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      <title>Área Comum de Referência - percurso de aprendizagem by </title>
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      <description>UCP - PhD Ciências da Educação</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-21 15:16:17 UTC</pubDate>
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         <title>24 de outubro 2020</title>
         <author>alxcarneiro</author>
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         <pubDate>2020-11-21 15:23:32 UTC</pubDate>
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         <title>07 de novembro 2020</title>
         <author>alxcarneiro</author>
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         <pubDate>2020-11-21 15:24:29 UTC</pubDate>
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         <title>Medidas políticas e redução do abandono escolar - Portugal (1989-2020)</title>
         <author>alxcarneiro</author>
         <link>https://padlet.com/alxcarneiro/mgqgg0240l3xr5ly/wish/948373269</link>
         <description><![CDATA[<div>Têm sido diversas as medidas de intervenção na Educação que visam a melhoria, em particular as que têm como foco a prevenção, a compensação e intervenção em grupos de maior risco de abandono escolar. A expansão da ofertas educativas, formativas e profissionalizantes que se dizem mais ajustadas às necessidades dos jovens em risco de abandono é tida como uma das mais importantes. Contudo, é necessário ir além das evidências e questionar a efetiva resposta às necessidades dos jovens e como têm sido pensadas, concebidas e concretizadas essas respostas - e em que moldes têm sido monitorizadas e avaliadas.&nbsp;<br>Anualmente são publicados dados para conhecer, analisar, avaliar se as diversas intervenções têm tido um impacto desejável e eficiente para promover a sustentabilidade do ritmo de quebra do abandono escolar e verificar as margens de melhoria. A recolha e o acompanhamento de dados sobre o percurso dos alunos, permite ajustar as medidas e as estratégias futuras - há uma trajetória descendente na percentagem da população dos 18 aos 24 sem completar o ensino secundário&nbsp; que decorre da trajetória que se observa na taxa de abandono escolar junto dos jovens com idades imediatamente anteriores à prevista para a conclusão do 12.º ano. A evolução está associada à diversificação das vias de ensino (científico-humanístico e o ensino profissionalizante), o que nos leva a questionar se o aumento da diversificação poderia ainda levar a maior redução dos números.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-21 17:34:12 UTC</pubDate>
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         <title>Challenges for performance improvement in Education</title>
         <author>alxcarneiro</author>
         <link>https://padlet.com/alxcarneiro/mgqgg0240l3xr5ly/wish/995480897</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.repository.utl.pt/bitstream/10400.5/10024/1/pjms-ja-2008.pdf<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-07 18:48:30 UTC</pubDate>
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         <title>24 de abril 2021</title>
         <author>alxcarneiro</author>
         <link>https://padlet.com/alxcarneiro/mgqgg0240l3xr5ly/wish/1454504071</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-24 11:34:40 UTC</pubDate>
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         <title>Fevereiro 2021</title>
         <author>alxcarneiro</author>
         <link>https://padlet.com/alxcarneiro/mgqgg0240l3xr5ly/wish/1454504236</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-24 11:34:50 UTC</pubDate>
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         <title>05 de junho 2021</title>
         <author>alxcarneiro</author>
         <link>https://padlet.com/alxcarneiro/mgqgg0240l3xr5ly/wish/1615469183</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-19 13:35:12 UTC</pubDate>
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         <title>19 de junho 2021</title>
         <author>alxcarneiro</author>
         <link>https://padlet.com/alxcarneiro/mgqgg0240l3xr5ly/wish/1615470749</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-19 13:38:09 UTC</pubDate>
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         <title>Inclusão - o desafio de educar todos </title>
         <author>alxcarneiro</author>
         <link>https://padlet.com/alxcarneiro/mgqgg0240l3xr5ly/wish/1615473947</link>
         <description><![CDATA[<div>Educar todos é o desígnio de um sistema educativo público - já estava enunciado no Dec Lei 46/86. Em 2018, o Dec Lei 54 reforça esta ideia de que o ensino deve corresponder a uma aprendizagem real, efetiva e significativa que permita a todos alcançar sucesso. Daqui podemos retirar logo dois desafios - como ensinar a todos na sua diversidade e de que falamos quando falamos de sucesso.&nbsp;<br>A construção de uma escola inclusiva é necessário que cada escola, que vive uma realidade sociocultural e económica diferente, tenha autonomia para identificar para identificar dificuldades/potencialidades e características dos seus alunos e definir as estratégias mais adequadas à situação de cada um. Compreender o aluno, antecipar as suas necessidades, de modo a preparar caminhos que possam respeitar o seu ritmo e as suas capacidades, passa por partilhar dificuldades, por criar redes de apoio e de pensamento que permitam potenciar o trabalho docente em sala de aula. Só dessa forma se centra o processo no aluno, procurando a igualdade de oportunidades e de sucesso para todos. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-19 13:43:25 UTC</pubDate>
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         <title>Todos, cada um, juntos</title>
         <author>alxcarneiro</author>
         <link>https://padlet.com/alxcarneiro/mgqgg0240l3xr5ly/wish/1615477279</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A escola representa um microcosmos social, reunindo diferentes formas de ser, pensar e viver, diferentes visões do mundo, num aglomerado que representa as diferenças sociais e constituindo-se como um lugar onde diferentes conflitos ocorrem diariamente. O conflito habita a essência da escola - pela agregação de pessoas, pela imposição de uma organização, pela definição heterónoma de objetivos nem sempre reconhecidos como úteis pelos públicos que acolhe. Nas suas diferentes manifestações, o conflito apresenta possibilidades formativas, pois é na percepção das diferenças entre pessoas/ou grupos e as suas necessidades, valores, ideias e diferentes formas de vida que se encontra caminho para a aprendizagem e nesse encontro reside a sociedade democrática. Importa pois realçar as características positivas dos conflitos e reduzir as negativas, pelo que os professores devem ter as competências necessárias para gerir o conflito de forma construtiva. Reconhecer a diversidade dos conflitos escolares, conseguir compreender as suas causas, encontrar formas de abordagem na sala de aula, na relação professor-aluno é fundamental para que o processo de ensino-aprendizagem decorra em direção à finalidade do sucesso de todos, estabelecendo relações de cooperação, e produzindo soluções de integração. Estratégias como o acolhimento do erro, o diálogo e a apreciação devem estruturar o ambiente de sala de aula e o conflito não deve interferir, negativamente, no processo de ensino e aprendizagem.&nbsp;<br><br></div><h1><strong><sub>Valente, S., Lourenço, A.A., &amp; Németh, Z.. (2020). S</sub></strong><strong><em><sub>chool Conflicts: Causes and Management Strategies in Classroom Relationships. </sub></em></strong><strong><sub>DOI: 10.5772/intechopen.95395 https://www.intechopen.com/online-first/school-conflicts-causes-and-management-strategies-in-classroom-relationships </sub></strong></h1>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-19 13:49:38 UTC</pubDate>
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         <title>Criar, manter e dinamizar CAP</title>
         <author>alxcarneiro</author>
         <link>https://padlet.com/alxcarneiro/mgqgg0240l3xr5ly/wish/1615490597</link>
         <description><![CDATA[<div>As CAP pressupõem um propósito(s) iniciais, para o qual existe um público que tem de ser envolvido. Existe um grupo de participantes nucleares que já interagem ou que é possível identificar e que estão predispostos para trabalhar em conjunto, na suposição de que haverá tempo disponível para tal. O grupo nuclear está disposto a comprometer-se com o desenvolvimento da comunidade para o objetivo desejado, desenhando uma estratégia para o planeamento do trabalho e definindo forma de partilha da informação (sites, listas de distribuição, newsletters, etc.) para facilitar a interação entre os membros potenciais do grupo. É fundamental estabelecer metas/objetivos e formas de aferir o percurso feito até as alcançar. <br>Em contexto escolar, as CAP agregam os professores em torno do propósito de servir a criança inteira, criar salas de aula e escolas equitativas, transformar práticas e proporcionar aos alunos experiências de aprendizagem para que se formem como pessoas. <br>Este ano tive oportunidade de fazer o MOOC na plataforma NAU sobre <a href="https://lms.nau.edu.pt/courses/course-v1:DGE+ACE+2021_T2/course/">Aprendizagem e Comunidades Escolares</a> e desenvolver uma pequena comunidade em rede, com colegas coordenadores de projetos de Mentoria em 6 escolas. O MOOC foi útil para perceber que postura pode assumir o dinamizador da CAP e como se podem orientar as ações coletivas no sentido da construção da comunidade sem perda de identidade.&nbsp;<br>As CAP tem um potencial de mudança, pois os participantes veem-se como pares mas percebem-se diferentes, entendendo essa diferença como uma vantagem para aprender. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-19 14:11:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Escola como prisão mental (G.Morgan, 2006) </title>
         <author>alxcarneiro</author>
         <link>https://padlet.com/alxcarneiro/mgqgg0240l3xr5ly/wish/1615502510</link>
         <description><![CDATA[<div>Considerar a organização como prisão mental significa impossibilitarmo-nos de questionar a realidade que nos rodeia, assumindo que as decisões e o modo de operar da organização são os únicos possíveis e os mais corretos.&nbsp; De um modo inconsciente, aderimos a uma visão da realidade que nos é imposta pela organização, as nossas crenças moldam-se às crenças organizacionais, passamos a tomar o todo (todos os alunos, todas as práticas, todas as escolas…) pela parte com a qual contactamos, num processo falacioso de generalização de que não nos apercebemos (armadilha). Somos prisioneiros num panóptico onde somos observados pela organização que se mantém opaca a partir do nosso ponto de vista (Foucault, 1975), impondo por essa via,  comportamentos ao grupo, num processo de generalização de comportamentos considerados aceitáveis/desejáveis.   <br>&nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-19 14:28:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Princípios e orientações práticas</title>
         <author>alxcarneiro</author>
         <link>https://padlet.com/alxcarneiro/mgqgg0240l3xr5ly/wish/1615520649</link>
         <description><![CDATA[<div>Os investigadores devem partir de um compromisso para com a comunidade de investigação, o qual deve ter em atenção a relação com: os participantes da investigação; os estudantes e os profissionais da educação; os promotores e colaboradores da investigação; as comunidades e sociedade em geral. <br><br><sub>(imagem: https://www.scholarlyassessmentreports.org/articles/10.29024/sar.19/)</sub><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-19 14:58:08 UTC</pubDate>
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         <title>17 de julho 2021</title>
         <author>alxcarneiro</author>
         <link>https://padlet.com/alxcarneiro/mgqgg0240l3xr5ly/wish/1638668067</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-07-06 10:34:10 UTC</pubDate>
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         <title>15 de julho 2021</title>
         <author>alxcarneiro</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-07-06 10:35:31 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>17 de julho 2021</title>
         <author>alxcarneiro</author>
         <link>https://padlet.com/alxcarneiro/mgqgg0240l3xr5ly/wish/1647961335</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-07-13 17:36:14 UTC</pubDate>
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         <title>Mediação - metodologia participativa para a paz</title>
         <author>alxcarneiro</author>
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         <description><![CDATA[<div>A presença de públicos diversos e a permanência durante mais tempo na escola significou o agravamento de fenómenos de conflitos. A mediação de conflitos é um processo que permite às pessoas que estão em conflito entre si discutir a situação num ambiente estruturado que facilite uma resolução pacífica que seja justa para todos (todos ganham). A figura do mediador é essencial, pois é alguém treinado para ajudar as pessoas a resolver as suas disputas, "escutando até à exaustão" (como disse o Luis Gonçalves na aula),&nbsp; enquanto permanece neutro, nesse esforço de esgotar a narrativa para criar espaço para escutar - enquanto os envolvidos ainda tiverem necessidade de falar não conseguirão escutar.&nbsp; Ao mediador cabe garantir as condições de flexibilidade, segurança e confiança para que as partes possam compreender que não há "razão zero" (cada parte tem as suas razões) e que ações alternativas podem ser equacionadas.<br>Ainda que o conflito seja normal, natural e necessário, a sua prevalência na organização escolar pode significar um bloqueio ao desenvolvimento do aluno, impedindo a sua aprendizagem.&nbsp; A mediação, enquanto metodologia ativa, contribui de forma decisiva para uma escola amiga da criança, para uma educação para a convivência, para a paz. Criar&nbsp; um ambiente positivo para a aprendizagem onde seja possível enfrentar as problemáticas (de aprendizagem) e conflitos (interpessoais) exige aprender a dialogar e a escutar,&nbsp; permitir a iniciativa e protagonismo, favorece a consciência das próprias potencialidades, criando responsabilidade mútua pelo contexto e pelo outro.&nbsp;<br>Em 2016, a ONU aprova a Declaração do Direito à Paz, onde se estabelece que todos os seres humanos têm direito de usufruir da paz, como um direito humano fundamental que requer “um processo participativo positivo e dinâmico, em que o diálogo é encorajado e os conflitos são resolvidos num espírito de compreensão recíproca e de cooperação” (A/C.3/71/L.29, Preâmbulo). O artº 4º é dedicado à educação para a paz, a fim de “reforçar entre todos os seres humanos o espírito de tolerância, de diálogo, de cooperação e solidariedade”.&nbsp;<br>As lideranças são essenciais, ao definirem finalidades e ao partilharem visão e missão, num processo que é também de escuta ativa, de disponibilidade e para construir caminho em conjunto.<br><br>https://www.irex.org/sites/default/files/node/resource/conflict-resolution-and-peer-mediation-toolkit.pdf <br>http://livingpeaceinternational.org/br/o-projeto/educare-per-la-pace.html </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-17 10:26:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>alxcarneiro</author>
         <link>https://padlet.com/alxcarneiro/mgqgg0240l3xr5ly/wish/1653304977</link>
         <description><![CDATA[<div>As lideranças são catalisadores poderosos, no contexto escolar, para ativar processos de transformação, criadores de uma educação crítica, que favoreça a Educação para a Cidadania Global. Numa sociedade global, como é a nossa capacidade de pensar a participação e a emancipação de todos os cidadãos como uma das&nbsp; prioridades dos sistemas educativos? E como é que nesse processo, escapamos aos enviesamentos culturais gerados pela crença que os nossos sistemas educativos são&nbsp; equilibrados e inclusivos? A ligação que desejamos entre a economia de mercado e o bem comum, entre o desenvolvimento individual e a construção comunitária&nbsp; estão constantemente a ser objeto da crise de desinformação, criando verdades alternativas com sintomas tais como populismo e extremismo político que ameaçam desmantelar as próprias instituições e processos de unidade e democracia. A democracia, nos países desenvolvidos, está a criar cidadãos apáticos? Ser cidadão já não passa por ter poder político mas antes poder de compra - a democracia transformou-se num consumerismo (esta foi das frases que mais me marcou durante a aula). As escolas estão a desenvolver ações dignas da sua missão de acesso e produção de conhecimento? Quem está a controlar o processo de produção do conhecimento? E quem perde e quem ganha neste processo?https://www.research.manchester.ac.uk/portal/alexander.gardner-mctaggart.html</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-17 11:53:22 UTC</pubDate>
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         <title>Os problemas como caminho de aprendizagem</title>
         <author>alxcarneiro</author>
         <link>https://padlet.com/alxcarneiro/mgqgg0240l3xr5ly/wish/1653382574</link>
         <description><![CDATA[<div>A ABP é uma estratégia pedagógica inspirada na Pedagogia da Ação, de Dewey,&nbsp; que propõe que a aprendizagem deve partir de problemas ou situações que propiciam dúvidas ou curiosidade. É uma forma de contextualização do currículo que fomenta o trabalho colaborativo dos professores e também dos alunos, colocando-os no centro do processo de aprendizagem - o trabalho é desenvolvido com o objetivo de solucionar um problema real ou simulado a partir de um contexto e os alunos assumem protagonismo por meio da pesquisa que fazem, abordando as várias dimensões do problema; este é o que impulsiona a motivação e a aprendizagem.  As vantagens/aprendizagens reconhecidas são: trabalho em equipa; gestão de projetos e exercício de liderança; comunicação oral e escrita e literacia da informação;&nbsp; maior autoconhecimento e avaliação dos processos de grupo;&nbsp; autonomia de trabalho;&nbsp; pensamento crítico; aplicação do currículo a exemplos do mundo real; interdisciplinaridade e compreensão do conhecimento como um todo. Apesar do potencial relativamente ao significado e eficácia da aprendizagem, a ABP coloca algumas dificuldades, como a dificuldade de incluir todos os temas previstos nos problemas.&nbsp;<br>Para começar a desenhar ABP, os professores podem pensar em marcha à ré - ou seja, planificar a partir do que querem que os alunos saibam ou saibam fazer no final da processo de resolução e depois fazer uma recolha de todos os temas ou competências associadas ao longo do currículo de modo a que o problema possa ser pensado de forma abrangente.&nbsp;<br>Na discussão, foram apresentados os passos que os alunos devem seguir: clarificar conceitos e termos; definir o problema; analisar o problema; resumir sistematicamente as várias explicações e análises do passo anterior; formular objetivos de aprendizagem;&nbsp; procurar informação adicional fora do grupo;&nbsp; sintetizar e demonstrar a&nbsp; informação adquirida. Trata-se de levar os alunos a novas formas de trabalhar com o conhecimento, pois os problemas surgem das experiências reais que são problematizadas e estimulam a mobilizar práticas de investigação e  a resolução criativa das situações. <br><br>https://abacus.universidadeuropea.es/bitstream/handle/11268/3335/Ju%c3%a1rez%20Casalengua%2c%20Elvira.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y<br>https://teaching.cornell.edu/teaching-resources/engaging-students/problem-based-learning</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-17 15:34:33 UTC</pubDate>
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