/ms2c1bei780dq6l0/wish/863215850</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>A criação do mundo </em></strong><br>Na mitologia grega o mundo foi feito pelo Caos. Ele vivia num ambiente de trevas, vazio, sem nada, então resolveu criar Gaia, a Mãe Terra, Eros (o amor), Nyx (a noite), e o Tártaro (profundezas da terra).<br><br>Gaia, por sua vez, criou Urano, que representava o céu. Eles foram amantes e tiveram 18 filhos (titãs, ciclopes e hecatônquiros). O deus céu não queria que seus filhos tomassem seu lugar, uma vez que eles eram fortes e vorazes. Por causa disso, prendeu todos de volta no ventre de Gaia, que sentia muitas dores, mas não podia libertar seus filhos sem derrotar Urano. Então, ela fez o seu filho mais novo derrotar o pai: Cronos cortou os testículos de Urano, deixando-o sem poder.<br><br>O sangue que Urano derramou criou três outros filhos: Tisífone, Megera e Alecto, que significavam castigo, rancor e ódio. Cronos agora tinha poder, mas assim como seu pai, não queria que lhe tirassem o trono, então deixou seus irmãos presos também em Gaia.<br><br>Mais tarde, Cronos se casou com uma de suas irmãs, Reia, porém para não correr o risco de ninguém lhe tomar o lugar, devorou todos os filhos. Entretanto, ele não contava com a vingança de sua mãe, que não se conformava com o fato de Cronos ter esquecido dela, que padecia em dores. <br><br>Reia evitou que seu último filho fosse devorado. Para isso, escondeu Zeus para que ele pudesse derrotar o pai. E assim foi feito. Com a ajuda dos seus tios, titãs, ciclopes e hecatônquiros, Zeus derrotou Cronos em uma luta de 10 anos, que lhe tirou trono e fez com que ele vomitasse todos os filhos. Como eram deuses, não morreram após serem devorados.<br><br>Assim Zeus recuperou o equilíbrio da Terra trazendo Caos de volta e dividiu os poderes entre outros deuses: Poseidon ficou com os mares, Hades com o Tártaro e ele com os céus e a humanidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-26 18:55:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mito de criação Egípcio </title>
         <author>anaceciliajss</author>
         <link>https://padlet.com/jeanprofcefs/ms2c1bei780dq6l0/wish/863228775</link>
         <description><![CDATA[<div>No Egito Antigo a religião estava presente em tudo, desde a organização social até mesmo nas explicações das atividades naturais, como por exemplo o nascer e pôr do sol, que só ocorria porque o deus sol Ra assim queria; da mesma forma o rio Nilo que só fluía porque o deus Hapi assim desejava. Um dos mitos egípcios mais importantes que retratam a criação do mundo é o mito da cidade de <em>Iwnw</em>, conhecida posteriormente como Heliopólis, como foi batizada pelos gregos. Tal mito enfatiza o deus sol Ra como sendo o criador e pai de todos os deuses. E a fonte mais eminente que traz essa mitologia são os chamados Textos das Pirâmides (datado de 2550 a.C.), além de outra muito importante que é o capítulo 17 do livro dos mortos (livro datado de 1580 a.C.), denominado como “Capítulo para sair a luz do dia“, que demonstra a passagem do sol nascente ao poente, onde o sol em si solidificava o pensamento de renovação e o primeiro raio solar caracterizava-se como o ato final da criação divina.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-26 18:59:00 UTC</pubDate>
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         <title>Mito de Criação Chinês - Rany Eduarda </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O mito chinês da criação do universo é uma verdadeira poesia. Diz a lenda que, no início, não havia nada além do Dao, o Vazio. E do Dao criou-se um ovo negro, que foi chocado por dezoito mil anos. Dentro deste ovo, Yin, Yang e Panku coexistiram em um estado de unicidade por todo este tempo.<br><br></div><div>Com muita determinação, Panku rompeu a casca do ovo e foi criado o Universo. Yin, mais pesado, foi para baixo e formou a Terra. Yang, mais leve, subiu e formou o Céu. Panku, assustado com sua criação, rapidamente afastou as pernas e ergueu os braços, segurando Céu e Terra e impedindo que eles voltassem a se unir. Depois de dezoito mil anos, Panku descansou.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-26 19:00:26 UTC</pubDate>
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         <title>Mito de Criação Hindu</title>
         <author>jakelinep760</author>
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         <description><![CDATA[<div>A <strong>Mitologia Hindu</strong> está fundada nos Vedas, que são os livros sagrados dos hindus. Segundo a crença, o próprio Brahma os  escreveu. Brahma é o Deus supremo da tríade hindu. Seus atributos são representados pelos três poderes: criação, conservação e destruição, que formam a Trimuri ou trindade dos principais deuses: Brahma, Vishnu e Shiva, respectivamente, da criação, da conservação e as destruição.<br><br></div><div>Brahma é o deus criador de todo o universo e de todas as divindades individuais e por ele, todas serão absorvidas. Ele se transformou em várias coisas, sem nenhuma ajuda externa e criou a alma humana que, de acordo com os Vedas, constitui uma parte do poder supremo, como uma fagulha pertence ao fogo.<br><br>Brahma, quando da criação do mundo, resolveu dar à Terra habitantes que fossem criados da sua própria emanação. Assim, criou através de sua boca, seu filho mais velho, o Brâmane, que significa o sacerdote, ao qual confiou os quatro Vedas. De seu braço direito saiu Chátria, o guerreiro, do esquerdo, a esposa do guerreiro. Das suas coxas surgiram os Vaissias, do sexo masculino e feminino (agricultores e comerciantes) e de seus pés, os Sudras (mecânicos e trabalhadores).<br><br>Vishnu ocupa o lugar logo abaixo da Brahma na trindade hindu. Ele é a personificação do espírito da conservação de tudo e, para proteger o mundo em épocas de perigo, desceu à Terra sob várias formas de encarnação, conhecidas como avatares, dos quais dez são os mais mencionados:<br><br>Matsia, o primeiro, sob forma de peixe, preservou o ser humano por ocasião do dilúvio. O segundo, como tartaruga, protegeu a Terra quando os deuses agitavam o mar. Os outros seis avatares tinham a mesma finalidade de proteger o bem e punir o mal. O nono é o mais celebrado dos avatares de Vishnu, que veio sob a forma humana de Krishna, um guerreiro invencível, que livrou a Terra dos tiranos que a dominavam. O décimo avatar é Calque, que surge no fim da época presente do mundo, para destruir todos os vícios e devolver a virtude e pureza à humanidade.<br><br>Shiva, a terceira pessoa da trindade hindu é a personificação do princípio destrutivo que, embora estando em terceiro lugar na hierarquia e com menor número de adoradores, é o mais importante dos três deuses. As Puranas, escrituras sagradas da moderna religião hindu, não citam o poder de Shiva relacionado à destruição, mas a regeneração, uma vez que ele só viria exercer seu poder, depois de passados doze milhões de anos e o universo tivesse de acabar. Assim, ele é mais regenerador do que destruidor.<br><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-26 19:08:32 UTC</pubDate>
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         <title>Mito de criação asteca</title>
         <author>Uzumaki_Hunter</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os Astecas ou Aztecas foram um povo que habitaram o centro-sul do México atual. Provinham de Aztlan. Sua mitologia era rica em deuses e criaturas sobrenaturais. Assim como os romanos, os astecas incorporavam à sua religião divindades dos povos que conquistavam. O povo asteca era politeísta, isto é, acreditavam em mais de um deus, e algumas divindades eram elementos naturais como a água, a terra, o fogo, o vento e a lua. As divindades também eram atribuídas a coisas que lhes causavam medo.<br><br>Os astecas acreditavam que, antes do presente, existiam outros mundos formados por quatro sóis, cada um com um tipo<br><br>Gigantes, que foram mortos por jaguares enviados por Tezcatlipoca;<br>Humanos que foram assomados por um grande vento feito por Quetzalcóatl, e então eles precisaram agarrar-se a árvores, transformando-se em macacos;<br>Humanos que viraram pássaros para não morrerem na chuva de fogo enviada por Tlaloc;<br>Humanos que viraram peixe para não morrerem no dilúvio causado pela deusa Chalchiuhtlicue;<br>e os humanos atuais, predestinados a sumir pela destruição empreendida por Deus do sol pelos terremotos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-28 19:22:52 UTC</pubDate>
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         <title>Diferença entre rito e ritual</title>
         <author>jeanjeff4</author>
         <link>https://padlet.com/jeanprofcefs/ms2c1bei780dq6l0/wish/972761753</link>
         <description><![CDATA[<div>Nas religiões existem diferentes tipos de ritos, que por sua vez são<br>compostos por rituais. O rito é a categoria mais ampla, como rito de passagem ou de cura, enquanto o ritual é o conjunto de gestos e ações que compõem os ritos. Muitas religiões possuem ritos de passagem como o batismo, por exemplo, o que os diferencia são as formas ritualísticas. O ritual é um comportamento simbólico<br>repetitivo, padronizado e redundante que canaliza emoções e organizam grupos sociais. É uma performance com sequências de atos formais personificada pelos<br>diversos atores.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-30 18:32:17 UTC</pubDate>
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         <title>Ritos de casamento</title>
         <author>jeanjeff4</author>
         <link>https://padlet.com/jeanprofcefs/ms2c1bei780dq6l0/wish/972810665</link>
         <description><![CDATA[<div>Casamento<br> De acordo com a religião islâmica tanto o homem como a mulher tem o livre arbítrio na escolha de seus cônjuges. Cabe a família se possível ajudar e apenas<br>sugerir um parceiro(a) ideal para ele ou para ela .<br>A cerimônia de bodas pode acontecer na casa da noiva ou do noivo, ou na mesquita. Geralmente é presidida por um imã e inclui leituras do Corão. Há um<br>contrato escrito e o noivo deve pagar um dote que será destinado como um presente a<br>noiva por todo o trabalho que a família teve em educar a moça e prepará-la para por sua livre e espontânea vontade assumir o matrimônio.<br>O Corão permite que um homem tenha até quatro esposas, mas na prática 99% dos casamentos muçulmanos são monogâmicos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-30 18:41:23 UTC</pubDate>
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         <title>Tipos de ritos</title>
         <author>jeanjeff4</author>
         <link>https://padlet.com/jeanprofcefs/ms2c1bei780dq6l0/wish/972838983</link>
         <description><![CDATA[<div>Ritos: Mortuários; Iniciação ou Passagem; Comemorativos; Cura entre outros vamos conhecer alguns rituais das quatro matrizes, nascimento, Circuncisão Casamento e Morte.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-30 18:46:30 UTC</pubDate>
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