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      <title>Dedico - Laiane Lima Oliveira  by Laiane Oliveira</title>
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      <description> Um espaço de aprendizado e reflexão sobre as aulas do componente; Saúde, Cuidado e Qualidade de Vida 2021.1 </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-12-15 00:14:23 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação </title>
         <author>laianeoliveir50</author>
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         <description><![CDATA[<div>Olá pessoal!!</div><div>Me chamo Laiane Oliveira, tenho 21 anos e sou de Santo Antônio de Jesus.&nbsp;</div><div>Sou discente do BIS com terminalidade em enfermagem.&nbsp;</div><div>Nesse espaço, vou tentar passar da melhor forma possível minhas percepções sobre as aulas realizadas pela professora Diana sobre o componente, Saúde, Cuidado e Qualidade de Vida, usando algumas ferramentas para que o processo seja leve e proveitoso.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-15 00:59:49 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução </title>
         <author>laianeoliveir50</author>
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         <description><![CDATA[<div>Pelo dicionário o dedico é um ato de ter empenho, sacrifício, entregar-se e dedicação, com isso, este dedico foi criado para se dedicar há um único propósito, repassar os meus saberes sobre as aulas do componente e assim compartilhar saberes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-15 01:17:03 UTC</pubDate>
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         <title>Eixo 01: Antropologia do Corpo, da Saúde e da Morte</title>
         <author>laianeoliveir50</author>
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         <description><![CDATA[<div>Aula 01: O corpo como um fenômeno cultural;<br>Aula 02: Antropologia da Morte;<br>Aula 03: A construção social do conceito de saúde e doença;<br>Aula 04: Humanização do cuidado em saúde.&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-15 01:37:22 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 01: O corpo como fenômeno cultural</title>
         <author>laianeoliveir50</author>
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         <description><![CDATA[<div>Com base na leitura do capitulo "O corpo Sígnico" de Jaqueline Ferreira vai apresentar como o corpo se manifesta em diferentes culturas e grupos sociais, que assim, vão poder se relacionar e até mesmo explicar as causas de saúde e doença.&nbsp;<br>Podemos pensar o corpo como uma leitura do convívio social daquele indivíduo ou melhor dizendo, algumas possíveis leituras distintas daquele convívio, assim sendo, um objeto de importante estudo e um ótimo representante das manifestações que foram marcadas nele próprio, como a saúde, a doença, a alegria, o ser forte, ou seja, ao corpo aplicamos sentimentos.&nbsp;<br>O corpo é como se fosse um espelho, onde reflete tudo o que se aprende da própria cultura do individuo e ao mesmo tempo, pode ser influenciado por outras. Com isso, a imagem escolhida para representar essa aula, foi a do personagem da Disney chamado Mogli. Mesmo este menino que foi criado por lobos, incorporou em sua criação características próprias da "cultura" da&nbsp; alcateia, onde o menino se encontra sobre quatro patas e interagindo com um filhote de elefante, assim confirma que, grandes partes das características adquiridas são oriundas do meio, declaro que o corpo é uma construção social.&nbsp;<br><br>Referência<br><br>&nbsp;FERREIRA, Jaqueline. O corpo sígnico. In MCS Minayo &amp; PC Alves (orgs.). Saúde, doença: um olhar antropológico. Rio de Janeiro: Fiocruz, 1998;<br><br>Imagem retirada do filme Mogli o menino lobo.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-05 14:27:16 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 02: Antropologia da Morte</title>
         <author>laianeoliveir50</author>
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         <description><![CDATA[<div>O texto escrito por Inajara Kaona Weiss traz como discussão os diferentes rituais funerários exercidos em diversas culturas e sociedades. Onde, para o coletivo é um momento de luto, perda e tristeza, pois uma pessoa querida partiu, com isso, é importante mencionar que cada cultura tem forma diferente de enfrentar a morte e até mesmo de se sentir conectado e não deixar que as memorias do ente querido sejam esquecidas.&nbsp;<br>Tendo isso em vista, escolhi um vídeo sobre o filme da Disney "Viva a vida é uma festa" que demonstra como é a antropologia da morte dos mexicanos, onde todo o ano nos dias 1º e 2º de novembro os familiares se encontram para celebrar, o que para eles seria um momento de encontro, de confirmar que sempre estaremos próximos de quem desencarnou. Tudo isso por um motivo,&nbsp; o desejo de confirmar para os mortos que está tudo bem com os vivos. Por isso, é preciso ter alegria, música, bebida e comida, uma celebração da vida, que ressalta o nascimento.&nbsp;<br>Por fim, é importante respeitarmos cada forma como é celebrada ou vivido o luto das diferentes culturas. &nbsp;<br><br>Referência<br><br>WEISS, I. K. As faces da morte: um estudo antropológico das variadas formas de inumação. In: Revista Alamedas, v. 2, n. 1, 2014, p. 37-49. Disponível em: http://e-revista.unioeste.br/index.php/alamedas/article/view/10137 Acesso em: 22 mai. 2021.<br><br>Cena do filme da Disney, Viva a vida é uma festa<br>https://www.youtube.com/watch?v=onzmMexYqUk</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=onzmMexYqUk" />
         <pubDate>2022-02-05 14:27:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aula 03: A construção social do conceito de saúde e doença</title>
         <author>laianeoliveir50</author>
         <link>https://padlet.com/laianeoliveir50/mq8b1hkwmtgvevzw/wish/2030676840</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A partir da leitura do texto e da aula que a professora Diana falou sobre a questão de saúde e doença, vou trazer aqui sobre o que eu, Laiane achava sobre o que seria saúde e doença, ou seja, minha construção social sobre esse tema.<br>Quando estava assistindo a aula me questionei sobre o que realmente eu achava sobre saúde e doença, logo me veio a mente sobre alimentação saudável e a presença de uma doença patológica. Por tanto, pude perceber que saúde e doença vai muito além do que um simples conceito mas sim, uma ideia que se modifica a cada pessoa questionada por se conectar com o convívio social e individual da mesma. Então, pude chegar a conclusão que saúde e doença não se tem uma definição certa e universal para todos mas, aprendi que saúde seria o bem estar econômico, você poder fazer o que gosta e ao mesmo tempo ganhar o dinheiro, como uma consequência, o bem estar de lazer, estar perto de pessoas que você ama principalmente a sua família, o bem estar da alimentação, o bem estar social, respeitar as diferenças e fazer a sua parte para uma sociedade melhor e o principal, o bem estar individual, o qual você se ama, cuida da mente, assim cuidando do meio interno e externo, já a doença seria o desequilíbrio de todos os fatores mencionados anteriormente.&nbsp;<br>&nbsp;Com isso, a representação na capa dessa aula mostra que o medico representa a saúde e a morte representa a doença, isso tudo ,pois em muitos casos a população acredita que estar saudável é estar sem qualquer tipo de doença, ou seja, quando o médico lhe diz que você esta sem enfermidade aí associa estar com saúde e a doença sendo representada pela morte, pois a identificam como algo ruim, algo mal. &nbsp;<br><br><br>Referência&nbsp;<br><br>NUNES, E. D. A doença como processo social. In: CANESQUI, A. M. (Org). Ciências Sociais e Saúde para o ensino médico. Fapesp, 2000;<br><br>Imagem retirada do google imagens<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-05 14:28:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aula 04: Humanização do cuidado em saúde</title>
         <author>laianeoliveir50</author>
         <link>https://padlet.com/laianeoliveir50/mq8b1hkwmtgvevzw/wish/2030677359</link>
         <description><![CDATA[<div>O ato de cuidar vai muito além do que uma simples receita ou um simples atendimento no hospital.&nbsp;<br>Como diz Pedro Habacuk:&nbsp;</div><blockquote>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<em><sup>&nbsp;"Humanização é uma das chaves. As pessoas estão cansadas de receitas&nbsp; &nbsp; &nbsp; prontas. Querem algo pessoal. Mais sensível. Uma linguagem mais clara e menos robótica. " &nbsp;</sup></em></blockquote><div>Essa frase é o resumo do que o indivíduo espera de cada atendente, seja ele médico, enfermeiro, atendente de posto de saúde ou qualquer outro profissional da saúde. Humanizar a saúde significa a preservação da integridade física e moral daquele ser que está ali para receber o serviço, confirmando, ou melhor, concretizando à igualdade da assistência à saúde , sem qualquer tipo de preconceito ou até mesmo privilégios de qualquer espécie sempre olhando para o lado humano do paciente, sem deixar com que a doença que levou o individuo até aquele local seja a única coisa que realmente importa.&nbsp;<br>Toda essa política de humanização tem como principal objetivo além dos que já mencionei anteriormente, de buscar e por em pratica os princípios dos SUS no cotidiano dos serviços de saúde buscando produzir mudanças no modo de gerir e cuidar.&nbsp;<br><br>Referência<br><br>FONTES, P. A. de C. Ética, direito dos usuários e políticas de humanização da atenção à saúde. IN: Saúde e Sociedade, v.13, n.3, set-dez 2004, p.30-35. Disponível em: https://www.scielo.br/j/sausoc/a/8GZ4zMCW6FhzZZw7CzdtF4n/?format=pdf&amp;lang=pt Acesso em: 29 mai. 2021<br><br>Imagem retirada do google</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-05 14:28:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Eixo 02: Cura e Tecnologias do cuidado </title>
         <author>laianeoliveir50</author>
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         <description><![CDATA[<div>Aula 05: Autoatenção e intermedicalidade: noções antropológicas sobre a saúde;<br>Aula 06:&nbsp; Itinerários terapêuticos, projetos de cuidado e tecnologias do cuidado em saúde.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-05 16:09:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula 05: Autoatenção e intermedicalidade: noções antropológicas sobre a saúde</title>
         <author>laianeoliveir50</author>
         <link>https://padlet.com/laianeoliveir50/mq8b1hkwmtgvevzw/wish/2031064858</link>
         <description><![CDATA[<div>Eduardo Menéndez explica que:</div><blockquote>"Pelo qual a autoatenção refere-se ás atividades que a população utiliza opara diagnosticar, explicar, atender, controlar, aliviar, aguentar, curar,solucionar ou prevenir os processos que afetam sua saúde."&nbsp;</blockquote><div><br>Com base nessa frase, o intuito do texto "Cosmologia e Intermedicalidade" foi de mostrar através do objeto de pesquisa a etnografia, sobre as práticas de saúde na aldeia Kwatá, localizada no Rio Canumã, no município de Borba, Amazonas, Brasil com intuito de conhecer&nbsp; as relações e redes de apoio mutuo e cuidados a parte das práticas de autoatenção ás enfermidades entre os índios Munduruku, tudo isso sendo observado ao longo do seu cotidiano. E tudo vai de encontro a uma roda de aprendizado indica no vide "</div><h1>Diálogos entre saberes e sistemas de cura - Unifesp 25 anos", onde você dá assistência a saúde há aquela aldeia, você pesquisa como eles vivem e o que seria saúde para eles e por fim, você ensina e também é ensinado, havendo assim uma troca de saberes, por isso, a importância da pesquisa através do estudo da etnografia para haver essa troca. &nbsp;</h1><div>Pensando nisso, não é só os povos indígenas, mas cada povo tem um modo de pensar sobre a saúde e doença, assim tem o seu sistema de cura e aqueles que são tidos como especialistas portanto, para os povos indígenas não existe um único pajé, muitas pessoas atuam como produtores de saúde e um desses produtores são os agentes de saúde indígenas que aprendem com os outros outros agentes que  vão para as aldeias colaborar com os mesmos. </div><div><br><br><br><br>Referência<br><br>SCOPEL, D.; DIAS-SCOPEL, R. P.; WIIK, F. B. Cosmologia e Intermedicalidade: o campo religioso e a autoatenção às enfermidades entre os índios Munduruku do Amazonas, Brasil. Revista Tempus Actas de Saúde Coletiva, v. 6, n. 1, 2012. Disponível em: https://www.tempusactas.unb.br/index.php/tempus/article/view/1141/1046&nbsp;<br><br>Vídeo:&nbsp;</div><h1>Diálogos entre saberes e sistemas de cura - Unifesp 25 anos, acesso https://www.youtube.com/watch?v=L-UUJAjN-Ss</h1>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-06 01:46:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aula 06: Itinerários terapêuticos , projetos de cuidado e tecnologias do cuidado em saúde  </title>
         <author>laianeoliveir50</author>
         <link>https://padlet.com/laianeoliveir50/mq8b1hkwmtgvevzw/wish/2031065457</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando falamos sobre Itinerários terapêuticos, é a forma com que devemos pensar no "paciente", como um todo, não só a ocasionalidade que o levou naquele lugar, pensar nas suas fragilidades, na sua vida, nas suas ações, nos seus problemas e na seu cotidiano.&nbsp; Como disse Alvez; Souza:</div><blockquote><sup>"O estudo sobre itinerários terapêuticos aponta para a importância da experiência vivida pelos sujeitos no processo de enfermidade e multiplicidade de caminhos e escolhas nesse processo."</sup></blockquote><div>Tudo isso, para quebrar o paradigma que o "paciente" não poderia contribuir para o seu processo terapêutico, que só o médico tinha o conhecimento principalmente o&nbsp; da medicina e nada além disso poderia interferir.&nbsp;<br>Todo esse processo tem como principal função a consolidação do SUS, sua manutenção e aprimoramento, que visa justamente essa parte mais humanizada dos atendimentos a busca pela equidade, revelando a importância da mudança do olhar dos profissionais sobre a participação dos usuários no processo de produção de cuidado. Porém, ainda há um grande obstáculo a serem superados presentes nas práticas de cuidado e formação profissional, dentre os mesmos esta a heterogeneidade na formação técnica do profissional e também a multiplicidade de linguagens tradicionais com a disputa no agir em saúde. <br><br><br>Referência<br><br>MÂNGIA, E.; MURAMOTO, M. Itinerários terapêuticos e construção de projetos terapêuticos cuidadores. Revista de Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo, v. 19, n. 03, 2008, p. 176-182. Disponível em: https://doi.org/10.11606/issn.2238-6149.v19i3p176-182&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-06 01:48:32 UTC</pubDate>
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         <title>Agradecimento</title>
         <author>laianeoliveir50</author>
         <link>https://padlet.com/laianeoliveir50/mq8b1hkwmtgvevzw/wish/2031065717</link>
         <description><![CDATA[<div>Através dessa imagem venho aqui agradecer a professora Diana por dividir todo o seu conhecimento, onde sempre valoriza a horizontalidade e a troca de conhecimentos. Agradeço também á todos os colegas pelas trocas de conhecimentos ao logo de todas as aulas e também quero agradecer pela ajuda indireta na construção do meu conhecimento para a construção do meu dedico, que foi todo construído através desse compartilhamento.&nbsp;<br>Espero que possamos nos encontrar no semestre que vem presencial, um beijo para todos!</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-06 01:49:21 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Conclusão</title>
         <author>laianeoliveir50</author>
         <link>https://padlet.com/laianeoliveir50/mq8b1hkwmtgvevzw/wish/2040813726</link>
         <description><![CDATA[<div>O dedico apresentado pela professora Diana através do componente Saúde, Cuidado e Qualidade de Vida, trouxe discussões significativas para o entendimento da saúde, da antropologia e do corpo.&nbsp; Com isso, todos os textos apresentados, todos os vídeos e todas as aulas colaboraram para um aprendizado, ou melhor, uma visão critica a cerca dos debates levantados e tantos outros que atravessaram a nossa vida acadêmica, fazendo com que saímos da nossa zona de conforto e busque cada dia mais aprendizados. Não deixando de lembrar que com todo esse conhecimento adquirido, temos a obrigação de sermos bons profissionais da saúde e aqueles que sempre olha para o humano.&nbsp; &nbsp;<br>E para finalizar, como diz na imagem devemos sempre cultivar o nosso conhecimento aprimorando sempre&nbsp; através da troca, para que no futuro possamos fazer uma boa colheita.&nbsp;<br><br>Fonte da imagem:<br><br>Google, dos provérbios africanos</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-10 17:42:12 UTC</pubDate>
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