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      <title>mulheres negras na literatura by Nicole Nery</title>
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      <description>Partilhe as suas ideias e comente as dos outros!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-10-16 22:22:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nnery2006</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Conceição</strong> <strong>Evaristo</strong> <strong>é uma escritora mineira</strong>, de Belo Horizonte, nascida em 29 de novembro de 1946, e doutora em Literatura Comparada. Escritora <strong>de origem pobre e de etnia negra</strong>, seus textos trazem a experiência de opressão e marginalidade, com forte valorização da memória ancestral.</p><p>A importância da literatura de Conceição Evaristo se dá na medida em assume uma postura crítica e sensível em relação à história do povo negro no Brasil. Tal posicionamento já se revela em seu romance de estreia e livro mais célebre, <em>Ponciá Vicêncio</em>.</p><p>Sua escrita tem grande relevância para a formação cultural brasileira e a levou a receber o título de Personalidade Literária do Ano pelo Prêmio Jabuti, em 2019.</p><p>Os temas que aborda têm relação com suas experiências de vida, pois aprofundam <strong>reflexões sobre discriminação racial e desigualdades de classe e de gênero</strong>, trazendo um retrato contundente de grande parte da população brasileira.</p><p>Por conta disso, Conceição criou o termo "<strong>escrevivência</strong>" para definir essa escrita que surge do dia a dia, dos acontecimentos comuns do cotidiano, carregados de memórias pessoais e coletivas de seu povo.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-16 22:46:52 UTC</pubDate>
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         <author>nnery2006</author>
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         <description><![CDATA[<p>Uma das primeiras escritoras negras do Brasil, Carolina Maria de Jesus é considerada uma das mais importantes escritoras do país.</p><p>"A obra de Carolina Maria de Jesus é marcadamente memorialística, uma literatura de testemunho, em que a autora expõe a realidade em que vive e reflete sobre ela. Nessa perspectiva, seus principais livros são:</p><p>Quarto de despejo (1960);</p><p>Casa de alvenaria (1961);</p><p>Diário de Bitita (1986);</p><p>Meu estranho diário (1996).</p><p>O livro que fez mais sucesso foi Quarto de despejo, mas isso não se repetiu. Os livros seguintes não despertaram o interesse nem da crítica nem da imprensa brasileira. A autora começou a cair no esquecimento."</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-16 22:53:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nnery2006</author>
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         <description><![CDATA[<p>Elizandra Souza, nascida em 1983 na periferia de São Paulo, cresceu em&nbsp; Nova Soure, pequena cidade da Bahia</p><p>A poesia, para a autora, tem como ponto de partida a vontade de revelar a sua condição étnica e de gênero sem que necessite se utilizar tais palavras. Seu poema “Em legítima defesa”, impulsionou a criação do livro <em>Águas da cabaça </em>e aborda a violência contra a mulher e o relato de casos midiatizados. Perante toda uma herança escravocrata, Elizandra Souza entende que a mulher negra está na base da sociedade brasileira, uma vez que as discriminações de raça, gênero e classe se entrelaçam e contribuem para que o racismo seja tratado apenas como um preconceito social.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-16 22:57:59 UTC</pubDate>
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         <author>nnery2006</author>
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         <description><![CDATA[<p>Escritora, ativista, feminista. Jenyffer Nascimento nasceu em 1984, na cidade de Paulista, em Pernambuco. É produtora e apreciadora de arte, frequentadora assídua de saraus nas periferias de São Paulo.</p><p>Participou da coletânea Sarau do Binho e tem poemas publicados na antologia <em>Pretextos de mulheres negras</em> (2013), coletânea que contou com a participação de vinte e duas autoras. Seu primeiro trabalho individual é&nbsp;<em>Terra fértil</em> (Editora Mjiba, 2014). Em suas 170 páginas, a autora aborda o tema do amor, como no poema “Samba jazz” em que trata de um encontro entre pessoas de diferentes classes sociais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-16 23:05:09 UTC</pubDate>
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         <author>nnery2006</author>
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         <description><![CDATA[<p>Ana Maria Gonçalves nasceu em 1970 em Ibiá, Minas Gerais. Publicitária por formação, residiu em São Paulo por treze anos até se cansar do ritmo intenso da cidade e da profissão.</p><p>Em 2006, a autora torna-se conhecida em todo o país com o lançamento de <em>Um defeito de cor</em>, narrativa monumental de 952 páginas. O romance encena em primeira pessoa a trajetória de Kehinde, nascida no Benin (atual Daomé), desde o instante em que é escravizada, aos oito anos, até seu retorno à África, décadas mais tarde, como mulher livre, porém sem o filho, vendido pelo próprio pai a fim de saldar uma dívida de jogo.</p><p>O texto dialoga com o modelo pós-moderno da metaficção historiográfica e remete às biografias de Luiza Mahin – celebrada heroína do Levante dos Malês, ocorrido em Salvador em 1835 – e do poeta Luiz Gama – líder abolicionista e um dos precursores da literatura negra no Brasil, também vendido como escravo pelo próprio pai. <em>Um defeito de cor</em> conquistou o importante Prêmio Casa de Las Américas de 2006 como melhor romance do ano.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-16 23:08:38 UTC</pubDate>
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