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      <title>Nas Trincheiras da Grande Guerra by Claudia Cristina dos Santos Silva</title>
      <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra</link>
      <description>O objetivo deste painel é retratar fatos importantes sobre a Primeira Guerra Mundial. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-06-08 02:46:27 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-05-31 02:16:48 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Ainda há esperança?</title>
         <author>isabellenadas</author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/634453609</link>
         <description><![CDATA[<div>Algo que chamou muito minha atenção no texto da apostila foi o fato de que, mesmo todos sendo "inimigos", ainda houve por alguns meses uma trégua de natal e ano novo. Isso me fez pensar que talvez ainda haja esperança para a humanidade, porque, mesmo durante a guerra, em que eles deveriam se matar, ainda havia consideração e compreensão por parte de alguns, entendendo que todos queriam viver e voltar para suas casas bem. Claro, não durou muito, mas o simples fato de comemorarem as festas juntos, esquecendo as diferenças, me faz acreditar que, se considerarmos o que todos passam e vivermos em paz, o mundo seria um lugar muito melhor.  Talvez ainda haja esperança para nós, afinal. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-20 16:03:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Vídeo- Gripe Espanhola</title>
         <author>isabellenadas</author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/635133215</link>
         <description><![CDATA[<div>Claudia, o arquivo só vai até 10MB de vídeo, então aqui está o link para você acessá-lo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-21 16:10:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Vídeo sobre a Gripe Espanhola</title>
         <author>isabelleleite</author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/652048795</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesse vídeo eu explico porque a Gripe Espanhola é chamada dessa maneira! <br>Isabelle Leite 9ºB</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-10 21:33:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bolo de chocolate, serenata de aniversário e enterro coletivo...</title>
         <author>isabelleleite</author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/652686385</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando eu li o texto, várias coisas me impactaram, mas uma das que eu não fazia ideia e achei muito doida foi o bolo de chocolate que os britânicos lançaram para os alemães com um pedido de trégua por conta do aniversário do capitão. A primeira coisa que eu me perguntei foi<em> "de onde eles tiraram esse bolo de chocolate?" </em>já que os suprimentos eram muitas vezes escassos... Literalmente, quem tem um bolo de chocolate não quer guerra com ninguém! Outra coisa que também foi uma surpresa para mim foram os aplausos vindos dos alemães por conta da serenata. Eu achei algo muito louvável da parte deles, que no meio de tudo, parabenizaram os próprios inimigos.<br>Outro acontecimento que me impactou muito foi o da noite do dia 24 em Fleuxblair, em que os alemães tinham pequenas árvores de natal enfeitadas e o tenente propôs a trégua para honrar a morte dos companheiros e inimigos no dia seguinte, o que realmente provou que natal é uma época de união e esperança, mesmo no meio de uma guerra.<br><br>Isabelle Leite 9°B</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-12 17:34:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O que mais me impactou no texto: &quot;A primeira guerra mundial e o natal de 1914&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/653543292</link>
         <description><![CDATA[<div>CAROLINA VARELA CAMPOS DE OLIVEIRA.<br> O que mais me chamou atenção em relação ao texto foi a forma com que os soldados eram tratados, eles estavam ali, lutando pela honra de seus países, mas mesmo assim, não era tratados como humanos, eram repreendidos apenas por socializarem, confraternizarem. O que essas pessoas passaram não é e nunca vai ser compreendido por nós, cada momento, cada sacrifício... O pior de tudo é imaginar que muitas vezes, depois de enfrentarem tudo isso, eram os últimos a morrer, sem nem terem uma chance de se despedirem de seus amados. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-13 19:23:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A vida nas trincheiras...</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/653555804</link>
         <description><![CDATA[<div>CAROLINA VARELA CAMPOS DE OLIVEIRA.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-13 19:39:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A União de Soldados na Guerra.</title>
         <author>tatianaribeiro1</author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/662173560</link>
         <description><![CDATA[<div>Todas as informações do texto me impactou, mas eu resolvi falar aqui sobre a união dos solados alemães e britânicos no meio da guerra. Pois isso me deixa feliz, porque em meia de tantas mortes, medos, saudades e ódio, não se espera ter nem um pouco de esperança, alegria e união, mas com esse ato temos esperança com a humanidade, e que em meio de tanto mal que a própria humanidade criou, e cria até hoje, também podemos ser bons, empáticos e solidários. E com isso aprendi que em tudo, até nas coisas mais cruéis podemos ter esperança. Com isso esperança em um mundo melhor.<br><br>Tatiana Ribeiro, nº 25, 9 ano B.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-07-25 00:33:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O que mais me impactou no texto; questão 2 a </title>
         <author>lorenalemos</author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/662331387</link>
         <description><![CDATA[<div>O que mais me impressionou nesse texto foi a paz, como inimigos se juntaram por conta de seus passados, sofrimentos e angústias em comum. No Natal de 1914, as frontes Inglesas e Alemãs decretaram um cessar fogo, e aproveitaram juntos a data festiva. Acredito ser importante compreender que os soldados, independentemente de seu país de origem, não odiavam uns aos outros, apenas eram "obrigados" a lutar numa guerra e matar seus "inimigos", mas os verdadeiros  adversários nessa grande e inesperada partida eram os governantes das nações. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-25 12:00:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Link de site para apoio</title>
         <author>lorenalemos</author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/662384447</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/historia-hoje/soldado-carta-mae-george-cadwell-primeira-guerra-historia.phtml"><strong>https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/historia-hoje/soldado-carta-mae-george-cadwell-primeira-guerra-historia.phtml</strong></a><strong>    <br><br>cartas de soldados da 1ª grande guerra </strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-25 15:43:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O natal nas trincheiras </title>
         <author>miguellemos</author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/663522578</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante a 1° Grande Guerra Mundial em Flandres na Bélgica no dia 24 de dezembro de 1914 (véspera de natal) ouve-se um canto na trincheira  alemã, mesmo estando em outro idioma os ingleses sabiam do que se tratava e retribuíram a canção, ambos cantavam a mesma música, porém em diferentes idiomas, em português  ela é conhecida como "noite feliz", assim com essa alegria os alemães propuseram uma trégua, a qual os britânicos aceitaram, desse modo neste local a guerra parou por um tempo, na minha opinião o melhor dessa história é que mostra que os soldados não são a sua nação, todos são pessoas capazes de pensar por si próprias e mostrar a todos que essa guerra não é das pessoas nem para as pessoas, mas sim para os interesses da nação, assim aprendemos com nosso passado que independente do país em que nascemos somos todos seres humanos que devem ser tratados da mesma forma e com respeito e que lutar com membros de uma mesma espécie não faz sentido.<br><br>Segue indicação de uma animação muito boa que explica esse acontecimento com mais detalhes:  </div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=mF6N2j7I4FI" />
         <pubDate>2020-07-27 18:53:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Vídeo do jornal o globo para apoio</title>
         <author>lorenalemos</author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/664268864</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=f-7pc-7rmko" />
         <pubDate>2020-07-28 16:30:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Meu vídeo explicativo em resposta à questão 1 </title>
         <author>lorenalemos</author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/664289097</link>
         <description><![CDATA[<div>escolhi o tema 6 : impactos em São Paulo</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-28 16:57:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>miguellemos</author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/664418571</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/486160461/5269267dbbc42586bf46ac6e976845ba/WhatsApp_Video_2020_07_28_at_17_07_34__1_.mp4" />
         <pubDate>2020-07-28 20:13:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>https://www.historiadomundo.com.br/idade-contemporanea/gripe-espanhola.htm</title>
         <author>matheuspazzini</author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/667179352</link>
         <description><![CDATA[<div>Acima está o link que usei para a realização da pesquisa<br><br>O porque de a gripe espanhola se chamar gripe espanhola</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/487583861/08609f887233ce2fd384330d6d67e14d/video.webm" />
         <pubDate>2020-08-01 19:45:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Questão 2-A</title>
         <author>matheuspazzini</author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/667200937</link>
         <description><![CDATA[<div>Sem nenhuma duvida, a coisa mais impactante que li foi o fato de que os alemães e os ingleses paralisaram a guerra para fazer uma comemoração no natal, havendo um funeral e cantoria aos mortos na guerra, em que todos ajudaram a cavar as covas dos mortos, e percebe-se que ocorreu uma grande confraternização entre os dois lados, trocando tabaco, vinho, carne enlatada, sabonete, etc. O fato de que os soldados de ambos os lados jogaram futebol juntos também me surpreendeu muito, e mesmo com a ordem de continuar a guerra, os soldados não queriam matar seus inimigos, e acabavam errando os tiros de proposito. Em geral, essa confraternização entre os adversários na guerra foi o que mais me impactou. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-01 21:20:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ficha de soldado</title>
         <author>lorenalemos</author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/669200783</link>
         <description><![CDATA[age: 20 anos
name: Alexander Milt
country of birth “país de nascimento”: Inglaterra 
city of birth “cidade de nascimento”: Oxford
weight “peso”: 80 kilos
height “altura”: 1,73m
identification “identificação”: cicatriz na parte superior do braço direito em forma de meia lua, 5 centímetros
Parents “pais”: Martha Milt e Jonas Milt
years of service in the armed forces “anos de serviço militar”: 2 anos
Patente: Cabo
Estado Civil: casado 
Wife’s name: Anne Milt
]]></description>
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         <pubDate>2020-08-04 16:08:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Carta do meu soldado</title>
         <author>isabelleleite</author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/669202201</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Fleuxblair, 10 de Janeiro de 1915</em></strong></div><div><br></div><div><strong><em>Mãe,</em></strong></div><div><strong><em>Como a senhora está? Sei que faz apenas seis meses que saí de casa, mas já parece uma eternidade. Sinto falta da minha cama, de Jason chegando tarde da rua, de ter que acompanhar Lucie nos bailes e da gritaria de Max perto do natal, tentando adivinhar os presentes. Sinto falta de Diana, sempre sendo boa e generosa comigo. Essa guerra está demorando muito e isso me apavora. Eu vivo e convivo com a morte dia após dia, já parece algo muito corriqueiro, tudo cheira morte e fogo, fumaça, cigarros, rum. Eu não consigo pegar no sono, só ultimamente venho dormindo um pouco nos buracos feitos nas paredes por mim e meus companheiros para podermos dormir. Por que ultimamente? Porque eu vivenciei o dia mais incomum da minha vida. Era dia 24, véspera de natal e um alemão venho se aproximando de nós dizendo que queria fazer um enterro digno para todos os nossos companheiros mortos. Ordenaram para apontarmos a arma na direção dele, mas de súbito, um dos meus bons amigos, Sargento Phillips foi conversar com o chucrute. No Natal, enterramos nossos companheiros e rezamos pelas suas almas, Adams conduziu a oração. Eu nunca imaginei que todos estaríamos ali, juntos, rezando pelo os que morreram bravamente. Ultimamente, estamos atirando, mas não queremos matar ninguém, só manter as aparências, mas parece que em breve tudo voltará ao normal. Vamos voltar a temer a morte e acharemos pedaços de pessoas no meio do caminho. Parece que os únicos que não estão dando trégua ultimamente são as ratazanas famintas que ainda me acordam no meio da noite além das chuvas que enchem as nossas trincheiras com água lamacenta. Pelo menos não são tiros e gritos de soldados agonizando chamando pelas mães ou gritando por  socorro. Tivemos uma infestação de piolhos alguns meses atrás, mas já estamos todos bem. Em uma situação tão incrivelmente terrível, tento manter minha positividade e meu sorriso no rosto. Gosto de compartilhar somente as coisas boas, já que  a quantidade de pessoas sofrendo por aqui já basta. Saber que um dia eu vou voltar para casa e encontrar todos vocês é a única coisa que me faz querer levantar do meu buraco todos os dias. Espero que possamos passar o natal desse ano juntos. Não tenho mais notícias de Jason faz algumas semanas e ninguém veio anunciar nada, ele está bem? Ontem Lucie fez 14 anos, sinto saudades da minha pequena, vejo se consigo enviar algo para ela, mas acho difícil, já que só tenho rum e cigarros por aqui. Quem sabe eu não consigo um sabonete? Diga para Diana que sinto saudades dela e das nossas idas ao cinema. Vou mandar uma carta exclusivamente para ela em breve! Espero que todos estejam bem. Já que mal consigo sorrir, sempre coloque um sorriso no rosto, por mim, pois um sorriso pode acabar com boa parte das nossas agonias.</em></strong></div><div><br></div><div><strong><em>Hoje e para sempre seu, </em></strong></div><div><br></div><div><strong><em>Harley Lucas Erinmore</em></strong></div><div><strong><em>2nd Lieutenant</em></strong></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-04 16:10:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Soldado</title>
         <author>miguellemos</author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/669203097</link>
         <description><![CDATA[<div>Nome: Valentin François Isidore </div><div>Idade: 47 anos</div><div>Estado Civil: Viúvo </div><div>Patente: Terceiro Sargento</div><div>Identificação: Tem uma marca de nascença na perna direita </div><div>Tipo Sanguíneo: AB+</div><div>Altura: 1,65 metros</div><div>Peso: 67 kg</div><div>Nacionalidade: Francês</div><div>Nome de Guerra: Isidore</div><div><strong> </strong> </div><div><strong> </strong> </div><div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-04 16:10:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Carta do Cabo</title>
         <author>isabellenadas</author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/669205702</link>
         <description><![CDATA[<div>Nome: Adam Feüerschutte</div><div>Idade:<strong> </strong>17</div><div>Estado civil: solteiro, menor</div><div>Patente: cabo</div><div>Nacionalidade: alemã</div><div><br></div><div>17 de abril de 1916</div><div><br></div><div>Cara Mia, </div><div>Como vai, minha irmã? Realmente espero que bem. Tem melhorado da sua doença? A cada dia que passa, fico mais preocupado com você, Husky e mamãe. A guerra não tem sido fácil para ninguém. Ontem mesmo passei por maus bocados. Uma bala atingiu o lado de minha cabeça e agora estou totalmente surdo da orelha direita. Também ontem vi aquele meu amigo, Otto, morrer. Ele tentava mirar na cabeça de um dos soldados da outra trincheira, mas o inimigo foi mais rápido. Cada dia sinto-me mais próximo da morte e temo muito pela minha hora. </div><div>Mas como vai você? Tem comido direito? Mamãe está bem? Sinto tanta saudade… Quero vê-las novamente, abraçá-las, beijá-las, quero ficar com vocês entorno da lareira de casa contando histórias, como se nada dessa situação tivesse acontecido. Claro, quero ver o Husky de novo também. Ele continua peludo e alegre como era? Sinto saudades dele também. E a respeito da sua escola, como está? Tem feito as tarefas de casa a distância, como foi dito, certo? Tem ligado para a Anelise? Ela é uma boa garota. Foi aniversário dela, não? Deve ter feito 8 anos, se bem me recordo. Somente um ano mais velha que você. Quando eu voltar, vamos comemorar todos os seus aniversários que eu perdi. </div><div>Há mais uma coisa também: fui promovido. Agora, não sou mais só um soldado, sou cabo, que é um pouco acima do soldado. Não que muito tenha mudado, ainda estou aqui na trincheira, esperando que algo aconteça além de tiros, explosões e mortes. Algo como aconteceu no natal de 1914. Nossa, pensando agora, já se passaram quase 2 anos que estou aqui nessa trincheira. Espero que nada disso se prolongue mais e eu possa retornar para você. Vou ler todas as histórias que quiser que eu leia para você dormir e vamos comer Apfelstrudel até não podermos mais. Tenho que ir agora, temos que nos defender, os britânicos estão atacando. Te amo, minha irmã, nos veremos em breve. Diga a mamãe que sinto falta do abraço dela também. Faça um carinho em Husky por mim. </div><div><br></div><div>Amo vocês mais que tudo no mundo, </div><div>Adam Feüerchutte</div><div><br></div><div>P.S. 23 de abril de 1916</div><div><br></div><div>Esse remetente não existe mais. Não recomendamos o envio de cartas futuras para o mesmo, visto que o locutor desta carta não a receberá. Ele foi morto em combate no dia 17 de abril de 1916.</div><div> </div><div>Lamentamos pela sua perda,</div><div>ACA (Agencia de Correios Alemã)</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-04 16:13:18 UTC</pubDate>
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         <title>Carta </title>
         <author>lorenalemos</author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/669206159</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Querida Anne,</strong></div><div><br><br></div><div><strong>   Como havia me pedido, vou te descrever como é a vida nas trincheiras, mas não se assuste, meu amor, vou te contar de um modo menos aterrorizante. A cada dia, enfrentamos uma nova batalha nessa guerra que parece não ter fim. De noite, poucos conseguem pegar no sono, devemos ficar atentos ao ataque inimigo e sempre que possível revidá-lo. </strong></div><div><strong>    Corpos, corpos e mais corpos, imagine ver seu melhor amigo, quero dizer, o corpo dele, ser comido por ratos, se decompor na sua frente, era muito perigoso fazer enterros, então, os cadáveres ficam na trincheira conosco e seu cheiro nos acorda toda manhã, é como o sargento diz, “morreu na trincheira, aqui permanecerá e seus restos mortais servirão de alimento ao que nos alimenta”. </strong></div><div><strong>   Ontem, os alemães nos atacaram, bombas, granadas e gás foram lançados sobre nós, muitos se machucaram, um dos nossos tentou revidar, subiu pela parede do grande buraco, adentrou na terra de ninguém, e… não vimos nada, só ouvimos um barulho de um tiro em nossa direção, o soldado nunca mais voltou e ninguém se atreveu a sair da toca para olhar. Acredito que ele já não estava muito bem da cabeça, pois a primeira coisa de se deve aprender quando se entra na guerra é que de maneira alguma devemos sair do buraco, só se quiser morrer.</strong></div><div><strong>   Sobre isso, nós consideramos a trincheira nossa casa, nosso abrigo e nossa proteção, mas por que ela tem de ser tão ruim? Digo, não é nem um pouco agradável dormir em baús ou caixas amontoadas. Muitos ficam loucos aqui dentro, não conseguem distinguir o real do imaginário, o pior é que não se sabe quando entramos nessa condição mental, mas depois de atingi-la, é impossível sair…. </strong></div><div><strong>  Não sei se posso te contar mais sobre esse assunto, há boatos que os alemães estão controlando as entregas de cartas, tenho medo de colocar você em risco expondo nosso endereço, não creio que mandarei essa carta, e muito menos que chegue a você, minha flor, mas eu realmente precisava disso, desabafar e contar para alguém minha vida, o que estou passando e como esta sendo essa guerra. Vi um colega escrevendo e decidi tentar, só espero que mais ninguém  morra nesta guerra, espero do fundo do meu coração que meus filhos, netos, tataranetos, ou quem for, não precisem passar pelo que estou passando, quero que nossa história seja contada e chegue no mundo inteiro, que as próximas gerações sejam melhores do que a nossa e que não criem outras grandes guerras, porque nenhum ser humano merece viver nessas condições de vida. </strong></div><div><strong>  Talvez essas sejam minhas últimas palavras, a dias venho vendo uma luz no céu, mas só agora percebi que parece você meu amor, me chamando para fora desta imundice, para fora desse grande buraco. Não se preocupe, estou chegando, logo subirei as paredes e verei você, até breve.</strong></div><div><br></div><div><strong>Para sempre seu, Alexander. </strong></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-04 16:13:45 UTC</pubDate>
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         <title>Carta do meu soldado</title>
         <author>miguellemos</author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/669210820</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Minha querida Gyséle.</strong></div><div> </div><div>Já fazem dois meses que fui enviado para a guerra para lutar pelo exército francês, porém não consigo parar de pensar em você minha filha amada e em como fui obrigado a te deixar sozinha com sua tia e continuo a levar comigo a boneca que me deu para que me lembrasse de você e não perdesse as esperanças na temível zona de batalha, onde nossa situação é horrível, com um cheiro insuportável e uma visão terrível, ambos consequências de uma mesma coisa: a morte, milhares de soldados mortos no chão sobre o qual andamos e uma quantidade imensa de ratazanas que se alimentam de seus corpos, além de que quando os soldados tiram uma folga para dormir elas tentam comer os soldados ainda vivos, além de que quando chove a água bate na altura de nossos joelhos e não tem nada para fazer aqui, os soldados enquanto não estão lutando não fazem nada, só podem olhar para o céu, que é a única visão limpa dentro da trincheira, mas eu tenho que aguentar tudo isso para que tenhamos sucesso nessa guerra, mas o mais importante para te ver de novo, só com o fim dela poderei revê-la, o quê é minha real motivação e não toda essa história de orgulho da pátria e a sua boneca me lembra disso todos os dias mesmo que os outros soldados riam de mim isso não importa, tudo que realmente importa é voltar para casa em segurança para você, quero que não tenha medo e seja forte, sei que irei retornar para Paris e nós ficaremos juntos novamente, porém caso eu não te responda nas próximas semanas quero que não se preocupe, pois nem sempre conseguirei te escrever e se por um acaso eu não voltar para casa, peço-lhe que pense nos momentos felizes que tivemos e que eu estarei sempre com você, não quero que chore nem fique triste por minha causa, porque eu te amo e ver você triste para mim é pior que qualquer guerra e até mesmo a morte.</div><div><br></div><div><strong>Atenciosamente o seu pai que te ama. </strong></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-04 16:17:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>https://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/oficinadohistoriador/article/view/19876</title>
         <author>pedrosilvares</author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/669216534</link>
         <description><![CDATA[<div>Acima o link de uma pesquisa que me ajudou, a fazer minha pesquisa.<br>Ela fala sobre a contribuição médica que o Brasil fez com a França.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-08-04 16:22:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ficha do soldado Karl Allmenröder</title>
         <author>tatianaribeiro1</author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/669244063</link>
         <description><![CDATA[<div>Nome: Karl Allmenröder<br>Idade: 21<br>Estado civiḷ: solteiro<br>Cargo: piloto<br>Patente: tenente<br>Nacionalidade: Alemanha<br>   Karl Allmenröder nasceu no dia 3 de maio de 1896 e morreu dia 27 de junho de 1917, a causa da sua morte foi a queda da sua aeronave. Antes de ir lutar na guerra ele era um estudante de medicina. Karl com 18 anos estava a lutar nas trincheiiras em artilharia. Ele e seu irmão mais velho, Wilhelm Allmenröderse entraram juntos para o serviço aéreo alemão em 1916.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-04 16:47:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Carta do soldado Karl Allmenröder</title>
         <author>tatianaribeiro1</author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/669249169</link>
         <description><![CDATA[<div>,16 de maio de 1916<br><br>Querida mãe,<br>  Estou morrendo de saudades de casa, do seu abraço e de todos.<br>  Eu e meu irmão, Wilhelm, estamos juntos, e estamos bem no posível, não se preocupe.<br>  A guerra não está sendo fácil, é difícil ver os meus companheiros sendo mortos! Eu estive em trincheiras, que não é um lugar muito fácil de ficar. E agora estou em um serviço aéreo. <br>  Mas tudo se melhora quando eu penso em você e toda a nossa família! Em pouco tempo estaremos juntos de novo, tenho certeza!<br>  Eu e Wilhelm te amamos mais que tudo no mundo, e cada um de vocês também. Não se preocupe mãe, nos veremos logo!<br><br>Com tomo o amor do mundo Karl.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-04 16:52:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Nome: Alexander Fleming</title>
         <author>pedrosilvares</author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/669639336</link>
         <description><![CDATA[<div>Idade: 35<br>estado civil: Casado<br>patente: Médico militar<br>Nascimento	6 de agosto de 1881<br>Lochfield, Ayrshire, Escócia<br>Morte: 11 de março de 1955 (73 anos)<br>Londres, Inglaterra</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-05 00:47:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Carta para a família</title>
         <author>pedrosilvares</author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/669641836</link>
         <description><![CDATA[<div>Hoje o dia começou cedo acordei as quatro, 30 minutos depois de finalmente conseguir dormir, suturei mais de 100 homens com um fio de barbante já que as linhas de suturas já acabaram.<br><br>Cada dia mais homens e menos material sirurgico, mesmo com muitos soldados mortos, parece que estamos vencendo a guerra. Eu comando mais de 50 cirguioẽs treinados para a guerra, alguns fogem da batalha e outros ficam até o final, sempre ajudando sua pátria. Estamos case no natal e os alemães e nós estamos fazendo um contrato de paz, para saldar os mortos da guerra. O dia por enquanto esta o mais tranquilo do mês. Depois que acabei minha pesquisa de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Prote%C3%ADna">proteína</a> antimicrobiana <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lisozima">lisozima</a> Acho que estou pronto para partir.<br>Feliz Natal minha família<br>Com amor Nabuco Gouveia</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-05 00:50:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Soldado</title>
         <author>filipemachado2</author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/672405590</link>
         <description><![CDATA[<div>Nome: Jhon Stuart Forky<br>Idade: 32 anos<br>Estado Civil: casado<br>Patente: Cabo<br>identificação: Tem uma cicatriz na parte inferior direita do rosto<br>Tipo sanguíneo: A+<br>Altura: 1,81 metros<br>Peso: 78kg<br>Nacionalidade: Ingês<br>Nome de guerra: Forky<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-07 13:47:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Sofia Araujo Figueiro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/672818345</link>
         <description><![CDATA[<div>Carta                                                            <br>Nome: James Jonas <br>Idade: 19<br>Patente: Soldado <br>Nacionalidade: Frances <br>Estado civil: Solteiro <br><br><br>Queridos Pais:<br>Cheguei ha duas semanas, depois de uma longa viagem. Haviam cerca de 2.000 homens e nenhum deles estava com uma boa sensação do que viria pela frente. Muitos estavam com fotos nas mãos chorando e acariciando as pessoas que haviam nelas. Nos meus primeiros dias nas trincheiras fiquei o dia inteiro pensando no que poderia acontecer. Esse pensamento havia me dominado e o medo quase tomou conta de mim. Apos uma semana ouve o primeiro bombardeio, todos entraram em panico. Não fazia a menor ideia do que fazer, então comecei a correr. Corria entre os mortos. Logo encontrei um grupo de homens e me juntei a eles. Começamos a ouvir tiros então me atirei ao chão e comecei a me arrastar. Até que um homem caiu em cima de mim e percebi que estava morto, resolvi usa-lo como escudo. Fiquei la por horas. Ate tudo ficar em silencio, percebi que tudo havia se acalmado, sai de la e voltei a um lugar seguro. <br>Agora, irei descansar um pouco e depois voltar a essa terrível rotina. <br>Amo-vos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-07 21:07:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Sofia Araujo Figueiro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/672855978</link>
         <description><![CDATA[<div>O que mais me impactou no texto:<br>O que mais me impactou sem duvida foram as condições dos soldados nas trincheiras. Eu acharia horrível ficar la apenas por um minuto. Não consigo imaginar ficar lá com água até os joelhos e com ratos gordos  mordendo minha cara enquanto durmo. Deve ter sido horrível morrer lá, sabendo que em algumas horas ou até minutos os ratos já estariam me comendo.    </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-07 22:05:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Sofia Araujo Figueiro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/672864291</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-08-07 22:24:28 UTC</pubDate>
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         <title>Ficha do meu soldado</title>
         <author>carolinacampos2</author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/672895174</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-08-07 23:36:40 UTC</pubDate>
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         <title>Carta do soldado</title>
         <author>carolinacampos2</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-08-07 23:36:59 UTC</pubDate>
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         <title>Falando sobre as semelhanças entre a Covid-19 e a gripe espanhola!</title>
         <author>carolinacampos2</author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/672897999</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-08-07 23:43:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Exercício 2a)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/672921919</link>
         <description><![CDATA[<div>O que mais me impactou no texto foi o fato de que no natal de 1914 britânicos e alemães se reuniram para fazer o enterro dos soldados mortos, em que se ajudaram e deixaram as diferenças de lado. Depois disso eles se reconheceram melhor descobrindo que tinham muito em comum, mas depois das ordens e as ameaças dos quartéis-generais que proibiram qualquer tipo de confraternização, os soldados voltaram para suas posições na guerra. Algo interessante é que eles se recusaram a atirar no inimigo, mas para manter suas aparências continuaram a atirar porém mirando longe, o que significa que esses soldados não lutavam por vontade ou interesse próprio, mas sim pelos de seus países e suas ordens a eles, e que após descobrirem o inimigo que antes não conheciam, não queriam mais matá-los, pois haviam enxergado o quanto parecidos eram, reconhecendo eles como humanos.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-08 00:49:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tiago G</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/673587942</link>
         <description><![CDATA[<div>Ficha de soldado<br>Nome: Edward Taylor<br>Idade: 25<br>Estado Civil: Solteiro<br>Patente: cabo<br>Nacionalidade: britânico/inglês</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-09 20:05:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tiago G</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/673589949</link>
         <description><![CDATA[<div>Edward Taylor, 17 de setembro de 1917<br>Cara Elizabeth,<br><br>  Esta carta é uma das únicas chances que tenho de me comunicar com você durante essa guerra, e por isso espero que receba-a. <br>  Nada aqui é fácil, até mesmo olhar esse cenário é difícil, há homens mortos em composição, ratazanas por todos os lados, explosões, é horrível, e geralmente fico apenas olhando para o céu, sem fazer nada, enquanto espero pelas ordens.<br>  Tenho muito medo de não poder mais vê-la, nós tínhamos acabado de nos apaixonar quando fui convocado, estou com muita saudade de você e de todos. Então eu gostaria de saber como você está, o que aconteceu na cidade enquanto estive fora, e se puder também trague notícias de meus pais.<br> Não se preocupe comigo eu tomarei muito cuidado, e irei retornar, estou bem e assim hei de ficar. <br><br>Seu Edward Taylor.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-09 20:11:29 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O que mais me impactou - questão 2. a)</title>
         <author>juliamattos</author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/674877316</link>
         <description><![CDATA[<div>Sem dúvida alguma, o que mais me causou impacto no texto "A Primeira Guerra Mundial e o Natal de 1914" foi o fato de os soldados terem deixado de lado suas diferenças e sua raiva por alguns dias, se reunindo, se divertindo e fazendo do Natal uma época especial mesmo durante a guerra. Apesar de se encontrarem em uma situação terrível com péssimas condições, eles se esqueceram da batalha e da sua vontade de derrotar o inimigo por um tempo e agiram como se todos fossem amigos a muitos anos, fazendo confraternizações e dando aos soldados já mortos um enterro adequado, eles confiaram uns nos outros e se respeitaram, mesmo que tenha sido apenas por alguns dias já foi extremamente significante. Com certeza seus atos foram muito marcantes e merecem ser conhecidos e lembrados por todos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-10 21:31:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Tiago G <br>Vídeo gripe espanhola </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-10 21:55:16 UTC</pubDate>
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         <title>15/07</title>
         <author>nicolleogeda</author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/674933095</link>
         <description><![CDATA[<div>Prezado sr, venho através dessa carta representar os Operários, que apesar das fábricas grandes o trabalho ainda é minoritário.<br>Ficamos com a concentração maior no artesanal.<br>As cidades industriais tornaram-se cada vez mais povoadas e marcaram o contraste da rica Burguesa e a pobreza do operário.<br>Isso pode ser visto onde de um lado podemos ver: Lojas, escritórios, casas bonitas, corços, lixo, esgoto espalhado pelas ruas.<br>Solicitamos que essa desigualdade melhore em curto espaço  de tempo.<br>Aguardo providências Nicolle.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-10 22:45:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ficha de soldado</title>
         <author>juliamattos</author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/674937260</link>
         <description><![CDATA[Nome: Jonathan Roberts MacGyver  
Idade: 21 anos
Peso: 70 kg
Altura: 1,76 m 
Tipo sanguíneo: A+
Nacionalidade: Inglês 
Patente: Cabo
Estado Civil: Solteiro
Pais: Ethan Jones MacGyver, Megan Roberts MacGyver 
Irmãos: Katherine Roberts MacGyver (19 anos), Louis Roberts MacGyver (6 anos)
Identificação: Mancha circular na parte frontal da coxa esquerda.
]]></description>
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         <pubDate>2020-08-10 22:50:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Passo 1:A idade média de um soldado recrutado para a guerra era de 34 anos. Passo 3: Escolhi o soldado a esquerda na foto da página 7, ele é um homem britânico chamado Buck streat, de 35 anos, que era casado com uma mulher chamada Sally, e juntos estavam trabalhando em formar uma empresa de roupas, mas Buck abandonou seu sonho para ter que ir a guerra contra sua própria vontade, tornando-se um soldado com a mais baixa patente, um taifeiro, pelo fato de nunca ter tido nenhuma experiência com armas, exército, ou coisas do tipo.</title>
         <author>matheuspazzini</author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/675499914</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-08-11 12:08:44 UTC</pubDate>
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         <title>Carta:</title>
         <author>matheuspazzini</author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/675501352</link>
         <description><![CDATA[<div>Querida Sally</div><div><br></div><div>   Estou a 2 meses na guerra, e parece que nunca vai acabar, cada dia parece durar mais tempo, cada dia parece conter mais mortes de soldados que não tiveram escolha de ir ou não a guerra, cada dia  as trincheiras parecem terem mais ratos e pássaros, cada dia ouço mais gritos, cada dia sinto mais saudade de casa.  </div><div>  Não acredito que estou passando por isso, tenho que matar homens inocentes e alguns desarmados todos os dias por obrigação, se eu não fizer isso, vão me matar, e os pesadelos aumentam cada noite. Não é culpa minha, não é culpa dos meus companheiros, somos obrigados a fazer o que fazemos, mas só faço isso por ti, nem imagino o que poderia te acontecer se eu não fosse para cá.</div><div>     Tenho muitas dúvidas do que vai acontecer, provavelmente não vou sair daqui, então peço que se isso acontecer, siga em frente, continue o nosso projeto. Não estou pedindo para me abandonar, estou pedindo para você se preparar para o pior, e sinceramente estou com muito medo, a qualquer momento eu posso levar uma bala na cabeça, não sei o que fazer. Você é o que me mantém são, é o motivo para mim não enlouquecer.</div><div>       Espero que você fique bem, espero que a guerra acabe logo, e espero que eu volte logo para casa mas até lá, estarei lutando por ti, sempre será por ti.</div><div><br></div><div>        Atenciosamente- Buck</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-11 12:09:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Soldado e sua carta</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/675578722</link>
         <description><![CDATA[<div>Autor: Caio Boalento Vasconcelos.<br><br>Nome: Raul Bernard<br><br></div><div>Idade: 20 anos</div><div>Estado Civil: Casado </div><div>Patente: Cabo</div><div>Identificação: marca de nascença pequena na pálpebra esquerda.</div><div>Tipo Sanguíneo: O+</div><div>Altura: 1,71 metros</div><div>Peso: 60 kg</div><div>Nacionalidade: Francês</div><div> <br>Carta:</div><div>Picardia, França                        27 de agosto de 1914<br><br></div><div>Liz, estou morrendo de saudades de você e do nosso filho Pierre. Temo que não voltarei tão cedo, os alemães passaram pela Bélgica e estão cruzando as fronteiras de nosso país e estou a caminho para o combate. </div><div>Estava a caminho de Paris até um campo do exército, quando encontrei meu prime Jean, foi incrível o vê-lo, pena que nesta situação. Espero poder vê-lo de novo...</div><div>Partiremos daqui a alguns minutos e temo que será necessário ficar meses em combate, e não poderei escrever cartas tão comumente. O mensageiro vai partir hoje e prometeu voltar o mais cedo possível, mas eu não acredito que ele conseguirá, isso porque a força alemã é massiva... </div><div>Liz, diga para Pierre que sempre o amei, por mais que talvez eu nunca o veja, ainda o amo muito, quero que ele cresça e que tenha a honra que eu sonhei em ter, ter uma família completa, feliz e em paz.</div><div>Agradeça também meus pais, que me criaram com bravura e me tornaram quem sou hoje; sinto muito não poder ter dito tchau antes de partir e temo que não poderei dizer olá quando voltar.</div><div>Preciso partir agora, amo todos vocês, obrigado por tudo.<br><br></div><div>  Raul.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-11 13:19:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Carta </title>
         <author>isabellakaufmann</author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/675587391</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Carta              10 de agosto de 1916</div><div>Querida Glória,</div><div>Como você está? Está se alimentando bem?</div><div>Espero que esteja bem, e que tudo esteja em ordem em casa.</div><div>Fazem mais ou menos, quatro meses que estou guerreando, e lutando pelo nosso país, mas tenho que admitir que, é uma coisa realmente aterrorizante. Vejo muitos corpos dilacerados ou mortos no campo de batalha, ou aqueles que estão quase mortos clamando por socorro, e admito que, é a pior sensação do mundo, além de não ser capaz de ajudar na maioria das vezes, por medo, de que acontecesse a mesma coisa comigo.</div><div>No começo fiz diversas amizades no recinto antes de ir para as trincheiras, mas ver seu amigo ser morto ao seu lado, não é uma coisa muito agradável, por isso, me fechei totalmente a qualquer socialização. Claro que eu me comunico com as pessoas, não quero ficar louco, mas não ao ponto de aprofundar os “laços de amizade” e sofrer depois por causa disso.</div><div>Então, espero que você esteja bem em casa e se cuidando.</div><div>     Um grande abraço de seu irmão.</div><div> Leonardo Weber Klein.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-11 13:24:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Carta</title>
         <author>gloriamaisumi</author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/675601304</link>
         <description><![CDATA[<div>Nome: Thomas Martin<br>Idade: 19 anos<br>Estado Civil: Solteiro<br>Nacionalidade: Alemã<br>Patente: Cabo<br><br><strong>11 de agosto de 1915<br>Minha querida Grace,<br>Escrevo está carta para lhe contar minha atual situação, no momento estou nas trincheiras e a vida aqui não é nada fácil, são dias que parecem que não tem fim assim como as guerras.<br>Eu estou exausto todos os dias vejo corpos sendo comidos por grandes ratazanas, os cheiros insuportáveis e esses piolhos em minha cabeça estão me deixando louco.<br>Fiz vários amigos mas infelizmente todos estão mortos, já desisti de fazer amizade porque sempre quando eu penso que estou criando uma boa amizade e estou me aproximando das pessoas, depois de um tempo eu vejo elas mortas no chão.<br>Os barulhos das balas me perseguem,  já fazem 2 dias que estou sem dormir, porque o frio, o cheiro, os ratos e os piolhos me perturbam.<br>Eu não crio muitas expectativas em ver você, porque eu sei que eu posso morrer a qualquer momento, seja por uma bala, pelo frio ou por outros motivos.<br>Todos estão com medo da morte, mas como a morte é certa eu penso que a cada dia que passa é uma vitória, talvez seja só um jeito de eu esconder o medo de morrer.<br><br>Com amor, Thomas.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-11 13:34:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O que eram as trincheiras da primeira guerra mundial?</title>
         <author>mariaprado</author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/676136586</link>
         <description><![CDATA[<div>As trincheiras eram  grandes valas cavadas no solo pelos próprios soldados, formando um corredor ou uma linha de defesa de determinada região estratégica, geralmente cobiçada por exércitos rivais. Essa região recebia o nome de “terra de ninguém”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-11 18:41:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Carta do soldado</title>
         <author>juliamattos</author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/676273833</link>
         <description><![CDATA[<div>Armentières, França, 25 de dezembro de 1914<br><br>Querida mãe,<br>Como vão as coisas por aí? Ando preocupado com vocês, sei que a senhora provavelmente pensará “se você está preocupado imagine eu”, mas eu não tenho notícias suas já a algum tempo e a saudade de casa aumenta cada dia mais. Sinto falta de nós todos reunidos, de ouvir sua voz, do seu abraço, mas principalmente das suas comidas deliciosas. Espero que esteja tudo bem por aí, cuide para que Katherine te ajude com os afazeres e com o Louis e me avise imediatamente caso meu pai torne a lhe ofender ou lhe machucar, não deixe que ele os trate mal e não se preocupe porque eu voltarei para casa para protegê-los.<br>Em sua última carta a senhora me pediu para que eu lhe desse o máximo possível de informações  a respeito da minha vida por aqui, pois então eu o farei agora mesmo. Nossas condições são piores do que qualquer um poderia imaginar, nós precisamos ficar dentro das trincheiras para não sermos atacados, pois há sempre um atirador a espreita, há muitos corpos espalhados por todos os lados e o odor, além de ser insuportável, atrai milhares de ratazanas, que mordiscam nossos rostos durante a noite, que por sinal, são passadas em buracos nas paredes das trincheiras, sortudo é quem não acorda assustado com as explosões. Os barulhos das bombas são terrivelmente altos e todos por aqui estão com piolhos, quando chove nós ficamos cobertos até os joelhos e não há nada para fazer durante o dia inteiro, estamos extremamente entediados, a única escapatória é observar o céu, onde não há corpos ou ratazanas e é possível imaginar por pelo menos um segundo que nada disso está acontecendo até que algum barulho lhe traga de volta à realidade. Acredito que por mais que alguns saiam livres de sequelas físicas, todos nós iremos embora completamente abalados psicologicamente.<br>O mais impressionante é que mesmo no meio de tudo isso ainda há esperança, a uma semana atrás nós fomos convidados pelos soldados alemães para a “festa” de aniversário de seu capitão, eles enviaram o convite junto com um bolo de chocolate e na hora da celebração nós nos sentamos na beirada das trincheiras para ouvir a serenata alemã. Parece que está acontecendo algum tipo de milagre de Natal, pois as celebrações natalinas aparentam ter apenas começado.<br>Eu só espero poder vê-los em breve, seguros e salvos sem nada que possa nos tirar de nosso cotidiano prazeroso. Enquanto isso, aproveitem o Natal, façam dessa data a mais especial do ano, cozinhem uma ceia maravilhosa e comam até não aguentarem mais, peço que comemorem por mim e lembrem-se de que eu estarei aí no próximo ano para me divertir com vocês. Não se preocupe comigo, eu ficarei bem e por mais que esteja com medo, sei que isso irá acabar. Estou morrendo de saudades, mãe. Cuide da nossa família, mas não se esqueça de cuidar de si mesma também. Eu te amo muito e não vejo a hora em que poderei vê-la novamente, mande um abraço para todos.<br>Feliz Natal, com todo amor,<br>Seu Jonathan.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-11 20:23:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aluno :José Irailton Guimarães Sena Junior </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/678522459</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><br></div><div>Nome:Martin Allen</div><div>Idade: 22</div><div>Estado civil: Solteiro</div><div>Patente:cabo</div><div>Nacionalidade:Estadunidense </div><div>Altura: 1,75</div><div>Peso:70</div><div> </div><div><br></div><div>Carta </div><div>Querida mamãe,</div><div><br></div><div>    Como tinha lhe falado, não tem nada de bom para lhe contar das trincheiras,todo dia temos uma nova preocupação , batalhas demoradas e que quando chegam ao seu fim não conseguimos dormir bem por causa da possibilidade de inimigos vierem fazer uma emboscada , porém estamos dando nosso melhor .</div><div>    Todo dia temos várias baixas dentre eles são amigos que fiz , você pode imaginar isso? Seu amigo está morto em sua frente e você nem pode enterrá-lo?Que ratos ficam comendo seu corpo como se fosse nada.</div><div>     À única coisa que mantém firme é volta para casa, lhe abraçar, comer uma de suas comidas e se deus quiser lhe tirar dessa casa e nos mudar, mas como tudo pode acontecer quero falar lhe amo muito , obrigado ter me alimentado, mi vestido , obrigado por tudo ,</div><div>                                                      </div><div>                                                                                              De seu filho , Martin Allen  <br><br></div><div><br></div><div>     </div><div> </div><div>    </div><div><br></div><div>   </div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-13 11:52:39 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeo sobre os mortos em são paulo por conta da gripe espanhola </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/678545436</link>
         <description><![CDATA[<div>Aluno : José Irailton Guimarães Sena Junior </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-13 12:20:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Gripe Espanhola - vídeo explicativo</title>
         <author>juliamattos</author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/679497434</link>
         <description><![CDATA[<div>Quais as medidas sanitárias que foram recomendadas na época?</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-13 20:54:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tiago G</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/683687922</link>
         <description><![CDATA[<div>Questão 2a)<br>O que mais me impactou no texto foi o fato de que no natal de 1914 britânicos e alemães se reuniram para fazer o enterro dos soldados mortos, e todos se ajudaram. Depois disso eles se reconheceram melhor, descobrindo que tinham muito em comum, mas depois das ordens e ameaças dos quartéis generais proibindo qualquer tipo de confraternização, os soldados voltaram  para seus lados da guerra. Algo interessante é que eles se recusaram a atirar no inimigo e muitos para manter as aparências continuaram a atirar, porém miravam longe, o que significa que esses soldados não lutavam por vontade própria, mas sim pelas ordens de seus países, e que após descobrirem o inimigo que antes era desconhecido, não queriam mais matá-los, pois haviam enxergado o quanto parecidos eram, reconhecendo-os como humanos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-17 20:01:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Soldado:</title>
         <author>gustavomundins</author>
         <link>https://padlet.com/claudiasilva7/nastrincheirasdagrandeguerra/wish/690667444</link>
         <description><![CDATA[<div>Nome: Gustavo Victor Andriotti Mundins<br>Patente: Cabo<br>Idade: 19 anos<br>Altura: 1,74 metros</div><div>Peso: 62 kg </div><div>Estado Civil: Solteiro</div><div>Nacionalidade: Britânico<br><br><strong>Carta: </strong><br><strong><em>Armentières, </em></strong><strong>França</strong><br>7 de dezembro de 1914</div><div> <br><br>Querida família, tudo bem?<br><br></div><div>Primeiramente quero que saiba que estou com muitas saudades de vocês, de casa, da minha cama, da comida gostosa e do meu cachorro.</div><div>Dentro do possível, estou bem. As coisas por aqui, não estão fáceis, nunca imaginei vivenciar isso. No meu primeiro combate, os poucos amigos que fiz, foram mortos, o chão estava cheio de corpos caídos e muito sangue. A maioria das noites não consigo dormir, tudo aqui é muito violento, tenho medo de nunca mais vê-los. </div><div>Passo a maior parte do tempo na trincheira, onde minhas emoções se resumem em uma mistura de medo, saudades e plano do que farei se sobreviver essa guerra. </div><div>O cheiro aqui é insuportável, devido aos corpos em decomposição, milhares de ratazanas vem se alimentar dos cadáveres, todos aqui estão cheios de piolhos, mãe como sinto falta dos seus cuidados.</div><div>Peço a Deus que essa guerra acabe logo e eu volte para casa. Enquanto isso lutarei bravamente pela minha sobrevivência e pela minha pátria.</div><div> </div><div>Com todo amor que tenho por vocês.</div><div> </div><div><strong>Gustavo Victor Andriotti Mundins - Nº 11 – 9º ano A</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-21 00:25:49 UTC</pubDate>
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