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      <title>Filosofia 11ºC by Aluno Ana Carolina P. Martins</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-12-12 10:09:46 UTC</pubDate>
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         <title>Tipos de Conhecimento</title>
         <author>a187241</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>O<strong><em> conhecimento prático</em></strong>, é aquele relacionado ao "saber como" fazer algo. Ele envolve habilidades e competências adquiridas por meio da experiência e da prática. Por exemplo, saber como cozinhar, tocar um instrumento musical ou andar de bicicleta. Esse tipo de conhecimento não é facilmente verbalizável e está mais ligado à execução de tarefas do que à compreensão teórica ou proposicional.</p></li><li><p>O <strong><em>conhecimento proposicional</em></strong>, por sua vez, refere-se ao "saber que" algo é verdade. Ele está relacionado ao entendimento de fatos e informações que podem ser expressos em frases ou proposições. Por exemplo, saber que a Terra orbita o Sol ou que a água ferve a 100 °C ao nível do mar. Esse tipo de conhecimento pode ser compartilhado verbalmente e é frequentemente estudado em contextos acadêmicos e científicos.</p></li><li><p>Já o<strong><em> conhecimento por contacto</em></strong>, diz respeito ao "saber de" algo ou alguém por meio de experiência pessoal ou familiaridade. Ele envolve a interação direta com um objeto, pessoa ou lugar, o que cria um tipo de conhecimento difícil de transmitir completamente a outra pessoa. Por exemplo, conhecer uma cidade porque já esteve nela, ou conhecer alguém porque conviveu com essa pessoa. É um tipo de saber mais subjetivo e baseado em vivências.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-14 16:56:27 UTC</pubDate>
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         <title>Teoria tradicional do conhecimento</title>
         <author>a187241</author>
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         <description><![CDATA[<p>A <strong><em>teoria tradicional do conhecimento,</em></strong> também chamada de definição tripartite, foi criada por<strong> Platão</strong> e afirma que o conhecimento é uma crença verdadeira e justificada. Segundo essa visão, para que uma pessoa saiba algo, três condições devem ser satisfeitas: ela precisa acreditar na proposição, a proposição deve ser verdadeira e deve haver uma justificativa adequada para essa crença. Essa teoria tem sido influente na epistemologia, mas foi desafiada por casos como os exemplos de Gettier, que mostram situações em que as três condições são atendidas, mas ainda assim não há conhecimento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-14 16:59:25 UTC</pubDate>
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         <title>O que é o conhecimento?</title>
         <author>a187241</author>
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         <description><![CDATA[<p>O conhecimento é geralmente entendido como a relação entre um sujeito (ativo e cognoscente) que conhece e um objeto (passivo e cognoscível) conhecido. Ele envolve a compreensão, a percepção ou o domínio de algo, seja por meio da experiência, da reflexão ou da prática. Tradicionalmente, é definido como uma crença verdadeira e justificada, ou seja, uma crença apoiada em evidências ou razões adequadas e que corresponde à realidade. O conhecimento pode assumir diferentes formas, como o saber prático, proposicional ou por contato, e está no centro das investigações filosóficas sobre como entendemos e interagimos com o mundo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-14 17:03:07 UTC</pubDate>
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         <title>Racionalismo</title>
         <author>a187241</author>
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         <description><![CDATA[<p>O racionalismo é uma corrente filosófica que enfatiza a <strong>razão</strong> como a principal fonte de conhecimento e a base para compreender a realidade. Segundo essa perspectiva, o conhecimento verdadeiro é alcançado por meio do raciocínio lógico e dedutivo, independente da experiência sensorial. Os racionalistas acreditam que existem verdades universais e necessárias que podem ser conhecidas pela razão, como princípios matemáticos e leis da lógica. Grandes expoentes do racionalismo incluem Descartes, Spinoza e Leibniz. Essa corrente contrasta com o empirismo, que privilegia a experiência sensorial como fonte de conhecimento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-14 17:04:48 UTC</pubDate>
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         <title>Empirismo</title>
         <author>a187241</author>
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         <description><![CDATA[<p>O empirismo é uma corrente filosófica que defende que todo conhecimento deriva, direta ou indiretamente, da <strong>experiência sensorial</strong>. Segundo os empiristas, a mente humana no nascimento é como uma "tábula rasa" (folha em branco), sendo preenchida pelo que é percebido através dos sentidos. Essa perspectiva valoriza a observação, a experimentação e os dados concretos como fontes de conhecimento, rejeitando a ideia de que a razão, por si só, pode produzir verdades sobre o mundo. Grandes defensores do empirismo incluem John Locke, George Berkeley e David Hume. O empirismo é frequentemente contrastado com o racionalismo, que privilegia a razão como fundamento do conhecimento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-14 17:05:59 UTC</pubDate>
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         <title>René Descartes</title>
         <author>a187241</author>
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         <description><![CDATA[<p>René Descartes foi um filósofo e cientista francês nascido em 1596 e considerado um dos fundadores da filosofia moderna. Ele propôs uma nova abordagem para o conhecimento, baseada na dúvida metódica. Descartes argumentou que para alcançar a verdade, é necessário questionar todas as crenças, rejeitando tudo aquilo que poderia ser duvidoso. Ele chegou à conclusão de que, mesmo que todas as outras coisas possam ser postas em dúvida, a existência do pensamento e da mente humana não podem. Isso resultou na famosa frase "Cogito, ergo sum" ("Penso, logo existo"), que serviu como ponto de partida para seu sistema de conhecimento. Segundo Descartes, a mente possui ideias inatas, como a ideia de Deus, que são conhecidas independentemente da experiência sensorial. Ele também defendeu um dualismo entre a mente, que é pensante e indivisível, e o corpo, que é físico e extenso. Sua teoria do conhecimento destacou a razão como a única fonte confiável de verdade, levando a uma ênfase na clareza e na distinção como critérios para o conhecimento verdadeiro. Descartes influenciou profundamente a filosofia ocidental, estabelecendo uma nova visão da relação entre mente e matéria e desafiando o empirismo da época.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-14 17:09:29 UTC</pubDate>
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         <title>David Hume</title>
         <author>a187241</author>
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         <description><![CDATA[<p>David Hume foi um filósofo escocês do século XVIII, amplamente reconhecido por sua contribuição fundamental à filosofia da mente e à teoria do conhecimento. Ele desafiou a tradição racionalista e empirista de sua época, argumentando que todo conhecimento provém exclusivamente da experiência sensorial. Hume rejeitava a ideia de ideias inatas e defendia que todas as nossas ideias e conceitos são derivadas das impressões sensoriais que recebemos. Em sua obra, questionou a noção de causa e efeito, sugerindo que a crença de que um evento causa outro não é baseada em uma conexão lógica, mas em hábitos formados pela experiência repetida. Para Hume, a razão humana não pode alcançar a certeza absoluta e a única coisa que podemos saber é aquilo que é evidente na relação entre ideias, como na matemática e na lógica. Ele introduziu um ceticismo profundo sobre a possibilidade de qualquer conhecimento objetivo sobre o mundo externo, argumentando que nossas crenças são, em última análise, baseadas em costumes e hábitos adquiridos da experiência passada. Sua filosofia influenciou significativamente o desenvolvimento posterior do pensamento empirista e cético.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-14 17:12:02 UTC</pubDate>
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         <title>Senso Comum</title>
         <author>a187241</author>
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         <description><![CDATA[<p>O senso comum é o conhecimento prático e intuitivo que as pessoas adquirem no dia a dia, baseado em experiências, tradições e crenças compartilhadas. Ele não exige comprovação científica e é usado para lidar com situações cotidianas. Embora útil em muitos contextos, pode conter erros ou preconceitos por não ser submetido a análises críticas ou métodos científicos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-19 09:17:17 UTC</pubDate>
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         <title>Conhecimento</title>
         <author>a187241</author>
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         <pubDate>2024-12-19 09:46:53 UTC</pubDate>
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         <title>Teorias  do conhecimento</title>
         <author>a187241</author>
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         <pubDate>2024-12-19 09:48:55 UTC</pubDate>
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         <title>Filósofos</title>
         <author>a187241</author>
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         <pubDate>2024-12-19 09:52:30 UTC</pubDate>
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         <title>Senso Comum</title>
         <author>a187241</author>
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         <pubDate>2024-12-19 09:55:16 UTC</pubDate>
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         <title>Conhecimento científico </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O conhecimento científico é uma forma de entender a realidade que se baseia na observação, experimentação e análise sistemática. Ele busca explicações racionais e verificáveis, diferindo de outros tipos de saber por sua objetividade e rigor. O método científico é essencial nesse processo, permitindo a formulação de hipóteses, testes e a interpretação de resultados. Esse conhecimento é empírico, ou seja, fundamentado em dados concretos, e está sempre aberto a revisões, já que novas descobertas podem modificar ou expandir o que já se sabe. Assim, ele promove avanços tecnológicos, melhora a compreensão do mundo e auxilia na solução de problemas complexos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-09 08:39:02 UTC</pubDate>
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         <title>Conhecimento científico </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-01-09 09:31:26 UTC</pubDate>
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         <title>Teorias da Arte </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-02-27 09:41:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A <strong>teorias da arte como expressão</strong> afirma que a arte é a manifestação das emoções e experiências internas do artista, indo além da simples imitação da realidade. Surgiu no século XIX e enfatiza a subjetividade e a criatividade na criação artística.</p><p> </p><p>Entre os principais pensadores dessa teoria, <strong>Benedetto Croce</strong> defendia que a arte é uma forma de intuição e expressão pessoal, enquanto <strong>R.G. Collingwood</strong> via a arte como um meio de clarificar e comunicar emoções. <strong>Leon Tolstói</strong>, por sua vez, acreditava que a arte conecta as pessoas ao transmitir sentimentos genuínos do artista para o público.</p><p> </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-27 20:39:01 UTC</pubDate>
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         <title>As teorias essencialistas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>As teorias essencialistas defendem que existem propriedades essenciais comuns a todas as obras de arte e que só nas obras de arte se encontram.</p><p>Isso significa que as propriedades essenciais da arte são exemplificadas por todas as obras de arte, reais ou meramente possíveis. Mas uma definição essencialista exige também que tais propriedades sirvam para distinguir a arte de outras coisas que não são arte.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-27 20:41:35 UTC</pubDate>
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         <title>O que são teorias não essencialistas?</title>
         <author>a187241</author>
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         <description><![CDATA[<p>As teorias não essencialistas dizem respeito á filosofia da arte e são teorias que defendem a impossibilidade de definir o que é arte a partir de um conjunto de propriedades essenciais, apresentando definições que assentam em propriedades extrínsecas e relacionais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 15:32:35 UTC</pubDate>
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         <title>O que é a teoria da arte como imitação?</title>
         <author>a187241</author>
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         <description><![CDATA[<p>A teoria da arte como imitação ou teoria mimética da arte foi defendida por filósofos como Platão e Aristóteles e defende que o artista apenas copia algum determinado objeto e que a verdadeira essência está apenas no objeto e não na obra.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 15:33:14 UTC</pubDate>
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         <title>Quais foram as objeções á teoria da arte como imitação?</title>
         <author>a187241</author>
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         <description><![CDATA[<p>Há quadros, peças musicais, poemas, etc..., que não copiam o mundo real ou seja ao consideramos essas obras arte estamos a rejeitar a teoria da arte como imitação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 15:33:45 UTC</pubDate>
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         <title>Quais foram as objeções á teoria da arte como expressão?</title>
         <author>a187241</author>
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         <description><![CDATA[<p>Certas obras como por exemplo a arquitetura não podem exemplos de expressão emocional o que rejeita essa teoria.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-26 15:20:11 UTC</pubDate>
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         <title>O que é a teoria da arte como forma?</title>
         <author>a187241</author>
         <link>https://padlet.com/a187241/mfl1uud1xh1e0slg/wish/3425948719</link>
         <description><![CDATA[<p>A teoria da arte como forma defende que desde que uma obra desperte certas emoções estéticas</p><p>partindo da sua forma significante( conjunto de relações e combinações de linhas, formas e cores) , então estamos perante uma obra de arte. Foi defendida por Clive Bell.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-26 15:21:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quais foram as objeções da teoria da arte como forma?</title>
         <author>a187241</author>
         <link>https://padlet.com/a187241/mfl1uud1xh1e0slg/wish/3425949500</link>
         <description><![CDATA[<p>Há muitos casos onde a apreciação artística vem do conteúdo da obra não apenas da forma e e também se houver discordância entre dois críticos acerca da forma significante que as obras manifestam ou não, um está errado mas não há forma de saber qual por isso a teoria tem que ser rejeitada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-26 15:22:16 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O que é a teoria institucional da arte?</title>
         <author>a187241</author>
         <link>https://padlet.com/a187241/mfl1uud1xh1e0slg/wish/3425949923</link>
         <description><![CDATA[<p>Segundo George Dickie, certas pessoas ligada a uma certa instituição da arte tem o poder para atribuir o estatuto de arte a uma seguinte obra.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-26 15:23:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Qual é a objeção á teoria institucional da arte?</title>
         <author>a187241</author>
         <link>https://padlet.com/a187241/mfl1uud1xh1e0slg/wish/3425950166</link>
         <description><![CDATA[<p>Esta teoria inviabiliza a possibilidade de haver arte primitiva já que na altura não havia um mundo da arte por não haver uma instituição social da arte.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-26 15:23:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O que é a teoria historicista da arte?</title>
         <author>a187241</author>
         <link>https://padlet.com/a187241/mfl1uud1xh1e0slg/wish/3425950463</link>
         <description><![CDATA[<p>A teoria historicista da arte defende que se uma obra semelhante á apresentada no passado foi considerada arte no presente esta também tem que ser considerada. Jerrold levinson defendeu esta teoria.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-26 15:24:03 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Quais foram as objeções á teoria historicista da arte ?</title>
         <author>a187241</author>
         <link>https://padlet.com/a187241/mfl1uud1xh1e0slg/wish/3425951304</link>
         <description><![CDATA[<p>A primeira obra de arte foi considerada uma obra de arte porém não havia nenhuma semelhante previamente ou seja esta  teoria está rejeitada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-26 15:25:08 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Para Popper no que consiste o processo científico?</title>
         <author>a187241</author>
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         <description><![CDATA[<p>Para Popper o processo científico deve ser entendido como o processo da ciência a direção a um fim (a verdade) que sendo entendida como a correspondência das proposições  cientificas à realidade dos factos é a meta para qual a ciência avança.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-26 15:26:49 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O que é o critério de falsificabilidade?</title>
         <author>a187241</author>
         <link>https://padlet.com/a187241/mfl1uud1xh1e0slg/wish/3425953005</link>
         <description><![CDATA[<p>O critério de falsificabilidade consiste numa teoria que pressupõe que todas as teorias podem ser refutadas. Neste sentido nenhuma teoria mesmo que possa ser corroborada é completamente verdadeira, é apenas uma aproximação da realidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-26 15:27:21 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>No que consistem tentativas - erro?</title>
         <author>a187241</author>
         <link>https://padlet.com/a187241/mfl1uud1xh1e0slg/wish/3425953698</link>
         <description><![CDATA[<p>A ciência avança por meio de tentativas erro ou seja parte de problemas, propõe hipóteses de explicação de são provisórias, submete as teorias a processos rigorosos de refutação e vai eliminado os erros o que conduz á descoberta de novos problemas aproximando-se assim da verdade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-26 15:28:12 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Porque é que a ciência é uma atividade crítica segundo Popper?</title>
         <author>a187241</author>
         <link>https://padlet.com/a187241/mfl1uud1xh1e0slg/wish/3425954078</link>
         <description><![CDATA[<p>A ciência é uma atividade crítica ( contrária á dogmática) porque utilizando o lado crítico o cientista encontra falhas ou erros nas teorias já existentes e empenha-se na procura de novas respostas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-26 15:28:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Como sabemos se uma teoria é mais verosímil que outra?</title>
         <author>a187241</author>
         <link>https://padlet.com/a187241/mfl1uud1xh1e0slg/wish/3425954559</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma teoria é mais verosímil do que outra rival somente no caso de implicar mais verdades (explicando um maior número de fenómenos) e menos falsidades do que a teoria rival.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-26 15:29:27 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Como responde Popper ao problema da objetividade?</title>
         <author>a187241</author>
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         <description><![CDATA[<p>Popper confronta o problema da objetividade dizendo que apesar de um cientista ser um criador, engenhoso de conjeturas, as teorias científicas, sendo corroboradas, correspondem a uma leitura objetiva da realidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-26 15:30:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quais foram as críticas á teoria de Popper?</title>
         <author>a187241</author>
         <link>https://padlet.com/a187241/mfl1uud1xh1e0slg/wish/3425955530</link>
         <description><![CDATA[<p>As críticas criticavam que o critério de falsicabilidade abalava a confiança das pessoas nas teorias científicas e também a sua perspetiva é posta em causa porque existe uma uma influência da personalidade do cientista e do contexto social na construção das teorias.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-26 15:30:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Para Kuhn no que consiste o processo científico?</title>
         <author>a187241</author>
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         <description><![CDATA[<p>Para Kuhn a ciência depende de um paradigma ( modelo universal) sendo assim as teorias só são verdadeiras dependendo do paradigma em que a ciência esteja exposta. No entanto pode haver anomalias (problemas) que causam uma crise e que obrigam á ponderação de um novo paradigma ( ciência extraordinária) após um consenso existe uma revolução (criação de um novo paradigma) que causa novamente estabilidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-26 15:33:17 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Quais são as características da perspetiva de Kuhn?</title>
         <author>a187241</author>
         <link>https://padlet.com/a187241/mfl1uud1xh1e0slg/wish/3425957992</link>
         <description><![CDATA[<p>Kuhn acredita que a mudança de paradigma não é cumulativa ou seja o novo paradigma não tem nenhuma ligação ao anterior sendo o progresso da ciência não cumulativo e contínua. A escolha de um novo paradigma é influenciada pela ordem histórica, sociológica e psicológica.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-26 15:34:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quais foram as críticas feitas a Kuhn?</title>
         <author>a187241</author>
         <link>https://padlet.com/a187241/mfl1uud1xh1e0slg/wish/3425958251</link>
         <description><![CDATA[<p>Criticaram Kuhn por o mesmo dizer que não defendia o relativismo porém a sua perspetiva acaba por fornecer um plano idêntico aos outros. Criticam também a irracionalidade do seu critério devido á adesão do novo paradigma ser quase como uma conversão de todos os cientistas ( referindo-se à fé).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-26 15:34:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Teorias da religião</title>
         <author>a187241</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 14:51:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Argumento ontológico</title>
         <author>a187241</author>
         <link>https://padlet.com/a187241/mfl1uud1xh1e0slg/wish/3480545236</link>
         <description><![CDATA[<p>É um argumento puramente racional e lógico. Afirma que a própria ideia de Deus como ser perfeito implica a sua existência , pois um ser perfeito que não existe não seria realmente perfeito.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 14:56:08 UTC</pubDate>
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         <title>Argumento teleológico</title>
         <author>a187241</author>
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         <description><![CDATA[<p>O argumento teleológico, defende que tudo no universo revela ordem, complexidade e finalidade. Os elementos da natureza parecem estar organizados para cumprir funções específicas (como os olhos para ver ou as asas para voar)  o que indica que não surgiram por acaso. Assim como um relógio, por ser complexo e funcional, pressupõe um relojoeiro, também o universo, por manifestar uma organização com propósito, aponta para a existência de um Criador inteligente: Deus. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 14:59:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Argumento cosmológico</title>
         <author>a187241</author>
         <link>https://padlet.com/a187241/mfl1uud1xh1e0slg/wish/3480550045</link>
         <description><![CDATA[<p>Baseia-se no princípio de causa e efeito: tudo o que existe tem uma causa. Como não se pode recuar infinitamente nas causas, deve existir uma <strong>causa primeira não causada</strong> , essa causa é Deus.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 15:00:53 UTC</pubDate>
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         <title>Teodiceia de Leibniz</title>
         <author>a187241</author>
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         <description><![CDATA[<p>Gottfried Wilhelm Leibniz (séc. XVII-XVIII) tentou responder à grande questão: <strong>Se Deus é bom e todo-poderoso, por que existe o mal no mundo?</strong> A sua resposta ficou conhecida como <strong>teodiceia</strong>, termo que ele próprio cunhou (do grego <em>theos</em> = Deus, <em>dike</em> = justiça).</p><p>Leibniz argumenta que <strong>Deus criou “o melhor dos mundos possíveis”</strong>. Mesmo que existam males, este mundo ainda é o mais equilibrado entre bem e mal que Deus poderia criar, sem limitar a liberdade humana ou destruir a ordem natural. O mal, segundo ele, é permitido por Deus <strong>para que um bem maior possa surgir</strong> , como acontece quando a dor leva à cura, ou o erro leva ao arrependimento.</p><p>Para Leibniz, há três tipos de mal:</p><ul><li><p><strong>Mal metafísico</strong>: a imperfeição inevitável das criaturas (nenhuma é perfeita como Deus).</p></li><li><p><strong>Mal físico</strong>: o sofrimento e as catástrofes naturais.</p></li><li><p><strong>Mal moral</strong>: o pecado, causado pelo uso errado da liberdade humana.</p></li></ul><p>Assim, a teodiceia de Leibniz procura <strong>justificar a existência do mal</strong> sem negar a bondade nem o poder de Deus, defendendo que tudo faz parte de um plano racional divino.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 15:03:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A aposta de Pascal</title>
         <author>a187241</author>
         <link>https://padlet.com/a187241/mfl1uud1xh1e0slg/wish/3480554103</link>
         <description><![CDATA[<p>Blaise Pascal, filósofo e matemático do século XVII, propôs um argumento conhecido como <strong>“a aposta”</strong>, que não tenta provar a existência de Deus, mas sim mostrar que <strong>é mais razoável acreditar do que não acreditar</strong>.</p><p>Pascal argumenta que, perante a incerteza sobre a existência de Deus, devemos fazer uma “aposta” racional:</p><ul><li><p><strong>Se acreditares em Deus e Ele existir</strong>, ganhas tudo (vida eterna).</p></li><li><p><strong>Se acreditares e Ele não existir</strong>, não perdes nada de essencial.</p></li><li><p><strong>Se não acreditares e Deus existir</strong>, perdes tudo.</p></li><li><p><strong>Se não acreditares e Ele não existir</strong>, também não ganhas nada.</p></li></ul><p>Assim, <strong>crer em Deus é a opção com mais a ganhar e menos a perder</strong>, mesmo sem provas absolutas da sua existência.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-05 15:04:56 UTC</pubDate>
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