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      <title>&quot;O terapeuta como produtor do conhecimento: reflexões a partir de uma orientação construcionista social&quot;  by Luana Brito</title>
      <link>https://padlet.com/luanabrito3/mkoosl7i9zywa97h</link>
      <description>Encontro GECS/UFV  - 04/03/2021
&gt; Vídeo do The TAOS Institute, USP - Profª Drª Carla Guanaes-Lorenzi</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-04 17:21:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luanabrito3</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-04 18:21:31 UTC</pubDate>
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         <title>SUMÁRIO </title>
         <author>luanabrito3</author>
         <link>https://padlet.com/luanabrito3/mkoosl7i9zywa97h/wish/1270586453</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1 - Pressupostos do Construcionismo Social;<br>2 - Investigação  científica;<br>3 - O terapeuta como produtor do conhecimento;<br>4 - A escrita científica na ótica do CS;<br>5 - Exemplos do uso da poética social na produção do conhecimento (práticas colaborativas). </strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-04 18:24:16 UTC</pubDate>
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         <title>PRESSUPOSTOS DO CONSTRUCIONISMO SOCIAL (GERGEN, 1997) </title>
         <author>luanabrito3</author>
         <link>https://padlet.com/luanabrito3/mkoosl7i9zywa97h/wish/1270713549</link>
         <description><![CDATA[<ol><li><strong>Área da psicologia, movimento de perspectiva crítica que bebe de várias fontes;</strong></li><li>Não compreende o conhecimento como algo real e objetivo;</li><li><strong>Preocupa-se em reconhecer especificações históricas e culturais do conhecimento, com o contexto situado na produção do conhecimento;</strong></li><li>Conhecimento sustentado por processos sociais.  Existência de múltiplas verdades. Verdade é resultante de processos sociais de acordos possíveis feitos por determinadas comunidades linguísticas &gt; polissemia, multiplicidade de sentidos que um mesmo fenômeno, uma mesma realidade pode ter. (Texto passado: “verdade é uma negociação”);</li><li><strong>Conhecimento e ação social andam juntos. Foco nos efeitos das nossas descrições de mundo. O que elas geram pra configuração de práticas sociais e modos de vida?</strong></li></ol><div>        Deslocamento de uma busca por realidade que é essencial e dada, para uma investigação de como nós produzimos aquilo que conhecemos como sendo a realidade nos nossos encontros humanos (Diferente da perspectiva moderna de ciência - texto passado).</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-04 18:46:32 UTC</pubDate>
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         <title>INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA </title>
         <author>luanabrito3</author>
         <link>https://padlet.com/luanabrito3/mkoosl7i9zywa97h/wish/1270718496</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Sheila McNamee: trabalho da investigação como um trabalho que é parte do nosso cotidiano;</strong></li><li> Fazemos isso de acordo com um mundo de pesquisa/uma tradição, com seus valores, critérios e normas, coerentes internamente, que inclusive dizem o que é ou não legítimo como ciência;</li><li><strong>O que significa habitar uma comunidade de pesquisa construcionista social?</strong></li></ul><div>           &gt; Em nossas interações cotidianas, construímos as realidades relacionais em que vivemos. Foco nos processos de comunicação, de relacionamentos, a partir dos quais realidades conversacionais são criadas (Diferente do foco no mundo "real");</div><div>          <strong> &gt; Gergen: foco nas reflexões sobre como, em nossas relações, produzimos possibilidades de conhecimento e práticas e quais implicações dessas construções na forma que organizamos nossas vidas, nossos mundos (Diferente de querer descobrir as coisas como "verdadeiramente" elas são);</strong><br>           &gt; Pesquisa com foco  no processo de ação conjunta, no processo comunicacional, procurando iluminar a maneira como as pessoas ao se juntarem de várias formas produzem vários tipos de conhecimentos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-04 18:47:28 UTC</pubDate>
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         <title>O TERAPEUTA COM PRODUTOR DO CONHECIMENTO </title>
         <author>luanabrito3</author>
         <link>https://padlet.com/luanabrito3/mkoosl7i9zywa97h/wish/1270729756</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Discussão em pauta: o que vale como conhecimento válido, útil? Discussão que envolve relações de poder, posicionamentos, disputa de qual conhecimento é melhor do que outro;</strong></li><li>Existe a compreensão de que existe o conhecimento científico e conhecimentos que não são:  senso comum, conhecimento religioso e outros; </li><li><strong>O científico tem passado por críticas e transformações. Já houve mais consenso no que está envolvido na produção desse conhecimento;</strong></li><li>Quais critérios estamos adotamos pra nomear o que fazemos como conhecimento útil e válido para além da comunidade em que habitamos? Ciência é produzida na universidade só? E a prática tão importante do trabalho dos terapeutas? Eles produzem conhecimentos a partir da prática, mas não costumam nomear isso como ato de produção de conhecimento, que envolve a publicação, a escrita em relação à prática;</li><li><strong>Refletir o papel do terapeuta em um lugar de consumidor do que é produzido pela academia e em um lugar de maior protagonismo nesse processo. Terapeuta em sua prática pode se colocar em uma perspectiva de investigação e de produção de conhecimento sobre a própria prática. E a escrita é importante para os profissionais para valorização do conhecimento produzido. (Rasera &amp; Guanaes, 2006);</strong></li><li>O lugar da prática é um lugar ativo de construção de realidades e significados, mundos. Tornar público e visível como nós temos encontrado utilidade e transformado a partir do fazer alguns conceitos que são mais úteis e cristalizado no campo científico "tradicional";</li><li><strong>Construção narrativa (Gergen, 1997). Selfie (eu) narrativo. Normas de uma narrativa bem formada: estabelecer desfecho valorizado, relações causais (inteligibilidade do conteúdo), selecionar eventos relevantes para o desfecho (sinais que marcam a sequência narrativa, início, meio e fim);</strong></li><li>Perguntas importantes: Como nós nos construímos como profissionais e como construímos os participantes quando contamos sobre a pesquisa? O que essa história deve ter pra que ela faça sentido para o outro? Pra quem a gente escreve? Devemos falar COM  o outro (diferente de falar PARA  o outro)? </li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-04 18:49:29 UTC</pubDate>
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         <title>A ESCRITA CIENTÍFICA </title>
         <author>luanabrito3</author>
         <link>https://padlet.com/luanabrito3/mkoosl7i9zywa97h/wish/1270733584</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Introdução</strong> (o que é importante e por que é importante nesse contexto de prática que habito? preciso ter noção da comunidade em que me encontro pra encontrar referências para justificar pra questão de pesquisa);</li><li><strong>Objetivos</strong> (o que vai se trazer na introdução, depende do objetivo que se tem. O que o objetivo do artigo/o que pretendo ao contar essa história e qual objetivo da prática de grupo, da intervenção/ampliar conhecimentos, promover prevenção, etc. No artigo serão feitos recortes dessa intervenção de acordo com o objetivo do artigo);</li><li><strong>Metodologia</strong> (aspectos éticos, contexto e participantes, procedimentos de construção das informações, procedimentos de análises das informações. Com quem eu fiz, onde eu fiz e procedimento/como eu fiz. Importante relatar para inspirar outras pessoas a terem ideias criativas pra novas elaborações. Que recortes estou fazendo pra dar visibilidade pra essa trajetória que construí? Exemplo do grupo sobre drogas, por que ele foi muito legal? Preciso construir uma linha retórica sobre isso, por que ele deu certo? Relatos e notas são legais pra se amparar e dar visibilidade pro leitor praquilo que queremos. Por que contar essa experiência é relevante? Isso vai contribuir de que modo pro campo, pra outros profissionais que trabalham com essa temática? Por isso trouxe os aspectos da narrativa bem formada);</li><li><strong>Resultados e discussão/considerações finais </strong>(aspecto importante, como fazemos o diálogo articulado com a literatura da área, o que trouxe na introdução… pessoas que estudam questões semelhantes, o que estou trazendo a elas, a essa área…?);</li><li><strong>Importante lembrar da COERÊNCIA EPISTEMOLÓGICA dos relatos</strong> (não escrevemos as coisas como elas são, mas sim escrevendo como produzimos práticas de determinadas maneiras, linguagem mais relacional é importante).  </li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-04 18:50:12 UTC</pubDate>
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         <title>EXEMPLOS</title>
         <author>luanabrito3</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li> Texto sobre terapia familiar - TCC</li><li>Curta <em>Solitário Anônimo</em></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-04 18:50:41 UTC</pubDate>
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         <title>QUAIS FORAM AS IMPRESSÕES DE VOCÊS? </title>
         <author>luanabrito3</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>- Pensamentos;<br>-Opiniões;<br>- Documentário "O solitário anônimo";<br>-Outros pontos. </strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-04 18:54:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luanabrito3</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Sheila pergunta: se a pesquisa não pode provar o que é verdadeiro, qual seria então seu uso?</strong></li></ul><div> “O construcionista afirma que a utilidade de uma pesquisa está no conjunto de ações potenciais que ela cria em conjunção com a crítica reflexiva para qual ela convida seus participantes” (McNamee, 2014)  <br>          <strong>A gente participa ativamente da construção de sentidos e práticas. O pesquisador vai refletir, problematizar como nossas práticas limitam ou ampliar possibilidades de ação. Por exemplo, quais convites são feitos para os participantes? Também os fazemos para nós mesmos?</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-04 19:24:29 UTC</pubDate>
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         <title>Organização do campo de conhecimento do CS</title>
         <author>luanabrito3</author>
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         <description><![CDATA[<ol><li><strong>Ontologia (estudos voltamos à compreensão do ser): Ao elegermos uma questão para investigação, ela surge como algo importante e nós participamos da  construção do objeto de investigação (na seleção contexto, nas questões que fazemos, o tempo todo…), a realidade não está a espera de ser revelada. Mudança que traz a perspectiva de ação conjunta, mais relacional. Não estamos numa relação de separação da realidade, como se ela existisse independente dos nosso modos de descrevê-la, compreendê-la, acessá-la. Ontologia relacional. </strong></li><li>Epistemologia:  Foco no conhecimento como resultado de um processo relacional. Inclui o relacionamento com os participantes, com a comunidade e com o contexto de desenvolvimento da pesquisa. As questões formuladas sobre a pesquisa envolvem uma visão situada e relacional, de como algo emerge daquela maneira a partir de determinadas relações em contexto, incluindo o pesquisador.</li><li><strong>Metodologia: existe um método correto?! Como construímos diferentes conhecimentos, como nos engajamos em diferentes práticas de produção de conhecimento… usarei questionário? entrevista? gravação de processos terapêuticos? Vai depender dos objetivos...importante ter consciência reflexiva de que estou produzindo determinadas realidades a partir do método que adoto.</strong></li></ol><div>       Reflexividade: pensar que há escolhas que abrem alguns caminhos e há escolhas que limitam outros. Os passos que adotamos não são neutros, participam da construção de uma realidade. Desloca-se a ênfase do método em si para questão das práticas que são sustentadas por modos de se produzir conhecimento. “Todo discurso é uma forma de prática”. <strong>Investigação como performance. </strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-04 19:28:11 UTC</pubDate>
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         <title>Diferentes mundos de pesquisa (McNamee, 2014) </title>
         <author>luanabrito3</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-04 19:29:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luanabrito3</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><strong>O quadro não é estático, não sugere uma ideia de um método anterior ruim e agora bom;</strong></li><li>Cada mundo partilha de uma linguagem, que tem sua coerência na sua comunidade. Habitar uma comunidade linguística é também se comprometer com um fazer lógico dentro dessa comunidade, que pra outra pode significar um falhar, uma dificuldade em se produzir sentidos;</li><li><strong>Esses mundos não são tbm tão distintos, tem zonas de interseção;</strong></li><li>A ideia é não pensar mundos opostos, mas como determinados discursos configuram determinadas possibilidades de práticas, todas possíveis e com sentidos dentro de suas próprias lógicas. </li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-04 19:37:23 UTC</pubDate>
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         <author>luanabrito3</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>OBRIGADA!!! &lt;3 </strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-04 19:58:14 UTC</pubDate>
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         <author>luanabrito3</author>
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         <pubDate>2021-03-11 19:40:15 UTC</pubDate>
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         <title>Muito bom, Luana! Ajudou a ficar ainda mais clara a explicação da Dra. Carla Guanaes!</title>
         <author>geeovanemacedo11</author>
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         <pubDate>2021-03-12 00:29:41 UTC</pubDate>
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