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      <title>2º periodo by </title>
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      <description>Made with serendipity</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-01-30 09:13:09 UTC</pubDate>
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         <title>Raul Brandão: o autor e a obra por Miguel Torga</title>
         <author>margaridasebastiao</author>
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         <description><![CDATA[<div>Adaptado do livro de literaturo de 11º ano, Viagens </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-01-30 09:13:20 UTC</pubDate>
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         <title>Raul Brandão: biografia</title>
         <author>margaridasebastiao</author>
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         <description><![CDATA[<div>Raul Brandão nasceu na Foz do Douro, Porto, Portugal, no dia 12 de março de 1867. Iniciou os seus estudos no Porto. <br>Em 1885 colaborou com a revista escolar “O Andaluz”. Ingressou na Academia Politécnica do Porto e, em 1888, entrou para a Escola do Exército, em Lisboa.</div><div>Em 1890 estreou como escritor com as coletâneas de contos naturalistas de renovação literária “Impressões e Paisagens”. Através da trilogia “A Farsa” (1903), “Os Pobres” (1906) e “Húmus” (1907), o autor espelha o estado caótico em que vive o homem daquela época. Num estilo que oscila entre o romance e o poema em prosa, reveste sua obra de angústias e deceções.</div><div>Em 1912, reformado ao posto de Major, põe fim à sua carreira militar, passando a dedicar-se mais à literatura. </div><div>Na última fase de sua carreira, o autor encontra o equilíbrio interior através da religião. Alimenta-se de valores cristãos e adquire aceitação para enfrentar os problemas existenciais. Nessa época escreve “Pescadores” (1924) e “As Ilhas Desconhecidas” (1926). Mais poeta que romancista, as suas obras estão inclinadas para o Simbolismo, graças à expressividade da linguagem, cheia de imagens, símbolos e metáforas.</div><div>Na arte de narrar, Raul Brandão é o autor que melhor sabe reproduzir a realidade interior, sendo considerado o mais importante prosador do Simbolismo Português. Faleceu em Lisboa, Portugal, no dia 5 de dezembro de 1930.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-02-06 09:32:44 UTC</pubDate>
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         <title>Adaptado do livro de literaturo de 11º ano, Viagens </title>
         <author>margaridasebastiao</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>O doido e a morte</em></div><div> conta a história da explosiva ameaça de morte que o Sr. Milhões leva dentro de uma caixa até ao gabinete de Baltasar Moscoso, Governador Civil e dramaturgo frustrado. Refém de um doido, Baltasar verá as suas fraquezas expostas, sendo forçado a ouvir e a concordar com a crítica, tão hilariante quanto pertinente, que o Sr. Milhões dirige a uma sociedade multiplicadora de injustiças e de sentidos absurdos para a vida. Escrita em 1923, a farsa em um acto de Raul Brandão regressa ao palco do TMJB, na dupla versão que, em 2009, a juntou à ópera de Alexandre Delgado, proporcionando dois olhares sobre um mesmo objecto e testemunhando a fusão harmoniosa do teatro e da música, num espectáculo que reúne doses idênticas de diversão e inquietude.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-02-20 09:05:04 UTC</pubDate>
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         <title>Lendas e Narrativas, de Alexandre Herculano </title>
         <author>margaridasebastiao</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-02-27 09:15:09 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo e contextualização Abóbada</title>
         <author>margaridasebastiao</author>
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         <description><![CDATA[<div>fonte: slideshare</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-10 15:24:02 UTC</pubDate>
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         <title>Espaço; Tempo; Personagens e respetiva caracterização</title>
         <author>margaridasebastiao</author>
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         <description><![CDATA[<div>fonte: slideshare</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-10 15:25:28 UTC</pubDate>
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         <title>Herói Romântico e Nacionalismo</title>
         <author>margaridasebastiao</author>
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         <description><![CDATA[<div>feito em conjunto co Jéssica Gonçalves<br><br><strong>Nacionalismo: </strong> </div><div><strong>"A Abóbada" </strong>remete-nos <br> a acontecimentos históricos em Portugal. O conto traz uma narração da história de criação do Mosteiro de Santa Maria da Vitória, ou da Batalha, iniciado por D. João I na Quinta do Pinhal, e relata também de que maneira o rei obteve poder, o que caracteriza o conto como uma epopéia. <br>Evidências nacionalistas são marcantes nesse conto, sobrelevando até mesmo o amor a si próprio e o poder soberano do rei. A história conta que Afonso Domingues, um arquiteto português está construindo um mosteiro e fez um projeto de abóbada. No ano de 1401, ele fica cego e impedido de continuar sua obra. Então o rei chama um arquiteto irlandês, o mestre Ouguet, para dar continuidade ao trabalho. Porém o mestre altera o projeto de Afonso e não tem um bom resultado. Afonso Domingues retoma à sua obra, mesmo com todas as dificuldades da velhice e da cegueira, com intuito de concluir seu projeto e ter o reconhecimento. Ele termina e surpreende a todos. <br>Como prova clara de nacionalismo é possível observar alguns aspectos. Alexandre Herculano descreve o clima de Portugal com muita admiração, que mostra ao leitor que é um excelente lugar, porventura o melhor: <br> "Era um destes formosíssimos dias de Inverno mais gratos que os do Estio, porque são de esperança, e a esperança vale mais do que a realidade; destes dias, que Deus só concedeu aos países do Ocidente, em que os raios do Sol, que começa a subir na eclíptica, estirando-se vívidos e trémulos por cima da terra enegrecida pela humidade, e errando por entre os troncos pardos dos arvoredos despidos pelas geadas, se assemelham a um bando de crianças, no primeiro viço da vida, a folgar e a rolar-se por cima da campa, sobre a qual há muito sussurrou o último ai da saudade, e que invadiram os musgos e abrolhos do esquecimento. Era um destes dias antipáticos aos poetas ossiânico-regelo-nevoentos, que querem fazer-nos aceitar como cousa mui poética." </div><div> </div><div> </div><div><strong>Herói Romântico</strong> </div><div>O herói romântico é encarado na personagem de Affonso Domingues. Fisicamente cego, numa idade avançada, este é fiel aos seus ideais, determinado, honrado, patriotista e nacionalista e incompreendido. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-24 17:09:10 UTC</pubDate>
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         <title>Biografia de Alexandre Herculano</title>
         <author>margaridasebastiao</author>
         <link>https://padlet.com/margaridasebastiao/mmo7t12jsxwa/wish/473190172</link>
         <description><![CDATA[<div>fonte: slideshare<br>-Nasceu a 28 de março de 1810;<br>-Faleceu a 13 de setembro de 1877;<br>-Viveu na era do Romantismo e foi percursor do mesmo junto com Almeida Garret;<br>-Teve múltiplas profissões, desde escritor, historiador e jornalista a poeta e  político liberal, ...<br>-Dedicou-se à narrativa histórica;<br>-Considera os monumentos, documentos históricos que testemunharam e preservam as memórias e o passado, para nos ajudar a "preparar um futuro melhor". </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-24 17:09:35 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação oral, &quot;O Doido e a Morte&quot;</title>
         <author>margaridasebastiao</author>
         <link>https://padlet.com/margaridasebastiao/mmo7t12jsxwa/wish/474782784</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-03-25 15:24:23 UTC</pubDate>
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         <title>Camilo Castelo Branco: vida e obra </title>
         <author>margaridasebastiao</author>
         <link>https://padlet.com/margaridasebastiao/mmo7t12jsxwa/wish/474850639</link>
         <description><![CDATA[<div>Camilo Castelo Branco foi um escritor português, romancista, cronista, crítico, dramaturgo, historiador, poeta e tradutor. Filho de uma pequena família burguesa, nasceu em Lisboa no dia 16 de março de 1825. Representante do segundo momento do Romantismo português, Camilo Castelo Branco figura entre os mais importantes escritores da literatura portuguesa.</div><div>A vida atribulada serviu de mote para a sua obra, que conquistou o público e permitiu que Camilo Castelo Branco vivesse exclusivamente do trabalho de escritor, sendo conhecido como o primeiro da língua portuguesa a dedicar-se apenas ao ofício literário. Embora escrevesse para o público e, por vezes, refém de modismos e interferências, conseguiu imprimir uma certa originalidade na sua escrita. A instabilidade psicológica e a volubilidade sentimental, principais características da sua personalidade, foram responsáveis pela formação de seu mundo ficcional.<strong><br></strong><br></div><div><br></div><div>A obra de Camilo Castelo Branco é predominantemente romântica e comumente associada à segunda fase do romantismo em Portugal, embora o escritor não aceitasse a filiação a qualquer escola literária por acreditar estar acima delas. Foi fortemente influenciado pelo estilo de Almeida Garrett, grande entusiasta do teatro português e uma das maiores figuras do romantismo, além de ter sido leitor de Ann Radcliffe, escritora inglesa pioneira do romance gótico, daí o gosto por temas soturnos e fúnebres. A linguagem fácil e a fidelidade aos costumes populares estão entre suas maiores qualidades: foi hábil narrador de histórias românticas ou romanescas, aliando as peripécias quase rocambolescas de suas novelas a explicações psicológicas, sempre contido pela tradição literária e pelos cânones clássicos. <strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-25 15:53:11 UTC</pubDate>
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         <title>Ultrarromantismo em Portugal </title>
         <author>margaridasebastiao</author>
         <link>https://padlet.com/margaridasebastiao/mmo7t12jsxwa/wish/474852856</link>
         <description><![CDATA[<div>Ultrarromantismo é um movimento literário que aconteceu na segunda metade do século XIX. <br>Caracterizou-se por escritores jovens que viviam numa "geração perdida" e levaram ao exagero as normas e ideais preconizadas pelo Romantismo, nomeadamente a exaltação da subjectividade, do individualismo, do idealismo amoroso, da Natureza e do mundo medieval.  </div><div>Os ultrarromânticos geram torrentes literárias de qualidade muito discutíveis, sendo algumas delas consideradas como "romance de faca e alguidar", dada a sucessão de crimes sangrentos que invariavelmente descreviam e que os realistas vão caricaturar de forma feroz. </div><div>As principais características do Ultrarromantismo são:</div><ul><li><strong>Egocentrismo</strong>: Os autores dessa vertente do Romantismo tendem a tematizar, em suas obras, os conflitos inerentes ao sujeito, ou seja, essa literatura é voltada para o “eu”, e não para o mundo.</li><li><strong>Exagero</strong> <strong>sentimental</strong>: Uma das maneiras do egocentrismo romântico manifestar-se nos romances e poemas dessa geração é por meio do exagero sentimental. O amor ou a solidão, por exemplo, tem papel central para esses autores.</li><li><strong>Pessimismo</strong>: Em geral, as personagens românticas são incompreendidas e seus sentimentos não costumam ser correspondidos. Por isso, há uma espécie de descolamento entre o sujeito e o mundo, que passa a ser encarado como uma realidade degradada e frustrante.<br><br></li><li><strong>Tendência a fugir da realidade:</strong> Descolados da realidade, descrita de modo pessimista, é comum encontrarmos poemas ou narrativas do Ultrarromantismo em que as personagens ou sujeitos líricos anseiam por fugir da realidade mediante a morte, os sonhos, a boemia ou a loucura.<br><br></li><li><strong>Idealização do amor e da mulher: </strong>A mulher e o amor têm g<br><br></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-25 15:54:06 UTC</pubDate>
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         <title>Amor de Perdição</title>
         <author>margaridasebastiao</author>
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         <description><![CDATA[<div>feito em conjunto com Jéssica Gonçalves <br><br><strong><em>Génese da obra:</em></strong> <br>Amor de Perdição é uma das obras mais conhecidas de Camilo Castelo Branco. <br>A sua elaboração surgiu aquando da sua permanência na cadeia da relação do Porto, no ano de 1862, num momento em que Camilo conferiu os registos de entrada da Cadeia da Relação, quando Camilo encontrou o nome de seu tio, Simão Botelho que tinha sido degredado para a Índia.<br>A obra foi realizada em apenas quinze dias e retrata a história vivida entre Simão Botelho e a sua amada, Teresa Albuquerque. <br>A história de Simão resume-se na seguinte frase: "Amou, perdeu-se e morreu amando". Trata-se de uma história trágica de amor e ódio que termina na perdição e na morte, tanto de Simão , como Teresa e Mariana, vítimas de ódio e repressão.  <br><strong><em><br>Linguagem e estilo:</em></strong><br>Em geral o diálogo é marcado pela retórica sentimental e pela nobreza trágica, em algumas situações:</div><ul><li>Escassas descrições.</li><li>Predomínio da narração e do diálogo</li><li>Progressão rápida e lógica das cenas dramáticas para a catástrofe.</li><li>Diálogo vivo e  espontâneo, nas intervenções das personagens do povo.</li><li>Diálogo convencional e esmerado, quando falam os nobres.</li><li>Rapidez de peripécias, lances de movimentos, em jeito de reportagem direta </li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-25 15:54:34 UTC</pubDate>
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         <title>Comentário final </title>
         <author>margaridasebastiao</author>
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         <description><![CDATA[<div>Como sempre, o padlet é uma ferramenta fundamental nesta disciplina, que para além de nos permitir estudar os conteúdos selecionados, ainda nos abre os horizontes para outros temas de interesse cultural. <br>Contudo, por vezes, para mim que prefiro elementos de estudo "sólidos", como cadernos e livros, torna-se difícil conciliar e organizar toda a informação que estudo e aponto. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-25 15:57:06 UTC</pubDate>
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         <title>Amor de Perdição</title>
         <author>margaridasebastiao</author>
         <link>https://padlet.com/margaridasebastiao/mmo7t12jsxwa/wish/476418445</link>
         <description><![CDATA[<div>feito em conjunto com Jéssica Gonçalves <br><br><strong>Ação:<br></strong>A ação é considerada fechada, pois o público é informado sobre o destino final das personagens centrais (Simão, Teresa e Mariana). Sendo a ação formada, a partir de uma sucessão de sequências narrativas, ligadas por casualidade. Contudo os acontecimentos posteriores são sempre uma consequência dos anteriores, <strong>encadeamento.<br><br>Características das Personagens:<br></strong>Esta obra apresenta características hereditárias psíquicas e fisionómicas (anúncio do realismo): “génio sanguinário”;</div><ul><li>após a visão de Teresa, Simão transforma-se: distancia-se da ralé de Viseu, torna-se caseiro, cumpre os seus deveres de estudante, passeia pelo campo, procura o espaço natural, em detrimento do espaço social, <strong>características românticas.</strong></li><li>quando Teresa é obrigada a sair da janela de seu quarto, local onde observava Simão e, posteriormente, quando lhe comunicava o desejo de seu pai, relativamente ao casamento dela e do seu primo Baltasar,  Simão revela-se de novo rebelde. A par desta faceta, irá porém surgir uma outra: a sua nobreza de alma manifesta-se no momento em que deseja poupar um dos criados de Baltasar, que tentara matar Simão, pelo facto de o homem se encontrar ferido.</li><li>surge, entretanto, mais outra faceta de Simão: a de poeta, que se manifesta nas cartas que escreve a Teresa </li><li>o seu sentimento <strong>exacerbado de honra é notável </strong>e manifesta-se pelo facto de Simão enfrentar sempre aqueles que se lhes opõem, por se ter negado a fugir, após ter assassinado Baltasar, em sua legítima defesa, e ainda por recusar a ajuda da sua família, aceitando a sua condenação à forca e, depois, o degredo para a Índia. O seu código de honra conduzi-lo-á, em última análise, à sua tragédia. Este sentimento valer-lhe-á a admiração de personagens como João da Cruz e ainda daquelas que se situam numa esfera social marcada por valores conservadores, como é o caso do desembargador Mourão Mosqueira;</li><li>o sentimento de dignidade é, por outro lado, inseparável da possibilidade de realização do seu amor, sendo assim que Simão não acede ao pedido de Teresa, para que cumpra os dez anos de pena, em Portugal, na cadeia, afirmando: “Quero ver o céu no meu último olhar, não me peças que aceite dez anos de prisão. Tu não sabes o que é a liberdade cativa dez anos! Não compreendes a tortura dos meus vinte meses.” Com efeito, para Simão o amor associa-se à liberdade e à sua integridade pessoal.</li></ul><div><br></div><div><strong>Tempo:</strong> A ação decorre entre os finais do século XVIII e inícios do século XIX;</div><ul><li>O discurso é linear, ou seja, o narrador segue a ordem cronológica dos acontecimentos, contudo há uma analepse quando João da Cruz conta como matou o almocreve.</li></ul><div><br></div><div><strong>Conotação simbólica do tempo:</strong> <br>• Simão morre ao amanhecer depois de um formoso dia de primavera que se seguiu de vários dias de tempestade.<br>• A primavera e a manhã estão conotados com a luz, com a pureza de um tempo, ainda libertos da corrupção. Trata-se de um momento de promessa e felicidade;<br>• O caos é relacionado com a escuridão e a morte.<br><br><br></div><div><strong>Narrador:</strong> Surge como uma personagem viva, o narrador intervém na história através de comentários, interrompendo o relato para tecer considerações pessoais e também para apresentar ao leitor os vários períodos temporais de uma forma organizada e alternada, surgindo o seu discurso num discurso paralelo ao contado. Sendo o leitor instituído como instância através do diálogo interpessoal. <br>Domina completamente os acontecimentos.<br>Afirma-se como voz da verdade e condiciona o leitor a aceitar os acontecimentos que lhe dirige.<br><strong><br>Focalização omnisciente:</strong> o narrador domina por completo acontecimentos, conhecimento que lhe foi proporcionado por diversas fontes.<br><br><strong>Focalização interna:</strong> como se de outra personagem se tratasse, comprovado pelo diálogo com o leitor e pela recorrência a notas de rodapé.</div><ul><li>O entrecruzar dos discursos: o leitor é instituído como instância do discurso através do diálogo interpessoal que o narrador estabelece no presente da enunciação.</li></ul><div><br></div><div><strong>O papel do leitor: </strong>o leitor é instituído como instância do discurso através do diálogo<br>interpessoal que o narrador estabelece no presente da enunciação.<br><br></div><div><strong>O narrador-personagem:</strong> o narrador surge como personagem viva no texto, intervém na história e a presenta os vários períodos<br>temporais de forma organizada e<br>alternada, surgindo num discurso paralelo ao contado, presentificando-se como sujeito concreto.<br><br><strong>As funções da relação entre o narrador e o leitor:</strong></div><ul><li> afirmando-se como voz da verdade, o narrador condiciona o leitor a aceitar os acontecimentos e as teses que lhe dirige;</li><li>mostra-lhe a sua aproximação do objeto narrado e cria um efeito de real ao assumir<br>que o objeto da sua narrativa é a história da sua própria família</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-26 13:09:32 UTC</pubDate>
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         <title>Amor de Perdição </title>
         <author>margaridasebastiao</author>
         <link>https://padlet.com/margaridasebastiao/mmo7t12jsxwa/wish/476424657</link>
         <description><![CDATA[<div>feito em conjunto com Jéssica Gonçalves <br><br>O herói romântico (Simão Botelho) destaca-se a nível social, moral e físico, porque a sua atuação se pauta pela afirmação de direitos fundamentais do ser humano (os ideais revolucionários: liberdade, igualdade e fraternidade).</div><ul><li>Luta pela liberdade do ser humano: ideais jacobinos.</li><li>Rebeldia na busca desses ideais.</li><li>Busca do absoluto no âmbito amoroso.</li><li>Defesa incondicional da honra.</li><li>Força anímica na superação de barreiras e interdições.</li><li>Egocentrismo; destruição física e moral que conduz à destruição dos outros.</li></ul><div><br><strong>Características principais do herói romântico:</strong></div><ul><li>Busca do absoluto;</li><li>Vivência de comportamentos de rebeldia;</li><li>Força anímica na superação (ou tentativa de superação) de barreiras e interdições de<br>vária ordem;</li><li> Idealismo: individualismo e<br>egocentrismo;</li><li> Persistência na busca ideais: desilusão ou destruição por não alcançar os seus<br>ideais.</li><li>Tem um estatuto nobre;</li></ul><div><br>É dotado de sentimentos fortes: </div><ul><li>Antes de amar: era rebelde, marginal e violento;</li><li>Ao amar (amor-paixão): Torna-se apaixonado, sincero, fiel, obstinado na defesa da sua honra de amante perseguido, excessivo no amor e no ódio;</li><li>Demonstra ter uma veia poética (cartas escritas na prisão);</li><li>Morre por amor e dá-se uma transformação pela paixão.</li></ul><div><br></div><div>As heroínas românticas (Teresa de Albuquerque e Mariana da Cruz):<br><br><strong>Teresa Albuquerque:</strong></div><ul><li>Detém o estatuto nobre;</li><li>É uma jovem, pura e frágil (mulher-anjo);</li><li>Detém tal como Simão sentimentos fortes: amor-paixão (vive o amor intensamente e morre de amor);</li><li>Obstinada na recusa de aceitar a autoridade paterna.</li></ul><div><br></div><div><strong>Mariana da Cruz: </strong></div><ul><li>Revela ter uma grande nobreza de sentimentos, visto que sofre em silêncio por amor, que não é correspondido;</li><li>Revela abnegação, generosidade e dedicação.</li><li>Revela indiferença em relação à sociedade;</li><li>Morre por amor, ao cometer suicídio.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-26 13:12:35 UTC</pubDate>
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         <title>Amor de Perdição </title>
         <author>margaridasebastiao</author>
         <link>https://padlet.com/margaridasebastiao/mmo7t12jsxwa/wish/476427448</link>
         <description><![CDATA[<div>feito em conjunto com Jéssica Gonçalves <br><strong><em><br>Crítica social e de costumes <br></em></strong>É uma obra escrita no século XIX em que estamos perante uma ascensão da burguesia superior a uma mudança de valores.<br>Já na obra Amor de Perdição, está representada a mudança de valores sociais, através da atuação das personagens. </div><ul><li>Província: espaço rural atrasado; valores tradicionais. </li><li>Lisboa: a capital moderna, marcada pelas hierarquias sociais. </li><li>Patriarcalismo português.</li><li>Sociedade regida por códigos fúteis.</li><li>Conflitos entre famílias.</li><li>Clausura dos jovens para resolução de conflitos.</li><li>Crítica à devassidão presente nos conventos.</li><li>Influência negativa da classe clerical.</li><li>Justiça condicionada pela influência dos poderosos.</li><li>Visão do povo: atuação parcial da justiça.</li><li>Influência dos ideais da Revolução Francesa. </li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-03-26 13:14:03 UTC</pubDate>
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         <title>Amor de Perdição </title>
         <author>margaridasebastiao</author>
         <link>https://padlet.com/margaridasebastiao/mmo7t12jsxwa/wish/476458553</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-03-26 13:28:54 UTC</pubDate>
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