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      <title>Portifólio by Camila Ruiz</title>
      <link>https://padlet.com/kamyla_kk/mmxvkwlp52r7</link>
      <description>Curta metragem</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-11-28 01:29:55 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-05-16 03:48:24 UTC</lastBuildDate>
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         <title>O Xadrez das Cores</title>
         <author>kamyla_kk</author>
         <link>https://padlet.com/kamyla_kk/mmxvkwlp52r7/wish/308601553</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Autora:</strong> Camila F. Ruiz<br><br><strong>Direção:</strong> Marco Schiavon </div><div><strong>Duração:</strong> 21 minutos </div><div><strong>Ano:</strong> 2004</div><div><strong>Elenco</strong>: Anselmo Vasconcellos e as atrizes Mirian Pyres e Zezeh Barbosa.</div><div> </div><div><strong>Sinopse</strong>:</div><div>          O xadrez das cores é um curta metragem lançado no ano de 2004, pelo diretor Marcos Schiavon, foi vencedor do prêmio de melhor curta no Festival de Cinema Brasileiro de Miami. O vídeo nos traz uma história tensa, que se desenvolve como se fosse um jogo de xadrez. A temática do curta é desenvolvida em volta de uma profunda fala de descriminação racial, entre uma senhora e sua empregada doméstica. A história também aborda a profunda fala de descriminação e as questões de pobreza, questão racial, velhice, solidão e o mais importante a superação. O diretor usou a imagem de uma domestica negra entre a idade de quarenta anos, que trabalha para uma senhora de oitenta anos, viúva, sem filhos e extremamente racista. A relação entre as duas já começa tumultuada e com perseguições de dona Maria (chefe) contra Cida (empregada doméstica) por ela ser negra, devido as ofensas sofridas, Cida decide se vingar através de um jogo de xadrez.</div><div><br><strong>Disponível em</strong>: &lt; http://portacurtas.org.br/filme/?name=o_xadrez_das_cores&gt; </div><div> </div><div><strong>Análise:</strong></div><div>          O curta metragem aborda vários fatores importantes, entre elas  as barreiras da questão racial, e nos gera uma grande reflexão sobre como e tratado ainda hoje uma pessoa negra na sociedade. A historia aborda o racismo que uma empregada doméstica, negra sofre por parte de sua chefe, que a descrimina por sua cor.</div><div> “Peão é igual a empregada domestica, não valem para nada.” (O xadrez das cores)</div><div>          No vídeo a senhora Maria faz uma comparação da empregada com o peão da cor preta do jogo xadrez, afirmando que os dois não servem para nada, a não ser para perder. A história relaciona os aspectos multiculturais (raciais), mostrando que mesmo que se nasça peão, não é necessário ser peão a vida toda, basta ir atrás de seus objetivos e conquista-los, com esforço e dedicação.  <br>         Além das questões raciais, a obra nos leva a pensar  sobre a solidão e o cuidado, pois a empregada aprende a jogar xadrez e ensina crianças do local onde vive a trocarem suas armas de brinquedo pelo jogo, e ao final a patroa passa a jogar com as peças pretas, colocando-se no lugar do outro, já que ela nunca iria jogar se não fosse com as pedras brancas, e assim muda seu conceito sobre o preconceito contra a doméstica, e começa a partir dali a respeita-la.<br>Cida na história nos proporciona em quanto professores a pensar que devemos trabalhar com nossos alunos as quentões raciais e de respeito com o próximo,  orientando e ensinando aos alunos a aceitar e respeitar as pessoas que tem cor, sexo, opção sexual, religião ou escolhas  diferentes das nossas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-28 01:33:11 UTC</pubDate>
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         <title>Meu Amigo Nietzshce</title>
         <author>kamyla_kk</author>
         <link>https://padlet.com/kamyla_kk/mmxvkwlp52r7/wish/308604925</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Autoras: </strong>Camila F. Ruiz e Josiane Dias<br><br><strong>Direção: </strong>Fáuston da Silva</div><div><strong>Duração: </strong>15 minutos<strong> <br>Ano: </strong>2012<strong> <br></strong><br></div><div><strong>Sinopse:</strong></div><div>          Meu amigo Nietzsche é<strong> </strong>um premiado curta metragem do diretor brasileiro Fáuston da Silva, onde um menino do século 21, com problemas de leitura, muda radicalmente seu comportamento depois de um hipotético encontro entre ele e um livro do filósofo alemão do século 19 Friedrich Nietzsche. Depois desse encontro nada será como antes. </div><div><br><strong>Disponível em:</strong> <a href="https://www.youtube.com/watch?v=dNCKe7m9MJo">https://www.youtube.com/watch?v=dNCKe7m9MJo</a><br><br><strong>Análise:<br>          </strong>O curta metragem Meu amigo Nietzsche aborda de uma maneira sarcástica em seu roteiro o analfabetismo, o filme de Fáuston da Silva retrata a desigualdade social e a perspectiva da educação, sendo possível notar a dificuldade da vida do menino Lucas que vive em meio a periferia, e sendo vitima do analfabetismo funcional.   </div><div>          É a partir do encontro entre Lucas e o livro do filósofo alemão Friedrich Nietzsche, achado por ele em meio a um lixão, que houve algumas mudanças na sua vida, onde graças ao novo livro ele consegue vencer a estranheza das letras, passando a dominar conceitos, a falar de uma maneira diferente e expor seus raciocínios, mudando sua postura perante todos, escapando dos padrões das instituições formadoras e  controladoras como a família, a escola e a religião. </div><div>          A história nos faz pensar o quanto a Instituição escolar  necessita passar por uma reformulação, ou melhor, uma atualização em que a proposta político pedagógica esteja alicerçada a uma pedagogia crítica, capaz de desafiar o educando a pensar criticamente a realidade social, política e histórica em que está inserido. </div><div>          A obra nos proporciona olhar a educação de outra maneira e de ver o poder que a leitura tem na vida pessoal e escolar de um sujeito, também é notável perceber no filme o quanto o conhecimento pode ser visto por alguns como algo ruim, como uma arma a ser usada contra eles e a favor de outros, pois a leitura nos possibilita a sermos seres críticos e pensantes.</div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-28 01:49:29 UTC</pubDate>
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         <title>A maior flor do mundo</title>
         <author>kamyla_kk</author>
         <link>https://padlet.com/kamyla_kk/mmxvkwlp52r7/wish/308608526</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Autora</strong>: Andrea Silverio<br><br></div><div>Baseado na obra a maior flor do mundo de José Saramago</div><div>Musica original de Emilio Aragón</div><div>ilustração de Diego Mallo</div><div>Produtora Associada Laura Espeso</div><div>Produtora executiva: Chielo Loureiro</div><div>Produzida por Pancho Casal</div><div>adaptação e escrita e dirigida por Juan Pablo Etcheverry</div><div><br></div><div><br></div><div><strong>sinopse:</strong></div><div>          Baseada na obra “a maior flor do mundo”, de José Saramago, conta a história de um menino adormece a sombra de uma enorme flor após regá-la. Ao voltar para sua casa, é visto como uma pessoa que faria algo muito maior do que ele mesmo poderia imaginar.<br><br><strong>Disponível em: </strong>&lt; https://www.youtube.com/watch?v=gmlIyEvNTds</div><div><br><strong>Análise: </strong></div><div>          Trata-se de um filme de animação onde o autor trata de situações sobre a infância, o individualismo e a ganância do homem perante a natureza.</div><div>Em um cenário devastado, desértico, a animação mostra um homem “colhendo” a última árvore em uma colina, a qual fazia sombra para uma última flor no local.  Este homem acena para um senhor que analisa e faz anotações de um inseto que mostra sofrimento ao rolar uma bola de barro. Este personagem se trata da representação do autor da obra. Tudo acontece sob um sol escaldante.</div><div>Homem ao voltar para a casa tenta plantar a árvore em sua casa. Seu filho que observa tudo, acaba por ver o inseto na sua tarefa e passa a persegui-lo. O prende em um vidro até que este foge. Indo atrás do inseto ele avista e adentra um “Oasis” de árvores em meio a paisagem desértica. Ao passar por este local, ele avista a colina e vê a flor praticamente morta. Corre de volta ao Oasis e com as mãos em concha, por diversas vezes indo e voltando, rega a flor que refloresce, cresce e se torna “a maior flor do mundo”. Cansado, ele adormece a sombra da flor que em agradecimento, solta uma flor para cobrir o menino até ele ser encontrado pelos pais.</div><div>          O curta me fez refletir sobre a temática e a situação de pararmos para pensar sobre a ganância dos homens sobre a natureza, pois ainda restava natureza naquele lugar, restava vida, que foi onde que foi possível tirar a água para se dar a vida a maior flor do mundo. E este ato foi tão relevante naquele momento e naquela sociedade que acabou o menino sendo analisado com ser capaz de grandes transformações, mudanças, fazendo um simples ato de regar uma flor, fazendo algo diferente de que todos. </div><div>Ao final o menino encontra o inseto que seguia sua sina de fabricar e seguir levando a sua bola de barro, acena e o inseto acena de volta, trazendo a reflexão da inocência da infância e da criança e da capacidade de mudança que ela pode trazer para o nosso planeta. </div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-28 02:10:37 UTC</pubDate>
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         <title>A Casa</title>
         <author>kamyla_kk</author>
         <link>https://padlet.com/kamyla_kk/mmxvkwlp52r7/wish/309026666</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Autora: </strong>Josiane Dias<br><br><strong>Direção</strong>: Andrés Lieban </div><div><strong>Duração: </strong>03 min. <br><strong>Ano:</strong> 2004 </div><div><br><strong>Sinopse:</strong> </div><div>     É baseado no encanto da música de Toquinho e Vinicius de Moraes  que o cineasta Andrés Lieban buscou inspiração para produzir este curta-metragem de mesmo nome, “A Casa”. Singelo como a canção, o curta celebra não apenas um clássico da música popular brasileira, mas, em especial, a magia que reside naquilo que é simples e tocante. Confiram! <br><br><strong>Disponível em:</strong>  https://www.youtube.com/watch?v=9kPPSaMnlyY </div><div><br><strong>Análise: </strong></div><div>          “ Era uma casa muito engraçada, não tinha teto, não tinha nada...”  Uma animação que se baseia na letra de Toquinho e Vinícius de Moraes, onde, divertidamente, um palhaço ao construir uma casa invisível,  nos convida a embarcar numa viagem no mundo da imaginação, despertando a curiosidade e a criança que há em nós. Que casa será essa? Onde fica esse endereço? Essa casa existe? Como alguém pode morar nela se não há chão?  </div><div>          Muitas podem ser as interpretações, há quem diga que essa casa, na qual a canção se refere, seja na verdade o útero materno, a primeira casa de todos, ricos ou pobres, brancos ou negros, meninos ou meninas. Esta casa em que todos foram aguardados, acalentados, alimentados, protegidos e geridos com zelo, lar este em que não há paredes e também onde não estão disponíveis penicos ou privadas, chuveiros ou pias, não dá nem mesmo para esticar uma rede ou montar uma cama. Essa interpretação hoje faz sentido, mas quando criança sempre que eu ouvia essa música, ela me reportava para um lugar de fantasia, um lugar lúdico onde tudo podia. Onde as brincadeiras na rua duravam até tarde e as crianças podiam brincar livremente, eu imaginava um lugar muito colorido e divertido bem ao estilo que uma criança gosta.  </div><div>          Como Antoine de Saint-Exupéry  escreveu “ só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos”. A animação de Andrés Lieban  é uma provocação ao imaginário, um convite para embarcar no mundo dos sentidos, “a casa” é visível para quem se permite olhar sem filtros e apenas sentir com o coração.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-28 20:08:26 UTC</pubDate>
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         <title>Portifólio de curtas metragens</title>
         <author>kamyla_kk</author>
         <link>https://padlet.com/kamyla_kk/mmxvkwlp52r7/wish/309036006</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Acadêmico: </strong>Andrea Silverio, Camila Ruiz e Josiane Dias de Oiveira<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-28 20:28:49 UTC</pubDate>
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