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      <title>Carol F. - Portifólio - PARTE 2 by Caroline Freitas De Oliveira Silva</title>
      <link>https://padlet.com/carolinefreitas1/mov9sx76eeqa0n1i</link>
      <description>Sobre processos de (re)territorialização</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-12-03 14:38:15 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-05-09 12:54:40 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Construção</title>
         <author>carolinefreitas1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Por aqui, nos últimos anos surgiram novas construções, muito diferentes das presentes no bairro, mas bem parecidas ao padrão das construções de grandes centros residenciais e comerciais.<br>As construções, apesar de estar a serviço de instâncias outras das presentes aqui, é feita por mãos de pessoas oriundas desse bairro ou de bairros de modos de vida semelhante. Essas pessoas, muitas vezes sem formação técnica acerca do que fazem, guardam uma <strong>forma </strong>de fazer herdada da classe popular, com toda suas riquezas e misturas culturais, mas ainda furtadas ao conhecimento técnico/acadêmico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 14:48:54 UTC</pubDate>
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         <title>Estética</title>
         <author>carolinefreitas1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Muita diversidade sempre existiu por aqui. Possível perceber isso apenas circulando nas ruas. Cada casa com seu tamanho, cor e estilo. Cada pessoa com seu jeito de ser....<br>De um tempo para cá, edificações padronizadas, que se vê em todo lugar, têm disputado o espaço físico com as pequenas casas. Não posso negar que nova aparência surgiu... O que ela diz sobre esse movimento? O que ela diz sobre o bairro?</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 14:50:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carolinefreitas1</author>
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         <pubDate>2020-12-03 14:52:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>carolinefreitas1</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 14:53:09 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre Patrimônio como Território - Por Muniz Sodré</title>
         <author>carolinefreitas1</author>
         <link>https://padlet.com/carolinefreitas1/mov9sx76eeqa0n1i/wish/983949512</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>A palavra patrimônio encontra aqui um <strong>lugar </strong>próprio. Ela tem em sua etimologia o significado herança: é um bem ou conjunto de bens que se recebe do pai (pater, patri). Mas é também uma metáfora para o legado de uma memória coletiva, de algo culturalmente comum a um grupo."<br>O termo tem sido utilizado, entretanto, como categoria sociológica, que incorpora um conjunto de particularidades atuantes na aquisição e na transmissão da riqueza e do poder. A noção de patrimônio abrange, assim, tanto bens físicos (uma loja, uma fazenda, dinheiro etc.) quanto a competência técnica ou o <em>lugar social </em>que conquistam determinadas famílias ou grupos. Não se pode compreender a lógica patrimonialista por critérios puramente econômicos, uma vez que aí se entrecruzam determinantes étnicos, políticos, simbólicos.<br>Na verdade, o patrimônio, qualquer patrimônio, pode mesmo ser concebido como um <em>território</em>.</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 14:53:37 UTC</pubDate>
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         <title>Corpo- Pambu Nzila: Poéticas ancestrais</title>
         <author>carolinefreitas1</author>
         <link>https://padlet.com/carolinefreitas1/mov9sx76eeqa0n1i/wish/983951406</link>
         <description><![CDATA[<div>O corpo ocupa um espaço, assim com uma casa ou um prédio... O corpo precisa de um espaço... Qual a diferença de um corpo para o outro? Qual a potência de cada corpo que ocupa um espaço? Qual a potência de cada corpo que deixa de ocupá-lo? Qual a potência de cada corpo território? Como fazer do corpo, território?<br><br></div><blockquote>'O corpo é um portal que, simultaneamente, inscreve e interpreta, significa e é significado, sendo projetado como continente e conteúdo, local, ambiente e veículo da memória' (Martins, 2002, p.89). A professora Leda Maria Martins nos faz refletir acerca da problemática da capacidade de metamorfose desse corpo-Pambu Nzila, vista a breve descrição de um final de semana de rituais no terreiro. É um corpo que ensina e aprende, que se relaciona com o sagrado, ao passo que não interrompe sua atividade – muitas vezes bastante mecânica. Corpo portal é uma metáfora interessante, pensando na dimensão de reinvenção de que esses corpos são capazes. Não são corpos padronizados, mas singulares, com limitações pessoais, curvas, formas, histórias, cicatrizes, dores e habilidades nem sempre encontradas no cotidiano.<br>(...)<br> É um corpo que se contorce, se expande, encolhe, estica, contagia e se reconstrói. Esse corpo disponível reúne princípios importantes para que pensemos no conceito de Afrocênica, bem como qualidades essenciais aos atuantes</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 14:53:59 UTC</pubDate>
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         <title>Muros da cidade - Lugares de jogo. A subversão como caminho de (re)apropriação do território.</title>
         <author>carolinefreitas1</author>
         <link>https://padlet.com/carolinefreitas1/mov9sx76eeqa0n1i/wish/983961132</link>
         <description><![CDATA[<div>O pixo é um fenômeno e intervenção estética que, para os pixadores, têm um caráter contestatório. Contesta tanto o própria forma negativa que eles e sua intervenção têm na sociedade, quanto regras e modos de vida que incidem sobre eles ou as quais deles são furtados. <br>Geralmente os pixadores são pessoas das periferias, que fazem de um local do centro um <em>point</em>, onde promovem encontros e marcam novos pixos. Além do centro estar presente como ponto de encontro, ainda é um foco das pixações, no qual ter sua marca ali representa uma maior vizibilidade e maior risco vivido. <br>Esta breve e superficial explicação já nos dá uma indicação das disputas de cidade que acontecem nos muros, onde pessoas que, normalmente, não tem direto à cidade, se fazem presentes e reinvindicam seu espaço através de suas <strong>marcas</strong>. <br>Quais devem ser os impactos nas subjetividades dessas pessoas vendo-se presente de alguma forma em locais negados a eles?<br>Quais devem ser os efeitos em pessoas que se identificam com o não lugar dos pixadores?<br>Quais devem ser os efeitos estéticos do pixo?</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 14:55:53 UTC</pubDate>
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         <title>KBELA</title>
         <author>carolinefreitas1</author>
         <link>https://padlet.com/carolinefreitas1/mov9sx76eeqa0n1i/wish/983965539</link>
         <description><![CDATA[<div>"Um olhar sensível sobre a experiência do racismo vivido cotidianamente por mulheres negras. A descoberta de uma força ancestral que emerge de seus cabelos crespos transcendendo o embranquecimento. Um exercício subjetivo de autorepresentação e empoderamento."</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 14:56:45 UTC</pubDate>
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