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      <title>Em-leitura: Pedagogia do Oprimido by Círculo de Estudos e Pesquisas Freireanos</title>
      <link>https://padlet.com/cepfreireanos/pedagogiadooprimido</link>
      <description>Compartilhe conosco suas impressões e lembranças causadas pela leitura do livro Pedagogia do Oprimido. Se possível, pedimos que os registros sejam feitos antes dos nossos encontros, para que possam contribuir com o diálogo sobre os capítulos.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-06-17 16:25:43 UTC</pubDate>
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         <title>BATIMENTOS COM A PEDAGOGIA DO OPRIMIDO</title>
         <author>cepfreireanos</author>
         <link>https://padlet.com/cepfreireanos/pedagogiadooprimido/wish/1612625396</link>
         <description><![CDATA[<div>ROGÉRIO<br><br>PARTE 1 - VIDAS SECAS - FABIANO<br><br>Fabiano ia satisfeito. Sim senhor, arrumara-se. Chegara naquele estado, com a família morrendo de fome, comendo raízes. Caíra no fim do pátio, debaixo de um juazeiro, depois tomara conta da casa deserta. Ele, a mulher e os filhos tinham-se habituado à camarinha escura, pareciam ratos - e a lembrança dos sofrimentos passados esmorecera.<br>Pisou com firmeza no chão gretado, puxou a faca de ponta, esgaravatou as unhas sujas. Tirou do aió um pedaço de fumo, picou-o, fez um cigarro com palha de milho, acendeu-o ao binga, pôs-se a fumar regalado.<br>- Fabiano, você é um homem, exclamou em voz alta.<br>Conteve-se, notou que os meninos estavam perto, com certeza<br>iam admirar-se ouvindo-o falar só. E, pensando bem, ele não<br>era homem: era apenas um cabra ocupado em guardar coisas dos<br>outros. Vermelho, queimado, tinha os olhos azuis, a barba e<br>os cabelos ruivos; mas como vivia em terra alheia, cuidava de<br>animais alheios, descobria-se, encolhia-se na presença dos<br>brancos e julgava-se cabra.<br>Olhou em torno, com receio de que, fora os meninos, alguém<br>tivesse percebido a frase  imprudente. Corrigiu-a, murmurando: <br>- Você é um bicho, Fabiano.<br>Isto para ele era motivo de orgulho. Sim senhor, um bicho,<br>capaz de vencer dificuldades.<br><br>"A desumanização, mesmo que um fato concreto na história, não é, porém, destino dado, mas resulta de uma 'ordem' injusta que gera a violência dos opressores e esta, o <em>ser menos.</em>" (FREIRE, 2020, p. 41)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-17 16:25:43 UTC</pubDate>
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         <title>Pedagogia do Oprimido - uma luta pela humanização..</title>
         <author>cepfreireanos</author>
         <link>https://padlet.com/cepfreireanos/pedagogiadooprimido/wish/1612625397</link>
         <description><![CDATA[<div>- Lana - <br>Nesta obra Paulo Freire apresenta a tese de que somente por meio da educação como prática de liberdade, aquela reflexiva, problematizadora, dialógica e libertadora, é que os sujeitos concretos/oprimidos superarão a dominação/opressão em que vivem e se humanizarão. <br><br></div><div>Aliás humanização é uma questão fundamental para o autor que afirma “A desumanização, que não se verifica, apenas, nos que têm sua humanidade roubada, mas também, ainda que de forma diferente, nos que a roubam, é distorção da vocação do ser mais [...] a desumanização, mesmo que um fato concreto na história, não é, porém, destino dado, mas resultado de uma “ordem” injusta que gera a violência dos opressores e esta, o ser menos” (FREIRE, 1987, p. 30).<br><br></div><div>O autor procura apresentar elementos que possibilitem ao leitor compreender ‘a pedagogia do oprimido’ “aquela que tem de ser forjada com ele e não para ele, enquanto homens ou povos, na luta incessante de recuperação de sua humanidade. Pedagogia que faça da opressão e de suas causas objeto da reflexão dos oprimidos, de que resultará o seu engajamento necessário na luta por sua libertação, em que esta pedagogia se fará e refará (FREIRE, 1987, p.32).<br><br></div><div>A pedagogia do oprimido é assim uma pedagogia dos homens na luta por sua libertação e tem suas raízes no diálogo/se pauta no método dialógico e problematizador com as massas oprimidas sobre suas ações com a finalidade de inseri-las criticamente na sua realidade a partir da práxis, visto que nenhuma realidade transforma a si mesma a não ser pela ação consciente do homem (FREIRE, 1987, p. 40).<br><br></div><div>Freire entende que um dos sujeitos da transformação da realidade é a própria massa oprimida a partir do momento em que esta se percebe ou começa a saber-se na condição de oprimida. Freire apresenta, então, o seguinte questionamento: se a prática da educação implica o poder político o qual os oprimidos não possuem, como então concretizar a pedagogia do oprimido antes da revolução? (FREIRE, 1987, p.41). A esta indagação Freire vai nos dizer que a pedagogia do oprimido (pedagogia humanista e libertadora) apresenta dois momentos distintos: 1º) em que os oprimidos vão desvelando a realidade objetiva/desafiador/opressora – ampliam sua compreensão sobre o mundo/consciência oprimida e consciência opressora - e comprometem-se com sua transformação por meio da sua práxis (reflexão e ação dos homens sobre o mundo); 2º) ao ser transformada a realidade a pedagogia do oprimido passa a ser de todos os homens em constante processo de libertação, de humanização pela desalienação. <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-17 16:25:43 UTC</pubDate>
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         <title>E quem nos libertará da opressão?</title>
         <author>cepfreireanos</author>
         <link>https://padlet.com/cepfreireanos/pedagogiadooprimido/wish/1612625398</link>
         <description><![CDATA[<div>A opressão pode ser observada de várias formas na sociedade brasileira, entre elas a exploração, o cerceamento do pensar, o controle, a manipulação e a desinformação, entre outras. Diante dela, a pessoa oprimida, desacredita de si (Ser menos), do seu poder e da sua capacidade de romper as amarras, age de forma passiva, silenciando, dizendo "amém", "sim senhor", "nhô sim", a tudo e a todos que são para ele ou para ela como superiores. <br><strong>"Ê vida de gado"..."É duro tanto ter que caminhar e dar muito mais que receber".</strong> É duro ser explorado e ficar parado sem nada fazer. Sem saber o que e se pode fazer. Mas, tudo isso faz parte da lógica da opressão, que cria uma "pedagogia bancária", domesticadora, ao invés de trabalhar o pensamento crítico e, por conseguinte, a libertação. <br>Uma libertação que resulta apenas pela práxis, pela problematização da realidade, pela comum+união entre as pessoas que ao "dizer sua palavra" se engajam e se rebelam contra o opressor. <br>Por isso, romper com a "vida de gado" implica em romper com as amarras, desvelar as marcas do opressor. E desvelamento se dá pelo amor, pelo diálogo, pela solidariedade. Trilhando estes caminhos torna-se possível a libertação acontecer, fruto de relações e de uma educação humanizadora.<br><br>              Carlos César de Oliveira</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-17 16:25:43 UTC</pubDate>
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         <title>Ninguém liberta ninguém, ninguém se liberta sozinho: os homens se libertam em comunhão</title>
         <author>cepfreireanos</author>
         <link>https://padlet.com/cepfreireanos/pedagogiadooprimido/wish/1612625399</link>
         <description><![CDATA[<div>ROGÉRIO<br><br>"Somente quando os oprimidos descobrem, nitidamente, o opressor e se engajam na luta organizada por sua libertação, começam a crer em si mesmos, superando, assim, sua convivência com o regime opressor." (FREIRE, 2020, p. 72)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-17 16:25:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>🌻 Uma imagem e uma reflexão sobre a obra &quot;Pedagogia Do Oprimido&quot; 📗 - Maycow </title>
         <author>cepfreireanos</author>
         <link>https://padlet.com/cepfreireanos/pedagogiadooprimido/wish/1612625401</link>
         <description><![CDATA[<div>📌 Deixo essa imagem que faz total relação com a obra “Pedagogia do Oprimido”, ressaltando que tanto a imagem quanto a obra de Freire possuem uma clara relação com a compreensão Marxista de divisão de classes ou hierarquização social que influenciaram em parte seus escritos, obviamente tendo Freire uma ampla construção epistemológica e uma escrita que nasce de sua vivencia e visão ampla de mundo, o que torna seus escritos muito particulares e fronteiriços por dialogar com diferentes saberes, áreas, autoras e autores que não caberiam nessa resposta. <br><br></div><div>📌 Essa imagem assim como sua obra se revelam como anuncio/denúncia ao processo de opressão, desumanização e objetificação aos esfarrapados do mundo, os demitidos da vida, dos invadidos, os outros, os oprimidos. Freire então desenvolve uma pedagogia, uma episteme, que decodifica essa realidade opressora, isso é, como educador com o mundo e pelo mundo, reconhecendo na educação uma das maneiras pelas quais a lógica opressora mantem o  status quo, compreendendo que é também através dela que se constroem possibilidades de desfazer as amarras e os processos contínuos de opressão, manipulação, invasão cultural,  à medida que vá se tornando problematizadora, crítica, em uma pronuncia do mundo, permitindo aos sujeitos a margem se compreenderem e a superarem o estado de objetos, dominados, explorados, sendo capazes de assumirem seus papeis como sujeitos da história com a história. <br><br></div><div>📌 Desfazendo assim o que escancara a imagem, que é a ordem dos dominadores sobre os dominados, dos poderosos sobre os empobrecidos. Essa pedagogia libertadora é antes de mais nada humanizadora, amorosa, emancipadora, esperançosa e viva. Nasce da educação popular, dos movimentos sociais, dos saberes autóctones, dos povos da terra, dos círculos de cultura e da esperança utópica. <br><br></div><div>📌 Assim ela se revela contra a escolarização bancária, contra os processos hegemónicos, contra ao colonialismo, o neoliberalismo, ao imperialismo e os mais variados modos de opressão. E nos permite observar na imagem o complexo ciclo ou escalas de esmagamentos humanos, esmagamentos de saberes, esmagamentos de culturas, esmagamentos de subjetividades, esmagamentos econômicos, esmagamentos sociais, esmagamentos epistemológicos, esmagamentos de gêneros, esmagamentos de raças e tantos outros.     <br><br></div><div>📌 Mas esse é um processo longo e constante, como Freire deixa evidente em seus escritos, por que a lógica opressora por ser posta coloca por vezes os oprimidos como opressores ou no desejo de o ser. E a medida que essa lógica vai sendo em partes revertida é necessária a postura lúcida, consciente e urgente de tornar o opressor liberto. Que supere o mito da inferioridade “ontológica’, o mito da igualdade de classe, o mito do direito de todos a educação, o mito do heroísmo de classe, o mito da propriedade privada, o mito da falsa caridade e tantos outros mitos do passado e do presente.   <br><br></div><div>📌 Ele destaca para isso a co-laboração, a união, a organização e a síntese cultural a serviço da libertação dos homens/mulheres através da ação cultural dialógica.<br><br></div><div>👨🏻‍🏫 “A solução está na síntese. De um lado, incorporar-se ao povo na aspiração reivindicadora. De outro, problematizar o significado da própria reivindicação.”  <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-17 16:25:43 UTC</pubDate>
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         <title>Impressões sobre o Livro &quot;Pedagogia do Oprimido&quot; - Paulo Freire. </title>
         <author>cepfreireanos</author>
         <link>https://padlet.com/cepfreireanos/pedagogiadooprimido/wish/1612625403</link>
         <description><![CDATA[<div>-Avani<br><br>O referido livro é uma obra complexa, revolucionária e revela a gênese do pensamento Freiriano. Denota também os argumentos desse autor  pelos elementos da democracia, onde a educação crítica é imprescindível na mudança social. Para Freire não se pode ensinar desconectado da realidade é necessário problematizar temas que tenham relação com a vida dos educandos. Traz a tona as relações entre opressores e oprimidos o que revela também a posição de Freire, <br>O capítulo  1 é uma justificativa do título, pois Freire, reconhece a desumanização como realidade histórica. Refere-se também a consciência oprimida e consciência opressora, advindo daí a dualidade gerada pela submissão. <br><br>* Eixo condutor: educação e política;<br>* Conceitos principais: luta em favor dos oprimidos ;<br>* Base teórica Marxista.<br><br>Enfim, é um livro atual, que cruza todas as fronteiras e ainda traz esperança aqueles que buscam uma vida mais digna. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-17 16:25:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>cepfreireanos</author>
         <link>https://padlet.com/cepfreireanos/pedagogiadooprimido/wish/1612625405</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/PGgVZAZJKwY" />
         <pubDate>2021-06-17 16:25:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Quem, melhor que os oprimidos, se encontrará preparado para entender o significado terrível de uma sociedade opressora? Quem sentirá, melhor que eles, os efeitos da opressão? Quem, mais que eles, para ir compreendendo a necessidade da libertação? Libertação a que não chegarão pelo acaso, mas pela práxis de sua busca; pelo conhecimento e reconhecimento da necessidade de lutar por ela&quot; (páginas 42 e 43). </title>
         <author>cepfreireanos</author>
         <link>https://padlet.com/cepfreireanos/pedagogiadooprimido/wish/1612625407</link>
         <description><![CDATA[<div>Vinícius França de Sene <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-17 16:25:43 UTC</pubDate>
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         <title>Opressor e oprimido</title>
         <author>cepfreireanos</author>
         <link>https://padlet.com/cepfreireanos/pedagogiadooprimido/wish/1612625409</link>
         <description><![CDATA[<div>"Desconfiar dos homens oprimidos, não é propriamente, desconfiar deles enquanto homens, mas desconfiar do opressor hospedado neles" (p. 97)<br>Sonia Faleiros</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-17 16:25:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Educador e educandos (liderança e massas), co-intencionados à realidade, se encontram numa tarefa em que ambos são sujeitos no ato, não só de desvelá- la e, assim, criticamente conhecê- la, mas também no  de re-criar este conhecimento&quot;. (Cap. 1. p. 31)</title>
         <author>cepfreireanos</author>
         <link>https://padlet.com/cepfreireanos/pedagogiadooprimido/wish/1612625410</link>
         <description><![CDATA[<div>Alessandra Riposati</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-17 16:25:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pedagogia do Oprimido amplia o entendimento da &quot;pedagogia&quot; ao propor ações para além do processo de ensino e de aprendizagem, para além dos muros da escola, da relação professor-aluno. A &quot;pedagogia&quot; que Freire propõe é uma ação-educativo-transformadora para toda a comunidade, para todos os momentos da vida. Torna a comunidade um espaço de educação libertadora. Amplia a escola para todos os aspectos da relação humana.</title>
         <author>cepfreireanos</author>
         <link>https://padlet.com/cepfreireanos/pedagogiadooprimido/wish/1612625411</link>
         <description><![CDATA[<div>Glauco Santos</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-17 16:25:43 UTC</pubDate>
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         <title>Opressor ...oprimido</title>
         <author>cepfreireanos</author>
         <link>https://padlet.com/cepfreireanos/pedagogiadooprimido/wish/1612625412</link>
         <description><![CDATA[<div>Pedagogia do Oprimido desperta em mim questionamentos e reflexões... quem é o opressor ... quem é o oprimido...num dualismo dialético é possível ser opressor e oprimido em momentos diferentes. É latente o processo de desumanização que nos vemos e o contexto pandêmico nos jogou isso na cara! Mais do que nunca é preciso nos engajar na busca pelo Ser Mais viável para a chamada libertação pela práxis!<br>Silvia</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-17 16:25:43 UTC</pubDate>
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         <title>A práxis e a construção de sentidos</title>
         <author>cepfreireanos</author>
         <link>https://padlet.com/cepfreireanos/pedagogiadooprimido/wish/1612625413</link>
         <description><![CDATA[<div>Aqui tivemos uma verdadeira tempestade de ideias. Es companheires trouxeram imagens, vídeos, trechos de livros... Como Carlos bem colocou, uma verdadeira ação cultural para a liberdade.  <br>Nossa discussão de hoje com certeza caminhou no sentido do "ser mais". A cada uma de nossas reuniões e de cada ação do Centenário sinto que nos aproximamos coletivamente do sentido da <strong>práxis </strong>trabalhado por Freire na Pedagogia do Oprimido. <br>As reflexões se desdobrando em ações, que acabam chamando mais pessoas para se tornarem circulantes junto conosco. Um trabalho "de formiguinha", assumindo nossa tarefa histórica e humanística enquanto oprimides. <br><br>Paz entre nós, guerra aos senhores! <br><br>Daniele <br>,<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-17 16:25:43 UTC</pubDate>
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         <title>Belll Hooks ..Ensinando a transgredir</title>
         <author>cepfreireanos</author>
         <link>https://padlet.com/cepfreireanos/pedagogiadooprimido/wish/1612625414</link>
         <description><![CDATA[<div>Lendo a Bell, esse trecho em que ela fala de Freire me impressionou...já fazendo uma reflexão sobre o dia 08/3/21... Diz Hooks " A obra de Freire afirmava meu meu direito como sujeito de resistência, de definir minha realidade... mais que na obra de muitas pensadoras feministas burguesas brancas, na obra de Paulo Freire havia o reconhecimento da subjetividade dos menos privilegiados, dos que têm de carregar a maior parte do peso das forças opressoras... (p. 75)<br><br>Silvia</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-17 16:25:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cepfreireanos</author>
         <link>https://padlet.com/cepfreireanos/pedagogiadooprimido/wish/1612625416</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-17 16:25:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cepfreireanos</author>
         <link>https://padlet.com/cepfreireanos/pedagogiadooprimido/wish/1612625417</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>A educação bancária e a opressão</title>
         <author>cepfreireanos</author>
         <link>https://padlet.com/cepfreireanos/pedagogiadooprimido/wish/1612625418</link>
         <description><![CDATA[<div>A educação bancária promove a opressão fazendo reproduzir o sujeito oprimido, aquele que obedece, submisso - é a prática pedagógica em que há aquele que acredita no seu saber como absoluto da figura do mestre e aquele que não sabe nada, o aluno. Esse tipo de educação é conveniente ao capitalismo e ao neoliberalismo pois forma a massa a ser manipulada pela elite que no Brasil é atrasada e tacanha. Numa perspectiva de um país colonizado e que serve de pasto para nações do "primeiro mundo" se alimentar. Aqui há fome e medo.. isso é o resultado da educação bancária promotora da opressão.<br>Silvia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-17 16:25:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>cepfreireanos</author>
         <link>https://padlet.com/cepfreireanos/pedagogiadooprimido/wish/1612625419</link>
         <description><![CDATA[<div>Sérgio Vaz poeta e a Educação Libertadora de Paulo Freire<br>Silvia</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=02vH2LcIqjo" />
         <pubDate>2021-06-17 16:25:43 UTC</pubDate>
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         <title>Educação Libertadora</title>
         <author>cepfreireanos</author>
         <link>https://padlet.com/cepfreireanos/pedagogiadooprimido/wish/1612625420</link>
         <description><![CDATA[<div>Lana<br><br>A educação libertadora, proposta por Paulo Freire, se pauta no<br>diálogo/na dialogicidade que para o autor é uma unidade dialética de “ação e reflexão”. Assim,  pressupõe o protagonismo de uma ação educativa que, fundamentada na comunicação/na dialogicidade, seja problematizadora da realidade e promova: a superação da dicotomia educador-educando e a humanização de ambos; o poder criador dos educandos; a emersão de consciências críticas na realidade. Freire salienta que o educador dialógico encontra dificuldade para atuar coerentemente pois a educação reflete a estrutura de poder que nega o diálogo, mas dentro deste contexto o que pode ser feito é 'dialogar sobre a negação do próprio diálogo'.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-17 16:25:43 UTC</pubDate>
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         <title>Provocações</title>
         <author>cepfreireanos</author>
         <link>https://padlet.com/cepfreireanos/pedagogiadooprimido/wish/1612625421</link>
         <description><![CDATA[<div>Vou colocar aqui um trecho que me provocou devido ao contexto de "paralisia" que a quarentena nos impõe:<br><br>" Quando, porém, por um motivo qualquer, os homens se sentem proibidos de atuar, quando se descobrem incapazes de usar suas faculdades, sofrem. Este sofrimento provém “do fato de se haver perturbado o equilíbrio humano” (Fromm). Mas, o não poder atuar, que provoca o sofrimento, provoca também aos homens o sentimento de recusa à sua impotência. Tentam, então, “restabelecer a sua capacidade de atuar” (Fromm)." (p. 37)<br><br>Como lidar com essas angústias, ou melhor, como restabelecer nossa capacidade de atuar, mesmo diante de um cenário tão desastroso como o que vemos hoje e com as barreiras concretas que ele nos impõe para uma organização mais efetiva? <br><br>Esse questionamento me rondou muito após a leitura do segundo capítulo. <br><br>Dani</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-17 16:25:43 UTC</pubDate>
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         <title>Irmão do Jorel ensinando a transgredir</title>
         <author>cepfreireanos</author>
         <link>https://padlet.com/cepfreireanos/pedagogiadooprimido/wish/1612625422</link>
         <description><![CDATA[<div>Freire diz que, por mais que a educação bancária tente a todo custo podar a criatividade e domesticar os sujeitos, eles ainda têm em si uma força contestadora dessa ordem vigente. Tem um episódio da animação Irmão do Jorel que mostra de uma maneira muito leve as transgressões das crianças diante da formatação que a escola tenta impor. <br><br>Dani<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=wFWQlFF4s9A&amp;t=14s" />
         <pubDate>2021-06-17 16:25:43 UTC</pubDate>
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         <title>A Educação Bancária </title>
         <author>cepfreireanos</author>
         <link>https://padlet.com/cepfreireanos/pedagogiadooprimido/wish/1612625423</link>
         <description><![CDATA[<div>Por Lorrane Stéfane Silva<br><br></div><div>A educação bancária </div><div>É uma educação precária</div><div>Precária porque forma gentes assujeitadas</div><div>Assujeitadas porque silenciadas</div><div>Silenciadas porque da busca inquietante são privadas.<br><br>A educação bancária </div><div>É uma educação opressora </div><div>Porque priva as gentes de sua ação criadora</div><div>E mais ainda de sua ação transformadora</div><div>Isto a torna uma educação alienadora</div><div>É por isso mesmo que temos que lutar por uma educação libertadora.<br><br>Como Paulo Freire sempre está a nos ensinar</div><div>A educação libertadora nos deixa esperançar</div><div>Esperançar porque permite as gentes emancipar</div><div>Emancipar porque ensina as gentes com criticidade pensar</div><div>Pensar porque com autonomia podem gritar</div><div>Gritar porque expressam a força para lutar</div><div>Lutar porque a sociedade desigual ainda está.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-17 16:25:43 UTC</pubDate>
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         <title>Sobrevivi</title>
         <author>cepfreireanos</author>
         <link>https://padlet.com/cepfreireanos/pedagogiadooprimido/wish/1612625426</link>
         <description><![CDATA[<div>A educação bancária sempre fez parte da minha vida. Ainda foi solidificada na graduação em Física. Apresar de eu ter me saido muito bem, a minha escoloirização foi sofrida. Hoje como professora me esforço para superar a educação bancária. <br>Alessandra Riposati</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-17 16:25:43 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões</title>
         <author>cepfreireanos</author>
         <link>https://padlet.com/cepfreireanos/pedagogiadooprimido/wish/1612625428</link>
         <description><![CDATA[<div>É possível sair da mesma maneira depois que se adentra nas profundezas de Pedagogia do Oprimido???<br>A resposta é não. Algumas questões que Paulo coloca na parte 3 precisam de resposta também:<br>Como posso dialogar, se alieno a ignorância... se vejo sempre no outro, nunca em mim?<br>Como posso dialogar, se me admito como uma pessoa diferenciada...se não tenho empatia com o outro?<br>Como posso dialogar, se me sinto participante de um "gueto" de "cidadãos de bem" donos da verdade e do saber, olhando para os outros como seres inferiores???<br>Como posso dialogar se para mim quem deve ter espaço no mundo são pessoas seletas e que as massas deterioram esses mesmos espaços?<br>Como posso dialogar se me fecho à contribuição dos outros?<br>E um dos mais importantes questionamentos que Freire nos coloca para uma mudança de paradigma:<br>COMO POSSO DIALOGAR SE TEMO A SUPERAÇÃO E SE, SÓ EM PENSAR NELA, SOFRO E DEFINHO? P.F.<br><br>Silvia S.Silva<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-17 16:25:43 UTC</pubDate>
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         <title>O diálogo em Freire</title>
         <author>cepfreireanos</author>
         <link>https://padlet.com/cepfreireanos/pedagogiadooprimido/wish/1612625429</link>
         <description><![CDATA[<div>Para Freire somente o diálogo pode levar a um pensar crítico.&nbsp;<br>O diálogo que é sempre comunicação, funda a colaboração.&nbsp; O diálogo não impõe, não manipula, não domestica, não sloganiza..<br>O diálogo problematiza e constrói.<br>Utopia,,, talvez...<br>A utopia do inédito viável<br>A utopia do Ser Mais, ou pelo menos Ser algo. Continuemos.. Superemos...Uma síntese possível das categorias freireanas que se conectam e conversam, pois uma tem a outra como irmã.<br>Conscientização por meio da práxis ou ação transformadora,, Mas como conscientizar ? Pelo Diálogo, porém um diálogo horizontal com amorosidade e respeito que propõe o inédito viável&nbsp; - a busca pela humanização e o Ser Mais.<br><br>Silvia S. Silva<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-17 16:25:43 UTC</pubDate>
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         <title>Fundamento ontológico do ser humano</title>
         <author>cepfreireanos</author>
         <link>https://padlet.com/cepfreireanos/pedagogiadooprimido/wish/1612625431</link>
         <description><![CDATA[<div>Pedagogia do Oprimido é uma obra complexa e profunda em que Freire apresenta vários conceitos, dentre eles, diálogo, testemunho, solidariedade, práxis, libertação, amor, inédito viável, situações-limite, temas geradores... Dentre essas categorias, penso que o conceito de ser humano está muito bem definido por Freire nesse livro:<br><br><em>"Desta maneira, começaremos reafirmando que os homens são seres da práxis. São seres do quefazer, <br>diferentes, por isto mesmo, dos animais, seres do puro fazer. Os animais não “ad-miram” o mundo. <br>Imergem nele. Os homens, pelo contrário, como seres do quefazer, “emergem” dele e, objetivando-o, podem conhecê-lo e transformá-lo com seu trabalho."</em> (FREIRE, Paulo. <strong>Pedagogia do Oprimido</strong>. p. 70)<br><br><em>"[...] como afirmou o bispo Split, no documento já citado [Bispos do Terceiro Mundo], em que <br>'se os trabalhadores não chegam, de alguma maneira, a ser proprietários de seu trabalho, todas as reformas estruturais serão ineficazes'.OO fundamental, por isto, insiste o bispo, é que eles devem chegar a ser 'proprietários e não vendedores <br>de seu trabalho', porque 'toda compra ou venda do trabalho é uma espécie de escravidão'. Ter a consciência critica de que é preciso ser o proprietário de seu trabalho e de que 'este constitui uma parte da pessoa humana' e que a 'pessoa humana não pode ser vendida nem vender-se' é dar um passo mais além das soluções paliativas e enganosas. É inscrever-se numa ação de verdadeira transformação da realidade para, humanizando-a, humanizar os homens."</em> (FREIRE, Paulo. <strong>Pedagogia do Oprimido</strong>. p. 107)<br><br>Ao estabelecer o fundamento ontológico do ser humano, homens e mulheres, como seres da práxis, seres que com o seu trabalho se transformam e transformam a sociedade, Freire deixa explícito - e podemos observar isso pelos trechos citados - suas raízes marxista e cristã.<br><br>Uma obra para ser (re)lida e (re)visitada várias vezes.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/U_vVWkm5frY" />
         <pubDate>2021-06-17 16:25:43 UTC</pubDate>
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         <title>Slides - encontro 17/04</title>
         <author>cepfreireanos</author>
         <link>https://padlet.com/cepfreireanos/pedagogiadooprimido/wish/1612625433</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-17 16:25:43 UTC</pubDate>
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