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      <title>Diário de bordo - Anna Gisélia Oliveira Amorim by Anna Gisélia</title>
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      <description>Minha experiencia com o quadrimestre </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-28 20:12:27 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-03-06 18:04:59 UTC</lastBuildDate>
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         <title>ciências naturais e ciências sociais - 10/12</title>
         <author>annagiselia30</author>
         <link>https://padlet.com/annagiselia30/mkvlkamsj69wlcsw/wish/2070347256</link>
         <description><![CDATA[<div>A primeira aula do componente foi marcada pela leitura e discussões sobre o livro “Relativizando: uma introdução à antropologia social”. No início do livro, autor defendeu a ideia da Antropologia como ciência e para exemplificar trouxe a diferença entre ciências naturais (que estuda fatos simples, eventos que presumivelmente tem causas simples e são facilmente isoláveis) e ciências sociais (estudam fenômenos complexos, situados em planos causalidade e determinação complicados), assim o autor considerou que “uma das diferenças básicas entre os dois ramos de conhecimento era que os fatos sociais, geralmente, são irreproduzíveis em condições controladas (p.21)”. Portanto, a aula ficou acerca da discussão e opiniões sobre o texto. Dessa maneira, diante da leitura e explicação do professor sobre o texto, consegui ter uma visão mais clara sobre nossa sociedade e seus fatos sociais.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-28 21:39:31 UTC</pubDate>
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         <title>humanidade e animalidade - 17/12</title>
         <author>annagiselia30</author>
         <link>https://padlet.com/annagiselia30/mkvlkamsj69wlcsw/wish/2070381413</link>
         <description><![CDATA[<div>Para a leitura e reflexão do dia foi escolhido “Humanidade e animalidade” de Tim Ingold. O autor trouxe um tema polêmico e que o próprio já tinha ciência que poderia causar duas visões diferentes ao leitor: “talvez considere minha proposta exageradamente estreita ou, ao contrário, tão ampla que chega a ser impossível. Se concordar com a primeira opinião, o leitor talvez reaja, dizendo: "Mas como, uma ciência da humanidade? Não seja ridículo! O Homo sapiens é apenas uma espécie entre milhares e, além do mais, relativamente recente. Será que vamos ter uma ciência separada para cada espécie animal?" Mas, se o leitor defender a segunda opinião, objeções dessa natureza parecerão totalmente deslocadas. Estudar a humanidade, dirá esse segundo leitor, não é apenas esmiuçar as idiossincrasias de uma espécie particular, de um diminuto segmento do mundo da natureza. (p.1)”, assim o autor já iniciou seu texto tentando mostrar e questionar aspectos relacionados a humanidade e levando o leitor ao seu próprio ponto de vista.&nbsp;<br><br>Ao longo do texto o autor questionou e mostrou o que é um ser humano, outra muito diferente é indagar o que significa o ser humano, para exemplificar seu ponto de vista ele mostrou a história do relato de Nicolas Koping sobre ter encontrado em 1647 uma ilha em que seus habitantes tinham caudas semelhantes à de gatos. Para alguns, a história de Koping pode parecer loucura, mas o próprio texto afirmar que “Se algumas populações têm pele branca e outras, negra, se alguns são extremamente altos, enquanto outros têm uma estatura diminuta, por que não seria possível que uns tivessem rabo outros não”(p.3). Assim, no meu ponto de vista a respeito da aula e do texto, ficou claro que o autor quis trazer uma reflexão a respeito do que entendemos sobre a humanidade e etnocentrismo e o que podemos ter além desse pensamento que estamos acostumados.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-28 22:12:54 UTC</pubDate>
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         <title>o tempo como categoria socioantropológica -  21/01</title>
         <author>annagiselia30</author>
         <link>https://padlet.com/annagiselia30/mkvlkamsj69wlcsw/wish/2070423112</link>
         <description><![CDATA[<div>A aula do dia teve como ponta pé inicial a leitura e comentários sobre o texto de Reginaldo Prandi “O candomblé o tempo”. No texto, o autor retratou sobre a as religiões de Orixás no Brasil, mais especificamente na Bahia, e suas tradições e teve como motivação fazer inicialmente a trajetória da religião ao chegar no país, religando a África dos orixás aos terreiros de candomblé de nações iorubás, para, num segundo momento, procurar entender como e por quê as antigas heranças religiosas vão sofrendo mudanças e adaptações no contexto das transformações socioculturais que modelam o Brasil atual. Ao longo do texto, o autor trouxe características dentro da religião, por exemplo, como consideram que o Candomblé não tem hora.&nbsp;<br><br>Durante a aula foi passado um documentário mostrando relatos das mulheres dentro da religião. O documentário começou mostrando a história da Bahia e do candomblé séculos atrás. Além disso, contou um pouco sobre as mulheres durante o século 19 e como as mulheres sobreviveram nessa época através das tranças, venda de peixe e carne e etc, e como se inovaram pós abolição da escravidão e tinham um papel crucial na economia e religião da época, ou seja, sua importância na era pós escravocrata. Por fim, a aula se baseou nos conhecimentos adquiridos sobre as religiões africanas e o tempo nas perspectivas da religião.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-28 22:58:54 UTC</pubDate>
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         <title>lugar e espaço - 28/01</title>
         <author>annagiselia30</author>
         <link>https://padlet.com/annagiselia30/mkvlkamsj69wlcsw/wish/2070456992</link>
         <description><![CDATA[<div>A ultima aula do mês foi baseada na leitura do texto “Frango com frango é coisa de paulista”: erotismo, deslocamentos e homossexualidade entre Recife e São Paulo” de Isadora Lins França. O artigo trouxe uma reflexão explorando possíveis articulações entre trânsitos, desejo, homossexualidade masculina e marcadores sociais da diferença. A autora entrevistou e pesquisou a opinião de homens que se relacionam afetivo sexualmente com outros homens sobre os sentidos de lugar relacionados ao Recife e a São Paulo, tentando “compreender como nesse processo articulam-se convenções de gênero e sexualidade, noções de brasilidade e regionalidade e sistemas de classificação relacionados à homossexualidade.(p.33)”. &nbsp;<br><br>Por fim, o propósito do artigo era entender como convenções de gênero e sexualidade, marcadores sociais da diferença, desigualdades e deslocamento se conectam a partir de um olhar para o desejo/prazer. Assim, foi possível concluir que, era de se esperar que classe social causada pela regionalidade seria um entrave para as relações, porém a autora conseguiu mostrar que a classe social de forma exemplificada, neste artigo, foi considerado um marcador que aproxima os homens.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-28 23:43:44 UTC</pubDate>
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         <title>redistribuição e conhecimento - 04/02</title>
         <author>annagiselia30</author>
         <link>https://padlet.com/annagiselia30/mkvlkamsj69wlcsw/wish/2072077718</link>
         <description><![CDATA[<div>Para a primeira aula do mês, foi passado a leitura do texto de Nancy Fraser “Da redistribuição ao reconhecimento? Dilemas da justiça numa era pós socialista”, o artigo buscou trazer a reflexão sobre a economia e como agir politicamente sobre. Para ajudar a esclarecer sua perspectiva, a autora buscou explicar termos e “problemas sociais”, por exemplo, a injustiça. Por fim, o interesse principal destacado pela autora foi como reconhecimento e redistribuição se envolvem na nossa atualidade. Além disso a autora trouxe novos termos e significados que eu não conhecia, como os “remédios transformativos e informativos”.&nbsp;<br><br>A partir dos comentários e opiniões pessoais acerca do texto, na minha opinião, esta foi a aula que mais rendeu comentários e discussões pertinentes, desde sexismo até desigualdade salarial no futebol.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-01 18:35:58 UTC</pubDate>
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         <title>raça e identidade nacional - 11/02</title>
         <author>annagiselia30</author>
         <link>https://padlet.com/annagiselia30/mkvlkamsj69wlcsw/wish/2072135005</link>
         <description><![CDATA[<div>Para a aula, foi lido o livro de Kabengele Munanga. O autor trouxe uma reflexão sobre os efeitos da mestiçagem e suas consequências para a concepção da identidade brasileira e o reconhecimento da identidade negra. Para iniciar e defender seu ponto de vista, o autor iniciou retomando a história da mestiçagem e também trouxe à tona essa história em países como o Brasil e Estados Unidos.&nbsp;<br><br></div><div>Sobre a aula, além de opiniões e comentários sobre o livro, discutimos a respeito do colorismo, ouvindo relatos dos colegas, e também sobre como nossa identidade se constituiu, um tema pertinente e importante visto a história do nosso país desde o período da escravidão até agora.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-01 19:06:20 UTC</pubDate>
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         <title>observação participante - 18/02</title>
         <author>annagiselia30</author>
         <link>https://padlet.com/annagiselia30/mkvlkamsj69wlcsw/wish/2080110876</link>
         <description><![CDATA[<div>Foi passado uma parte do livro "Desmascarando mascaras sociais" que tinha como objetivo mostrar as vivencias do autor em CorneVille, com o seu assistente, e a maneira em que ele trouxe observações sobre o grupo em que estava focado a sua pesquisa. Com o decorrer do texto, pode-se concluir como o autor fez uma maneira diferente de pesquisa, na qual ele foi a fundo no seu grupo de pesquisa conhecendo e entendendo, além de um olhar passivo rotineiro que conhecemos em estudos e pesquisas desse tipo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-06 17:28:42 UTC</pubDate>
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         <title>pesquisa com memória - 25/02</title>
         <author>annagiselia30</author>
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         <description><![CDATA[<div>O artigo de Myriam Moraes trouxe uma reflexão sobre um lado da fotografia que você pode nunca ter pensado; como a fotografia traz uma história por trás, volta no passado como aquele momento era uma época diferente de quem está vendo, ou também de como perceber semelhança com familiares, quem nunca viu foto antiga de pais e percebeu que os filhos são parecidos na mesma idade?&nbsp; "Em algumas fotografias encontra-se sintetizado o sentimento de pertencimento à família ou a emoção da recordação de uma vivência passada. (p.39).<br><br>Por fim, o artigo me trouxe uma visão boa em relação a fotografia, com um olhar diferente a partir de agora, em que posso ver como uma pesquisa sobre minha família, como por exemplo de quando vejo foto antiga da minha vó ao lado d familiares que não tive a oportunidade de conhecer, me dando a chance de conhecer e entender melhor meus ancestrais. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-06 17:48:38 UTC</pubDate>
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         <title>pesquisas digitais - 04/03</title>
         <author>annagiselia30</author>
         <link>https://padlet.com/annagiselia30/mkvlkamsj69wlcsw/wish/2080137901</link>
         <description><![CDATA[<div>O artigo de Richard Miskolci buscou mostrar como a tecnologia, claro, tem novidades, porém também tem continuidades de movimentos já citados na sociologia, como&nbsp; influência da comunicação.&nbsp;<br><br>Por fim, pode-se concluir que o autor e a sociologia quis mostrar como as mídias digitais tem os seus prós, como nos dar a oportunidade de se comunicar com qualquer um via internet, porém é uma maneira fácil de nos confundirmos e deixar afetar nossas vidas de uma maneira negativa e nos perdemos na vida real que acontece fora internet. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-06 18:04:59 UTC</pubDate>
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