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      <title>Educadoras Brasileiras by Marcia Gabriela</title>
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      <description>Bertha Maria Júlia Lutz</description>
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      <pubDate>2022-11-15 20:59:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marciagabriela1</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Data do Nascimento<br></strong>02/08/1894</div><div><strong>Data da Morte<br></strong>16/09/1976 (aos 82 anos)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-15 21:04:59 UTC</pubDate>
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         <title>Um pouco sobre a educadora Bertha  Lutz</title>
         <author>marciagabriela1</author>
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         <pubDate>2022-11-16 21:27:04 UTC</pubDate>
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         <title>Bertha Maria Júlia Lutz (São Paulo, 2 de agosto de 1894 – Rio de Janeiro, 16 de setembro de 1976) foi uma ativista feminista, bióloga, educadora, diplomata e política brasileira. Era filha de Adolfo Lutz cientista e pioneiro da medicina tropical E de Amy Marie Gertrude Fowler, uma enfermeira britânica. Além de Bertha, o casal teve como filhos Guálter Adolfo Lutz e Laura Bertha Lutz. Bertha foi uma das figuras mais significativas do feminismo e da educação no Brasil no século XX.</title>
         <author>marciagabriela1</author>
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         <pubDate>2022-11-16 21:42:59 UTC</pubDate>
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         <title>Bertha era cientista, tal como seu pai. Especializou-se em anfíbios e, em 1919, tornou-se secretária e pesquisadora do Museu Nacional do Rio de Janeiro, sendo a segunda mulher a fazer parte do serviço público do país. Mais tarde, foi promovida a chefe do departamento de Botânica do Museu, posição que ocupou até se aposentar, em 1964. Em agosto de 1965, recebeu o título de professora emérita da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)</title>
         <author>marciagabriela1</author>
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         <pubDate>2022-11-16 21:45:02 UTC</pubDate>
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         <title>         IMPACTOS NA EDUCAÇÃO:                                                                              Além de suas contribuições para a área da biologia e de seu empenho para impulsionar os ideais feministas no Brasil, a presença de Bertha Lutz foi marcante no campo da Educação. Em 1920, ela foi nomeada inspetora do ensino secundário pelo barão de Ramiz Galvão e enviada para o Ginásio Masculino de Lorena (SP)                            </title>
         <author>marciagabriela1</author>
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         <pubDate>2022-11-16 21:46:32 UTC</pubDate>
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         <title>Dois anos depois, como delegada do Museu Nacional ao Congresso de Educação, conseguiu a admissão de meninas no externato do Colégio Pedro II, uma das instituições de ensino mais tradicionais no país, desde o Império até os dias atuais. Ao retornar ao Brasil, Bertha Lutz fundou a Federação Brasileira para o Progresso Feminino, que substituiu a Liga de 1919, dando início à luta pelo direito de voto para as mulheres. Sob a presidência dela (1922-1942), essa organização congregou as diversas associações estaduais e nacionais femininas. Ainda em 1922, como delegada do Museu Nacional ao Congresso de Educação, conseguiu a admissão de meninas no externato do Colégio Pedro II. Em 1923, participou da Conferência Internacional da Mulher, realizada em Roma, sendo nesse mesmo ano condecorada pelo governo belga pelo estudo que realizou, em comissão do Ministério da Agricultura, sobre a difusão de conhecimentos domésticos e agrícolas junto à população rural.</title>
         <author>marciagabriela1</author>
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         <pubDate>2022-11-16 21:48:27 UTC</pubDate>
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         <title>Em 1919, Bertha fundou no Rio de Janeiro a Liga para a Emancipação Intelectual da Mulher, formada por um grupo de mulheres de classe média e alta escolaridade. Em 1922, organizou o I Congresso Feminista do Brasil e representou as mulheres brasileiras na Assembleia Geral da Liga das Mulheres Eleitoras, realizada nos Estados Unidos, onde foi eleita vice-presidente da Sociedade Pan-Americana das Mulheres. Após retornar ao Brasil, ajudou a fundar a Federação Brasileira pelo Progresso Feminino (FBPF), da qual foi presidente até 1942 e cuja principal bandeira era a reivindicação do voto feminino. A Federação é considerada a principal instituição coletiva de mulheres no país até a década de 1970, e de onde derivaram diversas outras associações. Em 1929, Bertha e outras integrantes da FBPF criaram a União Universitária Feminina, que em 1961 passou a se chamar Associação Brasileira de Mulheres Universitárias. Um dos objetivos primordiais da organização era incentivar o estudo superior pela população feminina. Em 1937, a União foi convidada formalmente a participar da criação da União Nacional dos Estudantes (UNE).[19]</title>
         <author>marciagabriela1</author>
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         <pubDate>2022-11-16 21:51:30 UTC</pubDate>
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         <title>                         IMPACTO SOCIAL :                                                                          é considerada uma das figuras mais significativas do feminismo e da educação no Brasil do século XX. Ela foi homenageada de várias maneiras. Seu nome foi usado em várias espécies de anfíbios, nomes de logradouros, escolas e premiações. O Laboratório de Análise Internacional ‘Bertha Lutz’ da Universidade de São Paulo (LAI-USP), também foi nomeado em homenagem à cientista brasileira. Ele foi criado por alunos do curso de relações internacionais da instituição com o objetivo de estimular as atividades de graduação. Lutz é homenageada no nome de duas espécies de lagartos brasileiros, Liolaemus lutzae e Phyllopezus lutzae, assim como em seis espécies de sapos, Paratelmatobius lutzii, Pristimantis lutzae, Dendropsophus berthalutzae, Megaelosia lutzae, Scinax berthae e Aplastodiscus lutzorum. Em 2020, seu nome foi escolhido para uma nova espécie de raia, a Hypanus berthalutzea.</title>
         <author>marciagabriela1</author>
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         <description><![CDATA[<div>IMPACTO CULTURAL</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-16 21:55:26 UTC</pubDate>
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         <title>A CARTA DA ONU                                            Cientista, feminista, política, militante sufragista, Bertha Lutz (1894-1976) foi uma das poucas mulheres a participar da elaboração da Carta da ONU. O documento criado em 1945 por representantes de 50 países tinha um objetivo ambicioso: selar um pacto de paz global e estabelecer uma organização para promover a cooperação internacional, após um período de duas guerras mundiais. Em um evento dominado por homens brancos, a brasileira liderou a luta para que os direitos das mulheres estivessem contemplados na carta.     </title>
         <author>marciagabriela1</author>
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         <pubDate>2022-11-17 23:32:05 UTC</pubDate>
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         <title>INFLUÊNCIA POLÍTICA :                                                           Em 1922, representou o Brasil na Assembleia-Geral da Liga das Mulheres Eleitoras, realizada nos Estados Unidos, ocasião em que foi eleita vice-presidente da Sociedade Pan-americana.</title>
         <author>marciagabriela1</author>
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         <pubDate>2022-11-18 00:15:11 UTC</pubDate>
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         <title>INDICAÇÕES DE LEITURA:</title>
         <author>marciagabriela1</author>
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         <author>marciagabriela1</author>
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         <title></title>
         <author>marciagabriela1</author>
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         <pubDate>2022-11-18 00:25:40 UTC</pubDate>
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