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      <title>Padlet 3ºA,3ºB,4ºRH,4ºADM by </title>
      <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks</link>
      <description>Escreva quais são as contribuições do estudo da mosca da fruta   COMO MODELO DE ESTUDO EM CIÊNCIA? Fazer até 30/08/2022.Escrever a série e nome</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-04-28 22:32:48 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-09-17 11:33:10 UTC</lastBuildDate>
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         <title>{NOME: YAGO M.M GIROLDO} {4ºRH} {Nº21}</title>
         <author>adrianejuraski</author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2269430094</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong><em>Os estudos com moscas-das-frutas,no Brasil: </em></strong><em>evoluíram</em></li></ul><div><em>muito nas últimas três décadas, em razão das pesquisas desenvolvidas a partir da década de 70,principalmente na </em><strong><em>ESALQ </em></strong><em>e no Instituto,de Biociências da Universidade de São Paulo, a partir desses estudos, o número de interessados em </em><strong><em><mark>moscas-das-frutas </mark></em></strong><em>cresceu significativamente e, em razão disso,o conhecimento nos Estados brasileiros ampliou consideravelmente,apenas no estado de Sergipe<br>ainda não há registros de moscas-das-frutas formalmente publicados.</em><br>&nbsp;</div><ul><li><em>&nbsp;O modelo de armadilha mais utilizado para os estudos bioecológicos de </em><strong><em><mark>moscas -das-frutas</mark></em></strong><em> é o frasco caça-moscas tipo McPhail de plástico, mas armadilhas com garrafas PET podem ser improvisadas,Nas armadilhas, além das espécies-praga de citros, são também</em></li></ul><div>&nbsp; <em>coletadas outras espécies de</em><strong><em><mark> moscas-das-fruta</mark></em></strong><em>s que não são pragas,entretanto, nem sempre a ocorrência das </em><strong><em><mark>moscas-das-frutas </mark></em></strong><em>é explicada satisfatoriamente com base nesses parâmetros meteorológicos, pois a disponibilidade de frutos no local apresenta, grande influência no nível<br>populacional da praga.</em><br><br><em>De fato, a sucessão de hospedeiros é o fator que mais influi no nível,populacional das </em><strong><em><mark>moscas-das-frutas</mark></em></strong><em>,Para estimar<br>a densidade populacional e o nível de controle, usa-se armadilha,tipo McPhail com hidrolisado de proteína para as espécies de Anastrepha e trimedlure para a<br>mosca-do-mediterrâneo o uso de diferentes tipos de armadilhas e de atrativos dificulta a tomada de decisões para o momento do controle,de moscas por<br>armadilha por dia.</em><br>&nbsp;</div><ul><li>&nbsp;<strong><em><mark>O controle de moscas-das-frutas </mark></em></strong><em>tem se, baseado principalmente no uso de iscas tóxicas com inseticidas organofosforados, associado às práticas culturais,Recentemente, uma isca à base de um produto do grupo naturalyte foi desenvolvida e registrada em alguns países.&nbsp;</em></li></ul><div><em>&nbsp;Muitas moscas fazem um grande serviço para nós e para o planeta, limpando todo tipo de detrito do mundo biológico, da madeira podre à lama dos canos de esgoto.</em><br> <br> <em>Já </em><strong><em><mark>as moscas das frutas</mark></em></strong><em> é um dos organismos modelo mais utilizados na pesquisa genética, pois é fácil de reproduzir em laboratório e tem um tempo de geração curto,e sua genética é relativamente simples com apenas quatro pares de cromossomos e grande número de<br>descendentes por geração.</em><br> <br> <em>E estudos apontam que se as moscas fossem extintas, o consumo e a eliminação de carcaças<br>de animais ficariam apenas para bactérias e fungos, e o processo levaria muito mais tempo,Mas além de tudo isso elas também são um ótimo mecanismo para<br>investigar o tempo ou, mais especificamente, os efeitos do tempo,desde então,estudos conduzidos nessas moscas levaram a seis premiações.<br><br>E o conhecimento atual sobre como nos desenvolvemos, nosso comportamento,envelhecimento e evolução todos são construídos sobre a base dessas pesquisas,com </em><strong><em><mark>moscas-da-fruta,</mark></em></strong><em>Finalmente </em><strong><em><mark>as moscas das frutas </mark></em></strong><em>contribuem<br>para os estudos genéticos, estudos esses usados para a melhora de vida da população e também para a polinização de diversas especies de plantas.<br>&nbsp;&nbsp;</em></div><ul><li><strong><em>Sim, </em></strong><strong><em><mark>as moscas-das-frutas</mark></em></strong><strong><em> gostam de bananas.</em></strong></li></ul><div><em>&nbsp;<br>&nbsp;Mas elas também são um ótimo mecanismo para investigar o tempo ou, mais especificamente, os efeitos do tempo.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Isso porque o ciclo de vida delas é tão curto que permite estudá-las por gerações e gerações, o que é quase impossível com humanos.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Elas custam pouco e se reproduzem de maneira extremamente rápida.<br>&nbsp;</em></div><ul><li><em>&nbsp;O ciclo reprodutivo é curto, de 8 a 14 dias, e essas moscas podem se tornar avós e avôs em apenas 3 a 4 semanas.</em></li></ul><div><em>&nbsp;<br>&nbsp;Na natureza, as moscas adoram se alimentar das leveduras que estão crescendo nos frutos em início de decomposição.<br>&nbsp;<br>&nbsp;O pesquisador reparou que, em uma amostra de moscas selvagens, havia um macho com olhos brancos.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Por que então, usamos moscas como modelo de estudo para entender, por exemplo, o que acontece em mamíferos.<br>&nbsp;</em></div><ul><li><em>&nbsp;Elas também possuem morfologia e sistemas mais simples de que vertebrados, facilitando os estudos.</em></li></ul><div><em>&nbsp;<br>&nbsp;Por todos esses motivos, elas são consideradas modelos importantes para estudo de diversas doenças humanas, já que muitas vias foram descobertas nelas primeiramente e depois confirmadas como existentes também em seres humanos.<br>&nbsp;&nbsp;<br>As doenças neurodegenerativas: contribuição de modelos animais alternativos,Bridi discorreu sobre a metodologia que empregou no estudo da atividade neuronal de duas linhagens de moscas drosófilas para desvendar mecanismos da doença de Parkinson, a pesquisadora também apresentou estudos em que as drosófilas foram utilizadas para decifrar mecanismos da doença de Alzheimer.</em></div><div><em><br></em>A drosófila e seus quatro cromossomos encontraram a fama através do engenho do zoólogo norte-americano Thomas Hunt Morgan, Afirma um de seus continuadores em Itália, Morgan aprendeu, a importância de perseguir uma abordagem mais experimental do que descritiva para o estudo da biologia 3º justamente a tendência que atinge expressão máxima nesta transição para o século 21,conta a história da genética, Morgan e a família Drosophila aparecem sempre de mãos dadas.  <em><br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-24 00:37:28 UTC</pubDate>
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         <title>----BIANCA DE ARAUJO LIMA-3B----</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2273549073</link>
         <description><![CDATA[<div>. Não é considerado uma praga, pois oferece pouco risco à saúde aos seres humanos,apenas alguns dos seus componentes podem ser alergicos para certas pessoas. Na natureza, as moscas adoram se alimentar das leveduras que estão crescendo nos frutos em início de decomposição. Os cientistas chamam de “selvagem” a mosca que apresenta corpo cinzento, os olhos vermelhos e asas longas porque essa é a forma  mais comum encontrada na natureza.<br>&nbsp;O pesquisador reparou que, em uma amostra de moscas selvagens, havia um macho com olhos brancos. Logo, ele quis estudar a transmissão genética E provou que os cromossomos são portadores dos genes. Por que então, usamos moscas como modelo de estudo para entender, por exemplo, o que acontece em mamíferos.<br> não estão sujeitas a muitos parasitas ou doenças que possam comprometer ao laboratório. Elas também possuem morfologia e sistemas mais simples de que vertebrados, facilitando os estudos.<br> Por todos esses motivos, elas são consideradas modelos importantes para estudo de diversas doenças humanas, já que muitas vias foram descobertas nelas primeiramente e depois confirmadas como existentes também em seres humanos. Não é à toa que 6 Prêmios&nbsp;.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-27 22:29:48 UTC</pubDate>
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         <title>Nome:Thays Fernanda  Série:4adm  n°=31</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2273577392</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>A mosca-da-fruta, ou </strong><strong><em>Drosophila melanogaster</em></strong><strong>, seu nome científico, vem sendo estudada há mais de cem anos.</strong></div><div>Sim, moscas-das-frutas gostam de bananas. Você as encontra na cesta quando as frutas começam a estragar.</div><div>Mas elas também são um ótimo mecanismo para investigar o tempo ou, mais especificamente, os efeitos do tempo. Isso porque o ciclo de vida delas é tão curto que permite estudalas&nbsp; por gerações e gerações, o que é quase impossível com humanos.<br>Elas custam pouco e se reproduzem de maneira extremamente rápida. Em temperatura ambiente, uma fêmea pode botar de 30 a 50 ovos por dia durante sua vida. O ciclo reprodutivo é curto, de 8 a 14 dias, e essas moscas podem se tornar avós e avôs em apenas 3 a 4 semanas.<br>Com três milímetros de tamanho, populações de milhões desses insetos podem ser mantidas em um laboratório e sustentadas com uma dieta simples de carboidratos e proteínas, geralmente farinha de milho e extratos de levedura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-28 00:51:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2273858852</link>
         <description><![CDATA[<div>Nome: Ana luiza de Almeida higino.<br>Série: 3•B <br>Número: 2 <br><br>A <strong>mosca de fruta</strong>, ou Drosophila melanogaster, seu nome científico, é um dos organismos modelo mais utilizados na pesquisa <strong>genética</strong>, pois é fácil de reproduzir em laboratório e tem um tempo de geração curto. Thomas Hunt Morgan (EUA, 1866-1945) é o grande responsável por introduzi-la como modelo de estudo na ciência. Ele reparou que, em uma amostra de moscas selvagens (com olhos vermelhos), havia um macho com olhos brancos. Logo, ele quis estudar a transmissão genética desta característica, o que lhe conferiu o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%A9mio_Nobel">Prêmio Nobel</a> de 1933 por provar que os <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cromossomo">cromossomos</a> são portadores dos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gene">genes</a>. Por que, então, usamos drosófilas como modelo de estudo para entender, por exemplo, o que acontece em mamíferos, como nós, seres humanos? Elas são: – de fácil cultivo e manutenção, requerendo pouco equipamento, espaço e dinheiro (consomem comida muito simples) – reproduzem muito rápido e colocam muitos ovos (até 100 ovos por dia por fêmea!), permitindo que vários experimentos sejam feitos em menos tempo – toleram várias condições ambientais (como temperatura, ciclos de luz-escuro) – não estão sujeitas a muitos parasitas ou doenças que possam comprometer a colônia do laboratório Elas também possuem morfologia e sistemas mais simples de que vertebrados, facilitando os estudos. Além disso, com o sequenciamento do seu genoma em 2000, descobrimos que elas compartilham 75% dos mesmos genes com seres humanos, permitindo que os cientistas façam comparações e extrapolações de vias biológicas compartilhadas.<br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-28 16:36:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nome: Antônio Marcos de Paula--- 3• B </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2273909869</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Muitas moscas fazem um grande serviço para nós e para o planeta, <strong>limpando todo tipo de detrito do mundo biológico, da madeira podre à lama dos canos de esgoto.</strong></li><li>Já as&nbsp; moscas das frutas ( nome científico <strong>Drosophila melanogaster&nbsp;</strong>) é um dos organismos modelo mais utilizados na pesquisa <strong>genética</strong>, pois é fácil de reproduzir em laboratório e tem um tempo de geração curto.e sua genética é relativamente simples com apenas quatro pares de <a href="https://en.m.wikipedia.org/wiki/Chromosome">cromossomos</a> e grande número de descendentes por geração.E o ciclo de vida deste inseto tem quatro fases: ovo fertilizado, larva, pupa e adulto.&nbsp;</li><li>Sua aparência varia muito sendo que as fêmeas têm cerca de 2,5 mm (0,10 pol.) de comprimento e os machos são ligeiramente menores com costas mais escuras. Além disso, os machos têm um aglomerado de pêlos pontiagudos ao redor das partes reprodutivas usadas para se prender à fêmea durante o acasalamento.&nbsp;</li><li>E estudos apontam que se as moscas fossem extintas, o consumo e a eliminação de carcaças de animais <a href="http://www.eluniversal.com.mx/articulo/ciencia-y-salud/ciencia/2017/01/16/las-moscas-son-necesarias-para-la-sobrevivencia-de-los">ficariam</a> apenas para bactérias e fungos, e o processo levaria muito mais tempo. Elas também são excepcionalmente necessárias para reciclar matéria fecal. Além disso, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Diptera">algumas </a>espécies são polinizadoras ativas.</li><li>Mas  além de tudo isso elas também são um ótimo mecanismo para investigar o tempo ou, mais especificamente, os efeitos do tempo. Isso porque o ciclo de vida delas é tão curto que permite estudá-las por gerações e gerações, o que é quase impossível com humanos. E em 1933, Thomas Hunt Morgan ganhou um prêmio Nobel por estudar como a <em>Drosophila</em> recebia de herança uma mutação genética. A pesquisa de Morgan levou à teoria sobre genes produzidos pelo DNA serem carregados por cromossomos, que eram transmitidos por gerações, a descoberta preparou o terreno para a genética moderna e o estudo da teoria cromossômica da herança.</li><li>Desde então, estudos conduzidos nessas moscas levaram a cinco premiações no Nobel, em 1946, 1995 e 2011.E o conhecimento atual sobre como nos desenvolvemos, nosso comportamento, envelhecimento e evolução todos são construídos sobre a base dessas pesquisas com moscas-da-fruta.</li><li>Finalmente as moscas das frutas contribuem para os estudos genéticos, estudos esses usados para a melhora de vida da população  e também para a polinização de diversas especies de plantas.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-28 19:05:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Nome: Guilherme Novaes Tangleica Leão </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2275031711</link>
         <description><![CDATA[<div>Número: 13&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Série: 3B<br><br>Mosca drosófila <br>A facilidade e baixo custo de manutenção em laboratório, o ciclo de vida curto e a possibilidade de observar características morfológicas facilmente identificáveis, são propriedades que justificam a ampla aplicação desta espécie em estudos sobre genética da transmissão, citogenética, desenvolvimento, genética de populações e evolução.<br>No início de século 20, o cientista norte-americano Thomas Hunt Morgan fez uma série de estudos em busca da resposta para um dos grandes problemas científicos daquela época: encontrar os "fatores hereditários" postulados por Gregor Mendel. Ao lado de seus alunos, ele montou uma "sala das moscas", na qual estudou as moscas drosófilas (conhecidas também como moscas-da-fruta), principalmente as "mutantes". Da "Fly Room", como era chamada a sala, nasceu o primeiro mapa da posição de genes sobre um cromossomo, que deu a Morgan o Prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia de 1933.<br><br></div><div>Um século depois, as moscas continuam sendo utilizadas em estudos sobre genética. Em 2007, <a href="http://m.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u343827.shtml?mobile">cientistas de 14 países seqüenciaram e compararam o material genético de todas as doze espécies conhecidas de moscas-da-fruta</a>. Este estudo representou um grande avanço nos estudos da evolução, uma vez que a drosófila tem uma organização genômica sofisticada e é muito mais próxima dos humanos do que se pensava antigamente.<br><br></div><div>O capítulo "Moscas, Bactérias, Ratos e Homens" do livro <a href="http://livraria.folha.com.br/catalogo/1019508"><strong>"O Projeto Genoma Humano"</strong></a>, da Publifolha, mostra como os estudos de Morgan contribuíram para o desenvolvimento da genética.<br>Tem sido um animalzinho importante para a história da biologia a <em>Drosophila melanogaster</em>, a popular mosca-das-frutas. Há quem pense até que esse inseto de corpo estriado merece, se não uma estátua, ao menos um busto em bronze próximo a algum ponto turístico do vasto continente criado pelos pesquisadores da hereditariedade. A drosófila e seus quatro cromossomos encontraram a fama através do engenho do zoólogo norte-americano Thomas Hunt Morgan. Fontes abalizadas descrevem-no como pioneiro de uma tradição que nascia para a biologia no final do século 19, quando o pesquisador completava sua formação no Laboratório Marítimo da deslumbrante Nápoles. Afirma um de seus continuadores que, na Itália, Morgan aprendeu "a importância de perseguir uma abordagem mais experimental do que descritiva para o estudo da biologia" <sub>3</sub> - justamente a tendência que atinge expressão máxima nesta transição para o século 21. Quando se conta a história da genética, Morgan e a família <em>Drosophila</em> aparecem sempre de mãos dadas. O uso da mosca-das-frutas como modelo experimental é um legado dele tão grande quanto as descobertas que fez ou ajudou a fazer.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-29 16:56:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Nome: GUSTAVO NOVAES TANGLEICA LEÃO </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2275062263</link>
         <description><![CDATA[<div>Número: 15<br>Série: 3°B&nbsp; <br><br>Você já ouviu falar em drosófila? Não? E mosquinha-da-fruta? Mosquinha-da-banana, talvez? Todos são nomes para se referir ao mesmo inseto, cujo nome científico é <em>Drosophila melanogaster</em>, uma mosca de origem havaiana. Não é considerado uma praga, pois oferece pouco risco à saúde aos seres humanos – apenas alguns dos seus componentes podem ser alergênicos para certas pessoas. Na natureza, as drosófilas adoram se alimentar das leveduras que estão crescendo nos frutos em início de decomposição. Os cientistas chamam de “selvagem” a drosófila que apresenta corpo cinzento, os olhos vermelhos e asas longas porque essa é a forma encontrada em abundância na natureza. A <em>Drosophila melanogaster</em>, junto de camundongos, de ratos, de um verme chamado <em>Caenorhabditis elegans</em>, da levedura da cerveja <em>Saccharomyces cerevisiae</em> e da bactéria <em>Escherichia coli</em> são os modelos biológicos de estudo mais famosos no mundo, cada um com suas vantagens e desvantagens. Thomas Hunt Morgan (EUA, 1866-1945) é o grande responsável por introduzi-la como modelo de estudo na ciência. Ele reparou que, em uma amostra de moscas selvagens (com olhos vermelhos), havia um macho com olhos brancos. Logo, ele quis estudar a transmissão genética desta característica, o que lhe conferiu o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%A9mio_Nobel"><em>Prêmio Nobel</em></a> de 1933 por provar que os <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cromossomo"><em>cromossomos</em></a> são portadores dos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gene"><em>genes</em></a>. Por que, então, usamos drosófilas como modelo de estudo para entender, por exemplo, o que acontece em mamíferos, como nós, seres humanos? Elas são: – de fácil cultivo e manutenção, requerendo pouco equipamento, espaço e dinheiro (consomem comida muito simples) – reproduzem muito rápido e colocam muitos ovos (até 100 ovos por dia por fêmea!), permitindo que vários experimentos sejam feitos em menos tempo – toleram várias condições ambientais (como temperatura, ciclos de luz-escuro) – não estão sujeitas a muitos parasitas ou doenças que possam comprometer a colônia do laboratório Elas também possuem morfologia e sistemas mais simples de que vertebrados, facilitando os estudos. Além disso, com o sequenciamento do seu genoma em 2000, descobrimos que elas compartilham 75% dos mesmos genes com seres humanos, permitindo que os cientistas façam comparações e extrapolações de vias biológicas compartilhadas. Como não existem questões bioéticas envolvidas com seu uso em pesquisa (a sociedade, no geral, não se importa com pesquisa feita em não-vertebrados), inúmeras ferramentas genéticas vêm sendo estabelecidas desde 1987, facilitando o estudo de diversas questões biológicas. Por todos esses motivos, elas são consideradas modelos importantes para estudo de diversas doenças humanas, já que muitas vias foram descobertas nelas primeiramente e depois confirmadas como existentes também em seres humanos. Não é à toa que 6 Prêmios Nobel em Fisiologia ou Medicina foram conferidos a pesquisadores que usaram essa mosquinha que ronda suas frutas como modelo de estudo (1933, 1946, 1995, 2004, 2011 e 2017).</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-29 17:19:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nome: Alanys Aiela Tavares, n°1 4°ADM</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2275119282</link>
         <description><![CDATA[<div>Thomas Hunt Morgan, que estudou as moscas de frutas, <strong>forneceu a primeira forte confirmação da teoria cromossômica</strong>. Morgan descobriu uma mutação que afetava a cor dos olhos da mosca. Ele observou que a mutação era herdada de forma diferente pelas moscas macho e fêmea. Essas moscas não são consideradas uma praga, pois oferece pouquíssimo risco à saúde de nós, seres humanos. Na natureza, essas moscas adoram se alimentar das leveduras que estão crescendo nos frutos em início de decomposição. Segundo cientistas é considerando "selvagens" apenas as moscas que apresentam corpo cinzento, os olhos vermelhos e asas longas. O nome científico dessas moscas é conhecido como <em>Drosophila melanogaster. </em>Elas juntode camundongos, de ratos, de um verme chamado <em>Caenorhabditis elegans</em>, da levedura da cerveja <em>Saccharomyces cerevisiae</em> e da bactéria <em>Escherichia coli</em> são os modelos biológicos de estudo mais famosos no mundo, cada um com suas vantagens e desvantagens. Morgan é o grande responsável por introduzi-la como modelo de estudo na ciência. Ele reparou que, em uma amostra de moscas selvagens (com olhos vermelhos), havia um macho com olhos brancos. Logo, ele quis estudar a transmissão genética desta característica. Ele até ganhou um prêmio Nobel por provar que os cromossomos são portadores dos genes. Elas são: – de fácil cultivo e manutenção, requerendo pouco equipamento, espaço e dinheiro (consomem comida muito simples) – reproduzem muito rápido e colocam muitos ovos (até 100 ovos por dia por fêmea!), permitindo que vários experimentos sejam feitos em menos tempo – toleram várias condições ambientais (como temperatura, ciclos de luz-escuro) – não estão sujeitas a muitos parasitas ou doenças que possam comprometer a colônia do laboratório Elas também possuem morfologia e sistemas mais simples de que vertebrados, facilitando os estudos. Além disso, com o sequenciamento do seu genoma em 2000, descobrimos que elas compartilham 75% dos mesmos genes com seres humanos, permitindo que os cientistas façam comparações e extrapolações de vias biológicas compartilhadas. Por todos esses motivos, elas são consideradas modelos importantes para estudo de diversas doenças humanas, já que muitas vias foram descobertas nelas primeiramente e depois confirmadas como existentes também em seres humanos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-29 18:04:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nome: Ana Júlia Simões de Oliveira Buzzetti        n°04  4°Adm                                                                POR QUE USAMOS A MOSQUINHA-DA-FRUTA COMO MODELO DE ESTUDO EM CIÊNCIA?          </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2275144021</link>
         <description><![CDATA[<div>Você já ouviu falar em drosófila? Não? E mosquinha-da-fruta? Mosquinha-da-banana, talvez? Todos são nomes para se referir ao mesmo inseto, cujo nome científico é <em>Drosophila melanogaster</em>, uma mosca de origem havaiana. Não é considerado uma praga, pois oferece pouco risco à saúde aos seres humanos – apenas alguns dos seus componentes podem ser alergênicos para certas pessoas. Na natureza, as drosófilas adoram se alimentar das leveduras que estão crescendo nos frutos em início de decomposição. Os cientistas chamam de “selvagem” a drosófila que apresenta corpo cinzento, os olhos vermelhos e asas longas porque essa é a forma encontrada em abundância na natureza. A <em>Drosophila melanogaster</em>, junto de camundongos, de ratos, de um verme chamado <em>Caenorhabditis elegans</em>, da levedura da cerveja <em>Saccharomyces cerevisiae</em> e da bactéria <em>Escherichia coli</em> são os modelos biológicos de estudo mais famosos no mundo, cada um com suas vantagens e desvantagens. Thomas Hunt Morgan (EUA, 1866-1945) é o grande responsável por introduzi-la como modelo de estudo na ciência. Ele reparou que, em uma amostra de moscas selvagens (com olhos vermelhos), havia um macho com olhos brancos. Logo, ele quis estudar a transmissão genética desta característica, o que lhe conferiu o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%A9mio_Nobel"><em>Prêmio Nobel</em></a> de 1933 por provar que os <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cromossomo"><em>cromossomos</em></a> são portadores dos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gene"><em>genes</em></a>. Por que, então, usamos drosófilas como modelo de estudo para entender, por exemplo, o que acontece em mamíferos, como nós, seres humanos? Elas são: – de fácil cultivo e manutenção, requerendo pouco equipamento, espaço e dinheiro (consomem comida muito simples) – reproduzem muito rápido e colocam muitos ovos (até 100 ovos por dia por fêmea!), permitindo que vários experimentos sejam feitos em menos tempo – toleram várias condições ambientais (como temperatura, ciclos de luz-escuro) – não estão sujeitas a muitos parasitas ou doenças que possam comprometer a colônia do laboratório Elas também possuem morfologia e sistemas mais simples de que vertebrados, facilitando os estudos. Além disso, com o sequenciamento do seu genoma em 2000, descobrimos que elas compartilham 75% dos mesmos genes com seres humanos, permitindo que os cientistas façam comparações e extrapolações de vias biológicas compartilhadas. Como não existem questões bioéticas envolvidas com seu uso em pesquisa (a sociedade, no geral, não se importa com pesquisa feita em não-vertebrados), inúmeras ferramentas genéticas vêm sendo estabelecidas desde 1987, facilitando o estudo de diversas questões biológicas. Por todos esses motivos, elas são consideradas modelos importantes para estudo de diversas doenças humanas, já que muitas vias foram descobertas nelas primeiramente e depois confirmadas como existentes também em seres humanos. Não é à toa que 6 Prêmios Nobel em Fisiologia ou Medicina foram conferidos a pesquisadores que usaram essa mosquinha que ronda suas frutas como modelo de estudo (1933, 1946, 1995, 2004, 2011 e 2017).</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-29 18:26:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Luana Gabrielly da Costa 3°A POR QUE USAMOS A MOSQUINHA-DA-FRUTA COMO MODELO DE ESTUDO EM CIÊNCIA?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2275253668</link>
         <description><![CDATA[<div>Você já ouviu falar em drosófila? Não? E mosquinha-da-fruta? Mosquinha-da-banana, talvez? Todos são nomes para se referir ao mesmo inseto, cujo nome científico é <em>Drosophila melanogaster</em>, uma mosca de origem havaiana. Não é considerado uma praga, pois oferece pouco risco à saúde aos seres humanos – apenas alguns dos seus componentes podem ser alergênicos para certas pessoas. Na natureza, as drosófilas adoram se alimentar das leveduras que estão crescendo nos frutos em início de decomposição. Os cientistas chamam de “selvagem” a drosófila que apresenta corpo cinzento, os olhos vermelhos e asas longas porque essa é a forma encontrada em abundância na natureza. A <em>Drosophila melanogaster</em>, junto de camundongos, de ratos, de um verme chamado <em>Caenorhabditis elegans</em>, da levedura da cerveja <em>Saccharomyces cerevisiae</em> e da bactéria <em>Escherichia coli</em> são os modelos biológicos de estudo mais famosos no mundo, cada um com suas vantagens e desvantagens. Thomas Hunt Morgan (EUA, 1866-1945) é o grande responsável por introduzi-la como modelo de estudo na ciência. Ele reparou que, em uma amostra de moscas selvagens (com olhos vermelhos), havia um macho com olhos brancos. Logo, ele quis estudar a transmissão genética desta característica, o que lhe conferiu o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%A9mio_Nobel"><em>Prêmio Nobel</em></a> de 1933 por provar que os <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cromossomo"><em>cromossomos</em></a> são portadores dos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gene"><em>genes</em></a>. Por que, então, usamos drosófilas como modelo de estudo para entender, por exemplo, o que acontece em mamíferos, como nós, seres humanos? Elas são: – de fácil cultivo e manutenção, requerendo pouco equipamento, espaço e dinheiro (consomem comida muito simples) – reproduzem muito rápido e colocam muitos ovos (até 100 ovos por dia por fêmea!), permitindo que vários experimentos sejam feitos em menos tempo – toleram várias condições ambientais (como temperatura, ciclos de luz-escuro) – não estão sujeitas a muitos parasitas ou doenças que possam comprometer a colônia do laboratório Elas também possuem morfologia e sistemas mais simples de que vertebrados, facilitando os estudos. Além disso, com o sequenciamento do seu genoma em 2000, descobrimos que elas compartilham 75% dos mesmos genes com seres humanos, permitindo que os cientistas façam comparações e extrapolações de vias biológicas compartilhadas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-29 20:17:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2275277611</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-08-29 20:47:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Nome: Lílian de Assis Campos. N°16  Série: 4°Adm.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2275340547</link>
         <description><![CDATA[<div>- <strong>Contribuições do estudo da mosca da fruta como modelo de estudo em ciência.</strong><br><br>A mosca da fruta, ou&nbsp;Drosophila melanogaster, seu nome científico, vem sendo estudada há mais de cem anos. Moscas das frutas gostam de bananas. Podemos encontrar elas na cesta quando as frutas começam a estragar. Elas também são um ótimo mecanismo para investigar o tempo ou, mais especificamente, os efeitos do tempo. Isso porque o ciclo de vida delas é tão curto que permite estudá-las por gerações e gerações, o que é quase impossível com humanos. Custam pouco e se reproduzem de maneira extremamente rápida. Em temperatura ambiente, uma fêmea pode botar de 30 a 50 ovos por dia durante sua vida. O ciclo reprodutivo é curto, de 8 a 14 dias, e essas moscas podem se tornar avós e avôs em apenas 3 a 4 semanas. Com três milímetros de tamanho, populações de milhões desses insetos podem ser mantidas em um laboratório e sustentadas com uma dieta simples de carboidratos e proteínas, geralmente farinha de milho e extratos de levedura. Em 1933, Thomas Hunt Morgan ganhou um prêmio Nobel por estudar como a&nbsp;Drosophila&nbsp;recebia de herança uma mutação genética que deixava seus olhos brancos, e não vermelhos. A pesquisa de Morgan levou à teoria sobre genes produzidos pelo DNA serem carregados por cromossomos, que eram transmitidos por gerações. A descoberta preparou o terreno para a genética moderna e o estudo da teoria cromossômica da herança. Desde então, estudos conduzidos nessas moscas levaram a cinco premiações no Nobel, em 1946, 1995 e 2011. Conhecimento atual sobre como nos desenvolvemos, nosso comportamento, envelhecimento e evolução todos são construídos sobre a base dessas pesquisas com moscas-da-fruta. E quanto mais as estudamos mais descobrimos que somos parecidos: 75% dos genes associados a doenças humanas têm um correspondente identificável na mosca-da-fruta.<br>A&nbsp;Drosophila&nbsp;tem quatro pares de cromossomos e cerca de 14 mil genes. Compare isso com os humanos, que têm cerca de 22,5 mil genes, e a levedura, com 5,8 mil genes, e somos muito mais parecidos do que você possa imaginar. Essa proximidade genética relativa significa que experimentos com&nbsp;Drosophila&nbsp;podem ser traduzidos de maneira efetiva para humanos. Deixamos as moscas bêbadas para estudar o vício ao álcool, investigamos o sono delas e como são afetadas pelo café e descobrimos que moscas mais velhas dormem menos. Os primeiros genes do "jet lag" foram identificados em moscas, e hoje sabemos que também os temos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-29 22:24:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nome: Maria Eduarda da Silva n°23 4°ADM</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2275342877</link>
         <description><![CDATA[<div>Você já ouviu falar em drosófila? Não? E mosquinha-da-fruta? Mosquinha-da-banana, talvez? Todos são nomes para se referir ao mesmo inseto, cujo nome científico é Drosophila melanogaster, uma mosca de origem havaiana. Não é considerado uma praga, pois oferece pouco risco à saúde aos seres humanos – apenas alguns dos seus componentes podem ser alergênicos para certas pessoas. Na natureza, as drosófilas adoram se alimentar das leveduras que estão crescendo nos frutos em início de decomposição. Os cientistas chamam de “selvagem” a drosófila que apresenta corpo cinzento, os olhos vermelhos e asas longas porque essa é a forma encontrada em abundância na natureza. A Drosophila melanogaster, junto de camundongos, de ratos, de um verme chamado Caenorhabditis elegans, da levedura da cerveja Saccharomyces cerevisiae e da bactéria Escherichia coli são os modelos biológicos de estudo mais famosos no mundo, cada um com suas vantagens e desvantagens. Thomas Hunt Morgan (EUA, 1866-1945) é o grande responsável por introduzi-la como modelo de estudo na ciência. Ele reparou que, em uma amostra de moscas selvagens (com olhos vermelhos), havia um macho com olhos brancos. Logo, ele quis estudar a transmissão genética desta característica, o que lhe conferiu o Prêmio Nobel de 1933 por provar que os cromossomos são portadores dos genes. Por que, então, usamos drosófilas como modelo de estudo para entender, por exemplo, o que acontece em mamíferos, como nós, seres humanos? Elas são: – de fácil cultivo e manutenção, requerendo pouco equipamento, espaço e dinheiro (consomem comida muito simples) – reproduzem muito rápido e colocam muitos ovos (até 100 ovos por dia por fêmea!), permitindo que vários experimentos sejam feitos em menos tempo – toleram várias condições ambientais (como temperatura, ciclos de luz-escuro) – não estão sujeitas a muitos parasitas ou doenças que possam comprometer a colônia do laboratório Elas também possuem morfologia e sistemas mais simples de que vertebrados, facilitando os estudos. Além disso, com o sequenciamento do seu genoma em 2000, descobrimos que elas compartilham 75% dos mesmos genes com seres humanos, permitindo que os cientistas façam comparações e extrapolações de vias biológicas compartilhadas. Como não existem questões bioéticas envolvidas com seu uso em pesquisa (a sociedade, no geral, não se importa com pesquisa feita em não-vertebrados), inúmeras ferramentas genéticas vêm sendo estabelecidas desde 1987, facilitando o estudo de diversas questões biológicas. Por todos esses motivos, elas são consideradas modelos importantes para estudo de diversas doenças humanas, já que muitas vias foram descobertas nelas primeiramente e depois confirmadas como existentes também em seres humanos. Não é à toa que 6 Prêmios Nobel em Fisiologia ou Medicina foram conferidos a pesquisadores que usaram essa mosquinha que ronda suas frutas como modelo de estudo (1933, 1946, 1995, 2004, 2011 e 2017).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-29 22:28:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nome:Luan Henrique Ribeiro dos Santos         N°22       3°B</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>▪︎A mosca-da-fruta éum ótimo mecanismo para investigar o tempo ou, mais especificamente, os efeitos do tempo. Isso porque o ciclo de vida delas é tão curto que permite estudá-las por gerações e gerações, o que é quase impossível com humanos.<br><br>▪︎Elas custam pouco e se reproduzem de maneira extremamente rápida. Em temperatura ambiente, uma fêmea pode botar de 30 a 50 ovos por dia durante sua vida. O ciclo reprodutivo é curto, de 8 a 14 dias, e essas moscas podem se tornar avós e avôs em apenas 25 dias.<br><br>▪︎Com três milímetros de tamanho, populações de milhões desses insetos podem ser mantidas em um laboratório e sustentadas com uma dieta simples de carboidratos e proteínas.<br><br>▪︎Em 1933, Thomas Hunt Morgan ganhou um prêmio Nobel por estudar como a <em>Drosophila</em> recebia de herança uma mutação genética que deixava seus olhos brancos, e não vermelhos.<br><br>▪︎A pesquisa de Morgan levou à teoria sobre genes produzidos pelo DNA serem carregados por cromossomos, que eram transmitidos por gerações. A descoberta preparou o terreno para a genética moderna e o estudo da teoria cromossômica da herança.Desde então, estudos conduzidos nessas moscas levaram a cinco premiações no Nobel, em 1946, 1995 e 2011.&nbsp;<br><br>▪︎Conhecimento atual sobre como nos desenvolvemos, nosso comportamento, envelhecimento e evolução todos são construídos sobre a base dessas pesquisas com moscas-da-fruta.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-29 23:30:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nome: Natália Brunhari Soares               N°26                                                                       3°B</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2275393335</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>A mosca-da-fruta, ou </strong><strong><em>Drosophila melanogaster</em></strong><strong>, seu nome científico, vem sendo estudada há mais de cem anos.</strong></div><div>Sim, moscas-das-frutas gostam de bananas. Você as encontra na cesta quando as frutas começam a estragar.</div><div>Mas elas também são um ótimo mecanismo para investigar o tempo ou, mais especificamente, os efeitos do tempo. Isso porque o ciclo de vida delas é tão curto que permite estudá-las por gerações e gerações, o que é quase impossível com humanos.<br>Elas custam pouco e se reproduzem de maneira extremamente rápida. Em temperatura ambiente, uma fêmea pode botar de 30 a 50 ovos por dia durante sua vida. O ciclo reprodutivo é curto, de 8 a 14 dias, e essas moscas podem se tornar avós e avôs em apenas 3 a 4 semanas.</div><div>Com três milímetros de tamanho, populações de milhões desses insetos podem ser mantidas em um laboratório e sustentadas com uma dieta simples de carboidratos e proteínas, geralmente farinha de milho e extratos de levedura.<br>Em 1933, Thomas Hunt Morgan ganhou um prêmio Nobel por estudar como a <em>Drosophila</em> recebia de herança uma mutação genética que deixava seus olhos brancos, e não vermelhos.</div><div>A pesquisa de Morgan levou à teoria sobre genes produzidos pelo DNA serem carregados por cromossomos, que eram transmitidos por gerações. A descoberta preparou o terreno para a genética moderna e o estudo da teoria cromossômica da herança.<br>Desde então, estudos conduzidos nessas moscas levaram a cinco premiações no Nobel, em 1946, 1995 e 2011. Conhecimento atual sobre como nos desenvolvemos, nosso comportamento, envelhecimento e evolução todos são construídos sobre a base dessas pesquisas com moscas-da-fruta.</div><div>E quanto mais as estudamos mais descobrimos que somos parecidos: 75% dos genes associados a doenças humanas têm um correspondente identificável na mosca-da-fruta.</div><div>A <em>Drosophila</em> tem quatro pares de cromossomos e cerca de 14 mil genes. Compare isso com os humanos, que têm cerca de 22,5 mil genes, e a levedura, com 5,8 mil genes, e somos muito mais parecidos do que você possa imaginar.</div><div>Essa proximidade genética relativa significa que experimentos com <em>Drosophila</em> podem ser traduzidos de maneira efetiva para humanos. Deixamos as moscas bêbadas para estudar o vício ao álcool, investigamos o sono delas e como são afetadas pelo café e descobrimos que moscas mais velhas dormem menos.</div><div>Os primeiros genes do "jet lag" foram identificados em moscas, e hoje sabemos que também os temos.<br>Milhares de cientistas usam <em>Drosophila</em> como um organismo modelo pelo mundo, e até fora do planeta. Moscas-da-fruta foram os primeiros animais lançados ao espaço e há um laboratório permanente de moscas-da-fruta na Estação Espacial Internacional. O espaço serve para estudar coisas como por que astronautas são mais suscetíveis a doenças enquanto estão no espaço.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-29 23:48:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estudo da Mosca</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2275394041</link>
         <description><![CDATA[<div>Ana Lívia Côrrea N°5&nbsp; 4°ADM&nbsp;<br><br>&nbsp; &nbsp;A&nbsp;Drosophila melanogaster, junto de camundongos, de ratos, de um verme chamado&nbsp;Caenorhabditis elegans, da levedura da cerveja&nbsp;Saccharomyces cerevisiae&nbsp;e da bactéria&nbsp;Escherichia coli&nbsp;são os modelos biológicos de estudo mais famosos no mundo, cada um com suas vantagens e desvantagens. Thomas Hunt Morgan (EUA, 1866-1945) é o grande responsável por introduzi-la como modelo de estudo na ciência. Ele reparou que, em uma amostra de moscas selvagens (com olhos vermelhos), havia um macho com olhos brancos. Logo, ele quis estudar a transmissão genética desta característica, o que lhe conferiu o&nbsp;Prêmio Nobel&nbsp;de 1933 por provar que os&nbsp;cromossomos&nbsp;são portadores dos&nbsp;genes. Por que, então, usamos drosófilas como modelo de estudo para entender, por exemplo, o que acontece em mamíferos, como nós, seres humanos? Elas são: – de fácil cultivo e manutenção, requerendo pouco equipamento, espaço e dinheiro (consomem comida muito simples) – reproduzem muito rápido e colocam muitos ovos (até 100 ovos por dia por fêmea!), permitindo que vários experimentos sejam feitos em menos tempo – toleram várias condições ambientais (como temperatura, ciclos de luz-escuro) – não estão sujeitas a muitos parasitas ou doenças que possam comprometer a colônia do laboratório Elas também possuem morfologia e sistemas mais simples de que vertebrados, facilitando os estudos. Além disso, com o sequenciamento do seu genoma em 2000, descobrimos que elas compartilham 75% dos mesmos genes com seres humanos, permitindo que os cientistas façam comparações e extrapolações de vias biológicas compartilhadas. Como não existem questões bioéticas envolvidas com seu uso em pesquisa (a sociedade, no geral, não se importa com pesquisa feita em não-vertebrados), inúmeras ferramentas genéticas vêm sendo estabelecidas desde 1987, facilitando o estudo de diversas questões biológicas. Por todos esses motivos, elas são consideradas modelos importantes para estudo de diversas doenças humanas, já que muitas vias foram descobertas nelas primeiramente e depois confirmadas como existentes também em seres humanos.&nbsp;<br>Link de pesquisa:<br>https://mulheresnaciencia.com.br/por-que-usamos-a-mosquinha-da-fruta-como-modelo-de-estudo-em-ciencia/.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-29 23:49:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A mosca da fruta - Verônica Pontes 3°B, n°36</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2275421292</link>
         <description><![CDATA[<div>A mosca-da-fruta, ou Drosophila melanogaster, seu nome científico, vem sendo estudada há mais de cem anos.<br>&nbsp;Mas elas também são um ótimo mecanismo para investigar o tempo ou, mais especificamente, os efeitos do tempo. Isso porque o ciclo de vida delas é tão curto que permite estudá-las por gerações e gerações, o que é quase impossível com humanos.Elas custam pouco e se reproduzem de maneira extremamente rápida. Em temperatura ambiente, uma fêmea pode botar de 30 a 50 ovos por dia durante sua vida. Em 1933, Thomas Hunt Morgan ganhou um prêmio Nobel por estudar como a Drosophila recebia de herança uma mutação genética que deixava seus olhos brancos, e não vermelhos.<br>&nbsp;<br>&nbsp;A pesquisa de Morgan levou à teoria sobre genes produzidos pelo DNA serem carregados por cromossomos, que eram transmitidos por gerações. A descoberta preparou o terreno para a genética moderna e o estudo da teoria cromossômica da herança.<br>&nbsp;Desde então, estudos conduzidos nessas moscas levaram a cinco premiações no Nobel, em 1946, 1995 e 2011. Conhecimento atual sobre como nos desenvolvemos, nosso comportamento, envelhecimento e evolução todos são construídos sobre a base dessas pesquisas com moscas-da-fruta.<br>&nbsp;E quanto mais as estudamos mais descobrimos que somos parecidos: 75% dos genes associados a doenças humanas têm um correspondente identificável na mosca-da-fruta.<br>&nbsp;<br>&nbsp;A Drosophila tem quatro pares de cromossomos e cerca de 14 mil genes. Compare isso com os humanos, que têm cerca de 22,5 mil genes, e a levedura, com 5,8 mil genes, e somos muito mais parecidos do que você possa imaginar.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Essa proximidade genética relativa significa que experimentos com Drosophila podem ser traduzidos de maneira efetiva para humanos. Deixamos as moscas bêbadas para estudar o vício ao álcool, investigamos o sono delas e como são afetadas pelo café e descobrimos que moscas mais velhas dormem menos. Quaisquer sejam as respostas, afirma o cientista Lawrence, elas provavelmente serão descobertas estudando as boas e velhas moscas-das-frutas<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-30 00:19:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Augusta Silva Rocha n:7 4•Adm </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2275432640</link>
         <description><![CDATA[<div>Thomas Hunt Morgan, que estudou as moscas de frutas, <strong>forneceu a primeira forte confirmação da teoria cromossômica</strong>. Morgan descobriu uma mutação que afetava a cor dos olhos da mosca. Ele observou que a mutação era herdada de forma diferente pelas moscas macho e fêmea. Em 1933, Thomas Hunt Morgan ganhou um prêmio Nobel por estudar como a Drosophila recebia de herança uma mutação genética que deixava seus olhos brancos, e não vermelhos.</div><div>A pesquisa de Morgan levou à teoria sobre genes produzidos pelo DNA serem carregados por cromossomos, que eram transmitidos por gerações. A descoberta preparou o terreno para a genética moderna e o estudo da teoria cromossômica da herança. Desde então, estudos conduzidos nessas moscas levaram a cinco premiações no Nobel, em 1946, 1995 e 2011. Conhecimento atual sobre como nos desenvolvemos, nosso comportamento, envelhecimento e evolução todos são construídos sobre a base dessas pesquisas com moscas-da-fruta. E quanto mais as estudamos mais descobrimos que somos parecidos: 75% dos genes associados a doenças humanas têm um correspondente identificável na mosca-da-fruta.</div><div>A Drosophila tem quatro pares de cromossomos e cerca de 14 mil genes. Compare isso com os humanos, que têm cerca de 22,5 mil genes, e a levedura, com 5,8 mil genes, e somos muito mais parecidos do que você possa imaginar.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-30 00:29:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Carolina da Silva Borali     N:7    3ºA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2275522484</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Drosophila melanogaster</em>, uma mosca de origem havaiana. Não é considerado uma praga, pois oferece pouco risco à saúde aos seres humanos – apenas alguns dos seus componentes podem ser alergênicos para certas pessoas. Na natureza, as drosófilas adoram se alimentar das leveduras que estão crescendo nos frutos em início de decomposição. Os cientistas chamam de “selvagem” a drosófila que apresenta corpo cinzento, os olhos vermelhos e asas longas porque essa é a forma encontrada em abundância na natureza. A <em>Drosophila melanogaster</em>, junto de camundongos, de ratos, de um verme chamado <em>Caenorhabditis elegans</em>, da levedura da cerveja <em>Saccharomyces cerevisiae</em> e da bactéria <em>Escherichia coli</em> são os modelos biológicos de estudo mais famosos no mundo, cada um com suas vantagens e desvantagens. Thomas Hunt Morgan (EUA, 1866-1945) é o grande responsável por introduzi-la como modelo de estudo na ciência. Ele reparou que, em uma amostra de moscas selvagens (com olhos vermelhos), havia um macho com olhos brancos. Logo, ele quis estudar a transmissão genética desta característica, o que lhe conferiu o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%A9mio_Nobel"><em>Prêmio Nobel</em></a> de 1933 por provar que os <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cromossomo"><em>cromossomos</em></a> são portadores dos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gene"><em>genes</em></a>. Por que, então, usamos drosófilas como modelo de estudo para entender, por exemplo, o que acontece em mamíferos, como nós, seres humanos? Elas são: – de fácil cultivo e manutenção, requerendo pouco equipamento, espaço e dinheiro (consomem comida muito simples) – reproduzem muito rápido e colocam muitos ovos (até 100 ovos por dia por fêmea!), permitindo que vários experimentos sejam feitos em menos tempo – toleram várias condições ambientais (como temperatura, ciclos de luz-escuro) – não estão sujeitas a muitos parasitas ou doenças que possam comprometer a colônia do laboratório Elas também possuem morfologia e sistemas mais simples de que vertebrados, facilitando os estudos. Além disso, com o sequenciamento do seu genoma em 2000, descobrimos que elas compartilham 75% dos mesmos genes com seres humanos, permitindo que os cientistas façam comparações e extrapolações de vias biológicas compartilhadas. Como não existem questões bioéticas envolvidas com seu uso em pesquisa (a sociedade, no geral, não se importa com pesquisa feita em não-vertebrados), inúmeras ferramentas genéticas vêm sendo estabelecidas desde 1987, facilitando o estudo de diversas questões biológicas. Por todos esses motivos, elas são consideradas modelos importantes para estudo de diversas doenças humanas, já que muitas vias foram descobertas nelas primeiramente e depois confirmadas como existentes também em seres humanos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-30 01:40:12 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Eduarda Alingeri da Silva n°21 4°ADM</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2275542333</link>
         <description><![CDATA[<div>A mosca-da-fruta, ou Drosophila melanogaster, seu nome científico, vem sendo estudada há mais de cem anos. Elas são um ótimo mecanismo para investigar o tempo ou, mais especificamente, os efeitos do tempo. Isso porque o ciclo de vida delas é tão curto que permite estudá-las por gerações e gerações, o que é quase impossível com humanos.<br>Em 1933, Thomas Hunt Morgan ganhou um prêmio Nobel por estudar como a <em>Drosophila</em> recebia de herança uma mutação genética que deixava seus olhos brancos, e não vermelhos.&nbsp;</div><div>A pesquisa de Morgan levou à teoria sobre genes produzidos pelo DNA serem carregados por cromossomos, que eram transmitidos por gerações. A descoberta preparou o terreno para a genética moderna e o estudo da teoria cromossômica da herança.<br>Essa proximidade genética relativa significa que experimentos com <em>Drosophila</em> podem ser traduzidos de maneira efetiva para humanos. Deixamos as moscas bêbadas para estudar o vício ao álcool, investigamos o sono delas e como são afetadas pelo café e descobrimos que moscas mais velhas dormem menos.<br>de acordo com Lawrence, esses estudos são importantes por ajudarem a encaixar peças nesse quebra-cabeça. Só que há ainda um longo caminho até desvendarmos o "grande mistério", e ainda precisamos torná-lo um foco maior de pesquisa.</div><div>"Se você olhar para todo o universo da ciência você uma grande área escura, e se olhar mais perto verá alguns pontos bem iluminados aqui e acolá, e em cada um há pesquisadores discutindo entre si, mas eles não olham para fora dessas janelas para imaginar o que possa estar lá", diz o cientista.</div><div>Quaisquer sejam as respostas, afirma Lawrence, elas provavelmente serão descobertas estudando as boas e velhas moscas-das-frutas.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-30 01:56:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Elton Gabriel Milani da Silva 06 3b                    </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2275596763</link>
         <description><![CDATA[<div>Mosca da fruta - Tephritidae é uma das duas famílias de mosca conhecida como "mosca das frutas". A outra é Drosophilidae. Tephritidae não inclui as espécies do gênero Drosophila, modelos em estudos de genética. Há cerca de 5000 espécies de Tefritídeos descritas, classificados em quase 500 gêneros.<br><br>  Desde então, estudos conduzidos nessas moscas levaram a cinco premiações no Nobel, em 1946, 1995 e 2011. Conhecimento atual sobre como nos desenvolvemos, nosso comportamento, envelhecimento e evolução todos são construídos sobre a base dessas pesquisas com moscas-da-fruta.</div><div>E quanto mais as estudamos mais descobrimos que somos parecidos: 75% dos genes associados a doenças humanas têm um correspondente identificável na mosca-da-fruta.</div><div>A <em>Drosophila</em> tem quatro pares de cromossomos e cerca de 14 mil genes. Compare isso com os humanos, que têm cerca de 22,5 mil genes, e a levedura, com 5,8 mil genes, e somos muito mais parecidos do que você possa imaginar.</div><div>Essa proximidade genética relativa significa que experimentos com <em>Drosophila</em> podem ser traduzidos de maneira efetiva para humanos. Deixamos as moscas bêbadas para estudar o vício ao álcool, investigamos o sono delas e como são afetadas pelo café e descobrimos que moscas mais velhas dormem menos.</div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-30 02:41:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Nome: João Lucas Coppi Medeiros N°:12  Serie: 4°RH</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2275606313</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>A <strong>teoria cromossômica da herança</strong> de Boveri e Sutton afirma que os genes são encontrados em locais específicos nos cromossomos, e que o comportamento dos cromossomos durante a meiose pode explicar as leis de herança de Mendel.</li><li>Thomas Hunt Morgan, que estudou as moscas de frutas, forneceu a primeira forte confirmação da teoria cromossômica.</li><li>Morgan descobriu uma mutação que afetava a cor dos olhos da mosca. Ele observou que a mutação era herdada de forma diferente pelas moscas macho e fêmea.</li><li>Com base no padrão de herança, Morgan concluiu que o gene para cor dos olhos deve estar localizado no cromossomo X.</li><li><em>Drosophila melanogaster</em>, uma mosca de origem havaiana. Não é considerado uma praga, pois oferece pouco risco à saúde aos seres humanos – apenas alguns dos seus componentes podem ser alergênicos para certas pessoas. Na natureza, as drosófilas adoram se alimentar das leveduras que estão crescendo nos frutos em início de decomposição. Os cientistas chamam de “selvagem” a drosófila que apresenta corpo cinzento, os olhos vermelhos e asas longas porque essa é a forma encontrada em abundância na natureza. A <em>Drosophila melanogaster</em>, junto de camundongos, de ratos, de um verme chamado <em>Caenorhabditis elegans</em>, da levedura da cerveja <em>Saccharomyces cerevisiae</em> e da bactéria <em>Escherichia coli</em> são os modelos biológicos de estudo mais famosos no mundo, cada um com suas vantagens e desvantagens.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-30 02:49:06 UTC</pubDate>
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         <title>Manoela Pereira da Fonseca n19 4adm</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2276096308</link>
         <description><![CDATA[<div>Pertencente à família <em>Tephritidae</em>, uma das que apresentam mais espécies na Ordem Diptera, a <strong>mosca-das-frutas</strong> é considerada uma das maiores pragas no setor da fruticultura. Combatido em escala global, este inseto é conhecido por atacar os órgãos reprodutores das plantas, flores e frutas com polpas. No período em que se apresenta em forma de larva, a mosca-das-frutas desenvolve-se dentro dos frutos, onde se alimenta da polpa.</div><div>Entre os tipos de moscas-das-frutas, existem algumas espécies mais invasivas e de comportamento colonizador, como a <em>Ceratitis capitata</em>. Já outras, como as do gênero Ragholetis, apresentam uma distribuição mais restrita, além de terem pouca capacidade para se adaptarem em ambientes novos. Geralmente, são insetos de regiões temperadas.<br>Anualmente, as <a href="https://www.infoescola.com/insetos/moscas/">moscas</a>-das-frutas causam aproximadamente um bilhão de dólares em prejuízos. Por isso, são considerados insetos que causam enormes danos aos fruticultores. O inseto pode causar&nbsp; estragos de três formas: diretamente na produção, durante o processo de comercialização e na parte do fechamento das mercadorias a serem exportadas. As nações que importam as frutas podem até mesmo parar a comercialização, pois não têm interesse em produtos que transportem a praga.<br><br></div><div>As moscas-das-frutas são responsáveis por danos a mais de 400 tipos de frutas, entre elas, as mais prejudicadas são: sapoti, maracujá, acerola, <a href="https://www.infoescola.com/frutas/cereja/">cereja</a>, mamão, <a href="https://www.infoescola.com/frutas/graviola/">graviola</a>, jambo, jabuticaba, pitanga, goiaba, cajá-manga, ciriguela, caju, manga, pêssego, nectarina, ameixa, pêra, maçã, <a href="https://www.infoescola.com/frutas/tangerina/">tangerina</a>, mexerica, limão-cravo, laranja-doce e laranja-azeda.<br><br></div><div>A divisão geográfica da Tephritidae é bastante ampla e seu predomínio ocorre na região Neotropical. São aproximadamente 4.352 tipos agrupados em 481 gêneros. Destes, apenas 5 influem na economia: Toxotrypana, Rhagoletis, Bactrocera, Ceratitis e Anastrepha.<br>Referente ao gênero Toxotrypana, apenas a espécie <em>T. curvicauda</em>, que ataca a papaia, é perigosa para os fruticultores, porém, não há ocorrências desta espécie no Brasil. Já a <em>B. carambolae</em>, mosca-da-carambola, do gênero Bactrocera, foi encontrada recentemente no Oiapoque (AP) de forma restrita. No Brasil, as quatro espécies de Rhagoletis registradas não são prejudiciais para a agricultura, são apenas pragas encontradas esporadicamente na região Sul do País.<br><br></div><div>A mosca-do-mediterrâneo, pertencente ao gênero Ceratitis, possui apenas uma espécie no Brasil. Do ponto de vista econômico, é a que representa maior perigo juntamente com A. obliqua (Macquart), A. grandis (Macquart), A. pseudoparallela (Loew), A. striata Schiner, A. zenildae Zucchi, A. sororcula Zucchi e A. fraterculus (Wied).<br><br></div><div>De acordo com Aldeni Silva, <a href="https://www.infoescola.com/profissoes/biologo/">Biólogo</a> Doutorando em Agronomia, “os inimigos naturais das moscas das frutas são parasitóides pertencentes principalmente às famílias Braconidae e Figitidae. Na primeira família destacam-se espécies dos gêneros Doryctobracon, Opius e Utetes, e na segunda família, espécies dos gêneros Aganaspis, Odontosema, Tropideucoila, Dicerataspis e Lopheucoila”.<br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-30 11:31:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fernanda Pereira de Souza n°10 4°ADM</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2276101311</link>
         <description><![CDATA[<div>As moscas-das-frutas (Diptera: Tephritidae) são insetos fitófagos com espécies que podem assumir o status de praga em frutíferas. No Brasil estudos têm indicado variações na diversidade das moscas-das-frutas, dinâmica populacional e nas interações com hospedeiros e parasitoides, sendo informações fundamentais para um controle efetivo. Entretanto, no Nordeste, sobretudo no Estado da Paraíba, as informações sobre a bioecologia destes tefritídeos são escassas. O estudo teve por objetivo caracterizar as populações de moscas-das-frutas no Brejo paraibano por meio de índices faunísticos e avaliar o efeito do uso de recobrimento biodegradável no controle e qualidade de frutos de goiabeira ‘Paluma’. A pesquisa foi desenvolvida na região do Brejo paraibano, abordando duas propriedades rurais de cada município, georreferenciadas e identificadas segundo o critério de diversidade de espécies frutíferas, utilizando os laboratórios de Zoologia de Invertebrados e Laboratório de Fisiologia Pós-Colheita. O trabalho foi desenvolvido, abordando os aspectos acima explanados, sendo dividido em quatro artigos. No artigo I, estudou-se a análise faunística da comunidade de moscas-das-frutas e a similaridade entre essas populações no municípios. O levantamento populacional foi realizado de julho de 2015 a junho de 2016. Onde foram capturadas um total de 3.159 moscas-das-frutas, das quais 85,57% pertenciam ao gênero Anastrepha e 14,43% ao gênero Ceratitis. 11 espécies de moscas-das-frutas foram capturadas nas armadilhas. Os municípios estudados apresetaram similaridade de 54%, o que indica alta semelhança entre as áreas. No artigo II, objetivou-se obter informações sobre os hospedeiros das moscas-das-frutas, seus parasitoides e suas relações (parasitoide/mosca-das-frutas/hospedeiro), visando a elaboração de futuros sistemas de manejo integrado destes tefritídeos. As espécies botânicas identificadas como hospedeiro de moscas-das-frutas, foram pertencentes a seis famílias e oito espécies frutíferas, apresentando uma riqueza de 11 espécies. A diversidade de hospedeiros e a disponibilidade de frutos são fatores determinante para os tipos de associações existentes entre as espécies de tefritídeos. No artigo III, a pesquisa teve por objetivo avaliar a flutuação populacional de moscas-das-frutas e correlacionar essas informações com a fenologia das cultura bem como os elementos meteorológicos. Em todos os meses do ano foi observado infestação de moscas-das-frutas para ambos os gêneros, no entanto o gênero Anastrepha viii sobressaiu em relação ao gênero Ceratitis. O índice MAD em alguns municípios foi superior a 0,5 sendo recomendado se fazer o controle das moscas-das-frutas nestas áreas. No artigo IV, buscou avaliar o efeito do uso de recobrimento biodegradável associada a diferentes temperatura no controle e qualidade de frutos da goiabeira ‘Paluma’ infestados por C. capitata. O uso de recobrimento biodegradável associado a temperaturas baixas, promoveu efeito letal a ovos e larvas de C. capitata, reduzindo danos e a sobrevivência das larval em frutos infestados, e preserva a qualidade e aparência externa dos frutos e prolonga o período de vida útil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-30 11:37:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nome: Ana Carolina Alves Da Silva. N:41 serie:3b</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2276582902</link>
         <description><![CDATA[<div>A mosca-da-fruta, ou Drosophila melanogaster, seu nome científico, vem sendo estudada há mais de cem anos.</div><div>Sim, moscas-das-frutas gostam de bananas. Você as encontra na cesta quando as frutas começam a estragar.</div><div><br></div><div>Mas elas também são um ótimo mecanismo para investigar o tempo ou, mais especificamente, os efeitos do tempo. Isso porque o ciclo de vida delas é tão curto que permite estudá-las por gerações e gerações, o que é quase impossível com humanos.</div><div>A Drosophila tem quatro pares de cromossomos e cerca de 14 mil genes. Compare isso com os humanos, que têm cerca de 22,5 mil genes, e a levedura, com 5,8 mil genes, e somos muito mais parecidos do que você possa imaginar.</div><div><br></div><div>Essa proximidade genética relativa significa que experimentos com Drosophila podem ser traduzidos de maneira efetiva para humanos. Deixamos as moscas bêbadas para estudar o vício ao álcool, investigamos o sono delas e como são afetadas pelo café e descobrimos que moscas mais velhas dormem menos.</div><div><br></div><div>Os primeiros genes do "jet lag" foram identificados em moscas, e hoje sabemos que também os temos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-30 17:24:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Maria Paula Pio Sabino N:25 3°B</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2276670938</link>
         <description><![CDATA[<div>Drosophila melanogaster, uma mosca de origem havaiana. Elas custam pouco e se reproduzem de maneira extremamente rápida. Em temperatura ambiente, uma fêmea pode botar de 30 a 50 ovos por dia durante sua vida. O ciclo reprodutivo é curto, de 8 a 14 dias, e essas moscas podem se tornar avós e avôs em apenas 3 a 4 semanas.<br><br>Com três milímetros de tamanho, populações de milhões desses insetos podem ser mantidas em um laboratório e sustentadas com uma dieta simples de carboidratos e proteínas, geralmente farinha de milho e extratos de levedura.<br><br>Os Laureados da Medicina de 2017 usaram moscas da fruta ao isolar um gene que controla o ritmo biológico diário normal.<br><br>O Prêmio Nobel categoria "descobertas" foi para Christiane Nüsslein-Volhard, juntamente com as pesquisas de Eric Wieschaus e Edward Lewis, nos ajudaram a entender as causas das mal formações congênitas humanas.<br><br>A única maneira de determinar quais genes estavam envolvidos na formação de diferentes segmentos corporais era observar os efeitos de genes deliberadamente lesados no desenvolvimento.<br><br>A equipe expôs moscas-das-frutas para substâncias químicas que danificam seus genes, causando mutações aleatórias. Depois de estudar cerca de 40.000 mutações, eles conseguiram identificar 15 genes que controlam as fases iniciais do desenvolvimento embrionário em moscas-das-frutas.<br><br>Esses 15 genes, se mutados, causariam defeitos no padrão de segmentação das moscas-das-frutas.<br><br>Os princípios encontrados na mosca da fruta aplicam-se também a organismos superiores, incluindo seres humanos.<br><br>Em 1933, Thomas Hunt Morgan ganhou um prêmio Nobel por estudar como a Drosophila recebia de herança uma mutação genética que deixava seus olhos brancos, e não vermelhos.<br><br>A pesquisa de Morgan levou à teoria sobre genes produzidos pelo DNA serem carregados por cromossomos, que eram transmitidos por gerações. A descoberta preparou o terreno para a genética moderna e o estudo da teoria cromossômica da herança.<br><br>Desde então, estudos conduzidos nessas moscas levaram a cinco premiações no Nobel, em 1946, 1995 e 2011. Conhecimento atual sobre como nos desenvolvemos, nosso comportamento, envelhecimento e evolução todos são construídos sobre a base dessas pesquisas com moscas-da-fruta.<br><br>E quanto mais as estudamos mis descobrimos que somos parecidos: 75% dos genes associados a doenças humanas têm um correspondente identificável na mosca-da-fruta.<br><br>A Drosophila tem quatro pares de cromossomos e cerca de 14 mil genes. Compare isso com os humanos, que têm cerca de 22,5 mil genes, e a levedura, com 5,8 mil genes, e somos muito mais parecidos do que você possa imaginar.<br><br>Essa proximidade genética relativa significa que experimentos com Drosophila podem ser traduzidos de maneira efetiva para humanos. Deixamos as moscas bêbadas para estudar o vício ao álcool, investigamos o sono delas e como são afetadas pelo café e descobrimos que moscas mais velhas dormem menos.<br><br>Os primeiros genes do "jet lag", alteração do ritmo biológico de 24 horas consecutivas que ocorre após mudanças do fuso horário em longas viagens de avião, foram identificados em moscas, e hoje sabemos que também os temos.<br><br>No Brasil temos O Centro de Biologia Molecular e Engenharia Genética (CBMEG) na Unicamp, que é um centro de referência que atua no desenvolvimento de pesquisas nos campos da genética animal, vegetal, humana e de microrganismos, principalmente de insetos como a mosca de fruta, ou Drosophila melanogaster.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-30 18:28:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nome: Gustavo Henrique da Silva Matos N: 14 S: 3B</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2276866212</link>
         <description><![CDATA[<div>Você já ouviu falar em drosófila? Não? E mosquinha-da-fruta? Mosquinha-da-banana, talvez? Todos são nomes para se referir ao mesmo inseto, cujo nome científico é <em>Drosophila melanogaster</em>, uma mosca de origem havaiana. <br><br>Não é considerado uma praga, pois oferece pouco risco à saúde aos seres humanos – apenas alguns dos seus componentes podem ser alergênicos para certas pessoas. Na natureza, as drosófilas adoram se alimentar das leveduras que estão crescendo nos frutos em início de decomposição. Os cientistas chamam de “selvagem” a drosófila que apresenta corpo cinzento, os olhos vermelhos e asas longas porque essa é a forma encontrada em abundância na natureza.<br><br> A <em>Drosophila melanogaster</em>, junto de camundongos, de ratos, de um verme chamado <em>Caenorhabditis elegans</em>, da levedura da cerveja <em>Saccharomyces cerevisiae</em> e da bactéria <em>Escherichia coli</em> são os modelos biológicos de estudo mais famosos no mundo, cada um com suas vantagens e desvantagens. Thomas Hunt Morgan (EUA, 1866-1945) é o grande responsável por introduzi-la como modelo de estudo na ciência. Ele reparou que, em uma amostra de moscas selvagens (com olhos vermelhos), havia um macho com olhos brancos. <br> Logo, ele quis estudar a transmissão genética desta característica, o que lhe conferiu o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%A9mio_Nobel"><em>Prêmio Nobel</em></a> de 1933 por provar que os <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cromossomo"><em>cromossomos</em></a> são portadores dos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gene"><em>genes</em></a>. Por que, então, usamos drosófilas como modelo de estudo para entender, por exemplo, o que acontece em mamíferos, como nós, seres humanos? Elas são: – de fácil cultivo e manutenção, requerendo pouco equipamento, espaço e dinheiro (consomem comida muito simples) – reproduzem muito rápido e colocam muitos ovos (até 100 ovos por dia por fêmea!), permitindo que vários experimentos sejam feitos em menos tempo – toleram várias condições ambientais (como temperatura, ciclos de luz-escuro) – não estão sujeitas a muitos parasitas ou doenças que possam comprometer a colônia do laboratório Elas também possuem morfologia e sistemas mais simples de que vertebrados, facilitando os estudos.&nbsp;<br><br>Além disso, com o sequenciamento do seu genoma em 2000, descobrimos que elas compartilham 75% dos mesmos genes com seres humanos, permitindo que os cientistas façam comparações e extrapolações de vias biológicas compartilhadas. Como não existem questões bioéticas envolvidas com seu uso em pesquisa (a sociedade, no geral, não se importa com pesquisa feita em não-vertebrados), inúmeras ferramentas genéticas vêm sendo estabelecidas desde 1987, facilitando o estudo de diversas questões biológicas.<br><br> Por todos esses motivos, elas são consideradas modelos importantes para estudo de diversas doenças humanas, já que muitas vias foram descobertas nelas primeiramente e depois confirmadas como existentes também em seres humanos. Não é à toa que 6 Prêmios Nobel em Fisiologia ou Medicina foram conferidos a pesquisadores que usaram essa mosquinha que ronda suas frutas como modelo de estudo (1933, 1946, 1995, 2004, 2011 e 2017)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-30 22:14:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nome:Jaiane vieira de lima n°14 série:3°A     Zangão </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2276920030</link>
         <description><![CDATA[<div>    O <strong>zangão</strong>, <strong>zângão</strong> ou <strong>abelhão</strong> é o <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Macho">macho</a> das diversas espécies de <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Abelha">abelhas</a> sociais, especialmente da <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Abelha-europeia">abelha-europeia</a>. Caracteriza-se pelo porte superior às obreiras e pela ausência de <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ferr%C3%A3o">ferrão</a>. Alheio às atividades de manutenção da <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Colmeia">colmeia</a>, não produz <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Mel">mel</a> porque não possui os órgãos essenciais para tais atividades. Sua única função é a de fecundar a abelha rainha, ação que acontece durante o voo nupcia<br>   O zangão nasce de ovos não fecundados: este fenômeno, que é um exemplo de <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Partenog%C3%AAnese">partenogênese</a>, consiste no desenvolvimento de um embrião sem necessidade de fertilização; a rainha, neste caso, não utiliza o sémen do macho (zangão) e põe ovos que contêm apenas o seu material genético. O zangão não possui órgãos de defesa nem de trabalho. Dotado de excepcional visão e olfato, é capaz de detectar rainhas virgens até dez quilômetros de distância</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-30 23:47:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Nome: Maria Eduarda Silva de Souza. N°25  4°Adm</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2276980166</link>
         <description><![CDATA[<div>Utilizada pela ciência há décadas como modelo experimental em diversos estudos, a mosca-da-fruta (Drosophila melanogaste) a mesma&nbsp;tem importante papel nas investigações sobre a fisiopatologia de doenças seu nome científico, é um dos organismos modelo mais utilizados na pesquisa&nbsp;genética, pois é fácil de reproduzir em laboratório e tem um tempo de geração curto. A mosca da fruta&nbsp;tem&nbsp;quatro pares de&nbsp;cromossomos&nbsp;e cerca de 14 mil genes. Compare isso com os humanos, que&nbsp;têm&nbsp;cerca de 22,5 mil genes, e a levedura, com 5,8 mil genes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-31 00:41:52 UTC</pubDate>
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         <title>Nome:Pollyana B. Norberto         Série:3°B   n°32</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Você já ouviu falar em drosófila? Não? E mosquinha-da-fruta? Mosquinha-da-banana, talvez? Todos são nomes para se referir ao mesmo inseto, cujo nome científico é <em>Drosophila melanogaster</em>, uma mosca de origem havaiana. Não é considerado uma praga, pois oferece pouco risco à saúde aos seres humanos – apenas alguns dos seus componentes podem ser alergênicos para certas pessoas,A Drosophila melanogaster, junto de camundongos, de ratos, de um verme chamado Caenorhabditis elegans, da levedura da cerveja Saccharomyces cerevisiae e da bactéria Escherichia coli são os modelos biológicos de estudo.<br>Por que, então, usamos drosófilas como modelo de estudo para entender, por exemplo, o que acontece em mamíferos, como nós, seres humanos? Elas são: – de fácil cultivo e manutenção, requerendo pouco equipamento, espaço e dinheiro (consomem comida muito simples) – reproduzem muito rápido e colocam muitos ovos (até 100 ovos por dia por fêmea!), permitindo que vários experimentos sejam feitos em menos tempo – toleram várias condições ambientais (como temperatura, ciclos de luz-escuro) – não estão sujeitas a muitos parasitas ou doenças que possam comprometer a colônia do laboratório Elas também possuem morfologia e sistemas mais simples de que vertebrados, facilitando os estudos. Além disso, com o sequenciamento do seu genoma em 2000, descobrimos que elas compartilham 75% dos mesmos genes com seres humanos, permitindo que os cientistas façam comparações e extrapolações de vias biológicas compartilhadas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-31 22:44:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Nome:Pedro Otávio Neias Série:3°B   N°31</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Utilizada pela ciência há décadas como modelo experimental em diversos estudos, a mosca-da-fruta (<em>Drosophila melanogaste</em>) também tem importante papel nas investigações sobre a fisiopatologia de doenças neurodegenerativas.&nbsp; Este foi o tema da aula da Liga Acadêmica de Neurociências da FCM/Santa Casa de SP, nesta segunda-feira, 14, quando a farmacêutica Jessika Cristina Bridi apresentou aos alunos de Medicina sua pesquisa de doutorado em Neurociências pelo King’s College London, na Inglaterra.<br><br></div><div>Com palestra intitulada “Doenças neurodegenerativas: contribuição de modelos animais alternativos”, Bridi discorreu sobre a metodologia que empregou no estudo da atividade neuronal de duas linhagens de moscas drosófilas para desvendar mecanismos da doença de Parkinson. A pesquisadora investigou o processo de degeneração dos neurônios a partir do acúmulo da proteína α – sinucleína em terminais pré-sinápticos.<br><br></div><div>Os experimentos de Bridi mostraram, entre outros resultados, que a aglomeração da proteína α – sinucleína potencializou o prejuízo motor durante o envelhecimento de um dos grupos de moscas estudados. “Há muito o que averiguar ainda. Um dos objetivos, com estes estudos, é descobrir como evitar a agregação destas proteínas, impedindo, assim, o desencadeamento da disfunção neuronal”, explicou.&nbsp; A pesquisadora também apresentou estudos em que as drosófilas foram utilizadas para decifrar mecanismos da doença de Alzheimer.<br><br></div><div>Bridi apontou as vantagens do emprego das moscas em experimentos. “Cerca de 75% dos genes humanos relacionados a doenças possuem homólogos em drosófilas”, destacou, lembrando também que é baixo o custo de manutenção da espécie durante as pesquisas. No entanto, ressaltou que é importante a ciência trabalhar com vários modelos para chegar ao desenvolvimento de fármacos e terapias gênicas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-31 23:29:54 UTC</pubDate>
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         <title>Nome: Tais Fernandes Bacinello Série:3B N34</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2278427240</link>
         <description><![CDATA[<div>A Drosophila melanogaster, mais comumente conhecida como moscas da fruta, é um dos organismos mais utilizados em atividades de pesquisa e de ensino em Genética e Evolução. <mark>A facilidade e baixo custo de manutenção em laboratório, o ciclo de vida curto e a possibilidade de observar características morfológicas facilmente identificáveis, são propriedades que justificam a ampla aplicação desta espécie em estudos sobre genética da transmissão, citogenética, desenvolvimento, genética de</mark> populações e evolução. O objetivo deste projeto é estabelecer parcerias com Instituições da Educação Básica da Rede Pública Estadual da cidade de Feira de Santana-BA, com o propósito de desenvolver atividades práticas, utilizando-se drosófilas, nas aulas de Biologia, para disseminar a importância da D. melanogaster como ferramenta didáticopedagógica facilitadora de aprendizagem no ensino da Genética e Evolução no Ensino Médio. Para tanto, serão fornecidos às escolas parceiras, kits de material biológico (moscas), das linhagens selvagem e mutantes, criados e mantidos no Laboratório de Drosófilas, DCBio-UEFS, e oferecidas oficinas e cursos de orientação aos professores e licenciandos em Ciências Biológicas da UEFS que desejem levar essas atividades para sala de aula. A experiência será desenvolvida no Instituto de Educação Gastão Guimarães, Colégio Modelo Luis Eduardo Magalhães e no Centro Juvenil de Ciência e Cultura. Serão observadas características gerais das drosófilas (anatômicas, comportamentais e de desenvolvimento) e realizados experimentos controlados para correlação entre os resultados obtidos e os princípios básicos da hereditariedade. A análise do processo ensino-aprendizagem e sua repercussão, poderão permitir, em um segundo momento, a ampliação do número de Escolas envolvidas e a implementação de um Programa permanente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-31 23:50:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aluno(a): Laura de Freitas Sales. Série: 4°RH. N°14</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2279320486</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Todos são nomes para se referir ao mesmo inseto, cujo nome científico é <em>Drosophila melanogaster</em>, uma mosca de origem havaiana. Não é considerado uma praga, pois oferece pouco risco à saúde aos seres humanos – apenas alguns dos seus componentes podem ser alergênicos para certas pessoas. Na natureza, as drosófilas adoram se alimentar das leveduras que estão crescendo nos frutos em início de decomposição. Os cientistas chamam de “selvagem” a drosófila que apresenta corpo cinzento, os olhos vermelhos e asas longas porque essa é a forma encontrada em abundância na natureza. A <em>Drosophila melanogaster</em>, junto de camundongos, de ratos, de um verme chamado <em>Caenorhabditis elegans</em>, da levedura da cerveja <em>Saccharomyces cerevisiae</em> e da bactéria <em>Escherichia coli</em> são os modelos biológicos de estudo mais famosos no mundo, cada um com suas vantagens e desvantagens. Thomas Hunt Morgan (EUA, 1866-1945) é o grande responsável por introduzi-la como modelo de estudo na ciência. Ele reparou que, em uma amostra de moscas selvagens (com olhos vermelhos), havia um macho com olhos brancos. Logo, ele quis estudar a transmissão genética desta característica, o que lhe conferiu o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%A9mio_Nobel"><em>Prêmio Nobel</em></a> de 1933 por provar que os <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cromossomo"><em>cromossomos</em></a> são portadores dos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gene"><em>genes</em></a>. Por que, então, usamos drosófilas como modelo de estudo para entender, por exemplo, o que acontece em mamíferos, como nós, seres humanos? Elas são: – de fácil cultivo e manutenção, requerendo pouco equipamento, espaço e dinheiro (consomem comida muito simples) – reproduzem muito rápido e colocam muitos ovos (até 100 ovos por dia por fêmea!), permitindo que vários experimentos sejam feitos em menos tempo – toleram várias condições ambientais (como temperatura, ciclos de luz-escuro) – não estão sujeitas a muitos parasitas ou doenças que possam comprometer a colônia do laboratório Elas também possuem morfologia e sistemas mais simples de que vertebrados, facilitando os estudos. Além disso, com o sequenciamento do seu genoma em 2000, descobrimos que elas compartilham 75% dos mesmos genes com seres humanos, permitindo que os cientistas façam comparações e extrapolações de vias biológicas compartilhadas. Como não existem questões bioéticas envolvidas com seu uso em pesquisa (a sociedade, no geral, não se importa com pesquisa feita em não-vertebrados), inúmeras ferramentas genéticas vêm sendo estabelecidas desde 1987, facilitando o estudo de diversas questões biológicas. Por todos esses motivos, elas são consideradas modelos importantes para estudo de diversas doenças humanas, já que muitas vias foram descobertas nelas primeiramente e depois confirmadas como existentes também em seres humanos. Não é à toa que 6 Prêmios Nobel em Fisiologia ou Medicina foram conferidos a pesquisadores que usaram essa mosquinha que ronda suas frutas como modelo de estudo (1933, 1946, 1995, 2004, 2011 e 2017). A Drosophila melanogaster, mais comumente conhecida como moscas da fruta, é um dos organismos mais utilizados em atividades de pesquisa e de ensino em Genética e Evolução. Em tese, a mosca possui facilidade e baixo custo de manutenção em laboratório, o ciclo de vida curto e a possibilidade de observar características morfológicas facilmente identificáveis, são propriedades que justificam a ampla aplicação desta espécie em estudos sobre genética da transmissão, citogenética, desenvolvimento, genética de populações e evolução. <br><br>Fontes da pesquisa: Ashburner, Golic, Hawley. <em>Drosophila</em> – A laboratory handbook, 2nd edition CSLH Press Wikipedia Drosophila: Small fly, BIG impact – partes 1 e 2 e UEFS.br</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-01 13:49:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> 𝕲𝖆𝖇𝖗𝖎𝖊𝖑 𝕯𝖔𝖘 𝕾𝖆𝖓𝖙𝖔𝖘 𝕺𝖑𝖎𝖛𝖊𝖎𝖗𝖆 11 4 🅰🅳🅼</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2281637160</link>
         <description><![CDATA[<div>A mosca das frutas são das espécies Anastrepha fraterculus e Ceratitis. Essa, diferentemente da que você conhece, é uma praga agrícola.</div><div>Nestes casos, os ovos são depositados no interior da fruta, logo abaixo das cascas. As larvas, então, se desenvolvem e se alimentam do fruto. Quando este alimento apodrece, elas se transferem para o solo, saindo mais tarde já como moscas. <strong>Uma grande diferença entre os dois tipos é que a mosca das frutas não consegue digerir o álcool gerado quando os frutos estão extremamente maduros, por isso não permanece neles quando estão nessa fase, diz Nascimento.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-03 19:59:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aluno: Lucas Pontes  M. Barbosa N°: 38   3°A</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2281691060</link>
         <description><![CDATA[<div>Já se faz mais de um século que as moscas-da-fruta ocupam um papel extremament&nbsp; importante no que diz respeito a investigação em genética, na área da biologia, desde que, utilizando estes pequenos insectos, Thomas Hunt Morgan acabou descobrindo que os genes residem nos cromossomas, basicamente desvendando o mecanismo de base da hereditariedade e auxiliando assim em análises genéticas mais profundas conforme os anos se passaram. Muitos cientistas seguiram os passos de Morgan por decorrênci&nbsp; de sua descoberta, e vários acabaram por ganhar o prémio Nobel pelas revolucionárias descobertas que alcançadam com muitas pesquisas por detrás da "cortina", utilizando este pequeno organismo como modelo animal, as moscas-de-fruta.&nbsp; E por mais que ela seja de um relativamente pequeno comparado a um ser humano por exemplo, as moscas-da-fruta são mais semelhantes aos humanos do que você pode imaginar, e isso impressionou muitos pesquisadores da época, incluindo Morgan que acabou ficando fascinado com a estrutura das moscas. Dos cerca de 14.000 genes do genoma da mosca que codificam proteínas, aproximadamente dois terços têm um equivalente humano, ou seja, este pequeno inseto tem muito mais conosco do que jamais iríamos pensar. Para além de terem permitido adquirir conhecimentos-chave sobre o funcionamento de mecanismos biológicos em áreas como a genética e a biologia do desenvolvimento, as moscas-da-fruta têm tido um papel vital no desenvolvimento de tratamentos contra o cancro, as doenças imunes ou a diabetes, para citar apenas alguns exemplos dentre muitos. E Desde o aparecimento da tecnologia de genómica de célula única (single-cell), os cientistas tornaram-se capazes de estudar os tecidos biológicos com uma resolução sem precedentes, analisando, em simultâneo, a expressão de todos os genes em milhares de células individuais. Os resultados obtidos a uma escala tão minuciosa como esta podem ajudar a decifrar de que maneira certas células diferem e interagem com as suas vizinhas, e também a perceber a sua origem e função dentro do tecido, e graças à popularidade inabalável das moscas-da-fruta na investigação biomédica – são pequenas e fáceis de criar –, a análise de célula única rapidamente ganhou força nesta comunidade científica.<br><br></div><div>“Vários grupos de investigação em todo do mundo, incluindo o meu próprio laboratório, aplicaram recentemente a técnica de sequenciação de célula única a diversos tecidos da mosca-da-fruta em diversas fases do seu desenvolvimento”, diz Stein Aerts, líder de um grupo do Instituto de Biotecnologia da Flandres (VIB) Lovaina e da Universidade Católica de Lovaina (instituição também conhecida como VIB-KU Leuven), na Bélgica. “O problema é que os dados foram gerados por laboratórios diferentes, utilizando moscas geneticamente diferentes, utilizando protocolos e plataformas de sequenciação diferentes, e isso tem dificultado a comparação sistemática da atividade dos genes entre as diversas células e os diversos tecidos.” &nbsp;<br>Stein Aerts é um dos fundadores do consórcio Fly Cell Atlas (Atlas das Células da Mosca), cujos primórdios remontam a uma reunião de cientistas que trabalham com moscas-da-fruta, que teve lugar em dezembro de 2017, em Lovaina. Os planos mirabolantes discutidos em torno de algumas cervejas belgas tornaram-se hoje realidade: após quatro anos, inúmeras reuniões e trabalho árduo, o consórcio apresenta agora, na revista Science, o primeiro Atlas completo das Células da Mosca.<br><br>“O que é particularmente inspirador”, diz Deplancke, “é a forma como a comunidade da mosca-da-fruta se uniu, ultrapassando fronteiras biológicas, tecnológicas e computacionais, para gerar este gigantesco conjunto de dados e estudar todos os tipos de células diferentes com grande pormenor, talvez dando origem ao atlas de células mais detalhado de sempre.”&nbsp;<br><br>“Temos portanto a convicção de que o nosso Atlas das Células da Mosca irá constituir um valioso recurso para a investigação enquanto referência para estudos da função dos genes à escala da célula individual”, diz Perrimon. “Isso será útil para todos os que estudam os processos biológicos na mosca, e também para desenvolver modelos de doenças humanas, ao nível do organismo inteiro, com a resolução de uma célula individual".<br><br>Para possibilitar análises adicionais bem como análises costumizadas baseadas em outras ferramentas de célula única, o consórcio disponibilizou, online e gratuitamente, todos os seus dados através de múltiplas plataformas.&nbsp;<br>“Estou muito feliz por o CZBiohub ter conseguido contribuir para este recurso monumental para a comunidade”, diz Quake. “Ficamos muito entusiasmados ao ver que atlas de células de organismos completos estão a ser concretizados para uma série de organismos importantes e a ser disponibilizados aos cientistas do mundo inteiro.”</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-03 23:26:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mirielen Pires de Moraes    </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2283153981</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>N•26&nbsp; 4ADM <br><br><br></strong>Thomas Hunt Morgan, que estudou as moscas de frutas, <strong>forneceu a primeira forte confirmação da teoria cromossômica</strong>. Morgan descobriu uma mutação que afetava a cor dos olhos da mosca. Ele observou que a mutação era herdada de forma diferente pelas moscas macho e fêmea. Em 1933, Thomas Hunt Morgan ganhou um prêmio Nobel por estudar como a Drosophila recebia de herança uma mutação genética que deixava seus olhos brancos, e não vermelhos.</div><div>A pesquisa de Morgan levou à teoria sobre genes produzidos pelo DNA serem carregados por cromossomos, que eram transmitidos por gerações. A descoberta preparou o terreno para a genética moderna e o estudo da teoria cromossômica da herança. Desde então, estudos conduzidos nessas moscas levaram a cinco premiações no Nobel, em 1946, 1995 e 2011. Conhecimento atual sobre como nos desenvolvemos, nosso comportamento, envelhecimento e evolução todos são construídos sobre a base dessas pesquisas com moscas-da-fruta. E quanto mais as estudamos mais descobrimos que somos parecidos: 75% dos genes associados a doenças humanas têm um correspondente identificável na mosca-da-fruta.</div><div>A Drosophila tem quatro pares de cromossomos e cerca de 14 mil genes. Compare isso com os humanos, que têm cerca de 22,5 mil genes, e a levedura, com 5,8 mil genes, e somos muito mais parecidos do que você possa imaginar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-05 14:17:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aluno: Marcos Antônio de Proença, nº 20 - 4º ADM </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2283462160</link>
         <description><![CDATA[<h1>Mosca-da-fruta é arma para desvendar os grandes mistérios da vida</h1><div>15 agosto 2016</div><div><br></div><div>As moscas-das-frutas possuem um ciclo de reprodução muito curto</div><div><strong>A mosca-da-fruta, ou </strong><strong><em>Drosophila melanogaster</em></strong><strong>, seu nome científico, vem sendo estudada há mais de cem anos.</strong></div><div>Sim, moscas-das-frutas gostam de bananas. Você as encontra na cesta quando as frutas começam a estragar.</div><div>Mas elas também são um ótimo mecanismo para investigar o tempo ou, mais especificamente, os efeitos do tempo. Isso porque o ciclo de vida delas é tão curto que permite estudá-las por gerações e gerações, o que é quase impossível com humanos.</div><ul><li><a href="https://www.bbc.com/portuguese/vert-fut-36940400">Por que estamos todos tão cansados?</a></li></ul><div>Elas custam pouco e se reproduzem de maneira extremamente rápida. Em temperatura ambiente, uma fêmea pode botar de 30 a 50 ovos por dia durante sua vida. O ciclo reprodutivo é curto, de 8 a 14 dias, e essas moscas podem se tornar avós e avôs em apenas 3 a 4 semanas.</div><div><br></div><div>Com três milímetros de tamanho, populações de milhões desses insetos podem ser mantidas em um laboratório e sustentadas com uma dieta simples de carboidratos e proteínas, geralmente farinha de milho e extratos de levedura.</div><div><a href="https://www.bbc.com/portuguese/vert-earth-37014344#end-of-recommendations"><strong>Pule Matérias recomendadas e continue lendo</strong></a></div><div><strong>Matérias recomendadas</strong></div><ul><li><br></li><li><a href="https://www.bbc.com/portuguese/internacional-62703311">'Blob': a extraordinária criatura que nos obriga a questionar se somos a espécie mais inteligente</a></li><li><br></li><li><a href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-61505368">Quem foi Madre Paulina, a primeira santa que viveu no Brasil</a></li><li><br></li><li><a href="https://www.bbc.com/portuguese/curiosidades-62344798">3 animais 'imortais' que fascinam cientistas há décadas</a></li><li><br></li><li><a href="https://www.bbc.com/portuguese/internacional-62316661">Covid: novos estudos voltam a apontar mercado de Wuhan como epicentro da doença</a></li></ul><div>Em 1933, Thomas Hunt Morgan ganhou um prêmio Nobel por estudar como a <em>Drosophila</em> recebia de herança uma mutação genética que deixava seus olhos brancos, e não vermelhos.</div><div>A pesquisa de Morgan levou à teoria sobre genes produzidos pelo DNA serem carregados por cromossomos, que eram transmitidos por gerações. A descoberta preparou o terreno para a genética moderna e o estudo da teoria cromossômica da herança.</div><div><br></div><div>Cultura laboratorial de Drosophila melanogaster no Instituto de Patologia Molecular, na Áustria</div><div><br></div><div>Desde então, estudos conduzidos nessas moscas levaram a cinco premiações no Nobel, em 1946, 1995 e 2011. Conhecimento atual sobre como nos desenvolvemos, nosso comportamento, envelhecimento e evolução todos são construídos sobre a base dessas pesquisas com moscas-da-fruta.</div><div>E quanto mais as estudamos mais descobrimos que somos parecidos: 75% dos genes associados a doenças humanas têm um correspondente identificável na mosca-da-fruta.</div><div>A <em>Drosophila</em> tem quatro pares de cromossomos e cerca de 14 mil genes. Compare isso com os humanos, que têm cerca de 22,5 mil genes, e a levedura, com 5,8 mil genes, e somos muito mais parecidos do que você possa imaginar.</div><div>Essa proximidade genética relativa significa que experimentos com <em>Drosophila</em> podem ser traduzidos de maneira efetiva para humanos. Deixamos as moscas bêbadas para estudar o vício ao álcool, investigamos o sono delas e como são afetadas pelo café e descobrimos que moscas mais velhas dormem menos.</div><div>Os primeiros genes do "jet lag" foram identificados em moscas, e hoje sabemos que também os temos.</div><div><br></div><div>A cor dos olhos da Drosophila melanogaster possui variações - vermelha (tipo selvagem) e branca. O gene do olho branco é ligado ao sexo da mosca</div><div>Milhares de cientistas usam <em>Drosophila</em> como um organismo modelo pelo mundo, e até fora do planeta. Moscas-da-fruta foram os primeiros animais lançados ao espaço e há um laboratório permanente de moscas-da-fruta na Estação Espacial Internacional. O espaço serve para estudar coisas como por que astronautas são mais suscetíveis a doenças enquanto estão no espaço.</div><div>Por que então, se somos tão próximos geneticamente, somos diferentes das moscas e até das leveduras em um monte de outras coisas?</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-05 21:20:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Rhoany Rodrigues n°33  série: 3B</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2283494366</link>
         <description><![CDATA[<div>A mosca de fruta, ou Drosophila melanogaster, seu nome científico, é um dos organismos modelo mais utilizados na pesquisa genética, pois é fácil de reproduzir em laboratório e tem um tempo de geração curto.<br>• Sua aparência varia muito sendo que as fêmeas têm cerca de 2,5 mm (0,10 pol.) de comprimento e os machos são ligeiramente menores com costas mais escuras. Além disso, os machos têm um aglomerado de pêlos pontiagudos ao redor das partes reprodutivas usadas para se prender à fêmea durante o acasalamento.E estudos apontam que se as moscas fossem extintas, o consumo e a eliminação de carcaças de animais ficariam apenas para bactérias e fungos, e o processo levaria muito mais tempo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-05 22:27:27 UTC</pubDate>
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         <title>NOME: JEAN LUCAS L. SILVA/4ADM N 13 </title>
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         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2283761855</link>
         <description><![CDATA[<div>Você já ouviu falar em drosófila? Não? E mosquinha-da-fruta? Mosquinha-da-banana, talvez? Todos são nomes para se referir ao mesmo inseto, cujo nome científico é <em>Drosophila melanogaster</em>, uma mosca de origem havaiana. Não é considerado uma praga, pois oferece pouco risco à saúde aos seres humanos – apenas alguns dos seus componentes podem ser alergênicos para certas pessoas. Na natureza, as drosófilas adoram se alimentar das leveduras que estão crescendo nos frutos em início de decomposição. Os cientistas chamam de “selvagem” a drosófila que apresenta corpo cinzento, os olhos vermelhos e asas longas porque essa é a forma encontrada em abundância na natureza. A <em>Drosophila melanogaster</em>, junto de camundongos, de ratos, de um verme chamado <em>Caenorhabditis elegans</em>, da levedura da cerveja <em>Saccharomyces cerevisiae</em> e da bactéria <em>Escherichia coli</em> são os modelos biológicos de estudo mais famosos no mundo, cada um com suas vantagens e desvantagens. Thomas Hunt Morgan (EUA, 1866-1945) é o grande responsável por introduzi-la como modelo de estudo na ciência. Ele reparou que, em uma amostra de moscas selvagens (com olhos vermelhos), havia um macho com olhos brancos. Logo, ele quis estudar a transmissão genética desta característica, o que lhe conferiu o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%A9mio_Nobel"><em>Prêmio Nobel</em></a> de 1933 por provar que os <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cromossomo"><em>cromossomos</em></a> são portadores dos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gene"><em>genes</em></a>. Por que, então, usamos drosófilas como modelo de estudo para entender, por exemplo, o que acontece em mamíferos, como nós, seres humanos? Elas são: – de fácil cultivo e manutenção, requerendo pouco equipamento, espaço e dinheiro (consomem comida muito simples) – reproduzem muito rápido e colocam muitos ovos (até 100 ovos por dia por fêmea!), permitindo que vários experimentos sejam feitos em menos tempo – toleram várias condições ambientais (como temperatura, ciclos de luz-escuro) – não estão sujeitas a muitos parasitas ou doenças que possam comprometer a colônia do laboratório Elas também possuem morfologia e sistemas mais simples de que vertebrados, facilitando os estudos. Além disso, com o sequenciamento do seu genoma em 2000, descobrimos que elas compartilham 75% dos mesmos genes com seres humanos, permitindo que os cientistas façam comparações e extrapolações de vias biológicas compartilhadas. Como não existem questões bioéticas envolvidas com seu uso em pesquisa (a sociedade, no geral, não se importa com pesquisa feita em não-vertebrados), inúmeras ferramentas genéticas vêm sendo estabelecidas desde 1987, facilitando o estudo de diversas questões biológicas. Por todos esses motivos, elas são consideradas modelos importantes para estudo de diversas doenças humanas, já que muitas vias foram descobertas nelas primeiramente e depois confirmadas como existentes também em seres humanos. Não é à toa que 6 Prêmios Nobel em Fisiologia ou Medicina foram conferidos a pesquisadores que usaram essa mosquinha que ronda suas frutas como modelo de estudo (1933, 1946, 1995, 2004, 2011 e 2017).</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-06 02:14:41 UTC</pubDate>
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         <title>Bernardo De Oliveira Biondo 4 ADM NUMERO 8 Mosca-da-fruta é arma para desvendar os grandes mistérios da vida15 agosto 2016As moscas-das-frutas possuem um ciclo de reprodução muito curtoA mosca-da-fruta, ou Drosophila melanogaster, seu nome científico, vem sendo estudada há mais de cem anos.Sim, moscas-das-frutas gostam de bananas. Você as encontra na cesta quando as frutas começam a estragar.Mas elas também são um ótimo mecanismo para investigar o tempo ou, mais especificamente, os efeitos do tempo. Isso porque o ciclo de vida delas é tão curto que permite estudá-las por gerações e gerações, o que é quase impossível com humanos.Por que estamos todos tão cansados?Elas custam pouco e se reproduzem de maneira extremamente rápida. Em temperatura ambiente, uma fêmea pode botar de 30 a 50 ovos por dia durante sua vida. O ciclo reprodutivo é curto, de 8 a 14 dias, e essas moscas podem se tornar avós e avôs em apenas 3 a 4 semanas.Com três milímetros de tamanho, populações de milhões desses insetos podem ser mantidas em um laboratório e sustentadas com uma dieta simples de carboidratos e proteínas, geralmente farinha de milho e extratos de levedura.Pule Matérias recomendadas e continue lendoMatérias recomendadas&#39;Blob&#39;: a extraordinária criatura que nos obriga a questionar se somos a espécie mais inteligenteQuem foi Madre Paulina, a primeira santa que viveu no Brasil3 animais &#39;imortais&#39; que fascinam cientistas há décadasCovid: novos estudos voltam a apontar mercado de Wuhan como epicentro da doençaEm 1933, Thomas Hunt Morgan ganhou um prêmio Nobel por estudar como a Drosophila recebia de herança uma mutação genética que deixava seus olhos brancos, e não vermelhos.A pesquisa de Morgan levou à teoria sobre genes produzidos pelo DNA serem carregados por cromossomos, que eram transmitidos por gerações. A descoberta preparou o terreno para a genética moderna e o estudo da teoria cromossômica da herança.Cultura laboratorial de Drosophila melanogaster no Instituto de Patologia Molecular, na ÁustriaDesde então, estudos conduzidos nessas moscas levaram a cinco premiações no Nobel, em 1946, 1995 e 2011. Conhecimento atual sobre como nos desenvolvemos, nosso comportamento, envelhecimento e evolução todos são construídos sobre a base dessas pesquisas com moscas-da-fruta.E quanto mais as estudamos mais descobrimos que somos parecidos: 75% dos genes associados a doenças humanas têm um correspondente identificável na mosca-da-fruta.A Drosophila tem quatro pares de cromossomos e cerca de 14 mil genes. Compare isso com os humanos, que têm cerca de 22,5 mil genes, e a levedura, com 5,8 mil genes, e somos muito mais parecidos do que você possa imaginar.Essa proximidade genética relativa significa que experimentos com Drosophila podem ser traduzidos de maneira efetiva para humanos. Deixamos as moscas bêbadas para estudar o vício ao álcool, investigamos o sono delas e como são afetadas pelo café e descobrimos que moscas mais velhas dormem menos.Os primeiros genes do &quot;jet lag&quot; foram identificados em moscas, e hoje sabemos que também os temos.A cor dos olhos da Drosophila melanogaster possui variações - vermelha (tipo selvagem) e branca. O gene do olho branco é ligado ao sexo da moscaMilhares de cientistas usam Drosophila como um organismo modelo pelo mundo, e até fora do planeta. Moscas-da-fruta foram os primeiros animais lançados ao espaço e há um laboratório permanente de moscas-da-fruta na Estação Espacial Internacional. O espaço serve para estudar coisas como por que astronautas são mais suscetíveis a doenças enquanto estão no espaço.Por que então, se somos tão próximos geneticamente, somos diferentes das moscas e até das leveduras em um monte de outras coisas?</title>
         <author>bernardobiondo</author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2283769564</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-09-06 02:19:20 UTC</pubDate>
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         <title>Rafaela Cristina Da Silva Souza, n°: 31, 3°A</title>
         <author>rafaelasouza09</author>
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         <description><![CDATA[<div>A mosca de fruta, ou<br>Drosophila<br>melanogaster, seu<br>nome científico, é um<br>dos organismos<br>modelo mais utilizados<br>na pesquisa genética,<br>pois é fácil de<br>reproduzir em<br>laboratório e tem um<br>tempo de geração<br>curto.Sua aparência<br>varia muito sendo<br>que as fêmeas<br>têm cerca de 2,5<br>mm (0,10 pol.) de<br>comprimento e os<br>machos 🤬&gt;ligeiramente<br>menores com<br>costas mais<br>escuras. Além<br>disso, os machos<br>têm um<br>aglomerado de<br>pêlos pontiagudos<br>ao redor das<br>partes<br>reprodutivas<br>usadas para se<br>prender à fêmea<br>durante o<br>acasalamento.<br>Não é considerado<br>uma praga, pois<br>oferece pouco risco à<br>saude aos seres<br>humanos, apenas<br>alguns dos seus<br>componentes podem<br>ser alergicos para<br>certas pessoas. Na<br>natureza, as moscas<br>adoram se alimentar<br>das leveduras que<br>estão crescendo nos<br>frutos em inicio de<br>decomposição.Mas além de tudo<br>isso elas também<br>são um ótimo<br>mecanismo para<br>investigar o tempo<br>Ou, mais<br>especificamente,<br>os efeitos do<br>tempo. Isso<br>porque o ciclo de<br>vida delas é tão<br>curto que permite<br>estuda-las por<br>gerações e<br>gerações, o que é<br>quase impossível<br>com humanos.Os<br>cientistas chamam de<br>"selvagem" a mosca<br>que apresenta corpo<br>cinzento, os olhos<br>vermelhos e asas<br>longas porque essa é a<br>forma mais comum<br>encontrada na<br>natureza<br>algumas espécies<br>são polinizadoras<br>ativas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-06 23:15:58 UTC</pubDate>
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         <title>Aluno:Anderson Junqueira  n°3   - 3°A</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><br>A mosca-da-fruta, ou </strong><strong><em>Drosophila melanogaster</em></strong><strong>, seu nome científico, vem sendo estudada há mais de cem anos.</strong></div><div>Sim, moscas-das-frutas gostam de bananas. Você as encontra na cesta quando as frutas começam a estragar.</div><div>Mas elas também são um ótimo mecanismo para investigar o tempo ou, mais especificamente, os efeitos do tempo. Isso porque o ciclo de vida delas é tão curto que permite estudá-las por gerações e gerações, o que é quase impossível com humanos.<br>&nbsp; &nbsp;Elas custam pouco e se reproduzem de maneira extremamente rápida. Em temperatura ambiente, uma fêmea pode botar de 30 a 50 ovos por dia durante sua vida. O ciclo reprodutivo é curto, de 8 a 14 dias, e essas moscas podem se tornar avós e avôs em apenas 3 a 4 semanas.<br>&nbsp; &nbsp;<br>A <em>Drosophila</em> tem quatro pares de cromossomos e cerca de 14 mil genes. Compare isso com os humanos, que têm cerca de 22,5 mil genes, e a levedura, com 5,8 mil genes, e somos muito mais parecidos do que você possa imaginar.</div><div>Essa proximidade genética relativa significa que experimentos com <em>Drosophila</em> podem ser traduzidos de maneira efetiva para humanos. Deixamos as moscas bêbadas para estudar o vício ao álcool, investigamos o sono delas e como são afetadas pelo café e descobrimos que moscas mais velhas dormem menos.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Milhares de cientistas usam <em>Drosophila</em> como um organismo modelo pelo mundo, e até fora do planeta. Moscas-da-fruta foram os primeiros animais lançados ao espaço e há um laboratório permanente de moscas-da-fruta na Estação Espacial Internacional. O espaço serve para estudar coisas como por que astronautas são mais suscetíveis a doenças enquanto estão no espaço.</div><div>Por que então, se somos tão próximos geneticamente, somos diferentes das moscas e até das leveduras em um monte de outras coisas?</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-06 23:49:37 UTC</pubDate>
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         <title>Aluna: emilly oliveira candido n°9- 3° ano A</title>
         <author>emillycandido1</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Drosophila melanogaster ou mosca da fruta é um dos organismos modelo mais utilizados na pesquisa genética, pois é fácil de reproduzir em laboratório e tem um tempo de geração curto<br>Elas são especificamente usadas pelo seu ciclo de vida, que por ser curto permite que possam ser estudadas por gerações.<br>Elas também se reproduzem rapidamente oq facilita muito mais seu estudo.<br>Elas chegam a botar entre 50 a 30 ovos por semana, oq facilita ainda mais sua rapida modificação de genes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-08 00:12:18 UTC</pubDate>
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         <title>Aluna: Maria Vitória M Frias , N°28 , 3°A </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O mosquito é o animal mais perigoso do mundo, carregando doenças que matam um milhão de pessoas por ano, como malária, dengue e febre amarela.Recentemente, o zika vírus, transmitido pelo Aedes aegypti, foi associado ao aumento de casos de bebês com microcefalia no Brasil.<br>De acordo com o último boletim do Ministério da Saúde, foram notificados 4.180 casos suspeitos de microcefalia até o momento. Destes, 270 foram confirmados, 462 descartados e 3.448 ainda estão sendo investigados.<br>Há um grande esforço em curso para eliminar os criadouros do mosquito.<br>Mas isso significa que esses insetos - ou ao menos suas espécies mais perigosas para os seres humanos - deveriam ser totalmente exterminados?Existem no mundo 3.500 espécies conhecidas de mosquitos, mas a maior parte deles não incomoda os humanos, vivendo de plantas e néctar de frutas.São apenas as fêmeas de 6% das espécies que sugam o sangue de humanos para ajudá-las a desenvolver seus ovos.Entre elas, apenas metade carrega parasitas que causam doenças em humanos. Mas o impacto dessas cem espécies é devastador."Metade da população global corre risco de contrair uma doença transmitida por mosquitos", diz Frances Hawkes, do Instituto de Recursos Naturais da Universidade de Greenwich.apenas a fêmea do mosquito se alimenta de sangue, pois ele é necessário para a produção de ovos. Tanto o macho quanto a fêmea se alimentam de substâncias que contenham açúcar (néctar, seiva, entre outras), mas como o macho não produz ovos, não necessita de sangue. Embora possam ocasionalmente se alimentar com sangue antes da cópula, as fêmeas intensificam a voracidade após a fecundação, quando precisam ingerir sangue para realizar o desenvolvimento completo dos ovos e maturação nos ovários. Normalmente, três dias após a ingestão de sangue as fêmeas já estão aptas para desovar, passando então a procurar um local.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-09 11:31:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>aluno: Bruna Toma Pedro n: 5 3ºA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2290783556</link>
         <description><![CDATA[<div>A Drosophila melanogaster, junto de camundongos, de ratos, de um verme chamado Caenorhabditis elegans, da levedura da cerveja Saccharomyces cerevisiae e da bactéria Escherichia coli são os modelos biológicos de estudo mais famosos no mundo, cada um com suas vantagens e desvantagens.&nbsp;<br>Elas são: – de fácil cultivo e manutenção, requerendo pouco equipamento, espaço e dinheiro (consomem comida muito simples) – reproduzem muito rápido e colocam muitos ovos (até 100 ovos por dia por fêmea!), permitindo que vários experimentos sejam feitos em menos tempo – toleram várias condições ambientais (como temperatura, ciclos de luz-escuro) – não estão sujeitas a muitos parasitas ou doenças que possam comprometer a colônia do laboratório Elas também possuem morfologia e sistemas mais simples de que vertebrados, facilitando os estudos.&nbsp;<br>Além disso, com o sequenciamento do seu genoma em 2000, descobrimos que elas compartilham 75% dos mesmos genes com seres humanos, permitindo que os cientistas façam comparações e extrapolações de vias biológicas compartilhadas.&nbsp;<br>Como não existem questões bioéticas envolvidas com seu uso em pesquisa (a sociedade, no geral, não se importa com pesquisa feita em não-vertebrados), inúmeras ferramentas genéticas vêm sendo estabelecidas desde 1987, facilitando o estudo de diversas questões biológicas.&nbsp;<br>Por todos esses motivos, elas são consideradas modelos importantes para estudo de diversas doenças humanas, já que muitas vias foram descobertas nelas primeiramente e depois confirmadas como existentes também em seres humanos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-10 18:24:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dayara Rafaela Almeida Gonçalves 3°B</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2291280734</link>
         <description><![CDATA[<div>A mosca-da-fruta, ou Drosophila melanogaster, seu nome científico, vem sendo estudada há mais de cem anos.Sim, moscas-das-frutas gostam de bananas. Você as encontra na cesta quando as frutas começam a estragar.Mas elas também são um ótimo mecanismo para investigar o tempo ou, mais especificamente, os efeitos do tempo. Isso porque o ciclo de vida delas é tão curto que permite estudá-las por gerações e gerações, o que é quase impossível com humanos.Elas custam pouco e se reproduzem de maneira extremamente rápida. Em temperatura ambiente, uma fêmea pode botar de 30 a 50 ovos por dia durante sua vida. O ciclo reprodutivo é curto, de 8 a 14 dias, e essas moscas podem se tornar avós e avôs em apenas 3 a 4 semanas,<br>Com três milímetros de tamanho, populações de milhões desses insetos podem ser mantidas em um laboratório e sustentadas com uma dieta simples de carboidratos e proteínas, geralmente farinha de milho e extratos de levedura.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Em 1933, Thomas Hunt Morgan ganhou um prêmio Nobel por estudar como a Drosophila recebia de herança uma mutação genética que deixava seus olhos brancos, e não vermelhos.A pesquisa de Morgan levou à teoria sobre genes produzidos pelo DNA serem carregados por cromossomos, que eram transmitidos por gerações.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A descoberta preparou o terreno para a genética moderna e o estudo da teoria cromossômica da herança.<br>Desde então, estudos conduzidos nessas moscas levaram a cinco premiações no Nobel, em 1946, 1995 e 2011. Conhecimento atual sobre como nos desenvolvemos, nosso comportamento, envelhecimento e evolução todos são construídos sobre a base dessas pesquisas com moscas-da-fruta.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; E quanto mais as estudamos mais descobrimos que somos parecidos: 75% dos genes associados a doenças humanas têm um correspondente identificável na mosca-da-fruta.<br>A Drosophila tem quatro pares de cromossomos e cerca de 14 mil genes. Compare isso com os humanos, que têm cerca de 22,5 mil genes, e a levedura, com 5,8 mil genes somos muito mais parecidos do que você possa imaginar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-11 17:07:01 UTC</pubDate>
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         <title>Giovana da Silva 3A </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Sim, moscas-das-frutas gostam de bananas. Você as encontra na cesta quando as frutas começam a estragar.</div><div>Mas elas também são um ótimo mecanismo para investigar o tempo ou, mais especificamente, os efeitos do tempo. Isso porque o ciclo de vida delas é tão curto que permite estudá-las por gerações e gerações, o que é quase impossível com humanos.<br>Elas custam pouco e se reproduzem de maneira extremamente rápida. Em temperatura ambiente, uma fêmea pode botar de 30 a 50 ovos por dia durante sua vida. O ciclo reprodutivo é curto, de 8 a 14 dias, e essas moscas podem se tornar avós e avôs em apenas 3 a 4 semanas.</div><div>Com três milímetros de tamanho, populações de milhões desses insetos podem ser mantidas em um laboratório e sustentadas com uma dieta simples de carboidratos e proteínas, geralmente farinha de milho e extratos de levedura.</div><div>Em 1933, Thomas Hunt Morgan ganhou um prêmio Nobel por estudar como a <em>Drosophila</em> recebia de herança uma mutação genética que deixava seus olhos brancos, e não vermelhos.&nbsp;</div><div>A pesquisa de Morgan levou à teoria sobre genes produzidos pelo DNA serem carregados por cromossomos, que eram transmitidos por gerações. A descoberta preparou o terreno para a genética moderna e o estudo da teoria cromossômica da herança.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-12 23:02:11 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Nome: Beatriz Jacob Bonfá N 4 série 3°A</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2293463593</link>
         <description><![CDATA[<div>Drosophila melanogaster é uma espécie de mosca, conhecida como mosca da fruta, assim chamada, pois é encontrada se alimentando de frutas no processo de fermentação.</div><div><br>Esta espécie em particular é amplamente utilizada para experimentos genéticos, pois possui um número reduzido de cromossomos (4 pares) e sua vida útil é muito curta (15-21 dias).</div><div><br>Além disso, pode-se dizer que é amplamente utilizado para esses experimentos, pois sua reprodução é muito rápida, para que possam entender melhor a prole, ver as mudanças que ocorrem quando se unem, diferenças entre gerações, entre outros.&nbsp;</div><blockquote><strong>Caracteristicas:</strong><strong>- Comprimento : </strong>&nbsp; 3mm.<strong>-&nbsp; Longevidade : </strong>2 meses.&nbsp;<strong>- Habitat:</strong> Onde há frutas e outras plantas em decomposição.<strong>- Distribuição:</strong>&nbsp; Mundial.<br><strong>- Hábitos:</strong>&nbsp; Espécie diurna.<strong>-&nbsp; Alimentação : </strong>&nbsp;Onívoro (especialmente matéria orgânica em decomposição).&nbsp;<strong>- Reprodução:</strong>&nbsp; Coloca entre 400 e 500 ovos, normalmente. Até 1000 ovos. Incubação 1 dia.</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-13 02:44:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nome: João Lucas de Oliveira Trindade N°19. 3°B</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2294092186</link>
         <description><![CDATA[<div>•A mosca-da-fruta, ou Drosophila melanogaster, seu nome científico, vem sendo estudada há mais de cem anos.Sim, moscas-das-frutas gostam de bananas. Você as encontra na cesta quando as frutas começam a estragar.<br><br>•Mas elas também são um ótimo mecanismo para investigar o tempo ou, mais especificamente, os efeitos do tempo. Isso porque o ciclo de vida delas é tão curto que permite estudá-las por gerações e gerações, o que é quase impossível com humanos.Elas custam pouco e se reproduzem de maneira extremamente rápida.&nbsp;<br><br>•Em temperatura ambiente, uma fêmea pode botar de 30 a 50 ovos por dia durante sua vida. O ciclo reprodutivo é curto, de 8 a 14 dias, e essas moscas podem se tornar avós e avôs em apenas 3 a 4 semanas.<br><br>•Com três milímetros de tamanho, populações de milhões desses insetos podem ser mantidas em um laboratório e sustentadas com uma dieta simples de carboidratos e proteínas, geralmente farinha de milho e extratos de levedura.<br><br>•Em 1933, Thomas Hunt Morgan ganhou um prêmio Nobel por estudar como a Drosophila recebia de herança uma mutação genética que deixava seus olhos brancos, e não vermelhos.<br><br>•A pesquisa de Morgan levou à teoria sobre genes produzidos pelo DNA serem carregados por cromossomos, que eram transmitidos por gerações. A descoberta preparou o terreno para a genética moderna e o estudo da teoria cromossômica da herança.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-13 11:29:16 UTC</pubDate>
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         <title>Nome: Heloísa Dulci  N°17  3B</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2295211833</link>
         <description><![CDATA[<div>Você já ouviu falar em drosófila? Não? E mosquinha-da-fruta? Mosquinha-da-banana, talvez? Todos são nomes para se referir ao mesmo inseto, cujo nome científico é <em>Drosophila melanogaster</em>, uma mosca de origem havaiana. Não é considerado uma praga, pois oferece pouco risco à saúde aos seres humanos – apenas alguns dos seus componentes podem ser alergênicos para certas pessoas. Na natureza, as drosófilas adoram se alimentar das leveduras que estão crescendo nos frutos em início de decomposição. Os cientistas chamam de “selvagem” a drosófila que apresenta corpo cinzento, os olhos vermelhos e asas longas porque essa é a forma encontrada em abundância na natureza. A <em>Drosophila melanogaster</em>, junto de camundongos, de ratos, de um verme chamado <em>Caenorhabditis elegans</em>, da levedura da cerveja <em>Saccharomyces cerevisiae</em> e da bactéria <em>Escherichia coli</em> são os modelos biológicos de estudo mais famosos no mundo, cada um com suas vantagens e desvantagens. Thomas Hunt Morgan (EUA, 1866-1945) é o grande responsável por introduzi-la como modelo de estudo na ciência. Ele reparou que, em uma amostra de moscas selvagens (com olhos vermelhos), havia um macho com olhos brancos. Logo, ele quis estudar a transmissão genética desta característica, o que lhe conferiu o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%A9mio_Nobel"><em>Prêmio Nobel</em></a> de 1933 por provar que os <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cromossomo"><em>cromossomos</em></a> são portadores dos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gene"><em>genes</em></a>. Por que, então, usamos drosófilas como modelo de estudo para entender, por exemplo, o que acontece em mamíferos, como nós, seres humanos? Elas são: – de fácil cultivo e manutenção, requerendo pouco equipamento, espaço e dinheiro (consomem comida muito simples) – reproduzem muito rápido e colocam muitos ovos (até 100 ovos por dia por fêmea!), permitindo que vários experimentos sejam feitos em menos tempo – toleram várias condições ambientais (como temperatura, ciclos de luz-escuro) – não estão sujeitas a muitos parasitas ou doenças que possam comprometer a colônia do laboratório Elas também possuem morfologia e sistemas mais simples de que vertebrados, facilitando os estudos. Além disso, com o sequenciamento do seu genoma em 2000, descobrimos que elas compartilham 75% dos mesmos genes com seres humanos, permitindo que os cientistas façam comparações e extrapolações de vias biológicas compartilhadas. Como não existem questões bioéticas envolvidas com seu uso em pesquisa (a sociedade, no geral, não se importa com pesquisa feita em não-vertebrados), inúmeras ferramentas genéticas vêm sendo estabelecidas desde 1987, facilitando o estudo de diversas questões biológicas. Por todos esses motivos, elas são consideradas modelos importantes para estudo de diversas doenças humanas, já que muitas vias foram descobertas nelas primeiramente e depois confirmadas como existentes também em seres humanos. Não é à toa que 6 Prêmios Nobel em Fisiologia ou Medicina foram conferidos a pesquisadores que usaram essa mosquinha que ronda suas frutas como modelo de estudo (1933, 1946, 1995, 2004, 2011 e 2017).</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-13 22:19:01 UTC</pubDate>
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         <title>Erick Renato Franco Rodrigues 3B</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2295465997</link>
         <description><![CDATA[<div> Há três tipos de mosca das frutas que atacam citros: mosca do Mediterrâneo (<em>Ceratitis capitata</em>) e mosca sul-americana (<em>Anastrepha fraterculus</em>), ambas da família Tephritidae e mosca-da-mandioca (<em>Neosilba spp.</em>), da família Lonchaeidae. As duas primeiras são nativas do Brasil e a última foi identificada em 1901.</div><div>&nbsp;</div><div>Estima-se redução na produção de 30 a 50% onde há ataque da praga. Os pomares próximos a cafezais são mais suscetíveis ao ataque da mosca-do-mediterrâneo, que migra para os pomares de laranja, após a safra do café.</div><div>&nbsp;</div><div>No estado de São Paulo, a <em>C. capitata</em> ataca principalmente as variedades Pera, Valência, Natal e Murcott, nas regiões de Araraquara, São José do Rio Preto, Bebedouro e Presidente Prudente, de julho a novembro.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>A mosca <em>A. fraterculus</em> infesta as variedades Lima, Hamlin, Bahia, Cravo,&nbsp; Ponkan, Natal, Valência, Pera e Murcott nas regiões de Limeira, Conchal, Campinas, Jundiaí, Atibaia e Nazaré Paulista.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Identificação</strong></div><div>A mosca sul americana tem coloração predominantemente amarelada e mede cerca de 6,5 mm de comprimento. Nas asas, há três faixas, em S e em V invertido, que facilitam o seu reconhecimento. É a espécie que atinge o maior número de frutíferas no Brasil, tendo sido registrada em 68 espécies.</div><div>&nbsp;</div><div>A mosca-do-mediterrâneo tem o tórax negro com manchas esbranquiçadas e escutelo dilatado, negro e brilhante, com estreita faixa amarela na base, e asas com pontos negros na metade. Em todo o mundo, está associada a 374 espécies de frutíferas. No Brasil, desenvolve-se em 58 espécies de hospedeiros.</div><div>&nbsp;</div><div>A mosca da mandioca mede cerca de 4 mm de comprimento, tem coloração negra brilhante e asas transparentes.&nbsp; Ainda há poucos estudos sobre os efeitos desta espécie e seus níveis de infestação nos pomares de laranja.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Ciclo de vida</strong></div><div>Os machos formam agregações nas folhas, em razão da sua atração pelo feromônio produzido por outros machos, que auxilia na localização e seleção dos casais. As fêmeas apresentam um período de pré-oviposição, quando consomem alimentos ricos em proteína, que dura entre 15 e 35 dias. A oviposição é influenciada pela temperatura, luminosidade e pelas características do fruto (estágio de amadurecimento, forma, tamanho e características da casca). Quando as larvas estão totalmente desenvolvidas, abandonam o fruto e pupam no solo. O período de incubação leva de dois a três dias, o larval de 10 a 15 dias; o pupal, de 13 a 17 dias. Um adulto pode viver até 180 dias.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Amostragem</strong></div><div>Armadilha: O modelo mais utilizado de armadilha é o frasco caça-moscas tipo McPhail de plástico. Pode-se improvisar, entretanto, uma armadilha desse tipo com garrafas plásticas de refrigerante, água ou soro hospitalar. Nessas armadilhas, é usado um atrativo alimentar, como por exemplo, proteína hidrolisada de milho a 5%, suco de frutas (uma parte de suco e quatro de água) ou melaço de cana-de-açúcar a 7%.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Para coleta da mosca do mediterrâneo, usa-se a armadilha de Jackson com trimedlure (feromônio sexual específico para machos). As armadilhas devem ser instaladas no terço superior da copa das plantas que ficam na periferia do pomar e abrigadas do sol. É importante sempre coletar também amostras de frutos para saber quais as espécies que estão atacando as laranjas.</div><div>Mosca das Frutas &gt; Controle: Recomenda–se a coleta e ensacamento de frutos caídos, que devem ser enterrados em seguida a, pelo menos, 30 cm de profundidade. Pode-se ainda utilizar iscas tóxicas por meio da adição de inseticidas nas armadilhas de monitoramento. Nas áreas em que houver detecção de grande quantidade de moscas, deve-se realizar aplicação de inseticida associado com proteína hidrolisada (5%) ou melaço (10%), com jato dirigido ao terço superior da copa das plantas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-14 02:00:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2296178194</link>
         <description><![CDATA[<div>Maria Eduarda Coppi B n: 22 4º ADM<br><br><br>Utilizada pela ciência há décadas como modelo experimental em diversos estudos, a mosca-da-fruta (Drosophila melanogaste) também tem importante papel nas investigações sobre a fisiopatologia de doenças neurodegenerativas. Com palestra intitulada “Doenças neurodegenerativas: contribuição de modelos animais alternativos”, Bridi discorreu sobre a metodologia que empregou no estudo da atividade neuronal de duas linhagens de moscas drosófilas para desvendar mecanismos da doença de Parkinson. A pesquisadora investigou o processo de degeneração dos neurônios a partir do acúmulo da proteína α – sinucleína em terminais pré-sinápticos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-14 11:39:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sthefani Borges n°30 4°ADM</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2296180257</link>
         <description><![CDATA[<div>Mosca de frutas.<br>O estudo da mosca de fruta possibilitou o conhecimento atual sobre como nos desenvolvemos, nosso comportamento, envelhecimento e evolução todos são construídos sobre a base dessas pesquisas com moscas-da-fruta.<br>E quanto mais as estudamos mais descobrimos que somos parecidos: 75% dos genes associados a doenças humanas têm um correspondente identificável na mosca-da-fruta.<br>A Drosophila tem quatro pares de cromossomos e cerca de 14 mil genes. Compare isso com os humanos, que têm cerca de 22,5 mil genes, e a levedura, com 5,8 mil genes, e somos muito mais parecidos do que você possa imaginar.<br>Essa proximidade genética relativa significa que experimentos com Drosophila podem ser traduzidos de maneira efetiva para humanos. Deixamos as moscas bêbadas para estudar o vício ao álcool, investigamos o sono delas e como são afetadas pelo café e descobrimos que moscas mais velhas dormem menos.<br>A segunda é a descoberta do DNA, porque sem entender como essa informação é codificada e armazenada nessa molécula não saberíamos muito sobre o mecanismo que está por trás da vida.&nbsp;<br>O terceiro segredo é uma pergunta que Lawrence vê como o maior desafio colocado aos biólogos do futuro.<br>Quaisquer sejam as respostas, afirma Lawrence, elas provavelmente serão descobertas estudando as boas e velhas moscas-das-frutas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-14 11:40:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lucas Aguiar Mazzo 4° ADM </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2296195797</link>
         <description><![CDATA[<div>Você já ouviu falar em drosófila? Não? E mosquinha-da-fruta? Mosquinha-da-banana, talvez? Todos são nomes para se referir ao mesmo inseto, cujo nome científico é <em>Drosophila melanogaster</em>, uma mosca de origem havaiana. <br><br>Não é considerado uma praga, pois oferece pouco risco à saúde aos seres humanos – apenas alguns dos seus componentes podem ser alergênicos para certas pessoas. Na natureza, as drosófilas adoram se alimentar das leveduras que estão crescendo nos frutos em início de decomposição. Os cientistas chamam de “selvagem” a drosófila que apresenta corpo cinzento, os olhos vermelhos e asas longas porque essa é a forma encontrada em abundância na natureza.<br><br> A <em>Drosophila melanogaster</em>, junto de camundongos, de ratos, de um verme chamado <em>Caenorhabditis elegans</em>, da levedura da cerveja <em>Saccharomyces cerevisiae</em> e da bactéria <em>Escherichia coli</em> são os modelos biológicos de estudo mais famosos no mundo, cada um com suas vantagens e desvantagens. Thomas Hunt Morgan (EUA, 1866-1945) é o grande responsável por introduzi-la como modelo de estudo na ciência. Ele reparou que, em uma amostra de moscas selvagens (com olhos vermelhos), havia um macho com olhos brancos. <br> Logo, ele quis estudar a transmissão genética desta característica, o que lhe conferiu o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%A9mio_Nobel"><em>Prêmio Nobel</em></a> de 1933 por provar que os <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cromossomo"><em>cromossomos</em></a> são portadores dos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gene"><em>genes</em></a>. Por que, então, usamos drosófilas como modelo de estudo para entender, por exemplo, o que acontece em mamíferos, como nós, seres humanos? Elas são: – de fácil cultivo e manutenção, requerendo pouco equipamento, espaço e dinheiro (consomem comida muito simples) – reproduzem muito rápido e colocam muitos ovos (até 100 ovos por dia por fêmea!), permitindo que vários experimentos sejam feitos em menos tempo – toleram várias condições ambientais (como temperatura, ciclos de luz-escuro) – não estão sujeitas a muitos parasitas ou doenças que possam comprometer a colônia do laboratório Elas também possuem morfologia e sistemas mais simples de que vertebrados, facilitando os estudos.&nbsp;<br><br>Além disso, com o sequenciamento do seu genoma em 2000, descobrimos que elas compartilham 75% dos mesmos genes com seres humanos, permitindo que os cientistas façam comparações e extrapolações de vias biológicas compartilhadas. Como não existem questões bioéticas envolvidas com seu uso em pesquisa (a sociedade, no geral, não se importa com pesquisa feita em não-vertebrados), inúmeras ferramentas genéticas vêm sendo estabelecidas desde 1987, facilitando o estudo de diversas questões biológicas.<br><br> Por todos esses motivos, elas são consideradas modelos importantes para estudo de diversas doenças humanas, já que muitas vias foram descobertas nelas primeiramente e depois confirmadas como existentes também em seres humanos. Não é à toa que 6 Prêmios Nobel em Fisiologia ou Medicina foram conferidos a pesquisadores que usaram essa mosquinha que ronda suas frutas como modelo de estudo (1933, 1946, 1995, 2004, 2011 e 2017)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-14 11:54:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2296983419</link>
         <description><![CDATA[<div>Matheus Candido de Souza n*29 3*A<br>Você já ouviu falar em drosófila? Não? E mosquinha-da-fruta? Mosquinha-da-banana, talvez? Todos são nomes para se referir ao mesmo inseto, cujo nome científico é <em>Drosophila melanogaster</em>, uma mosca de origem havaiana. Não é considerado uma praga, pois oferece pouco risco à saúde aos seres humanos – apenas alguns dos seus componentes podem ser alergênicos para certas pessoas. Na natureza, as drosófilas adoram se alimentar das leveduras que estão crescendo nos frutos em início de decomposição. Os cientistas chamam de “selvagem” a drosófila que apresenta corpo cinzento, os olhos vermelhos e asas longas porque essa é a forma encontrada em abundância na natureza. A <em>Drosophila melanogaster</em>, junto de camundongos, de ratos, de um verme chamado <em>Caenorhabditis elegans</em>, da levedura da cerveja <em>Saccharomyces cerevisiae</em> e da bactéria <em>Escherichia coli</em> são os modelos biológicos de estudo mais famosos no mundo, cada um com suas vantagens e desvantagens. Thomas Hunt Morgan (EUA, 1866-1945) é o grande responsável por introduzi-la como modelo de estudo na ciência. Ele reparou que, em uma amostra de moscas selvagens (com olhos vermelhos), havia um macho com olhos brancos. Logo, ele quis estudar a transmissão genética desta característica, o que lhe conferiu o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%A9mio_Nobel"><em>Prêmio Nobel</em></a> de 1933 por provar que os <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cromossomo"><em>cromossomos</em></a> são portadores dos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gene"><em>genes</em></a>. Por que, então, usamos drosófilas como modelo de estudo para entender, por exemplo, o que acontece em mamíferos, como nós, seres humanos? Elas são: – de fácil cultivo e manutenção, requerendo pouco equipamento, espaço e dinheiro (consomem comida muito simples) – reproduzem muito rápido e colocam muitos ovos (até 100 ovos por dia por fêmea!), permitindo que vários experimentos sejam feitos em menos tempo – toleram várias condições ambientais (como temperatura, ciclos de luz-escuro) – não estão sujeitas a muitos parasitas ou doenças que possam comprometer a colônia do laboratório Elas também possuem morfologia e sistemas mais simples de que vertebrados, facilitando os estudos. Além disso, com o sequenciamento do seu genoma em 2000, descobrimos que elas compartilham 75% dos mesmos genes com seres humanos, permitindo que os cientistas façam comparações e extrapolações de vias biológicas compartilhadas. Como não existem questões bioéticas envolvidas com seu uso em pesquisa (a sociedade, no geral, não se importa com pesquisa feita em não-vertebrados), inúmeras ferramentas genéticas vêm sendo estabelecidas desde 1987, facilitando o estudo de diversas questões biológicas. Por todos esses motivos, elas são consideradas modelos importantes para estudo de diversas doenças humanas, já que muitas vias foram descobertas nelas primeiramente e depois confirmadas como existentes também em seres humanos. Não é à toa que 6 Prêmios Nobel em Fisiologia ou Medicina foram conferidos a pesquisadores que usaram essa mosquinha que ronda suas frutas como modelo de estudo (1933, 1946, 1995, 2004, 2011 e 2017). Fontes: Ashburner,</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-14 19:28:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nicole Tramontini Gonçalves 3B </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2297127048</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;A mosca-da-fruta, ou Drosophila melanogaster, seu nome científico, vem sendo estudada há mais de cem anos.&nbsp;</div><div>&nbsp; As moscas pertencentes à família Tephritidae, Isso pode causar confusão, pois os tefritídeos são pragas que causam prejuízo aos fruticultores. As drosófilas se alimentam de leveduras em frutos já caídos em início de decomposição e, portanto, não causam prejuízo.</div><div>Moscas-das-frutas gostam de bananas. Você as encontra na cesta quando as frutas começam a estragar.</div><div>Mas elas também são um ótimo mecanismo para investigar o tempo ou, mais especificamente, os efeitos do tempo.&nbsp;</div><div>Isso porque o ciclo de vida delas é tão curto que permite estudá-las por gerações e gerações, o que é quase impossível com humanos</div><div>Elas custam pouco e se reproduzem de maneira extremamente rápida. Em temperatura ambiente, uma fêmea pode botar de 30 a 50 ovos por dia durante sua vida. O ciclo reprodutivo é curto, de 8 a 14 dias, e essas moscas podem se tornar avós e avôs em apenas 3 a 4 semanas.</div><div>&nbsp; &nbsp;A espécie é amplamente utilizada como um organismo modelo, principalmente em pesquisas de genética.[3] A espécie é normalmente utilizada em pesquisas devido ao seu ciclo de vida rápido, genética relativamente simples com apenas quatro pares de cromossomos e grande número de descendentes por geração.14] Era originalmente uma espécie africana, com todas as linhagens não-africanas tendo uma origem comum.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-14 22:03:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Letícia aparecida da Rosa, n: 15, 4RH</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2297208557</link>
         <description><![CDATA[<div>quais são as contribuições do estudo da mosca da fruta COMOMODELO DE ESTUDO EM CIÊNCIA? <br><strong>A mosca-da-fruta, ou </strong><strong><em>Drosophila melanogaster</em></strong><strong>, seu nome científico, vem sendo estudada há mais de cem anos.</strong></div><div>Sim, moscas-das-frutas gostam de bananas. Você as encontra na cesta quando as frutas começam a estragar.</div><div>Mas elas também são um ótimo mecanismo para investigar o tempo ou, mais especificamente, os efeitos do tempo. Isso porque o ciclo de vida delas é tão curto que permite estudá-las por gerações e gerações.<br>Elas custam pouco e se reproduzem de maneira extremamente rápida. Em temperatura ambiente, uma fêmea pode botar de 30 a 50 ovos por dia durante sua vida. O ciclo reprodutivo é curto, de 8 a 14 dias, e essas moscas podem se tornar avós e avôs em apenas 3 a 4 semanas.<br>A pesquisa de Morgan levou à teoria sobre genes produzidos pelo DNA serem carregados por cromossomos, que eram transmitidos por gerações. A descoberta preparou o terreno para a genética moderna e o estudo da teoria cromossômica da herança.<br>Desde então, estudos conduzidos nessas moscas levaram a cinco premiações no Nobel, em 1946, 1995 e 2011. Conhecimento atual sobre como nos desenvolvemos, nosso comportamento, envelhecimento e evolução todos são construídos sobre a base dessas pesquisas com moscas-da-fruta.</div><div>E quanto mais as estudamos mais descobrimos que somos parecidos: 75% dos genes associados a doenças humanas têm um correspondente identificável na mosca-da-fruta.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-14 23:53:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Alice Vitória da Silva n°02   4°ADM</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2298062404</link>
         <description><![CDATA[<h1>Mosca-da-fruta é arma para desvendar os grandes mistérios da vida</h1><div>15 agosto 2016</div><div>CRÉDITO,</div><div>NIGEL CATTLIN /ALAMY STOCK PHOTO</div><div>Legenda da foto,</div><div>As moscas-das-frutas possuem um ciclo de reprodução muito curto</div><div><strong>A mosca-da-fruta, ou </strong><strong><em>Drosophila melanogaster</em></strong><strong>, seu nome científico, vem sendo estudada há mais de cem anos.</strong></div><div>Sim, moscas-das-frutas gostam de bananas. Você as encontra na cesta quando as frutas começam a estragar.</div><div>Mas elas também são um ótimo mecanismo para investigar o tempo ou, mais especificamente, os efeitos do tempo. Isso porque o ciclo de vida delas é tão curto que permite estudá-las por gerações e gerações, o que é quase impossível com humanos.</div><ul><li><a href="https://www.bbc.com/portuguese/vert-fut-36940400">Por que estamos todos tão cansados?</a></li></ul><div>CRÉDITO,</div><div>SYLVIE BOUCHARD/ALAMY STOCK PHOTO</div><div>Legenda da foto,</div><div>Imagem aproximada das moscas-das-frutas em um pedaço de banana</div><div>Elas custam pouco e se reproduzem de maneira extremamente rápida. Em temperatura ambiente, uma fêmea pode botar de 30 a 50 ovos por dia durante sua vida. O ciclo reprodutivo é curto, de 8 a 14 dias, e essas moscas podem se tornar avós e avôs em apenas 3 a 4 semanas.</div><div><a href="https://www.bbc.com/usingthebbc/cookies/">PUBLICIDADE</a></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-15 11:12:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Gabriel Rodrigues Ferreira 4°ADM</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2298072055</link>
         <description><![CDATA[<div>O estudo da mosca de fruta possibilitou o conhecimento atual sobre como nos desenvolvemos, nosso comportamento, envelhecimento e evolução todos são construídos sobre a base dessas pesquisas com moscas-da-fruta.<br>E quanto mais as estudamos mais descobrimos que somos parecidos: 75% dos genes associados a doenças humanas têm um correspondente identificável na mosca-da-fruta.<br>A Drosophila tem quatro pares de cromossomos e cerca de 14 mil genes. Compare isso com os humanos, que têm cerca de 22,5 mil genes, e a levedura, com 5,8 mil genes, e somos muito mais parecidos do que você possa imaginar.<br>Essa proximidade genética relativa significa que experimentos com Drosophila podem ser traduzidos de maneira efetiva para humanos. Deixamos as moscas bêbadas para estudar o vício ao álcool, investigamos o sono delas e como são afetadas pelo café e descobrimos que moscas mais velhas dormem menos.<br>A segunda é a descoberta do DNA, porque sem entender como essa informação é codificada e armazenada nessa molécula não saberíamos muito sobre o mecanismo que está por trás da vida.&nbsp;<br>O terceiro segredo é uma pergunta que Lawrence vê como o maior desafio colocado aos biólogos do futuro.<br>Quaisquer sejam as respostas, afirma Lawrence, elas provavelmente serão descobertas estudando as boas e velhas moscas-das-frutas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-15 11:21:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2298072055</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ana Beatriz de Souza n° 4, 4°RH</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2298415129</link>
         <description><![CDATA[<div>A mosca-da-fruta, ou Drosophila melanogaster, seu nome científico, vem sendo estudada há mais de cem anos.<br>&nbsp;Mas elas também são um ótimo mecanismo para investigar o tempo ou, mais especificamente, os efeitos do tempo. Isso porque o ciclo de vida delas é tão curto que permite estudá-las por gerações e gerações, o que é quase impossível com humanos.Elas custam pouco e se reproduzem de maneira extremamente rápida. Em temperatura ambiente, uma fêmea pode botar de 30 a 50 ovos por dia durante sua vida. Em 1933, Thomas Hunt Morgan ganhou um prêmio Nobel por estudar como a Drosophila recebia de herança uma mutação genética que deixava seus olhos brancos, e não vermelhos.<br>&nbsp;<br>&nbsp;A pesquisa de Morgan levou à teoria sobre genes produzidos pelo DNA serem carregados por cromossomos, que eram transmitidos por gerações. A descoberta preparou o terreno para a genética moderna e o estudo da teoria cromossômica da herança.<br>&nbsp;Desde então, estudos conduzidos nessas moscas levaram a cinco premiações no Nobel, em 1946, 1995 e 2011. Conhecimento atual sobre como nos desenvolvemos, nosso comportamento, envelhecimento e evolução todos são construídos sobre a base dessas pesquisas com moscas-da-fruta.<br>&nbsp;E quanto mais as estudamos mais descobrimos que somos parecidos: 75% dos genes associados a doenças humanas têm um correspondente identificável na mosca-da-fruta.<br>&nbsp;<br>&nbsp;A Drosophila tem quatro pares de cromossomos e cerca de 14 mil genes. Compare isso com os humanos, que têm cerca de 22,5 mil genes, e a levedura, com 5,8 mil genes, e somos muito mais parecidos do que você possa imaginar.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Essa proximidade genética relativa significa que experimentos com Drosophila podem ser traduzidos de maneira efetiva para humanos. Deixamos as moscas bêbadas para estudar o vício ao álcool, investigamos o sono delas e como são afetadas pelo café e descobrimos que moscas mais velhas dormem menos. Quaisquer sejam as respostas, afirma o cientista Lawrence, elas provavelmente serão descobertas estudando as boas e velhas moscas-das-frutas<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-15 14:36:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mateus Mafra Silva, n°18, 4°RH</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2298960675</link>
         <description><![CDATA[<div>A mosca de fruta, ou Drosophila melanogaster, seu nome científico, é um dos organismos modelo mais utilizados na pesquisa genética, pois é fácil de reproduzir em laboratório e tem um tempo de geração curto.</div><div>Sim, moscas de frutas gostam de bananas. Você as encontra na cesta quando as frutas começam a estragar.</div><div>Mas elas também são um ótimo mecanismo para investigar o tempo ou, mais especificamente, os efeitos do tempo. Isso porque o ciclo de vida delas é tão curto que permite estudá-las por gerações e gerações, o que é quase impossível com humanos.</div><div>Elas custam pouco e se reproduzem de maneira extremamente rápida. Em temperatura ambiente, uma fêmea pode botar de 30 a 50 ovos por dia durante sua vida. O ciclo reprodutivo é curto, de 8 a 14 dias, e essas moscas podem se tornar avós e avôs em apenas 3 a 4 semanas.<br>A <em>Drosophila</em> tem quatro pares de cromossomos e cerca de 14 mil genes. Compare isso com os humanos, que têm cerca de 22,5 mil genes, e a levedura, com 5,8 mil genes, e somos muito mais parecidos do que você possa imaginar.<br>No Brasil temos O <a href="https://www.expo50anos.unicamp.br/6/unidade/31/cbmeg">Centro de Biologia Molecular e Engenharia Genética (CBMEG) na Unicamp,</a> que é um centro de referência que atua no desenvolvimento de pesquisas nos campos da genética animal, vegetal, humana e de microrganismos, principalmente de insetos como a mosca de fruta, ou Drosophila melanogaster.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-15 20:53:48 UTC</pubDate>
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         <title>Shewry Maria Tavares, N°19, 4°RH</title>
         <author>shewrytavares</author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2299026424</link>
         <description><![CDATA[<div>A mosca-da-fruta, ou&nbsp;Drosophila melanogaster, seu nome científico, vem sendo estudada há mais de cem anos.<br><br>Sim, moscas-das-frutas gostam de bananas. Você as encontra na cesta quando as frutas começam a estragar.<br><br>Mas elas também são um ótimo mecanismo para investigar o tempo ou, mais especificamente, os efeitos do tempo. Isso porque o ciclo de vida delas é tão curto que permite estudá-las por gerações e gerações, o que é quase impossível com humanos.<br><br>Elas custam pouco e se reproduzem de maneira extremamente rápida. Em temperatura ambiente, uma fêmea pode botar de 30 a 50 ovos por dia durante sua vida. O ciclo reprodutivo é curto, de 8 a 14 dias, e essas moscas podem se tornar avós e avôs em apenas 3 a 4 semanas.<br>Com três milímetros de tamanho, populações de milhões desses insetos podem ser mantidas em um laboratório e sustentadas com uma dieta simples de carboidratos e proteínas, geralmente farinha de milho e extratos de levedura.</div><div>Em 1933, Thomas Hunt Morgan ganhou um prêmio Nobel por estudar como a <em>Drosophila</em>recebia de herança uma mutação genética que deixava seus olhos brancos, e não vermelhos.</div><div>A pesquisa de Morgan levou à teoria sobre genes produzidos pelo DNA serem carregados por cromossomos, que eram transmitidos por gerações. A descoberta preparou o terreno para a genética moderna e o estudo da teoria cromossômica da herança.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-15 22:03:22 UTC</pubDate>
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         <title>Verônica Barbosa Graciliano N°20, 4°RH</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2299042526</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A Drosophila melanogaster, mais comumente conhecida como moscas da fruta, é um dos organismos mais utilizados em atividades de pesquisa e de ensino em Genética e Evolução. A facilidade e baixo custo de manutenção em laboratório, o ciclo de vida curto e a possibilidade de observar características morfológicas facilmente identificáveis, são propriedades que justificam a ampla aplicação desta espécie em estudos sobre genética da transmissão, citogenética, desenvolvimento, genética de populações e evolução. O objetivo deste projeto é estabelecer parcerias com Instituições da Educação Básica da Rede Pública Estadual da cidade de Feira de Santana-BA, com o propósito de desenvolver atividades práticas, utilizando-se drosófilas, nas aulas de Biologia, para disseminar a importância da D. melanogaster como ferramenta didáticopedagógica facilitadora de aprendizagem no ensino da Genética e Evolução no Ensino Médio. Para tanto, serão fornecidos às escolas parceiras, kits de material biológico (moscas), das linhagens selvagem e mutantes, criados e mantidos no Laboratório de Drosófilas, DCBio-UEFS, e oferecidas oficinas e cursos de orientação aos professores e licenciandos em Ciências Biológicas da UEFS que desejem levar essas atividades para sala de aula. A experiência será desenvolvida no Instituto de Educação Gastão Guimarães, Colégio Modelo Luis Eduardo Magalhães e no Centro Juvenil de Ciência e Cultura. Serão observadas características gerais das drosófilas (anatômicas, comportamentais e de desenvolvimento) e realizados experimentos controlados para correlação entre os resultados obtidos e os princípios básicos da hereditariedade. A análise do processo ensino-aprendizagem e sua repercussão, poderão permitir, em um segundo momento, a ampliação do número de Escolas envolvidas e a implementação de um Programa permanente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-15 22:28:57 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Ana Júlia Alves de Oliveira.  N°6. Série: 4°RH .</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2299044837</link>
         <description><![CDATA[<div>Você já ouviu falar em drosófila? Não? E mosquinha-da-fruta? Mosquinha-da-banana, talvez? Todos são nomes para se referir ao mesmo inseto, cujo nome científico é&nbsp;Drosophila melanogaster, uma mosca de origem havaiana. Não é considerado uma praga, pois oferece pouco risco à saúde aos seres humanos – apenas alguns dos seus componentes podem ser alergênicos para certas pessoas. Na natureza, as drosófilas adoram se alimentar das leveduras que estão crescendo nos frutos em início de&nbsp;decomposição. Os cientistas chamam de “selvagem” a drosófila que apresenta corpo cinzento,&nbsp;os olhos vermelhos e asas&nbsp;longas porque essa é a forma encontrada em abundância na natureza. A&nbsp;Drosophila melanogaster, junto de camundongos, de ratos, de um verme chamado&nbsp;Caenorhabditis elegans, da levedura da cerveja&nbsp;Saccharomyces cerevisiae&nbsp;e da bactéria&nbsp;Escherichia coli&nbsp;são os modelos biológicos de estudo mais famosos no mundo, cada um com suas vantagens e desvantagens. Thomas Hunt Morgan (EUA, 1866-1945) é o grande responsável por introduzi-la como modelo de estudo na ciência. Ele reparou que, em uma amostra de moscas selvagens (com olhos vermelhos), havia um macho com olhos brancos. Logo, ele quis estudar a transmissão genética desta característica, o que lhe conferiu o&nbsp;Prêmio Nobel&nbsp;de 1933 por provar que os&nbsp;cromossomos&nbsp;são portadores dos&nbsp;genes. Por que, então, usamos drosófilas como modelo de estudo para entender, por exemplo, o que acontece em mamíferos, como nós, seres humanos? Elas são: – de fácil cultivo e manutenção, requerendo pouco equipamento, espaço e dinheiro (consomem comida muito simples) – reproduzem muito rápido e colocam muitos ovos (até 100 ovos por dia por fêmea!), permitindo que vários experimentos sejam feitos em menos tempo – toleram várias condições ambientais (como temperatura, ciclos de luz-escuro) – não estão sujeitas a muitos parasitas ou doenças que possam comprometer a colônia do laboratório Elas também possuem morfologia e sistemas mais simples de que vertebrados, facilitando os estudos. Além disso, com o sequenciamento do seu genoma em 2000, descobrimos que elas compartilham 75% dos mesmos genes com seres humanos, permitindo que os cientistas façam comparações e extrapolações de vias biológicas compartilhadas. Como não existem questões bioéticas envolvidas com seu uso em pesquisa (a sociedade, no geral, não se importa com pesquisa feita em não-vertebrados), inúmeras ferramentas genéticas vêm sendo estabelecidas desde 1987, facilitando o estudo de diversas questões biológicas. Por todos esses motivos, elas são consideradas modelos importantes para estudo de diversas doenças humanas, já que muitas vias foram descobertas nelas primeiramente e depois confirmadas como existentes também em seres humanos. Não é à toa que 6 Prêmios Nobel em Fisiologia ou Medicina foram conferidos a pesquisadores que usaram essa mosquinha que ronda suas frutas como modelo de estudo (1933, 1946, 1995, 2004, 2011 e 2017). Fontes: Ashburner, Golic, Hawley.&nbsp;Drosophila.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-15 22:32:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Eduarda Ferreira de Souza N°09 4°RH</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2299100408</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>As moscas-das-frutas pertencem à família Tephritidae que é uma das maiores dentro da Ordem Diptera. Essa Família está entre as pragas de maior expressão econômica na fruticultura mundial por atacarem órgãos de reprodução das plantas, frutas com polpas e flores.<br>Esses insetos constituem um importante grupo de pragas da fruticultura mundial, pois, apresentam um ciclo de vida em que seu período larval se desenvolve especialmente no interior dos frutos, alimentando-se, em geral, de sua polpa.<br>Algumas espécies são mais invasoras e altamente colonizadoras, como Ceratitis capitata, e outras têm distribuição restrita e baixa capacidade de se adaptar a novos ambientes, como a maioria das espécies das regiões temperadas, do gênero Ragholetis.<br>As moscas-das-frutas são insetos que causam elevados prejuízos aos fruticultores. No mundo, anualmente são perdidos, aproximadamente, cerca de 1 bilhão de dólares devido aos danos causados por essas moscas.<br>O dano causado por esse inseto pode ser dividido em três níveis: Dano direto na produção, Dano durante a comercialização e Fechamento dos mercados para exportação, através de implicações quarentenárias, pois os países que importam frutas não querem produtos que possam transportar esta praga.<br>Atualmente, sabe-se que as moscas-das-frutas (Tephritidae) atacam mais de 400 espécies de frutas, onde se podem destacar as seguintes famílias: Rutaceae (Laranja-azeda, laranja-doce, limão-cravo, mexerica, tangerina, etc), Rosaceas (Maçã, pêra, ameixa, nectarina, pêssego, etc), Anacardiaceas (Manga, caju, ciriguela, cajá-manga, etc), Myrtaceae (Goiaba, pitanga, jabuticaba, jambo, etc), Annonaceae (Graviola), Caricaceae (Mamão), Malpighiaceae (Acerola, cereja, etc), Passifloraceae (Maracujá), Sapotaceae (Sapotí).<br>A família Tephritidae apresenta ampla distribuição geográfica com predominância na região Neotropical, apresentando cerca de 4.352 espécies agrupadas em 481 gêneros, dos quais, somente cinco são de importância econômica: Anastrepha, Ceratitis, Bactrocera, Rhagoletis e Toxotrypana.<br>No gênero Toxotrypana, a única espécie de importância econômica, T. curvicauda (mosca-da-papaia), não ocorre no Brasil. O gênero Bactrocera está representado por uma única espécie, B. carambolae (mosca-da-carambola), recentemente introduzida e restrita ao Oiapoque (AP). As quatro espécies de Rhagoletis registradas no Brasil têm pouca importância agrícola, pois, são referidas como pragas esporádicas na região Sul.<br>O gênero Ceratitis possui uma única espécie no Brasil, a mosca-do-mediterrâneo, C. capitata, que juntamente com sete espécies de Anastrepha – A. fraterculus (Wied.), A. sororcula Zucchi, A. zenildae Zucchi, A. striata Schiner, A. pseudoparallela (Loew.), A. grandis (Macquart) e A. obliqua (Macquart) – representam as moscas-das-frutas mais importantes do ponto de vista econômico. Entretanto, dependendo da área considerada, outras espécies podem vir a ser importantes em razão dos frutos que atacam e de suas abundâncias relativas.<br>Os machos liberam feromônios que atraem as fêmeas para que ocorra a cópula. O período de pré-oviposição varia de 13 a 19 dias (período gasto para a maturação dos óvulos). Nesse período, as fêmeas consomem alimentos ricos em proteínas para o desenvolvimento ovariano.<br>A oviposição é influenciada pela temperatura, pela luminosidade e por características do fruto (forma, tamanho, propriedades da casca) e preferencialmente é feita em frutos maduros ou em fase de amadurecimento, onde as fêmeas deixam seus ovos exatamente na polpa dos frutos, logo abaixo da epiderme. Vários ovos são colocados no interior do fruto com auxílio do acúleo (ovipositor), e embora as fêmeas marquem o fruto com feromônio após a oviposição, várias fêmeas podem ovipositar no mesmo fruto.<br>O processo de embriogênese depende da temperatura, e em geral dura 48 horas (à 25º C). Esses ovos eclodem, originando larvas que vão se desenvolvendo no interior dessa polpa. À medida que essas larvas se desenvolvem, passando por três estágios (larva 1, 2 e 3), causam uma deterioração dentro do fruto com o crescimento de bactérias e de fungos, chegando o fruto a cair no solo. Ao cair no solo, às larvas deixam esse fruto, deslocando-se um pouco e se enterram, chegando à fase de pupa. Essa fase de pupa se dar entre 2 e 8 centímetros enterradas no solo, que permanece por um período de 10 a 15 dias, dependendo da temperatura a que estão submetidas. Após esse período, a pupa sai do solo e emerge um adulto ainda com as asas enroladas, que caminha para a copa de uma árvore, amadurecendo e recomeçando o ciclo.<br>Essas moscas emergidas sofrem maturação em aproximadamente uma semana, sendo a proporção sexual de 1:1. Após isso, inicia-se o comportamento de cópula, onde uma fêmea pode ovipositar de 500 a 1.000 ovos durante seu período de vida adulta, que em geral, vai de 10 a 60 dias, dependendo das condições ambientais.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-15 23:57:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ana Lívia Martins N°08 4°Rh</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2299172304</link>
         <description><![CDATA[<div>Pertencente à família Tephritidae, uma das que apresentam mais espécies na Ordem Diptera, a mosca-das-frutas é considerada uma das maiores pragas no setor da fruticultura. Combatido em escala global, este inseto é conhecido por atacar os órgãos reprodutores das plantas, flores e frutas com polpas. No período em que se apresenta em forma de larva, a mosca-das-frutas desenvolve-se dentro dos frutos, onde se alimenta da polpa.<br>Entre os tipos de moscas-das-frutas, existem algumas espécies mais invasivas e de comportamento colonizador, como a Ceratitis capitata. Já outras, como as do gênero Ragholetis, apresentam uma distribuição mais restrita, além de terem pouca capacidade para se adaptarem em ambientes novos. Geralmente, são insetos de regiões temperadas.<br>Anualmente, as moscas-das-frutas causam aproximadamente um bilhão de dólares em prejuízos. Por isso, são considerados insetos que causam enormes danos aos fruticultores. O inseto pode causar&nbsp; estragos de três formas: diretamente na produção, durante o processo de comercialização e na parte do fechamento das mercadorias a serem exportadas. As nações que importam as frutas podem até mesmo parar a comercialização, pois não têm interesse em produtos que transportem a praga.<br><br>As moscas-das-frutas são responsáveis por danos a mais de 400 tipos de frutas, entre elas, as mais prejudicadas são: sapoti, maracujá, acerola, cereja, mamão, graviola, jambo, jabuticaba, pitanga, goiaba, cajá-manga, ciriguela, caju, manga, pêssego, nectarina, ameixa, pêra, maçã, tangerina, mexerica, limão-cravo, laranja-doce e laranja-azeda.<br>A divisão geográfica da Tephritidae é bastante ampla e seu predomínio ocorre na região Neotropical. São aproximadamente 4.352 tipos agrupados em 481 gêneros. Destes, apenas 5 influem na economia: Toxotrypana, Rhagoletis, Bactrocera, Ceratitis e Anastrepha.<br>Referente ao gênero Toxotrypana, apenas a espécie T. curvicauda, que ataca a papaia, é perigosa para os fruticultores, porém, não há ocorrências desta espécie no Brasil. Já a B. carambolae, mosca-da-carambola, do gênero Bactrocera, foi encontrada recentemente no Oiapoque (AP) de forma restrita. No Brasil, as quatro espécies de Rhagoletis registradas não são prejudiciais para a agricultura, são apenas pragas encontradas esporadicamente na região Sul do País.<br><br>A mosca-do-mediterrâneo, pertencente ao gênero Ceratitis, possui apenas uma espécie no Brasil. Do ponto de vista econômico, é a que representa maior perigo juntamente com A. obliqua (Macquart), A. grandis (Macquart), A. pseudoparallela (Loew), A. striata Schiner, A. zenildae Zucchi, A. sororcula Zucchi e A. fraterculus (Wied).<br>De acordo com Aldeni Silva, Biólogo Doutorando em Agronomia, “os inimigos naturais das moscas das frutas são parasitóides pertencentes principalmente às famílias Braconidae e Figitidae. Na primeira família destacam-se espécies dos gêneros Doryctobracon, Opius e Utetes, e na segunda família, espécies dos gêneros Aganaspis, Odontosema, Tropideucoila, Dicerataspis e Lopheucoila”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-16 01:02:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Adriano Souza Vitoriano N°01      4°RH </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2299299717</link>
         <description><![CDATA[<div>drosófila, mosquinha-da-fruta, Mosquinha-da-banana, Todos são nomes para se referir ao mesmo inseto, cujo nome científico é <em>Drosophila melanogaster</em>, uma mosca de origem havaiana. Não é considerado uma praga, pois oferece pouco risco à saúde aos seres humanos – apenas alguns dos seus componentes podem ser alergênicos para certas pessoas. Na natureza, as drosófilas adoram se alimentar das leveduras que estão crescendo nos frutos em início de decomposição. Os cientistas chamam de “selvagem” a drosófila que apresenta corpo cinzento, os olhos vermelhos e asas longas porque essa é a forma encontrada em abundância na natureza. A <em>Drosophila melanogaster</em>, junto de camundongos, de ratos, de um verme chamado <em>Caenorhabditis elegans</em>, da levedura da cerveja <em>Saccharomyces cerevisiae</em> e da bactéria <em>Escherichia coli</em> são os modelos biológicos de estudo mais famosos no mundo, cada um com suas vantagens e desvantagens. Thomas Hunt Morgan (EUA, 1866-1945) é o grande responsável por introduzi-la como modelo de estudo na ciência. Ele reparou que, em uma amostra de moscas selvagens (com olhos vermelhos), havia um macho com olhos brancos. Logo, ele quis estudar a transmissão genética desta característica, o que lhe conferiu o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%A9mio_Nobel"><em>Prêmio Nobel</em></a> de 1933 por provar que os <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cromossomo"><em>cromossomos</em></a> são portadores dos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gene"><em>genes</em></a>. Por que, então, usamos drosófilas como modelo de estudo para entender, por exemplo, o que acontece em mamíferos, como nós, seres humanos? Elas são: – de fácil cultivo e manutenção, requerendo pouco equipamento, espaço e dinheiro (consomem comida muito simples) – reproduzem muito rápido e colocam muitos ovos (até 100 ovos por dia por fêmea!), permitindo que vários experimentos sejam feitos em menos tempo – toleram várias condições ambientais (como temperatura, ciclos de luz-escuro) – não estão sujeitas a muitos parasitas ou doenças que possam comprometer a colônia do laboratório Elas também possuem morfologia e sistemas mais simples de que vertebrados, facilitando os estudos. Além disso, com o sequenciamento do seu genoma em 2000, descobrimos que elas compartilham 75% dos mesmos genes com seres humanos, permitindo que os cientistas façam comparações e extrapolações de vias biológicas compartilhadas. Como não existem questões bioéticas envolvidas com seu uso em pesquisa (a sociedade, no geral, não se importa com pesquisa feita em não-vertebrados), inúmeras ferramentas genéticas vêm sendo estabelecidas desde 1987, facilitando o estudo de diversas questões biológicas. Por todos esses motivos, elas são consideradas modelos importantes para estudo de diversas doenças humanas, já que muitas vias foram descobertas nelas primeiramente e depois confirmadas como existentes também em seres humanos. Não é à toa que 6 Prêmios Nobel em Fisiologia ou Medicina foram conferidos a pesquisadores que usaram essa mosquinha que ronda suas frutas como modelo de estudo (1933, 1946, 1995, 2004, 2011 e 2017).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-16 02:43:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2300029961</link>
         <description><![CDATA[<div>Ana Eliza Paim Antunes, n°05-4°RH<br><br><strong>Contribuições do estudo da mosca da fruta como modelo de estudo em ciência.</strong><br><br>A mosca da fruta, ou Drosophila melanogaster, seu nome científico, vem sendo estudada há mais de cem anos. Moscas das frutas gostam de bananas. Podemos encontrar elas na cesta quando as frutas começam a estragar. Elas também são um ótimo mecanismo para investigar o tempo ou, mais especificamente, os efeitos do tempo. Isso porque o ciclo de vida delas é tão curto que permite estudá-las por gerações e gerações, o que é quase impossível com humanos. Custam pouco e se reproduzem de maneira extremamente rápida. Em temperatura ambiente, uma fêmea pode botar de 30 a 50 ovos por dia durante sua vida. O ciclo reprodutivo é curto, de 8 a 14 dias, e essas moscas podem se tornar avós e avôs em apenas 3 a 4 semanas. Com três milímetros de tamanho, populações de milhões desses insetos podem ser mantidas em um laboratório e sustentadas com uma dieta simples de carboidratos e proteínas, geralmente farinha de milho e extratos de levedura. Em 1933, Thomas Hunt Morgan ganhou um prêmio Nobel por estudar como a Drosophila recebia de herança uma mutação genética que deixava seus olhos brancos, e não vermelhos. A pesquisa de Morgan levou à teoria sobre genes produzidos pelo DNA serem carregados por cromossomos, que eram transmitidos por gerações. A descoberta preparou o terreno para a genética moderna e o estudo da teoria cromossômica da herança. Desde então, estudos conduzidos nessas moscas levaram a cinco premiações no Nobel, em 1946, 1995 e 2011. Conhecimento atual sobre como nos desenvolvemos, nosso comportamento, envelhecimento e evolução todos são construídos sobre a base dessas pesquisas com moscas-da-fruta. E quanto mais as estudamos mais descobrimos que somos parecidos: 75% dos genes associados a doenças humanas têm um correspondente identificável na mosca-da-fruta.<br>A Drosophila tem quatro pares de cromossomos e cerca de 14 mil genes. Compare isso com os humanos, que têm cerca de 22,5 mil genes, e a levedura, com 5,8 mil genes, e somos muito mais parecidos do que você possa imaginar. Essa proximidade genética relativa significa que experimentos com Drosophila podem ser traduzidos de maneira efetiva para humanos. Deixamos as moscas bêbadas para estudar o vício ao álcool, investigamos o sono delas e como são afetadas pelo café e descobrimos que moscas mais velhas dormem menos. Os primeiros genes do "jet lag" foram identificados em moscas, e hoje sabemos que também os temos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-16 13:51:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nome: Lívia Bernardo Zancheta N°23 3°A</title>
         <author>mariafrias3</author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2300481087</link>
         <description><![CDATA[<div>Utilizada pela ciência há décadas como modelo experimental em diversos estudos, a mosca-da-fruta (Drosophila melanogaste) também tem importante papel nas investigações sobre a fisiopatologia de doenças neurodegenerativas.&nbsp; Este foi o tema da aula da Liga Acadêmica de Neurociências da FCM.&nbsp;Doenças neurodegenerativas: contribuição de modelos animais alternativos”, Bridi discorreu sobre a metodologia que empregou no estudo da atividade neuronal de duas linhagens de moscas drosófilas para desvendar mecanismos da doença de Parkinson.&nbsp;O processo de degeneração dos neurônios a partir do acúmulo da proteína α – sinucleína em terminais pré-sinápticos.&nbsp;<br>outros resultados, que a aglomeração da proteína α – sinucleína potencializou o prejuízo motor durante o envelhecimento de um dos grupos de moscas estudados. Cerca de 75% dos genes humanos relacionados a doenças possuem homólogos em drosófilas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-16 19:28:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Gustavo Henrique da Silva  n°11-4°RH</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2300595819</link>
         <description><![CDATA[<div>A mosca-da-fruta, ou&nbsp;Drosophila melanogaster, seu nome científico, vem sendo estudada há mais de cem anos.<br><br>Conhecimento atual sobre como nos desenvolvemos, nosso comportamento, envelhecimento e evolução todos são construídos sobre a base dessas pesquisas com moscas-da-fruta.<br><br>E quanto mais as estudamos mais descobrimos que somos parecidos: 75% dos genes associados a doenças humanas têm um correspondente identificável na mosca-da-fruta.<br><br>A&nbsp;Drosophila&nbsp;tem quatro pares de cromossomos e cerca de 14 mil genes. Compare isso com os humanos, que têm cerca de 22,5 mil genes, e a levedura, com 5,8 mil genes, e somos muito mais parecidos do que você possa imaginar.<br><br>Essa proximidade genética relativa significa que experimentos com&nbsp;Drosophila&nbsp;podem ser traduzidos de maneira efetiva para humanos. Deixamos as moscas bêbadas para estudar o vício ao álcool, investigamos o sono delas e como são afetadas pelo café e descobrimos que moscas mais velhas dormem menos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-16 22:28:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Adriele Kauane Rodrigues Pereira, n02, 4RH</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2301663221</link>
         <description><![CDATA[<div><br>As moscas-das-frutas pertencem à família Tephritidae que é uma das maiores dentro da Ordem Diptera. Essa Família está entre as pragas de maior expressão econômica na fruticultura mundial por atacarem órgãos de reprodução das plantas, frutas com polpas e flores.<br><br></div><div><br>Esses insetos constituem um importante grupo de pragas da fruticultura mundial, pois, apresentam um ciclo de vida em que seu período larval se desenvolve especialmente no interior dos frutos, alimentando-se, em geral, de sua polpa.<br><br></div><div><br>Algumas espécies são mais invasoras e altamente colonizadoras, como Ceratitis capitata, e outras têm distribuição restrita e baixa capacidade de se adaptar a novos ambientes, como a maioria das espécies das regiões temperadas, do gênero Ragholetis.&nbsp;<br><br></div><div><br>As moscas-das-frutas são insetos que causam elevados prejuízos aos fruticultores. No mundo, anualmente são perdidos, aproximadamente, cerca de 1 bilhão de dólares devido aos danos causados por essas moscas.<br><br></div><div><br>O dano causado por esse inseto pode ser dividido em três níveis: Dano direto na produção, Dano durante a comercialização e Fechamento dos mercados para exportação, através de implicações quarentenárias, pois os países que importam frutas não querem produtos que possam transportar esta praga.<br><br></div><div><br>Atualmente, sabe-se que as moscas-das-frutas (Tephritidae) atacam mais de 400 espécies de frutas, onde se podem destacar as seguintes famílias: Rutaceae (Laranja-azeda, laranja-doce, limão-cravo, mexerica, tangerina, etc), Rosaceas (Maçã, pêra, ameixa, nectarina, pêssego, etc), Anacardiaceas (Manga, caju, ciriguela, cajá-manga, etc), Myrtaceae (Goiaba, pitanga, jabuticaba, jambo, etc), Annonaceae (Graviola), Caricaceae (Mamão), Malpighiaceae (Acerola, cereja, etc), Passifloraceae (Maracujá), Sapotaceae (Sapotí).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-18 15:15:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2302144272</link>
         <description><![CDATA[<div>Jennifer Vitória Do Prado Coppi, n°:15.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;3º A, Manhã <br><br><br><br>Você já ouviu falar em drosófila? Não? E mosquinha-da-fruta? Mosquinha-da-banana, talvez? Todos são nomes para se referir ao mesmo inseto, cujo nome científico é <em>Drosophila melanogaster</em>, uma mosca de origem havaiana. Não é considerado uma praga, pois oferece pouco risco à saúde aos seres humanos – apenas alguns dos seus componentes podem ser alergênicos para certas pessoas. Na natureza, as drosófilas adoram se alimentar das leveduras que estão crescendo nos frutos em início de decomposição. Os cientistas chamam de “selvagem” a drosófila que apresenta corpo cinzento, os olhos vermelhos e asas longas porque essa é a forma encontrada em abundância na natureza. A <em>Drosophila melanogaster</em>, junto de camundongos, de ratos, de um verme chamado <em>Caenorhabditis elegans</em>, da levedura da cerveja <em>Saccharomyces cerevisiae</em> e da bactéria <em>Escherichia coli</em> são os modelos biológicos de estudo mais famosos no mundo, cada um com suas vantagens e desvantagens. Thomas Hunt Morgan (EUA, 1866-1945) é o grande responsável por introduzi-la como modelo de estudo na ciência. Ele reparou que, em uma amostra de moscas selvagens (com olhos vermelhos), havia um macho com olhos brancos. Logo, ele quis estudar a transmissão genética desta característica, o que lhe conferiu o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%A9mio_Nobel"><em>Prêmio Nobel</em></a> de 1933 por provar que os <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cromossomo"><em>cromossomos</em></a> são portadores dos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gene"><em>genes</em></a>. Por que, então, usamos drosófilas como modelo de estudo para entender, por exemplo, o que acontece em mamíferos, como nós, seres humanos? Elas são: – de fácil cultivo e manutenção, requerendo pouco equipamento, espaço e dinheiro (consomem comida muito simples) – reproduzem muito rápido e colocam muitos ovos (até 100 ovos por dia por fêmea!), permitindo que vários experimentos sejam feitos em menos tempo – toleram várias condições ambientais (como temperatura, ciclos de luz-escuro) – não estão sujeitas a muitos parasitas ou doenças que possam comprometer a colônia do laboratório Elas também possuem morfologia e sistemas mais simples de que vertebrados, facilitando os estudos. Além disso, com o sequenciamento do seu genoma em 2000, descobrimos que elas compartilham 75% dos mesmos genes com seres humanos, permitindo que os cientistas façam comparações e extrapolações de vias biológicas compartilhadas. Como não existem questões bioéticas envolvidas com seu uso em pesquisa (a sociedade, no geral, não se importa com pesquisa feita em não-vertebrados), inúmeras ferramentas genéticas vêm sendo estabelecidas desde 1987, facilitando o estudo de diversas questões biológicas. Por todos esses motivos, elas são consideradas modelos importantes para estudo de diversas doenças humanas, já que muitas vias foram descobertas nelas primeiramente e depois confirmadas como existentes também em seres humanos. Não é à toa que 6 Prêmios Nobel em Fisiologia ou Medicina foram conferidos a pesquisadores que usaram essa mosquinha que ronda suas frutas como modelo de estudo (1933, 1946, 1995, 2004, 2011 e 2017). Fontes: Ashburner, Golic, Hawley. <em>Drosophila</em> – A laboratory handbook, 2nd edition CSLH Press Wikipedia Drosophila: Small fly, BIG impact –&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-19 02:05:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Alisson Riquelme Ribeiro, Nº 3, 4º RH</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2304606326</link>
         <description><![CDATA[<div>Você já ouviu falar em drosófila? Não? E mosquinha-da-fruta? Mosquinha-da-banana, talvez? Todos são nomes para se referir ao mesmo inseto, cujo nome científico é <em>Drosophila melanogaster</em>, uma mosca de origem havaiana. Não é considerado uma praga, pois oferece pouco risco à saúde aos seres humanos – apenas alguns dos seus componentes podem ser alergênicos para certas pessoas. Na natureza, as drosófilas adoram se alimentar das leveduras que estão crescendo nos frutos em início de decomposição. Os cientistas chamam de “selvagem” a drosófila que apresenta corpo cinzento, os olhos vermelhos e asas longas porque essa é a forma encontrada em abundância na natureza. A <em>Drosophila melanogaster</em>, junto de camundongos, de ratos, de um verme chamado <em>Caenorhabditis elegans</em>, da levedura da cerveja <em>Saccharomyces cerevisiae</em> e da bactéria <em>Escherichia coli</em> são os modelos biológicos de estudo mais famosos no mundo, cada um com suas vantagens e desvantagens. Thomas Hunt Morgan (EUA, 1866-1945) é o grande responsável por introduzi-la como modelo de estudo na ciência. Ele reparou que, em uma amostra de moscas selvagens (com olhos vermelhos), havia um macho com olhos brancos. Logo, ele quis estudar a transmissão genética desta característica, o que lhe conferiu o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%A9mio_Nobel"><em>Prêmio Nobel</em></a> de 1933 por provar que os <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cromossomo"><em>cromossomos</em></a> são portadores dos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gene"><em>genes</em></a>. Por que, então, usamos drosófilas como modelo de estudo para entender, por exemplo, o que acontece em mamíferos, como nós, seres humanos? Elas são: – de fácil cultivo e manutenção, requerendo pouco equipamento, espaço e dinheiro (consomem comida muito simples) – reproduzem muito rápido e colocam muitos ovos (até 100 ovos por dia por fêmea!), permitindo que vários experimentos sejam feitos em menos tempo – toleram várias condições ambientais (como temperatura, ciclos de luz-escuro) – não estão sujeitas a muitos parasitas ou doenças que possam comprometer a colônia do laboratório Elas também possuem morfologia e sistemas mais simples de que vertebrados, facilitando os estudos. Além disso, com o sequenciamento do seu genoma em 2000, descobrimos que elas compartilham 75% dos mesmos genes com seres humanos, permitindo que os cientistas façam comparações e extrapolações de vias biológicas compartilhadas. Como não existem questões bioéticas envolvidas com seu uso em pesquisa (a sociedade, no geral, não se importa com pesquisa feita em não-vertebrados), inúmeras ferramentas genéticas vêm sendo estabelecidas desde 1987, facilitando o estudo de diversas questões biológicas. Por todos esses motivos, elas são consideradas modelos importantes para estudo de diversas doenças humanas, já que muitas vias foram descobertas nelas primeiramente e depois confirmadas como existentes também em seres humanos. Não é à toa que 6 Prêmios Nobel em Fisiologia ou Medicina foram conferidos a pesquisadores que usaram essa mosquinha que ronda suas frutas como modelo de estudo (1933, 1946, 1995, 2004, 2011 e 2017)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-20 09:34:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Rafael Marcos Montanha N 33 3° A</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2304738120</link>
         <description><![CDATA[<div>Você já ouviu falar em drosófila? Não? E mosquinha-da-fruta? Mosquinha-da-banana, talvez? Todos são nomes para se referir ao mesmo inseto, cujo nome científico é Drosophila melanogaster, uma mosca de origem havaiana. Não é considerado uma praga, pois oferece pouco risco à saúde aos seres humanos – apenas alguns dos seus componentes podem ser alergênicos para certas pessoas. Na natureza, as drosófilas adoram se alimentar das leveduras que estão crescendo nos frutos em início de decomposição. Os cientistas chamam de “selvagem” a drosófila que apresenta corpo cinzento, os olhos vermelhos e asas longas porque essa é a forma encontrada em abundância na natureza. A Drosophila melanogaster, junto de camundongos, de ratos, de um verme chamado Caenorhabditis elegans, da levedura da cerveja Saccharomyces cerevisiae e da bactéria Escherichia coli são os modelos biológicos de estudo mais famosos no mundo, cada um com suas vantagens e desvantagens. Thomas Hunt Morgan (EUA, 1866-1945) é o grande responsável por introduzi-la como modelo de estudo na ciência. Ele reparou que, em uma amostra de moscas selvagens (com olhos vermelhos), havia um macho com olhos brancos. Logo, ele quis estudar a transmissão genética desta característica, o que lhe conferiu o Prêmio Nobel de 1933 por provar que os cromossomos são portadores dos genes. Por que, então, usamos drosófilas como modelo de estudo para entender, por exemplo, o que acontece em mamíferos, como nós, seres humanos? Elas são: – de fácil cultivo e manutenção, requerendo pouco equipamento, espaço e dinheiro (consomem comida muito simples) – reproduzem muito rápido e colocam muitos ovos (até 100 ovos por dia por fêmea!), permitindo que vários experimentos sejam feitos em menos tempo – toleram várias condições ambientais (como temperatura, ciclos de luz-escuro) – não estão sujeitas a muitos parasitas ou doenças que possam comprometer a colônia do laboratório Elas também possuem morfologia e sistemas mais simples de que vertebrados, facilitando os estudos. Além disso, com o sequenciamento do seu genoma em 2000, descobrimos que elas compartilham 75% dos mesmos genes com seres humanos, permitindo que os cientistas façam comparações e extrapolações de vias biológicas compartilhadas. Como não existem questões bioéticas envolvidas com seu uso em pesquisa (a sociedade, no geral, não se importa com pesquisa feita em não-vertebrados), inúmeras ferramentas genéticas vêm sendo estabelecidas desde 1987, facilitando o estudo de diversas questões biológicas. Por todos esses motivos, elas são consideradas modelos importantes para estudo de diversas doenças humanas, já que muitas vias foram descobertas nelas primeiramente e depois confirmadas como existentes também em seres humanos. Não é à toa que 6 Prêmios Nobel em Fisiologia ou Medicina foram conferidos a pesquisadores que usaram essa mosquinha que ronda suas frutas como modelo de estudo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-20 11:16:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Karolayne Bueno de Oliveira N°18 série 3°A</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Você já ouviu falar em drosófila? Não? E mosquinha-da-fruta? Mosquinha-da-banana, talvez? Todos são nomes para se referir ao mesmo inseto, cujo nome científico é <em>Drosophila melanogaster</em>, uma mosca de origem havaiana. Não é considerado uma praga, pois oferece pouco risco à saúde aos seres humanos – apenas alguns dos seus componentes podem ser alergênicos para certas pessoas. Na natureza, as drosófilas adoram se alimentar das leveduras que estão crescendo nos frutos em início de decomposição. Os cientistas chamam de “selvagem” a drosófila que apresenta corpo cinzento, os olhos vermelhos e asas longas porque essa é a forma encontrada em abundância na natureza. A <em>Drosophila melanogaster</em>, junto de camundongos, de ratos, de um verme chamado <em>Caenorhabditis elegans</em>, da levedura da cerveja <em>Saccharomyces cerevisiae</em> e da bactéria <em>Escherichia coli</em> são os modelos biológicos de estudo mais famosos no mundo, cada um com suas vantagens e desvantagens. Thomas Hunt Morgan (EUA, 1866-1945) é o grande responsável por introduzi-la como modelo de estudo na ciência. Ele reparou que, em uma amostra de moscas selvagens (com olhos vermelhos), havia um macho com olhos brancos. Logo, ele quis estudar a transmissão genética desta característica, o que lhe conferiu o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%A9mio_Nobel"><em>Prêmio Nobel</em></a> de 1933 por provar que os <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cromossomo"><em>cromossomos</em></a> são portadores dos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gene"><em>genes</em></a>. Por que, então, usamos drosófilas como modelo de estudo para entender, por exemplo, o que acontece em mamíferos, como nós, seres humanos? Elas são: – de fácil cultivo e manutenção, requerendo pouco equipamento, espaço e dinheiro (consomem comida muito simples) – reproduzem muito rápido e colocam muitos ovos (até 100 ovos por dia por fêmea!), permitindo que vários experimentos sejam feitos em menos tempo – toleram várias condições ambientais (como temperatura, ciclos de luz-escuro) – não estão sujeitas a muitos parasitas ou doenças que possam comprometer a colônia do laboratório Elas também possuem morfologia e sistemas mais simples de que vertebrados, facilitando os estudos. Além disso, com o sequenciamento do seu genoma em 2000, descobrimos que elas compartilham 75% dos mesmos genes com seres humanos, permitindo que os cientistas façam comparações e extrapolações de vias biológicas compartilhadas. Como não existem questões bioéticas envolvidas com seu uso em pesquisa (a sociedade, no geral, não se importa com pesquisa feita em não-vertebrados), inúmeras ferramentas genéticas vêm sendo estabelecidas desde 1987, facilitando o estudo de diversas questões biológicas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-20 14:12:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vitoria Gomes dos Santos N: 35, 3 ano A</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2305152983</link>
         <description><![CDATA[<div>Utilizada pela ciência há décadas como modelo experimental em diversos estudos, a mosca-da-fruta (Drosophila melanogaste) também tem importante papel nas investigações sobre a fisiopatologia de doenças neurodegenerativas.&nbsp; Este foi o tema da aula da Liga Acadêmica de Neurociências da FCM. Doenças neurodegenerativas: contribuição de modelos animais alternativos”, Bridi discorreu sobre a metodologia que empregou no estudo da atividade neuronal de duas linhagens de moscas drosófilas para desvendar mecanismos da doença de Parkinson. O processo de degeneração dos neurônios a partir do acúmulo da proteína α – sinucleína em terminais pré-sinápticos.&nbsp;<br>outros resultados, que a aglomeração da proteína α – sinucleína potencializou o prejuízo motor durante o envelhecimento de um dos grupos de moscas estudados. Cerca de 75% dos genes humanos relacionados a doenças possuem homólogos em drosófilas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-20 15:04:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Daniel Gonçalves Alingeri N 9 4ºADM</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Você já ouviu falar em drosófila? Não? E mosquinha-da-fruta? Mosquinha-da-banana, talvez? Todos são nomes para se referir ao mesmo inseto, cujo nome científico é Drosophila melanogaster, uma mosca de origem havaiana. Não é considerado uma praga, pois oferece pouco risco à saúde aos seres humanos – apenas alguns dos seus componentes podem ser alergênicos para certas pessoas. Na natureza, as drosófilas adoram se alimentar das leveduras que estão crescendo nos frutos em início de decomposição. Os cientistas chamam de “selvagem” a drosófila que apresenta corpo cinzento, os olhos vermelhos e asas longas porque essa é a forma encontrada em abundância na natureza. A Drosophila melanogaster, junto de camundongos, de ratos, de um verme chamado Caenorhabditis elegans, da levedura da cerveja Saccharomyces cerevisiae e da bactéria Escherichia coli são os modelos biológicos de estudo mais famosos no mundo, cada um com suas vantagens e desvantagens. Thomas Hunt Morgan (EUA, 1866-1945) é o grande responsável por introduzi-la como modelo de estudo na ciência. Ele reparou que, em uma amostra de moscas selvagens (com olhos vermelhos), havia um macho com olhos brancos. Logo, ele quis estudar a transmissão genética desta característica, o que lhe conferiu o Prêmio Nobel de 1933 por provar que os cromossomos são portadores dos genes. Por que, então, usamos drosófilas como modelo de estudo para entender, por exemplo, o que acontece em mamíferos, como nós, seres humanos? Elas são: – de fácil cultivo e manutenção, requerendo pouco equipamento, espaço e dinheiro (consomem comida muito simples) – reproduzem muito rápido e colocam muitos ovos (até 100 ovos por dia por fêmea!), permitindo que vários experimentos sejam feitos em menos tempo – toleram várias condições ambientais (como temperatura, ciclos de luz-escuro) – não estão sujeitas a muitos parasitas ou doenças que possam comprometer a colônia do laboratório Elas também possuem morfologia e sistemas mais simples de que vertebrados, facilitando os estudos. Além disso, com o sequenciamento do seu genoma em 2000, descobrimos que elas compartilham 75% dos mesmos genes com seres humanos, permitindo que os cientistas façam comparações e extrapolações de vias biológicas compartilhadas. Como não existem questões bioéticas envolvidas com seu uso em pesquisa (a sociedade, no geral, não se importa com pesquisa feita em não-vertebrados), inúmeras ferramentas genéticas vêm sendo estabelecidas desde 1987, facilitando o estudo de diversas questões biológicas. Por todos esses motivos, elas são consideradas modelos importantes para estudo de diversas doenças humanas, já que muitas vias foram descobertas nelas primeiramente e depois confirmadas como existentes também em seres humanos. Não é à toa que 6 Prêmios Nobel em Fisiologia ou Medicina foram conferidos a pesquisadores que usaram essa mosquinha que ronda suas frutas como modelo de estudo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-20 17:56:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Isadora Nicóla de Oliveira nº: 13 3ºA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2305636283</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Utilizada pela ciência há décadas como modelo experimental em diversos estudos, a mosca-da-fruta (<em>Drosophila melanogaste</em>) também tem importante papel nas investigações sobre a fisiopatologia de doenças neurodegenerativas.&nbsp; Este foi o tema da aula da Liga Acadêmica de Neurociências da FCM/Santa Casa de SP, nesta segunda-feira, 14, quando a farmacêutica Jessika Cristina Bridi apresentou aos alunos de Medicina sua pesquisa de doutorado em Neurociências pelo King’s College London, na Inglaterra.<br><br></div><div>Com palestra intitulada “Doenças neurodegenerativas: contribuição de modelos animais alternativos”, Bridi discorreu sobre a metodologia que empregou no estudo da atividade neuronal de duas linhagens de moscas drosófilas para desvendar mecanismos da doença de Parkinson. A pesquisadora investigou o processo de degeneração dos neurônios a partir do acúmulo da proteína α – sinucleína em terminais pré-sinápticos.<br><br></div><div>Os experimentos de Bridi mostraram, entre outros resultados, que a aglomeração da proteína α – sinucleína potencializou o prejuízo motor durante o envelhecimento de um dos grupos de moscas estudados. “Há muito o que averiguar ainda. Um dos objetivos, com estes estudos, é descobrir como evitar a agregação destas proteínas, impedindo, assim, o desencadeamento da disfunção neuronal”, explicou.&nbsp; A pesquisadora também apresentou estudos em que as drosófilas foram utilizadas para decifrar mecanismos da doença de Alzheimer.<br><br></div><div>Bridi apontou as vantagens do emprego das moscas em experimentos. “Cerca de 75% dos genes humanos relacionados a doenças possuem homólogos em drosófilas”, destacou, lembrando também que é baixo o custo de manutenção da espécie durante as pesquisas. No entanto, ressaltou que é importante a ciência trabalhar com vários modelos para chegar ao desenvolvimento de fármacos e terapias gênicas.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-20 20:04:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Karolainy Cristiny Mateus Da Silva,  N°13 4°RH </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2305701725</link>
         <description><![CDATA[<div>As moscas-das-frutas (Diptera: Tephritidae) são os principais entraves às exportações de manga nos pólos de fruticultura da Região Sudoeste da Bahia. O presente trabalho teve como objetivo estudar índices de infestação e a diversidade de moscas-das-frutas no pólo de fruticultura de Anagé, BA, visando obter subsídios para o manejo integrado dessas pragas na mangueira, na região. Os estudos foram realizados em 2004 e 2005, nos municípios de Anagé, Belo Campo e Caraíbas, BA, procedendo-se à coleta de frutos de 21 espécies vegetais, nativas e exóticas, e identificação das espécies de moscas associadas. Estimaram-se os índices de infestação em pupários/kg de fruto e pupários/fruto. Os maiores índices de infestação, em pupários/kg de fruto, ocorreram em serigüela (Spondias purpurea L.) com 61,3, juá (Ziziphus joazeiro L.), 38,3 e umbu (Spondias tuberosa L.), 33,1, considerados hospedeiros primários de Anastrepha fraterculus (Wiedemann) e A. obliqua (Macquart). As maiores infestações em pupários/fruto ocorreram em serigüela (0,9); umbu (0,7) e cajarana (Spondias sp.) (0,2). Com base no monitoramento larval, registra-se, para as condições do pólo de fruticultura de Anagé, a ocorrência das espécies Anastrepha fraterculus, A. obliqua, A. dissimilis, A. amita, A. distincta, A. sororcula, A. zenildae e Ceratitis capitata. Registram-se, pela primeira vez, as seguintes associações bitróficas: juá com A. fraterculus, A. obliqua, A. dissimilis e A. distincta; e umbu com A. amita e A. sororcula.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-20 21:14:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Julia Sckio Venâncio N15 4Adm</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2305788527</link>
         <description><![CDATA[<div>Você já ouviu falar em drosófila? Não? E mosquinha-da-fruta? Mosquinha-da-banana, talvez? Todos são nomes para se referir ao mesmo inseto, cujo nome científico é Drosophila melanogaster, uma mosca de origem havaiana. Não é considerado uma praga, pois oferece pouco risco à saúde aos seres humanos – apenas alguns dos seus componentes podem ser alergênicos para certas pessoas. Na natureza, as drosófilas adoram se alimentar das leveduras que estão crescendo nos frutos em início de decomposição. Os cientistas chamam de “selvagem” a drosófila que apresenta corpo cinzento, os olhos vermelhos e asas longas porque essa é a forma encontrada em abundância na natureza. A Drosophila melanogaster, junto de camundongos, de ratos, de um verme chamado Caenorhabditis elegans, da levedura da cerveja Saccharomyces cerevisiae e da bactéria Escherichia coli são os modelos biológicos de estudo mais famosos no mundo, cada um com suas vantagens e desvantagens. Thomas Hunt Morgan (EUA, 1866-1945) é o grande responsável por introduzi-la como modelo de estudo na ciência. Ele reparou que, em uma amostra de moscas selvagens (com olhos vermelhos), havia um macho com olhos brancos. Logo, ele quis estudar a transmissão genética desta característica, o que lhe conferiu o Prêmio Nobel de 1933 por provar que os cromossomos são portadores dos genes. Por que, então, usamos drosófilas como modelo de estudo para entender, por exemplo, o que acontece em mamíferos, como nós, seres humanos? Elas são: – de fácil cultivo e manutenção, requerendo pouco equipamento, espaço e dinheiro (consomem comida muito simples) – reproduzem muito rápido e colocam muitos ovos (até 100 ovos por dia por fêmea!), permitindo que vários experimentos sejam feitos em menos tempo – toleram várias condições ambientais (como temperatura, ciclos de luz-escuro) – não estão sujeitas a muitos parasitas ou doenças que possam comprometer a colônia do laboratório Elas também possuem morfologia e sistemas mais simples de que vertebrados, facilitando os estudos. Além disso, com o sequenciamento do seu genoma em 2000, descobrimos que elas compartilham 75% dos mesmos genes com seres humanos, permitindo que os cientistas façam comparações e extrapolações de vias biológicas compartilhadas. Como não existem questões bioéticas envolvidas com seu uso em pesquisa (a sociedade, no geral, não se importa com pesquisa feita em não-vertebrados), inúmeras ferramentas genéticas vêm sendo estabelecidas desde 1987, facilitando o estudo de diversas questões biológicas. Por todos esses motivos, elas são consideradas modelos importantes para estudo de diversas doenças humanas, já que muitas vias foram descobertas nelas primeiramente e depois confirmadas como existentes também em seres humanos. Não é à toa que 6 Prêmios Nobel em Fisiologia ou Medicina foram conferidos a pesquisadores que usaram essa mosquinha que ronda suas frutas como modelo de estudo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-20 23:21:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Wesley Gabriel 3* A n* 37</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2305955088</link>
         <description><![CDATA[<div>As moscas-das-frutas (Diptera: Tephritidae) são insetos fitófagos com espécies que podem assumir o status de praga em frutíferas. No Brasil estudos têm indicado variações na diversidade das moscas-das-frutas, dinâmica populacional e nas interações com hospedeiros e parasitoides, sendo informações fundamentais para um controle efetivo. Entretanto, no Nordeste, sobretudo no Estado da Paraíba, as informações sobre a bioecologia destes tefritídeos são escassas. O estudo teve por objetivo caracterizar as populações de moscas-das-frutas no Brejo paraibano por meio de índices faunísticos e avaliar o efeito do uso de recobrimento biodegradável no controle e qualidade de frutos de goiabeira ‘Paluma’. A pesquisa foi desenvolvida na região do Brejo paraibano, abordando duas propriedades rurais de cada município, georreferenciadas e identificadas segundo o critério de diversidade de espécies frutíferas, utilizando os laboratórios de Zoologia de Invertebrados e Laboratório de Fisiologia Pós-Colheita. O trabalho foi desenvolvido, abordando os aspectos acima explanados, sendo dividido em quatro artigos. No artigo I, estudou-se a análise faunística da comunidade de moscas-das-frutas e a similaridade entre essas populações no municípios. O levantamento populacional foi realizado de julho de 2015 a junho de 2016. Onde foram capturadas um total de 3.159 moscas-das-frutas, das quais 85,57% pertenciam ao gênero Anastrepha e 14,43% ao gênero Ceratitis. 11 espécies de moscas-das-frutas foram capturadas nas armadilhas. Os municípios estudados apresetaram similaridade de 54%, o que indica alta semelhança entre as áreas. No artigo II, objetivou-se obter informações sobre os hospedeiros das moscas-das-frutas, seus parasitoides e suas relações (parasitoide/mosca-das-frutas/hospedeiro), visando a elaboração de futuros sistemas de manejo integrado destes tefritídeos. As espécies botânicas identificadas como hospedeiro de moscas-das-frutas, foram pertencentes a seis famílias e oito espécies frutíferas, apresentando uma riqueza de 11 espécies. A diversidade de hospedeiros e a disponibilidade de frutos são fatores determinante para os tipos de associações existentes entre as espécies de tefritídeos. No artigo III, a pesquisa teve por objetivo avaliar a flutuação populacional de moscas-das-frutas e correlacionar essas informações com a fenologia das cultura bem como os elementos meteorológicos. Em todos os meses do ano foi observado infestação de moscas-das-frutas para ambos os gêneros, no entanto o gênero Anastrepha viii sobressaiu em relação ao gênero Ceratitis. O índice MAD em alguns municípios foi superior a 0,5 sendo recomendado se fazer o controle das moscas-das-frutas nestas áreas. No artigo IV, buscou avaliar o efeito do uso de recobrimento biodegradável associada a diferentes temperatura no controle e qualidade de frutos da goiabeira ‘Paluma’ infestados por C. capitata. O uso de recobrimento biodegradável associado a temperaturas baixas, promoveu efeito letal a ovos e larvas de C. capitata, reduzindo danos e a sobrevivência das larval em frutos infestados, e preserva a qualidade e aparência externa dos frutos e prolonga o período de vida útil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-21 01:47:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Leticia Gomes 3 A número 21</title>
         <author>gomessantosleticia</author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2305968606</link>
         <description><![CDATA[<div><br>É um assunto que cientistas já tentaram investigar. Moscas com asas maiores foram analisadas, por exemplo, para tentar isolar os genes responsáveis pelo aumento de tamanho. Pesquisadores compararam espécies com relação evolutiva semelhante e examinaram as diferenças que conduziram a morfologias distintas.Sim, moscas-das-frutas gostam de bananas. Você as encontra na cesta quando as frutas começam a estragar.Mas elas também são um ótimo mecanismo para investigar o tempo ou, mais especificamente, os efeitos do tempo. Isso porque o ciclo de vida delas é tão curto que permite estudá-las por gerações e gerações, o que é quase impossível com humanos.<br>Com três milímetros de tamanho, populações de milhões desses insetos podem ser mantidas em um laboratório e sustentadas com uma dieta simples de carboidratos e proteínas, geralmente farinha de milho e extratos de levedura.<br>Em 1933, Thomas Hunt Morgan ganhou um prêmio Nobel por estudar como a <em>Drosophila</em>recebia de herança uma mutação genética que deixava seus olhos brancos, e não vermelhos.&nbsp;</div><div>A pesquisa de Morgan levou à teoria sobre genes produzidos pelo DNA serem carregados por cromossomos, que eram transmitidos por gerações. A descoberta preparou o terreno para a genética moderna e o estudo da teoria cromossômica da herança.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-21 01:59:01 UTC</pubDate>
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         <title>Flávio Jr Lopes de Moraes N°11-3A</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2307372497</link>
         <description><![CDATA[<div>No Brasil estudos têm indicado variações na diversidade das moscas-das-frutas, dinâmica populacional e nas interações com hospedeiros e parasitoides, sendo informações fundamentais para um controle efetivo. Entretanto, no Nordeste, sobretudo no Estado da Paraíba, as informações sobre a bioecologia destes tefritídeos são escassas. O estudo teve por objetivo caracterizar as populações de moscas-das-frutas no Brejo paraibano por meio de índices faunísticos e avaliar o efeito do uso de recobrimento biodegradável no controle e qualidade de frutos de goiabeira ‘Paluma’. A pesquisa foi desenvolvida na região do Brejo paraibano, abordando duas propriedades rurais de cada município, georreferenciadas e identificadas segundo o critério de diversidade de espécies frutíferas, utilizando os laboratórios de Zoologia de Invertebrados e Laboratório de Fisiologia Pós-Colheita. O trabalho foi desenvolvido, abordando os aspectos acima explanados, sendo dividido em quatro artigos. No artigo I, estudou-se a análise faunística da comunidade de moscas-das-frutas e a similaridade entre essas populações no municípios. O levantamento populacional foi realizado de julho de 2015 a junho de 2016. Onde foram capturadas um total de 3.159 moscas-das-frutas, das quais 85,57% pertenciam ao gênero Anastrepha e 14,43% ao gênero Ceratitis. 11 espécies de moscas-das-frutas foram capturadas nas armadilhas. Os municípios estudados apresetaram similaridade de 54%, o que indica alta semelhança entre as áreas. No artigo II, objetivou-se obter informações sobre os hospedeiros das moscas-das-frutas, seus parasitoides e suas relações (parasitoide/mosca-das-frutas/hospedeiro), visando a elaboração de futuros sistemas de manejo integrado destes tefritídeos. As espécies botânicas identificadas como hospedeiro de moscas-das-frutas, foram pertencentes a seis famílias e oito espécies frutíferas, apresentando uma riqueza de 11 espécies. A diversidade de hospedeiros e a disponibilidade de frutos são fatores determinante para os tipos de associações existentes entre as espécies de tefritídeos. No artigo III, a pesquisa teve por objetivo avaliar a flutuação populacional de moscas-das-frutas e correlacionar essas informações com a fenologia das cultura bem como os elementos meteorológicos. Em todos os meses do ano foi observado infestação de moscas-das-frutas para ambos os gêneros, no entanto o gênero Anastrepha viii sobressaiu em relação ao gênero Ceratitis. O índice MAD em alguns municípios foi superior a 0,5 sendo recomendado se fazer o controle das moscas-das-frutas nestas áreas. No artigo IV, buscou avaliar o efeito do uso de recobrimento biodegradável associada a diferentes temperatura no controle e qualidade de frutos da goiabeira ‘Paluma’ infestados por C. capitata. O uso de recobrimento biodegradável associado a temperaturas baixas, promoveu efeito letal a ovos e larvas de C. capitata, reduzindo danos e a sobrevivência das larval em frutos infestados, e preserva a qualidade e aparência externa dos frutos e prolonga o período de vida útil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-21 18:09:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Nome:Carlos Daniel Cesário  N°6</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2308627031</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Mosca do Mediterrâneo (Ceratitis capitata) e mosca sul-americana (Anastrepha fraterculus), ambas da família Tephritidae e mosca-da-mandioca (Neosilba spp.), da família Lonchaeidae. As duas primeiras são nativas do Brasil e a última foi identificada em 1901. Estima-se redução na produção de 30 a 50% onde há ataque da praga. Os pomares próximos a cafezais são mais suscetíveis ao ataque da mosca-do-mediterrâneo, que migra para os pomares de laranja, após a safra do café. No estado de São Paulo, a C. capitata ataca principalmente as variedades Pera, Valência, Natal e Murcott, nas regiões de Araraquara, São José do Rio Preto, Bebedouro e Presidente Prudente, de julho a novembro.&nbsp; A mosca A. fraterculus infesta as variedades Lima, Hamlin, Bahia, Cravo,&nbsp; Ponkan, Natal, Valência, Pera e Murcott nas regiões de Limeira, Conchal, Campinas, Jundiaí, Atibaia e Nazaré Paulista.&nbsp; IdentificaçãoA mosca sul americana tem coloração predominantemente amarelada e mede cerca de 6,5 mm de comprimento. Nas asas, há três faixas, em S e em V invertido, que facilitam o seu reconhecimento. É a espécie que atinge o maior número de frutíferas no Brasil, tendo sido registrada em 68 espécies. A mosca-do-mediterrâneo tem o tórax negro com manchas esbranquiçadas e escutelo dilatado, negro e brilhante, com estreita faixa amarela na base, e asas com pontos negros na metade. Em todo o mundo, está associada a 374 espécies de frutíferas. No Brasil, desenvolve-se em 58 espécies de hospedeiros. A mosca da mandioca mede cerca de 4 mm de comprimento, tem coloração negra brilhante e asas transparentes.&nbsp; Ainda há poucos estudos sobre os efeitos desta espécie e seus níveis de infestação nos pomares de laranja.&nbsp; Ciclo de vidaOs machos formam agregações nas folhas, em razão da sua atração pelo feromônio produzido por outros machos, que auxilia na localização e seleção dos casais. As fêmeas apresentam um período de pré-oviposição, quando consomem alimentos ricos em proteína, que dura entre15 e 35 dias. A oviposição é influenciada pela temperatura, luminosidade e pelas características do fruto (estágio de amadurecimento, forma, tamanho e características da casca). Quando as larvas estão totalmente desenvolvidas, abandonam o fruto e pupam no solo. O período de incubação leva de dois a três dias, o larval de 10 a 15 dias; o pupal, de 13 a 17 dias. Um adulto pode viver até 180 dias.&nbsp; AmostragemArmadilha: O modelo mais utilizado de armadilha é o frasco caça-moscas tipo McPhail de plástico. Pode-se improvisar, entretanto, uma armadilha desse tipo com garrafas plásticas de refrigerante, água ou soro hospitalar. Nessas armadilhas, é usado um atrativo alimentar, como por exemplo, proteína hidrolisada de milho a 5%, suco de frutas (uma parte de suco e quatro de água) ou melaço de cana-de-açúcar a 7%.&nbsp; Para coleta da mosca do mediterrâneo, usa-se a armadilha de Jackson com trimedlure (feromônio sexual específico para machos). As armadilhas devem ser instaladas no terço&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-22 12:09:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>EDUARDO NICOLAS ZENOVELLO   4°RH N°10            Utilizada pela ciência há décadas como modelo experimental em diversos estudos, a mosca-da-fruta (Drosophila melanogaste) também tem importante papel nas investigações sobre a fisiopatologia de doenças neurodegenerativas.  Este foi o tema da aula da Liga Acadêmica de Neurociências da FCM. Doenças neurodegenerativas: contribuição de modelos animais alternativos”, Bridi discorreu sobre a metodologia que empregou no estudo da atividade neuronal de duas linhagens de moscas drosófilas para desvendar mecanismos da doença de Parkinson. O processo de degeneração dos neurônios a partir do acúmulo da proteína α – sinucleína em terminais pré-sinápticos. outros resultados, que a aglomeração da proteína α – sinucleína potencializou o prejuízo motor durante o envelhecimento de um dos grupos de moscas estudados. Cerca de 75% dos genes humanos relacionados a doenças possuem homólogos em drosófilas.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2309373036</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-09-22 19:19:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Gustavo henque de castro gomes </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2310325596</link>
         <description><![CDATA[<div>3A&nbsp;<br>Número 12<br><br></div><h1>POR QUE USAMOS A MOSQUINHA-DA-FRUTA COMO MODELO DE ESTUDO EM CIÊNCIA?</h1><div>Você já ouviu falar em drosófila? Não? E mosquinha-da-fruta? Mosquinha-da-banana, talvez? Todos são nomes para se referir ao mesmo inseto, cujo nome científico é <em>Drosophila melanogaster</em>, uma mosca de origem havaiana. Não é considerado uma praga, pois oferece pouco risco à saúde aos seres humanos – apenas alguns dos seus componentes podem ser alergênicos para certas pessoas. Na natureza, as drosófilas adoram se alimentar das leveduras que estão crescendo nos frutos em início de decomposição. Os cientistas chamam de “selvagem” a drosófila que apresenta corpo cinzento, os olhos vermelhos e asas longas porque essa é a forma encontrada em abundância na natureza. A <em>Drosophila melanogaster</em>, junto de camundongos, de ratos, de um verme chamado <em>Caenorhabditis elegans</em>, da levedura da cerveja <em>Saccharomyces cerevisiae</em> e da bactéria <em>Escherichia coli</em> são os modelos biológicos de estudo mais famosos no mundo, cada um com suas vantagens e desvantagens. Thomas Hunt Morgan (EUA, 1866-1945) é o grande responsável por introduzi-la como modelo de estudo na ciência. Ele reparou que, em uma amostra de moscas selvagens (com olhos vermelhos), havia um macho com olhos brancos. Logo, ele quis estudar a transmissão genética desta característica, o que lhe conferiu o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%A9mio_Nobel"><em>Prêmio Nobel</em></a> de 1933 por provar que os <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cromossomo"><em>cromossomos</em></a> são portadores dos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gene"><em>genes</em></a>. Por que, então, usamos drosófilas como modelo de estudo para entender, por exemplo, o que acontece em mamíferos, como nós, seres humanos? Elas são: – de fácil cultivo e manutenção, requerendo pouco equipamento, espaço e dinheiro (consomem comida muito simples) – reproduzem muito rápido e colocam muitos ovos (até 100 ovos por dia por fêmea!), permitindo que vários experimentos sejam feitos em menos tempo – toleram várias condições ambientais (como temperatura, ciclos de luz-escuro) – não estão sujeitas a muitos parasitas ou doenças que possam comprometer a colônia do laboratório Elas também possuem morfologia e sistemas mais simples de que vertebrados, facilitando os estudos. Além disso, com o sequenciamento do seu genoma em 2000, descobrimos que elas compartilham 75% dos mesmos genes com seres humanos, permitindo que os cientistas façam comparações e extrapolações de vias biológicas compartilhadas. Como não existem questões bioéticas envolvidas com seu uso em pesquisa (a sociedade, no geral, não se importa com pesquisa feita em não-vertebrados), inúmeras ferramentas genéticas vêm sendo estabelecidas desde 1987, facilitando o estudo de diversas questões biológicas. Por todos esses motivos, elas são consideradas modelos importantes para estudo de diversas doenças humanas, já que muitas vias foram descobertas nelas primeiramente e depois confirmadas como existentes também em seres humanos. Não é à toa que 6 Prêmios Nobel em Fisiologia ou Medicina foram conferidos a pesquisadores que usaram essa mosquinha que ronda suas frutas como modelo de estudo (1933, 1946, 1995, 2004, 2011 e 2017).</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-23 11:16:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>NOME. JOAO VITOR .BENTO.GOMES   N°16    3°A </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2310342304</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>Danos</strong> - Os frutos atacados pelas moscas apresentam sintomas bem característicos, com aparecimento de halo de coloração escura com aproximadamente 2 cm de diâmetro em volta do local onde foi feita a postura. Quando as larvas nascem, este halo vai ficando com cor acastanhada devido ao apodrecimento da casca. É exatamente aí, sobre esses tecidos destruídos, que se desenvolvem certos fungos. A praga ataca preferencialmente as frutas expostas ao sol. Por apresentar um ovipositor mais longo, as espécies <em>Anastrepha fraterculus </em>e <em>A. obliqua </em>atacam indistintamente frutos verdes e maduros. Devido à “sucessão de hospedeiros”, moscas do gênero <em>Anastrepha</em> irão se transferir de diversas frutíferas, cujas colheitas são feitas durante o verão, para variedades precoces de outras culturas. As espécies deste gênero ocorrem em todas as regiões brasileiras.<br><br></div><div><strong>Controle</strong> - Antes de controlar a infestação, é necessário fazer o monitoramento com o uso de armadilhas, para se obter dados sobre a presença e população das moscas.<br><br></div><div>Para monitoramento de espécies deste gênero utiliza-se armadilhas do tipo McPhail ou armadilhas confeccionadas de embalagens plásticas, contendo atrativos alimentares. Esta armadilha também captura moscas da espécie <em>Ceratitis capitata</em>. Como atrativo alimentar pode ser utilizada proteína hidrolisada a 5%, melaço de cana a 10%, sucos de frutas, açúcar mascavo, vinagre de vinho e torula, sendo que o melaço de cana é considerado mais eficiente. Pode-se, também, misturar a proteína com melaço, na proporção de 2,5 e 5% respectivamente, visando melhorar a eficiência atrativa. A avaliação e troca do atrativo devem ser realizadas a cada 10 ou 15 dias. Para se evitar a rápida decomposição pode-se estabilizar o atrativo com Bórax (pH entre 8,5 e 9,0).<br><br></div><div>O nível de controle para este gênero, capturadas com armadilha tipo McPhail, é de um adulto/armadilha/dia ou de sete adultos/armadilha/ semana. O controle é realizado com a aplicação de iscas tóxicas, que consiste em uma mistura composta por substância atrativa, proteína hidrolisada ou melaço, na diluição de 5 e 10% respectivamente, e inseticida.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-23 11:33:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Alvaro cesar silva custodio 3A</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2310362500</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>A mosca-da-fruta, ou </strong><strong><em>Drosophila melanogaster</em></strong><strong>, seu nome científico, vem sendo estudada há mais de cem anos.</strong></div><div>Sim, moscas-das-frutas gostam de bananas. Você as encontra na cesta quando as frutas começam a estragar.</div><div>Mas elas também são um ótimo mecanismo para investigar o tempo ou, mais especificamente, os efeitos do tempo. Isso porque o ciclo de vida delas é tão curto que permite estudá-las por gerações e gerações, o que é quase impossível com humanos.&nbsp; &nbsp;<br><br>Elas custam pouco e se reproduzem de maneira extremamente rápida. Em temperatura ambiente, uma fêmea pode botar de 30 a 50 ovos por dia durante sua vida. O ciclo reprodutivo é curto, de 8 a 14 dias, e essas moscas podem se tornar avós e avôs em apenas 3 a 4 semanas.<br><br>Em 1933, Thomas Hunt Morgan ganhou um prêmio Nobel por estudar como a <em>Drosophila</em> recebia de herança uma mutação genética que deixava seus olhos brancos, e não vermelhos.</div><div>A pesquisa de Morgan levou à teoria sobre genes produzidos pelo DNA serem carregados por cromossomos, que eram transmitidos por gerações. A descoberta preparou o terreno para a genética moderna e o estudo da teoria cromossômica da herança.<br><br>A <em>Drosophila</em> tem quatro pares de cromossomos e cerca de 14 mil genes. Compare isso com os humanos, que têm cerca de 22,5 mil genes, e a levedura, com 5,8 mil genes, e somos muito mais<br><br>Essa proximidade genética relativa significa que experimentos com <em>Drosophila</em> podem ser traduzidos de maneira efetiva para humanos. Deixamos as moscas bêbadas para estudar o vício ao álcool, investigamos o sono delas e como são afetadas pelo café e descobrimos que moscas mais velhas dormem menos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-23 11:52:48 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Clara Lemes Ferreira 26 / 3A</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2310370267</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Contribuiçõe da mosca da fruta para a ciência...<br>Utilizada pela ciência há décadas como modelo experimental em diversos estudos, a mosca-da-fruta (Drosophila melanogaste) também tem importante papel nas investigações sobre a fisiopatologia de doenças neurodegenerativas.<br>&nbsp; &nbsp; Com palestra intitulada “Doenças neurodegenerativas: contribuição de modelos animais alternativos”, Bridi discorreu sobre a metodologia que empregou no estudo da atividade neuronal de duas linhagens de moscas drosófilas para desvendar mecanismos da doença de Parkinson. A pesquisadora investigou o processo de degeneração dos neurônios a partir do acúmulo da proteína α – sinucleína em terminais pré-sinápticos.<br><br></div><div>Os experimentos de Bridi mostraram, entre outros resultados, que a aglomeração da proteína α – sinucleína potencializou o prejuízo motor durante o envelhecimento de um dos grupos de moscas estudados. “Há muito o que averiguar ainda. Um dos objetivos, com estes estudos, é descobrir como evitar a agregação destas proteínas, impedindo, assim, o desencadeamento da disfunção neuronal”, explicou.&nbsp; A pesquisadora também apresentou estudos em que as drosófilas foram utilizadas para decifrar mecanismos da doença de Alzheimer.<br><br></div><div>Bridi apontou as vantagens do emprego das moscas em experimentos. “Cerca de 75% dos genes humanos relacionados a doenças possuem homólogos em drosófilas”, destacou, lembrando também que é baixo o custo de manutenção da espécie durante as pesquisas. No entanto, ressaltou que é importante a ciência trabalhar com vários modelos para chegar ao desenvolvimento de fármacos e terapias gênicas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-23 11:58:45 UTC</pubDate>
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         <title>Nome: Rafael Fogaça Matos N:32 3A</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2310375863</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><br></div><h1>POR QUE USAMOS A MOSQUINHA-DA-FRUTA COMO MODELO DE ESTUDO EM CIÊNCIA?</h1><div>Você já ouviu falar em drosófila? Não? E mosquinha-da-fruta? Mosquinha-da-banana, talvez? Todos são nomes para se referir ao mesmo inseto, cujo nome científico é <em>Drosophila melanogaster</em>, uma mosca de origem havaiana. Não é considerado uma praga, pois oferece pouco risco à saúde aos seres humanos – apenas alguns dos seus componentes podem ser alergênicos para certas pessoas. Na natureza, as drosófilas adoram se alimentar das leveduras que estão crescendo nos frutos em início de decomposição. Os cientistas chamam de “selvagem” a drosófila que apresenta corpo cinzento, os olhos vermelhos e asas longas porque essa é a forma encontrada em abundância na natureza. A <em>Drosophila melanogaster</em>, junto de camundongos, de ratos, de um verme chamado <em>Caenorhabditis elegans</em>, da levedura da cerveja <em>Saccharomyces cerevisiae</em> e da bactéria <em>Escherichia coli</em> são os modelos biológicos de estudo mais famosos no mundo, cada um com suas vantagens e desvantagens. Thomas Hunt Morgan (EUA, 1866-1945) é o grande responsável por introduzi-la como modelo de estudo na ciência. Ele reparou que, em uma amostra de moscas selvagens (com olhos vermelhos), havia um macho com olhos brancos. Logo, ele quis estudar a transmissão genética desta característica, o que lhe conferiu o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%A9mio_Nobel"><em>Prêmio Nobel</em></a> de 1933 por provar que os <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cromossomo"><em>cromossomos</em></a> são portadores dos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gene"><em>genes</em></a>. Por que, então, usamos drosófilas como modelo de estudo para entender, por exemplo, o que acontece em mamíferos, como nós, seres humanos? Elas são: – de fácil cultivo e manutenção, requerendo pouco equipamento, espaço e dinheiro (consomem comida muito simples) – reproduzem muito rápido e colocam muitos ovos (até 100 ovos por dia por fêmea!), permitindo que vários experimentos sejam feitos em menos tempo – toleram várias condições ambientais (como temperatura, ciclos de luz-escuro) – não estão sujeitas a muitos parasitas ou doenças que possam comprometer a colônia do laboratório Elas também possuem morfologia e sistemas mais simples de que vertebrados, facilitando os estudos. Além disso, com o sequenciamento do seu genoma em 2000, descobrimos que elas compartilham 75% dos mesmos genes com seres humanos, permitindo que os cientistas façam comparações e extrapolações de vias biológicas compartilhadas. Como não existem questões bioéticas envolvidas com seu uso em pesquisa (a sociedade, no geral, não se importa com pesquisa feita em não-vertebrados), inúmeras ferramentas genéticas vêm sendo estabelecidas desde 1987, facilitando o estudo de diversas questões biológicas. Por todos esses motivos, elas são consideradas modelos importantes para estudo de diversas doenças humanas, já que muitas vias foram descobertas nelas primeiramente e depois confirmadas como existentes também em seres humanos. Não é à toa que 6 Prêmios Nobel em Fisiologia ou Medicina foram conferidos a pesquisadores que usaram essa mosquinha que ronda suas frutas como modelo de estudo (1933, 1946, 1995, 2004, 2011 e 2017). Fontes: Ashburner,</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-23 12:03:37 UTC</pubDate>
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         <title>Tephritidae(Luiz Guilherme guasque da silva 3 ano A)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2315704884</link>
         <description><![CDATA[<div>Tephritidae é uma das duas famílias de mosca conhecida como "mosca das frutas". A outra é Drosophilidae. Tephritidae não inclui as espécies do gênero Drosophila, modelos em estudos de genética. Há cerca de 5000 espécies de Tefritídeos descritas, classificados em quase 500 gêneros.<br><br><br>Nome científico: Tephritidae</div><div>Classificação superior: <a href="https://www.google.com/search?client=mobilesearchapp&amp;bih=848&amp;biw=414&amp;channel=iss&amp;cs=1&amp;hl=pt&amp;rlz=1MDAPLA_ptBR1000BR1000&amp;source=mobilesearchapp&amp;v=230.1.475637890&amp;sxsrf=ALiCzsbLOWXmZXoPchhSqfacXqlkz1bK3Q:1664288963195&amp;q=Brachycera&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LUz9U3MKvKMyxUAjONqsrTi7Uss5Ot9JMy83Py0yv184vSE_Myi3Pjk3MSi4sz0zKTE0sy8_OsMjLTM1KLFFBFF7FyORUlJmdUJqcWJe5gZdzFzsTBAACHMmqQaAAAAA&amp;sa=X&amp;sqi=2&amp;ved=2ahUKEwi9rdHDl7X6AhV-BbkGHRZKAnIQmxMoAHoECDMQAg">Brachycera</a></div><div>Classificação: Família</div><div>Classe: Insecta</div><div>Família: Tephritidae; Newman, 1834</div><div>Filo: Arthropoda<br><br><br>As <strong>moscas das frutas</strong> Anastrepha fraterculus e Ceratitis capitata afetam diretamente as laranjas e tangerinas devido à perfuração feita pela fêmea na casca ao colocar seus ovos, e ao desenvolvimento das larvas dentro do <strong>fruto</strong>, consumindo a polpa e provocando o apodrecimento interno, o que inviabiliza seu consumo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-27 14:31:37 UTC</pubDate>
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         <title>Lívia Baccon 3ºA n22</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2315715696</link>
         <description><![CDATA[<div>As moscas-das-frutas possuem um ciclo de reprodução muito curto<br>A mosca-da-fruta, ou Drosophila melanogaster, seu nome científico, vem sendo estudada há mais de cem anos.<br>Sim, moscas-das-frutas gostam de bananas. Você as encontra na cesta quando as frutas começam a estragar.<br>Mas elas também são um ótimo mecanismo para investigar o tempo ou, mais especificamente, os efeitos do tempo. Isso porque o ciclo de vida delas é tão curto que permite estudá-las por gerações e gerações, o que é quase impossível com humanos.<br>Elas custam pouco e se reproduzem de maneira extremamente rápida. Em temperatura ambiente, uma fêmea pode botar de 30 a 50 ovos por dia durante sua vida. O ciclo reprodutivo é curto, de 8 a 14 dias, e essas moscas podem se tornar avós e avôs em apenas 3 a 4 semanas.<br>Com três milímetros de tamanho, populações de milhões desses insetos podem ser mantidas em um laboratório e sustentadas com uma dieta simples de carboidratos e proteínas, geralmente farinha de milho e extratos de levedura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-27 14:36:50 UTC</pubDate>
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         <title>Nome Jaiane Vieira de Lima n°14 série: 3°A</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2315839909</link>
         <description><![CDATA[<div>Anopheles, também é comumente chamado mosquito-prego no Brasil e anofeles, melga ou simplesmente mosquito em Portugal, é um género de mosquito com ampla distribuição mundial, presente nas regiões tropicais e subtropicais, incluindo Portugal, o Brasil, a China, a Índia e a África. <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Anopheles">Wikipédia</a></div><div>Classificação superior: <a href="https://www.google.com/search?client=ms-android-samsung&amp;biw=360&amp;bih=560&amp;sxsrf=ALiCzsYJ7WZoZ8UJ5u98FfBHjBK4ze0M-w:1664289016351&amp;q=Mosquito&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LUz9U3MMqzKC5W4gAxLdMszbQss5Ot9JMy83Py0yv184vSE_Myi3Pjk3MSi4sz0zKTE0sy8_OsMjLTM1KLFFBFF7Fy-OYXF5ZmluTvYGXcxc7EwQAAn_abcWUAAAA&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwiUxP3cl7X6AhVZrpUCHRczDPAQmxMoAHoECBQQAg">Mosquito</a></div><div>Nome científico: Anopheles</div><div>Classificação: Gênero</div><div>Classe: Insecta</div><div>Família: Culicidae</div><div>Filo: Arthropoda</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-27 15:38:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>(MARIA EDUARDA DA SILVA 4° RH) Mosca de fruta, ou Drosophila melanogaster, seu nome científico, é um dos organismos modelo mais utilizados na pesquisa genética, pois é fácil de reproduzir em laboratório e tem um tempo .Sim, moscas de frutas gostam de bananas. Você as encontra na cesta quando as frutas começam a estragar.Mas elas também são um ótimo mecanismo para investigar o tempo ou, mais especificamente, os efeitos do tempo. Isso porque o ciclo de vida delas é tão curto que permite estudá-las por gerações e gerações, o que é quase impossível com humanos.Elas custam pouco e se reproduzem de maneira extremamente rápida. Em temperatura ambiente, uma fêmea pode botar de 30 a 50 ovos por dia durante sua vida. O ciclo reprodutivo é curto, de 8 a 14 dias, e essas moscas podem se tornar avós e avôs em apenas 3 a 4 semanas.Com três milímetros de tamanho, populações de milhões desses insetos podem ser mantidas em um laboratório e sustentadas com uma dieta simples de carboidratos e proteínas, geralmente farinha de milho e extratos de levedura.Os Laureados da Medicina de 2017 usaram moscas da fruta ao isolar um gene que controla o ritmo biológico diário normal.O Prêmio Nobel categoria “descobertas” foi para Christiane Nüsslein-Volhard, juntamente com as pesquisas de Eric Wieschaus e Edward Lewis, nos ajudaram a entender as causas das mal formações congênitas humanas.A única maneira de determinar quais genes estavam envolvidos na formação de diferentes segmentos corporais era observar os efeitos de genes deliberadamente lesados ​​no desenvolvimento.A equipe expôs moscas-das-frutas para substâncias químicas que danificaram seus genes, causando mutações aleatórias. Depois de estudar cerca de 40.000 mutações, eles conseguiram identificar 15 genes que controlam as fases iniciais do desenvolvimento embrionário em moscas-das-frutas.Esses 15 genes, se mutados, causariam defeitos no padrão de segmentação das moscas-das-frutas.Os princípios encontrados na mosca da fruta aplicam-se também a organismos superiores, incluindo seres humanos.Em 1933, Thomas Hunt Morgan ganhou um prêmio Nobel por estudar como a Drosophila recebia de herança uma mutação genética que deixava seus olhos brancos, e não vermelhos.A pesquisa de Morgan levou à teoria sobre genes produzidos pelo DNA serem carregados por cromossomos, que eram transmitidos por gerações. A descoberta preparou o terreno para a genética moderna e o estudo da teoria cromossômica da herança.Desde então, estudos conduzidos nessas moscas levaram a cinco premiações no Nobel, em 1946, 1995 e 2011. Conhecimento atual sobre como nos desenvolvemos, nosso comportamento, envelhecimento e evolução todos são construídos sobre a base dessas pesquisas com moscas-da-fruta.E quanto mais as estudamos mais descobrimos que somos parecidos: 75% dos genes associados a doenças humanas têm um correspondente identificável na mosca-da-fruta.A Drosophila tem quatro pares de cromossomos e cerca de 14 mil genes. Compare isso com os humanos, que têm cerca de 22,5 mil genes, e a levedura, com 5,8 mil genes, e somos muito mais parecidos do que você possa imaginar.Essa proximidade genética relativa significa que experimentos com Drosophila podem ser traduzidos de maneira efetiva para humanos. Deixamos as moscas bêbadas para estudar o vício ao álcool, investigamos o sono delas e como são afetadas pelo café e descobrimos que moscas mais velhas dormem menos.Os primeiros genes do “jet lag“, alteração do ritmo biológico de 24 horas consecutivas que ocorre após mudanças do fuso horário em longas viagens de avião, foram identificados em moscas, e hoje sabemos que também os temos.No Brasil temos O Centro de Biologia Molecular e Engenharia Genética (CBMEG) na Unicamp, que é um centro de referência que atua no desenvolvimento de pesquisas nos campos da genética animal, vegetal, humana e de microrganismos, principalmente de insetos como a mosca de fruta, ou Drosophila melanogaster.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2316376741</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-09-27 21:36:51 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Eduarda Luccas da Silva N°24-4°ADM</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2317343534</link>
         <description><![CDATA[<div>A Contribuição da mosca para a ciência....<br>Para cada pessoa da Terra, há 17 milhões de moscas. Elas polinizam as plantas, consomem corpos em decomposição, comem a lama dos canos de esgoto, estragam as colheitas, espalham doenças, matam aranhas e caçam libélulas.<br>Algumas até perderam as asas para viver exclusivamente do sangue dos morcegos, passando a existência andando na pele de seus hospedeiros, deixando o local apenas para dar à luz, geralmente uma larva única.É por isso que eu amo essas moscas. Elas fazem tudo. Vão a todos os lugares. São barulhenta, e sem elas não existiria o chocolate, Se as moscas fossem extintas, o consumo e a eliminação de carcaças de animais ficariam apenas para bactérias e fungos, e o processo levaria muito mais tempo. Elas também são excepcionalmente necessárias para reciclar matéria fecal. Além disso, algumas espécies são polinizadoras ativas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-28 12:04:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tatiane Francisco 3B - N_35</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2319851703</link>
         <description><![CDATA[<div>A <strong>mosca de fruta</strong>, ou Drosophila melanogaster, seu nome científico, é um dos organismos modelo mais utilizados na pesquisa <strong>genética</strong>, pois é fácil de reproduzir em laboratório e tem um tempo de geração curto. Os machos liberam feromônios que atraem as fêmeas para que ocorra a cópula. As <strong>moscas das frutas</strong> Anastrepha fraterculus e Ceratitis capitata afetam diretamente as laranjas e tangerinas devido à perfuração feita pela fêmea na casca ao colocar seus ovos, e ao desenvolvimento das larvas dentro do <strong>fruto</strong>, consumindo a polpa e provocando o apodrecimento interno, o que inviabiliza seu consumo. O período de pré-oviposição varia de 13 a 19 dias (período gasto para a maturação dos óvulos). A Drosophila tem quatro pares de <strong>cromossomos</strong> e cerca de 14 mil genes. Compare isso com os humanos, que têm cerca de 22,5 mil genes, e a levedura, com 5,8 mil genes, e somos muito mais parecidos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-29 17:43:06 UTC</pubDate>
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         <title>MARIA RITA 3ºA n27</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2320845077</link>
         <description><![CDATA[<div>Grupo de moscas que produzem grandes danos nas culturas de mamão, citros, maçã, maracujá, nectarina, nêspera, pêra, acerola e ameixa. Os frutos atacados pelas moscas apresentam sintomas bem característicos, com aparecimento de halo de coloração escura com aproximadamente 2 cm de diâmetro em volta do local onde foi feita a postura. Quando as larvas nascem, este halo vai ficando com cor acastanhada devido ao apodrecimento da casca. É exatamente aí, sobre esses tecidos destruídos, que se desenvolvem certos fungos. A praga ataca preferencialmente as frutas expostas ao sol. Por apresentar um ovipositor mais longo, as espécies Anastrepha fraterculus e A. obliqua atacam indistintamente</div><div>frutos verdes e maduros. Devido à</div><div>"sucessão de hospedeiros", moscas do gênero Anastrepha irão se transferir de diversas frutíferas, cujas colheitas são feitas durante o verão, para variedades precoces de outras culturas. As espécies deste gênero ocorrem em todas as regiões brasileiras.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-30 10:34:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pedro henrique santos 29 4ADM</title>
         <author>adrianejuraski</author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2325730472</link>
         <description><![CDATA[<div>Tem sido um animalzinho importante para a história da biologia a <em>Drosophila melanogaster</em>, a popular mosca-das-frutas. Há quem pense até que esse inseto de corpo estriado merece, se não uma estátua, ao menos um busto em bronze próximo a algum ponto turístico do vasto continente criado pelos pesquisadores da hereditariedade. A drosófila e seus quatro cromossomos encontraram a fama através do engenho do zoólogo norte-americano Thomas Hunt Morgan. Fontes abalizadas descrevem-no como pioneiro de uma tradição que nascia para a biologia no final do século 19, quando o pesquisador completava sua formação no Laboratório Marítimo da deslumbrante Nápoles. Afirma um de seus continuadores que, na Itália, Morgan aprendeu "a importância de perseguir uma abordagem mais experimental do que descritiva para o estudo da biologia" <sub>3</sub> - justamente a tendência que atinge expressão máxima nesta transição para o século 21.<br> Em 1910, Morgan já voltara da Europa e iniciara um período fecundo de 18 anos de trabalho na Universidade de Columbia, em Nova York. Criou o "Fly Room" (Sala das Moscas) em seu laboratório - uma coleção de garrafas de leite tapadas com estopa que servia como criadouro de moscas -; e reuniu em torno de si um grupo de estudantes com quem compartilhou o prazer de se deixar surpreender pelo inesperado dos resultados de seus experimentos. Um desses alunos, Alfred Sturtevant, registrou ter aprendido com Morgan a não evitar se deixar confundir pelas moscas..</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-04 13:48:15 UTC</pubDate>
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         <title>Gabrielly Garcia Tangerina 3b  N12</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/adrianejuraski/Bookmarks/wish/2329143844</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Elas são: – de fácil cultivo e manutenção, requerendo pouco equipamento, espaço e dinheiro (consomem comida muito simples) – reproduzem muito rápido e colocam muitos ovos (até 100 ovos por dia por fêmea!), permitindo que vários experimentos sejam feitos em menos tempo – toleram várias condições ambientais (como temperatura, ciclos de luz-escuro) – não estão sujeitas a muitos parasitas ou doenças que possam comprometer a colônia do laboratório Elas também possuem morfologia e sistemas mais simples de que vertebrados, facilitando os estudos. Além disso, com o sequenciamento do seu genoma em 2000, descobrimos que elas compartilham 75% dos mesmos genes com seres humanos, permitindo que os cientistas façam comparações e extrapolações de vias biológicas compartilhadas. Como não existem questões bioéticas envolvidas com seu uso em pesquisa (a sociedade, no geral, não se importa com pesquisa feita em não-vertebrados), inúmeras ferramentas genéticas vêm sendo estabelecidas desde 1987, facilitando o estudo de diversas questões biológicas. Por todos esses motivos, elas são consideradas modelos importantes para estudo de diversas doenças humanas, já que muitas vias foram descobertas nelas primeiramente e depois confirmadas como existentes também em seres humanos. Não é à toa que 6 Prêmios Nobel em Fisiologia ou Medicina foram conferidos a pesquisadores que usaram essa mosquinha que ronda suas frutas como modelo de estudo (1933, 1946, 1995, 2004, 2011 e 2017).</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-06 10:46:15 UTC</pubDate>
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