<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>O MERCANTILISMO - CASOS DE EXCEPÇÃO by Fazer História</title>
      <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf</link>
      <description>Raciocinar, relacionar e argumentar</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-04-24 09:21:31 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-01-01 07:41:47 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet.net/icons/png/1f4dc.png</url>
      </image>
      <item>
         <title>Não se assustem pois não deitei o vosso trabalho fora. Criei uma cópia  do Padlet que como é evidente irei ler e avaliar. O que se pretende aqui é que debatam com palavras vossas a vossa opinião sobre o que faz com que cada um destes países seja considerado um caso de exceção. A cabecinha a pensar e BOM TRABALHO ;-)</title>
         <author>mjoaogama</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1486230120</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-03 16:56:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1486230120</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Não se assustem pois não deitei o vosso trabalho fora. Criei uma cópia do Padlet que como é evidente irei ler e avaliar. O que se pretende aqui é que debatam com palavras vossas a vossa opinião sobre o que faz com que cada um destes países seja considerado um caso de exceção. A cabecinha a pensar e BOM TRABALHO ;-)</title>
         <author>mjoaogama</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1486230502</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-03 16:56:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1486230502</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Não se assustem pois não deitei o vosso trabalho fora. Criei uma cópia do Padlet que como é evidente irei ler e avaliar. O que se pretende aqui é que debatam com palavras vossas a vossa opinião sobre o que faz com que cada um destes países seja considerado um caso de exceção. A cabecinha a pensar e BOM TRABALHO ;-)</title>
         <author>mjoaogama</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1486230881</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-03 16:56:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1486230881</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O caso de exceção da Inglaterra.</title>
         <author>84957</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1488878563</link>
         <description><![CDATA[<div>Eu acho que ouve 3 motivos para a Inglaterra ser considerada um caso de exceção.&nbsp;<br>&nbsp;O primeiro seria que as manufaturas já haveriam estado muito desenvolvidas porque, se não as tivessem não conseguiriam praticar o comércio colonial, ou seja não teriam rendimentos.<br>&nbsp;A segunda era no estado estavam distribuídos os poderes, pois assim os monarcas não tinham o poder absoluto, oque fazia com que o mercantilismo fosse impossível.<br>&nbsp;A terceira e última, e a mais importante, era o comércio marítimo colonial, e oque que seria isso? É um comércio entre as colonias e seus superior, em que as colónias só poderiam vender matéria prima ao seu superior, e o superior vendia produtos manufaturados para as colónias e outros países, sendo que a matéria prima era vendida com um valor muito baixo, oque faz que a balança comercial seja favorável, pois não pagavam quase nada nos produtos importados, e vendiam muito caro os exportados.&nbsp;<br>&nbsp;Quem tiver mais algum motivo por favor diga.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-04 09:36:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1488878563</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Caso de exceção de Portugal</title>
         <author>850615</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1488991646</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A economia portuguesa do século XVII permanecia dominada pela agricultura. Os ataques dos ingleses, holandeses e franceses prejudicavam o nosso império no Oriente, no entanto, Portugal, para ultrapassar essa crise, voltasse para o comércio triangular: Europa (iam para a África tecidos, cobre, latão…) África (trocavam-se lá esses produtos por escravos), América do Sul (os escravos iam trabalhar para as plantações de açúcar e tabaco).&nbsp;</div><div>O nosso país beneficiava de um intenso comércio colonial, o que nos permitia o exclusivo de venda do tabaco, do açúcar (com numerosa mão-de-obra escrava, onde trabalhavam nos engenhos do produto), e das especiarias, muito apreciados na Europa. Cerca de 1670, os lucros do comércio açucareiro e tabaqueiro português é afetado pela concorrência internacional (os outros países vendiam-nos a preços mais baixos). As elevadas despesas com a Guerra da Restauração também só dificultaram a situação. Face a esta crise comercial, económica e produção agrícola, que agravaram o défice da balança comercial de Portugal, o conde da Ericeira, ministro do rei D. Pedro II promove algumas medidas mercantilistas (defendendo produção nacional da concorrência estrangeira) para: fazer frente ao intenso volume das importações de têxteis ingleses, criando manufaturas de têxteis, espalhadas por Portugal, assim como o desenvolvimento da manufatura( lanifícios e vidros), incentivando a vinda de técnicos estrangeiros; concessão de subsídios, empréstimos e privilégios a quem instalasse manufaturas e suas empresas em Portugal; haviam taxas alfandegárias sobre os produtos importados e também houve a publicação de leis pragmáticas, que proibiam a utilização de produtos estrangeiros. No entanto, os ingleses não reagiram muito bem a essas medidas, pois reduziram as importações de vinhos, principalmente o do Porto, prejudicando os produtores de vinho. As leis pragmáticas não eram respeitadas, pois os portugueses mais ricos continuavam a preferir os tecidos estrangeiros. Na última década do século XVII foram descobertas, em minas gerais do Brasil jazidas de ouro, que permitiram que nos 50 anos seguintes, Portugal vivesse numa situação de estabilidade financeira, utilizadas para pagar a nossa dívida externa e para financiar o nível de vida luxuoso da corte e do rei e para cunhar moeda sem restrições. As limitações que foram postas à importação de produtos de luxo de artigos estrangeiros foram abandonadas e Portugal desinteressou-se do seu plano manufatureiro. Na sequência desta política é assinado com Inglaterra, em 1703, o Tratado de Methuen, que estabelece a livre entrada dos lanifícios ingleses, em Portugal. Em contrapartida, os vinhos portugueses circulariam no mercado inglês, estando sujeitos ao pagamento de um imposto (taxa alfandegária). Este tratado representou o final da política mercantilista nacional. Afetou a longo prazo o setor manufatureiro e a agricultura, aumentando as exportações de vinhos para Inglaterra (incentivado com a quantidade de ouro brasileiro descoberto), o que marcou o início da dependência económica de Portugal, em relação à Inglaterra. A insuficiência das medidas mercantilistas empreendidas em Portugal, pelo conde da Ericeira, a assinatura do Tratado de Methuen e a descoberta de ouro no Brasil levaram à falência das medidas mercantilistas em Portugal, a balança comercial estava desfavorável. Mas deixam-se de estar proibidas parte das importações.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-04 10:29:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1488991646</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O que é o mercantilismo ?</title>
         <author>75299</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1489523322</link>
         <description><![CDATA[<div>Em primeiro lugar acho que devíamos perceber o conceito de mercantilismo para depois percebermos porque&nbsp; é que Portugal,Holanda e Inglaterra se constataram excepções ao mesmo.<br>&nbsp;O mercantilismo consiste na teoria económica adotada pelos Reis absolutos, nos séculos XVII &nbsp; e XVIII, que defendia a intervenção do estado na economia, intervenção esta que tinha como Objectivos o enriquecimento do reino,assim sendo,era considerado que a riqueza do reino se resumia à quantidade de metais preciosos, como ouro e prata, que se encontrava nos cofres do reino, para tal, era necessário seguir uma balança comercial favorável, na qual a quantidade de exportações é superior à quantidade de importações.Apesar de tudo esta teoria económica não foi adotada por todos os países europeus.</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-04 13:27:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1489523322</guid>
      </item>
      <item>
         <title>portugal </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1489546888</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-04 13:31:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1489546888</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Holanda</title>
         <author>75299</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1489548961</link>
         <description><![CDATA[<div>A maior parte da população holandesa já se havia convertido ao Calvinismo, e na época, o país encontrava-se sobre o trono de Filipe II, que era católico e iniciou uma&nbsp; forte repressão contra os protestantes.Perante esta situação as sete províncias do norte estabeleceram uma aliança contra o reinado de Filipe II- chamada de união de Utreque - e em 1581 declararam a sua independência de Filipe II e das províncias do sul, que também eram católicas. Mas qual é&nbsp; relação entre a independência conquistada pelas províncias do Norte com o fracasso do mercantilismo na Holanda ?<br>Perante o objectivo de organizar uma&nbsp; guerra contra Filipe II estas sete províncias, formaram uma república, com um governo comum a todas. Assim sendo eram governadas por uma Assembleia- Estados Gerais- com representantes de todas as províncias . E aí esta a questão,&nbsp; muitos destes representantes eram&nbsp; burgueses ricos que rejeitavam o mercantilismo e que apoiavam liberdade de comércio e de religião, esta liberdade de comércio favorecia os seus próprios negócios pois não viam o estado envolvido na economia do país.<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-04 13:31:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1489548961</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Os Britânicos para a Europa </title>
         <author>1382633</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1489654325</link>
         <description><![CDATA[<div>Os Britânicos apresentavam características socioeconómicos e politicas diferentes para os outros impérios europeus que fazia um grande exemplo  </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-04 13:52:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1489654325</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Inglaterra - caso de exceção</title>
         <author>84968</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1499543610</link>
         <description><![CDATA[<div>A Inglaterra foi considerada um caso de exceção devido à sua distribuição política, uma vez que existia a gentry (que conseguiu enriquecer e ganhar poder, por exemplo, por causa da bolsa de valores, mercado de companhias e ações). Era uma espécie de nobreza rural, alcançada a partir, por exemplo, de casamentos, e formada por nobres e burgueses enobrecidos. No Parlamento, tinha como função controlar e limitar o poder real, o que tornava o poder absoluto do rei impossível. Estes grupos foram beneficiados com o parlamentarismo, a liberdade económica, e pelo Ato de Navegação de 1651, assim, diminuído o poder holandês no comércio internacional. Ou seja, no caso da Inglaterra, o estado não teve tanta intervenção económica como aconteceu, por exemplo, em França, que permitiu a criação de comércio privadas e, pouco a pouco, cada vez mais se defendia a não intervenção do estado na economia.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-06 18:12:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1499543610</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Holanda - caso de exceção</title>
         <author>84968</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1500404266</link>
         <description><![CDATA[<div>A Holanda é considerado um caso de exceção devido ao seu governo completamente diferente dos outros na altura. Mas, primeiro, temos de explicar como isto aconteceu…<br>Em meados do século XVI os Países Baixos, onde predominava o calvinismo, eram governados por Felipe II, um rei católico espanhol. Devido à sua religião e à necessidade de a impor, os calvinistas foram perseguidos na altura, o que levou à criação de uma aliança entre as 7 províncias do norte, cujo objetivo era deitar abaixo o governo de Felipe II (União de Utreque). Em 1581, declaram a independência, tanto de Felipe II como das províncias do sul que ficaram na dependência do rei. Todavia, a sua independência só foi reconhecida após a guerra dos Oitenta Anos, em 1648. Passaram, assim, a ser chamadas de Províncias Unidas.&nbsp;<br>Para cumprir o seu objetivo, organizaram um governo federal, formado pelos representantes de cada província, representantes estes que eram contra o mercantilismo, ou seja, defendiam a liberdade de religião e de comércio. Assim, podemos concluir que, numa Europa onde dominava a monarquia absoluta, as Províncias Unidas tinham um governo totalmente diferente. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-06 22:54:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1500404266</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Em Portugal </title>
         <author>75299</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1504899290</link>
         <description><![CDATA[<div>Para começar é importante perceber porque é que em Portugal se enfrentava um crise&nbsp; comercial que mais tarde se tornou numa crise económica. &nbsp; A concorrência comercial estabelecida entre Portugal , Holanda , França e Inglaterra, que levou a uma diminuição dos lucros obtidos com o comércio juntamente com as despesas causadas pela guerra da restauração originaram uma crise comercial, agravando o défice da balança comercial portuguesa. A esta crise comercial acrescentou-se o facto de Portugal possuir uma fraca produção agrícola assim como escassas manufaturas, perante esta situação eram os produtos coloniais que pagavam as elevadas importações, originando no país uma crise económica no decorrer da segunda metade do século XVIII. Uma vez que Portugal enfrentava uma crise económica, o Conde da Ericeira, implementou as seguintes medidas mercantilistas ,com o objetivo de melhorar a situação económica do país, tais como:<br><br></div><ul><li>Apoio o desenvolvimento da produção de têxteis, originando diversas manufaturas, a partir de oficinas artesanais já existentes e importando técnicos equipamentos do estrangeiro;</li><li>Publicou leis pragmáticas que impediam o uso e importação de tecidos e de diversos artigos de vestuário, considerados de luxo;</li><li>Concedeu empréstimos e privilégios a estrangeiros para que estes instalassem, em Portugal; as sua empresas;</li></ul><div>Como consequência, a aplicação destas medidas, possibilitou o desenvolvimento das manufaturas portuguesas, defendendo-se assim, a produção nacional da concorrência, nomeadamente inglesa, o que resultou, durante algum tempo, numa diminuição do défice da balança comercial, indo de encontro aos valores apoiados pela teoria mercantilista. No entanto, perante esta situação o ingleses reagiram, reduzindo as suas importações de vinho, maioritariamente vinho do Porto, o que prejudicou os grandes produtores de vinho. Para além disto, as leis pragmáticas não eram respeitadas, pois os portugueses mais ricos continuaram a dar preferência aos tecidos estrangeiros. Assim sendo os país estavam ambos prejudicados, o que contribuiu para o tratado de Methuen, que fora assinado em 1703. E em que consta este tratado ? No tratado foi assinado que os lanifícios ingleses entrariam livremente em território português, enquanto os vinhos portugueses pagariam taxas alfandegárias inferiores, cerca de menos um terço, às taxas que eram cobradas ao vinhos franceses quando estes entravam em Inglaterra; favorecendo a produção de vinhos portuguesa, favorecendo assim ambos os países. Perante tudo isto, o apoio às manufaturas foi deixado para trás, favorecendo os grandes viticultores. Tornando desfavorável a balança comercial portuguesa. E comos eram pagas todas estas importações ?O ouro proveniente do Brasil que chegava a Portugal possibilitava pagar as importações de produtos estrangeiros, o que contribui, mais uma vez, para impedir o desenvolvimento das manufaturas e da agricultura portuguesas, com exceção da produção vinícola, que ,até então, era tão lucrativa. Perante esta situação o défice da balança comercial agrava-se, pois , a produção nacional não era apoiada e Portugal gastava dinheiro em importações inglesas, levando a uma balança comercial desfavorável e constituindo o fracasso do mercantilismo em Portugal, na primeira metade do século XVIII pois as medidas tomadas pelo Conde da Ericeira revelaram-se um verdadeiro fracasso. Portugal voltava a estar dependente de Inglaterra e tornando-se assim uma exceção relativamente ao mercantilismo.</div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-08 11:40:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1504899290</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Por outras palavras...</title>
         <author>LauraGuerra2007</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1505128446</link>
         <description><![CDATA[<div>Gostava de falar mais sobre a organização política das províncias do norte: estas 7 províncias eram governadas por uma assembleia comum - Estados Gerais - onde constavam representantes vindos de todas as outras províncias, que em diversos casos, se tratavam de "burgueses ricos". Burgueses, estes, que recusavam o mercantilismo mas defendiam a liberdade de comércio e religião. Para acabar, podemos concluir que as províncias unidas eram uma exceção pois nestas existia um domínio da burguesia e um governo com diversos representantes. Isto que era uma exceção na Europa pois até então era governada pelos reis absolutos.&nbsp;Se alguém tiver alguma coisa a acrescentar...</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-08 15:21:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1505128446</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Caso de exceção de Inglaterra</title>
         <author>850615</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1505402553</link>
         <description><![CDATA[<div>A Inglaterra, no século XVI, já era desenvolvida a nível do comércio marítimo, colonial e das manufaturas, o que fazia com que a burguesia ficasse com lucros e vivesse em grande riqueza, levando a que também com a compra de terras e os casamentos se tornassem na gentry (uma média nobreza rural), formada por nobres e burgueses enobrecidos.<br><br></div><div>No início do século XVII, o país tinha, em relação aos outros Estados europeus, diferentes características políticas e socioeconómicas. Destacam-se, como já referido, a burguesia e a gentry, ativas e empreendedoras, contudo protestante, investiam no comércio, aplicando a maioria no desenvolvimento manufatureiro e agrícola. Parte dessa produção era exportada, aumentado ainda mais as riquezas. Esse desenvolvimento económico originou capitalismo comercial. A acumulação de capitais vinha desses tais lucros da atividade comercial. Para que esse se desenvolvessem ainda mais, criaram-se novos instrumentos comercias e financeiros: companhias de comércio, bolsas de valores e bancos. &nbsp;</div><div>Estavam representadas no Parlamento, que limitava e controlava o poder real, tinham um beneficiamento económico especial, pois aprovavam leis que dessem lucro aos seus negócios. Ainda por cima, a liberdade económica estabelece-se, com o parlamentarismo e com a diminuição do poder do comércio internacional, devido ao Ato de Navegação (em que Cromwell, um governante inglês, proibiu a navegação onde nenhum navio estrangeiro podia transportar para Inglaterra senão as mercadorias produzidas, no seu país de origem), estes grupos sociais são ainda mais beneficiados. Concluímos que o Estado da Inglaterra já não intervinha tanto na economia como nos restantes países que defendiam o contrário, permitindo assim a criação de companhias de comércio privadas e o mercado de ações. Fundam as suas próprias companhias, como a companhia das Índias orientais, que passa a disputar, ainda nesse século, os mercados das especiarias, assim como conquistas aos portugueses e holandeses.&nbsp;</div><div>Um dos seus grandes objetivos era enfrentar o poder comercial holandês.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</div><div>Com tantas características diferentes nota-se mesmo que Inglaterra é um caso de exceção, em relação ao mercantilismo. Londres torna-se assim um dos maiores entrepostos de comércio mundial.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-08 19:18:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1505402553</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Caso de exceção da Holanda</title>
         <author>850615</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1505423665</link>
         <description><![CDATA[<div>Nas últimas décadas do século XVI, os países localizados no Norte da Europa entram em luta contra a superioridade política da Espanha, contra o seu controlo exclusivo dos mares e do comércio ultramarino. Estes, como eram calvinistas e o rei era católico, não contribui muito para uma estabilidade política. Eram protestantes.</div><div>Este foi o caso das Províncias Unidas, a região norte dos Países Baixos, república com governo federal, que se opuseram ao domínio de Filipe II. Como a maioria desses representantes eram burgueses ricos, que recusavam o mercantilismo, defenderam a liberdade do comércio e da religião.</div><div>Formaram uma república independente, em 1581, passando aí a ter esses nome (Províncias Unidas) tendo só sido reconhecida por Espanha, em 1648, após a Guerra dos Oitenta Anos. </div><div>A Holanda era a província mais bem-sucedida das Províncias Unidas. Dedicava-se ao comércio, à produção de têxteis, de mobiliário e à construção naval. Tinha à sua disposição grandes navios, que lhes permitiam fazer serviços baratos, tornando-se os principais intermediários do comércio europeu, possibilitando a este país a acumulação de grande riqueza. . Era defensor do mare liberum.</div><div>Nas cidades<br>Holandesas desenvolveu-se uma ativa burguesia, protestante, com hábitos<br>simples, que investia todos os seus lucros no desenvolvimento de novos<br>negócios. Tinham, já na época, uma grande mentalidade de poupança e acumulação<br>de lucros. Estes fundaram, no início do século XVII, poderosas companhias de<br>comércio, que reduzem riscos e aumenta o lucro para muitos. Também estes aproveitavam o lucro obtido no comércio, para desenvolver as manufaturas e a agricultura. As companhias<br>comerciais estavam ligadas ao banco e à bolsa de valores de Amesterdão, que<br>através da venda de ações realizava grandes negócios.</div><div>As Províncias Unidas não apoiavam o absolutismo só de uma pessoa, do rei, pois nestas havia um domínio de diferentes representantes de todas as assembleias das províncias, os Estados Gerais, assim como, o domínio da burguesia. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-08 19:39:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1505423665</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Portugal </title>
         <author>84968</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1506482547</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir da segunda metade do séc. XVII, Portugal enfrentou uma crise económica e comercial, e, para tentar controlar a situação, o conde de Ericeira, D. Luís de Menezes impôs algumas medidas mercantilistas : criou manufaturas, proibiu o uso e a importação de produtos beneficiou estrangeiros, a partir de empréstimos e privilégios, para que instalassem as suas em Portugal. A aplicação destas medidas ajudou Portugal a defender a produção nacional e da concorrência estrangeira. Porém, para contornarem a situação, os ingleses reduziram as importações de vinho, principalmente o vinho do Porto, o que prejudicou a economia portuguesa . Para além disso, os portugueses mais ricos continuavam a preferir tecidos estrangeiros. Em 1703, Portugal assinou com Inglaterra o tratado de Methuen, que dizia que&nbsp; que decretava que os lanifícios ingleses entrariam livremente em Portugal, quanto os vinhos Portugueses pagariam taxas na alfândega inferiores&nbsp; às que os vinhos franceses pagavam ao entrar em Inglaterra. Assim, abandona-se temporariamente o apoio das manufaturas .<br>O outro proveniente do Brasil permitia a Portugal pagar as importações de produtos estrangeiros, o que colaborou com o não desenvolvimento das manufaturas e da agricultura, excluindo a produção vinícola. Assim , Portugal tinha, novamente, uma balança comercial desfavorável. Era o fracasso do mercantilismo português, voltando a estar dependentes de Inglaterra.&nbsp;</div>]]></description>
         <pubDate>2021-05-09 14:36:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1506482547</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Portugal </title>
         <author>744413</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1506502431</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir do início do século XVII, os ataques holandeses, franceses e ingleses agravaram a decadência do Império Português do Oriente.&nbsp;</div><div>Foi então que D. Luís de Menezes, conde da Ericeira e vedor da Fazenda do rei D. Pedro II, pôs em prática algumas medidas mercantilistas:</div><div>Apoiou o desenvolvimento da produção têxtil, criando manufaturas na Covilhã, Fundão e Portalegre a partir de oficinas artesanais já existentes. Publicou, também, leis pragmáticas contra o uso e importação de tecidos e diversos artigos de vestuário, considerados luxo. E concedeu empréstimos e privilégios a estrangeiros para instalarem em Portugal as suas empresas.</div><div>A aplicação destas medidas permitiu o desenvolvimento das manufaturas portuguesas, defendendo-se, assim, a produção nacional da concorrência estrangeira.&nbsp;</div><div>&nbsp;Portugal também fortaleceu o comércio com os territórios atlânticos: o litoral africano e, especialmente, o Brasil (que, era ocupado parcialmente pelos holandeses durante a União Ibérica)</div><div>&nbsp;Estas medidas ajudaram a economia portuguesa a desenvolver-se, no entanto, por volta de 1720, começaram a descobrir-se grandes remessas de ouro, o que fez com que as medidas mercantilistas impostas fossem ignoradas e aumentassem os gastos das altas classes em Portugal.&nbsp;Isto levou a que se desse uma crise em Portugal no século XVIII.</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-09 14:53:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1506502431</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Inglaterra</title>
         <author>744413</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1506504591</link>
         <description><![CDATA[<div>Até ao início do século XVII, Inglaterra possuía características socioeconômicas e políticas diferentes dos outros Estados europeus.</div><div>&nbsp;No século XVI, o desenvolvimento do comércio marítimo e das manufaturas proporcionou à burguesia grande riqueza. Muitos dos seus membros foram investindo essa riqueza na compra de terras, passando assim, a fazer parte da média nobreza rural (também se podiam incorporar através de casamentos)- a gentry. Esta era formada por nobres e burgueses enriquecidos.</div><div>A burguesia e a gentry, ativas e empreendedoras, estavam representadas no Parlamento, que controlava e limitava o poder real, empenhando-se na aprovação de leis que beneficiassem os negócios. A maior parte dos rendimentos vinham da bolsa de valores, e do mercado de companhias e ações. Com o parlamentarismo, a liberdade econômica é estabelecida, beneficiando, principalmente, a gentry e a burguesia.</div><div>&nbsp;Em Inglaterra, o Estado teve uma intervenção económica muito reduzida,o que&nbsp; permitiu a criação de companhias de comércio privadas e começou, progressivamente, a defender a não intervenção do Estado na economia.</div><div>&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-09 14:55:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1506504591</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Holanda</title>
         <author>744413</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1506504915</link>
         <description><![CDATA[<div>Em meados do século XVI, a Holanda era governada por Filipe II. Como a maioria da população tinha aderido ao calvinismo, o rei espanhol (que era católico) iniciou uma forte repressão contra os protestantes. Esta situação levou a uma aliança das províncias do Norte- União de Utreque-contra o rei espanhol. Em 1518, declararam a sua independência de Filipe II,mas a sua independência só foi reconhecida por Espanha em 1648, depois de um longo conflito, a Guerra dos oitenta anos.</div><div>Embora cada província tivesse instruções próprias, a necessidade de organizar a Guerra contra D. Felipe II levou-as a organizar uma república com um governo federal. Sendo assim, eram governadas por uma assembleia,constituída por representantes de todas as províncias, na qual se dividiam os poderes: Judiciais, legislativo e executivo. Isto impedia que todos os poderes fossem concentrados num só indivíduo.&nbsp; Grande parte dos representantes eram burgueses ricos, que recusaram o mercantilismo, defendendo a liberdade do comércio e da religião. Na Europa, onde eram predominantes os reis absolutos, que tinham a nobreza perto de si, as Províncias Unidas apresentaram um comércio descentralizado com representantes de todas as províncias e o domínio da burguesia.</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-09 14:56:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1506504915</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Em Portugal </title>
         <author>747422</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1506688283</link>
         <description><![CDATA[<div>Para compreender porque Portugal constituiu uma exceção ao mercantilismo importa perceber o que é o mercantilismo e enquadrar política e economicamente a situação do país nessa época.<br><br></div><div>O mercantilismo é um teoria económica adotada nos séculos XVII e XVII pelos monarcas absolutos que defendia a intervenção do estado na economia com o objetivo de enriquecer o reino considerando-se que um reino era tanto mais rico quanto maior fosse a quantidade de metais preciosos que possuísse. Para tal era necessário obter uma balança comercial ( relação entre o valor das importações e das exportações de um país num ano) que fosse favorárvel.&nbsp;<br><br></div><div>Parte do sucesso da adoção destas medidas passava pelo poder absoluto do rei e pela sua capacidade de impor uma efetiva autoridade do Estado, o que não se verificava em Portugal, pois D. João V nunca conseguiu reduzir a influência dos grandes senhores nem centralizar a administração do reino e diminuir o poder da inquisição.&nbsp;<br><br></div><div>Em Portugal, na segunda metade do século XVII, assistiu-se a uma grave crise económica motivada pela decadência do Império Português do Oriente, na sequência dos ataques Holandeses, Ingleses e Franceses. Apesar da intensificação do comércio com os territórios atlânticos do litoral de África e do Brasil e do comércio triangular estabelecido, o açúcar e o tabaco brasileiros passaram a ter a concorrência do açúcar e do tabaco trazidos pelos Holandeses e depois, pelos Ingleses e Franceses, da América para a Europa. Com a falta de produção agrícola e de manufaturas em Portugal que permitissem exportações e a crise criada pela concorrência, a partir de 1670 agravou-se o défice da balança comercial e a crise comercial levou a uma crise económica no país.<br><br></div><div>Foi então que D. Luís de Meneses, conde da Ericeira, e vedor da fazenda do rei D. Pedro II, pôs em prática algumas medidas mercantilistas como o apoio ao desenvolvimento da produção de têxteis criando manufaturas na Covilhã, Guarda, Fundão e Portalegre a partir de oficinas artesanais já existentes mandando vir técnicos e equipamentos do estrangeiro; a publicação leis pragmáticas contra o uso e importação de tecidos e diversos artigos de vestuário considerados de luxo, que vinham sobretudo de Inglaterra e a conceção de empréstimos e privilégios a estrangeiros para instalarem em Portugal as suas empresas.<br><br></div><div>Apesar destas medidas terem permitido o desenvolvimento da produção nacional defendendo-a da concorrência estrangeira, o que levou a uma diminuição do défice da balança comercial, os Ingleses reagiram às medidas de proteção dos tecidos nacionais e reduziram as importações de vinho, especialmente de vinho do Porto o que prejudicou os grandes produtores deste vinho.<br><br></div><div>Para superar estas dificuldades Portugal e Inglaterra assinaram, em 1703, o tratado de Methuen, que permitia a livre entrada dos lanifícios ingleses em Portugal e reduzia as taxas alfandegárias sobre os vinhos portugueses quando comparadas com as aplicadas aos vinhos oriundos de França. Com este acordo Portugal abandonou-se o apoio às manufaturas favorecendo-se os interesses dos grandes produtores de vinho ao aumentar a exportação vinícola para Inglaterra. Não havendo continuação do investimento na produção têxtil e agrícola nacional, com exceção da produção vinícola, o défice da balança comercial agravou-se fracassando a implementação das medidas mercantilistas em Portugal continuando este a estar dependente de Inglaterra.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-09 17:24:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1506688283</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Na Holanda </title>
         <author>747422</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1506741631</link>
         <description><![CDATA[<div>Na Holanda foram, também, as caraterísticas políticas e sócio-económicas que invalidaram a implementação do mercantilismo.&nbsp;<br><br></div><div>Em meados do século XVI, nos Países Baixos do Norte, governados por Filipe II de Espanha,&nbsp; a população tinha aderido ao calvinismo e o rei espanhol, católico, iniciou uma forte repressão contra os protestantes. Esta repressão levou a que as sete províncias do norte se unissem contra o rei espanhol e tivessem declarado a sua independência passando a chamar-se Províncias Unidas. Em 1648, depois da Guerra dos Oitenta Anos, Espanha reconheceu essa independência.&nbsp;<br><br></div><div>Ainda que inicialmente cada província tivesse instituições próprias, a necessidade de combaterem o poderio espanhol levou a que se organizassem numa república com um governo federal. Deste modo eram governadas por uma assembleia, Estados Gerais, com representantes de todas as províncias, na sua grande maioria burgueses ricos que defendiam a liberdade de comércio e de religião e que recusavam o mercantilismo.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-09 18:03:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1506741631</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Em Inglaterra </title>
         <author>747422</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1506742096</link>
         <description><![CDATA[<div>Desde a Idade Média que, em Inglaterra, o poder dos reis era controlado e limitado, quer pela Magna Carta, quer pelo Parlamento. Ainda que no início do século XVII se tenham verificado tentativas para impor o absolutismo em Inglaterra, a sociedade inglesa, nomeadamente a <em>gentry</em> e a burguesia opuseram-se e em 1668 ocorreu a Gloriosa Revolução e os novos reis aceitaram então a «Declaração dos Direitos» comprometendo-se a respeitar os direitos do Parlamento e as liberdades dos seus súbditos. Era o triunfo da monarquia parlamentar em Inglaterra.&nbsp;<br><br></div><div>A Inglaterra apresentava caraterísticas socioeconómicas e políticas diferentes dos outros Estados europeus, com uma burguesia enriquecida pelo desenvolvimento do comércio marítimo e das manufaturas e que se tinha tornado proprietária de terras rurais. Por isto, e também através de casamentos, passaram a fazer parte da média nobreza rural, a <em>gentry</em>.&nbsp;<br><br></div><div>Como a burguesia e a <em>gentry</em> estavam representadas no Parlamento e controlavam e limitavam o poder real, empenharam-se na aprovação de leis que beneficiavam os seus negócios. Deste modo o Estado teve em Inglaterra uma intervenção económica muito mais reduzida do que noutros Estados europeus, nomeadamente em França, o que invalidou a implementação de medidas mercantilistas.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-09 18:03:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1506742096</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Portugal</title>
         <author>1117420</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1508422259</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Portugal intensificou as trocas comerciais com os seus territórios atlânticos, de modo a enfrentar a crise do comércio oriental. Esses territórios eram o litoral da África e, especialmente, o Brasil, pois era de onde vinha o açúcar, que era um produto que se viria a tornar no mais lucrativo, e o tabaco.&nbsp;</div><div>&nbsp;A partir de 1670, o país enfrentou uma grave crise comercial, pois, devido a esta venda de produtos, Portugal conseguiu dinheiro para pagar o volume de produtos importados, enfrentando uma grave crise económica.&nbsp; &nbsp;</div><div>Na segunda metade do século XVII, os portugueses passaram, novamente, por grandes dificuldades económicas. Isso deveu-se aos gastos da Guerra da Restauração e à diminuição dos lucros do comércio do açúcar e do tabaco.&nbsp;</div><div>Luís de Menezes, conde de Ericeira, pôs em prática algumas medidas mercantilistas: criou manufaturas a partir de oficinas artesanais já existentes, apoiando assim o desenvolvimento da produção de têxteis.</div><div>&nbsp; O desenvolvimento das manufaturas portuguesas foi resultado da aplicação destas medidas, onde se defendeu a produção nacional da concorrência estrangeira, que levou à diminuição do défice da balança comercial.&nbsp;</div><div>&nbsp; Em 1703, Portugal assinou, juntamente com Inglaterra, o Tratado de Methuen. Este tratado decretava que os lanifícios ingleses poderiam entrar livremente em Portugal, apesar de que os vinhos Portugueses pagariam taxas nas alfândegas inferiores às que os vinhos franceses pagavam ao entrar em Inglaterra.&nbsp;</div><div>Deu-se então o abandono temporário do apoio das manufaturas, que favoreceu os interesses dos grandes viticultores e aumentou a exportação de vinhos portugueses.</div><div>&nbsp; O ouro que chegava do Brasil permitia a Portugal pagar as importações dos produtos estrangeiros. Como consequência, isso levou à colaboração com o não desenvolvimento das manufaturas e da agricultura portuguesas.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-10 09:44:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1508422259</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Inglaterra</title>
         <author>1117420</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1508450614</link>
         <description><![CDATA[<div>Até ao início do séc. XVII, a Inglaterra apresentava características socioeconômicas e políticas diferentes dos outros Estados europeus.</div><div>No séc. XVI, a burguesia enriqueceu muito devido ao desenvolvimento das manufacturas e do comércio marítimo. Uma grande parte da burguesia foi investindo essa riqueza na compra de terras, passando assim a fazer parte da média nobreza rural - a gentry. Outros burgueses faziam parte da gentry, não por terem investido a sua riqueza na compra de terras, mas por casamento com um membro da nobreza.&nbsp;</div><div>Ambas a nobreza e a gentry estavam representadas no Parlamento, que controlava e limitava o poder real, aprovando leis que beneficiassem os seus negócios. Através do parlamentarismo foi estabelecida a liberdade económica, beneficiando, outra vez, a gentry e a burguesia.&nbsp;</div><div>Enquanto França teve uma reduzida intervenção económica, na Inglaterra o Estado teve uma grande intervenção económica que permitiu a criação de companhias de comércio privadas, que foram progressivamente defendendo a não intervenção do Estado na economia.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-10 09:59:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1508450614</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Holanda</title>
         <author>1117420</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1508472113</link>
         <description><![CDATA[<div>Em meados do século XVI, os Países Baixos eram governados por Felipe II, um rei católico espanhol. Como&nbsp; a maioria da sua população tinha como religião o Calvinismo, iniciou-se uma perseguição aos protestantes. Isso levou à feitoria de uma aliança entre as sete províncias do norte contra o rei espanhol (União de Utreque).&nbsp;</div><div>No ano de 1581, declararam a independência de D. Felipe II e das províncias do sul, passando a designar-se por Províncias Unidas. Apesar disso, a sua independência só foi reconhecida por Espanha em 1648, após a Guerra dos Oitenta Anos.</div><div>&nbsp; Tendo em conta a existência de instituições próprias em cada província, organizou-se uma república com um governo federal, com o objetivo de organizar uma guerra contra Filipe II.&nbsp;</div><div>As Províncias Unidas investiram na burguesia porque ela fazia para da 3ª ordem, o que fazia com que não tivesse privilégios e por isso pagavam impostos, ou seja, eram eles que suportavam a economia holandesa. As Províncias Unidas, mesmo sendo tão pequenas, conseguiam competir com outras economias, pois a sua burguesia era empreendedora, então ganharam muito mais nos impostos do que na produção em si.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-10 10:11:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1508472113</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Exceção Portuguesa</title>
         <author>1245520</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1508476803</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir da segunda metade do séc. XVII, Portugal viu-se perante uma crise comercial e económica, e, em busca de controle da a situação, o conde de Ericeira, D. Luís de Menezes implementou medidas mercantilistas : desenvolveu a manufatura nacional e&nbsp; proibiu a utilização e a importação de produtos estrangeiros (para que em Portugal se desenvolvessem as manufaturas nacionais recentemente desenvolvidas). A recorrência a estas medidas ajudou Portugal a defender a produção nacional assim como da concorrência estrangeira. Porém, em contra ataque, os ingleses reduziram as importações de vinho, nomeadamente do vinho do Porto, o que prejudicou a economia nacional. Para além disso, os portugueses de maior classe social continuavam a ter preferência pelos tecidos estrangeiros. Em 1703, Portugal e Inglaterra assinaram o tratado de Methuen, que decretava a livre circulação dos lanifícios ingleses em Portugal, enquanto os vinhos Portugueses pagariam taxas alfandegárias mais baixas do que as dos vinhos franceses pagavam ao entrar em Inglaterra. Deste modo, abandona-se temporariamente o apoio às manufaturas nacionais.<br>&nbsp;O outro brasileiro permitia a Portugal importar produtos<br>estrangeiros, o que ajudou com o não desenvolvimento das manufaturas e agricultura,<br>excluindo a produção de vinhos. Assim a balança comercial de Portugal era, novamente,<br>desfavorável. Foi o fim ("provisório")do fracassado do mercantilismo português, estando outra<br>vez dependentes de Inglaterra.&nbsp;<br><br></div><div>A meu ver, o mercantilismo português tinha como ter dado bom resultado, com as remessas de ouro brasileiras e tudo mais. Mas Inglaterra obrigou Portugal a assinar o tratado que mudaria todo o rumo do mercantilismo português. Se não fosse o tratado de Methuen, não tínhamos voltado a ser dependentes de Inglaterra e o mercantilismo português tinha tido outro final.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-10 10:14:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1508476803</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Inglaterra</title>
         <author>77119</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1510642631</link>
         <description><![CDATA[<div>Até ao início do século XVII, a Inglaterra mostrava diferentes características socioeconómicas e políticas dos outros Estados Europeus.<br>O desenvolvimento do comércio marítimo e das&nbsp; manufaturas proporcionou grande riqueza à burguesia que foi investindo parte dessa riqueza na compra de terras, e através também de casamentos, passaram a fazer parte da média nobreza rural- a gentry, que era formada por nobres e burgueses.<br>A burguesia e gentry estavam representadas no Parlamento, que controlava o poder real aprovando leis que beneficiassem os seus negócio e com o parlamentarismo , a liberdade económica é então estabelecida, beneficiando dela a gentry e a Burguesia. O ato de navegação de 1651 também beneficiou estes grupos sociais ao diminuir o  poder holandês no comércio internacional.<br>&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-10 18:43:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1510642631</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Inglaterra</title>
         <author>1247623</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1510714270</link>
         <description><![CDATA[<div>Até ao começo do século XVII, a Inglaterra apresentava características socioeconómicas e políticas diferentes do outros Estados europeus.&nbsp;<br>No século XVI a burguesia ganhou uma grande riqueza devido ao desenvolvimento do comércio marítimo e das manufaturas, com isso grande parte dos seus membros começaram a comprar terras e também fazendo casamentos com a nobreza com pouco dinheiro, assim passando para a nobreza rural, chamado de gentry.<br>A burguesia e a gentry, ativas e empreendedoras, estavam representadas no Parlamento, que controlava e limitava o poder real, empenhando-se na provação de leis que beneficiariam o seu negócio. Com o parlamentarismo a burguesia e a gentry controlavam a liberdade económica, o que os beneficiava.<br>Em Inglaterra, o Estado teve assim uma intervenção económica muito mais reduzida do que em França, o que lhes acabou permitindo a criação de companhias de comércio privadas e começando  a defender a não intervenção do Estado na economia.&nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-10 18:59:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1510714270</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Holanda</title>
         <author>77119</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1510733051</link>
         <description><![CDATA[<div>Os países Baixos em meados do séc. XVI eram governados por Filipe II e como a maioria da sua população tinha aderido ao calvinismo, o rei espanhol, católico, iniciou uma forte repressão contra os protestantes. Esta situação conduziu a uma aliança entre as províncias do norte (a união de Utreque) contra o rei espanhol. Declaram então em 1581 a sua independência do rei espanhol passando a designar-se por Províncias Unidas mas a sua independência apenas foi reconhecida pela Espanha em 1648, depois da Guerra dos Oitenta Anos.&nbsp;<br>No entanto, mesmo cada província tendo instituições próprias a necessidade de guerra contra Filipe II levou a que se organizassem numa república com um governo federal. Eram então governadas pelos Estados Gerais, que era uma assembleia constituída por representantes de todas as províncias. Sendo grande parte desses representantes burgueses ricos que recusavam o mercantilismo .</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-10 19:03:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1510733051</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Portugal</title>
         <author>77119</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1510799989</link>
         <description><![CDATA[<div>Na segunda metade do séc.XVII, Portugal voltou a enfrentar dificuldades económicas e então o conde da Ericeira D. Luís de Menezes implementou algumas medidas mercantilistas tais como: a criação de manufaturas e mandando vir técnicos e equipamento do estrangeiro; a publicação de leis pragmáticas contra o uso e importação de tecidos estrangeiros e dar empréstimos e privilégios a estrangeiros&nbsp; para instalarem as suas empresas em Portugal.&nbsp;<br>Estas medidas permitiram o desenvolvimento das manufaturas portuguesas e defendeu-se assim a produção nacional da concorrência estrangeira, que resultou a uma diminuição do défice da balança comercial. No entanto esse movimento foi contrariado por outros interesses, os Ingleses reagiram a essas medidas , reduzindo as importações de vinho do porto, o que prejudicou os produtores deste vinho.<br>Finalmente em 1703, Portugal e a Inglaterra assinaram o tratado de Methuen que dizia que os Ingleses estrariam livremente em Portugal, enquanto os vinhos Portugueses pagariam taxas alfandegárias inferiores ás que os vinhos franceses pagavam ao entrar em Inglaterra. abandonou-se deste modo temporariamente o apoio ás manufaturas, e progressivamente aumentou a exportação de vinho Porto.&nbsp;<br>Também o ouro que chegava do Brasil permitia pagar a importações estrageiras , contribuindo o impedimento do desenvolvimento das manufaturas e da agricultura Portuguesas.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-10 19:21:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1510799989</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Holanda</title>
         <author>1247623</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1510838674</link>
         <description><![CDATA[<div>Os Países Baixos do norte, por volta do século XVI, eram governados por Felipe II, Rei de Espanha e católico. Como a maioria da população de Felipe II tinha aderido ao calvinismo, iniciou-se uma forte repressão contra os protestantes, o que conduziu a uma aliança entre as sete províncias do norte, a União de Utreque, contra o rei espanhol. Em 1581 a União de Utreque declarou a sua a independência de Felipe II, que passaram a se chamar por Províncias Unidas, que em 1648, depois de um longo conflito conhecido como a Guerra dos Oitenta Anos, foi reconhecida por Espanha.<br>Embora cada província tivesse instituições próprias a necessidade de organizar a guerra contra Felipe II levou-as a organizarem uma república com um governo. Assim, eram governadas por uma assembleia, os Estados Gerais, que era constituída por representantes de todas as 7 províncias. Grande parte desses representantes eram eram burgueses ricos que recusavam o mercantilismo, defendendo a liberdade de comércio e da religião. Por causa disto podemos afirmar que as províncias Unidas contrapuseram um governo descentralizado e o domínio da burguesia e que na Europa predominava-se os rei absolutos.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-10 19:32:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1510838674</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Portugal</title>
         <author>1247623</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1510904269</link>
         <description><![CDATA[<div>Na segunda parte do século XVII, Portugal voltou a enfrentar grandes dificuldades devido aos elevados gastos na Guerra da Restauração, quer na diminuição dos lucros do comércio do açúcar e do tabaco brasileiro, como também na fraca produção agrícola e pela fraca produção agrícola. Os produtos, açúcar e tabaco, eram passados a ter concorrência devido aos Holandeses, depois, pelos Ingleses e Franceses, com produtos vindos da América para a Europa, vendidos a preços mais baixos que o dos Portugueses. Devido aos Holandeses ocuparem parte do Brasil fez com que eles aprendem-se a produzir açúcar e tabaco, assim cultivando-os&nbsp; nas Antilhas. Foi então que D. Luís De Menezes, o conde da Ericeira e vedor da fazenda do rei D.Pedro II, pôs em prática algumas das medidas mercantilistas, que das quais eram o apoio do desenvolvimento da produção de têxteis, criando assim manufaturas a partir de oficinas artesanais e mandou vir técnicos e equipamentos estrageiro, também publicou leis pragmáticas contra o uso e importação de tecidos e diversas peças de vestuário e concedeu também empréstimos e privilégios a estrangeiros para instalarem em Portugal as suas empresas. A aplicação destas medidas permitiu o desenvolvimento das manufaturas portuguesas a produção nacional da concorrência estrangeira, principalmente inglesa, o que resultou durante algum tempo, numa diminuição do défice da balança comercial. No entanto, esse desenvolvimento foi contrariado por outros interesses os ingleses reagiram mal ás medidas de proteção dos tecidos nacionais, reduzindo as importações de vinho, especialmente vinho do Porto, o que prejudicou gravemente os grandes produtores deste vinho. As lei pragmáticas não eram respeitadas, com isto os portugueses ricas continuaram a preferir os tecidos estrangeiros.<br>&nbsp;Esta produção generalizou-se rapidamente devido aos territórios franceses e Ingleses da América. Por causa disto a partir de 1670&nbsp; o país enfrentou uma grande crise económica, o que fez com que o défice da balança comercial portuguesa se agrava-se.<br>&nbsp;Em 1703, Portugal e Inglaterra assinaram o tratado de de Methuen. Que com este acordo os lanifícios ingleses entrariam livremente em Portugal, enquanto os vinhos portugueses pagariam taxas alfandegárias inferiores ás que os vinhos franceses que pagavam ao entrar em Inglaterra. Assim abandonou-se, temporariamente, o apoio ás manufaturas, favorecendo os grandes viticultores pois pagariam menos pela importação dos seus vinhos para a Inglaterra.<br>O ouro do Brasil que chegava a Portugal o que ajudou a pagar as importações de produtos estrangeiros, o que contribuiu para impedir o desenvolvimento  das manufaturas e da agricultura portuguesas, com exceção da produção vinícola, e o défice da balança comercial agravou-se. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-10 19:50:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1510904269</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Portugal</title>
         <author>LauraGuerra2007</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1511156151</link>
         <description><![CDATA[<div>A primeira pergunta que deveremos fazer é "porque é que Portugal se encontrava numa crise económica?". Começou assim, na segunda metade do século XVII, pois em Portugal, a produção agrícola era bastante fraca e as manufaturas estavam em minoria. O país conseguia sustentar-se e pagar os grandes volumes de produtos importados, com os poucos lucros que ganhava a partir do comércio de produtos coloniais.<br>Ainda na segunda metade do século XVII, D. Luís de Menezes (Conde da Ericeira) decide tomar algumas <strong>medidas mercantilistas</strong>, desenvolvendo as manufaturas, com menos importações:</div><ul><li>apoiou o desenvolvimento da produção de têxteis, desenvolvendo diversas manufaturas (na Covilhã, na Guarda, no Fundão e em Portalegre) a partir da já existentes oficinas artesanais e mandou vir técnicos estrangeiros;</li><li>Divulgou leis pragmáticas que se opunham ao uso e à importação de tecidos e de outros artigos e vestuário, considerados luxuosos;</li><li>Concebeu empréstimos e vantagens aos estrageiros, para que este instalassem as suas empresas e negócios (em Portugal).&nbsp;</li></ul><div>Como já tinha referido, estas alterações/medidas permitiram o desenvolvimento das manufaturas em Portugal.&nbsp;<br>Assim se defendeu a produção nacional da ocorrência estrangeira. Que trouxe uma diminuição significante do défice da balança comercial. Mesmo assim, este desenvolvimento terá sido contrariado por outros interesses, tais como: o facto dos ingleses terem reagido às medidas de proteção de tecidos nacionais, deixando de importar vinho, especialmente vinho do Porto. O que, como podemos imaginar, provocou um grande desagrado aos produtores de vinho. Estas leis pragmáticas, não estavam a ser devidamente respeitadas, continuando, os portugueses mais ricos, a preferir tecidos vindos do estrangeiro. </div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-10 21:20:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1511156151</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Inglaterra</title>
         <author>751418</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1512316896</link>
         <description><![CDATA[<div>A Inglaterra, até ao início do séc. XVII, diferenciava-se dos outros estados europeus devido às suas características políticas e socioeconómicas. No séc. XVI a burguesia começou a enriquecer, pois a produção de manufaturas e o comércio marítimo desenvolveram-se. Essa riqueza foi utilizada por grande parte dos burgueses para a compra de terras. Através dessas terras e também dos casamentos, os burgueses tornavam-se membros da gentry: grupo formado por nobres e burgueses enobrecidos. A função da gentry era controlar e limitar o poder da realeza e tentava sempre aprovar leis que reforçassem ou beneficiassem os seus negócios, pois a gentry estava representada no Parlamento, portanto, continha esse poder. Através do Parlamento, estabeleceu-se a liberdade económica, o que faz com que a gentry e a burguesia sejam fortemente beneficiadas. Estes grupos sociais também beneficiaram do Ato de Navegação de 1651, pois diminuiu-se o poder do comércio Holandês. Na Inglaterra, o Estado não entreviu tanto na economia em comparação à França, o que permitiu a criação de companhias de comércio privadas e começou-se a defender a não intervenção do Estado na economia.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-11 06:47:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1512316896</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Portugal</title>
         <author>10637_</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1512637860</link>
         <description><![CDATA[<div>Portugal enfrentou uma crise económica na segunda metade do século XVII provocada pela crise comercial e pela fraca produção agrícola e manufatureira. Foram postas em prática medidas mercantilistas pelo conde de Ericeira, D. Luís de Menezes:<br>- desenvolveu manufaturas (lanifícios e vidros),<br>- concedeu subsídios a quem instalasse manufaturas em Portugal,<br>- Incentivou a vinda de técnicos estrangeiros,<br>- fez taxas alfandegárias,<br>- publicou leis pragmáticas.<br>Estas medidas permitiram o desenvolvimento das manufaturas portuguesas e defendeu-se a produção nacional da concorrência estrangeira, principalmente inglesa, o que resultou numa diminuição do défice da balança comercial.&nbsp; Os ingleses reagiram e reduziram as importações de vinhos, o que prejudicou os produtores de vinho.<br>Com a assinatura do Tratado de Methuen em 1703, os lanifícios ingleses entrariam livremente em Portugal e os vinhos portugueses pagariam taxas alfandegárias inferiores. Favoreceu-se os interesses dos viticultores e aumentou a exportação de vinhos.<br>O ouro que chegava a Portugal do Brasil permitiu pagar as importações de produtos estrangeiros e impediu o desenvolvimento das manufaturas e da agricultura portuguesas, com exceção da produção vinícula. O défice da balança comercial agravou-se e verificou-se o fracasso do Mercantilismo em Portugal na segunda metade do século XVIII, ficando novamente dependente da Inglaterra.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-11 09:30:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1512637860</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Portugal</title>
         <author>1241020</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1512641574</link>
         <description><![CDATA[<div>A crise económica que Portugal enfrentou a segunda metade do século XVII, pois em Portugal, a produção agrícola era&nbsp; fraca e as manufaturas estavam em minoria e o país conseguia sustentar-se e pagar os grandes volumes a partir de&nbsp; produtos importados, com os poucos lucros que ganhava a partir do comércio de produtos coloniais.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-11 09:32:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1512641574</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Inglaterra </title>
         <author>1241020</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1512647698</link>
         <description><![CDATA[<div>A Inglaterra no início do séc XVII tinha características que diferenciavam&nbsp; dos outros países pela economia então com a sua riqueza&nbsp; começaram a produção de manufaturas e o comércio marítimo. Essa riqueza foi utilizada por grande parte dos burgueses para a compra de terras.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-11 09:36:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1512647698</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Holanda </title>
         <author>1241020</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1512662993</link>
         <description><![CDATA[<div>No século XVI, os Países Baixos eram governados por Felipe II, um rei católico espanhol. Como maior parte da população tinha como maior parte&nbsp; religião o Calvinismo, iniciou-se uma perseguição aos protestantes. Em 1581, declararam a independência de D. Felipe II e das províncias do sul, passando a designar-se por Províncias Unidas. Apesar disso, a sua independência só foi reconhecida por Espanha em 1648, após a Guerra dos 80 Anos.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-11 09:44:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1512662993</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Inglaterra</title>
         <author>1059469</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1512689553</link>
         <description><![CDATA[<div>Até ao início do século XVII, a Inglaterra apresentava diferentes ideias socioeconómicas e políticas dos outros países da Europa.<br>No século XVI a Inglaterra desenvolveu o seu comércio marinho e as manufaturas o que proporcionou grande riqueza aos nobres Ingleses que foi investida em terras e também através de casamentos fazendo assim parte da nobreza rural-a gentry que era formada por burgueses enobrecidos.<br>A burguesia e a gentry estavam representadas no parlamento que controlava e reduzia o poder do rei empenhando-se na aprovação das leis(poder legislativo) que os beneficiassem nos seus negócios.<br>Com o parlamentarismo a liberdade económica é restabelecida assim beneficiando a gentry e os burgueses. Em 1651 o ato de navegação que dizia que todas as mercadorias coloniais deveriam ser transportadas para Inglaterra em barcos ingleses e que os estrangeiros só poderiam transportar mercadorias feitas no seu próprio país isto diminui o poder holandês no comércio internacional .<br>Em Inglaterra o Estado teve assim muito menos intervenção económica do que em França permitindo a criação de companhias de comércio privado e começando progressivamente a defender a não intervenção do estado na economia do país.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-11 09:58:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1512689553</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Inglaterra</title>
         <author>1354214</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1512691358</link>
         <description><![CDATA[<div>Até ao início do século XVII, a Inglaterra apresentava características socioeconómicas e políticas diferentes dos outros Estados Europeus</div><div>No século XVI a burguesia ficou muito rica devido ao desenvolvimento do comércio marítimo e das manufaturas, muitos deles investiram parte dessa riqueza na compra de terras, passando&nbsp; assim a fazer parte da média nobreza rural- a gentry.</div><div>A burguesia e a gentry estavam representadas no Parlamento que controlava e limitava o poder real aprovando assim&nbsp; leis que beneficiassem os seus negócios. Com o parlamentarismo foi estabelecida a liberdade económica, beneficiando a burguesia e a gentry.</div><div>França teve uma reduzida intervenção económica enquanto em Inglaterra o Estado teve uma enorme intervenção económica, o que permitiu a criação de companhias de comércio privadas e começou progressivamente a defender a não intervenção do Estado na economia.</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-11 09:59:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1512691358</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Inglaterra</title>
         <author>10637_</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1512711297</link>
         <description><![CDATA[<div>A Inglaterra tinha características socioeconómicas e políticas diferentes dos outros estados europeus.&nbsp;<br>A riqueza da burguesia deveu-se ao desenvolvimento do comércio marítimo e das manufaturas.<br>A burguesia e a gentry, formada por nobres e burgueses enobrecidos, representavam-se no Parlamento que controlava e limitava o poder real, aprovando leis que beneficiavam os seus negócios. A liberdade económica é estabelecida com o Parlamentarismo, beneficiando dela a burguesia e a gentry.<br>Em 1651, o Ato de Navegação diminuiu o poderio holandês e beneficiou estes grupos sociais.<br>O Estado teve uma intervenção económica muito reduzida, permitindo a criação de companhias de comércio privadas.<br>A sociedade inglesa, nomeadamente a gentry e a burguesia, opuseram-se à imposição do Absolutismo em Inglaterra. E em 1688 ocorre a Gloriosa Revolução: aceita-se a Declaração dos Direitos e respeitam-se os direitos do Parlamento e as liberdades e os direitos dos súbditos. Triunfou a monarquia parlamentar.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-11 10:10:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1512711297</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Holanda </title>
         <author>1059469</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1512738862</link>
         <description><![CDATA[<div>Em meados do século XVI, os países baixos do norte eram governados pelo rei espanhol e católico Filipe II que iniciou ma forte repressão contra os protestantes porque maior parte da&nbsp; população seguia o calvinismo.<br>Esta atitude do rei espanhol levou à união das sete províncias do norte a esta união deu se o nome de União Utreque.<br>Em 1581 declararam a sua independência do rei Filipe II passando assim a chamar se províncias Unidas mas a sua independência só foi reconhecida pela Espanha em 1648 depois de uma longa guerra a guerra dos oitenta anos.<br>Embora cada província tivesse instituições próprias o descontentamento e a necessidade de organizar uma guerra contra Filipe II levou as Províncias Unidas a organizarem-se numa república com um governo federal.<br>Assim eram governados por os estados gerais (assembleia constituída por por representantes de todas as províncias) maior parte das pessoas que constituíam este estado eram burgueses ricos que recusavam o mercantilismo defendendo a liberdade no comércio.Assim podemos concluir que na Europa onde predomina o absolutismo régio onde os reis tinham sempre a Nobreza perto de si,  as províncias Unidas contrapuseram um governo descentralizado(do rei) onde o domínio era a burguesia. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-11 10:27:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1512738862</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Exceção Inglesa</title>
         <author>1245520</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1512772763</link>
         <description><![CDATA[<div>A Inglaterra foi vista como um caso de exceção devido à sua política. A presença da a gentry (que enriqueceu e ganhou poder, por exemplo, devido aos investimentos em bolsa de valores, mercado de companhias e ações). Vamos compará-la a uma nobreza rural. Este cargo obtinha-se, por exemplo, pelos casamentos e pela prosperidade por causa das manufaturas e do comércio marítimo (muito deste dinheiro foi gasto na compra de terras)&nbsp; e era constituída por nobres e burgueses enobrecidos. A nível Parlamentar, controlavam e limitavam o poder real, tornando impossível que o rei tivesse o poder absoluto. Estes grupos foram presenteados com o parlamentarismo, a liberdade económica, e pelo Ato de Navegação de 1651, diminuído o poder da Holanda no comércio internacional. Por outras palavras, neste caso particular, o estado não interviu tanto economicamente como na França, por exemplo, permitindo a criação de comércio privado e, aos poucos, cada vez mais se defendia a ideia da não intervenção do estado economicamente.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-11 10:48:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1512772763</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Portugal</title>
         <author>1059469</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1512785941</link>
         <description><![CDATA[<div>No início do século XVII Portugal estava a passar por um crise económica e por isso o Conde da Ericeira e D. Luís de Menezes implementaram em Portugal medidas mercantilistas como o apoio à produção de têxteis criando manufaturas em Covilhã Guarda, Fundão e Portalegre a partir de oficinas artesanais já existentes na zona e ainda mandou vir técnicos e equipamentos estrangeiros, publicou leis pragmáticas contra o uso de importação dos tecidos e de<br>diversos artigos de vestuário, concedeu empréstimos e privilégios a estrangeiros para instalarem a suas empresas.<br>A aplicação destas medidas permitiu o desenvolvimento das manufaturas portuguesas e defendendo a produção nacional o que não alegrou a Inglaterra que reduziram as importações de vinho do Porto o que prejudicou os grandes produtores deste vinho.<br>Em 1703 Portugal e Inglaterra assinam o tratado de Methuen que consistia que os lanifícios ingleses entrassem em portugal a pagar taxas alfandegárias inferiores às dos vinhos franceses quando entram em Inglaterra .<br>Abandonou- se assim o apoio ás manufaturas aumentando a exportação de vinhos para Inglaterra.<br>A chegada de toneladas de ouro do Brasil ajudou a pagar a divida externa e as importações de produtos estrangeiros e contribui para impedir o desenvolvimento das manufaturas e da agricultura.<br>E com isto o défice da balança portuguesa agravava-se .<br>O fracasso do mercantilismo em Portugal levou a que na primeira metade do século XVIII a que Portugal estivesse de novo dependente da Inglaterra.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-11 10:55:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1512785941</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Holanda</title>
         <author>1354214</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1512793587</link>
         <description><![CDATA[<div>Os Países Baixos do Norte, em meados do séculos XVI, eram&nbsp; governados por Filipe II, ( rei espanhol e católico) e como a maioria da sua população tinha aderido ao calvinismo, iniciou uma forte repressão contra os protestantes. Esta situação levou a uma aliança entre as sete províncias do norte contra o rei espanhol ( União de Utreque).</div><div>Em 1581 declararam a sua independência de Filipe II passando assim a designar-se por Províncias Unidas mas esta só foi reconhecida pela Espanha em 1648 depois de um longo conflito, a Guerra dos Oitenta Anos.</div><div>Embora cada província tivesse instituições próprias a necessidade de guerra contra Filipe II levou as províncias a organizarem-se numa república com um governo federal.</div><div>Assim estas iriam ser governadas por uma assembleia- Estados Gerais, era uma assembleia constituída por representantes de todas as províncias. A maior parte dos representantes eram burgueses ricos que recusavam o mercantilismo defendendo a liberdade no comércio.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-11 10:59:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1512793587</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Exceção Holandesa</title>
         <author>1245520</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1512808667</link>
         <description><![CDATA[<div>Em meados do século XVI os Países Baixos, governados por Felipe II (um rei católico espanhol), prevalecia o calvinismo. Graças à necessidade de impor a sua religião, os calvinistas eram perseguidos, levando à criação de uma aliança entre sete províncias nórdicas(União de Utreque), que queriam deitar abaixo o governo de Felipe II . Tornaram-se independentes em 1581, tanto de Felipe II como das províncias a sul que continuaram dependentes do rei. Mas a independência das províncias do norte só foi reconhecida depois da guerra dos Oitenta Anos, em 1648 e passaram a ter o nome de Províncias Unidas.&nbsp;</div><div>Para concluir a sua meta, organizaram um governo federal, constituído pelos representantes de cada uma das províncias. Estes representantes não&nbsp; eram a favor do mercantilismo, por outras palavras, apoiavam os ideais de liberdade de religião e de comércio. Desta forma, concluímos que as Províncias Unidas tinham um governo totalmente diferente do do restante da Europa. E, pelos factos acima referidos, consideramos que a Holanda foi uma exceção ao mercantilismo.</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-11 11:07:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1512808667</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Inglaterra</title>
         <author>mariabeirao</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1515178880</link>
         <description><![CDATA[<div>A burguesia e a gentry, limitavam e controlavam o poder real, fazendo a aprovação de leis que os beneficiassem a eles e aos seus negócios. Com isto, e pelo facto de ter sido feito um ato de navegação que beneficiava estes dois grupos, Inglaterra teve uma redução na sua intervenção económica.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-11 20:22:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1515178880</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Holanda</title>
         <author>751418</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1516545934</link>
         <description><![CDATA[<div>Os Países Baixos do Norte, a meados do século XVI, eram governados pelo rei espanhol D. Filipe II e este iniciou uma grande punição aos protestantes do Calvinismo. Assim surgiu a aliança "União de Utreque" formada pelas sete províncias do Norte que aclamaram, então, a sua independência ao rei. Essas províncias eram representadas por burgueses enriquecidos que recusavam as medidas mercantilistas e defendiam a liberdade de religião, comércio e um governo onde a burguesia dominava.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-12 07:15:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1516545934</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Exceção Holandesa</title>
         <author>751816</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1516692812</link>
         <description><![CDATA[<div>Com a independência dos Países Baixos de Felipe II, ocorreram algumas mudanças políticas. Com a necessidade de organizar uma guerra contra D. Felipe II, conduziu a uma aliança entre as sete províncias do norte- A União de Utreque. Esta organizou-se numa república com um governo federal. Assim era governada por uma assembleia -os Estados Gerais-, constituída por representantes de todas as províncias, sendo grande parte burgueses, alguns muito ricos, opuseram-se ao mercantilismo, defenderam a liberdade de comércio, fazendo assim a Holanda um caso de exceção perante o&nbsp;resto da Europa mercantilista.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-12 08:16:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1516692812</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Portugal</title>
         <author>1244118</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1516874695</link>
         <description><![CDATA[<div>No século XVII, Portugal passava por uma crise económica. A sua balança comercial era desfavorável, com muitas importações e poucas exportações, mantendo uma enorme divida com os países estrangeiros. Para contrariar essa dívida, D. Luiz de Menezes, o Conde da Ericeira ordenou a implementação das medidas mercantilistas para favorecer as manufaturas Portuguesas e não ter de depender tanto dos produtos estrangeiros. Todavia essas medidas foram contrariadas pela chegada do ouro do Brasil que serviu para pagar as dividas estrangeiras mas acabou com as medidas mercantilistas. Mais tarde elas foram impostas de novo por Marquês de Pombal ao ver que as remessas de ouro diminuíam.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-12 10:01:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1516874695</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A Inglaterra</title>
         <author>1244118</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1516918479</link>
         <description><![CDATA[<div>O comercio marítimo deu a burguesia uma enorme riqueza a qual foi, em parte investida em terras e que foi um dos motivos ( sendo o outro casamento) para a ascensão dos burgueses mais ricos á nobreza (Gentry). Em conjunto com a burguesia a Gentry controlava o poder real e assegurava a aprovação de leis favoráveis aos seus negócios. Em 1651 o Ato de Navegação beneficiou-os ainda mais. Na Inglaterra começou-se a defender a não intervenção do estado na economia.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-12 10:29:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1516918479</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Holanda</title>
         <author>10637_</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1516929490</link>
         <description><![CDATA[<div>Em meados do século XVI, os Países Baixos do Norte eram governados por Filipe II. Entretanto a população aderiu ao Calvinismo e o rei espanhol, que era católico, iniciou uma repressão contra os protestantes. Esta situação levou a uma aliança, a União de Utreque, contra o rei e em 1581 foi declarada a independência do rei espanhol. Cada província tinha instituições próprias e organizaram-se numa república com um governo federal. Assim, eram governados por uma assembleia, os Estados Gerais, constituída por representantes de todas as províncias. Grande parte desses representantes eram burgueses ricos que recusavam o Mercantilismo e defendiam a liberdade de comércio e de religião, com um governo descentralizado e o domínio da burguesia.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-12 10:36:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1516929490</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Holanda</title>
         <author>1244118</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1516936509</link>
         <description><![CDATA[<div>Os países baixos do Norte, durante o sec XVI eram governados por Filipe II. Com a conversão do povo ao Calvinismo, o católico rei espanhol começou uma campanha de repressão. Quando as sete províncias do norte se tornaram nas províncias unidas e recuperaram a sua independência depois da grande guerra dos oitenta anos e organizaram-se num governo descentralizado</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-12 10:41:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1516936509</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Portugal</title>
         <author>751418</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1519088548</link>
         <description><![CDATA[<div>Portugal, ao início do século XVII, passava então pelo uma crise comercial e económica, pois tinha uma balança comercial desfavorável, ou seja, com muitas importações, poucas exportações, havia também fraca produção de manufatura e de produtos agrícolas. Mantinha-se assim uma grande dívida com os países estrangeiros. Assim, D. Luiz de Menezes (conhecido como Conde de Ericeira), pôs em pratica parte do mercantilismo em Portugal, aplicando várias medidas como: apoiou o desenvolvimento e produção de têxteis através da criação de manufaturas em Covilhã, Portalegre, Guarda e Fundão; complementou essa mesma produção, publicando as leis pragmáticas contra a importação de materiais luxuosos e concedeu vários empréstimos e benefícios ao estrangeiro, para estes deslocarem as suas empresas para as regiões de Portugal. Estas medidas tiveram sucesso no momento, pois defendiam a produção nacional da concorrência estrangeira e isso resultou no equilíbrio da balança comercial. Foi então que progresso foi contrariado, pois os Ingleses tiveram a reação de reduzir as importações do vinho, devido às medidas de proteção dos tecidos nacionais. As leis pragmáticas mostravam-se também desrespeitadas, com os portugueses com mais riquezas a preferir os tecidos estrangeiros. O tratado de Methuen assinado por Inglaterra e Portugal veio então estabelecer, aos ingleses, a&nbsp; liberdade de transporte e comércio de lanifícios, enquanto que os Portugueses pagavam taxas alfandegárias (para o transporte do vinho) aos ingleses muito inferiores às dos franceses e favoreceu-se então o interesse da Inglaterra pelos vinhos exportados de Portugal, especialmente pelo vinho do Porto. O mercantilismo em Portugal foi então terminado devido ao ouro vindo do Brasil ter a função de pagar dívidas de importações com o estrangeiro, e foi mais tarde revivido por Marquês de Pombal ao perceber que as as remessas desse ouro diminuíam.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-12 20:13:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1519088548</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Exceção Portuguesa</title>
         <author>751816</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1519124842</link>
         <description><![CDATA[<div>A crise económica que surgiu em Portugal na segunda metade do século XVII, devido aos elevados gastos na guerra da restauração, à diminuição dos lucros no comércio do açúcar e tabaco brasileiro, e mais tarde à concorrência por parte dos Holandeses, Franceses e Ingleses levou a uma grande crise comercial, agravando o défice da balança comercial portuguesa. O facto da produção agrícola ser fraca, e as manufaturas serem poucas, e a venda dos produtos coloniais o principal negócio português, levou ao agravamento da crise económica.&nbsp;</div><div>D. Luiz Menezes, conde da Ericeira, para tentar inverter o estado económico português, implementou algumas medidas mercantilistas, tendo como objetivo o desenvolvimento das manufaturas e a diminuição das importações, para inverter a balança comercial.</div><div>	O desenvolvimento económico português, foi contrariado por outros interesses, como o descontentamento dos ingleses perante as as medidas de proteção dos tecidos nacionais, retaliando com a diminuição de importações de vinho, principalmente o do Porto.</div><div>	Com o tratado de Methuen, assinado entre Portugal e&nbsp; Inglaterra em 1703, foram estabelecidas novas regras perante o comércio entre ambos os países. Os lanifícios ingleses entrariam livremente em Portugal, e as taxas alfandegárias dos vinhos Portugueses seriam reduzidas para menos de um terço em relação ao que os vinhos franceses pagavam. Isto levou os&nbsp; portugueses a focarem-se mais na viticultura e na sua exportação,e menos no apoio às manufacturas. Com as remessas de ouro vindas do Brasil que chegavam a Portugal permitia pagar as importações do estrangeiro, o desenvolvimento das manufacturas e da agricultura acaba por cair em esquecimento, excepto a produção de vinho.&nbsp;</div><div>	Isto leva ao fim do mercantilismo na primeira metade do século XVII, tornando-se uma exceção em relação a grande parte da Europa.</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-12 20:27:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1519124842</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Exceção Inglesa</title>
         <author>751816</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1519161718</link>
         <description><![CDATA[<div>No século XVII, o desenvolvimento do comércio marítimo e das manufaturas proporcionou à burguesia inglesa grande riqueza. Grande parte desta riqueza foi investida na compra de terras, e passaram assim, e também através de casamentos, a fazer parte da nobreza rural, a gentry.&nbsp;</div><div>A burguesia e a gentry estavam representadas no parlamento, que servia para controlar e limitar o poder do rei.&nbsp; Com o Parlamentarismo, a liberdade económica é estabelecida, não existindo assim o mercantilismo, fazendo a Inglaterra uma exceção em relação ao mercantilismo, que predominava na Europa.</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-12 20:42:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1519161718</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Holanda</title>
         <author>mariabeirao</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1519162142</link>
         <description><![CDATA[<div>Em meados do século XVI, os Países Baixos do Norte eram governados pelo rei espanhol (Filipe II).&nbsp;</div><div>Ao contrário da população espanhola, que tinha aderido ao Calvinismo, Filipe II era Católico. Com isto, começou a perseguir os protestantes. Dada esta situação, começou-se uma aliança entre as sete províncias do norte (Calvinistas) - a União de Utreque - contra Filipe II.</div><div>Em 1581, declararam a sua independência das províncias do sul e do rei de Espanha, pois estes eram católicos. Depois de se declararem independentes, decidiram passaram a chamar-se de Províncias Unidas.</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-12 20:42:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1519162142</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O mercantilismo em Portugal</title>
         <author>mariabeirao</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1519174260</link>
         <description><![CDATA[<div>Portugal, na segunda metade do século XVII, enfrentou uma crise económica. Com isto, "alguém tinha de fazer alguma coisa", por isso D. Luís de Menezes (conde da Ericeira), aplicou  medidas mercantilistas... (já referidas noutros comentários)... A prática destas medidas permitiu o desenvolvimento das manufaturas portuguesas, e ainda fizeram com que se defende-se a produção nacional da concorrência estrangeira. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-12 20:47:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1519174260</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O exemplo Inglês </title>
         <author>774010</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1519202228</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;No século XVI, o desenvolvimento do comércio marítimo e das manufaturas proporcionou à burguesia. Muitos dos seus membros foram investindo na compra de terras, passando assim e também a partir de casamentos a fazer parte da média nobreza rural. A burguesia e a gentry, ativas e empreendedoras, estavam representadas no Parlamento, que controlava e limitava o poder real, empenhando-se na aprovação de leis que beneficiassem os seus negócios. Com o parlamentarismo, a liberdade, a liberdade económica é estabelecida, dela beneficiando, principalmente, a gentry e a burguesia. O ato de navegação de 1651, ao diminuir o poderio holandês no comércio internacional, também beneficiou estes grupos sociais. Em Inglaterra, o estado teve assim uma intervenção económica muito reduzida do que em França, permitindo, por exemplo, a criação de companhias de comércio privadas.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-12 20:59:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1519202228</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Holanda</title>
         <author>774010</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1519280858</link>
         <description><![CDATA[<div>Em meados do século XVI, os Países Baixos do Norte eram governados por Filipe II. Devido à maioria da população ter aderido ao Calvinismo, o rei católico espanhol iniciou uma forte repressão contra os protestantes. Esta situação conduziu a uma aliança entre as sete províncias do norte (União Utreque) contra o rei espanhol.Em 1581 declararam a sua independência de Filipe II. A sua independência só foi reconhecida pela Espanha em 1648, depois de um longo conflito, a Guerra dos Oitenta Anos.</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-12 21:36:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1519280858</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Portugal</title>
         <author>774010</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1519337779</link>
         <description><![CDATA[<div>Portugal, voltou a enfrentar grandes dificuldades económicas na segunda metade do século XVII, quer devido aos elevados gastos com a Guerra da Restauração, quer à diminuição dos lucros do comércio do açúcar e do tabaco brasileiro. Estes produtos passaram a ter a concorrência do açúcar e do tabaco trazidos pelos Holandeses e, depois, pelos Ingleses e Franceses, da América para a Europa,e vendidos a preços mais baixos que os dos Portugueses. Dado que em Portugal, a produção agrícola era fraca e as manufaturas poucas, era com a venda dos produtos coloniais que o país conseguia dinheiro para pagar o elevado volume de produtos importados. Portugal enfrentou, assim, uma grave crise económica na segunda metade do século XVII. Nessa altura, foi então que D. Luís de Menezes, conde da Ericeira e vedor da Fazenda do rei D. Pedro II, pôs em prática algumas medidas mercantilistas:&nbsp;</div><div>Apoiou o desenvolvimento da produção de têxteis&nbsp;</div><div>Publicou leis pragmáticas contra o uso e importação de tecidos e diversos artigos de vestuários considerados de luxo</div><div>Concedeu empréstimos e privilégios a estrangeiros para instalarem em Portugal as suas empresas.</div><div>A aplicação destas medidas permitiu o desenvolvimento das manufaturas Portuguesas.</div><div>Em 1703, Portugal e a Inglaterra assinaram o tratado de Methuen. Com este acordo, os lanifícios ingleses entrariam livremente em Portugal, enquanto os vizinhos portugueses pagariam taxas alfandegárias inferiores (menos um terço) às que os vinhos franceses pagavam ao entrar em Inglaterra.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-12 22:08:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1519337779</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Portugal</title>
         <author>1133819</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1550615183</link>
         <description><![CDATA[<div>Na segunda metade do sec.xv11Portugal enfrentou grandes dificuldades económicas, porque diminuíram os  lucros do comércio do açúcar e do tabaco brasileiro. Holandeses Ingleses e Franceses traziam esses produtos da América para a Europa e eram vendidos a preços mais baixos que os dos portugueses, .Como em Portugal a produção agrícula era fraca e as manufaturas poucas ,o país só conseguia pagar os produtos importados com a venda dos produtos coloniais. Para Controlar a situação , D. Luis de Menezes conde de Ericeira implementou medidas mercantilistas :concedeu empréstimos a estrangeiros para instalarem em Portugal as sua empresas ,apoiou o  desenvolvimento da produção de têxteis  e também publicou leis contra o uso e importação de tecidos e vestuários que considerava de luxo .Com estas medidas as manufaturas foram desenvolvidas e em 1703 o tratado de Methuen foi  assinado entre Portugal e Inglaterra , que decretava que os lanifícios Ingleses circulavam livremente em Portugal por outro lado os vinhos portuguese pagavam taxas alfandegárias mais baixas que as dos vinhos Franceses ao entrar em Inglaterra.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-22 23:24:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1550615183</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Inglaterra</title>
         <author>1133819</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1550615676</link>
         <description><![CDATA[<div>Inglaterra foi considerada devido à sua política um caso de exceção. Muito membros da burguesia foram comprando terras passando assim a partir de casamentos a fazer parte da média nobreza rural&nbsp; A presença da Gentry enriqueceu e ganhou poder por causa dos investimentos em bolsas de valores mercado de companhias e ações. O rei não tinha o poder absoluto pois esses grupos formados por nobres e burgueses enobrecidos controlavam e limitavam o poder real a nível Parlamentar. O poder da Holanda diminuiu no comércio Internacional pois esses grupos foram presenteados com o parlamentarismo ,liberdade&nbsp; económica e o ato de navegação Em Inglaterra a intervenção do estado foi muito reduzida o que permitiu&nbsp; a criação de companhias de comercio privadas</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-22 23:25:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1550615676</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Holanda</title>
         <author>1133819</author>
         <link>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1550615808</link>
         <description><![CDATA[<div>Espanha tinha uma superioridade política devido ao controlo exclusivo dos mares e do comércio ultramarino Assim os países do norte da Europa entram em luta contra essa superioridade porque eles eram protestantes e o rei católico não contribuindo assim para uma estabilidade política .Os calvinistas com a necessidade de impor a sua religião eram perseguidos criando assim uma aliança entre sete províncias nórdicas "União de Utreque" ,que queriam deitar abaixo o governo de Filipe II Tornaram-se independentes .Em 1581  mas a independência só foi reconhecida pela Espanha em 1648 após a guerra dos oitenta anos. Holanda era a província mais bem sucedida das Províncias Unidas. Dedicava-se ao comércio, à produção de têxteis ,de mobiliário e à construção naval .Tinham já na época uma grande mentalidade de poupança e acumulação de lucros. Investiam todos os seus lucros no desenvolvimento de novos negócios. Também aproveitavam o lucro obtido no comércio para desenvolver as manufaturas e a agricultura.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-22 23:25:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mjoaogama/mqro8rnrxig37xgf/wish/1550615808</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
