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      <title>O Conto de Aia - Mural by </title>
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      <description>Textos criados a partir de temas apresentados no conto &quot;A Aia&quot; de Eça de Queiroz</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-03-03 10:28:37 UTC</pubDate>
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         <title>O luto de Aia</title>
         <author>luizaverneckribeiro</author>
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         <description><![CDATA[<div>- Frase do filme Elena,de Petra Costa <br><br>O luto é um processo complexo e individual que envolve a perda de alguém significativo em nossas vidas. O conto "A Aia", de Eça de Queiroz, retrata de forma realista a experiência do luto e suas consequências emocionais e psicológicas.<br><br>A personagem principal, a Aia, perde seu filho único, a quem dedicou toda a sua vida e amor. Sua dor é intensa e ela se recusa a aceitar a morte do filho, vivendo em uma constante negação e alienação da realidade. Ela se torna uma figura solitária e amarga, perdendo a esperança e a alegria de viver.<br><br>"Salvei o meu príncipe, e agora — vou dar de mamar ao meu filho!&nbsp;<br>E cravou o punhal no coração." - diz Queiroz<br><br>O conto também retrata a forma como o luto pode afetar as relações entre as pessoas. A Aia se torna hostil e distante com a família que a emprega, criando um abismo emocional entre eles. Seus patrões, por sua vez, parecem ignorar a dor da Aia e a tratam com desdém e insensibilidade.<br><br>Além disso, "A Aia" nos mostra como a religiosidade pode ser um meio de conforto para as pessoas em luto. A Aia encontra consolo na oração e nas cerimônias religiosas, mas mesmo assim sua dor persiste.<br><br>O conto de Eça de Queiroz nos faz refletir sobre a importância de oferecer apoio emocional e compreensão às pessoas em luto. Também nos alerta sobre os perigos da negação e da alienação em relação à dor da perda, e sobre a importância de lidar com o luto de forma saudável para poder seguir em frente com a vida.<br><br>O Setembro Amarelo realizado pelo governo,é uma campanha importante que visa conscientizar a população sobre a prevenção do suicídio. Para evitar que isso aconteça, é fundamental falar abertamente sobre o assunto e oferecer apoio emocional e psicológico para aqueles que estão passando por momentos difíceis. Também é importante que a sociedade esteja atenta aos sinais de alerta e saiba como agir caso perceba que alguém próximo está com comportamento suicida. A prevenção do suicídio é uma responsabilidade de todos nós e devemos nos unir para lutar contra esse problema.<br><br>Diferentemente da Aia,nós ainda temos uma chance de procurar ajudar.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-03 13:30:14 UTC</pubDate>
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         <title>Texto argumentativo - A Aia</title>
         <author>demunersoares</author>
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         <description><![CDATA[<div>Historicamente, sempre houveram diversos tipos de fidelidade, dês das relações de suserania e vassalagem, durante o período feudal nos séculos V a XV; até o convívio do trabalhador diante de seu patrão.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Contudo, dependendo da forma pela qual a relação é estruturada desconstrói o conceito comum de fidelidade, onde imagina-se que deve sempre haver um vínculo saudável entre os envolvidos. Assim como, se é apresentado no conto “A Aia” de Eça de Queirós, nele há uma personagem serva da família real que cuidava do príncipe com meses de vida, na qual também era sua ama de leite.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Ao longo do enredo percebe-se que existe uma relação de devoção entre a Aia e os membros da realeza. Com a morte do rei, pode ser reparado que a fidelidade dela se torna ainda maior diante do risco de perder o príncipe, que estava sendo procurado por inimigos que invejavam o trono. Há um momento do texto que ocorre uma grande divergência, cuja a serva se vê obrigada a escolher entre a vida de futuro rei e de seu filho. No final da trama a mesma se encontra extremamente abalada a ponto de tirar sua própria vida, por tomar uma atitude em nome reino sem pensar tanto em si.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Com esta análise é perceptível que há uma lealdade construída de forma abusiva porque a serva mesmo que fosse bem tratada não recebia nada em troca além do mínimo, tornando-a uma escrava,sem consciência disso.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Tal qual, na obra de George Orwell, “1984”, a sociedade vive restritamente a mercê do governo. O personagem principal, Winston, viveu uma infância em um sistema diferente, portanto suas memórias vagas e o costume de viver sendo observado fez com que ele se tornasse,às escondidas, um opositor do poder, apesar de não expressar sua revolta de forma pública. Enquanto isso, os outros indivíduos a sua volta mostravam-se completamente devotos ao governo que os oprimiam de maneira manipuladora.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; Logo, ambas as obras literárias são exemplos de pensamentos utópicos que&nbsp;</div><div>trazem a falsa impressão de algo positivo, quando na verdade trata-se de controladoria.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A partir deste contexto, pôde-se igualar na atualidade que a política se tornou muito radicalista. Ainda mais quando é perceptível o fanatismo de diversas pessoas pelas figuras políticas, o que leva a uma fidelidade que torna as mesmas fechadas a um único ponto de vista, gerando rivalidade entre opniões extremas.&nbsp;<br><br>Escrito por: Valentina, Alana e Isabela</div><div>&nbsp; &nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-03 13:34:07 UTC</pubDate>
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         <title>Lealdade </title>
         <author>liviarigo123</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O que é lealdade? Como a utilizamos no nosso dia a dia e por quê está tão em falta na sociedade? No dicionário, a palavra lealdade significa "consideração aos preceitos que dizem respeito à honra, à decência e à honestidade".<br>&nbsp;No conto "A Aia", de Eça de Queiroz, vemos um exemplo claro de lealdade, onde a serva toma uma atitude honrosa para salvar o reino e a coroa, nos fazendo refletir se teríamos coragem de sacrificar algo que amamos pelo dever.<br>&nbsp;No mundo atual, com as evoluções tecnológicas e o capitalismo tomando conta de nossas vidas, entramos em embate com os nossos próprios sentimentos, pois, deixamos de praticar a empatia e nos tornamos mais egoístas, buscando apenas pelo nosso sucesso pessoal e deixando as pessoas de lado.<br>&nbsp; Na música "Lealdade" de Caetano Veloso, há um trecho que diz: "Serei leal contigo quando eu cansar dos teus beijos.. e tu também liberdade terás para quando quiseres bater a porta sem olhar para trás". Raras são as pessoas que conseguem ser leais em seus relacionamentos, pois, ser leal também é ser sincero, mesmo que isso magoe a outra pessoa.<br>&nbsp;Para ser uma pessoa leal deve-se praticar os princípios éticos e colocá-los acima do próprio orgulho e vaidade, assim como a Aia, que ao se ver em uma situação difícil, não pensou duas vezes antes de fazer o certo, mesmo que isso a tenha tirado o seu bem mais precioso, o seu filho.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/Cy-TK5nE1Vs" />
         <pubDate>2023-03-03 13:35:19 UTC</pubDate>
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         <title>Redação: A Aia</title>
         <author>larissameneghel123</author>
         <link>https://padlet.com/shirlleycosta79/mo930v30no8qywci/wish/2502638577</link>
         <description><![CDATA[<div>A obra de Eça de Queiroz "A Aia" ,publicada em 1902,aborda em seu contexto sobre a escravidão,problema que já foi de grande ocorrência no Brasil entre os séculos 16 a 19. Nos tempos vigentes houve uma drástica diminuição da problemática,principalmente após a aprovação da "Lei áurea" que proibiu o trabalho forçado no Brasil.<br>&nbsp;Nota-se que surgiram diversos tipos de analogias relacionadas ao assunto,principalmente em regiões empobrecidas como o Nordeste,que já tem um intenso histórico escravagista.<br>&nbsp;É retratado no livro "Liberdade por um fio" de João José Reis,que conta sobre os quilombos onde era feito o abrigo de escravos,tendo como principal destaque a área citada. Nos dias atuais ainda carrega parte desta história que não teve completo êxito em seu processo de reparação,esse motivo contribuiu para a atual mão de obra com serviços extremamente pesados envolvendo o campo. Neste cenário ainda há grande número de pessoas em péssimas condições de trabalho com remuneração abaixo do necessário e com seus direitos totalmente violados.<br>&nbsp;Conforme consta a lei complementar 8222/91 ,é tratado no capítulo que rege sobre os direitos sociais,sendo definido que o salário mínimo deve cobrir todas as necessidades do trabalhador e de sua família.<br>&nbsp;Conclui-se que mesmo havendo uma lei que tente combater,a mesma não é posta em prática sob todos os casos,com a alta inflação,ainda se torna um empecilho que não permite uma boa qualidade de vida acessível, é constatado o aumento recorrente da pobreza chegando a dobrar no ano 2020 a 2021. Cabe ao governo uma melhor administração da economia tendo em base que há uma péssima distribuição salarial e há necessidade de órgãos mais eficientes que cuidem da garantia à moradia,direitos trabalhistas e qualificação do mercado de trabalho. Também é preciso que os empregadores que se aproveitem deste tipo de mão de obra,sejam punidos de maneira criminal ou civil,assim é preciso que toda a população sinta que há uma verificação acerca do que é e não é legal e tenha seu esforço e identidade respeitadas.<br><br>Produzido por Larissa e Stella&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/LXAnPzCRVYM" />
         <pubDate>2023-03-03 13:46:49 UTC</pubDate>
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         <title>O amor de mãe </title>
         <author>anacarlavaladares02</author>
         <link>https://padlet.com/shirlleycosta79/mo930v30no8qywci/wish/2502652745</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://vm.tiktok.com/ZMYferor4/">https://vm.tiktok.com/ZMYferor4/</a><br><br>No conto "A aia" de Eça de Queirós temos o seguinte parágrafo: "Agarrava o punhal, e com ele apertado fortemente na mão, apontando para o céu, onde subiam os primeiros raios de Sol, encarou a rainha, a multidão, e gritou: Salvei o meu príncipe, e agora vou dar de mama ao meu filho! E cravou o punhal no coração".<br>Retrata-se o amor em que a ama na história sentia pelo seu filho, após ve-ló morrer não consegui conviver com o luto, debatendo consigo mesma a dor. Em dias atuais, vemos diariamente situações de mães presenciaram seus filhos morrerem, por diversos acontecimentos, seja por estarem envolvidos no mundo do crime, por suicídio, por causa injusta, por "balas perdidas"...<br>Concluímos dessa forma, como lição de tudo isso o quão importante é um auxílio psicológico, tanto para adultos e crianças, para saberem lidar com a morte, com o luto como é retratado no texto.<br>Para que as implicações da perda não vire uma dor tão profunda, ao ponto de não querer viver mais, trazendo a importância de termos uma boa estabilidade emocional.<br>O livro "O milagre da manhã" de Hal Elrod fala sobre esse equilíbrio emocional, através de práticas simples do dia a dia como o silêncio, que ajudam a lidar com a mediocridade, o psicológico, a aparência, fanzendo-nos enxergar a dor e as dificuldades com maior leveza e sabedoria.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-03 13:58:09 UTC</pubDate>
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         <title>Ganância</title>
         <author>dacostarochaanaclara</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;No conto de Eça de Queiroz chamado A Aia, nos são apresentados vários personagens dignos de análise específica: A aia, a rainha, o rei morto, entre outros. Cada um deles podem trazer consigo várias discuções sobre variados temas. Para este texto eu escolhi o antagonista: O tio do rei de mama. Aquele que, tomado pela ganância, acabou martelando a própria sentença.<br>&nbsp; &nbsp;O irmão do rei, de acordo com o texto, é descrito como um homem "depravado e bravio, consumido de cobiças grosseiras, desejando só a realeza por causa de seus tesouros." Esse trecho deixa claro um traço muito forte de sua personalidade, a ganância e a cobiça exarcebada pelo oque não é seu. <br>&nbsp; &nbsp;O desejo não é algo ruim, muito pelo contrário, o desejo por alguma coisa pode nos manter motivados. Um bom exemplo é um aluno que deseja passar em uma Federal. Aspirar por essa vaga pode mante-lo motivado nos estudos, fazendo que ele realmente conquiste oque quer. O problema vem quando o seu desejo por algo é tão grande que a pessoa seria capaz de tudo para consegui-lo. O tio estava tão cego pelo desejo de conseguir as riquesas do reino que matou um pobre bebê que era inocente nessa causa.<br>&nbsp; &nbsp;No dicionário a palavra 'Ganância' está descrita como "ância por ganhos exorbitantes, avidez, cobiça, cupidez", exatamente como o tio se sente em relação ao reino. Porém a ganância sempre traz consigo alguma desgraça. No caso do vilão, foi a morte, esmagado pela forte legião de arqueiros e com uma flecha no flanco.<br>&nbsp; &nbsp;Outro caso que vale a pena ser citado é o conto de Midas. Ambos os personagens cobiçam alem do que deviam e acabam lançando maldições sobre si mesmos.<br>&nbsp; &nbsp;De acordo com a mitologia Grega, Midas era o rei da Frígia, um país na atual Ásia menor. Um dia ele ajuda um homem que era servo fiel do Deus Dionísio (Deus do vinho, da embreaguez e dos festins). A divindade ficou extremamente agradecida pela a boa acão do rei, e como retribuição deu a ele o direito de ter um desejo realizado. Midas, sem um pingo de exitação, pediu para Dionísio que tudo em que ele tocasse virasse ouro. O Deus concedeu seu desejo, porém não demorou muito para que Midas percebesse o equívoco que tinha cometido. Quando foi comer, o pão se transfomou em uma massa áurea, impossível de ser ingerida. O vinho virou ouro líquido, assim como tudo que ele tentava comer. O estopim foi quando sua filha, na tentativa de auxiliar seu pai, acabou sendo tocada por ele e virando uma bela estátua de ouro.<br>&nbsp; &nbsp;Midas, assim como o tio de 'A Aia', virou alvo de sua própria cobiça. Ambos os contos mostram as consequências disso. Para midas Foi quase perder tudo que amava, mas no caso do tio, ele acabou morto. Então temos que tomar cuidado com a ganância, pois não sabemos se vamos ter o destino de Midas, ou do Tio.<br><br><a href="https://youtu.be/hjJsn3-8Maw">https://youtu.be/hjJsn3-8Maw</a><br>Video sobre o conto de Midas mais detalhado.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/2TbxpbOHxKo" />
         <pubDate>2023-03-04 18:58:49 UTC</pubDate>
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         <title>Dependência Emocional</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/shirlleycosta79/mo930v30no8qywci/wish/2504221561</link>
         <description><![CDATA[<div>No texto de Eça de Queirós, a Aia, depara-se com a personagem aia que segue seus senhores cegamente, de forma que sua fidelidade a impeça de salvar seu próprio filho. É visível a dependência emocional exposta quando aia tem de tomar a decisão clímax do conto.<br>Dessa forma, é notório destacar que a situação presenciada pela mulher lhe causou tamanho sofrimento para que ela cometesse suicídio, indicando um caso de dependência emocional. Atualmente, tal situação se enquadraria na Lei 14.188/2021 que define como infração a violência psicológica, como humilhação, manipulação, chantagem, entre outros causadas as mulheres, ou seja, tudo que ocorreu com a aia seria criminalizado hoje em dia. É perceptível que essa situação tenha se iniciado no começo de sua infância, devido ao tratamento inadequado que a mesma recebeu tanto de seus senhores, quanto da sociedade como um todo e faziam-a crer na sua inferioridade diante de uma classe considerada superior apenas por sua etnia e crença.&nbsp;<br>Portanto, a situação vivida pela personagem principal já poderiam ser prevista, visando o contexto social da época era cruel, racista e mesmo antes de nascer, uma pessoa com características fora do padrão da alta sociedade já tinha seu futuro de tortura, servidão e injustiça predestinado.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-05 22:44:55 UTC</pubDate>
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         <title>O suicídio</title>
         <author>shirlleycosta79</author>
         <link>https://padlet.com/shirlleycosta79/mo930v30no8qywci/wish/2506744283</link>
         <description><![CDATA[<div>No conto " A Aia " de Eça de Queirós, é contado a história de uma ama de leite do príncipe herdeiro que sacrificou seu filho para salvar o povo e, com a morte de seu filho e a culpa que ela carregava, ela não conseguiria conviver consigo mesma após esse trauma emocional, então comete suicídio.<br>O suicídio é o ato de tirar a própria vida, existem vários fatores que levam a pessoa a cometer esse ato. No conto, a aia acaba sofrendo um trauma emocional. O trauma emocional é uma resposta emocional a um evento que deixou feridas na memória e no conceito, normalmente ele ocorre após algum acontecimento terrível, que no caso seria a morte de seu filho.<br>Assim como a aia presenciou o sentimento de perda e luto, várias mães perdem diariamente seus filhos para o suicídio. No texto " O suicídio e o luto materno", Julia Joergensen afirma que o suicídio pode ser considerado "a piro dor do mundo".<br>Segundo a OMS, o número de pessoas que se suicidam aumenta a cada ano, infelizmente esse número só cresce cada vez mais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-07 11:31:45 UTC</pubDate>
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         <title>O Conto da Aia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O Conto de Aia se inicia com um rei jovem de um reino prospero, que morreu em uma guerra por fama deixando sua esposa e seu filho ainda bebê. Logo após, somos apresentados à protagonista da história, a ama de leite do príncipe, uma mulher completamente leal e devota à realeza. Ela cuida do príncipe tal como cuida do seu próprio filho, e demonstra grande amor pelos dois.&nbsp;<br>&nbsp;Com a morte do rei, seu irmão perverso e sedento por poder, resolve sequestrar e matar o pequeno herdeiro para se tornar o soberano. A aia, que estava junto às duas crianças no momento do sequestro, se vê em &nbsp; uma difícil situação ao ter que decidir entre salvar a vida do príncipe ou de seu próprio filho. Apesar disso, sem hesitar, ela troca os bebês de berço, se despede do seu filho e salva o herdeiro.<br>Após saber que a Aia salvou a vida de seu filho, a rainha a agradece e a condecora com o direito de escolher os itens que ela quisesse do tesouro real. A Aia então escolhe um punhal cravado de esmeraldas e, novamente sem hesitar, o apunhala em seu próprio peito, dizendo que já havia salvado o príncipe, e que então iria dar de mama ao seu filho.<br>“Os fins justificam os meios”, creio que tal frase emblemática do poeta romano Ovídio expressa com precisão o dilema moral complexo apresentado no conto. Eça de Queiroz construiu pontes entre seu texto e a realidade, visto que conseguiu, através da narrativa, deixar claras as diferenças sociais entre os bebês, expressando-as pelas suas vestes e berços, bem como trouxe uma crítica a guerras que aconteciam por ambição de governantes.<br>No meu ver, o texto mostrou nas entrelinhas que a Aia era uma pessoa muito mais política que o rei, até um tanto maquiavélica no sentido mais literal do conceito, pois ao salvar o príncipe e não seu filho, ela pensou primeiramente na prosperidade do reino, colocando-a acima de qualquer outra prioridade pessoal. Em sumo, a Aia morreu pela sua racionalidade e pensamento coletivo, enquanto o rei morreu pela sua ambição. Entretanto, após isso a sua vida perdeu o sentido. Afinal, como indaga o texto “O que pode comprar a vida de um filho?”.<br><br>— Lua Ofronti Côco</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-07 12:50:53 UTC</pubDate>
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         <title>O Suicídio</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/shirlleycosta79/mo930v30no8qywci/wish/2507498266</link>
         <description><![CDATA[<div>De acordo com uma pesquisa realizada pela Fiocruz, podemos definir suicídio como ‘’gesto de autodestruição’’. Nesse contexto, pode-se relacionar essa atitude com o sentimento de Aia, na obra Eça de Queiroz, quando toma a decisão acima mencionada por não suportar a perda de seu filho.</div><div>Em tal analogia, no ponto de vista psicológico, várias são as razões e motivações que levam um indivíduo a suicidar-se. Desse modo, ainda em referência ao site Fiocruz: ‘’a pessoa tem necessidade de aliviar pressões externas’’. Se enquadrando no caso da Aia. Isso porque, no desfecho do conto, por conta de uma tristeza profunda (que se compara a uma pressão externa) gerada pela perda repentina de seu filho, a personagem simplesmente não consegue ter uma visão racional sobre sua vida e escolhas, o que conclui de forma trágica o conto.</div><div>Portanto, é necessário que o problema, fazendo uma referência à atual sociedade contemporânea, seja solucionado. Para isso, o Centro de Referência e Assistência Social (CRAS) deve desenvolver campanhas de conscientização voltadas à saúde mental por meio de parceria com empresas públicas que tratem sobre o sobre o assunto a fim de desmistificar o tabu presente nesta pauta, consequentemente, diminuindo o quadro. Somente dessa forma, o modo como a história da Aia se encerrou não se repetirá com possíveis pessoas que estejam passando pela mesma, ou similar, situação que a protagonista.</div><div><br></div><div>Link Fiocruz: https://www.far..fiocruz.br</div><div>CRAS (números): (27) 3346-6260 - Itacibá;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-07 20:12:41 UTC</pubDate>
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         <title>Texto &quot;Dependência emocional&quot; </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Grupo: Ana Elisa, Gustavo, Lívia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-10 13:12:07 UTC</pubDate>
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         <title>A Aia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>  “Agarrara o punhal, e com ele apertado fortemente na mão”, “E cravou o punhal no coração”. Com essas frases, o autor Eça de Queirós revelou na página 3 em seu conto “A Aia” que um episódio traumático pode causar diversas consequências na vida das pessoas no caso da Aia, o suicídio.<br>  Traumas emocionais ocorrem devido à situações de estresse intenso, como no conto retratado, a perda do filho, e algumas outras experiências traumáticas, são por exemplo, ocasionadas devido violência física ou acidentes.<br>&nbsp; Nestes casos, a pessoa pode sentir-se culpada, estressada e ansiosa ao lembrar dos eventos que causaram o trauma, podendo não conseguir lidar com o trauma e com a dor que sente.<br>&nbsp; Devido ao fato da pessoa não aguentar viver com o estresse, a culpa, e com a dor, os traumas podem nos casos mais graves levar ao suicídio, como citado na obra.<br>&nbsp; A pessoa que passa por essas situações de trauma, deve ao invés de se isolar na dor, procurar ajuda com alguém de sua confiança, e tentar achar tratamento profissional especializado com psicólogos ou psiquiatras para tentar modificar os padrões mentais negativos e ressignificar o trauma, assim o superando.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/trFdRPqjwyk" />
         <pubDate>2023-03-10 13:33:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O preço da lealdade </title>
         <author>leticiameneguelit</author>
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         <description><![CDATA[<div>A lealdade é uma virtude humana entrelaçada em outros conceitos como confiança e compromisso, entende-se por uma pessoa leal alguém que mantém sua moral acima de toda circunstância e ocorrido, é ser fiel aquele com quem tem-se uma espécie de relação.&nbsp;<br>No conto de Eça de Queirós vai conhecido como "a aia" vemos um exemplo de lealdade, partido da serva por sua rainha ao ponto de entregar a vida do seu próprio filho para salvar o verdadeiro herdeiro de seu tio ganancioso.<br>Entretanto, sua fidelidade não foi capaz de preencher a falta de um filho, nem as maiores riquezas seriam capazes de substituir aquele que a aia tanto amava, seu destino foi amargo por essa razão, ela preferiu acabar com sua própria vida a viver essa dor.<br>Sendo assim, devemos refletir constantemente nossos limites e maturidade para tomar decisões arriscados como abi, até onde iria nossa dignidade por alguém em nome da lealdade.&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-10 13:49:00 UTC</pubDate>
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         <title>O Luto </title>
         <author>mariazeredorochaolivei</author>
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         <description><![CDATA[<div>Todos sabemos que a dor do luto é uma das piores dores que existem.O renomado autor Português "Eça de Queiroz" nos retrata essa dor por forma de conto.<br>"A Aia" é uma história de uma serviçal que dá a vida de seu amado filho para proteger seu querido "princepizinho" , porém se rendendo a dor do luto acaba cometendo suicídio.<br>Cada um possui uma forma de expressar a sua perda, para alguns essa dor vem de uma maneira mais forte, para outros nem tanto. Porém no caso da Aia essa dor foi enorme. Ela perdeu tudo o que tinha, perdeu seu amado filho, a Aia&nbsp; não disse sequer uma única palavra, não teve reação. O seu luto foi silencioso&nbsp;<br>&nbsp;"Salvei meu príncipe, e agora - vou dar de mamar ao meu filho!" foram essas suas últimas palavras<br>O seu amor incondicional a fez tomar uma atitude extrema&nbsp;<br>Ela escolheu, escolheu sofrer, escolheu ser mãe, e com base na sua crença, viver ao lado de seu filho&nbsp;<br>Com isso concluímos que o luto nos faz ter ações impensáveis e extremas, que nos tira a razão, a consciência e até a vida&nbsp;<br>Contanto se estiver passando por uma dor igual a da Aia, grite, chore, esperneie, solte tudo não deixe nada contido<br>Além disso é muito importante cultivar boas memórias, e procurar ocupar a mente e lembre-se cada um possui o seu tempo de superar o luto, é normal&nbsp;<br>A única coisa que não devemos fazer é ... nós render a essa dor .<br><br>-Maria Eduarda Azeredo&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-11 16:16:31 UTC</pubDate>
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         <title>Escravidão (Racismo)</title>
         <author>danielbraunsimoura</author>
         <link>https://padlet.com/shirlleycosta79/mo930v30no8qywci/wish/2512837969</link>
         <description><![CDATA[<div>No conto "A Aia" de Eça De Queiroz, vimos que se passa em um tempo que ainda havia escravidão, a ama-de-leite era a escrava mais "próxima" de sua soberana, a mais "próxima", entretanto ainda sim escrava.<br>&nbsp;Adentrando na atualidade, nos deparamos que não vivemos em tempos tão distantes do conto. E em um mundo reinado pelo ódio, governado pela discórdia e a falta de respeito, onde ter a pele escura significa ser menosprezado, ser menos do que as pessoas brancas, serem confundidos com bandidos pelo simples fato de serem quem são. Em que mundo vivemos?<br>&nbsp;Em uma reportagem feita pelo G1 em 2022, vemos um claro exemplo de escravidão nos dias atuais " Mais de mil pessoas são resgatadas de trabalho análogo a escravidão, neste ano no Brasil". Quais pessoas, em pleno século XXI?, Como conseguem tratar outros seres humanos de forma tão insignificante?. Perguntas que ainda não possuem resposta, infelizmente.&nbsp;<br>&nbsp;Um bom exemplo sobre as consequência da escravidão é o RACISMO. Você sabe quantas pessoas negras são assassinadas diariamente no mundo? Quantas pessoas negras cometem o suicídio, vitimas de "piadinhas" durante toda sua vida? Muitas, milhares de negros acabam partindo, por serem negros. E por que tudo isso? Porque pessoas brancas se acham superiores a pessoas cuja pele é escura. Porque uma sociedade racista, ate que&nbsp; pode deixar de ser&nbsp; racista, mas colheremos as consequências dela para todo o sempre, todas as historias, todas lutas e também todas as vitimas de uma sociedade hipócrita.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-11 20:00:28 UTC</pubDate>
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         <title>TEMA: Lealdade dos escravos perante seus superiores
GRUPO: Heitor e Thiago.

Em “A Aia” de Eça de Queiroz, percebe-se que a escrava possui grande lealdade a realeza, a ponto de entregar sua própria vida e a vida de seu filho em prol do bem do reino.
Primeiramente, o conceito de lealdade, é uma capacidade de confiança, honestidade, cumprir compromissos e ETC.
Nem todos conseguem a conquistar, lembrando muitos casos que ocorreram no Brasil, como os famosos capitães do mato. Nos quais eram livres e pobres em maioria, todavia existiam escravos que seriam pagos para caçar escravos fugitivos, ou seja, um ex-escravo estava recebendo (bem pouco, é verdade) para caçar escravos. Parecendo algo bem contraditório, porém, um grande símbolo de lealdade, assim como a aia, que acaba se sujeitando a algo contraditório a lógica ou ao óbvio, por questões de fidelidade.
Isso mostra por partes positivas, grande personalidade entre essas figuras, entretanto, eticamente falando, é complicadíssimo de defender. Pois foram para o lado de quem tanto os fizeram sofrer, ganhando pouco ou talvez nada de retorno, ao menos como forma de agradecimento.
Mostra-se, portanto, pessoas que doaram seu esforço, ou até suas vidas, sem o mínimo reconhecimento ou só após sua morte, presentando uma face de seus patrões de infidelidade, e agora “vou dar de mamar ao meu filho”
</title>
         <author>thiagosilvadelevedoveribeiro</author>
         <link>https://padlet.com/shirlleycosta79/mo930v30no8qywci/wish/2512888762</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-03-11 23:15:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Produção de texto sobre A Aia, Escravidão</title>
         <author>claudiogiovanna269</author>
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         <description><![CDATA[<div>publicado pela primeira vez em 1902, o livro A Aia, de Eça de Queirós, o livro trata sobre uma serva que para salvar o príncipe e o reino, entrega seu próprio filho para morte. Nesse texto, foi muito retratado a escravidão ludicamente, no trecho "E ela um dia, por seu turno, remontaria num raio de luz a habitar o palácio do seu Senhor, e a fiar de novo o linho de suas túnicas, e a acender de novo a caçoleta dos seus perfumes; seria no céu como fora na terra, e feliz na sua servidão.", é deverás explícito o quão romantizado o autor deixou o tema.O autor nesse livro, faz de maneira subliminar uma alusão entre a escravidão e uma boa ação, dando a entender que os escravizados têm necessidade de se doar aos seus opressores. Levando em conta que a publicação do livro não é muito distante da abolição da escravidão, é muito problemático esse retrato lúdico da serventia. A expropriação do homem negro pelo homem branco, no contexto histórico foi bruto e massacrante, como foi citado no livro, O Dicionário da Escravidão e Liberdade, página 28, "Esse sistema que pressupunha a posse de um homem por outro só podia construir um mundo de rotina que se misturava com muita violência e exploração social". A escravidão foi violenta, pessoas era castigadas por não conseguirem cumprir metas humanamente impossíveis, era desumano e não é correto e nem ético retratar a serventia assim.A escravidão foi algo simplesmente desumano e mesmo sendo ilegal, ainda hoje acontece, agora não por conta da cor da pele, mas sim por poder monetário, sendo a burguesia os senhores e o proletário os escravizados.Para resolver essa grande causa não existe método mais eficaz que empatia, outras medidas só serviriam para contornar o problema, não resolvê-lo, &nbsp; um caso para exercitar sua empatia e humanidade.- Giovanna Batista, 13 de março 2023</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-13 11:58:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A lealdade </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A Aia mostrou-se nobre e leal a monarquia e a sociedade daquela época, mesmo não sendo incluída nela e nem mesmo verdadeiramente respeitada ou até se quer ouvida ou vista , quem era ela em meio aqueles nobres , ricas e poderosas pessoas?, ela era corajosa , nobre de coração é teve força para&nbsp; se sacrifica pelo povo e as futuras gerações que teriam um destino melhor do que o dela , mesmo que ela não fosse posta como heroina e sim como uma mera figurante aos olhos das pessoas , ela sabia que estava fazendo o certo , mesmo que significa se sacrifica a si mesma e o seu filho .<br>&nbsp; &nbsp;<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-14 11:34:06 UTC</pubDate>
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         <title>O racismo no Brasil </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade so proguide quando um cê mobiliza com o problema do outro, diz Adam Smith. A escravidão gerou maiores problemas da atualidade, onde o Racismo e&nbsp; um dos o maior causador de morte da sociedade negres no Brasil. Segundo o intituto brasileiro de geografia e estatística, a cada 3 pessoas pretas e pardas, 2 já sofram racismo, Isso mostra como as politicas publicas falham. O conto " Q aia " conta a historica de uma escravas que tem saus reis. como seres "celestiais"&nbsp; esse exmplo e percepitivel que cultura africana foi se perdendo as decorrer dos anos. A cultura africana e rica hein, palavras, comidas e festas, é evidente, portando que ainda há entraves para garantir a solidificação de politicas que visar a Importancia da cultura apricana no nosso pais.<br><br>Stephany</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-14 13:27:36 UTC</pubDate>
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         <title>Suicídio- feito por Pedro e Marcos Bicas. </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Muito tem se discutido, recentemente, sobre o suicídio. O termo ‘’suicídio’’ significa ‘’morte de si mesmo’’. Suicídio é um método de autodestruição, impulsionado pela vontade de por um fim em um sofrimento que parece interminável. Muitas vezes pessoas que tentam suicídio estão querendo parar de sofrer, e não parar de viver.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;São vários os motivos que podem levar alguém a tentar tal ato. Segundo um artigo da CVV (rede voluntária de prevenção ao suicídio), normalmente a pessoa tem necessidade de aliviar pressões externas, como cobranças sociais, culpa, remorso, depressão, ansiedade, medo, fracasso, humilhação, etc.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;De acordo com estatísticas retiradas desse mesmo artigo da CVV, a cada 40 segundos uma pessoa tira sua vida no mundo. Estima-se que de 10 a 20 milhões de pessoas tentam suicídio a cada ano. A média brasileira é de 6 a 7 mortes por 100 mil habitantes, bem abaixo da média mundial, contudo, ainda existe um longo caminho a ser traçado.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Temos um exemplo no conto ‘’A aia’’ por Eça de Queiroz, que retrata valores como a lealdade e a fidelidade. Só que como o filho de Aia morre, ela acaba se suicidando pois ela não iria aguentar viver sem seu filho.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;O suicídio poder ser prevenido? Sim. Segundo a OMS – Organização Mundial de saúde, 90% dos casos de suicídio podem ser prevenidos, desde que existem condições mínimas para a oferta de ajuda voluntária ou profissional. No Brasil, a CVV (centro de valorização da vida) é uma rede voluntária de prevenção ao suicídio, e atua nesse sentido há mais de 50 anos.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Atualmente, foi traçado uma série de políticas públicas para a prevenção do suicídio. Além da aprovação de leis a respeito disso, também temos algumas datas para a conscientização e a prevenção do tal. Temos o setembro amarelo, o mês nacional de prevenção ao suicídio. O mês de setembro foi escolhido para a campanha porque o dia 10/09 é o dia mundial de prevenção ao suicídio. E, desde 2014, a Associação Brasileira de Psiquiatria- ABP em parceria com o Concelho Federal de Medicina- CFM divulgam e conquistam parceiros no Brasil inteiro com essa linda campanha.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Mas o suicídio não depende apenas de políticas públicas e datas especiais. Você é muito importante nesse processo. Segundo pesquisas recentes, a prevenção do suicídio requer a ajuda de todos: família, amigos, colegas de trabalho, qualquer pessoa que esteja disposta a ouvir e ajudar. Se você conhece alguém que esteja apresentando comportamentos ou pensamentos suicidas, ajude essa pessoa. Esteja pronto para ouvir sem julgar. Ofereça ajuda. Acredite, até mesmo essas simples ações fazem muita diferença!&nbsp;<br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-17 13:14:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O Amor - por Isabella Ruy Lacerda</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ao se ler o Conto de Aia, percebe-se que há uma lealdade da aia pelo seu reino, e que essa tamanha lealdade é capaz de colocar a vida de seu filho a morte. O tema escolhido por mim para retratar o Conto é o "Amor", porque mediante a tudo que aia viveu, desde a morte de seu filho para proteger o futuro do reino e o dinheiro que ela poderia ter escolhido como gratidão dos nobres , nada foi tão valioso quanto o amor que ela tinha por seu filho ao ponto de dar sua própria vida apenas para se encontrar com ele de novo e ter mais uma chance de poder vê-lo. É possível reparar que o Amor de aia estava tão além dos limites que mesmo sacrificando a vida de seu filho, ela tinha a crença que se encontraria com ele de novo, e hoje em dia, ainda há casos em que muitos pais ou responsáveis dariam de tudo para ver seus filhos de novo, muitos pais que perderam os filhos em acidentes, para as drogas, para o crime e etc. Muitos deles desejam apenas poder estar com seus filhos de novo, mas muitas vezes nao conseguem mediante a situações como a da aia (antes de se matar) estava, com o filho morto. Enfim, achei muito bonito que o amor que ela tinha pelo filho e pelo reino fez com que no momento final ela escolhesse o seu filho do que todo dinheiro que ela poderia ter.&nbsp; &nbsp;<br><br>Salvei o meu príncipe, e agora – vou dar de mamar ao meu filho!</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-02 16:14:23 UTC</pubDate>
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         <title>O Luto</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Existem diversas fases no Luto, as quais todos algum dia terão que enfrentar.&nbsp;</div><div>Em algumas pessoas, o impacto do Luto acaba sendo mais forte, mais doloroso, mais cruel e devastador. Levando algumas pessoas a tirarem a própria vida por não suportarem a dor de perder alguém especial, como no conto da Aia, Eça de Queiróz. No conto, a protagonista comete suicídio após a perda de seu primogênito que ainda era apenas um bebê quando foi assasinado.</div><div>No Luto, as pessoas costumam enfrentar primeiro a negação, aquela sensação constante de que não é real e que a qualquer momento a pessoa vai aparecer e tudo ficará bem, acaba se isolando do resto das pessoas e tenta enfrentar essa sensação de negação sozinha, o que leva a uma tristeza mais profunda. Também tem o estágio da raiva que surge quando já não é mais possível negar a perda de alguém, a pessoa se estressa com frequência e age com irritação após a negação, costuma descontar sua raiva nas pessoas ou até mesmo em si mesma, causando feridas mentais em todos a sua volta. O estágio da depressão pode ser considerado um dos piores, devido a isolamento e ao estresse a pessoa entra em um tristeza, um poço de escuridão mental profunda, chorando por dias e noites na falta daquele que se foi, sente como se nada fizesse sentido sem aquela pessoa, como se nada fosse real, nada realmente fizesse sentido, a pessoa acaba tendo diversas crises existenciais, se sente péssima por semanas. E por fim, o estágio da aceitação. A pessoa entende que não pode sofrer para sempre e aprende a lidar um pouco com a dor, a falta e a saudade nunca se esvaem, sempre estão ali parar assombra-la nos piores momentos, mas a pessoa escolhe se reerguer e mostrar para si mesma que consegue seguir em frente, consegue superar isso e ser feliz, mesmo com um pedacinho faltando.</div><div>Se você se sentir extremamente mal busque ajuda, é sempre bom procurar ajuda para poder superar mais rapidamente, ninguém deveria lidar com a dor da perda sozinho. Procurar algum psicólogo ou ajuda médica é essencial para conseguir lidar com a dor terrível. Nunca considere uma dor sua como drama, se você se sente mal procure ajuda, esse é o primeiro passo para conseguir superar e melhorar. Ligue 188.<br><br>- Ana Eliza Barcelos Vieira 1MA</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-05 16:58:29 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Desigualdade-feito por Beatriz de jesus e sara Araújo </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Desigualdade é uma palavra que carregamos desde épocas passadas até as mais atuais, e que é apresentada no conto.<br>No conto, aia, a serva da família real, sacrifica a vida do seu filho para salvar a do príncipe.&nbsp;<br>A dor de aia se torna quase inexistente, já que ninguém realmente  se importa, e é aí que podemos apontar a desigualdade já que o filho de aia, preto,pobre e filho de uma escrava tem a morte facilmente aceitada , e por mais que sua morte seja honrada, na época que o conto é narrado não seria uma honra sem por cento verdadeira, seria superficial ou como quem diz "pra não passar em branco". Já a vida do príncipe que era branco e rico foi importantíssima, como se ele não fosse um ser humano assim como o filho de aia, mas como se fosse um ser incrível e superior.&nbsp;<br>Na sociedade atual , a desigualdade social foi normalizada como um todo.<br><br>Citamos um texto que o nome é: um sapato perdido( ou quando os olhares "sabem" olhar)&nbsp; de Pablo Gentili<br>Que honra a história de um homem que estava andando com seu filho no carrinho e quando ele percebeu que seu sapatinho ia cair ele retira do pé da criança deixando ela apenas com um par.<br>E no decorrer do caminho ele era abordado algumas vezes por pessoas que passavam e viam e alertavam ele de que a criança havia perdido um par do sapato.<br>Oque lhe fez pensar: " porque não é comum ver uma criança branca de classe média com um pé descalço, mas milhares de crianças negras e pobres em situação de rua, que andam descalço e ninguém faz absolutamente nada para ajudar".&nbsp;<br>É isso nos mostra que a normalidade torna os acontecimentos visíveis, ao mesmo tempo em que a normalidade costuma ter a capacidade de oculta-los.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-05 17:27:25 UTC</pubDate>
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         <title>Coragem - Ana Beatriz Lamas</title>
         <author>lamasanabeatriz</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A Aia é uma espécie de conto tradicional com características de lenda pelo carácter intemporal e pelo misticismo que lhe está inerente, nomeadamente à personagem principal.<br><br></div><div>Num reino desconhecido, o rei parte com o seu exército em busca de conquista de novas terras e não mais volta, deixando viúva a rainha e órfão o príncipe bebé. Este é criado por uma serva da corte - cujo carácter profundamente místico e idealista será determinante no desfecho da narrativa - que ao mesmo tempo cria o seu filho da mesma idade. Cria e amamenta ambos com o mesmo amor e dedicação. O amor de mãe devido ao seu filho estende-se ao príncipe, reforçado pela lealdade aos seus senhores e ao seu reino. As razões de estado são de resto uma mola importante para o desenrolar dos acontecimentos.<br><br></div><div>A sucessão natural ao trono fica comprometida porque existe o habitual mau da fita: o tio ambicioso e cruel que deseja ser rei. Invade o castelo numa noite inquieta com os da sua horda, com o propósito de raptar o príncipe e lhe tirar a vida. O príncipe dorme na inocência do seu berço ricamente ornamentado ao lado do pequeno servo em berço modesto. A aia não hesita perante o terrível dilema. Troca os bebés em seus berços caracterizadores. O vilão sai do palácio com o servo. A leal ama acaba de entregar o filho à morte, salvaguardando a natural sucessão do trono.<br><br></div><div>O palácio amanhece com vivas à heroína que salvou o seu príncipe. A rainha não hesita perante a lealdade da sua aia e oferece-lhe a escolha do mais valioso tesouro da câmara real. Os momentos que antecedem a escolha são de um visualismo cinematográfico excepcional, marca do realismo vivo típico de Eça, criador de ambientes não apenas físicos, mas de forte pressão psicológica.<br><br></div><div>Mais do que uma atitude política e ética, aquela foi uma decisão de coração e de honra da parte da serva. O caminho até à câmara dos tesouros é lento e pesado. A expectativa é enorme e arrasta a turba, onde o leitor se mistura numa angústia colectiva a fazer lembrar um estádio no momento do penalty que decide o campeonato.<br><br></div><div>A recompensa é finalmente escolhida, bela, cravejada de pedras preciosas como o carácter da serva. O punhal é cravado no coração depois da tirada inesquecível:<br><br></div><div>- salvei o meu príncipe, agora vou dar de mamar ao meu filho.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-10 22:20:32 UTC</pubDate>
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