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      <title>Sequência de ciências humanas - 221 by Gabrielle Backes</title>
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      <description>Criado com um rápido sorriso</description>
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      <pubDate>2021-08-17 16:40:11 UTC</pubDate>
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         <title>Referência: https://monografias.brasilescola.uol.com.br/historia/estado-sociedade-na-era-informacao-relacao-entre-as-transformacoes-sociais-novas-tecnologias.htm  https://www.pravaler.com.br/iluminismo-o-que-foi-principais-pensadores-e-caracteristicas/ https://brasilescola.uol.com.br/historiag/revolucao-industrial.htm https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/o-capitalismo-sociedade-consumo.htm https://brasilescola.uol.com.br/brasil/urbanizacao.htm </title>
         <author>gabriellebackesvieira</author>
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         <title>Ensino Religioso: Identifique na Declaração Universal dos Direitos Humanos fundamentos que atuem para atenuar os problemas ocasionados pelas novas dinâmicas do mundo capitalista contemporâneo.                                      Há uma ligação decisiva entre o capitalismo e os assim chamados direitos humanos e sociais. O objetivo é provar que o desenvolvimento histórico dos direitos humanos, considerando sua primeira dimensão e sua segunda dimensão, não é baseado no desenvolvimento do espírito humano e da consciência universal, mas sim no processo capitalista de produção e reprodução social. Ao se seguir um caminho teórico marxista, é possível perceber que toda a forma jurídica, até mesmo os direitos humanos, está profundamente comprometida com uma estrutura capitalista de sociedade. Os direitos civis e políticos, tanto quanto os direitos sociais, são parte de um maquinário burguês que faz do direito um instrumento de exploração e preservação do status que, apesar do progresso relativo que eles podem trazer com eles. E as políticas de bem-estar social não são nada além de uma intervenção estatal para apoiar o ciclo de acumulação do capital conforme necessidades concretas (e políticas). Não há nenhum tipo de esclarecimento, bondade ou senso de decência humana nos direitos relacionados à democracia liberal e às instituições de bem-estar social, mas sim contingências de determinados momentos da luta de classes e da dinâmica econômica de reprodução sob o sistema capitalista. A verdadeira emancipação só é viável pelo fim das classes sociais, um difícil horizonte que começa com uma estratégia socialista. E quanto mais a revolução socialista modifica as relações de produção para estabelecer o controle social pela classe trabalhadora, tanto menor é a hegemonia da forma jurídica sobre a vida, porque o direito perece junto com o fim da produção e da circulação de mercadorias. A luta pelo socialismo como a luta por um novo e superior tipo de vida civilizada que nenhum dos direitos humanos poderia prover à humanidade. A ligação entre o modo de produção capitalista e os direitos humanos de primeira dimensão, tal como tencionamos demonstrar, deverá ser exposta em três momentos. Inicialmente, dar-se-á ênfase aos marcos históricos dos direitos civis e políticos, passando-se pela principal polêmica que envolve o marxismo nesta temática: seu atrevimento ao submeter à crítica aquilo que seria incriticável: os direitos civis e políticos, projetados como os fundamentos da civilização e da democracia. Logo adiante, e inevitavelmente, a democracia liberal será examinada e criticada nos seus fundamentos, conforme as indicações da teoria marxista do Estado. Ao final do capítulo, comentaremos as tendências desta democracia nos instantes em que a luta de classes se agiganta, em que suas tensões forçam o liberalismo a degenerar no seu contrário, mesmo que sob um véu liberal. Antes, entretanto, convém esboçar uma linha de desenvolvimento histórico que reflita o contexto e as bases materiais da chamada primeira dimensão dos direitos humanos. Capitalismo e direitos humanos caminham de mãos dadas na história, fato que se verifica já no nascimento da ordem capitalista.  </title>
         <author>gabriellebackesvieira</author>
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         <title>Geografia: Estabeleça as relações entre as transformações no campo e o crescimento urbano em níveis mundiais brasileiros no século XIX e XX. Como essas mudanças impactaram em nossas vidas?                                            Urbanização é o crescimento das cidades, tanto em população quanto em extensão territorial. É o processo em que o espaço rural transforma-se em espaço urbano, com a consequente migração populacional do tipo campo–cidade que, quando ocorre de forma intensa e acelerada, é chamada de êxodo rural.Em termos de área territorial, no mundo atual, o espaço rural é bem mais amplo do que o espaço urbano. Isso ocorre porque o primeiro exige um maior espaço para as práticas nele desenvolvidas, como a agropecuária, o extrativismo mineral e vegetal, além da delimitação de áreas de preservação ambiental e florestas em geral. No entanto, em termos populacionais e em atividades produtivas no contexto econômico e capitalista, a cidade, atualmente, vem sobrepondo-se ao campo. Caso tenha mais interesse nesse tema, leia nosso texto: espaço urbano e espaço rural.O processo de formação das cidades ocorre desde os tempos do período neolítico. No entanto, sob o ponto de vista estrutural, elas sempre estiveram vinculadas ao campo, pois dependiam deste para sobreviver. O que muda no atual processo de urbanização capitalista, que se intensificou a partir do século XVIII, é que agora é o campo quem passa a ser dependente da cidade, pois é nela que as lógicas econômico-sociais que estruturam o meio rural são definidas.Esse processo é característico dos países desenvolvidos, onde o processo de urbanização ocorreu primeiramente. Cidades como Londres e Nova York tornaram-se predominantemente urbanas a partir da década de 1900, início do século XX, em razão da quantidade de empregos e das condições de moradias oferecidas. Existem os fatores repulsivos que são aqueles em que a urbanização ocorre não em função das vantagens produtivas das cidades, mas graças a essa espécie de expulsão da população do campo para os centros urbanos. Esse processo ocorre, em geral, pela modernização do campo, que propiciou a substituição do homem pela máquina, e pelo processo de concentração fundiária, que deixou a maior parte das quantidades de terras nas mãos de poucos latifundiários.Esse fenômeno é característico dos países subdesenvolvidos e é marcado pela elevada velocidade em que o êxodo rural aconteceu, bem como pela concentração da população nas metrópoles (metropolização). Tais cidades não conseguem absorver esse quantitativo populacional, propiciando a formação de favelas e habitações irregulares.    </title>
         <author>gabriellebackesvieira</author>
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         <title>Sociologia: Identifique como se deu/dá o processo de globalização e inserção no mercado de consumo por países de terceiro mundo. Como se deu essa inserção? (Guerras, conquistas, dominação cultural?). Responda utilizando exemplos.                                                   Globalização e revolução tecnológica, que é a base material da primeira, trazem a possibilidade da futura sociedade planetária unificada. Na fase atual, a globalização ocorre como processo do capitalismo mundial e traz a tendência intrínseca &#39;a acentuação das desigualdades sociais e entre países, favorecendo os países desenvolvidos em detrimento dos atrasados. Diante deste processo, os Estados nacionais continuam a desempenhar papel de primeira importância, implementando estratégias relacionadas com suas posições econômica e geopolítica. A situação dos Estados dos países dependentes, com especial referência ao Brasil e aos países marginalizados; A emergência da área dinâmica do capitalismo no Extremo Oriente, com ênfase nos casos do Japão, da Coréia do Sul e de Taiwan. Esta vem avançando através da informática (computação e microeletrônica), das telecomunicações, da biotecnologia e da engenharia genética, da invenção de novos materiais e etc.; Compreensivelmente, trata-se de um futuro a longo prazo, indefinido no surgimento e indeterminado nos traços concretos. Aspectos que suscitam reflexões dizem respeito à criação da cultura mundial, capaz de congraçar os povos mais diversos, unindo-os na mesma atividade criativa; à superação dos particularismos agressivos e das hostilidades manifestas ou latentes entre nacionalidades, etnias e raças; à abordagem das questões ecológicas como temário intrinsecamente carente de visão global. Na perspectiva da sociedade global, colocam-se visões reconstrutivas e transformadoras como as do ecumenismo católico (teologia da libertação) e do socialismo marxista (Ianni, 1992). No enfoque das tendências operantes no mundo concreto atual, afasta-se a atuação de causas finais. Ainda que a teleologia compareça como explicação para a motivação subjetiva de ações humanas, os resultados objetivos destas extrapolam o âmbito da teleologia. Numerosas variáveis interagem sobre o agregado de sociedades humanas coexistentes no planeta e semelhante interação permite a projeção de mais de um cenário. Aceleração do ritmo de avanço da globalização e da revolução tecnológica relaciona-se com os fatores depressivos em curso no sistema econômico capitalista, a partir de 1973.Durante cerca de trinta anos após o término da Segunda Guerra Mundial, a economia capitalista mundial desenvolveu-se a taxas historicamente altas, inéditas para tão longo tempo.  Foi neste período que se implementaram as técnicas keynesianas do Estado do Bem-Estar e, em geral, da intervenção e da regulação estatais nas questões econômicas. Na Europa ocidental e nos Estados Unidos, tornou-se possível e praticável o jogo de soma positiva, que incrementou os lucros das empresas, elevou as taxas de acumulação do capital e, ao mesmo tempo, trouxe melhoras sensíveis no padrão de vida dos assalariados e dos estratos sociais médios. Em muitos países do chamado Terceiro Mundo, ganhou impulso um processo desenvolvimentista que alterou parâmetros sociológicos tradicionais e suscitou expectativas otimistas aparentemente fundamentadas. A Guerra Fria não deixava de ter sua cota de influência em tais desdobramentos, à medida que incitava as cúpulas econômica e política dos principais países capitalistas a adotarem procedimentos dirigistas do crescimento econômico e táticas concessivas nas relações do Estado e das empresas com os trabalhadores, tendo em vista ganhar força social na competição com a União Soviética e demais países do campo socialista. Se foi uma idade de ouro para o capitalismo, conforme tem sido afirmado, também foi uma época brilhante para a experiência socialista deste século (Gorender, 1992).Se buscarmos um ponto de partida para o processo de globalização, podemos destacar o advento das Grandes Navegações, quando ocorreu um incremento do comércio entre as mais diferentes partes do globo. Esse marco histórico foi seguido por uma necessidade de aumentar a escala de produção, o que culminou com a Revolução Industrial durante os séculos XVIII e XIX.  Nesse período, as modificações na estrutura de produção substituíram gradualmente o trabalho artesanal e a manufatura, principalmente com a introdução da máquina a vapor e posteriormente a utilização da energia elétrica. Já no século XX a expansão dos mercados financeiros e das empresas transnacionais correspondeu ao evento mais relevante no que diz respeito à ampliação dos fluxos de capitais e mercadorias no mundo globalizado. A partir da década de 1950 as empresas transnacionais começaram a direcionar suas filiais para os países subdesenvolvidos e, em pouco tempo, passaram a dominar o comércio internacional. Quanto mais essas empresas foram crescendo, expandindo seus mercados, necessitaram de mais investimentos tecnológicos e da aplicação de novos métodos de produção. Esses métodos estabeleceram uma maior flexibilidade nos sistemas de inovação e fabricação dos produtos, a fim de atender mercados consumidores de localidades distintas e aproveitar da melhor maneira possível a utilização do espaço, das matérias-primas e da mão de obra.O setor de transportes precisou se adaptar às novas demandas para garantir uma distribuição eficiente e segura das mercadorias. Conjunto de modificações tecnológicas que ocorreram a partir da década de 1970 ficou conhecido como Revolução Técnico-Científica. Além de alterar a estrutura de produção e comercialização, essas transformações introduziram descobertas que conduziram ao atual modelo de telecomunicações. A Revolução Técnico-Científica contribuiu para o desenvolvimento de produtos que utilizamos em nosso cotidiano como os microcomputadores, smartphones e tablets, responsáveis pelo acesso às redes sociais e pela transmissão de grande quantidade de informações em tempo real. Essas ferramentas também determinaram a integração das bolsas de valores ao redor do mundo e permitiram um fluxo dinâmico e constante de informações, capitais e mercadorias. Atualmente a globalização está em uma etapa de interações avançadas entre os países, o que está evidente nas crises cíclicas do sistema capitalista, que estão alcançando cada vez mais rapidamente as nações mais industrializadas. Outro fato marcante é que os países considerados emergentes estão começando a participar mais ativamente do sistema econômico-financeiro mundial, posto que a inserção desses países, até duas décadas atrás, estava limitada à periferia do capitalismo mundial e ao fornecimento de matérias-primas.    </title>
         <author>gabriellebackesvieira</author>
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         <title>Filosofia: É possível afirmar que o capitalismo criou uma cultura estética baseada na aquisição de produtos e bens de consumo? Identifique padronizações do belo utilizados no seu cotidiano.                                                                          A sociedade de consumo é um termo bastante utilizado para representar os avanços de produção do sistema capitalista, que se intensificaram ao longo do século XX notadamente nos Estados Unidos e que, posteriormente, espalharam-se, e ainda vem se espalhando, pelo mundo. Nesse sentido, o desenvolvimento econômico e social é pautado pelo aumento do consumo, que resulta em lucro ao comércio e às grandes empresas, gerando mais empregos, aumentando a renda, o que acarreta ainda mais consumo. Uma ruptura nesse modelo representaria uma crise, pois a renda diminuiria, o desemprego elevar-se-ia e o acesso a elementos básicos seria mais dificultado. </title>
         <author>gabriellebackesvieira</author>
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         <title>História: De que forma podemos identificar o Iluminismo e a Revolução Industrial como marcos teórico e econômico da contemporaneidade? Qual a relação que pode ser estabelecida entre esses processos históricos?                                      O Iluminismo pode ser entendido como uma ruptura com o passado e o início de uma fase de progresso da humanidade. Essa fase é marcada por uma revolução na ciência, nas artes, na política e na doutrina jurídica. Nessa época, o mundo começava a passar por transformações. O Renascimento permitiu o desenvolvimento cultural e intelectual baseado nos ideais de liberdade política e econômica defendidos pela crescente burguesia. O poder das monarquias passou a ser criticado, os valores da igreja foram questionados e o Antropocentrismo colocou o homem como centro das questões.A Revolução Industrial foi o período de grande desenvolvimento tecnológico que teve início na Inglaterra a partir da segunda metade do século XVIII e que se espalhou pelo mundo, causando grandes transformações. Ela garantiu o surgimento da indústria e consolidou o processo de formação do capitalismo.O nascimento da indústria causou grandes transformações na economia mundial, assim como no estilo de vida da humanidade, uma vez que acelerou a produção de mercadorias e a exploração dos recursos da natureza. Além disso, foi responsável por grandes transformações no processo produtivo e nas relações de trabalho, o avanço tecnológico característico da Revolução Industrial permitiu um grande desenvolvimento de maquinário voltado para a produção têxtil, isto é, de roupas. O Iluminismo trouxe consigo grandes avanços econômicos, a Revolução Industrial abriu caminhos para a produção e expansão dos mercados e mudanças políticas que acabaram na Revolução Francesa. O Mercantilismo característico da época anterior deu lugar para a liberdade econômica sem a intervenção do Estado.        </title>
         <author>gabriellebackesvieira</author>
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         <title>Problema: Como as dinâmicas do mundo contemporâneo podem ser percebidas desde sua formação até a atualidade?                                A era atual se caracteriza pelo surgimento de uma sociedade pós-industrial, uma sociedade que valoriza a informação e a tecnologia tanto quanto o desejo pelo consumo, na chamada Era da informação as transformações acontecem em ritmo acelerado, a corrida tecnológica que torna os produtos descartáveis e obsoletos também movimenta rapidamente as engrenagens sociais, responsáveis pelas mudanças significativas na sociedade.A partir do século XX a reconfiguração deu-se no âmbito das novas tecnologias da informação e comunicação (NTIC), naquilo que é conhecido como Terceira revolução industrial ou Revolução da informação, após a 2º Guerra Mundial, entre as décadas de 1970 e 1980. No desenrolar da Guerra Fria as tecnologias militares desenvolvidas ao redor do complexo militar universitário erguido pelos Estados Unidos começaram a ser abertas ao público em geral, já nos meados do século o Vale do Silício iria tornara-se conhecido mundialmente, a tecnologia e seus benefícios seriam reconhecidas no dia-a-dia do ser humano, seu valor chegaria ao máximo na década de setenta com o surgimento da NASDAQ, que comportaria as ações das empresas de alta tecnologia dos Estados Unidos, tendo assim o ramo tecnológico se mesclado de forma permanente ao setor econômico, o eixo mais importante para o sistema capitalista.O presente trabalho procura relacionar as grandes mudanças sociais e políticas ao advento das novas tecnologias da informação e comunicação, pois elementos fundamentais como a democracia e a cidadania claramente são afetados pelas novas possibilidades tecnológicas.Estabelecendo os primeiros anos do século XXI como o tempo histórico a ser estudado, sem negligenciar a cadeia histórica de acontecimentos acerca de cada assunto tratado, o foco se dará nos fatos, atores e processos que compõem a nova e complexa cadeia de relações de poder. A Era da informação é entendida como o fenômeno principal, sendo seus atores principais a sociedade, o Estado e o Mercado, as tecnologias da informação e comunicação como as ferramentas que possibilitam os processos de mudança. O Estado e a sociedade civil serão os atores privilegiados no estudo, tendo suas relações se alterado de modo rápido e profundo, modificando as estruturas do tecido social erguidas sobre uma sociedade industrial.</title>
         <author>gabriellebackesvieira</author>
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         <title>Sequência Didática: Ciências Humanas e suas Tecnologias        2º ano Ensino Médio                            II TRIMESTRE                               Tema: O mundo contemporâneo: problemas e vicissitudes. Componentes:                      Claudinei Plasse da Costa Filho                              Gabrielle Lima Lopes Backes Vieira Lívia Rodrigues da Conceição Souza Turma: 221       </title>
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