<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Mural sobre Informática na Educação by Maurício Cipriano Amaral</title>
      <link>https://padlet.com/mauricio_cipriano_amaral/mec6oisi11s6</link>
      <description>Feito com um piscada de olho e um sorriso</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-03-20 00:31:58 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2019-03-27 01:07:09 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet-assets.s3.amazonaws.com/icons/Pizza.png</url>
      </image>
      <item>
         <title>1995</title>
         <author>mauricio_cipriano_amaral</author>
         <link>https://padlet.com/mauricio_cipriano_amaral/mec6oisi11s6/wish/343131534</link>
         <description><![CDATA[<div>44  centros  de infórmatica na educação implatados maioria interligados a internet</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-20 00:52:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mauricio_cipriano_amaral/mec6oisi11s6/wish/343131534</guid>
      </item>
      <item>
         <title>uca</title>
         <author>mauricio_cipriano_amaral</author>
         <link>https://padlet.com/mauricio_cipriano_amaral/mec6oisi11s6/wish/343135740</link>
         <description><![CDATA[<div>O Projeto Um Computador por Aluno (UCA) foi implantado com o objetivo de intensificar as tecnologias da informação e da comunicação (TIC) nas escolas, por meio da distribuição de computadores portáteis aos alunos da rede pública de ensino. Foi um projeto que complementou as ações do MEC referentes a tecnologias na educação, em especial os laboratórios de informática, produção e disponibilização de objetivos educacionais na internet dentro do ProInfo Integrado  que promove o uso pedagógico da informática na rede pública de ensino fundamental e médio.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-20 01:13:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mauricio_cipriano_amaral/mec6oisi11s6/wish/343135740</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mauricio_cipriano_amaral</author>
         <link>https://padlet.com/mauricio_cipriano_amaral/mec6oisi11s6/wish/345490274</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 1982 realiza-se em Salvador o II Seminário Nacional de Informática Educativa, tendo como tema central “O impacto do computador na escola: subsídios para uma experiência piloto do uso do computador no processo educacional brasileiro, a nível de 2º grau”, contando com a participação de pesquisadores da área de educação, informática, psicologia e sociologia. Visando a coleta de subsídios para a criação dos centros-piloto, dentre as recomendações dos pesquisadores destacam-se:</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-26 23:08:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mauricio_cipriano_amaral/mec6oisi11s6/wish/345490274</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mauricio_cipriano_amaral</author>
         <link>https://padlet.com/mauricio_cipriano_amaral/mec6oisi11s6/wish/345490609</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 1981 acontece em Brasília o I Seminário Nacional de Informática na Educação, promovido pela SEI, MEC e CNPq, o qual, segundo Oliveira (1997:29), constitui-se no marco inicial das discussões sobre informática na educação, envolvendo especialistas nacionais e internacionais diretamente ligados ao processo educacional. Neste seminário tomou-se a posição de que o uso do computador deveria ser visto como ferramenta auxiliar do processo ensino-aprendizagem. Surgiram, também, de acordo com Oliveira (1997:30-31), várias recomendações norteadoras que até hoje influenciam a política governamental: que as atividades de informática na educação fossem balizadas por valores culturais, sociopolíticos e pedagógicos da realidade brasileira; que os aspectos técnico-econômicos não fossem definidos em função das pressões do mercado</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-26 23:10:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mauricio_cipriano_amaral/mec6oisi11s6/wish/345490609</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mauricio_cipriano_amaral</author>
         <link>https://padlet.com/mauricio_cipriano_amaral/mec6oisi11s6/wish/345490746</link>
         <description><![CDATA[<div>o MEC não assume a responsabilidade pela área. Esta fica a cargo da Secretaria Especial de Informáica (SEI), a qual, em 1980 cria a Comissão Especial de Educação, a fim de realizar estudos sobre a aplicabilidade da informática na educação, acompanhar as pesquisas brasileiras em desenvolvimento, conhecer as experiências francesa e americana e poder, com esses subsídios, gerar normas e diretrizes para a área de informática na educação.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-26 23:10:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mauricio_cipriano_amaral/mec6oisi11s6/wish/345490746</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mauricio_cipriano_amaral</author>
         <link>https://padlet.com/mauricio_cipriano_amaral/mec6oisi11s6/wish/345490918</link>
         <description><![CDATA[<div> a UFRGS, no final da década de 70 e início da de 80 desenvolve experiências semelhantes, apoiadas nos estudos de Piaget e Papert. O Laboratório de Estudos Cognitivos (LEC) do Instituto de Psicologia explora as potencialidades do computador com a linguagem LOGO, com crianças de escola pública que apresentavam dificuldades de aprendizagem, buscando conhecer e compreender o raciocínio lógico-matemático dessas crianças bem como as possibilidades de intervenção junto a elas de modo a promover a aprendizagem autônoma dessas crianças.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-26 23:11:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mauricio_cipriano_amaral/mec6oisi11s6/wish/345490918</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mauricio_cipriano_amaral</author>
         <link>https://padlet.com/mauricio_cipriano_amaral/mec6oisi11s6/wish/345491038</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 1975 a Unicamp promove intercâmbio entre seus pesquisadores e os do Massachusetts Institute of Technology, o famoso MIT, nos Estados Unidos, com destaque para Seymour Papert e Marvin Minsky. Desse intercâmbio nasce um projeto para utilização dos computadores em educação, utilizando a linguagem LOGO – desenvolvida por Papert -,  estando envolvidos no mesmo um grupo interdisciplinar de especialistas das áreas de computação, lingüística e psicologia educacional. A partir de 1977 o projeto passou a envolver crianças, sob a coordenação de dois mestrandos em computação.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-26 23:12:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mauricio_cipriano_amaral/mec6oisi11s6/wish/345491038</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mauricio_cipriano_amaral</author>
         <link>https://padlet.com/mauricio_cipriano_amaral/mec6oisi11s6/wish/345491764</link>
         <description><![CDATA[<div>Tendo como base essas recomendações, foi elaborado em 1989 o Programa Nacional de Informática Educativa – PRONINFE, integrado à Secretaria Nacional de Educação Tecnológica/MEC, que buscava, prioritariamente,<br><br></div><div>incentivar a capacitação contínua e permanente de professores, técnicos e pesquisadores no domínio da tecnologia de informática educativa, em todos os níveis e modalidades de ensino, reconhecendo sua importância como instrumento capaz de enriquecer as estratégias pedagógicas e de estimular o surgimento de novas metodologias incentivadoras da participação, da criatividade, da colaboração e da iniciativa entre alunos e professores, visando à melhoria da qualidade da educação. (Brasil, 1993:71)<br><br></div><div>Para o desenvolvimento de suas finalidades o Programa previa o apoio à criação e implementação de Centros de Informática na Educação distribuídos em todo o país, atendendo aos ensinos fundamental, médio e superior e à educação especial, junto às Secretarias de Educação, Universidades e Escolas Técnicas Federais. Esses centros constituíram-se em três categorias distintas, de acordo com seus campos de atuação: Centros de Informática na Educação de 1º e 2º graus (CIEd), Centros de Informática na Educação Tecnológica (CIET) e Centros de Informática na Educação Superior (CIES).<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-26 23:16:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mauricio_cipriano_amaral/mec6oisi11s6/wish/345491764</guid>
      </item>
      <item>
         <title>prouca</title>
         <author>mauricio_cipriano_amaral</author>
         <link>https://padlet.com/mauricio_cipriano_amaral/mec6oisi11s6/wish/345492178</link>
         <description><![CDATA[<div> Durante 2007 foram iniciados experimentos do PROUCA em cinco escolas brasileiras nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Distrito Federal, Tocantins e Rio de Janeiro. Para tal, a então Secretaria de Educação a Distância do Ministério da Educação (SEED/MEC) fez várias sondagens a estados e municípios, buscando estabelecer parcerias que permitissem a adesão desses entes. (PORTAL UCA, 2014b). A estrutura de formação, acompanhamento e avaliação do programa envolveu universidades que compuseram um grupo de trabalho e assessoramento pedagógico (GTUCA), segmentadas em “IES Global” e “IES Local”. Segundo MEC (2010) as universidades IES-UCA-Global assumiram a preparação da IES-Local que, por sua vez, ficaram responsáveis por efetuar a formação dos profissionais do Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE), o acompanhamento e a orientação desses nas escolas. Em dezembro de 2009 o governo lançou a Medida Provisória 472/09 que criou institucionalmente o Programa Um Computador por Aluno (PROUCA), tendo sido convertida, em junho de 2010, na Lei nº 12.249/2009. Ao ganhar o status de programa, o PROUCA entrou em sua segunda fase, denominada Fase II ou Fase Piloto, com a distribuição de 150.000 laptops educacionais em 300 escolas públicas pertencentes às redes de ensino estaduais e municipais. (MENESES, 2011; CYSNEIROS; CARVALHO; PANERAI, 2011). Contudo, propor uma ação nas dimensões do programa UCA implica na ressignificação da escola. As unidades escolares contempladas com o programa deveriam passar por melhorias físicas, adquirir mobiliário novo e ter assegurado acesso à internet sem fio. (CAVALCANTE; NASCIMENTO; CASTRO FILHO, 2011; ALMEIDA; PRADO, 2011). Por outro lado, programas dessa natureza criam uma expectativa de transformações na cultura de produção e apropriação de saberes. Sob essa perspectiva Valente (2011) alerta que não adianta procurar música no piano, pois ela não está lá, assim como as ideias não estão nos computadores, mas na cabeça dos usuários. Portanto, somente implantar ou prover acesso aos computadores ou laptops não vai alterar a maneira como a educação é desenvolvida. Convém realçar que o presente estudo centrou-se na busca bibliográfica de teses e dissertações produzidas no Brasil, que se debruçaram sobre o Programa Um Computador Por Aluno (PROUCA). </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-26 23:18:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mauricio_cipriano_amaral/mec6oisi11s6/wish/345492178</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
