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      <title>TRABALHO INTERDISCIPLINAR (3C) by Leonardo Coelho Correa Rosado</title>
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      <description>Introdução de um texto de divulgação científica</description>
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      <pubDate>2020-06-04 18:45:12 UTC</pubDate>
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         <title>Bernardo e João Lucas(Introdução)</title>
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         <description><![CDATA[<div>Numa pesquisa realizada pela Datafolha a qual o livro ‘Pequeno Manual Antirracista’ menciona, no meio da década de 90, fez demonstrar numa entrevista que 89% dos brasileiros admitem que o preconceito como também discriminação em diferenças biológicas entre os povos existe no Brasil. O mais infeliz é o fato a qual a qual 90% destes entrevistados terem se identificado como não racistas, algo improvável, já que a sociedade a qual se vivem existe o racismo e nele está em nós e nas pessoas que se conhecem e amam. Tanto por causa da sociedade não recorrer este problema vicioso a qual os atingi indiretamente como também o fato do povo negro não ter verdadeiramente uma opinião e somente ser o povo sem verdadeira influencia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-17 18:26:35 UTC</pubDate>
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         <title>Thiago Rafael e Arthur Zika</title>
         <author>thiagoaguiar445123</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Introdução ( corrigida)<br></strong><br></div><div>  A colonização brasileira teve inicio a partir dos anos 1500, o que trouxe grande número de escravos negros vindos da áfrica. Os grandes números de escravos na colonização tiveram grande impacto nas características étnicas e culturais brasileiras, o que é refletido na porcentagem de negros e pardos no país.  Porem, infelizmente, não impede praticas racistas enraizadas na sociedade, desde a colonização até os dias atuais os negros são colocados como inferiores ou marginais. Existem diversas pesquisas que falam sobre o racismo na nossa sociedade e estas pesquisas são de grande importância. Porem, nem sempre são divulgadas, o livro escrito por Djamila Ribeiro Pequeno Manual Antirracista, é o resultado de varias pesquisas na área social e cultural, descrevendo o que é o racismo e como ele se porta na sociedade brasileira, que é diferente do racismo em outros países. E isso é evidenciado logo no inicio do livro o racismo no Brasil existe sim! Quem é brasileiro e nunca sofreu, presenciou ou cometeu racismo mesmo que indiretamente? Isso é uma pratica que está enraizado e encoberta pela cultura, muitas vezes pessoas cometem racismos sem nem perceber que o estão cometendo.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-17 18:33:31 UTC</pubDate>
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         <title>Gustavo Isac e Rafael Lucas</title>
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         <description><![CDATA[Na série televisiva 'Todo Mundo Odeia O Chris", era retrata a vida de Chris Rock, um comediante negro durante os  anos 80. Nela aborda de forma humorística as questões raciais e de preconceito, vividas pelo o mesmo em sua adolescência. Mesmo com leis e politicas publicas visando combater e diminuir o racismo e a desigualdade social  a intolerância ainda persiste graças a diversos fatores como o racismo estrutural e outros temas abordados no livro pequeno manual anti racista 
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         <pubDate>2020-07-17 18:55:33 UTC</pubDate>
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         <title>Bernardo e João Lucas(Introdução numero 2)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A música ‘Nossa Cor’, de Léo Santana demonstra tanto a revolta como também o discernimento a qual existe o racismo na sociedade atual, de tal forma que o mesmo é enraizado em um povo no seu inconsciente e na sua própria cultura.<br>       Desde o inicio do processo de colonização da América, a etnia negra é tratada como inferior às demais, sem grandes capacidades de pensamento ou mesmo de se profissionalizar em algo sofrendo ao longo dos séculos pela desigualdade.<br>    Pregando uma verdade totalmente contrária a essa ideologia, a letra descreve que todos são iguais e esta prática de não reconhecer e não combater a opressão gerada pelo racismo é grave.<br>    Assim como a canção, o livro ‘Pequeno Manual Antirracista’, de Djamila Ribeiro aborda pesquisas sobre o racismo que transpõem as diferentes áreas da sociedade, mostrando suas diferentes formas através da interação social, e evidenciando sua existência seguida da maneira como qual deve ser combatido por todos das mais diferentes maneiras através do aprofundamento da natureza desse problema e seu impacto nas relações humanas. <br>   Agora que você sabe sobre o que está sendo dito, está pronto para aprofundar no estudo de combate ao racismo através da desmistificação dos problemas sociais do cotidiano.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-17 18:57:24 UTC</pubDate>
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         <title>Arthur Bruno e Yan </title>
         <author>yan5565908</author>
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         <description><![CDATA[<div>O racismo é uma realidade há séculos. Em sua totalidade, ele surgiu lá no início da história brasileira, na época na colonização, nos anos 1500, Com uma grande quantidade de negros vindos da África sendo inseridos no Brasil, a maioria escravos. Os negros escravizados anteriormente, influenciaram grandemente o número percentual de pessoas com pele escura no nosso país. Assim vemos, que o racismo não é de atualmente, já existe a muito tempo, no entanto, sempre o vimos como um problema pequeno e/ou sempre o ignoramos, e atualmente, esse problema se tornou uma bola de neve e alcançou proporções bem maiores, o suficiente para mobilizar um grande número de pessoas que lutam contra as práticas racistas. Em “Pequeno Manual Antirracista”, escrito por Djamila Ribeiro, são apresentadas pesquisas que descrevem e definem o racismo, respondendo o que ele é e como se manifesta em diferentes lugares. O racismo é uma prática infelizmente já enraizada na sociedade há muito tempo e que, com certeza, demanda providências, e a todo momento, isso é mostrado no livro, desde o começo, até o fim.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-17 19:04:26 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução - Rebeca e Makelly</title>
         <author>trabalhopad1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Imagine a seguinte situação: um casal e seu filho vão juntos a uma loja de carros localizada em um ponto nobre da cidade. No local, o garoto fica em um espaço separado assistindo a um desenho animado na televisão, enquanto seus pais são encaminhados pela recepcionista ao gerente de vendas da loja. Um outro funcionário da loja, vendo que o menino estava sozinho, se dirige a ele dizendo “aqui não é lugar para você, saia da loja!”. O casal, então, decide denunciar a loja por danos morais. Nesse momento, te faço a seguinte pergunta: por que o funcionário tomou tal atitude? É simples, o garoto era negro. </div><div>Situações semelhantes a essa acontecem todos os dias na vida de uma pessoa negra. Não é incomum que sejam tratados com discriminação e até mesmo violência em vários âmbitos e situações sociais. Por isso, é muito importante que entendamos as origens do racismo e como combatê-lo. Assim sendo, apresento a você, caro leitor, o “Pequeno Manual Antirracista” da autora Djamila Ribeiro, que em onze lições breves nos mostra como podemos aprender e, ao mesmo tempo, lutar contra os preconceitos raciais. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-17 19:05:19 UTC</pubDate>
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         <title>Roberta e Renata </title>
         <author>roberlopes2002</author>
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         <description><![CDATA[<div>Já imaginou andar na rua sempre com o receio de ser “confundido” com um bandido pela cor da sua pele? Ou simplesmente ser perseguido por um segurança em uma loja, sem estar levantando suspeita, apenas por ser negro? Essa é a realidade de muitos negros na sociedade atual que ocorre muitas vezes de maneira silenciosa, ou seja, as pessoas vêem acontecendo e por ser um acontecimento tão recorrente e enraizado, diversas vezes não tomam as proporções corretas para mudar tais circunstâncias. Djamila Ribeiro, escreve em seu livro “Pequeno Manual Antirracista”, as situações de injustiças que os negros são submetidos, apontando também que eles devem ter seu lugar de fala para dar voz a essa luta diária que parece nunca ter fim.  Esses acontecimentos são mencionados em várias músicas como forma de protesto, “Ouvindo desde novo, ‘cê já é preto, não sai desse jeito, se não eles te olha torto’ “, produzida pelo rapper Djonga, que retrata em seus versos musicais a realidade que a maioria dos jovens negros vivenciam.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-17 19:22:37 UTC</pubDate>
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         <title>Davi Cecotti </title>
         <author>lorenavitoriaalima</author>
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         <description><![CDATA[<div>“Racistas otários nos deixem em paz<br> Pois as famílias pobres não aguentam mais<br> Pois todos sabem e elas temem<br> A indiferença por gente carente que se tem<br> E eles vêem<br> Por toda autoridade o preconceito eterno<br> E de repente o nosso espaço se transforma<br> Num verdadeiro inferno e reclamar direitos<br> De que forma<br> Se somos meros cidadãos<br> E eles o sistema<br> E a nossa desinformação é o maior problema<br> Mas mesmo assim enfim<br> Queremos ser iguais<br> Racistas otários nos deixem em paz”<br><br></div><div>A letra do grupo de rap paulistanos Racionais Mc's, “Racistas otários” retrata sem papas na língua a realidade sub-urbana da população pobre e negra no Brasil. O trecho da música em questão foi lançado no álbum “Holocausto urbano” de 1990. <br><br></div><div>Há julgar pelo tempo que a musica foi lançada (30 anos), poderíamos dizer que a sociedade evoluiu para “OTO PATAMAR” e que atualmente não existe mais esse negocio de racismo, preconceito, ódio por causa de cor, desigualdade racial e todos estes termos antigos são passado certo? <br><br></div><div>Pois se você pensa isso, saiba que você esta ABSOLUTAMENTE enganado, na verdade, perguntaria até mesmo em que mundo perfeito é este em que você vive. Lançado recentemente O livro “Manual Anti- racista” da escritora Djamila Ribeiro nos mostra como este problema ainda persiste enraizado em nosso cotidiano e no sistema, mesmo que você não seja capaz de perceber.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-17 19:25:42 UTC</pubDate>
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         <title>Rafael Marques e João Modesto</title>
         <author>rafaelmarques22m</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na música Favela Vive 3, o rapper Djonga cita em um verso que a cada 23 minutos morre um jovem negro no Brasil, dados que se confirmam por pesquisa realizada pela Anistia Internacional. Em maio de 2020, João Pedro Mattos, de 14 anos, foi morto enquanto brincava em casa com seus primos, atingido por um tiro de fuzil na barriga, disparado por policiais que realizavam uma operação em São Gonçalo, no Rio de Janeiro. Djamila Ribeiro, em seu livro Pequeno Manual Antirracista, mostra a realidade do racismo estrutural perpetuado por nossa sociedade. As pesquisas apontadas na obra evidenciam que está em curso o genocídio negro, decorrente do preconceito racial, que deve ter sua existência reconhecida para que a luta antirracista se mostre eficaz. <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-17 19:32:55 UTC</pubDate>
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         <title>Matheus, Manu e Camila</title>
         <author>matheusguimaraeslage</author>
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         <description><![CDATA[<div>O preconceito racial faz parte da estrutura da sociedade brasileira há muito tempo. Ele está ao redor de todos nós a todo tempo, afinal, sempre vemos casos ultrajantes de violência incentivada pelo racismo na mídia. É inegável que a principal raiz do racismo é a escravidão; foi o princípio histórico que trouxe a ideologia da superioridade do branco sobre o negro. Trazidos da África na época do Brasil Colonial, os afrodescendentes sem dúvidas foram essenciais para a formação histórica e cultural do Brasil. Entretanto, sofreram muito preconceito durante toda a sua história dentro da sociedade entre os brancos. Imagine  o quão horrível deve ter sido chegar em um lugar desconhecido e ser proibido de manisfestar sua religião, sendo tratado como cidadão de 2° classe e usado como ferramenta de trabalho, além de passar por muitas outras discriminações repugnantes que aconteceram com os negros nessa época.<br><br>Infelizmente, nota-se que mesmo tendo se passado muito tempo desde essa época,  os reflexos da escravidão e do preconceito enraizado muito contribuem para que os negros ainda hoje sejam "marginalizados" na sociedade, muitas vezes não tendo chances de progredir economicamente e socialmente, sofrendo com as consequências de um país bastante racista. <br><br>Foi diante de tanto preconceito e injustiça que Djamila Ribeiro escreveu seu livro, "O Pequeno Manual Anti Racista", compreendendo essa problemática histórico-social e relatando  a existência e persistência do racismo brasileiro, da hierarquia racial, opressão e como é necessária a luta contra o racismo para aproximar as realidades de negros e brancos. Na sociedade racista em que vivemos,  Djamila reforça como é importante persistir no combate à essas ideias tão descriminatórias e lamentáveis, que a nossa sociedade carrega de mãos sujas há muito tempo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-17 19:39:09 UTC</pubDate>
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         <title>FERNANDA E VITÓRIA - Introdução</title>
         <author>leonardo6088299</author>
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         <description><![CDATA[<div>"I can't breath" foram as últimas palavras pronunciadas pelo George Floyd, e se tornaram o grito de milhares de manifestantes contra o racismo pelo mundo todo. "Eu não consigo respirar" você pode traduzir para o português, mas essa frase exige uma tradução mais profunda que vai além do que  é literal,  e além do contexto em que foi pronunciado. Exige reconhecer aqueles atos, por muitas vezes ocultos e silenciosos. Sabe, quando a sua desconfiança é maior perto de um negro. Ou quando em sua imaginação,  os primeiros personagens são brancos. Ou quando o sentimento de inferioridade surge por você nascer de pele escura e cabelo crespo. Embora atos tão pequeninos, muitas vezes são os pilares que você  nao percebe numa construção, segurando e sustentando o chamado racismo estrutural.  Esta q por sua vez, atrofia a expressão e a dignidade de um ser humano de pele negra. O que faz um policial, agredir de forma tão injusta, um negro? Talvez você se empatize,talvez você apoia o movimento usando o #blacklivesmatter, mas que tal se conscientizar um pouco mais? Que tal compreender o que verdadeiramente é o racismo em seu âmago, e o que isso implica socialmente? Acompanhe o desenrolar de tais pesquisas nesta área, e abre sua mente. Não se apegue com a simples ideia de que não existe racismo em você, se possui amigos negros ou por qualquer outro motivo banal. E é exatamente isso, que através das pesquisas contidas no livro "Pequeno  Manual Anti-rracista" de Djamila Ribeiro, você meu caro leitor, dará um passo para se tornar um verdadeiro anti-racista.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-24 18:34:54 UTC</pubDate>
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         <title>Arthur Bruno e Yan - DESENVOLVIMENTO</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Beatriz Versiani e Mariana Gadelha </title>
         <author>gadelhaversi</author>
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         <description><![CDATA[<div>Todo dia ela faz tudo sempre igual; acorda às seis horas da manhã, abaixa a cabeça, cala voz, engole choro e não revida. É um mero objeto da história, de origem sem CPF, sem CEP, só com a marca do código de Barra na sola. Diz estar cansada, mas ela não tinha nada, então também não tinha medo e erguendo-se ao chão, pega mais uma vez o esfregão. A escrava não tem ideia de que toda vez que ela entra na condução, vai vir mais uma humilhação. A carne mais barata do mercado, a cor que mais paga caro, a população grita: Não!.<br>A situação retratada é antiga mas não esquecida, na obra “Pequeno Manual Antirracista”, feito por Djamila Ribeiro, ela apresenta diversas pesquisas, relatos, citações em que a presença do racismo na atualidade é evidente mostrando como as raízes do sistema escravocrata perduram até hoje. A escritora mostra, ensina e explica de forma lógica e simples sobre a segregação preta. Ela nos convida a descolonizar nosso conhecimento, ajudando a compreender que não temos um lugar de fala nesse assunto e sim podemos aprender a escutar e reconhecer que todos ainda somos racistas feitos de uma sociedade escravista a 300 anos e ir além do que já conhecemos e naturalizamos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-28 20:20:25 UTC</pubDate>
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         <title>Bernardo e João Lucas Martins - (Introdução e Desenvolvimento):</title>
         <author></author>
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         <title>Davi e Lorena ( Introdução e desenvolvimento </title>
         <author>lorenavitoriaalima</author>
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         <pubDate>2020-07-31 18:09:25 UTC</pubDate>
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         <title>Thiago e Arthur Zika</title>
         <author>thiagoaguiar445123</author>
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         <title>Renata e Roberta- Introdução Corrigida e Desenvolvimento</title>
         <author>roberlopes2002</author>
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         <pubDate>2020-07-31 18:12:02 UTC</pubDate>
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         <title>Beatriz Versiani e Mariana Gadelha (introdução e desenvolvimento)</title>
         <author>gadelhaversi</author>
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         <pubDate>2020-07-31 18:12:09 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução corrigida - Arthur Bruno e Yan</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2020-07-31 18:19:00 UTC</pubDate>
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         <title>Thiago e  Arthur Zika</title>
         <author>thiagoaguiar445123</author>
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         <description><![CDATA[<div>( introdução corrigida) </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-31 18:23:01 UTC</pubDate>
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         <title>Rebeca e Mariana Makelly (introdução e desenvolvimento) </title>
         <author>trabalhopad1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Imagine a seguinte situação: um casal e seu filho vão juntos a uma loja de carros localizada em um ponto nobre da cidade. No local, o garoto fica em um espaço separado assistindo a um desenho animado na televisão, enquanto seus pais são encaminhados pela recepcionista ao gerente de vendas da loja. Um outro funcionário da loja, vendo que o menino estava sozinho, se dirige a ele dizendo “aqui não é lugar para você, saia da loja!”. O casal, então, decide denunciar a loja por danos morais. </div><div>Nesse momento, te faço a seguinte pergunta: por que o funcionário tomou tal atitude? É  simples, o garoto era negro. </div><div><br></div><div>Situações semelhantes a essa acontecem todos os dias na vida de uma pessoa negra. Não é incomum que sejam tratados com discriminação e até mesmo violência em vários âmbitos e situações sociais. Por isso, é muito importante que entendamos as origens do racismo e como combatê-lo. Desse modo, as Ciências Humanas e Sociais buscaram, em muitas de suas análises, compreender essa problemática histórico-social e, assim, desconstruir estereótipos de inferioridade étnico-racial e valorizar a diversidade existente em nossa sociedade. Baseado nessas análises, o “Pequeno Manual Antirracista” da autora Djamila Ribeiro, em onze lições breves, nos mostra como podemos aprender e, ao mesmo tempo, lutar contra os preconceitos raciais. </div><div><br></div><div>Antes de começarmos a tratar das lições de Djamila, é importante fazermos uma breve viagem no tempo. O destino dessa viagem é em 1888: o ano da abolição da escravatura. </div><div><br></div><div>O contexto que abrange esse período da história brasileira é complexo, mas podemos compreende-lo em 3 aspectos principais. O primeiro deles está relacionado ao trabalho escravo que pode ser definido como o trabalho forçado; aquele que restringe a liberdade do trabalhador, que exerce sua função sob condições desprezíveis e sem receber pagamento por isso. Esse “trabalho” era exercido, majoritariamente, por pessoas negras que eram subjugadas ao domínio de pessoas brancas. Nesse sentido, trazemos à tona o segundo aspecto, que está relacionado diretamente a hegemonia branca. Isso quer dizer que, a época antecedente ao ano de 1888 foi caracterizada pela supremacia e superioridade de pessoas que tinham a pele clara e que também possuíam influência em diversas áreas, especialmente em termos econômicos, por conta dessa característica física. Além do mais, detinham o controle do próprio governo vigente na época. Com isso, chegamos ao terceiro e mais importante aspecto, o que está diretamente ligado ao ano para qual viajamos: a promulgação da Lei Áurea, sancionada em 13 de maio de 1888 pela Princesa Isabel, que aboliu o sistema de trabalho forçado. </div><div><br></div><div>Pronto! Agora que você já se ambientou ao contexto apresentado, é hora de voltar a realidade. Seguindo os aspectos citados, é necessário compreender os conceitos que os envolvem e como eles são importantes para visualizarmos nosso papel na sociedade. </div><div><br></div><div>Primeiramente, enxergue a negritude! Essa é uma das primeiras lições que Djamila nos ensina em seu livro. Segundo a autora, “enxergar a negritude” é perceber a realidade, notar que há explicitamente uma divisão social que classifica indivíduos de acordo com sua cor de pele, e que essa divisão ajuda a perpetuar o sistema de discriminação social. É fundamental que no processo de combate ao preconceito racial, o primeiro passo seja reconhecer que vivemos em uma sociedade em que preceitos racistas estão enraizados em todos os âmbitos sociais. Sendo assim, identificar o racismo dentro de si mesmo é o início de toda uma caminhada de desconstrução. Para isso, o melhor a se fazer é refletir sobre as situações históricas e atuais que mostram o contraste discriminatório da sociedade.</div><div><br></div><div>Quando viajamos até o ano de 1888, te apresentei o contexto do trabalho forçado. Agora vamos refletir juntos! Por quê será que a maioria dos trabalhadores escravos eram negros e não brancos? Você consegue perceber alguma distinção entre esses dois tipos de pessoa que mencionei? Exatamente, a única distinção era a cor de pele delas. É perceptível a tamanha injustiça que acontecia nessa época. Mas continuando nossa reflexão e trazendo esse contexto para o cenário atual, podemos pensar sobre situações rotineiras do dia-a-dia do brasileiro. Quando andamos pelas ruas, por conta do alto grau de violência, sempre estamos alerta à qualquer mínimo movimento suspeito. Nesse sentido, quero que pense em todas as vezes que você saiu na rua. Dessas vezes, em quantas delas você atravessou, ou mudou de passeio, por medo de uma pessoa negra vindo em sua direção? E em quantas delas você atravessou, ou mudou de passeio, por medo de uma pessoa branca vindo em sua direção? Após essa constatação, você consegue perceber alguma distinção entre esses dois tipos de pessoa que mencionei? Exatamente, a única distinção era a cor de pele delas. </div><div><br></div><div>Viu como a injustiça e o preconceito, mesmo depois de tantos anos e tanta evolução, ainda estão presentes na nossa sociedade?! </div><div><br></div><div>À partir disso, cabe a você pensar nas possíveis mudanças de hábitos que podem ser adotadas para que a discriminação seja combatida. Questione e repense sobre o que é naturalizado! Veja como existem várias formas de inferiorização, seja através das piadas ou dos esteriótipos, e sempre esteja atento para repudiar qualquer uma dessas formas. Afinal, não compactuar com a violência racial é uma questão de preservação dos diretos humanos de cada cidadão. </div><div><br></div><div>Em segundo lugar, reconheça os privilégios da branquitude! O termo “privilégio” designa um direito especial de um grupo sobre a maioria, uma espécie de vantagem que um indivíduo ou grupo pode receber por condições diversas em face do restante da sociedade. Assim, o privilégio branco é aquele que beneficia brancos sobre não-brancos e, dessa forma, os estudos sociológicos sobre a branquitude usam o conceito para analisar como o racismo afeta a sociedade como um todo. No Brasil, o racismo estrutura todas as relações e está presente tanto nas relações cotidianas, quanto nas relações de poder. Esse fato não é novidade no país. Em nossa viagem, também vimos sobre a hegemonia branca e como o privilégio branco atua nos espaços sociais. Desde aquela época até o nosso tempo atual é nítida a vantagem de pessoas de pele clara sobre pessoas de pele mais escura. Esse privilégio confere aos brancos maior destaque na sociedade, mais oportunidades de crescimento pessoal, melhores remunerações econômicas e até mesmo mais possibilidade de se manterem vivos. Para mais, Djamila diz que além de desnaturalizar o olhar condicionado pelo racismo, é necessário que se criem novos espaços para atuação de pessoas negras. Isso porque, mesmo que a população negra seja a maioria no país, eles não têm voz. Reconhecer o privilégio branco é, acima de tudo, usá-lo para dar espaço e lugar de fala as pessoas que não possuem isso. Estas pessoas precisam ser escutadas! </div><div><br></div><div>Sendo assim, ter respeito e empatia por grupos que não tem acesso às oportunidades pode ser um bom caminho para construção de diálogos que possibilitam trabalhar a diversidade como força de mudanças sociais e corporativas. E assim como o sociólogo Gilberto Freyre, precisamos exaltar cada vez mais o valor dessa diversidade e as potencialidades da miscigenação do nosso país, que proporcionam o “equilíbrio entre antagonismos” e a multiplicação da identidade sociocultural brasileira. </div><div><br></div><div>Por último e não menos importante, apoie as políticas educacionais afirmativas! Em nossa viagem, fomos até a data da promulgação da Lei Áurea. Essa lei foi a responsável pela abolição do trabalho escravo, entretanto, mesmo trazendo liberdade jurídica aos trabalhadores, socialmente, os ex-escravos e seus descendentes permaneceram inferiorizados. Diferentemente disso, as políticas afirmativas visam a inclusão dos negros na sociedade, proporcionando a correção das distorções e desigualdades. Por mais que não sejam perfeitas, são essas iniciativas que são responsáveis por abrir caminho para que pessoas negras cheguem a lugares antes nunca alcançados. Ademais, em seu livro, Djamila explícita claramente que nada se trata de mérito quando vivemos em uma sociedade tão desigual. Portanto, a política de “meritocracia” não é válida como contra-argumento às ações afirmativas. Muitas pesquisas já comprovaram a eficácia dessas políticas, demonstrando que alunos cotistas, por exemplo, tem desempenho similar ou superior ao de alunos não cotistas. Diante disso, é notório que as ações afirmativas promovem a igualdade por meio do respeito, reconhecimento e transformação das diferenças. </div><div><br></div><div>À vista disso, procure sempre se informar sobre as políticas públicas de combate à violência racial e pela promoção da diversidade. Defenda estes mecanismos sociais, pois são eles que ajudam o país a se tornar cada vez mais justo e igualitário. </div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-31 18:26:00 UTC</pubDate>
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         <title>Matheus, Manu e Camila</title>
         <author>matheusguimaraeslage</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Desenvolvimento</strong></div>]]></description>
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         <title>Gustavo Isac e Rafael Lucas </title>
         <author>rafaellucasvilelagomes</author>
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         <pubDate>2020-07-31 18:40:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>yyurihenriq</author>
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         <description><![CDATA[<div>Yuri Henrique e Gabriel Matos </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-31 18:46:51 UTC</pubDate>
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         <title>João Modesto e Rafael Marques (introdução e desenvolvimento)</title>
         <author>rafaelmarques22m</author>
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         <pubDate>2020-07-31 19:01:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Carolina Brito e Gabriel Costa<br><br>"O Brasil é um país racista e precisamos não só aceitar esse fato como combatê-lo diariamente." O racismo é um tema muito debatido no mundo, fazer com que as realidades dos brancos e negros sejam iguais é sempre um desafio. Infelizmente ainda existem pessoas que acreditam que uns são melhores que os outros apenas pela sua cor de pele. Esse preconceito com pessoas negras faz parte da sociedade brasileira, o número de mortes dessas pessoas é alarmante, desesperador e preocupante, diante de pequenas políticas públicas voltadas à essa questão, inclusive já houve mortes de políticos negros, militantes, da periferia, como exemplo Marielle Franco que até hoje não sabemos o motivo pelo qual mataram ela.<br> Podemos dizer que atualmente negros estão tendo oportunidades que seus ancestrais não tiveram, fato que não significa que tem as mesmas oportunidades que os brancos, por isso é necessário lutar mais para igualar. Muitos dados mostram que negros são muito mais expostos à violência, jovens inocentes sendo confundidos e mortos apenas pela sua cor de pele. É evidente a luta de muitos, vidas negras importam e devem ser respeitadas. A cada 23 minutos um jovem negro morre, isso é assustador. <br> O livro "pequeno manual antirracista" da escritora Djamila Ribeiro mostra essa realidade e formas que podemos combater o racismo todos os dias, a autora apresenta caminhos de reflexão para aqueles que queiram aprofundar sua percepção sobre discriminações racistas estruturais, ela mostra sua percepção de que o racismo está enraizado em nossa sociedade, criando desigualdades e abismos sociais, trata-se de um sistema de opressão que nega direitos e matam inocentes apenas pela sua cor da pele. Djamila Ribeiro argumenta que a prática antirracista é urgente e pode ser mudada em atitudes cotidianas. E como ela diz: é uma luta de todas e todos. "Numa sociedade racista, não basta não ser racista, é necessário ser antirracista."<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-07-31 19:36:44 UTC</pubDate>
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         <title>Arthur Bruno e Yan - Conclusão</title>
         <author></author>
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         <title>ARTIGO CIENTIFICO BERNARDO LOPES E JOÃO LUCAS</title>
         <author>cinefilosorg</author>
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         <title>Beatriz e Mariana Paiva (Artigo completo)</title>
         <author>gadelhaversi</author>
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         <title>Matheus, Manu e Camila (Texto Completo)</title>
         <author>matheusguimaraeslage</author>
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         <title>Artigo científico - Yuri Henrique e Gabriel Matos</title>
         <author>yyurihenriq</author>
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         <title>Artigo de Divulgação Científica- Roberta e Renata</title>
         <author>roberlopes2002</author>
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         <title>Rebeca e Mariana Makelly (completo)</title>
         <author>leonardo6088299</author>
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