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      <title>Mural Gonçalo78 by Gonçalo Lopes</title>
      <link>https://padlet.com/Goncalo78/GoncaloIEJ</link>
      <description>Diário de Aprendizagem</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-02-01 10:07:24 UTC</pubDate>
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         <title>Carta de apresentação </title>
         <author>Goncalo78</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ora viva, colegas!<br>O meu nome é Gonçalo Lopes e...:</div><ul><li><strong>Situação profissional:</strong> Professor de Física e Química no quadro do Instituto Educativo do Juncal<br><br></li><li><strong>Experiência profissional:</strong> 13 anos como professor do ensino regular no 510 e Curso Profissional de Técnico de Análises Laboratoriais <br><br></li><li><strong>Experiência relacionada com a implementação de projetos inovadores promotores do sucesso escolar: </strong>Lecionar no Curso Profissional na minha área de conhecimento.<br><br></li><li><strong>Motivação para a implementação do </strong><a href="http://dge.mec.pt/autonomia-e-flexibilidade-curricular"><strong>projeto Autonomia e Flexibilidade Curricular</strong></a><strong>, em regime de experiência pedagógica:</strong> Preparar-me para o futuro e lecionar de forma atual e promotora de sucesso escolar.<br><br></li><li><strong>Expetativas sobre o curso de formação:</strong> Atualizar-me com novos métodos e apreender com a partilha<br><br></li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-03 09:19:40 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Gonçalo de Oliveira Afonso Lopes</title>
         <author>Goncalo78</author>
         <link>https://padlet.com/Goncalo78/GoncaloIEJ/wish/227728524</link>
         <description><![CDATA[<div>Aqui fica o link relativo à partilha do meu <strong>Diário de Aprendizagem:<br><br></strong>https://padlet.com/Goncalo78</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-03 09:54:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Como pode/deve a escola organizar-se para garantir que todos os alunos atinjam o Perfil?</title>
         <author>Goncalo78</author>
         <link>https://padlet.com/Goncalo78/GoncaloIEJ/wish/227826515</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A emergência da renovação da escola é imperativa. A escola deve-se organizar por forma a criar um ambiente coerente com os desafios que a sociedade global atual tem à sua frente. À escola cabe esta responsabilidade.<br><br>Na escola o aluno deve sentir-se, para além de motivado, desafiado a superar-se durante o seu percurso e, de facto, achar gratificante o uso do seu tempo na construção de conhecimento e efetivação da sua prática. Assim, deve a escola alterar o estilo de horários para permitir mais utilidade no tempo em autonomia e não apenas como "copistas" de um quadro durante horas. A separação de "matérias" não devia ser pautada pela campainha mas por objetivos individuais e coletivos da turma para que a construção de conhecimento fosse efetiva em colaboração com os colegas e pela mediação e orientação do professor. As propostas de trabalho diário deveriam ter um lugar para a assinatura dos alunos e serem de rápida avaliação rumo a um novo objetivo ou à melhoria do anteriormente realizado, para que cresçam em autonomia, responsabilidade e resiliência.<br><br>Na escola o aluno não se devia sentir camuflado no meio da massificação. Este deveria sentir que a escola se importa com a sua individualidade, onde as suas opiniões, críticas, dúvidas e dificuldades são levadas em conta e que toma parte real na construção da sua avaliação e nos demais diferentes domínios do seu percurso escolar. Deste modo a escola deve organizar-se, no que respeita à distribuição de alunos por turmas, em números significativamente mais pequenos. Para mim, mais que 16 alunos por turma, é uma multidão. E depois  disponibilizando, nos horários, uma fatia significativa de tempo destinada a colmatar falhas e lacunas diagnosticadas, em conjunto com professores, mantendo, deste modo, objetivos "em dia". Assim seria, na minha opinião, uma forma de verdadeiramente reconhecer importância às situações descritas e não apenas julgando a vermelho, com cruzes e interrogações, em momentos de avaliação predominantemente escritos. Formação é diferente de reprovação... e aqui reside a dificuldade de "<em>garantir que </em><strong><em>todos</em></strong><em> atinjam o Perfil"</em>. <br><br>A escola deve dotar-se de meios que auxiliem o aluno a sentir responsabilidade pela construção de algo útil e proveitoso para si, todos os dias. Saber que a sua literacia, competência e o desenvolvimento do seu caráter evoluem naquilo que a escola lhe permite experienciar no dia a dia. Que cresce, equanto ser humano, em adaptabilidade para a vida complexa "lá fora" e que é uma atitude natural a de ter disponibilidade para aprender ao longo da vida. A escola deve então permitir a permeabilidade de programas curriculares entre disciplinas para permitir uma compreensão mais global do mundo que o rodeia, construindo um corpo de conhecimento flexível ao invés de compartimentado. Aqui, no horário de professores,  é imperativo um lugar próprio para discussão e debate, entre pares, para responder ao projeto educativo e às exigências da educação do nosso século.<br><br>https://padlet.com/Gonçalo78<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-04 09:47:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A concretização de: Autonomia, Capacidade de Criar e Intervir num Mundo Global, em contexto educativo...</title>
         <author>Goncalo78</author>
         <link>https://padlet.com/Goncalo78/GoncaloIEJ/wish/227919579</link>
         <description><![CDATA[<div>Na nossa atividade pedagógico-didática é-nos agora proposto este desafio de imaginar um ambiente capaz de estimular, e fazer crescer, um conjunto de competências ambiciosas para "todos os jovens".<br><br>Desta tarefa proposta destacam-se três pontos para o desenvolvimento do aluno: Autonomia; Capacidade de Criar; Intervir num Mundo Global.</div><div><br></div><div>A nossa atividade pedagógico-didática deve respeitar um fio condutor que não é mais que a planificação de aulas anual, mensal, diária, como queiram. As atividades que lá constarem têm de ser pensadas para construir, com o aluno, o Perfil do Aluno à Saída da Escolaridade Obrigatória (PASEO) e não apenas para cumprir calendário, transpondo os conteúdos programáticos, todos direitinhos, para um caderno diário de um qualquer aluno.</div><div><br></div><div>Assim, na planificação, deve-se dar prioridade a dinâmicas individuais e de grupo para que se desenvolvam as três pontos acima citados.</div><div><br></div><div>Para tal, o  proporcionar momentos em que o aluno tenha de usar as suas competências para comunicar e colaborar entre pares é essencial, tanto em apresentações como trabalhos de grupo.</div><div>Deve ser explícita a solicitação do uso das TIC nas atividades propostas.</div><div>Os momentos de auto e hetero avaliação podem ser mais frequentes e fora dos momentos como os finais de período, de modo a que o aluno perceba de forma categórica e relevante a evolução do volume de bagagem em literacia que alcançou, fruto do trabalho pedagógico-didático desenvolvido. </div><div>De forma significativa deve, também, estar presente a criação de situações motivadoras de construção de consciência social e cultural que obrigue o aluno a ter uma perspectiva globalizante do mundo onde vive e onde terá de tomar e participar em decisões enquanto cidadão. Desafios como as alterações climáticas e a sustentabilidade da vida no nosso planeta devem, por exemplo, servir de plano de fundo para concretizar as mudanças no desenho curricular necessárias às novas práticas pedagógicas dos professores. Alterações estas que terão de ser reais, e possibilitadoras em tempo e recursos, para alterar o paradigma atual e conduzir os jovens ao PASEO.</div><div>As atividades propostas, neste âmbito, devem-se fazer acompanhar de instrumentos avaliativos coerentes. Deve-se decidir em conjunto com outros professores como avaliar itens, como por exemplo: iniciativa, adaptabilidade, persistência, ultrapassagem de imprevistos, resolução de problemas, etc. . </div><div>Ao mesmo tempo, pensamos que se deve ter algum cuidado na quantidade de itens a explorar e avaliar neste contexto, correndo-se o risco de ao “atomizar” a avaliação de se tornar difícil ou impossível de concretizar num leque tão vasto de elementos para desenvolver com os alunos.</div><div><br></div><div>Texto/Reflexão elaborado com a colega Dina Pedro.</div><div><br></div><div><em><br><br></em>http://padlet.com/Goncalo78</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-04 22:29:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>Goncalo78</author>
         <link>https://padlet.com/Goncalo78/GoncaloIEJ/wish/229362179</link>
         <description><![CDATA[<div>M2 Tarefa 2.2 - Opinião </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-07 22:42:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>Goncalo78</author>
         <link>https://padlet.com/Goncalo78/GoncaloIEJ/wish/229362399</link>
         <description><![CDATA[<div>M2 Tarefa 2.2 - Voto + Comentário (1)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-07 22:43:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>Goncalo78</author>
         <link>https://padlet.com/Goncalo78/GoncaloIEJ/wish/229362611</link>
         <description><![CDATA[<div>M2 Tarefa 2.2 - Voto + Comentário (2)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-07 22:44:52 UTC</pubDate>
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         <title>Mapa de ideias: O Perfil do Aluno modulador das Aprendizagens Essenciais.</title>
         <author>Goncalo78</author>
         <link>https://padlet.com/Goncalo78/GoncaloIEJ/wish/230963401</link>
         <description><![CDATA[<div>A conversão de ideias em esquema não foi simples na medida em que, neste meu mapa, quis que a leitura fosse simples e resumida. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-13 10:24:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>Goncalo78</author>
         <link>https://padlet.com/Goncalo78/GoncaloIEJ/wish/235291184</link>
         <description><![CDATA[<div>M3 - Tarefa 3.2<br>Opinião em:<br><a href="http://www.tricider.com/brainstorming/3KJ6747HCDR">http://www.tricider.com/brainstorming/3KJ6747HCDR</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-26 11:27:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>Goncalo78</author>
         <link>https://padlet.com/Goncalo78/GoncaloIEJ/wish/235291861</link>
         <description><![CDATA[<div>M3 - comentário1 + voto<br>Postado em:<br><a href="http://www.tricider.com/brainstorming/3KJ6747HCDR">http://www.tricider.com/brainstorming/3KJ6747HCDR</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-26 11:30:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>Goncalo78</author>
         <link>https://padlet.com/Goncalo78/GoncaloIEJ/wish/235292125</link>
         <description><![CDATA[<div>M3 - comentário2 + voto<br>Postado em:<br><a href="http://www.tricider.com/brainstorming/3KJ6747HCDR">http://www.tricider.com/brainstorming/3KJ6747HCDR</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-26 11:31:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 3.4 – Criação de novas disciplinas</title>
         <author>Goncalo78</author>
         <link>https://padlet.com/Goncalo78/GoncaloIEJ/wish/237694365</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong>Nome:</strong> Ciência Ontem, Hoje e Amanhã.<br><br></div><div><strong>Área(s) disciplinar(es) envolvida(s):</strong> Físico – Química e Ciências Naturais.<br><br></div><div><strong>Ano(s) de escolaridade: </strong>7°, 8° e 9°<br><br></div><div><strong>Motivação para a criação da nova disciplina:</strong> <br>Ter mais eficácia no que respeita à divulgação científica com os alunos do 3° ciclo do ensino básico. Oferecer um espaço de aprendizagem, com perspectiva temporal de conceitos que partem do passado para o quotidiano com olhos no futuro, onde haja um preocupação real em justificar a necessidade dos conhecimentos inscritos no currículo respetivo. São duas disciplinas que interligadas têm um potencial enorme para promover o entendimento de como o papel das áreas científica, tecnológica, sociedade e ambiente não se podem compartimentar mas sim entendidas como parte de um todo comum às nossas vidas.<br><br></div><div><strong>Principais estratégias para a sua implementação:</strong> </div><div>Lançamento de questões abrangentes inspiradas nas notícias do quotidiano que levem os alunos a obterem aprendizagens significativas pois percebem “para que é que isto serve”! </div><div>Noticiar o aprendido, na forma de artigos expostos diretamente à comunidade escolar, em modo blog e jornal de parede.</div><div>Assim pretende-se promover o não isolamento de uma disciplina e sala de aula ao mundo exterior que contém desafios nos quais são protagonistas muitos dos conceitos e conteúdos previstos no seu currículo escolar.<br><br></div><div><strong>Critérios de avaliação:</strong> <br>É privilegiada a iniciativa e criatividade dos alunos na abordagem do tema, escolha das suas fontes e apresentação de conteúdos. Realização de um portfólio individual onde se ilustram os objetos de aprendizagem devidamente organizados respeitando os critérios disponibilizados pelos docentes.<br>Apresentações periódicas, dos temas, para a turma e comunidade escolar.<br><br>https://padlet.com/Goncalo78</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-03 14:55:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 4.3. Relato de uma prática de diferenciação pedagógica</title>
         <author>Goncalo78</author>
         <link>https://padlet.com/Goncalo78/GoncaloIEJ/wish/244790020</link>
         <description><![CDATA[<div>O meu relato irá centrar-se no meu trabalho enquanto professor no ensino profissional. O curso em questão é o de Técnico de Análises Laboratoriais. Neste curso os conteúdos centrais são da área da química. O domínio de muitos temas abordados requer uma base matemática sólida… Aqui começam sérios problemas… uma parte significativa dos alunos não optaram, para o bem ou para o mal, por este curso porque acham a “química fácil”! Muitos sabem que é uma boa (ou única) hipótese de finalizar o ensino secundário. E sim…alguns nunca tiveram “um 3” a matemática!</div><div>Posto isto, se não diversifico métodos e produtos, se não adapto os conteúdos às potencialidades dos alunos que me chegam, não chego e não os levo “a lado nenhum”.</div><div>Entre produzir pré – relatórios e relatórios das atividades laboratoriais, solicitar apresentações em modo power point, participações em atividades como “laboratório aberto” e respostas a questionários pós atividade laboratorial, os alunos trabalham colaborativamente e eu vou gerindo as dúvidas e o tempo que por (muitas) vezes estica para o lado dos alunos mas que vale sempre a pena. Se é original? Não. Mas se possibilitar todo o elenco citado aos alunos, estes têm mais hipóteses de demonstrar, e por à prova, o seu potencial do que responder a um questionário sumativo único e uniforme.</div><div>Se num 11.° ano com 25 alunos tenho de leccionar, por exemplo, o tema titulações ácido-base numa semana em que, para cumprir programa, sou eu que demonstra operacionalmente a técnica e todo o seu contexto, em Análises Químicas com o mesmíssimo tema, uso 2 semanas (com o mesmo número de alunos) e cada um deles treina a técnica. Onde é que realmente se aprende? </div><div>A não pressão de um exame nacional ajuda, mas não justifica tudo. Há muito a aprender com a gestão proposta nos cursos profissionais, muitas vezes mais exigentes em termos de produção de material mas quantas vezes mais gratificantes para professores e alunos.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-21 23:22:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 4.4.  Análise crítica de um modelo pedagógico</title>
         <author>Goncalo78</author>
         <link>https://padlet.com/Goncalo78/GoncaloIEJ/wish/244796810</link>
         <description><![CDATA[<div>É, na minha opinião, um esforço meritório. Embora sinceramente me soe a vago e disperso. Como que fosse apenas um esboço do que acredito ser algo mais específico. Considero então uma boa base para partir em direção ao particular.</div><div><br></div><div>Há na compartimentação entre trabalho disciplinar, projecto de âmbito e projeto transversal abertura de espaço para:</div><div><br></div><div> -  a autonomia do aluno nos projetos;</div><div><br></div><div> -  trabalho colaborativo tanto nos projetos como no trabalho;</div><div><br></div><div> - adequação aos interesses do aluno na iniciativa dada ao projeto transversal;</div><div><br></div><div> - permitir explorar o máximo de potencialidade dos alunos com objetivos desafiantes. Os problemas devem ser concretizados em contextos reais, para os quais tem de existir uma resposta construída pelos alunos.</div><div><br></div><div> -  responsabilizar a acção do aluno através da apresentação do produtos construídos.</div><div><br></div><div>Todavia, no meu entender, há alguma opacidade no que respeita à avaliação. Não consigo deslindar, no quadro, algo que torne simples de perceber o encaixe da avaliação formativa e inteligível onde é dado a conhecer ao aluno quais os critérios pelos quais vai ser avaliado.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-22 00:11:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tarefa 4.6 - Planificação de um DAC: FQ, GEOG e TIC</title>
         <author>Goncalo78</author>
         <link>https://padlet.com/Goncalo78/GoncaloIEJ/wish/245272241</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-03-22 23:00:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> Tarefa 5.2 – Reflexão sobre critérios de avaliação</title>
         <author>Goncalo78</author>
         <link>https://padlet.com/Goncalo78/GoncaloIEJ/wish/246299431</link>
         <description><![CDATA[<div>Após a leitura dos textos propostos nesta tarefa foram estes os três aspetos que achei mais relevantes. Segue então a minha reflexão:</div><div><br></div><div>1-	Avaliação – Coerência </div><div><br></div><div>Os momentos de avaliação devem ser justos e honestos. Deve-se avaliar o que se possibilitou aprender. Esta coincidência deve ser inequívoca para professor e aluno.</div><div>O modo como se vai avaliar deve ser perfeitamente explíícito e inteligível, para o aluno, de modo a que este retire, da avaliação, o máximo de proveito.<br><br></div><div>2-	Avaliação – Qualitativa e Quantitativa</div><div><br></div><div>Devem, professor e aluno, compreender o valor e qualidade da formação planeada e prestada. A performance e responsabilidade do aluno depende em muito do que se exige na escola, em modo avaliativo, e da interpretação que o professor faz do currículos e das aprendizagens. Assim o professor, para ter “moral” para avaliar, deve-se munir de estratégias e instrumentos eficazes para poder medir a ação do aluno no decurso de aprendizagem. Só a qualidade da formação prestada e dos instrumentos avaliativos ao dispor podem assegurar uma quantificação que possa ser  entendida como um resultado natural da medida do esforço e empenho do aluno.</div><div><br></div><div>3-	Avaliação – Orientação para a melhoria do sujeito</div><div><br></div><div>O aluno deve sentir que a sua avaliação não significa um fim em si mesmo mas um ponto de partida para uma reflexão sobre a sua prestação, servido-se desta para melhorar aspetos da sua aprendizagem que se encontrem mais frágeis. Também o professor deve refletir sobre em que medida o seu processo avaliativo faz evoluir o aluno. Só desta maneira, a ação de avaliar, faz sentido no contexto de ensino-aprendizagem.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-26 21:44:28 UTC</pubDate>
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