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      <title>Julho das Pretas: Mulheres que marcaram a história! by </title>
      <link>https://padlet.com/rosanecekp/mgb2romfsgycmrb5</link>
      <description>Contribuições sociais de mulheres negras, em especial professoras Gil Nunes e Alana Sena, que fazem história na vida dos estudantes do distrito de  São Roque do Paraguaçu/BA.  Elaborado pelas turmas de Ensino Médio do Colégio Estadual do Campo Kleber Pacheco - 2º Ano A e B. Orientados pela Profª Rosane Novais.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-04-08 00:33:08 UTC</pubDate>
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         <title>Dandara dos Palmares (1654 - 1694) </title>
         <author>rosanecekp</author>
         <link>https://padlet.com/rosanecekp/mgb2romfsgycmrb5/wish/2651093396</link>
         <description><![CDATA[<div>Dandara foi uma guerreira negra do período colonial do Brasil. Pouco se sabe sobre sua vida e atos, o que envolve sua figura em mistério. Ela era esposa de Zumbi dos Palmares e mãe de três filhos. Dandara era descrita como uma heroína e dominava técnicas de capoeira, lutando ao lado de homens e mulheres nas batalhas decorrentes dos ataques a Palmares.<br>O Quilombo de Palmares foi estabelecido no século XVII na Serra da Barriga, localizada na então Capitania de Pernambuco (atual Alagoas). A região de Palmares era de difícil acesso devido à geografia acidentada e à densa vegetação, o que favoreceu a resistência do quilombo.<br>Não se tem certeza se Dandara nasceu no Brasil ou no continente africano, mas ela se juntou ao grupo de negros que desafiaram o sistema colonial escravista quando ainda era criança. Além de suas habilidades de luta, Dandara também participava ativamente na elaboração das estratégias de resistência do quilombo. Sua coragem e dedicação à causa da liberdade a tornaram uma figura inspiradora e importante na história da resistência contra a escravidão no Brasil colonial.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-25 22:21:27 UTC</pubDate>
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         <title>Mwene Nzinga Mbandi (1654 - 1694) </title>
         <author>rosanecekp</author>
         <link>https://padlet.com/rosanecekp/mgb2romfsgycmrb5/wish/2651093712</link>
         <description><![CDATA[<div>Nzinga Mbande, também conhecida como Ana de Sousa, foi uma rainha notável que governou no Reino do Dongo entre 1624 e 1626 e fundou e reinou no Reino de Matamba a partir de 1631 até sua morte em 1663. Sua história é marcada por sua habilidade como estrategista militar e política durante o período de presença portuguesa nas regiões que correspondem à atual Angola.<br>Ela enfrentou grandes batalhas e negociou tratados de aliança e paz com os portugueses, buscando defender seu reino e outros reinos africanos da vassalagem e escravidão imposta pela Europa e Brasil. Ao longo de seus 37 anos de reinado, Nzinga Mbande estabeleceu-se como uma figura proeminente na história de Angola, sendo lembrada até hoje por suas realizações políticas e militares.<br>Seu legado é honrado na atual Angola, onde uma das principais ruas de Luanda, a capital do país, leva seu nome. Além disso, na mesma cidade, encontra-se uma estátua em sua homenagem no Largo do Quinaxixi, construída por ordem do presidente José Eduardo dos Santos para celebrar os 27 anos de independência do país. A figura de Nzinga Mbande continua a ser uma fonte de inspiração e admiração pela sua coragem, liderança e luta pela liberdade de seu povo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-25 22:23:07 UTC</pubDate>
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         <title>Teresa de Benguela (1700 - 1770) </title>
         <author>rosanecekp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Foi uma líder quilombola que viveu às margens do rio Guaporé, na cidade de Vila Bela da Santíssima Trindade, atual estado de Mato Grosso. Ela era uma mulher escravizada que fugiu do capitão Timóteo Pereira Gomes e se tornou esposa de José Piolho, líder do Quilombo do Piolho na década de 1740. Após a morte de José Piolho, Teresa assumiu o comando do quilombo no início dos anos 1750.<br>Sob a liderança de Teresa, a comunidade negra e indígena resistiu à escravidão por cerca de duas décadas, sobrevivendo até 1770. No entanto, nesse ano, o quilombo foi destruído pelas forças lideradas por Luís Pinto de Sousa Coutinho. A população do quilombo, composta por 79 negros e 30 índios, foi morta ou aprisionada. Os sobreviventes foram submetidos a humilhação pública, marcados com a letra F de "fujão" em ferro e devolvidos aos seus antigos donos.<br>Em sua memória e reconhecimento à luta das mulheres negras, o dia 25 de julho foi instituído no Brasil como o Dia Nacional de Teresa de Benguela e da Mulher Negra, por meio da Lei n° 12.987/2014. A história de Teresa de Benguela destaca sua coragem e resistência na luta contra a escravidão, tornando-se uma importante figura na história da resistência negra no Brasil.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-25 22:24:34 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Firmina dos Reis (1822 — 1917) </title>
         <author>rosanecekp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Foi uma importante escritora brasileira, considerada a primeira romancista negra do Brasil. Nasceu em 11 de outubro de 1822, na ilha de São Luís, Maranhão, pouco após a proclamação da Independência do país. Filha de pai negro e mãe branca, foi criada por uma tia materna, onde teve acesso à literatura desde a infância.<br>Em 1859, Maria Firmina publicou o livro "Úrsula", que é reconhecido como o primeiro romance abolicionista do Brasil. A obra conta a história de um triângulo amoroso envolvendo personagens negros que desafiam o sistema escravocrata. Embora tenha sido pioneira na abordagem desses temas, seu trabalho e o romance ficaram invisibilizados por muito tempo, revelando a face machista e racista da história da literatura brasileira.<br>Além de "Úrsula", Maria Firmina escreveu poesias, ensaios, histórias e quebra-cabeças para jornais e revistas locais, e também compôs canções em defesa do abolicionismo. Sua atuação como professora também foi marcante, destacando-se quando fundou uma sala mista em 1880, algo inadmissível para a época, o que escandalizou a sociedade local.<br>O legado de Maria Firmina dos Reis resgatou-se ao longo do tempo, e atualmente ela é reconhecida como uma figura essencial para a literatura brasileira e para a luta contra a escravidão e o preconceito racial.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-25 22:33:44 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Felipa de Oliveira (1823 - 1873)</title>
         <author>rosanecekp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Foi uma mulher marisqueira, pescadora e trabalhadora braçal que teria participado na luta pela Independência da Bahia. Sua história é uma narrativa ficcional que muitas vezes é vista como fato histórico. Segundo a tradição oral, ela teria liderado um grupo de pessoas na luta contra os soldados portugueses durante a batalha pela independência.<br>Supostamente, Maria Felipa contou com o apoio de homens da cidade para queimar várias embarcações portuguesas, enfraquecendo o poderio colonizador na batalha. Além disso, teria enfrentado os portugueses usando folhas de cansanção, uma planta típica da região, que causava sensação de queimação na pele dos inimigos. Essas ações resultaram em uma redução no número de soldados portugueses.<br>Embora a história seja uma narrativa popular, foi registrada pelo escritor baiano Ubaldo Osório Pimentel, avô do romancista João Ubaldo Ribeiro. Maria Felipa é lembrada como uma figura emblemática na luta pela independência e foi oficialmente reconhecida como Heroína da Pátria Brasileira em 26 de julho de 2018, por meio da Lei Federal nº 13.697. Seu nome foi inscrito no "Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria", localizado no "Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves", em Brasília, Distrito Federal.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-25 22:35:17 UTC</pubDate>
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         <title>Antonieta de Barros (1901-1952)</title>
         <author>rosanecekp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Foi uma importante figura brasileira, natural de Florianópolis. Ela foi professora, jornalista e escritora, e fez história ao se tornar a primeira mulher Deputada Constituinte e Deputada Estadual no Parlamento Catarinense, no século XX. Além disso, foi a primeira representante negra a assumir um mandato no Brasil.<br>Com formação em magistério, Antonieta de Barros fundou um centro de educação, um jornal chamado "A Semana", e também uma revista, onde escrevia sob o pseudônimo de Maria da Ilha. Sua carreira de jornalista e suas contribuições para a educação foram notáveis.<br>Apesar de nascer em 1901, Antonieta de Barros enfrentou inúmeras dificuldades para conquistar espaços que não eram tradicionalmente ocupados por mulheres na época, e ainda mais obstáculos devido ao fato de ser negra. Mesmo assim, ela se tornou a primeira mulher negra eleita deputada estadual no Brasil, abrindo caminho para outras mulheres e representantes negros na política brasileira.<br>Sua trajetória é marcada por sua luta por igualdade e representatividade, tornando-se uma das catarinenses mais importantes de todos os tempos e um símbolo de persistência e determinação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-25 22:38:26 UTC</pubDate>
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         <title>Carolina Maria de Jesus (1914 - 1977)</title>
         <author>rosanecekp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Carolina Maria de Jesus foi uma das primeiras e mais relevantes escritoras negras do Brasil, apesar de sua origem improvável. Nasceu em 14 de março de 1914, em uma comunidade rural em Sacramento, Minas Gerais, filha de pais analfabetos. Sua vida foi marcada pela miséria, sendo catadora de papel e vivendo em favelas.<br>Apesar das dificuldades, Carolina se tornou autora de livros de memória e poesia. Em vida, publicou obras como "Casa de Alvenaria" (1961), "Pedaços da Fome" e "Provérbios" (1963), além de seu livro mais famoso, "Quarto de Despejo" (1960). Em seus escritos, ela retratou a dura realidade que enfrentou desde a infância, trazendo à tona sua consciência da situação em que vivia.<br>Carolina Maria de Jesus era notável por se adaptar à sua difícil realidade, mas sempre mantendo-se fiel aos seus valores. Sua clareza em relação aos seus objetivos e sua determinação a guiaram na criação de oportunidades para expressar sua voz por meio da escrita. Sua obra é um testemunho poderoso da vida nas camadas mais vulneráveis da sociedade brasileira, deixando um legado importante na literatura nacional.</div><div><br><br><br><br></div><div><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-25 22:43:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Maria Soldado - Maria José Bezerra (1885 – 1958) </title>
         <author>rosanecekp</author>
         <link>https://padlet.com/rosanecekp/mgb2romfsgycmrb5/wish/2651100703</link>
         <description><![CDATA[<div>Maria José Bezerra, filha de escravizados, nasceu em Limeira em 1885 e trabalhava como cozinheira para a elite. Sua personalidade combativa a levou a participar entusiasticamente da revolução de 1932 em São Paulo. Ela se alistou como enfermeira, mas acabou lutando no setor Sul do Estado e em cidades como Buri, Ligiana e Itararé, como integrante da Legião Negra.<br>Conhecida como "Maria Soldado", foi escolhida como a "Mulher Símbolo de 32" no Jubileu de Prata da Revolução de 32, recebendo a mais alta honraria que uma mulher podia almejar na época. Relatos sugerem que ela se alistou como homem, mas sua identidade feminina só foi descoberta após ser ferida em combate.<br>Após a revolução, Maria Soldado voltou a trabalhar como empregada doméstica e continuou participando em manifestações estudantis contra a Ditadura. Mais tarde, vendeu doces e salgados no Hospital das Clínicas, em São Paulo. Infelizmente, ela faleceu em 11 de fevereiro de 1958. Seu legado permanece como um exemplo de força, coragem e patriotismo, contribuindo ativamente para a construção da história do Brasil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-25 22:56:03 UTC</pubDate>
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         <title>Aparecida Sueli Carneiro (1950) </title>
         <author>rosanecekp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sueli Carneiro é uma filósofa, escritora e ativista antirracismo brasileira. Ela é fundadora e diretora do Geledés - Instituto da Mulher Negra, além de ser uma das principais autoras do feminismo negro no Brasil. Sueli possui doutorado em filosofia pela Universidade de São Paulo (USP) e foi a primeira mulher negra a receber o título de doutora honoris causa da Universidade de Brasília.<br>Em 1983, Sueli Carneiro foi uma das líderes do movimento de mulheres negras que conquistou a abertura de uma vaga no Conselho Estadual da Condição Feminina de São Paulo para uma mulher negra, após não haver representação negra entre as trinta e duas conselheiras.<br>Em 1988, fundou o Geledés - Instituto da Mulher Negra, a primeira organização negra e feminista independente de São Paulo. Pouco depois, foi convidada para integrar o Conselho Nacional da Condição Feminina, em Brasília.<br>Sueli também criou o programa SOS Racismo de Geledés, que aborda o racismo como uma violação aos direitos humanos, contribuindo significativamente para a luta antirracista no país.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-25 22:59:53 UTC</pubDate>
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         <title>Lélia Gonzalez (1935 — 1994) </title>
         <author>rosanecekp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Foi uma intelectual, autora, política, professora, filósofa e antropóloga brasileira. Ela foi pioneira nos estudos sobre Cultura Negra no Brasil e co-fundadora do Instituto de Pesquisas das Culturas Negras do Rio de Janeiro (IPCN-RJ), do Movimento Negro Unificado (MNU) e do Olodum. Seu trabalho focava na luta contra o racismo estrutural, a desigualdade de gênero relacionada à raça (feminismo negro) e criticava o conceito de democracia racial no país. Lélia também desenvolveu os conceitos de "amefricanidade" e "pretuguês".<br>Ela enfrentou dificuldades no início de sua vida no Rio de Janeiro, trabalhando como empregada doméstica e babá. No entanto, em 1954, concluiu seus estudos no Colégio Pedro II e graduou-se em História e Filosofia na Universidade do Estado do Guanabara (atual UERJ). Lélia trabalhou como professora na rede pública de ensino e dedicou-se a pesquisas sobre relações de gênero e etnia. Posteriormente, tornou-se professora de Cultura Brasileira na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, onde chegou a chefiar o departamento de Sociologia e Política.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-25 23:02:11 UTC</pubDate>
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         <title>Jusciney Nunes dos Santos – Gil </title>
         <author>rosanecekp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Santoantoniense, decidiu se tornar professora e fez o curso de magistério. Desde o primeiro ano do ensino médio, participou de um curso onde puderam escolher diferentes profissões. Sempre gostou de brincar de ser professora com amigos e família. Sua mãe também era apaixonada por magistério, mas não teve a chance de estudar. Ao se tornar professora, Gil realizaria não apenas o seu sonho, mas também o da mãe.</div><div>Gil percebeu que, às vezes, as pessoas fingem não ver a falta de diversidade étnica na sua faculdade. Sua turma era composta principalmente por pessoas da região e regiões vizinhas, sem representação de diferentes etnias. A coordenação, direção e instituição eram predominantemente ocupadas por pessoas brancas, e só após alguns anos começaram a surgir negros, mas não durante o período do autor. Ela notou que a maioria dos graduados na universidade eram brancos, havendo uma presença mínima de negros entre os formandos.</div><div>&nbsp;Gil enfatiza “Eu sou negra todos os dias meus traços são negros. Não tem como fugir do que a gente é. Eu me vejo como uma mulher negra que representa bem a minha etnia, honro minha raça, sempre mostro para minhas alunas e alunos negros, sobre nossa importância e ocupação de lugares que ao longo da História nos foi negado. E se eu pudesse escolher novamente, eu escolheria a carreira do magistério, porque conseguimos fazer a diferença.”</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-25 23:06:45 UTC</pubDate>
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         <title>Alana Teixeira de Sena  </title>
         <author>rosanecekp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Historiadora, estudou a vida toda em escola pública e se formou na escola estadual de Cruz das Almas. Era uma aluna mediana e ao se preparar para o vestibular, achava que não passaria, pois não se sentia inteligente e acreditava que a prova era difícil. Após não ser aprovada no primeiro vestibular, optou por cursinho e estudar em bibliotecas com amigos. Escolheu inicialmente biologia, mas se identificou com história no ano seguinte. Na universidade, percebeu que o curso de história focava nas práticas de ensino, o que a fez duvidar de sua capacidade como professora. No entanto, ao fazer estágio, superou a vergonha e descobriu que gostava de ensinar, preferindo trabalhar com adolescentes, embora tenha escolhido o curso de história por interesse na matéria, não para dar aulas.&nbsp;</div><div>Desde a infância, Alana Sena teve interesse na música devido à influência de sua família ligada à arte. Iniciou tocando e cantando nas igrejas católicas, mas na adolescência formou bandas com colegas da escola, explorando diversos estilos musicais. A carreira musical sempre foi conciliada com a faculdade, e nunca a viu como uma profissão devido às dificuldades enfrentadas pelos artistas no Brasil. Após concluir a faculdade, passou a enxergar a música e a educação como meios de lutar por seus ideais e buscar mais espaço na sociedade, especialmente como mulher negra.</div><div>Alana Sena teve como inspiração sua mãe e tias, que lhe proporcionaram novas perspectivas sobre o papel que ele poderia desempenhar na sociedade. Tornou-se educadora e música e sente-se como um agente de mudança, buscando influenciar positivamente a sociedade por meio de sua atuação nessas áreas.</div><div>Alana Sena cita que “Como educadora e artista sinto-me como um agente de mudança na sociedade. Capaz de influenciar as pessoas em prol de melhorar o meio social.”</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-25 23:08:16 UTC</pubDate>
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         <title>Homenagem a Gil Nunes</title>
         <author>rosanecekp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Essa é sobre uma pessoa&nbsp;<br>Descendente de reis e rainhas&nbsp;<br>Lutando e rompendo barreiras na sociedade atual<br>Mulher que nos dá a certeza que a força do negro&nbsp;<br>é real<br>Passando por descriminações e ainda sim seguiu&nbsp;<br>em frente&nbsp;<br>É nossa professora, gente como a gente&nbsp;<br>Sempre alegre, sorrindo e contente&nbsp;<br>Aquele dread na cabeça, sorriso no rosto sempre&nbsp;<br>mostrando a beleza de uma preta&nbsp;<br>Em cada detalhe enxergamos a sua&nbsp;<br>determinação<br>E observamos o amor em seu coração&nbsp;<br>Amor pela sua cor,<br>Amor pela sua raça,<br>Amor pela sua etnia,<br>Esse seu amor está fazendo parte do nosso dia a&nbsp;<br>dia&nbsp;<br>Esforço e alegria sem mistério&nbsp;<br>Mulher que seguiu o seu caminho&nbsp;<br>Alcançou o magistério&nbsp;<br>Se você já conheceu uma pessoa e não sorriu&nbsp;<br>Ah meu amigo, com certeza você nunca&nbsp;<br>conheceu a professora Gil.<br><br>Deilane Dias (2º ano A)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-25 23:17:01 UTC</pubDate>
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         <title>Mensagem Para Alana Sena</title>
         <author>rosanecekp</author>
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         <description><![CDATA[<div>“A professora de língua portuguesa Alana Sena me ajudou a desenvolver a paixão e hábito pela leitura, que posteriormente não tinha interesse em livros de romance, biografia, entre outros.</div><div>Outrossim me inspira na área da determinação em melhorar a cada dia, seja em qualquer área de desenvolvimento pessoal.”</div><div><br>Caroline Cardoso (2º Ano A)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-25 23:18:55 UTC</pubDate>
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         <title>Homenagem a Gil Nunes e Alana Sena</title>
         <author>rosanecekp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Neste dia tão especial venho aqui recitar</div><div>a resistência da mulher negra para reafirmar,&nbsp;</div><div>reafirmar que sua cor carrega o ato de amar&nbsp;</div><div>Mas que esse “amor “um dia precisou lutar!</div><div>&nbsp;</div><div>Lutar contra o racismo e o sexismo&nbsp;</div><div>Contra a própria sociedade&nbsp;</div><div>Sociedade que aplaude o ódio&nbsp;</div><div>E o adoram como se fosse verdade&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Mas hoje na nossa escola&nbsp;</div><div>Temos exemplos de resistência&nbsp;</div><div>Gil Nunes e suas filosofias&nbsp;</div><div>E em cada obra a uma maneira de dizer Não &nbsp;</div><div>Não ao racismo&nbsp;</div><div>Não ao preconceito&nbsp;</div><div>Sim ao orgulho de tudo que até aqui temos feito, para que a mulher&nbsp;</div><div>Preta tenha espaço na Sociedade.</div><div>Vamos voltar às origens mulheres e mostrar que temos SIM capacidade.</div><div>&nbsp;</div><div>Alana também chegou para inspirar&nbsp;</div><div>Em cada melodia, acorde e ritmo&nbsp;</div><div>Vem até aqui para mostrar&nbsp;</div><div>Que os nossos antepassados não podem parar de contar.</div><div>E que a mulher preta conta, e encanta e faz muito mais do que podemos imaginar!</div><div>Feliz dia.<br><br>Yasmin Borges (2º Ano A)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-25 23:20:15 UTC</pubDate>
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         <title>Porque as mulheres negras não aparecem na história?</title>
         <author>rosanecekp</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>A ausência da mulher negra na história do Brasil, é preciso fazer uma reflexão sobre escravidão, preconceito, mais também de potência, luta e resistência presente nos eventos que constituíram nosso país.</div><div>Como a mulher no Brasil já é sinônimo de desafio, de luta é sobrevivência a mulher negra sofrem mais ainda, é preciso começar a educar as crianças nas escolas, despertando nelas os sentimentos, de que não existe raça superior a outra e que ninguém poderá ser subestimado pela cor da pele.<br><br></div><div>Monique, Maria Antônia, Raissa, Sara,</div><div>&nbsp;Iasmim, Rebeca e Mariana. (2º Ano A)</div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-25 23:36:31 UTC</pubDate>
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         <title>Entrevista com a Profª Gil Nunes</title>
         <author>rosanecekp</author>
         <link>https://padlet.com/rosanecekp/mgb2romfsgycmrb5/wish/2651124404</link>
         <description><![CDATA[<div>ONDE E COMO FOI OS SEUS ESTUDOS?&nbsp;<br><br>Eu fiz magistério quando escolhi ser professora. Antes de fazer faculdade, no primeiro ano do ensino médio eu fiz curso médio, onde escolhíamos qual profissão seguir. Tinha administração, patologia, contabilidade.&nbsp;<br>Desde sempre eu gostava de brincar sendo professora com os meus amigos e família. A minha mãe também era apaixonada por magistério, porém ela não teve a oportunidade de estudar. Então eu me tornando professora realizaria o meu sonho e o da minha mãe.<br><br>VOCÊ PASSOU POR DIFICULDADES OU PRECONCEITO NA FACULDADE/ ESCOLA?<br><br>Às vezes as pessoas fingem que não vê, né? Na faculdade a minha turma tinha pessoas daqui da região e das regiões vizinhas. Não tinha pessoas de etnias diferentes.<br>A coordenação, direção e instituição é formada por pessoas brancas e só depois de alguns anos apareceram negros, mas não estava mais na minha época. Mesmo sem estar lá você vê que a maioria das pessoas que tinham a formação universitária superior eram brancas, era mínima a quantidade de negros.<br><br>COMO VOCÊ SE&nbsp; ENXERGA COMO MULHER NEGRA NA EDUCAÇÃO?<br><br>&nbsp;Eu sou negra todos os dias meus traços são negros. Não tem como fugir do que a gente é eu me vejo como uma mulher negra que represento bem a minha etnia, honro minha raça, sempre mostro para minhas alunas e alunos negros, sobre nossa importância e ocupação de lugares que ao longo da história foi, nos foi negado. E se eu pudesse escolher novamente ,eu escolheria a carreira do magistério, por que conseguimos fazer a diferença.<br><br>Deilane Dias (2º Ano A)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-26 00:08:24 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Entrevista com a Profª Alana Sena</title>
         <author>rosanecekp</author>
         <link>https://padlet.com/rosanecekp/mgb2romfsgycmrb5/wish/2651127562</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Como foi seu período na escola e faculdade? E como escolheu sua profissão?<br></strong><br></div><div>Eu estudei a vida inteira em escola pública e me formei na escola estadual de Cruz das Almas. Na época de estudante, eu era uma aluna mediana. Eu não estudava muito, em parte porque a escola não cobrava muito e eu já absorvia os assuntos com as aulas e atividades. Eu também não estudava muito em casa e nem sabia como estudar sozinha. Quando terminei o terceiro ano, comecei o período de preparação para o vestibular. Hoje em dia, temos o Enem, onde você faz uma prova só e pode se candidatar a várias universidades. Antigamente, tínhamos que fazer um vestibular específico para cada universidade, então nos inscrevíamos em todas as universidades que tínhamos a possibilidade de ir.<br>Nesse período, eu achava que não ia conseguir passar no vestibular, porque não me sentia inteligente e não me achava capaz de ser aprovada, já que a prova era muito difícil. Não tive uma formação tão boa, porque a educação deixa muito a desejar no setor público. Fiz cursinho e fui estudar com amigos nas bibliotecas. Chegando o momento, fiz o vestibular pela primeira vez e não consegui passar. Eu não tinha muita noção do que queria fazer e nem que curso escolher, então escolhi qualquer área e acabei tentando biologia. No ano seguinte, tentei algum curso e me identifiquei com história. Achava que o curso de história iria me fazer sair de lá dominando a história. Porém, quando ingressei na universidade, percebi que estava enganada. O curso de história ensinava como dar aulas e abordava alguns assuntos históricos, mas o foco principal era as práticas de ensino. No entanto, não conseguia me ver dando aulas, pois sentia muita vergonha de estar na frente de uma sala de aula ensinando. Achava que nunca conseguiria ser professora, mas continuei fazendo o curso porque gostava. Durante o período de estágio, tive que ir para a sala de aula e estranhei muito. Fiquei muito nervosa, mas fui me adaptando e comecei a gostar da prática e da dinâmica da sala de aula. Percebi que gostava de ensinar e me identifiquei mais com o ensino médio. Não gostava muito de trabalhar com crianças, pois não tinha afinidade com elas. Prefiro trabalhar com adolescentes, embora tenha escolhido esse curso por ser de história e não para dar aulas.<br><br></div><div><strong>Como começou sua carreira na música?<br></strong><br></div><div>Por ter uma família muito ligada à arte, desde minha infância tive interesse na música. Eu tocava e cantava nas igrejas católicas. Na adolescência, conheci outros colegas músicos na escola e montei minhas primeiras bandas fora da igreja, com mais diversidade de estilos. Assim, minha carreira foi seguindo sempre sendo conciliada com minha faculdade. Nunca vi a música como profissão, já que sabia como era ser um profissional da arte no Brasil. Sempre vi a música como um hobby.<br>Quando terminei a faculdade, comecei a ver a música&nbsp; e a educação como um meio de lutar pelos meus ideais e pela busca por mais espaço na sociedade como mulher negra.&nbsp;<br><br></div><div><strong>Quais foram as mulheres que te inspiraram?<br></strong><br></div><div>As mulheres que me serviram de inspiração foram minha mãe e minhas tias. Elas me possibilitaram ter novas visões quanto ao lugar que eu poderia ocupar. Como educadora e músico, sinto-me como um agente de mudança na sociedade.<br><br></div><div><strong>Como você se vê em sua profissão ?<br></strong><br></div><div>Como educadora e artista sinto-me como um agente de mudança na sociedade. Capaz de influenciar as pessoas em prol de melhorar o meio social.<br><br>Eva Maria de Assis Dias (2º Ano A)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-26 00:15:20 UTC</pubDate>
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         <title>Entrevista com Alana Sena</title>
         <author>rosanecekp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Realizada pelos alunos do 2º Ano B: Moisés, Kely, Samara, Salety, Ana cassia, Miquéias</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-26 17:16:12 UTC</pubDate>
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         <title>Entrevista com Gil Nunes</title>
         <author>rosanecekp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Realizada através dos alunos do 2º ano B: Celine, Edleuza, Alexandre, Kevin e Wesley</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/T9hMb7Q1GVA" />
         <pubDate>2023-07-26 17:18:03 UTC</pubDate>
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