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      <title>Mural de Aprendizagem by Renato Braga</title>
      <link>https://padlet.com/renatobraga/mjg5uprg0l5j</link>
      <description>Síntese de Conhecimentos</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-03-27 11:34:53 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-02-19 11:48:42 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>Introdução</title>
         <author>renatobraga</author>
         <link>https://padlet.com/renatobraga/mjg5uprg0l5j/wish/345647293</link>
         <description><![CDATA[<div>Com o início do 2º Período do 10ºAno e também com a introdução da temática da Biologia, o Professor lançou o desafio para a  realização de um trabalho de pesquisa sobre o carnívoro mais ameaçado da Europa e o felídeo  mais ameaçado do planeta e que apenas se distribui pela Península Ibérica, o Lince Ibérico. A realização desta pesquisa permite não só uma melhor compreensão deste esquivo animal bem como dos temas a abordar relativamente ao lince ibérico, nomeadamente:</div><ul><li><strong>Tema 1</strong> – Caracterização do lince-ibérico e seu posicionamento na hierarquia biológica e na estrutura do ecossistema.</li><li><strong>Tema 2</strong> – Análise e interpretação dos fatores que conduziram o lince-ibérico à beira da<strong> </strong>extinção.</li><li><strong>Tema 3</strong> – Esforços de conservação em curso, com identificação de locais, projetos, práticas e resultados obtidos bem como limitações e ameaças ao futuro da espécie.</li></ul><div>O tema a pesquisar, para uma distribuição justa, foi selecionado por sorteio. Após o sorteio foi-me atribuído o Tema 3.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-27 12:03:17 UTC</pubDate>
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         <title>1. O Lince Ibérico</title>
         <author>renatobraga</author>
         <link>https://padlet.com/renatobraga/mjg5uprg0l5j/wish/345874517</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O Lince Ibérico (</strong><strong><em>Lynx pardinus</em></strong><strong>) é a espécie de felino mais ameaçada do Mundo, estando numa situação crítica a nível mundial.</strong></div><div>Com uma área de distribuição histórica extremamente reduzida e fragmentada, ocupando apenas áreas de Portugal e Espanha, esta espécie encontra-se classificada como o <strong>carnívoro mais ameaçado na Europa</strong> e o <strong>felino mais ameaçado no Mundo</strong>, tendo sido recentemente classificado pela União Internacional de Conservação da Natureza (UICN) <strong>como criticamente ameaçado</strong>. Actualmente só está confirmada a existência de duas populações reprodutoras, e o último censo indica que os efectivos totais se situarão abaixo dos 150 indivíduos adultos. Estas duas populações estão isoladas entre si o que ainda as torna mais vulneráveis. Os efectivos actuais não são suficientes para a sua sobrevivência a longo prazo e os especialistas concordam que se encontra no limiar da extinção.</div><div>Em Portugal os territórios de distribuição histórica da espécie, são: Sítio de Rede Natura de Monchique; Sítio de Rede Natura do Caldeirão; Parque Natural do Vale do Guadiana; Sítio de Rede Natura de Moura/Barrancos e Parque Natural Serra da Malcata.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-27 19:24:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Introdução</title>
         <author>renatobraga</author>
         <link>https://padlet.com/renatobraga/mjg5uprg0l5j/wish/345877036</link>
         <description><![CDATA[<div>A experiência realizada na aula laboratorial tinha como objetivo conhecer melhor os dois tipos de células eucarióticas (célula eucariótica animal e célula eucariótica vegetal) e também relembrar a utilização e caraterísticas do microscópio ótico.<br>Numa parte inicial desta experiência recortámos de um jornal a letra "F", retirámos um pedaço  de cebola com a menor espessura possível,por final com um palito extraímos  saliva da nossa boca e observámos o resultado.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-27 19:32:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Célula</title>
         <author>renatobraga</author>
         <link>https://padlet.com/renatobraga/mjg5uprg0l5j/wish/345894888</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Célula</strong> é a unidade estrutural e funcional comum a todos os seres vivos, sendo que estes podem ser constituídos por uma ou mais células. São elas que realizam todas as funções fundamentais dos seres vivos, como por exemplo, reprodução, crescimento, alimentação, movimentação, reação a estímulos externos e respiração (consumo do oxigênio com produção de dióxido de carbono). Sendo assim, a célula é a menor parte de um ser vivo capaz de desenvolver-se e reproduzir, ou seja, a menor parte de um ser vivo onde reconhecemos as propriedades básicas da vida.<br>Há dois tipos de células: células procarióticas e as células que se baseiam nesta mesma investigão, as células eucarióticas (que se dividem em células eucarióticas vegetais e animais)<br>Este tipo de células possui vários constituintes são eles:<br><br><strong>- Membrana Celular/Plasmática: </strong>Delimita a célula e regula as trocas entre os meios intracelular e extracelular;<br><br><strong>- Parede Celular: </strong>Confere rigidez, suporte Ce proteção à célula vegetal;<br><br><strong>- Núcleo: </strong>Coordena a atividade e armazena informação genética;<br><br><strong>- Retículo Endoplasmático: </strong>Síntese e transporte de proteínas (RER), síntese de lípidos e hormonas (REL);<br><br><strong>- Ribossoma:</strong> Participam no processo de síntese de proteínas;<br><br><strong>- Complexo de Golgi: </strong>Intervém na secreção de substâncias: forma lisossomas;<br><br><strong>- Lisossomas: </strong>Contêm enzimas digestivas: intervêm na digestão intracelular;<br><br><strong>- Mitocôndria:</strong> Acolhe a maior parte do processo de respiração celular aeróbica: produção de ATP; <br><br><strong>- Centríolos:</strong> Intervêm na divisão celular;<br><br><strong>- Vacúolo:</strong> Armazenamento de água e outras substâncias, Intervêm na regulação do fluxo de água e iões entre o meio interior e o exterior da célula;<br><br><strong>- Citoesqueleto:</strong> Manutenção da forma da célula à custa de uma rede de fibras intercruzadas.<br><br>(Fonte: PPT 16-<a href="http://www.ae-fafe.pt/moodle/course/view.php?id=334">http://www.ae-fafe.pt/moodle/course/view.php?id=334</a>)<strong> </strong><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-27 20:34:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>2. Ameaças ao Lince Ibérico</title>
         <author>renatobraga</author>
         <link>https://padlet.com/renatobraga/mjg5uprg0l5j/wish/346715773</link>
         <description><![CDATA[<div>O Lince Ibérico é o felino mais ameaçado deste planeta, devido a várias razões. Em primeiro lugar, trata-se de um especialista de habitat e presa, pelo que as alterações destes afetam muito negativamente as suas populações com efeito, uma das causas mais importantes que provocou a quase extinção do lince ibérico foi a <strong>diminuição</strong> <strong>da sua principal presa</strong>, o coelho bravo, afetado pelo aparecimento das doenças virais: a mixomatose nos anos 50 e a doença hemorrágica vírica do coelho nos anos 80, que provocavam um decréscimo nas populações de coelho superior a 80%. Em segundo lugar, a transformação, fragmentação e <strong>destruição do seu habitat</strong> (a floresta mediterrânica, que congrega uma elevada biodiversidade e cuja alteração também afeta as populações de coelho bravo. Além disso, outra das ameaças foi a <strong>morte provocada pelo ser humano</strong>, por vezes de maneira involuntária, como o caso dos atropelamentos, e outras vezes intencional, como a utilização de técnicas ilegais e não seletivas de caça, furtivismo, uso de venenos, etc. Outra ameaça para as populações de lince ibérico que esta assumindo relevância nos últimos anos são as <strong>doenças</strong>. O lince ibérico é uma espécie com grande risco sanitário (existem escassos efetivos e uma alta densidade de indivíduos), pelo que a aparição de qualquer pico infecioso pode desprezar com facilidade e pode levar a extinção da população local. A isto se une a baixa variabilidade genética do lince, entre outros efeitos negativos, provoca uma fraca resposta do sistema imunitário.<br>A montante da maior parte das ameaças que levaram o lince ibérico a estar nesta situação está a falta consciencialização e sensibilização dos cidadãos para esta espécie.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-29 22:33:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>3. Esforços de conservação em curso do Lince Ibérico</title>
         <author>renatobraga</author>
         <link>https://padlet.com/renatobraga/mjg5uprg0l5j/wish/346716714</link>
         <description><![CDATA[<div>O Plano de Acção para Conservação do Lince-ibérico em Portugal (PACLIP) define a estratégia a adoptar para conservar o Lince-ibérico em território nacional. Trata-se de um documento de orientação que deve ser considerado a referência quer pela administração pública quer pela sociedade civil, e que tem como objectivo inverter o processo continuado de declínio das populações e recuperar os núcleos históricos da espécie em Portugal contribuindo, desta forma, para viabilizar a conservação da espécie no contexto ibérico.<br><br></div><ul><li><strong>Contextualização</strong></li></ul><div>O alerta global para a necessidade de intervir para evitar a extinção do lince-ibérico foi dado pela União Internacional para a Conservação da Natureza quando, em 1986, classificou a espécie como “Em Perigo” no âmbito da Lista Vermelha das Espécies Ameaçadas, estatuto que foi alterado em 2002 para “Criticamente Em Perigo”, como resultado do agravamento do risco de extinção.<br>Desde então, têm vindo a ser realizados esforços para evitar aquela que seria a primeira extinção de um grande felino desde há pelo menos 2000 anos. A conservação do lince teve início no âmbito de tratados globais de conservação da natureza como a Convenção de Berna, a Convenção Internacional sobre o Comércio de Espécies Ameaçadas (CITES) ou a Directiva Habitats, mas sentiu-se também a necessidade de criar instrumentos de conservação específicos. Assim surgiram, em 1999, o Plano Europeu de Acção Europeu para a Conservação do Lince-ibérico (por recomendação do comité Permanente da Convenção de Berna), e a “Estratégia para la Conservación del Lince Ibérico”, adoptada pelo Estado Espanhol e que foi revista e actualizada em 2007. O equivalente português – o Plano de Acção para a Conservação do Lince-ibérico (PACLIP) foi aprovado a 6 de Maio de 2008 através do despacho nº 12697/2008, publicado em Diário da República.<br>O PACLIP emana do compromisso português de Conservar a Biodiversidade - assumido quando da aprovação da Estratégia Nacional para a Conservação da Natureza e Biodiversidade - e surge na sequência da definição de intervenções prioritárias de conservação como é estipulado pela Convenção da Diversidade Biológica e pela Estratégia Europeia em matéria de Diversidade Biológica. O Plano está em linha com as orientações estratégicas do Plano de Acção Europeu para a Conservação do Lince-ibérico, contribuindo para a sua implementação<br><br><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-29 22:43:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>4. Resultados obtidos da conservação do Lince Ibérico</title>
         <author>renatobraga</author>
         <link>https://padlet.com/renatobraga/mjg5uprg0l5j/wish/346719291</link>
         <description><![CDATA[<h1><strong>Depois de uma década de esforços, como está o lince-ibérico?</strong></h1><div>Estima-se que existam agora na natureza, em Portugal e Espanha, quase 550 linces-ibéricos. Apesar do sucesso da criação em cativeiro e da sua reintrodução no meio natural, o predador continua ameaçado pela escassez de alimento, a ocupação humana dos seus habitats e a baixa diversidade genética.<br>No Parque Natural do Vale do Guadiana, a reintrodução do lince-ibérico está a revelar-se promissora. Os 27 linces que deambulam num território com cerca de 125 quilómetros quadrados, distribuídos pelos concelhos de Mértola, Serpa e Castro Verde, dispõem de condições naturais para procriar e de uma razoável densidade de coelhos-bravos, o seu suporte alimentar, até agora únicas em Portugal. O Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) fez agora um balanço positivo três anos depois do primeiro casal de linces-ibéricos ter sido libertado em Portugal, na zona de Mértola.<br>Outrora abundante na Península Ibérica, o lince-ibérico teve um declínio acentuado na segunda metade do século XX, deixando menos de 100 animais em duas populações isoladas de Doñana e Serra Morena, na Andaluzia. E de Portugal, ao longo do século XX, foi desaparecendo. Por isso, em 2002 foi classificado com o estatuto de “criticamente em perigo” na Lista Vermelha de espécies ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza. Em 2015, o seu estatuto foi considerado menos gravoso (“em perigo”), devido aos programas de conservação e de reintrodução de animais na natureza. Em Portugal, o programa de reintrodução da espécie foi desenvolvido desde 2009, em conjunto com Espanha, no Centro Nacional de Reprodução do Lince-Ibérico, em Silves. No final de 2014, os primeiros linces (um casal) foram libertados num cercado de adaptação em Mértola e, em Fevereiro de 2015, abriram-se as portas deixando-os ir para o meio natural. Desde então, até 2017, soltaram-se 27 linces.<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-29 23:08:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Conclusão</title>
         <author>renatobraga</author>
         <link>https://padlet.com/renatobraga/mjg5uprg0l5j/wish/346720163</link>
         <description><![CDATA[<div>Em suma, com a esta pesquisa elaborada por mim e pelos meus colegas de grupo adquiri diversos conhecimentos sobre esta espécie, o Lince Ibérico. Apesar de eu e os meus colegas apenas nos termos centrado mais no nosso tema também adquirimos conhecimentos com a apresentação dos restantes temas.<br>Com a realização desta mesma pesquisa e posterior elaboração de um trabalho consegui compreender melhor a introdução ao tema da biologia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-29 23:19:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Célula Procariótica</title>
         <author>renatobraga</author>
         <link>https://padlet.com/renatobraga/mjg5uprg0l5j/wish/346721796</link>
         <description><![CDATA[<div>Células procarióticas são células que possuem as seguintes caraterísticas:</div><div><br></div><ul><li>Sejam células muito simples e de dimensões reduzidas;</li><li>Não possuem um núcleo organizado (por falta de invólucro nuclear), pelo que o DNA</li><li>(uma molécula) se encontra disperso pelo citoplasma e constitui o nucleoide;</li><li>Possui um número reduzido de organelos, sendo o citoplasma totalmente desprovido</li><li>de organelos membranares (sistema endomembranar);</li><li>Possui um citoplasma rico em ribossomas;</li><li>Exteriormente à membrana plasmática a maioria das células procarióticas tem uma</li><li>complexa parede celular que protege a célula e a ajuda a manter a sua forma;</li><li>Todos os organismos constituídos por células procarióticas são unicelulares e</li><li>designam-se por seres procariontes;</li><li>Alguns procariontes apresentam uma cápsula a rodear a parede celular, que</li><li>também tem uma função protetora;</li><li>Alguns procariontes apresentam na superfície prolongamentos chamados <em>pili </em>e</li><li>flagelo;</li><li>Os exemplos mais comuns deste tipo de organismos são as bactérias (e as cianobactérias).</li></ul><div>(Fonte: Nota informativa 12-<a href="http://www.ae-fafe.pt/moodle/course/view.php?id=334">http://www.ae-fafe.pt/moodle/course/view.php?id=334</a>)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-29 23:42:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Célula Eucariótica</title>
         <author>renatobraga</author>
         <link>https://padlet.com/renatobraga/mjg5uprg0l5j/wish/346722346</link>
         <description><![CDATA[<div>Células eucarióticas são células que possuem as seguintes caraterísticas:<br><br></div><ul><li>Sejam células complexas;</li><li>Possuem um núcleo individualizado por um invólucro nuclear, no interior do qual se</li><li>encontra o material genético (várias moléculas de DNA associadas a proteínas);</li><li>Possuem um elevado número de organelos membranares (delimitados por</li><li>membranas), ou seja, possuem um sistema endomembranar;</li><li>Os organismos que são constituídos por células eucarióticas dizem-se seres</li><li>eucariontes;</li><li>Os seres eucariontes podem ser unicelulares ou multicelulares (ou pluricelulares);</li><li>As células eucarióticas podem ser células animais ou células vegetais.</li><li>As células animais e vegetais apresentam algumas diferenças a nível estrutural. Contudo, em ambos os tipos se observam três constituintes fundamentais: membrana celular ou membrana citoplasmática ou membrana plasmática, citoplasma e núcleo.</li></ul><div><br>(Fonte: Nota informativa 12-<a href="http://www.ae-fafe.pt/moodle/course/view.php?id=334">http://www.ae-fafe.pt/moodle/course/view.php?id=334</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-29 23:48:22 UTC</pubDate>
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         <title>Célula Eucariótica Vegetal</title>
         <author>renatobraga</author>
         <link>https://padlet.com/renatobraga/mjg5uprg0l5j/wish/346722762</link>
         <description><![CDATA[<div>Para uma maior aprofundação ao estudo das células eucarióticas vegetais necessitamos de estudar a sua estrutura:<br>As células vegetais contêm: Parede Celular, Cloroplastos, Membrana, Citoplasma, Núcleo, Centríolos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-29 23:53:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Células Eucarióticas Animais</title>
         <author>renatobraga</author>
         <link>https://padlet.com/renatobraga/mjg5uprg0l5j/wish/346723229</link>
         <description><![CDATA[<div>Tal como as células eucarióticas vegetais as células eucarióticas animas também necessitam de um maior aprofundamento para uma melhor compreensão. Como tal precisamos de estudar a sua estrutura que são principalmente constituídas por: Membrana, Citoplasma, Núcleo e Centríolos<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-29 23:58:39 UTC</pubDate>
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         <title>Microscópio Ótico</title>
         <author>renatobraga</author>
         <link>https://padlet.com/renatobraga/mjg5uprg0l5j/wish/346723644</link>
         <description><![CDATA[<div>Antes de apresentar a experiência realizada e posterior obtenção de resultados necessitamos de conhecer este instrumento que será fulcral na experiência em questão.<br><br>O microscópio é um instrumento utilizado para ampliar e observar estruturas pequenas dificilmente visíveis ou invisíveis a olho nú. O <strong>microscópio óptico</strong> utiliza luz visível e um sistema de lentes de vidro que ampliam a imagem das amostras.<br><br></div><div><br>Os primeiros microscópios ópticos datam de 1600, mas é incerto quem terá sido o autor do primeiro. A sua criação é atribuída a vários inventores: Zacharias Janssen, Galileo Galilei, entre outros. A popularização deste instrumento, no entanto, é atribuída a Anton van Leeuwenhoek.<br>Os microscópios ópticos são constituídos por uma componente mecânica de suporte e de controlo da componente óptica que amplia as imagens. Os microscópios actuais que usam luz transmitida partilham os mesmo componentes básicos.<br><strong><br>Componentes mecânicos<br></strong><br></div><ol><li><strong>pé ou base</strong> – apoio a todos os componentes do microscópio</li></ol><ul><li><strong>braço</strong> – fixo à base, serve de suporte às lentes e à platina</li><li><strong>platina</strong> – base de suporte e fixação da preparação, tem uma abertura central (sobre a qual é colocada a preparação) que deixa passar a luz. As pinças ajudam à fixação da preparação. A platina pode ser deslocada nos microscópios mais modernos, nos antigos tinha que se mover a própria amostra, segura pelas pinças.</li><li><strong>revólver</strong> – suporte das lentes objectivas, permite trocar a lente objectiva rodando sobre um eixo</li><li><strong>tubo</strong> ou <strong>canhão</strong> – suporta a ocular na extremidade superior</li><li><strong>parafuso macrométrico</strong> – permite movimentos verticais da grande amplitude da platina</li><li><strong>parafuso micrométrico</strong> – permite movimentos verticais lentos de pequena amplitude da platina para focagem precisa da imagem</li></ul><div><br><br><strong>Componentes ópticos<br></strong><br></div><ul><li><strong>condensador</strong> – sistema de duas lentes (ou mais) convergentes que orientam e distribuem a luz emitida de forma igual pelo campo de visão do microscópio</li><li><strong>diafragma</strong> – regula a quantidade de luz que atinge o campo de visão do microscópio, através de uma abertura que abre ou fecha em diâmetro (semelhante às máquinas fotográficas)</li><li><strong>fonte luminosa</strong> – actualmente utiliza-se luz artificial emitida por uma lâmpada incluída no próprio microscópio com um interruptor e algumas vezes com um reóstato que permite regular a intensidade da luz. Os modelos antigos tinham um espelho de duas faces: a face plana para reflectir luz natural e a face côncava para reflectir luz artificial.</li><li><strong>lente ocular</strong> – cilindro com duas ou mais lentes que permitem ampliar a imagem real fornecida pela objectiva, formando uma imagem virtual mais próxima dos olhos do observador. As oculares podem ser de diferentes ampliações sendo a mais comum de 10x. A imagem criada pela ocular é ampliada, direita e virtual.</li><li><strong>lente objectiva</strong> – conjunto de lentes fixas no revolver, que girando permite alterar a objectiva consoante a ampliação necessária. É a lente que fica mais próxima do objecto a observar, projectando uma imagem real, ampliada e invertida do mesmo. As <strong>objectivas secas</strong>, geralmente com ampliação de 10x, 40x e 50x, são assim designadas porque entre a sua extremidade e a preparação existe somente ar. As <strong>objectivas de imersão</strong> (ampliação até 100x), pelo contrário, têm a sua extremidade mergulhada em óleo com o intuito de aumentar o poder de resolução da objectiva: como o índice de refracção de óleo é semelhante ao do vidro o feixe de luz não é tão desviado para fora da objectiva.</li></ul><div><br><br><strong>Como funciona o microscópio óptico<br></strong><br></div><div>A intensidade da luz pode ser regulada directamente através do reóstato que actua na própria fonte luminosa ou indirectamente através do condensador e do diafragma: a intensidade aumenta de se subir o condensador e abrir o diafragma e diminui se se descer o condensador e fechar o diafragma.<br><br></div><div>A ampliação que consiste no número de vezes que a imagem é aumentada em relação ao objecto real – é função conjunta do poder de ampliação da objectiva e ocular utilizadas. A ampliação total é o produto da ampliação da objectiva pela ampliação da ocular (exemplo, ampliação da ocular 10x, ampliação da objectiva 20x, ampliação total é 10 x 20 = 200x.<br><br></div><div>A imagem observada depende também do poder de resolução, isto é, a capacidade que as lentes têm de discriminar objectos muito próximos. O poder de resolução depende do comprimento de onda da luz utilizada, e o seu valor teórico para um microscópio óptico é de cerca de 0,2 µm – ou seja, dois objectos têm de estar pelo menos a uma distância um do outro de 0,2 µm para poderem ser discriminados ao microscópio óptico. Este valor, contudo, só é alcançável com lentes de elevada qualidade e preço.<br><br></div><div>A preparação é colocada na platina e fixa com o auxílio das pinças. Com os parafusos existentes na platina move-se a preparação até esta estar sobre a abertura por onde passa a luz. Olhando através da ocular (monocular ou binocular, respectivamente com uma ou duas lentes) e com a objectiva de menor ampliação foca-se a imagem, preferencialmente no centro do campo de visão, utilizando os parafusos macrométrico e micrométrico. Após esta primeira focagem, podem-se utilizar objectivas de maior poder de ampliação, de forma sequencial repetindo todo o processo já descrito. A imagem final observada será ampliada, virtual e invertida. Dependendo do microscópio, em alguns casos, a imagem final pode ser direita e não invertida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 00:04:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1ª Parte da Atividade Laboratorial</title>
         <author>renatobraga</author>
         <link>https://padlet.com/renatobraga/mjg5uprg0l5j/wish/346724964</link>
         <description><![CDATA[<div>Numa fase inicial, o professor relembrou a utilização do microscópio ótico para inicialmente observar uma letra "F" recortada de um jornal.<br>Para a realização desta atividade laboratorial utilizamos 3 tipos de corante, nomeadamente: água iodada, para uma melhor visualização da parede celular e núcleo;  azul metileno para destacar o núcleo; vermelho-metileno para destacar os vacúolos. No desenrolar fizemos as seguintes ampliações: 40x (ocular-10x e objetiva-4x), 100x (ocular-10x e objetiva- 100x), 400x (ocular-10x e objetiva-40x), retirando a conclusão de que com aumento da ampliação, o campo de visão diminuiu mas aumentou o detalhe.<br><br> <strong>Material: </strong></div><ul><li>Microscópio Ótico Composto;</li><li>Lâminas e Lamelas;</li><li>Pinça;</li><li>Bisturi;</li><li>Palito;</li><li>Corante vermelho-neutro;</li><li>Corante azul de metileno;</li><li>Corante água iodada;</li><li>Material Genético;</li><li>Agulha.</li></ul><div><br></div><div><strong>Procedimento:<br><br>1ºpasso: </strong>Depois de termos a nossa bancada e o nosso material nas condições ideais, fomos em busca da letra "F" numa fila de jornal e recortá-lo; <br><strong>2ºpasso: </strong>Colocamos uma gota de água na lamina antes de colocar a nossa letra, posteriormente tivemos de colocar a lamela a 45º e com o auxilio de uma agulha (ou da pinça) e deixamo-la cair sobre o preparado;<br><strong>3ºpasso: </strong>Colocamos o  nosso preparado sobre a platina do microscópio ótico e começamos a observação da mesma.<br><br>Depois de realizada esta atividade,  repetimos o procedimento por, desta vez, com dois cabelos, um cabelo louro e um castanho de dois membros distintos do nosso grupo.<br><br>(Ampliação: 100x (objetiva-10x x ocular-10x, como verificamos com a ampliação do MOC diminui o campo de visão porém, aumenta o detalhe)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 00:23:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>2ª Parte da Atividade Laboratorial</title>
         <author>renatobraga</author>
         <link>https://padlet.com/renatobraga/mjg5uprg0l5j/wish/346727900</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta parte, realizamos um procedimente bastante semelhante com o anterior porém, observamos um pedaço finíssimo de epiderme da face côncava de uma túnica de cebola e saliva que retiramos da boca de um dos elementos do grupo com um palito.<br><br>1.  <strong>Células de epiderme interior das túnicas de cebola (células eucarióticas vegetais):<br><br>Procedimento:</strong></div><ul><li>Colocamos sobre 3 lâminas distintas, respetivamente, uma gota de vermelho-neutro, uma gota de azul metileno e uma gota de água iodada;</li><li>Com o auxílio da pinça, destacámos um fragmento com a menor espessura possível de epiderme da face côncava de uma túnica de cebola;</li><li>Com o bisturi, dividimos o fragmento  em pequenas porções (cerca de 5  mm), colocando cada uma delas distendidas sobre o corante, que se encontra em cada uma das lâminas;</li><li>Colocámos sobre as 3 preparações as lamelas e observámos ao microscópio e fotografámos;</li><li>Posteriormente comparámos as 3 fotografias.</li></ul><div><br>2. <strong>Células do epitélio lingual (células animais):<br><br>Procedimento:</strong></div><ul><li>Colocámos uma gota de azul de metileno numa lâmina;</li><li>Com um palito, raspámos levemente a superfície dorsal da língua , colocando o produto obtido a partir do palito sobre a gota de corante;</li><li>Cubrímos com a lamela e observámos ao microscópio, fotografando depois, os resultados;</li><li>Por fim comparámos as fotografias.</li></ul><div><br>(Ampliação: 40x de uma célula eucariótica vegetal corada com água iodada)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 00:59:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/renatobraga/mjg5uprg0l5j/wish/346727900</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Conclusão</title>
         <author>renatobraga</author>
         <link>https://padlet.com/renatobraga/mjg5uprg0l5j/wish/346729565</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta atividade laboratorial permitiu não só relembrar a utilização do microscópio ótico bem como conhecer melhor as suas as suas caraterísticas, também desenvolvi o conhecimento sobre os tipos de células tanto procarióticas como eucarióticas e perceber as suas diferenças a nível estrutural e funcional.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 01:23:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/renatobraga/mjg5uprg0l5j/wish/346729565</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Introdução</title>
         <author>renatobraga</author>
         <link>https://padlet.com/renatobraga/mjg5uprg0l5j/wish/346767172</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 8 março de 2019 as turmas do curso de Ciência e Tecnologia realizaram uma saída de campo até Peniche, com a finalidade de observar, conhecer e investigar algumas paisagens que além de serem bastante atrativas visualmente continham rochas e fósseis que eram alvos de estudo desta mesma saída de campo para posteriormente reconhecer o seu passado e perceber a sua génese.<br><br><strong>Preparação:</strong><br>Para uma devida realização da viagem os alunos estavam previamente preparados. Essa preparação, passou essencialmente, pelo <strong>material e equipamentos necessários para a respetiva saída de campo </strong>e pelo conhecimento de algumas <strong>regras de conduta.<br><br>Equipamentos e materiais necessários para a saída de campo:<br></strong><br></div><ul><li>Guia de saída de campo;</li><li>Material de escrita (lápis ou caneta e borracha);</li><li>Vestuário confortável e que proteja do vento, para contrariar o clima frio;</li><li>Calçado adequado, com solas rugosas, capazes de prender ao solo e, assim evitar escorregar (calçado com solas lisas e escorregadias não é aconselhável);</li><li>Telemóvel ou máquina fotográfica;</li><li>Farnel e água.</li></ul><div><br><strong>Regras de Conduta:<br></strong><br></div><ul><li>Respeitar sempre as indicações dadas pelos professores;</li><li>Atentar nas explicações dos professores em relação aos locais em visita e ao preenchimento obrigatório do guia de saída de campo;</li><li>Não abandonar o percurso ou o grupo sem prévia autorização dos professores;</li><li>Não colher amostras de rochas ou de fósseis a menos que se encontrem soltos;</li><li>Nunca adotar comportamentos que comprometam a segurança do próprio e de terceiros (como caminhar ou saltar em blocos rochosos soltos ou escorregadios, abeirar-se de escarpas ou falésias, caminhar em zonas de queda de blocos ou tirar selfies em locais perigosos);</li><li>Não deixar marcas da sua passagem, incluindo o lixo (que deve ser guardado ou depositado nos recipientes ou contentores próprios);</li><li>Tratar com educação todos os participantes na saída de campo e demais pessoas com que se cruze no decurso da mesma.</li></ul><div><br><strong>Motivos para a escolha do local a visitar:<br><br></strong>A costa de Peniche pertence à região do Oeste e integra a cidade de Peniche mas também um conjunto de povoações, praias e ilhas que possuem uma beleza invulgar. A região de Peniche não é muito grande mas tem paisagens muito diversificadas, com muitas actividades distintas.<br>Ao largo de Peniche, encontra- se o arquipélago das Berlengas, Reserva Mundial da Biosfera da UNESCO desde 2011. O litoral de Peniche insere-se numa paisagem geológica de elevado interesse científico e testemunha parte importante do passado histórico da Terra. Além disso, os seus sítios, estruturas e objetos geológicos encontram-se bem delimitados geograficamente e são facilmente acessíveis.<br>Durante esta saída de campo destacaram-se certos locais de interesse geológico passíveis de observação num curto período de tempo. Desta forma, os locais em questão são seis locais com grande proximidade geográfica entre si, nomeadamente:<br><br></div><ul><li><strong>Praia da Consolação;</strong></li><li><strong>Cabo Carvoeiro;</strong></li><li><strong>Remédios;</strong></li><li><strong>Ponta do Trovão </strong>e <strong>Praia do Abalo;</strong></li><li><strong>Papôa;</strong></li><li><strong>Baleal.</strong></li></ul><div><br><strong>Principais rochas encontradas:</strong></div><ul><li><strong>Granitos: </strong>No arquipélago das Berlengas, afloram rochas graníticas deformadas, de cor vermelha ou esbranquiçada.</li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Micaxistos e gnaisses: </strong>As ilhas de Farilhões e Forcadas, a NW da ilha da Berlenga, são formadas por rochas metamórficas.</li></ul><div><br></div><ul><li><strong>Calcários e outras rochas carbonatadas: </strong>Na zona litoral do continente afloram formações carbonatadas do jurássico inferior, na península de Peniche, e do jurássico médio, na península do Baleal. Sobre estas formações assentam, discordantemente, depósitos aluvionares, areias de praia e dunas de idade holocénica (últimos 11 mil anos).</li></ul><div>Ao longo da saída de campo visitamos 6 locais diferentes na costa de Peniche, no entanto, os alunos apenas ficaram encarregados de estudar um único local mais aprofundadamente. Assim que escolhi foi o Baleal, tendo sido assim o local que mais me cativou.<br><br></div><div><strong><br><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 12:03:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/renatobraga/mjg5uprg0l5j/wish/346767172</guid>
      </item>
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         <title>Baleal</title>
         <author>renatobraga</author>
         <link>https://padlet.com/renatobraga/mjg5uprg0l5j/wish/346771316</link>
         <description><![CDATA[<div>Um dos locais visitados foi a península do Baleal que constitui um promontório plano e alongado possui 1800 metros de comprimento e 800 metros de largura máxima, formada pela ilha do Baleal e pelos ilhéus das Pombas e de Fora. Os seus estratos carbonatados, fossilíferos, têm cerca de 165 M.a. e terão sido depositados numa bacia de águas calmas e quentes. <br><br></div><ul><li><strong>Descrição da paisagem</strong></li></ul><div> Ilha do Baleal formada por estratos de calcários e de margas (165 M.a.) fortemente inclinados (35º a 55º ) em monoclinal. A ilha está ligada ao continente por um tômbolo. São visíveis, nos estratos carbonatados, fósseis de organismos marinhos como as amonites.<br><br></div><ul><li><strong>Condições ambientais</strong></li></ul><div>Pluviosidade: ausente<br>Nebulosidade: pouca<br>Vento. moderado<br>Maré: a subir</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 13:00:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Reflexão Pessoal</title>
         <author>renatobraga</author>
         <link>https://padlet.com/renatobraga/mjg5uprg0l5j/wish/346772372</link>
         <description><![CDATA[<div>Através desta saída de campo, consegui reconstruir o passado destas paisagens, e assim descobrir os processos pelos quais passaram e as alterações que sofreram. Esta saída de campo foi bastante agradável na medida em que experienv novos métodos de estudo como analisar fósseis e rochas. Esta visita de estudo foi sem dúvida, uma vez que já tinha estado em alguns destes locais e não havia reparado, por exemplo, nos estratos carbonatados presentes no Baleal, nem na sua forma de Península. <br>Em síntese, foi uma visita de estudo bastante agradável na medida em que experienciei novos métodos de estudo. Foi uma experiência única, que tenciono voltar a repetir, dado que enriqueceu os meus conhecimentos no ramo da geologia e assim, compreender melhor os conhecimentos adquiridos anteriormente nas aulas sobre esta mesma temática. Apesar do alvo da saída de campo se focar na temática geológica  proporcionou-me também algum lazer e diversão, relativo ao convívio entre as turmas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 13:14:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Introdução</title>
         <author>renatobraga</author>
         <link>https://padlet.com/renatobraga/mjg5uprg0l5j/wish/346787639</link>
         <description><![CDATA[<div>Desta vez, em laboratório, realizamos uma experiência onde a partir de pétalas de uma Camélia, pretendíamos ver o que acontecia aos vacúolos das pétalas quando colocados em água destilada (com pouca concentração de cloreto de sódio - meio hipotónico em relação à célula) e em água salgada (com muita concentração de cloreto de sódio - meio hiperbólico em relação à célula). Antes de passarmos à parte desta experiência, devemos primeiramente conhecer melhor a célula, começando pela membrana celular que onde é se dá a entrada e saída de água no meio intracelular da célula, onde se localiza o seu vacúolo que vai sofrer transformações.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 15:31:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Membrana Plasmática ou Celular</title>
         <author>renatobraga</author>
         <link>https://padlet.com/renatobraga/mjg5uprg0l5j/wish/346788737</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1. Função:<br></strong><br><strong>Membrana celular </strong>- A membrana celular delimita a célula, seja</div><div>procariótica ou eucariótica, constituindo uma barreira seletiva entre o meio intracelular e o meio extracelular. Através da membrana a célula realiza trocas de matéria e de energia com o meio envolvente.<br>A membrana também é sensível a estímulos do meio.<br><br><strong>2. Estrutura:<br></strong><br></div><ul><li>O modelo aceite para a ultraestrutura da membrana plasmática é o Modelo de Mosaico Fluído. Segundo esta conceção, proposta por Singer e Nicholson, em 1972, a membrana é constituída por uma bicamada fosfolípidica, onde se inserem proteínas intrínsecas (ou integradas) e proteínas extrínsecas (ou periféricas);</li><li>O colesterol surge, nas membranas das<br>células animais, entre<br>as moléculas de fos- folípidos.</li></ul><div><br></div><div><strong>3. Comportamento:<br></strong><br></div><ul><li>A arquitetura da membrana é fluida ou dinâmica, ou seja, as moléculas são peças ajustáveis, podendo mesmo trocar de posição, fenómeno que será comum nos fosfolípidos e em algumas proteínas;</li><li>A membrana plasmática apresenta permeabilidade seletiva, ou seja, pode facilitar, dificultar ou impedir a passagem de<br>substâncias.<br>Tal fluxo pode ser mediado ou não por moléculas transportadoras.</li></ul><div><br><br>Agora que conhecemos melhor o que é a membrana plasmática/celular, podemos falar sobre os transportes que nela ocorrem (<strong>transportes transmembranares</strong>), mas em particular num que é o que vai acontecer na experiência.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 15:42:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Transportes Membranares</title>
         <author>renatobraga</author>
         <link>https://padlet.com/renatobraga/mjg5uprg0l5j/wish/346791293</link>
         <description><![CDATA[<div>Existem dois tipos de transporte, o <strong>mediado</strong> (onde a passagem de substâncias através da membrana ocorre por ação de moléculas transportadoras) e o <strong>não mediado</strong> (onde o fluxo de substâncias através da membrana ocorre sem intervenção de moléculas transportadoras). Além destes ainda existe o <strong>transporte em quantidade</strong>.<br><br>1. Transportes Não Mediados:<br><br><strong>  1.1. Osmose<br><br>  1.1.1. Características:</strong></div><ul><li>Movimento de água através da membrana plasmática.</li><li>Efetua-se de um meio de menor concentração em soluto (hipotónico) para um meio de maior concentração (hipertónico).</li><li>É um transporte passivo, isto é, ocorre sem qualquer gasto de energia uma vez que ocorre afavor do gradiente de concentração.</li><li>Na sequência dos movimentos osmóticos, a célula pode:</li><li>- perder água (quando o meio extracelular é um meio hipertónico), diminuindo, assim, o seuvolume celular. Nessa situação a célula diz-se <strong>plasmolisada ou em estado de plasmólise</strong>;</li><li>- ganhar água, aumentando, assim, o seuvolume celular e aumentando a pressão sobre a membrana plasmática e parede celular (pressão de turgescência). Neste caso, a célula diz-se <strong>túrgida ou no estado de turgescência</strong>.</li><li>No caso, das células animais, a pressão de turgescência pode levar a uma situação limite, à rutura da membrana plasmática – lise celular. As células eucarióticas vegetais, quando colocadas num meio fortemente hipotónico,não entram em lise celular uma vez que aparede celular (de natureza celulósica) exerce uma pressão contrária à pressão de turgescência.</li><li>Quanto maior a diferença de concentração (de soluto) entre dois meios maior é a velocidade osmótica. À medida que a diferença de concentração vai diminuindo também avelocidade osmótica diminui, acabando por estabilidade quando os dois meios se tornam isotónicos (a partir deste momento o fluxo de água é igual nos dois sentidos).</li><li>A pressão necessária para contrabalançar a tendência da água se mover de uma solução hipotónica (com elevada quantidade de moléculas de água) para uma solução hipertónica (com baixa quantidade de moléculas de água) designa-se por Pressão Osmótica. Logo, a pressão osmótica é elevada em meios hipertónicos e baixa em meios hipotónicos.</li></ul><div><br>   <strong> 1.1.2. Exemplos:</strong><br><br></div><ul><li>Água</li></ul><div><br>  <strong>1.2. Difusão Simples:<br><br>   1.2.1. Características:<br></strong><br></div><ul><li><strong> </strong>As moléculas de soluto deslocam-se do meio para o meio hipotónico, ou seja a favor do gradiente de concentração, com o objetivo de os dois meios ficarem isotónicos.</li><li>É um transporte passivo isto é, ocorre sem qualquer gasto de energia uma vez que ocorre afavor do gradiente de concentração.</li><li>A velocidade de movimentação do soluto é diretamente proporcional à diferença de concentração entre os dois meios.</li></ul><div><br>  <strong> 1.2.2. Exemplos:</strong><br><br></div><ul><li>Moléculas apolares</li><li>Alguns iões</li><li>Pequenas moléculas polares sem carga</li><li>Moléculas lipossolúveis- Gases</li></ul><div><br><strong>2. Transporte Mediado:<br><br>  2.1. Difusão Facilitada:<br><br>   2.1.1. Características:<br></strong><br></div><ul><li>Transporte  de substâncias a favor do gradiente de concentração com a intervenção de proteínas transportadoras (permeases).</li><li>É um transporte passivo isto é, ocorre sem qualquer gasto de energia uma vez que ocorre afavor do gradiente de concentração.</li><li>O processo de difusão facilitada efetua-se em três etapas:</li></ul><ol><li>Ligação da molécula a transportar à permease (proteína transportadora);</li><li>Alteração conformacional da permease (proteína transportadora), que permite a passagem da molécula através da membrana e a sua separação da permease (proteína transportadora);</li><li>Regresso da permease (proteína transportadora) à sua forma inicial.</li></ol><div><br></div><ul><li>A velocidade de transporte da substância:</li></ul><div><br>- aumenta com o aumento da diferença de</div><div>concentração de soluto entre dois meios;<br><br></div><div>- mantém-se constante quando todos os locais de ligação das permeases estão ocupados(saturados) mesmo que a concentração de soluto aumente.<br><br>   2.1.2. Exemplos:<br><br></div><ul><li>Moléculas <strong>polares, </strong>como <strong>glicose </strong>e <strong>aminoácidos</strong>.</li></ul><div><br>  <strong>2.2. Transporte Ativo:<br><br>   2.2.1.  Características:<br></strong><br></div><ul><li>Transporte de substâncias de um meio hipotónico(para um meio hipertónico, ou seja, contra o gradiente de concentração com a intervenção de proteínas transportadoras - ATPases.</li><li>O transporte ativo mantém o gradiente de concentração entre dois meios (estes nunca ficam isotónicos).</li><li>O transporte ativo é um transporte ativo, isto é, implica gasto de energia (ATP) por parte da célula, uma vez que ocorre contra o gradiente de concentração.</li><li>No transporte ativo, ao contrário do que acontece na difusão facilitada, as mudanças de forma na proteína transportadora ocorrem devido à energia resultante da hidrólise de ATP. Nesta situação, as proteínas transportadoras comportam-se como enzimas, sendo designadas ATPases.</li></ul><div><br>   <strong>2.2.2. Exemplos:<br></strong><br></div><ul><li><strong>Iões (Ex: Bomba de sódio e potássio)</strong></li></ul><div><br><strong>3. Transportes em Quantidade:</strong></div><div><br>  <strong>3.1. Endocitose:</strong><br><br>   3.1.1. Características:<br><br></div><ul><li>A célula inclui no seu citoplasma moléculas provenientes do meio exterior. Este processo inicia-se com a formação de uma invaginação da membrana plasmática que vai, progressivamente, englobando o material extracelular. Esta invaginação acaba por se destacar da membrana, formando uma vesícula endocítica.</li><li>A endocitose pode ser classificada em:</li></ul><div><br>- <strong>Fagocitose </strong>– processo endocítico em que a célula emite prolongamentos citoplasmáticos, os pseudópodes, que envolvem partículas de grandes dimensões ou mesmo células inteiras, acabando por formar uma vesícula fagocíticaque se destaca para o interior do citoplasma.<br><br>- <strong>Pinocitose</strong> – processo endocítico em que a membrana celular, por invaginação, englobafluido extracelular contendo ou não pequenas partículas, formando pequenas vesículas pinocíticas (menores que as vesículas fagocíticas).<br><br>- <strong>Endocitose mediada por recetor </strong>– processo em que as macromoléculas entram na célula,ligadas a recetores membrana, através de vesículas endocíticas.<br><br>   3.1.2. Exemplos:<br><br></div><ul><li>Macromoléculas. gotículas de solutos, bactérias captadas por glóbulos brancos</li></ul><div><br> <strong> 3.2. Exocitose:<br></strong><br>   <strong>3.2.1. Características:</strong><br><br></div><ul><li>A célula liberta para o meio extracelular produtos resultantes da digestão intracelular ou moléculas sintetizadas no seu interior, como produtos do metabolismo celular, certas secreções (hormonas) e proteínas estruturais (colagénio).</li><li>Neste processo as vesículas de secreção convergem para a membrana plasmática, fundem-se com ela e libertam o seu conteúdo no meio extracelular.</li></ul><div><br> <strong>  3.2.2. Exemplos:</strong><br><br></div><ul><li>Resíduos de digestão Intracelular; </li><li>Proteínas;</li><li>Hormonas.</li></ul><div><br><br>Agora que já conhecemos todos os tipos de transportes e as suas características e exemplos, podemos finalmente passar à experiência.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 16:07:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/renatobraga/mjg5uprg0l5j/wish/346791293</guid>
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         <title>Atividade Laboratorial: Osmose</title>
         <author>renatobraga</author>
         <link>https://padlet.com/renatobraga/mjg5uprg0l5j/wish/346791413</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Material:</strong></div><div><br></div><ul><li>Microscópio Ótico;</li><li>Lâminas e lamelas;</li><li>Pinça;</li><li>Agulha de dissecção;</li><li>Marcador;</li><li>Conta-Gotas;</li><li> Água destilada;</li><li>Água salgada (solução de cloreto de sódio a 12%):</li><li>Pétalas vermelhas de camélia;</li></ul><div><br><strong>-  Procedimento:<br><br></strong>1. Com o auxílio da pinça, destacámos dois fragmentos da epiderme superior das pétalas;<br><br>2. Preparámos duas lâminas distintas a que designámos de A e B;<br><br>3. Na lâmina A, colocámos um dos fragmentos da epiderme da pétala numa gota de água destilada e cobrimos com uma lamela;<br><br>4. Na lâmina B, colocámos o outro fragmento de epiderme numa gota de água salgada e cobrimos com uma lamela;<br><br>5. Observámos as duas preparações ao microscópio e desenhámos as observações que fizemos;<br><br><strong>Conclusão:</strong><br><br>Depois de realizado todo este procedimento e termos feito as respetivas observações e feito os desenhos, podemos concluir que houve diferenças no vacúolo das células das pétalas das lâminas A e B. Na lâmina A, onde a pétala esteve em contacto com água destilada (com baixa concentração de cloreto de sódio - meio hipotónico) o vacúolo das células tinham o vermelho pouco concentrado e o vacúolo apresentava grandes dimensões. Assim, podemos concluir que a água entrou dentro da célula por osmose e fez com que o vacúolo aumentasse de tamanho e com que o vermelho fosse menos concentrado, porque ocupou uma grande área - neste caso a célula ficou em estado de turgescência. <br>Já no caso da lâmina B, onde a pétala esteve em contacto com água salgada (com elevada concentração de cloreto de sódio - meio hipertónico), o vacúolo das células tinha diminuído de tamanho, mas desta vez o vermelho estava mais concentrado. Com este resultado, podemos concluir que a água saiu por osmose para fora da célula, o que fez com que o vacúolo diminuísse de tamanho e fizesses com os pigmentos vermelhos se aproximassem, ficando com um aspeto mais concentrado - neste caso podemos afirmar que a célula ficou em estado de plasmólise.<br><br>Esta experiência permitiu-me perceber melhor os estados de plasmólise e de turgescência das células e ajudou-me a perceber melhor os transportes transmembranares, nomeadamente a osmose. Além disso, evolui as minhas capacidades de trabalho, principalmente no uso do microscópio ótico composto e na preparação de soluções.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 16:08:42 UTC</pubDate>
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         <title>Lmina A</title>
         <author>renatobraga</author>
         <link>https://padlet.com/renatobraga/mjg5uprg0l5j/wish/346819384</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta imagem temos presente a lâmina vista a microscópio, no qual a pétala encontra-se em contacto com água destilada, onde observamos que o vacúolo das células aumentaram de tamanho.<br>(Ampliação= Ocular(10x) x Objetiva(40x) = 400x)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 20:40:30 UTC</pubDate>
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         <title>Lâmina B</title>
         <author>renatobraga</author>
         <link>https://padlet.com/renatobraga/mjg5uprg0l5j/wish/346821040</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta imagem temos presente a lâmina B vista ao microscópio, onde observamos a pétala em contacto com a água salgada, onde vemos que o vacúolo das células diminuíram de tamanho. <br>(Ampliação= Ocular(10x) x Objetiva(10x) = 100x</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 20:53:31 UTC</pubDate>
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         <title>Notícia sobre o Lince Ibérico</title>
         <author>renatobraga</author>
         <link>https://padlet.com/renatobraga/mjg5uprg0l5j/wish/346821280</link>
         <description><![CDATA[<div>No início do ano, tinham sido soltas mais duas crias de lince-ibérico. No entanto, só este ano, já morreram dois linces que foram atropelados. Governo diz estar a investir em sinalização para tentar mitigar acidentes.<br>Mais dois linces-ibéricos vão ser libertados no Alentejo, esta quinta-feira, para reforçar a população selvagem da espécie a viver no Parque Natural do Vale do Guadiana (PNVG).Trata-se de uma fêmea, <em>Paprika</em>, nascida no Centro Nacional de Reprodução do Lince-Ibérico, em Silves, e de um macho do Centro La Granilla, em Espanha.<br>Já este ano tinham sido soltos na natureza mais dois linces-ibéricos. As libertações destes felinos têm como objectivo <a href="https://www.publico.pt/2017/12/12/p3/noticia/o-linceiberico-continua-a-ser-reintroduzido-na-peninsula-iberica-para-afastar-perigo-de-extincao-1846828#gs.Wsk4fD9O">restabelecer uma população selvagem autónoma</a>, garantindo também uma diversidade genética adequada. <br><br></div><div>O lince-ibérico é um dos felinos mais ameaçados do mundo. No entanto, devido à acção conjunta entre Portugal e Espanha, é possível ter hoje na natureza 650 linces em liberdade na Península Ibérica, diz ao PÚBLICO a secretária de Estado do Ordenamento do Território e da Conservação da Natureza, Célia Ramos.<br><br></div><div>Ambos os animais que serão agora postos na natureza têm onze meses e serão soltos na Herdade da Bombeira, no concelho de Mértola. Paprika nasceu em Março do ano passado no Centro Nacional de Reprodução do Lince-Ibérico, que desde 2009 trabalha na criação e reintrodução destes felinos em Portugal. Esta fêmea foi um dos linces que, com o incêndio de Monchique às portas do centro, acabou por ser transferida para Espanha. <a href="https://www.publico.pt/2018/12/12/sociedade/noticia/linces-estao-regresso-silves-1854375#gs.3DUQa27T">Regressou ainda antes do Natal</a> sã e salva e será agora libertada na natureza. <br><br></div><div> <br><a href="https://www.publico.pt/2019/02/20/local/noticia/vao-libertados-dois-lincesiberico-mertola-1862776">https://www.publico.pt/2019/02/20/local/noticia/vao-libertados-dois-lincesiberico-mertola-1862776</a><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 20:55:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/renatobraga/mjg5uprg0l5j/wish/346821280</guid>
      </item>
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         <title>Introdução</title>
         <author>renatobraga</author>
         <link>https://padlet.com/renatobraga/mjg5uprg0l5j/wish/366546664</link>
         <description><![CDATA[<div>No 3º período do ano, realizamos uma atividade laboratorial diretamente relacionada com o tema 2 da unidade 3 , cujo o nome é <strong>"Trocas Gasosas em Seres Multicelulares". </strong>Nesta atividade, o tema foi ainda um pouco mais específico, centrado apenas nas <strong>"Trocas Gasosas nas Plantas"  </strong>(tema 2.1). Neste tema, estudámos a forma como as plantas realizam uma série de reações metabólicas, incluindo a respiração celular, a fotossíntese e a transpiração, indispensáveis à sua sobrevivência. Estas reações estão diretamente relacionadas com as trocas gasosas que ocorrem ao nível dos estomas, concluindo assim que o objetivo da experiência passava pela observação dos mesmos. Como tal, observamos os estomas ao microscópio ótico composto com o intuituito de perceber primeiramente perceber como é a estrutura dos estomas , comparar a quantidade de estomas na face superior e inferior das folhas e de observar o efeito da luz e da salinidade na abertura e fecho dos estomas. <br>(<a href="https://paraquesirven.es/estomas/">https://paraquesirven.es/estomas/</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 09:58:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/renatobraga/mjg5uprg0l5j/wish/366546664</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Estrutura dos estomas</title>
         <author>renatobraga</author>
         <link>https://padlet.com/renatobraga/mjg5uprg0l5j/wish/366547352</link>
         <description><![CDATA[<div>Antes de iniciar a respetiva atividade laboratorial devemos conhecer com alguma especificidade a estrutura dos estomas.<br>Os estomas são estruturas constituídas por duas células-guarda , que são constituídas por cloroplastos , núcleo e vacúolos. Além disso possui um ostíolo ao centro (trata-se da "zona de abertura" do estoma) e depois são envolvidos por células da epiderme.<br>(<a href="http://fisiologiavegetal.es/2018/05/la-importancia-de-los-estomas/">http://fisiologiavegetal.es/2018/05/la-importancia-de-los-estomas/</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 10:12:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/renatobraga/mjg5uprg0l5j/wish/366547352</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Trocas gasosas nas plantas</title>
         <author>renatobraga</author>
         <link>https://padlet.com/renatobraga/mjg5uprg0l5j/wish/366547671</link>
         <description><![CDATA[<div>As trocas gasosas nas plantas bem como a transpiração realizam-se ao nível dos estomas. A abertura e o fecho dos estomas controla as trocas gasosas da planta. Este mecanismo está relacionado com o estado de turgescência ou de plasmólise das células guarda. Assim, se as células–guarda (ou células estomáticas) estão túrgidas, o estoma abre, pelo contrário, se as células-guarda estão plasmolisadas, o estoma fecha. As células-guarda são estruturalmente diferentes das diversas células epidérmicas onde se localizam. Possuem cloroplastos e a sua parede celular não apresenta sempre a mesma espessura, uma vez que são mais espessas junto do ostíolo e menos espessas junto das células-companhia. As zonas mais finas da parede celular das células-guarda são mais elásticas, assim permite-lhes reagir de forma diferente à pressão de turgescência e, assim, abrir ou fechar. <br>Então:<br> <br>• Se a pressão de turgescência é elevada, significa que entrou água para as células-guarda, o que vai provocar o aumento do seu volume, deste modo as células ficam túrgidas. No entanto, como a parede celular destas células é menos espessa junto das células companhia, logo, mais elásticas, distende-se mais do que a parede junto do ostíolo, pelo que o estoma abre. <br><br>• Se a pressão de turgescência é baixa, significa que saiu água das células-guarda, o que vai provocar uma diminuição do seu volume, regressando à sua forma original, ficando plasmolisadas, pelo que o estoma fecha. <br> <br>A causa da turgescência das células-guarda e consequentemente a taxa de transpiração pode ser atribuída à concentração de iões (Ex: iões K+ que entram nas células guarda por transporte ativo levando à turgescência das células e posterior abertura do estoma), à intensidade luminosa, à concentração de CO2, à temperatura do ar, ao vento, conteúdo do solo em água e ao pH. <br>A partir destes fatores conseguimos prever e perceber o efeito de cada um na abertura e fecho dos estomas.<br><br>Efeito da Temperatura:<br> Quanto maior a temperatura do ar, mais rápida é a transpiração das folhas, pelo que mais rápida é a entrada de água, a partir do xilema, para as células-guarda, hipertónicas em relação ao meio, o que provoca a sua turgescência. Os estomas abrem. <br><br>Efeito da taxa de fotossíntese:<br> Uma maior taxa de fotossíntese implica consumo de CO2, menos acidez e, logo, maior concentração de glicose nas células-guarda, que ficam hipertónicas e túrgidas. Desre modo, os estomas abrem. <br><br>Efeito da quantidade de água disponível do solo:<br> Com muita água disponível no solo, os estomas abrem. Com escassez de água no solo, as células-guarda ficam hipertónicas mas não ganham água nem ficam túrgidas. Os estomas permanecem fechados.<br><br>Efeito da humidade do ar :<br> Quanto menor for a humidade do ar, maior será a transpiração, pois mantém-se um gradiente de concentração entre o ar atmosférico e a folha. A água passa continuamente para as células-guarda, que ficam túrgidas, provocando a abertura do estoma. <br><br>Efeito do vento:<br> O vento, fraco e moderado, arrasta as partículas de água resultantes da transpiração, baixando a humidade junto das células-guarda, mantendo deste modo um gradiente de concentração entre as folhas e a atmosfera. A água sai novamente das células, é novamente arrastada pelo vento, aumentando a transpiração da planta. Se o vento é muito forte, pelo contrário, a transpiração diminui, pois ocorre o fecho dos estomas devido a uma excessiva perda de água. <br>(<a href="http://www.ae-fafe.pt/moodle/file.php/334/INFORMATIVAS/NI_23_-_Trocas_gasosas_nas_plantas.pdf">http://www.ae-fafe.pt/moodle/file.php/334/INFORMATIVAS/NI_23_-_Trocas_gasosas_nas_plantas.pdf</a>) (<a href="http://www.ae-fafe.pt/moodle/file.php/334/PRATICAS/AP_07_-_Observacao_de_estomas_-_CC.pdf">http://www.ae-fafe.pt/moodle/file.php/334/PRATICAS/AP_07_-_Observacao_de_estomas_-_CC.pdf</a>) (<a href="http://cienciasdavidaedaterra25.blogspot.com/2012/03/abertura-e-fecho-dos-estomas.html">http://cienciasdavidaedaterra25.blogspot.com/2012/03/abertura-e-fecho-dos-estomas.html</a>)<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 10:18:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/renatobraga/mjg5uprg0l5j/wish/366547671</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade Laboratorial</title>
         <author>renatobraga</author>
         <link>https://padlet.com/renatobraga/mjg5uprg0l5j/wish/366548505</link>
         <description><![CDATA[<div>Conhecemos melhor o nosso objeto de estudo, podemos iniciar a atividade laboratorial. <br><br><strong> Objetivos:</strong><br><br>Como já referidos na introdução, os nossos objetivos são os seguintes:<br><br></div><ul><li>Observar a estrutura dos estomas;</li><li>Comparar a quantidade de estomas nas faces superior e inferior das folhas;</li><li>Observar a influência da luz e da salinidade na abertura e fecho dos estomas.</li></ul><div><br><strong> Material:</strong></div><div><br></div><ul><li>Folhas verdes frescas de <em>Tradescantia </em>(ou outra planta);</li><li>Pinça;</li><li>Bisturi;</li><li>Conta-gotas;</li><li>Lâminas;</li><li>Lamelas;</li><li>Papel de filtro;</li><li>Água destilada (Meio hipotónico);</li><li>Solução de cloreto de sódio a 12% (Água salgada - meio hipertónico);</li><li>Solução de Ringer (ou soro fisiológico);</li><li>Microscópio ótico;</li><li>Candeeiro de mesa;</li></ul><div><br><strong> Procedimento:</strong><br><br></div><ol><li>Coloque duas folhas de <em>Tradescantia </em>debaixo da luz direta de um candeeiro durante alguns minutos (evitar uma exposição prolongada ao calor);</li><li>Coloque outras duas folhas de <em>Tradescantia </em>no escuro pelo menos durante 30 minutos;</li><li>Faça, com um bisturi, um golpe na epiderme inferior de uma folha que esteve exposta à luz;</li><li>A partir deste golpe destaque, com uma pinça, uma película de espessura reduzida da epiderme da folha;</li><li>Coloque a película sobre uma lâmina com uma gota de solução de Ringer ou soro fisiológico, de tal forma que a epiderme fique completamente distendida;</li><li>Cubra a preparação com uma lamela;</li><li>Observe a preparação ao microscópio, usando uma ocular de 10x e a objetiva de 10x;</li><li>Desenhe e legende um estoma e algumas células da epiderme circundante;</li><li>Conte o número de estomas que se encontram no campo de visão. Repita o procedimento em duas outras áreas da preparação. Registe as observações;</li><li>Repita os procedimentos 3. a 9., mas com a epiderme superior da folha;</li><li>Repita os procedimentos 3. a 8., utilizando uma folha que esteve às escuras;</li><li>Repita os procedimentos 3. a 8., utilizando água destilada como meio de montagem;</li><li>Repita os procedimentos 3. a 8., utilizando solução de cloreto de sódio como meio de montagem;</li></ol><div><br><strong>Conclusão:<br><br></strong>Com a seguinte atividade laboratorial, consolidamos o estudo sobre a estrutura das próprias faces da folha, como também as estruturas dos estomas e o seu funcionamento. Durante esta atividade, conseguimos também entender o funcionamento do mecanismo de abertura e o fecho dos estomas, especificamente quando os mesmos se encontram na presença de luz/obscuridade e em meios salinos/alcalinos e como se realiza a variação da quantidade de estomas nas faces da folha e a razão para tal. <br>Concluimos que na presença da luz e/ou em água destilada os estomas abrem e na presença da obscuridade e/ou em água salgada fecham e estudámos estes processos. Em suma, para além desta atividade ajudar a conciliar os conhecimentos adquiridos.<br>(<a href="http://www.ae-fafe.pt/moodle/file.php/334/PRATICAS/AP_07_-_Observacao_de_estomas.pdf">http://www.ae-fafe.pt/moodle/file.php/334/PRATICAS/AP_07_-_Observacao_de_estomas.pdf</a>)<br>(Imagem de um estoma da face inferior da <em>Tradescantia </em>em água destilada que se encontrou na presença de luz com uma ampliação de 400x - objetiva=40x e ocular=10x, vista ao microscópio ótico composto - Estoma aberto)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 10:37:36 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Imagem</title>
         <author>renatobraga</author>
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         <description><![CDATA[<div>Imagem de um estoma da face inferior da <em>Tradescantia </em>em água destilada que se encontrou na presença de luz com uma ampliação de 100x - objetiva=10x e ocular=10x, vista ao microscópio ótico composto - Estoma aberto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 11:01:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Imagem </title>
         <author>renatobraga</author>
         <link>https://padlet.com/renatobraga/mjg5uprg0l5j/wish/366549715</link>
         <description><![CDATA[<div> Imagem de um estoma da face inferior da <em>Tradescantia </em>em água destilada que se encontrou na presença de luz com uma ampliação de 40x - objetiva=4x e ocular=10x, vista ao microscópio ótico composto - Estoma aberto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 11:04:27 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeo Estomas</title>
         <author>renatobraga</author>
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         <pubDate>2019-06-09 11:29:29 UTC</pubDate>
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         <title>Pedro Nogueira</title>
         <author>renatobraga</author>
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         <pubDate>2019-06-09 11:31:06 UTC</pubDate>
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         <title>Rosa Alexandra</title>
         <author>renatobraga</author>
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         <pubDate>2019-06-09 11:32:18 UTC</pubDate>
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         <title>Rui Filipe</title>
         <author>renatobraga</author>
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         <pubDate>2019-06-09 11:33:09 UTC</pubDate>
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         <title>Rodrigo Silva</title>
         <author>renatobraga</author>
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         <pubDate>2019-06-09 11:37:10 UTC</pubDate>
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