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      <title>HEPATITES E SEU MANEJO NA PRÁTICA ODONTOLÓGICA by Elizabeth Freire</title>
      <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4</link>
      <description>Hepatite A, B e C - Como lidar com essa patologia na prática odontológica.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-12-01 09:45:36 UTC</pubDate>
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         <title>PREVENÇÃO DA HEPATITE A</title>
         <author>vanessa_pontescs</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/978126827</link>
         <description><![CDATA[<div> A hepatite A pode ser prevenida através da utilização da vacina específica contra o vírus A1 . Entretanto, a melhor estratégia de prevenção desta hepatite inclui a melhoria das condições de vida, com adequação do saneamento básico e medidas educacionais de higiene. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 00:33:13 UTC</pubDate>
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         <title>PREVENÇÃO DA HEPATITE B</title>
         <author>vanessa_pontescs</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/978137408</link>
         <description><![CDATA[<div> Educação e divulgação do problema são fundamentais para prevenir a hepatite B e outras DST. Além destas ações a cadeia de transmissão da doença é interrompida a partir de: <br><br>- Controle efetivo de bancos de sangue através da triagem sorológica;  <br><br>- Vacinação contra hepatite B, disponível no SUS para as seguintes situações:<br>-&gt; menores de um ano de idade, <br>-&gt; crianças e adolescentes entre 1 e 19 anos;<br>-&gt; para todas as faixas etárias (doadores regulares de sangue, populações indígenas, comunicantes domiciliares de portadores do vírus da hepatite B, portadores de hepatite C, usuários de hemodiálise, politransfundidos, hemofílicos, entre outros).</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 00:38:04 UTC</pubDate>
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         <title>PREVENÇÃO DA HEPATITE C</title>
         <author>vanessa_pontescs</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/978159632</link>
         <description><![CDATA[<div> Não existe vacina para a prevenção da hepatite C, mas existem outras formas de prevenção primárias e secundárias. As medidas primárias visam à redução do risco para disseminação da doença e, as secundárias, a interrupção da progressão da doença em uma pessoa já infectada. <br><br>Medidas de Prevenção primária (exemplos):<br><br>-triagem em bancos de sangue e centrais de doação de sêmen para garantir a distribuição de material biológico não infectado;<br> <br>- triagem de doadores de órgãos sólidos como coração, fígado, pulmão e rim; <br><br>- triagem de doadores de córnea ou pele; <br><br>-cumprimento das práticas de controle de infecção em hospitais, laboratórios, consultórios dentários, serviços de hemodiálise. <br><br>Medidas de Prevenção Secundária (exemplos):<br><br>- tratamento dos indivíduos infectados, quando indicado;<br><br>- abstinência ou diminuição do uso de álcool, não exposição a outras substâncias hepatotóxicas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 00:47:52 UTC</pubDate>
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         <title>TRATAMENTO DA HEPATITE A</title>
         <author>vanessa_pontescs</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/978182180</link>
         <description><![CDATA[<div>- O repouso é considerado medida imposta pela própria condição do paciente. <br><br>- A utilização de dieta pobre em gordura e rica em carboidratos é de uso popular, porém seu maior benefício é ser de melhor digestão para o paciente anorético. De forma prática deve ser recomendado que o próprio indivíduo doente defina sua dieta de acordo com seu apetite e aceitação alimentar. <br><br>-A única restrição está relacionada à ingesta de álcool. Esta restrição deve ser mantida por um período mínimo de seis meses e preferencialmente de um ano. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 00:56:09 UTC</pubDate>
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         <title>TRATAMENTO DA HEPATITE B</title>
         <author>vanessa_pontescs</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/978186652</link>
         <description><![CDATA[<div><strong> Hepatite aguda</strong>: acompanhamento ambulatorial, com tratamento sintomático, repouso relativo, dieta conforme a aceitação, normalmente de fácil digestão, pois frequentemente os pacientes estão com um pouco de anorexia e intolerância alimentar; abstinência de consumo alcoólico por ao menos seis meses; e uso de medicações para vômitos e febre, se necessário. <br><br><strong>Hepatite crônica:</strong> A persistência do HBsAg no sangue por mais de seis meses, caracteriza a infecção crônica pelo vírus da hepatite B. O tratamento medicamentoso está indicado para algumas formas da doença crônica, e devido à sua complexidade, deverá ser realizado em ambulatório especializado. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 00:57:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>TRATAMENTO DA HEPATITE C</title>
         <author>vanessa_pontescs</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/978191617</link>
         <description><![CDATA[<div>-O tratamento da hepatite C constitui-se em um procedimento de maior complexidade devendo ser realizado em serviços especializados. <br><br>- Nem todos os pacientes necessitam de tratamento e a definição dependerá da realização de exames específicos, como biópsia hepática e exames de biologia molecular. <br><br>Quando indicado, o tratamento poderá ser realizado por meio da associação de <strong>interferon com ribavirina ou do interferon peguilado associado à ribavirina.</strong> A chance de cura varia de 50 a 80% dos casos, a depender do genótipo do vírus. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 01:00:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>vanessa_pontescs</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/978201516</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 01:05:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>vanessa_pontescs</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/978206208</link>
         <description><![CDATA[<ul><li> Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Manual de aconselhamento em hepatites virais / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância Epidemiológica. – Brasília : Ministério da Saúde, 2005. </li><li>Manual ABCDE das hepatites virais para  cirurgiões dentistas - Brasília 2010.  </li><li>Recomendações para atendimento e acompanhamento de exposição ocupacional a material biológico: Hiv e hepatites b e c – Secretaria da saúde do RJ.</li><li>Garcia L. P.; Blank V. L. G.; Condutas pós-exposição ocupacional a material biológico na odontologia - Departamento de saúde Santa Catarina, 2008.</li><li>Ferreira C. T.; Silveira T. R.; Hepatites Virais: Aspectos da epidemiologia e da prevenção - Rev. Bras. Epidemiol. 2004<br><br></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 01:07:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>carolfc1602</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/979530965</link>
         <description><![CDATA[<div>As hepatites virais são doenças provocadas por diferentes agentes etiológicos, com tropismo primário pelo fígado, que apresentam características epidemiológicas, clínicas e laboratoriais distintas.<br><br>Na maioria das vezes são infecções silenciosas, ou seja, não apresentam sintomas. E podem causar alterações leves, moderadas ou graves. <br>Além de que as infecções causadas pelos vírus das hepatites B ou C frequentemente se tornam crônicas. Contudo, por nem sempre apresentarem sintomas, grande parte das pessoas desconhecem ter a infecção. Isso faz com que a doença possa evoluir por décadas sem o devido diagnóstico. O avanço da infecção compromete o fígado, sendo causa de fibrose avançada ou de cirrose, que podem levar ao desenvolvimento de câncer e à necessidade de transplante do órgão.<br><br>A distribuição das hepatites virais é universal, sendo que a magnitude varia de região para região, de acordo com os diferentes agentes etiológicos. <br><br>No Brasil, esta variação também ocorre, as hepatites virais mais comuns são causadas pelos vírus A, B e C. Existem ainda, com menor frequência, o vírus da hepatite D (mais comum na região Norte do país) e o vírus da hepatite E, que é menos comum no Brasil, sendo encontrado com maior facilidade na África e na Ásia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 13:09:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>carolfc1602</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/979555465</link>
         <description><![CDATA[<div>Dessa forma, vamos abordar neste ambiente os principais tipos, que causam:<br><br><strong>- HEPATITE A<br>- HEPATITE B<br>- HEPATITE C</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 13:16:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>carolfc1602</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/979576250</link>
         <description><![CDATA[<div>Os <strong>agentes etiológicos </strong>que causam hepatites virais mais relevantes do ponto de vista<br>clínico e epidemiológico são designados por letras do alfabeto <strong>(vírus A, vírus B, vírus C,<br>vírus D e vírus E)</strong>. Estes vírus têm em comum a predileção para infectar os hepatócitos<br>(células hepáticas). Entretanto, divergem quanto às formas de transmissão e conseqüências<br>clínicas advindas da infecção. São designados rotineiramente pelas seguintes siglas: <strong>vírus<br>da hepatite A (HAV), vírus da hepatite B (HBV), vírus da hepatite C (HCV), vírus da hepatite D (HDV) e vírus da hepatite E (HEV).</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 13:22:43 UTC</pubDate>
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         <title>HEPATITE A</title>
         <author>carolfc1602</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/979577985</link>
         <description><![CDATA[<div>É uma infecção causada pelo vírus A da hepatite (HAV), também conhecida como “hepatite infecciosa”. Na maioria dos casos, a hepatite A é uma doença de caráter benigno; contudo, o curso sintomático e a letalidade aumentam com a idade.<br><br>É causada por um vírus RNA de fita simples positiva, que pertence à família <em>Picornaviridae</em>, denominado vírus da hepatite A (HAV), que se replica no fígado, é excretado na bile e eliminado nas fezes, resultando na transmissão pela via fecal-oral. O HAV interfere na função hepática, desencadeando uma resposta imune que leva à inflamação no fígado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 13:23:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>HEPATITE B</title>
         <author>carolfc1602</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/979587288</link>
         <description><![CDATA[<div>É uma doença infecciosa que agride o fígado, sendo causada pelo vírus B da hepatite (HBV), que é pertencente à família <em>Hepadnaviridae.</em> É um DNA-vírus envelopado, com fita de DNA dupla incompleta e replicação do genoma viral por enzima transcriptase reversa. <br><br>O HBV está presente no sangue e secreções, e a hepatite B é também classificada como uma infecção sexualmente transmissível. Inicialmente, ocorre uma infecção aguda e, na maior parte dos casos, a infecção se resolve espontaneamente até seis meses após os primeiros sintomas, sendo considerada de curta duração. Essa resolução é evidenciada pela presença de anticorpos chamados anti-Hbs.<br><br></div><div>Contudo, algumas infecções permanecem após esse período, mantendo a presença do marcador HBsAg no sangue. Nesses casos, a infecção é considerada crônica. O risco de a infeção tornar-se crônica depende da idade do indivíduo. As crianças, por exemplo, têm maior chance de desenvolver a forma crônica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 13:26:11 UTC</pubDate>
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         <title>HEPATITE A</title>
         <author>carolfc1602</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/979589024</link>
         <description><![CDATA[<div>A transmissão da hepatite A é fecal-oral (contato de fezes com a boca). A doença tem grande relação com alimentos ou água não seguros, baixos níveis de saneamento básico e de higiene pessoal (OMS, 2019). Outras formas de transmissão são os contatos pessoais próximos (intradomiciliares, pessoas em situação de rua ou entre crianças em creches) e os contatos sexuais (especialmente em homens que fazem sexo com homens – HSH).<br><br></div><div>A estabilidade do HAV no meio ambiente e a grande quantidade de vírus presente nas fezes dos indivíduos infectados contribuem para a transmissão. Crianças podem manter a eliminação viral até cinco meses após a resolução clínica da doença.<br><br></div><div>No Brasil e no mundo, há também relatos de casos e surtos que ocorrem em populações com prática sexual 🤬, principalmente a que propicia o contato fecal-oral (sexo oral-🤬).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 13:26:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carolfc1602</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/979592844</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 13:27:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carolfc1602</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/979606190</link>
         <description><![CDATA[<div>Quanto às formas de transmissão, as hepatites virais podem ser classificadas em dois<br>grupos:<br>- O grupo de transmissão fecal-oral (HAV) tem seu mecanismo de transmissão ligado a condições de saneamento básico, higiene pessoal, qualidade da água e dos alimentos. A transmissão percutânea (inoculação acidental) ou parenteral (transfusão) do<br>vírus A é muito rara, devido ao curto período de viremia dos mesmos. <br>- O segundo grupo (HBV e HCV) possui diversos mecanismos de transmissão, como o parenteral,<br>sexual, compartilhamento de objetos contaminados (agulhas, seringas, lâminas de barbear,<br>escovas de dente, alicates de manicure), utensílios para colocação de piercing e confecção<br>de tatuagens e outros instrumentos usados para uso de drogas injetáveis e inaláveis. Há<br>também o risco de transmissão através de acidentes perfurocortantes, procedimentos cirúrgicos e odontológicos e hemodiálises sem as adequadas normas de biossegurança. Hoje,<br>após a triagem obrigatória nos bancos de sangue (desde 1978 para a hepatite B e 1993 para a<br>hepatite C), a transmissão via transfusão de sangue e hemoderivados é relativamente rara.<br><br>A transmissão por via sexual é mais comum para o HBV que para o HCV. Na hepatite C poderá ocorrer a transmissão principalmente em pessoa com múltiplos parceiros, coinfectada com o HIV, com alguma lesão genital (DST), alta carga viral do HCV e doença<br>hepática avançada.<br><br>Os vírus das hepatites B e C possuem também a via de transmissão vertical (da mãe para o bebê). Geralmente, a transmissão ocorre no momento do parto, sendo a via transplacentária incomum. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 13:31:42 UTC</pubDate>
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         <title>HEPATITE B</title>
         <author>carolfc1602</author>
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         <description><![CDATA[<div>O HBV pode sobreviver por períodos prolongados fora do corpo (BOND et al., 1981), e tem maior potencial de infecção que os vírus da hepatite C (HCV) e da imunodeficiência humana (HIV), em indivíduos suscetíveis. O vírus existe no sangue, saliva, sémen, secreções vaginais e leite materno de doentes ou portadores assintomáticos. As principais formas de transmissão são:<br><br>- Relações sexuais sem preservativo com uma pessoa infectada;<br>- Da mãe infectada para o filho, durante a gestação e o parto;<br>- Compartilhamento de material para uso de drogas (seringas, agulhas, cachimbos);<br>- Compartilhamento de materiais de higiene pessoal (lâminas de barbear e depilar, escovas de dente, alicates de unha ou outros objetos que furam ou cortam);<br>- Na confecção de tatuagem e colocação de piercings, procedimentos odontológicos ou cirúrgicos que não atendam às normas de biossegurança;<br>- Por contato próximo de pessoa a pessoa (presumivelmente por cortes, feridas e soluções de continuidade);<br>- Transfusão de sangue (mais relacionadas ao período anterior a 1993).</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 13:38:11 UTC</pubDate>
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         <title>HEPATITE A</title>
         <author>carolfc1602</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/979751437</link>
         <description><![CDATA[<div>Vírus da Hepatite A - Microscopia Eletrônica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 14:03:14 UTC</pubDate>
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         <title>HEPATITE B</title>
         <author>carolfc1602</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/979756225</link>
         <description><![CDATA[<div>Vírus Hepatite B.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 14:04:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>HEPATITE C</title>
         <author>carolfc1602</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/979759042</link>
         <description><![CDATA[<div>Vírus da hepatite C visto ao microscópio eletrônico, purificado a partir de uma cultura celular. (escala = 50 nanômetros)</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/454769992/401520d2f939071b6a9aee82c84a13f0/hepatite_c___V_rus_da_hepatite_C_visto_ao_microsc_pio_eletr_nico__purificado_a_partir_de_uma_cultura_celular___escala___50_nan_metros_.png" />
         <pubDate>2020-12-02 14:04:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Anamnese</title>
         <author>elizabethfreire</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/979800865</link>
         <description><![CDATA[<div>Tanto para as hepatites virais AGUDAS ou CRÔNICAS, a conduta odontológica tem início com a anamnese.<br><br></div><ul><li>Verificar os dados do paciente</li><li>Perfil psicossocial e demográfico</li><li>História médica pregressa</li><li>Tratamento atual</li><li>Medicações em uso</li><li>Presença de hábitos orais (deletérios ou não) </li><li>História odontológica pregressa e atual. </li></ul><div><br></div><div>É importante o CD atuar junto a uma equipe multiprofissional, pois é importante o conhecimento geral do estado de saúde do paciente. <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-12-02 14:13:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Hepatites Virais Agudas:</title>
         <author>elizabethfreire</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/979817353</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 14:17:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Hepatites Virais Agudas:</title>
         <author>elizabethfreire</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/979861933</link>
         <description><![CDATA[<div>Apenas tratamentos de urgência devem ser realizados. Caso o paciente necessite de intervenções cirúrgicas, devem ser solicitados exames hematológicos, como:<br><br></div><ul><li>Plaquetometria</li><li>Tempo de protrombina/INR (International Normalizated Ratios)</li><li>Tempo de tromboplastina parcial ativada.</li></ul><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-12-02 14:26:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Hepatites Virais Crônicas e Candidatos a transplantes:</title>
         <author>elizabethfreire</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/979893503</link>
         <description><![CDATA[<div>Deve solicitar exames bioquímicos, como:</div><ul><li>Dosagem de bilirrubina sérica</li><li>Dosagem de aminotransferases séricas </li><li>Dosagem de fosfatase alcalina</li><li>Transpeptidase glutamil </li><li>Tempo de protrombina (TP)</li></ul><div><br></div><div>--&gt;  Podem ser solicitados para avaliação da função hepática. <br><br></div><div>--&gt; Deve ser realizado exames radiográficos intra e extrabucais ou outras técnicas de análise imagiológica.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-12-02 14:33:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Hepatite Virais Crônicas e Candidatos a Transplantes.</title>
         <author>elizabethfreire</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/980652355</link>
         <description><![CDATA[<blockquote> <strong>Adequação do Meio Bucal (AMB)</strong></blockquote><div><br></div><div>CD deve orientar o indivíduo quanto à higiene bucal, uso do fio dental e dieta adequada e realizar escavação e selamento em massa das cavidades abertas, além do tratamento periodontal básico e do ajuste de próteses. <br><br></div><blockquote><strong>Infecções Orais:</strong></blockquote><div><br></div><div>O nível de infecção oral deve ser reduzido, com a restauração das lesões cariosas, a remoção dos nichos de infecção (dentes semi-inclusos, com prognóstico indefinido e raízes residuais), bem como exodontias e realização de tratamento endodôntico dos dentes com comprometimento pulpar.<br><br></div><blockquote><strong>Casos Cirúrgicos: </strong></blockquote><div><br>Cirurgias de maior risco hemorrágico, devem ser realizadas com uma plaquetometria mínima de 80.000 plaquetas/mm3 de sangue. <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 17:03:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Pós Transplante Hepático:</title>
         <author>elizabethfreire</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/980684182</link>
         <description><![CDATA[<div>Objetivo: manutenção e motivação de uma boa saúde bucal, a detecção e tratamento precoce de infecções orais e o reconhecimento e tratamento de lesões orais associadas à imunossupressão.<br><br></div><blockquote><strong>Dividido em 3 períodos:</strong></blockquote><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 17:09:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>elizabethfreire</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/981246643</link>
         <description><![CDATA[<div>Os acidentes com exposição ocupacional a material biológico são frequentes na odontologia. Existe risco de transmissão de patógenos sanguíneos como os vírus (HBV) e (HCV). Essas situações  devem ser tratados como casos de emergência médica, já que a profilaxia, quando indicada, deve ser iniciada logo após o acidente para obter melhor efetividade. <br><br></div><div>Após a exposição é preciso realizar exame sorológico, fazer a correta higienização da lesão através da lavagem exaustiva do local exposto com água e sabão neutro ou utilização de soluções antissépticas degermantes para os casos de exposições percutâneas ou cutâneas. Nas exposições de mucosas, deve-se lavar exaustivamente com água ou com solução salina fisiológica.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-12-02 18:55:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pós-exposição HBV:</title>
         <author>elizabethfreire</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/981248990</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><strong><em>Quimioprofilaxia para o HBV:</em></strong></blockquote><div><br></div><ul><li> A vacinação pré-exposição contra a hepatite B é a principal medida de prevenção de hepatite B. A V<strong>acina </strong> é extremamente eficaz (90 a 95% de resposta vacinal em adultos imunocompetentes) e segura. </li><li>Existe maior eficácia na profilaxia pós-exposição quando a imunoglobulina é utilizada dentro das primeiras 24 a 48 horas após o acidente. Não existe benefício comprovado após uma semana da exposição. A dose recomendada é de 0,06 ml / kg de peso corporal. Se a dose a ser utilizada ultrapassar 5ml, deve-se dividir a aplicação em duas áreas corporais diferentes.</li></ul><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-12-02 18:56:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pós-exposição HBV</title>
         <author>elizabethfreire</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/981277280</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 19:01:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pós-Exposição HBV</title>
         <author>elizabethfreire</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/981282822</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>A utilização de HBIG também é de valor após contato sexual com indivíduo com hepatite B aguda, se administrada até duas semanas após a relação.</li><li> Para recém-nascidos de mães AgHBs + é obrigatória a vacinação associada à HBIG.</li></ul><div><br></div><blockquote>OBS: Profissionais que já tiveram hepatite B estão imunes à reinfecção e não necessitam de profilaxia pósexposição. Tanto a vacina quanto a imunoglobulina devem ser aplicadas dentro do período de 7 dias após o acidente, mas, idealmente, nas primeiras 24 horas após o acidente.</blockquote><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-12-02 19:03:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pós-Exposição HCV:</title>
         <author>elizabethfreire</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/981291335</link>
         <description><![CDATA[<div>Não existe nenhuma medida específica eficaz para redução do risco de transmissão do vírus da hepatite C após exposição ocupacional. Os estudos não comprovaram benefício profilático com o uso de imunoglobulinas. Após um acidente com exposição, o indivíduo-fonte deve ser testado para o anti-VHC. Se for positivo, a pessoa exposta deve ser testada para antiVHC e ser submetida à determinação da ALT, no momento da exposição e quatro e seis meses depois. Para um diagnóstico mais precoce, a determinação do RNA do VHC pode ser realizada quatro a seis semanas após a exposição.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 19:05:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>HEPATITE C</title>
         <author>carolfc1602</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/982162413</link>
         <description><![CDATA[<div>É um processo infeccioso e inflamatório, causado pelo vírus C da hepatite (HCV) que pertence ao gênero Hepacivirus, família<em> Flaviviridae</em>. É um RNA vírus, de fita simples e polaridade positiva. A hepatite C pode se manifestar na forma aguda ou crônica, sendo esta segunda a forma mais comum.<br><br></div><div>A hepatite crônica pelo HCV é uma doença de caráter silencioso, que evolui sorrateiramente e se caracteriza por um processo inflamatório persistente no fígado. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-12-03 00:30:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>HEPATITE C</title>
         <author>carolfc1602</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/982169524</link>
         <description><![CDATA[<div>A transmissão do HCV pode acontecer por:<br><br>- Contato com sangue contaminado, pelo compartilhamento de agulhas, seringas e outros objetos para uso de drogas (cachimbos);<br>- Reutilização ou falha de esterilização de equipamentos médicos ou odontológicos;<br>- Falha de esterilização de equipamentos de manicure;<br>- Reutilização de material para realização de tatuagem;<br>- Procedimentos invasivos (ex.: hemodiálise, cirurgias, transfusão) sem os devidos cuidados de biossegurança;<br>- Uso de sangue e seus derivados contaminados;<br>- Relações sexuais sem o uso de preservativos (menos comum);<br>- Transmissão da mãe para o filho durante a gestação ou parto (menos comum).<br>A hepatite C não é transmitida pelo leite materno, comida, água ou contato casual, como abraçar, beijar e compartilhar alimentos ou bebidas com uma pessoa infectada.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-12-03 00:35:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>HEPATITES - Quadro Geral</title>
         <author>carolfc1602</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/982300582</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Fonte: Secretaria de Vigilância em Saúde/MS </em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 01:48:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>carolfc1602</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/982304793</link>
         <description><![CDATA[<div>Após entrar em contato com o vírus da hepatite o indivíduo pode desenvolver um quadro de hepatite aguda, podendo apresentar formas clínicas oligo/assintomática ou sintomática. <br><br>No primeiro caso, as manifestações clínicas estão ausentes ou são bastante leves e atípicas, simulando um quadro gripal. <br>No segundo, a apresentação é típica, com os sinais e sintomas característicos da hepatite como febre, icterícia e colúria.<br><br>A fase aguda (hepatite aguda) tem seus aspectos clínicos e virológicos limitados aos primeiros seis meses da infecção e a persistência do vírus após este período caracteriza a cronificação da infecção. Apenas os vírus B e C têm potencial para desenvolver formas crônicas de hepatite. <br>O potencial para cronificação varia em função de alguns fatores ligados aos vírus e outros ligados ao hospedeiro. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-12-03 01:51:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>FASE AGUDA</title>
         <author>carolfc1602</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/982311339</link>
         <description><![CDATA[<div>Os vírus hepatotrópicos apresentam uma fase aguda da infecção. No nosso meio, a maioria dos casos de hepatite aguda sintomática deve-se aos vírus A e B (na região Norte<br>a co-infecção HBV/HDV também é importante causa de hepatite aguda sintomática). <br><br>O vírus C costuma apresentar uma fase aguda oligo/assintomática, de modo que responde por apenas pequena parte das hepatites agudas sintomáticas.<br><br><strong>1) Período prodrômico ou pré-ictérico </strong>– é o período após a fase de incubação do agente etiológico e anterior ao aparecimento da icterícia. Os sintomas são inespecíficos como anorexia, náuseas, vômitos, diarréia (ou raramente constipação), febre baixa, cefaléia, malestar, astenia e fadiga, aversão ao paladar e/ou olfato, mialgia, fotofobia, desconforto no hipocôndrio direito, urticária, artralgia ou artrite e exantema papular ou maculopapular.<br><br><strong>2) Fase ictérica</strong> – com o aparecimento da icterícia, em geral há diminuição dos sintomas prodrômicos. Existe hepatomegalia dolorosa, com ocasional esplenomegalia. Ocorre hiperbilirrubinemia intensa e progressiva, com aumento da dosagem de bilirrubinas totais,<br>principalmente à custa da fração direta. A fosfatase alcalina e a gama-glutamil-transferase (GGT) permanecem normais ou discretamente elevadas. Há alteração das aminotransferases, podendo variar de 10 a 100 vezes o limite superior da normalidade. Este nível retorna ao normal no prazo de algumas semanas, porém se persistirem alterados por um período superior a seis meses, deve-se considerar a possibilidade de cronificação da infecção. <br><br><strong>3) Fase de convalescença</strong> – período que se segue ao desaparecimento da icterícia, quando retorna progressivamente a sensação de bem-estar. A recuperação completa ocorre após algumas semanas, mas a fraqueza e o cansaço podem persistir por vários meses. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 01:55:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>carolfc1602</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/982315533</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 01:57:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>FASE CRÔNICA</title>
         <author>carolfc1602</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/982320438</link>
         <description><![CDATA[<div>Casos nos quais o agente etiológico permanece no hospedeiro após seis meses do início da infecção. <br><br>Os vírus A não cronifica, embora o HAV possa produzir casos que se arrastam por vários meses. <br><br>Os vírus B e C são aqueles que têm a possibilidade de cronificar. Os indivíduos com infecção crônica funcionam como reservatórios do respectivo vírus, tendo importância epidemiológica por serem os principais responsáveis pela<br>perpetuação da transmissão.<br><br>1) <strong>Portador assintomático </strong>– indivíduos com infecção crônica que não apresentam manifestações clínicas, que têm replicação viral baixa ou ausente e que não apresentam evidências de alterações graves à histologia hepática. Em tais situações, a evolução tende a ser benigna, sem maiores conseqüências para a saúde. Contudo, estes indivíduos são capazes de transmitir hepatite e têm importância epidemiológica na perpetuação da endemia.<br><br><strong>2) Hepatite crônica</strong> – indivíduos com infecção crônica que apresentam sinais histológicos de atividade da doença (inflamação, com ou sem deposição de fibrose) e que do ponto de vista virológico caracterizam-se pela presença de marcadores de replicação viral. Podem ou não apresentar sintomas na dependência do grau de dano hepático (deposição de fibrose) já estabelecido. Apresentam maior propensão para uma evolução desfavorável, com desenvolvimento de cirrose e suas complicações. Eventualmente, a infecção crônica só é diagnosticada quando a pessoa já apresenta sinais e sintomas de doença hepática avançada (cirrose e/ou hepatocarcinoma).</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 02:00:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/982320438</guid>
      </item>
      <item>
         <title>HEPATITE FULMINANTE</title>
         <author>carolfc1602</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/982326205</link>
         <description><![CDATA[<div>Este termo é utilizado para designar a insuficiência hepática no curso de uma hepatite aguda. <br><br>É caracterizada por comprometimento agudo da função hepatocelular, manifestado por diminuição dos fatores da coagulação e presença de encefalopatia hepática no período<br>de até 8 semanas após o início da icterícia. A mortalidade é elevada (40% e 80% dos casos).<br><br>A etiologia da hepatite fulminante varia conforme as regiões geográficas. Nos países mediterrâneos, a maioria dos casos (45%) é de origem indeterminada e a hepatite A e B representam 15% e 10% dos casos. Em contraste, a hepatite por paracetamol é a principal causa na Inglaterra. Hepatite aguda C aparentemente não está associada a casos de hepatite fulminante. A co-infecção HBV/HDV pode ser uma causa em regiões endêmicas para os dois vírus. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 02:04:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL</title>
         <author>carolfc1602</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/982331498</link>
         <description><![CDATA[<div>O perfil epidemiológico da macrorregião e a sazonalidade orientam a lista de enfermidades que devem ser consideradas no diagnóstico diferencial. <br><br><strong>No período prodrômico</strong> os principais diagnósticos diferenciais são: mononucleose infecciosa (causada pelo vírus Epstein Barr), toxoplasmose, citomegalovírus e outras viroses. Nestas patologias, quando há aumento de aminotransferases, geralmente são abaixo de 500UI. <br><br><strong>No período ictérico</strong>, temos algumas doenças infecciosas como leptospirose, febre amarela, malária e, mais incomum, dengue hemorrágica; para identificação do agente etiológico existem 🤬 diagnósticos específicos para cada patologia citada. <br><br>Temos também outras causas de hepatite como hepatite alcoólica, hepatite medicamentosa, hepatite auto-imune, hepatites reacionais ou<br>transinfecciosas (acompanham infecções gerais, como sepse), icterícias hemolíticas (como<br>anemia falciforme) e colestase extra-hepática por obstrução mecânica das vias biliares (tumores, cálculo de vias biliares, adenomegalias abdominais).</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 02:07:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>DIAGNÓSTICO LABORATORIAL</title>
         <author>carolfc1602</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/982346365</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>EXAMES INESPECÍFICOS<br><br>- </strong> Aminotransferases (transaminases).<br>-  Bilirrubinas.<br>-  Proteínas séricas.<br>-  Fosfatase alcalina.<br>-  Gama-glutamiltransferase (GGT).<br>-  Atividade de protrombina.<br>-  Alfafetoproteína. <br>-  Hemograma. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 02:16:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>DIAGNÓSTICO LABORATORIAL</title>
         <author>carolfc1602</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/982351183</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>EXAMES ESPECÍFICOS<br><br></strong><strong><em>Marcadores sorológicos</em></strong> – em caso de hepatite aguda deve-se avaliar a faixa etária do paciente, a história pregressa de hepatites virais ou icterícia e a presença de fatores de risco, como o uso de drogas injetáveis, prática sexual não segura, contato com pacientes portadores de hepatite. <br><br>Estas informações auxiliarão na investigação. Contudo, deve-se lembrar que não é possível determinar a etiologia de uma hepatite aguda apenas com base em dados clínicos e epidemiológicos.<br><br>Respeitando-se as ressalvas já feitas, recomenda-se em caso de suspeita de hepatite aguda a pesquisa inicial dos marcadores sorológicos: anti-HAV IgM, HBsAg , anti-HBc (total) e anti-HCV.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 02:19:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>HEPATITE A</title>
         <author>carolfc1602</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/982353791</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1) Anti-HAV IgM</strong> – a presença deste marcador é compatível com infecção recente pelo HAV, confirmando o diagnóstico de hepatite aguda A. Este marcador surge precocemente na fase aguda da doença, começa a declinar após a segunda semana e desaparece após 3 meses. <br><br><strong>2) Anti-HAV IgG</strong> – os anticorpos desta classe não permitem identificar se a infecção é aguda ou trata-se de infecção pregressa. Este marcador está presente na fase de convalescença e persiste indefinidamente. É um importante marcador epidemiológico por demonstrar a circulação do vírus em determinada população. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 02:21:32 UTC</pubDate>
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         <title>HEPATITE B</title>
         <author>carolfc1602</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/982360986</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1) HBsAg (antígeno de superfície do HBV)</strong> – primeiramente denominado como antígeno Austrália. É o primeiro marcador a surgir após a infecção pelo HBV, em torno de 30 a 45 dias, podendo permanecer detectável por até 120 dias. Está presente nas infecções agudas e crônicas. <br><br><strong>2) Anti-HBc (anticorpos IgG contra o antígeno do núcleo do HBV)</strong> – é um marcador que indica contato prévio com o vírus. Permanece detectável por toda a vida nos indivíduos que tiveram a infecção (mesmo naqueles que não cronificaram, ou seja, eliminaram o vírus). Representa importante marcador para estudos epidemiológicos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 02:26:13 UTC</pubDate>
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         <title>HEPATITE C</title>
         <author>carolfc1602</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/982365591</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1) Anti-HCV (anticorpos contra o vírus HCV)</strong> – é o marcador de triagem para a hepatite C. Indica contato prévio com o vírus, mas não define se a infecção é aguda, crônica ou se já foi curada. O diagnóstico de infecção aguda só pode ser feito com a viragem sorológica documentada, isto é, paciente inicialmente anti-HCV negativo que converte, tornando-se anti-HCV positivo e HCV-RNA positivo, detectado por técnica de biologia molecular. A infecção crônica deve ser confirmada pela pesquisa de HCV-RNA. <br><br><strong>2) HCV-RNA (RNA do HCV)</strong> – é o primeiro marcador a aparecer entre uma a duas semanas após a infecção. É utilizado para confirmar a infecção em casos crônicos, monitorar a resposta ao tratamento e confirmar resultados sorológicos indeterminados, em especial em pacientes imunossuprimidos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 02:29:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>HEPATITE B</title>
         <author>carolfc1602</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/982367798</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>3) Anti-HBc IgM (anticorpos da classe IgM contra o antígeno do núcleo do HBV)</strong> – é<br>um marcador de infecção recente, portanto confirma o diagnóstico de hepatite B aguda. Pode persistir por até 6 meses após o início da infecção.<br><br><strong>4) Anti-HBs (anticorpos contra o antígeno de superfície do HBV)</strong> – indica imunidade contra o HBV. É detectado geralmente entre 1 a 10 semanas após o desaparecimento do HBsAg e indica bom prognóstico. É encontrado isoladamente em pacientes vacinados.<br><br><strong>5) HBeAg (antígeno “e” do HBV)</strong> – é indicativo de replicação viral e, portanto, de alta infectividade. Está presente na fase aguda, surge após o aparecimento do HBsAg e pode<br>permanecer por até 10 semanas. Na hepatite crônica pelo HBV, a presença do HBeAg indica replicação viral e atividade da doença (maior probabilidade de evolução para cirrose).<br><br><strong>6) Anti-HBe (anticorpo contra o antígeno “e” do HBV)</strong> – marcador de bom prognóstico na hepatite aguda pelo HBV. A soroconversão HBeAg para anti-HBe indica alta probabilidade de resolução da infecção nos casos agudos (ou seja, provavelmente o indivíduo não vai se tornar um portador crônico do vírus). Na hepatite crônica pelo HBV a presença do anti-HBe, de modo geral, indica ausência de replicação do vírus, ou seja, menor atividade da doença e, com isso, menor chance de desenvolvimento de cirrose. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 02:30:35 UTC</pubDate>
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         <title>Secretaria de Vigilância em Saúde / MS</title>
         <author>carolfc1602</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/982381878</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 02:39:26 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>carolfc1602</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/982382957</link>
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         <pubDate>2020-12-03 02:40:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carolfc1602</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/982383467</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="http://www.aids.gov.br/pt-br/publico-geral/hv/o-que-sao-hepatites/hepatite-c" />
         <pubDate>2020-12-03 02:40:28 UTC</pubDate>
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         <title>Hepatites</title>
         <author>carolfc1602</author>
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         <pubDate>2020-12-03 02:47:58 UTC</pubDate>
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         <title>Simulação de caso clínico:</title>
         <author>elizabethfreire</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 18:42:15 UTC</pubDate>
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         <title>Palavras Cruzadas</title>
         <author>elizabethfreire</author>
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         <description><![CDATA[<blockquote><em>Chegou a sua vez de mostras que aprendeu!</em></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 23:45:54 UTC</pubDate>
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         <title>Quebra-Cabeça</title>
         <author>elizabethfreire</author>
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         <description><![CDATA[<blockquote><em>Com seus conhecimentos ajude arrumar essa bagunça!</em></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 00:18:36 UTC</pubDate>
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         <title>Caça-Palavras</title>
         <author>elizabethfreire</author>
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         <description><![CDATA[<blockquote><em>Chegou a hora de desvendar esse mistério, ajude com seus conhecimentos! </em></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 00:44:09 UTC</pubDate>
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         <title>Hepatites Virais</title>
         <author>elizabethfreire</author>
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         <pubDate>2020-12-04 01:26:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Condutas pós-exposição ocupacional a material biológico na odontologia</title>
         <author>elizabethfreire</author>
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         <pubDate>2020-12-04 01:30:18 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Liquen Plano Bucal e Hepatite C: Revisão da Literatura</title>
         <author>elizabethfreire</author>
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         <pubDate>2020-12-04 01:31:35 UTC</pubDate>
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         <title>Vacinação Contra a hepatite B Entre Cirurgiões Dentistas</title>
         <author>elizabethfreire</author>
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         <pubDate>2020-12-04 01:32:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Hepatites Virais na Prática Odontológica: Riscos e Prevenção</title>
         <author>elizabethfreire</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/986296837</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 01:34:12 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>vanessa_pontescs</author>
         <link>https://padlet.com/elizabethfreire/mrtatkc3bn65dyj4/wish/987355318</link>
         <description><![CDATA[<div>Diante do atual cenário, e mediante o risco de contaminação pelas silenciosas hepatites, é essencial que os profissionais de Odontologia sejam conscientizados da importância da adoção das medidas preventivas com relação às doenças infectocontagiosas e estar em dia com o calendário vacinal, uma vez que, o acidente percutâneo é o fator de risco mais importante para a transmissão ocupacional da Hepatite B e C entre cirurgiões-dentistas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 13:12:27 UTC</pubDate>
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