<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Clonagem do padlet REDAÇÃO: A PANDEMIA 3º ano EM  by ELIENE ROSA CHAVES</title>
      <link>https://padlet.com/elienerchaves/mic570inkyf4kvei</link>
      <description>Tema da Redação: Coronavírus e crise de saúde global.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-18 21:15:19 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2021-05-19 18:01:04 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title></title>
         <author>elienerchaves</author>
         <link>https://padlet.com/elienerchaves/mic570inkyf4kvei/wish/1537566652</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=-MJe4iNz9K4" />
         <pubDate>2021-05-18 21:20:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/elienerchaves/mic570inkyf4kvei/wish/1537566652</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>elienerchaves</author>
         <link>https://padlet.com/elienerchaves/mic570inkyf4kvei/wish/1537568536</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.concursosnobrasil.com.br/artigos/tema-de-redacao-coronavirus.html" />
         <pubDate>2021-05-18 21:20:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/elienerchaves/mic570inkyf4kvei/wish/1537568536</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>elienerchaves</author>
         <link>https://padlet.com/elienerchaves/mic570inkyf4kvei/wish/1537577167</link>
         <description><![CDATA[<div>TEXTO&nbsp; AUXILIAR PARA A PRODUÇÃO DA REDAÇÃO&nbsp;</div><div><strong>Covid-19 e crise global de saúde. Estamos prontos para seguir em frente?</strong>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Em maio de 2020 publicamos um artigo falando sobre as <a href="https://pebmed.com.br/quais-as-principais-consequencias-metabolicas-da-pandemia-por-covid-19/">consequências metabólicas da pandemia</a> que ainda começava a se desenvolver em nosso país. Na época, muitos estudos já haviam sido publicados, especialmente em outros países, sugerindo ou já evidenciando o impacto das mudanças do estilo de vida e do prejuízo no gerenciamento de doenças crônicas — entre outros fatores — na saúde da população. Já havia muitos sinais de que uma crise de saúde global devido à Covid-19, agora claramente visível, se instalava.<br><br></div><div>Populações mais vulneráveis como idosos e portadores de doenças crônicas não transmissíveis (DNTs) foram as mais afetadas, o que já era esperado com base em dados de epidemias anteriores, e conhecendo-se o fato de que as DNTs se constituem na principal causa de morbimortalidade na população global, além de serem importantes fatores de risco para uma evolução mais grave da Covid-19. Hospitalizações e mortes desproporcionais ocorreram em todo o mundo, e estiveram relacionadas não apenas à infecção pelo novo coronavírus, mas também à descompensação das doenças de base.<br><br></div><div><strong>O que esperar para o futuro?<br></strong><br></div><div>Até agora a busca por respostas para um melhor atendimento a nossos pacientes frente à pandemia foi uma prioridade, incluindo especialmente a busca por maneiras eficazes e seguras de detecção, tratamento e prevenção da doença, entre tantas outras questões que ainda precisam ser respondidas. Com a perspectiva do início da vacinação contra o SARS-CoV-2 espera-se uma redução do número de casos e, mais do que isso, uma redução no risco de evolução para as formas mais graves da doença, o que nos traz conforto e esperança. Seria hora de ir além?<br><br></div><div><a href="https://pebmed.com.br/vacinas-contra-covid-19-gestantes-e-lactantes-devem-receber/"><strong>Leia também:&nbsp;</strong>Vacinas contra Covid-19: gestantes e lactantes devem receber?<br></a><br></div><div>Já é hora de nos perguntarmos quais foram nossos principais erros e acertos? O que deve ser mantido e o que deve ser descartado para convivermos com o que tem sido chamado de “novo normal”? Estamos preparados para conseguir melhores resultados ainda nesta pandemia? Estaremos mais preparados para o enfrentamento de situações semelhantes no futuro? É claro que não há respostas simples para tantas situações complexas.<br><br></div><div>Uma revisão de literatura realizada por Barone <em>et al.</em> traz evidências de que a crise de saúde nacional e global causada pela Covid-19 poderia ter sido evitada ou minimizada se medidas para proteger as populações de alto risco fossem implementadas em tempo hábil. A revisão reuniu experiências de diferentes países, destacando pontos fortes e fracos em resposta à pandemia por Covid-19.<br><br></div><div><strong><br>Veja abaixo 10 questões abordadas pelos autores:<br></strong><br></div><ol><li>É lamentável que a maior parte do conhecimento disponível de epidemias anteriores de <a href="https://pebmed.com.br/influencia-de-raca-e-etnia-na-sindrome-respiratoria-aguda-grave-por-sars-cov-2/">Síndrome Respiratória Aguda Grave</a> (SARS), especialmente sobre o maior risco de gravidade e mortalidade em pessoas com diabetes e outras DNTs tenha sido ignorado, e que as ações preventivas sobre essas populações não tenham sido oportunas e eficazes na maior parte do mundo.</li><li>Muitas revistas científicas dedicaram edições completas a artigos sobre Covid-19. A maioria deles forneceu dados relevantes sobre aspectos epidemiológicos, especificidades e dinâmica da infecção, vacinas e desenvolvimento do tratamento e/ou medidas adotadas para prevenção da transmissão, porém pouco foi compartilhado em termos de agrupamentos de lições globais para proteção das pessoas com diabetes e outras DNTs.</li><li>É fundamental destacar que, além da prevenção do contágio, as medidas devem ter como foco a minimização do risco de agravamento em caso de infecção. Diferentes grupos de pesquisa relataram que os níveis glicêmicos foram independentemente associados às chances de hospitalização, gravidade e morte de pacientes com Covid-19. Consequentemente, manter a glicemia no alvo tornou-se um mantra durante a pandemia.</li><li>O impacto da pandemia, especialmente nas populações de maior risco, era previsível. Pesquisadores da China já haviam revelado em 2006 que uma história de diabetes e níveis elevados de glicose no plasma eram preditores independentes de morbidade e mortalidade entre pacientes com SARS. No entanto, o desenvolvimento de vacinas e tratamentos promissores foi interrompido devido à ausência de ressurgimento da SARS, apesar do conhecimento e das previsões de transmissão contínua, bem como da necessidade de proteção precoce das populações de maior risco.</li><li>Na ausência de uma vacina ou antivirais eficazes contra o SARS-CoV-2, políticas tiveram que ser implementadas rapidamente. As primeiras medidas pareceram extremamente limitadas em diferentes partes do mundo. Entre os países que experimentaram alta carga de Covid-19, o Brasil foi alertado de que 34–54,5% de sua população adulta estava em risco de Covid-19 grave.</li><li>A crise dos sistemas globais de saúde provocada pela Covid-19 é, na realidade, consequência da ineficiência na adoção de medidas precoces e eficazes de proteção aos diabéticos, outras DNTs e idosos. Os autores concluíram que medidas eficazes para proteger indivíduos com comorbidades teriam potencialmente reduzido pelo menos metade da ocupação dos hospitais, número total de mortes e carga de Covid-19 nos sistemas de saúde, poupando parte de seu impacto na economia global.</li><li>Durante a pandemia, alterações glicêmicas foram relacionadas à rotina alterada e dificuldade de acesso a serviços de saúde e medicamentos. Entre outros potenciais motivos foram citados o aumento do consumo alimentar, redução da atividade física, aumento do tempo de tela (TV, internet), adiamento ou cancelamento de exames e consultas médicas e interrupção do tratamento, até por indisponibilidade de insumos.</li><li>No caso do diabetes e outras DNTs, embora medidas gerais de distanciamento físico, uso de máscaras faciais, higienização das mãos e permanência em casa fossem fundamentais, estratégias adicionais para proteger a saúde desses indivíduos e a rotina de autocuidado precisavam ser planejadas para garantir o acesso a serviços de saúde e medicamentos de qualidade, além de garantir a manutenção de um estilo de vida saudável.</li><li>Além de bloqueios gerais, 🤬, rastreamento, isolamento e medidas de higiene, outras intervenções específicas para o controle do diabetes e das comorbidades mostraram-se cruciais para permitir a continuidade dos serviços de atendimento durante a pandemia. Essas intervenções incluíram <a href="https://pebmed.com.br/como-fazer-uma-teleconsulta-de-qualidade-na-atencao-primaria/">teleconsulta</a>, educação digital e monitoramento à distância, prescrições eletrônicas, opções de entrega de medicamentos e atendimento domiciliar.</li><li>Assim como os ajustes nos sistemas de saúde foram fundamentais, o compromisso em comunicar e educar adequadamente as pessoas durante a pandemia esteve entre os principais desafios a serem enfrentados. O artigo cita diversas iniciativas da Sociedade Brasileira de Diabetes, assim como de outras importantes entidades ao redor do mundo, nesse processo que alcançou não só a classe médica e outros profissionais de saúde, como também a população leiga.</li></ol><div>Embora não pareça que o conhecimento de epidemias anteriores de SARS tenha sido usado de forma eficiente para prevenir oportunamente a crise de saúde global provocada pela pandemia Covid-19, alguns países fizeram um bom trabalho adotando medidas específicas, além de bloqueio, teste, rastreamento e isolamento.<br><br></div><div>A figura mostra a taxa de letalidade e casos de Covid-19 por milhão de pessoas de países selecionados citados neste artigo, de 22 de janeiro a 5 de setembro de 2020.<br><br></div><div>Os países que adotaram medidas gerais precoces por meio de ajustes rápidos no sistema de saúde, e especificamente focados no apoio a grupos de maior risco como idosos, pessoas com diabetes e outras DNTs, experimentaram uma crise de saúde menos grave.</div><div><strong><br>Lições aprendidas e conclusões<br></strong><br></div><div>Diversas soluções digitais, incluindo plataformas de dados, novos aplicativos, chatbots, mídia social tradicional e mensagens SMS foram adotadas para disseminar informações, educar pacientes, rastrear indivíduos e monitorar sua saúde, apoiar o autocuidado e permitir teleconsultas em todo o mundo. A telemedicina e outras estratégias digitais estiveram entre aquelas de maior sucesso durante a pandemia e são vistas como permanentes.<br><br></div><div>Apesar disso as desigualdades socioeconômicas constituíram uma barreira adicional no planejamento de medidas de proteção adequadas.<br><br></div><div>Sistemas resilientes para prevenir e tratar diabetes e outras DNTs levam a uma menor prevalência de DNTs e melhor controle metabólico, resultando em redução da morbidade e mortalidade pandêmica.<br><br></div><div>Parcerias entre o setor público, privado e sem fins lucrativos, incluindo a sociedade científica e civil, mostraram adicionar alternativas importantes para ajudar os carentes e melhorar o atendimento.<br><br></div><div><a href="https://pebmed.com.br/covid-19-efeitos-das-aglomeracoes-do-fim-do-ano/"><strong>Saiba mais:&nbsp;</strong>Covid-19: efeitos das aglomerações do fim do ano<br></a><br></div><div>Nesse ínterim, identificou-se que planos descentralizados e descoordenados, falta de infraestrutura e iniquidades sociais constituem barreiras para o sucesso das respostas dos governos e dos sistemas de saúde.<br><br></div><div>Somente por meio de uma ação coordenada globalmente seremos capazes de prevenir taxas de mortalidade extremas, evitar as terríveis consequências dos sistemas globais de saúde e o colapso econômico que vários países enfrentaram durante a pandemia Covid-19.<br><br></div><div><strong>Autor(a):<br></strong><br></div><div><a href="https://pebmed.com.br/author/daniele-zaninelli/">Daniele Zaninelli</a></div><div><br>Graduada em Medicina pela UFPR (1998) ⦁ Especialização em Endocrinologia e Metabologia no HC/UFPR ⦁ Título de Especialista em Endocrinologia e Metabologia (2003) ⦁ Mestrado no Serviço de Endocrinologia e Metabologia pelo Departamento de Clínica Médica do HC/UFPR ⦁ Membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia / Membro da Endocrine Society ⦁ Presidente da Associação SEMPR Amigos (SEMPR: Serviço de Endocrinologia e Metabologia do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná)<br><br></div><div><strong>Referências bibliográficas:<br></strong><br></div><ul><li>Barone MTU et al. Covid-19 associated with diabetes and other noncommunicable diseases led to a global health crisis. Diabetes Research and Clinical Practice. 2020 Dec 9;171:108587. doi: <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33307134/">10.1016/j.diabres.2020.108587</a>.</li></ul><div>&nbsp;</div>]]></description>
         <pubDate>2021-05-18 21:24:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/elienerchaves/mic570inkyf4kvei/wish/1537577167</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/elienerchaves/mic570inkyf4kvei/wish/1540798395</link>
         <description><![CDATA[<div>Proposta de Atividade muito interessante com texto motivador.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-05-19 18:01:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/elienerchaves/mic570inkyf4kvei/wish/1540798395</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
