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      <title>UC Redes para o Empreendedorismo e Cidadania Global by Liliana Seixas</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-03-14 11:41:35 UTC</pubDate>
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         <title>3 - Vamos refletir sobre:</title>
         <author>realseixas</author>
         <link>https://padlet.com/realseixas/mqigpdp0xvam79ly/wish/3366303614</link>
         <description><![CDATA[<p>“A revolução da tecnologia da informação foi essencial para a implementação de um importante processo de reestruturação do sistema capitalista a partir da década de 1980” (Castells, 2022,p.71).</p><p>&nbsp;E agora, em 2025, o mundo parece caminhar para uma configuração política, econômica e social, (guerra comercial, movimentos contra a imigração etc.), Como podemos entender o conceito de “rede” adotado por Castells refletindo na comunicação e nos negócios com essa nova configuração?</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-14 11:41:35 UTC</pubDate>
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         <title>4 - Vamos refletir sobre:</title>
         <author>realseixas</author>
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         <description><![CDATA[<p>Poder-se-ia falar do nascimento de uma nova forma de comunidade, que reuniria as pessoas online acerca de valores e interesses compartilhados, criando laços de apoio e amizade através dos espaços físicos mais longínquos possíveis ou próximos e que poderiam se estender à interação face a face, como previsto no livro The virtual community (RHEINGOLD, 1993, in CASTELS, 2003, p. 100).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-14 11:41:35 UTC</pubDate>
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         <title>1 - Vamos refletir sobre:</title>
         <author>realseixas</author>
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         <description><![CDATA[<p>Que papel a tecnologia deve desempenhar nas futuras transformações sociais?</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-14 11:41:35 UTC</pubDate>
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         <title>2. Vamos refletir:</title>
         <author>realseixas</author>
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         <description><![CDATA[<p>É possível identificar um padrão ou ciclo de transformação histórica impulsionado pela&nbsp;tecnologia?</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-19 11:32:04 UTC</pubDate>
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         <title>5 - Para concluir o tema Ecossistema Empreendedor - Professora Josefa </title>
         <author>realseixas</author>
         <link>https://padlet.com/realseixas/mqigpdp0xvam79ly/wish/3407160733</link>
         <description><![CDATA[<p>Para concluirmos o tema sobre Ecossistema Empreendedor, compartilho com vocês um trabalho que estamos fazendo, analisando o Ecossistema de inovação em Ilhéus. Os gráficos apresentados a seguir é um radar que avalia cinco dimensões: Governança, políticas públicas, ICT, Capital e Programas e Ações.</p><p>Vou encaminhar aqui o resultado do Radar de cada dimensão. A linha preta representa a situação atual dos "Ambientes de Inovação" avaliados. Ok?</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://crasp.gov.br/admpro//site/materias-em-destaque/pequeno-sim-sem-planejamento-nunca">https://crasp.gov.br/admpro//site/materias-em-destaque/pequeno-sim-sem-planejamento-nunca</a></p><p><br></p><p>Nesse cenário, como as PMEs brasileiras podem participar de redes de negócios?</p><p><br></p><p>Nota: mais dados em baixo, nas mensagens seguintes. </p><p>Imagem: 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-12 15:11:20 UTC</pubDate>
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         <title>7 - Análise de redes como ferramenta de gestão para empreendimentos interorganizacionais</title>
         <author>luizturmina</author>
         <link>https://padlet.com/realseixas/mqigpdp0xvam79ly/wish/3482548036</link>
         <description><![CDATA[<p>O artigo discute como a análise de redes pode ser uma ferramenta útil na gestão de projetos interorganizacionais, com foco em inovação, usando como estudo de caso o Arranjo Promotor de Inovação em Nanotecnologia (API.nano), situado no polo tecnológico de Florianópolis. </p><p><br></p><p>A ideia central é que o progresso científico e tecnológico depende cada vez mais da cooperação entre empresas, universidades e governo, e que essa colaboração precisa de um modelo de gestão bem estruturado.</p><p><br></p><p>Os autores defendem que, mais do que os conhecimentos técnicos isolados dos participantes, são as conexões entre eles que impulsionam o sucesso de redes de inovação. Com base em conceitos como maturidade organizacional (capacidade de gestão coletiva e governança) e resiliência de rede (capacidade de se adaptar a mudanças ou perdas de agentes), a pesquisa buscou analisar como os atores se relacionam, quais são os mais influentes e como as relações impactam a sustentabilidade da rede.</p><p><br></p><p>A análise utilizou métricas técnicas (como grau de conexão, centralidade e modularidade) para mapear as interações entre laboratórios, empresas e instituições públicas. Os resultados mostraram que a UFSC exerce um papel central, com grande parte da rede dependendo de seus laboratórios. Apesar disso, muitas conexões já existiam antes mesmo da criação formal do API.nano, revelando um potencial de cooperação ainda pouco organizado.</p><p><br></p><p>A conclusão é que, embora exista uma cultura de colaboração entre os agentes, falta uma gestão integrada da rede. Isso a torna vulnerável, especialmente se os principais nós forem desconectados. Para fortalecer essa estrutura, os autores sugerem a adoção de um modelo formal de governança e a promoção de maior integração entre as comunidades da rede, além do reconhecimento estratégico do papel dos participantes menos visíveis.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-08 21:00:15 UTC</pubDate>
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         <title>6 - Rio Grande do Sul, Brasil</title>
         <author>luizturmina</author>
         <link>https://padlet.com/realseixas/mqigpdp0xvam79ly/wish/3482551876</link>
         <description><![CDATA[<p>Aqui no Rio Grande do Sul, estado onde eu moro, temos, atualmente, o Programa Redes de Cooperação e o Programa Arranjos Produtivos Locais, ambos executados e patrocinados pelo Estado do RS, onde trabalho. </p><p><br></p><p>O programa Redes de Cooperação foi o “pai” para o Programa Arranjos Produtivos Locais e para o Projeto Extensão Produtiva e Inovação – eu trabalhava em ambos. </p><p>Todos faziam parte do Sistema de Desenvolvimento RS, cujo objetivo era promover o crescimento e o desenvolvimento da economia, adensar cadeias produtivas (inovação, tecnologia – produção de insumos, peças, componentes no RS – agregação de valor), e reduzir disparidades regionais de renda.</p><p><br></p><p>O Projeto Extensão Produtiva e Inovação já foi descontinuado, e tinha como objetivo fornecer assessoria, consultoria e capacitação direta às empresas, cooperativas e outros empreendimentos, de pequeno e médio porte, atendidas pelos programas. Funcionava como um suporte “extra” para as empresas dos dois programas.</p><p><br></p><p><strong>Redes de Cooperação</strong></p><p>O programa visa promover a cooperação entre empresas, estimular o empreendedorismo e fornecer suporte técnico para criar e fortalecer redes empresariais. Pequenas e médias empresas organizam-se em redes para atuar conjuntamente, superando fragilidades sem perder a autonomia individual. A Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico e universidades oferecem metodologia e consultores especializados, acompanhando e fornecendo ferramentas para apoiar as redes. Entre os benefícios estão estratégias conjuntas de marketing, maior poder de mercado, aumento da produtividade, redução de custos, inovação colaborativa e troca constante de experiências. No Rio Grande do Sul, já existem mais de 280 redes, envolvendo cerca de 8 mil empresas, sendo uma referência nacional no tema.</p><p><br></p><p><strong>APLs - Arranjos Produtivos Locais</strong></p><p>Os Arranjos Produtivos Locais (APLs) são uma política pública desenvolvida com o objetivo de estimular e apoiar a organização produtiva de empresas, produtores e instituições que atuam em um mesmo território e setor econômico. Esses atores locais mantêm vínculos de cooperação, possuem produtos semelhantes, compartilham insumos, tecnologias e mercados, o que permite o desenvolvimento conjunto e sustentável da região.</p><p><br></p><p>Através dos APLs, busca-se promover o desenvolvimento econômico regional de maneira integrada e estratégica. Os territórios definem prioridades próprias para o seu crescimento econômico e social, contando com apoio governamental para coordenar ações e estabelecer estratégias específicas. </p><p><br></p><p>Entre os principais benefícios dos APLs estão o aumento da eficiência produtiva, ampliação da renda local e o fortalecimento das capacidades técnicas e organizacionais das comunidades. A governança regional é estimulada, com participação ativa das comunidades locais na definição dos objetivos e rumos de desenvolvimento econômico. Fatores internos e locais (endógenos) são especialmente valorizados, pois permitem maior agregação de valor e apropriação da renda pela própria comunidade.</p><p><br></p><p>Em síntese, os APLs são espaços de cooperação estratégica que promovem o crescimento econômico e social das regiões, geram externalidades positivas para as comunidades envolvidas e fortalecem a integração entre empresas, universidades, instituições públicas e privadas.</p><p><br></p><p><strong>Resumo</strong></p><p>Ambos os programas buscam fomentar a cooperação entre empresas, instituições e atores econômicos locais. Eles promovem ações coletivas e estratégias conjuntas para aumentar a eficiência produtiva, estimular a inovação e melhorar o desempenho econômico regional, reduzindo disparidades sociais e econômicas.</p><p><br></p><p>Ambos os programas se baseiam no princípio fundamental da cooperação econômica. Enquanto as Redes unem pequenas e médias empresas em estruturas conjuntas, preservando a autonomia decisória individual, os APLs envolvem uma variedade mais ampla de agentes (empresas, produtores, instituições públicas e privadas), organizados territorialmente em torno de uma cadeia produtiva específica.</p><p><br></p><p>Ambos os programas têm como foco estratégico a inovação tecnológica, capacitação técnica e aprimoramento contínuo dos participantes. O extinto Projeto Extensão Produtiva e Inovação era um exemplo concreto dessa visão conjunta, atendendo diretamente empresas inseridas tanto nas Redes quanto nos APLs.</p><p><br></p><p>Ambos os programas geram benefícios semelhantes e complementares, como ampliação do poder de mercado, maior produtividade, redução de custos, agregação de valor local e geração de externalidades positivas que impactam diretamente a qualidade de vida e o desenvolvimento socioeconômico das regiões envolvidas.</p><p><br></p><p>Em síntese, Redes de Cooperação e Arranjos Produtivos Locais estão fortemente interligados e são complementares. Ambos fazem parte de uma estratégia integrada de desenvolvimento econômico que, por meio de uma rede local, de cooperação, com inovação e com governança regional, promove crescimento econômico sustentável, inclusão social e redução das desigualdades regionais no Rio Grande do Sul.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://desenvolvimento.rs.gov.br/redes-de-cooperacao">https://desenvolvimento.rs.gov.br/redes-de-cooperacao</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://desenvolvimento.rs.gov.br/apl">https://desenvolvimento.rs.gov.br/apl</a></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-08 21:14:50 UTC</pubDate>
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