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      <title>Geologia  by Filipa Henriques</title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-10-24 18:36:59 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-02-18 00:39:17 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Ciclo das rochas  </title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
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         <description><![CDATA[<h1> "Nenhum vestígio de um começo, e sem perspectiva de um fim,se,em especial para o ciclo das rochas e a natureza cíclica prevista de processos geológicos." (James Hutton)</h1><div>Contrariamente ao referido pelo geólogo, as rochas estão em constante movimento e mutação conforme comprovámos através da atividade laboratorial .<br>  </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-24 19:52:56 UTC</pubDate>
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         <title>Identificação das rochas</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/mdvsay3nwb7b/wish/296679580</link>
         <description><![CDATA[<div>No sentido de facilitar a identificação das rochas, analisou-se, com a ajuda da chave dicotómica as amostras que nos foram fornecidas. Deste modo, concluímos que cada rocha apresenta características únicas resultantes das transformações experimentadas por estas, dependendo do tipo de rocha a que pertencem. <br>Fonte: Google imagens.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-24 20:25:53 UTC</pubDate>
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         <title>História geológica de uma rocha</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/mdvsay3nwb7b/wish/296712593</link>
         <description><![CDATA[<div>Do calor alucinante saltei para a frescura da terra onde rapidamente me tornei um sólido. Com o passar do tempo, fui ficando mais pequena, desfeita e destruída. Levada pelo vento e transportada pela água, mais pequena e arredondada ficava. No entanto, finalmente parei, não sendo a única ali presente, as outras partículas juntaram-se a mim e ficámos todas muito apertadinhas, colamos umas às outras! <br><br></div><div>Passaram centenas de anos e voltei a sentir temperaturas bastantes elevadas. Ali levava com pressões poderosas que alteraram a minha forma. Hoje, sou uma rocha resultante do metamorfismo intenso, sou um xisto. Certamente, caso continuasse a descer, a temperatura iria aumentar e eu ficaria líquida na esperança de poder voltar a ver o céu azul.<br>Fonte: Google imagens.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-24 22:53:41 UTC</pubDate>
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         <title>Causas e consequências do aquecimento global</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/mdvsay3nwb7b/wish/298749353</link>
         <description><![CDATA[<div>São diversos os fatores provocados pelo homem que agravam o aquecimento global: </div><ul><li>    Aumento dos gases com efeito de estufa;</li><li>    Desflorestação;</li><li>    Desenvolvimento urbano sem planeamento;</li><li>    Queima de combustíveis fósseis;</li><li>    Incêndios; </li><li>    Uso de tecnologias e fontes de energias poluidoras;</li><li>    Adoção de um estilo de vida insustentável</li></ul><div>Todavia, algumas das principais causas são naturais: </div><ul><li>     Aumento da evaporação e a concentração de gases no ar, provocado pela concentração de grande quantidade de carbono na água dos oceanos.</li></ul><div>Devido aos fatores naturais ou antrópidos, o aquecimento global tem desencadeado vários desastres ambientais. As consequências são deversificadas e complexas, podendo gerar danos irreversíveis à humanidade, tais como: </div><ul><li>Degelo;</li><li>Desertificação;</li><li>Aumento do nível médio das águas do mar;</li><li>Alterações climáticas provocando ondas de calor;</li><li>Incêndios;</li><li>Extinção de espécies;</li><li>Intensificação de fenômenos meteorológicos.</li></ul><div>Sendo assim, as causas e as consequências do aquecimento global têm um grande impacto em Portugal e no mundo.<br>A subida do nível médio das águas do mar é uma realidade comprovada que afeta a costa nacional. Portugal é um dos países mais vulneráveis a este fenómeno, seja em zonas de arribas ou mais arenosas.<br>A nível mundial, este fenômeno pode causar danos severos aos seres vivos no que toca à saúde e à vida destes. <br><br>Fontes: <br><a href="https://escolaeducacao.com.br/aquecimento-global/">https://escolaeducacao.com.br/aquecimento-global/</a><br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Aquecimento_global">https://pt.wikipedia.org/wiki/Aquecimento_global</a><br><a href="http://www.inpe.br/acessoainformacao/node/483">http://www.inpe.br/acessoainformacao/node/483</a><br><a href="https://www.dn.pt/sociedade/interior/alteracoes-climaticas-as-consequencias-estao-a-vista-5647482.html">https://www.dn.pt/sociedade/interior/alteracoes-climaticas-as-consequencias-estao-a-vista-5647482.html</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-30 20:44:58 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão acerca da atividade prática nº1</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/mdvsay3nwb7b/wish/298750181</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta atividade prática consiste nas interações de subsistemas da Terra. Assim sendo, compreendemos a que ponto o aquecimento global, ao interferir com todos os subsistemas, afeta o planeta Terra. <br>Primeiramente, a elaboração desta atividade permitiu-me tomar consciência de uma realidade inquestionável. Segundo isto, o aumento da temperatura relacionada com o aumento do efeito de estufa, pelas consequências que apresentam, tem vindo a destruir habitats de animais e, em casos extremos, a matar seres vivos como o homem. <br>Por último, na minha opinião, este fenómeno deve ser levado mais a sério por todos, pois, a nível mundial causa danos severos aos seres vivos no que toca à saúde e à vida destes. <br>Em suma, o aquecimento global é um fenómeno perigoso que tem vindo a degenerar, sendo, por isso, necessário tomar medidas para impedir que a mudança no clima se torne catastrófica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-30 20:48:09 UTC</pubDate>
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         <title>Evidências de interações entre os subsistemas</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/mdvsay3nwb7b/wish/298786768</link>
         <description><![CDATA[<div>A Terra constitui um sistema fechado e composto, ou seja, troca energia com o meio envolvente, mas cujas trocas de matéria com o espaço vizinho são pouco significativas. Para além disto, por ser um sistema composto, é constituído por subsistemas, neste caso abertos,  que estabelecem relações entre si. Por ser um sistema fechado e composto, o planeta Terra possui três implicações. Uma delas diz que quando ocorrem alterações num dos subsistemas, as consequências dessas alterações poderão afetar os outros subsistemas, ou seja, certas causas e consequências do aquecimento global afetarão vários substitemas, como: </div><ul><li>A poluição; </li><li>A emissão de gases com efeito de estufa;</li><li>As tempestades;</li><li>As secas;</li><li>As ondes de calor;</li><li>O degelo; </li><li> Os incêndios;</li><li>A queima de combustíveis fósseis.</li></ul><div>Apesar destes exemplos de causas e consequências afetarem os quatro subsistemas, vários fenómenos afetam apenas três deles:</div><ul><li>O degelo (Geosfera, Hidrosfera e Biosfera);</li></ul><div>Apenas dois deles:</div><ul><li>O aumento do nível médio das águas do mar (Hidrosfera e Geosfera); </li></ul><div>Apenas um:</div><ul><li>Migrassões (Biosfera);</li><li>Extinções (Biosfera).</li></ul><div>Resumindo, as causas e consequências do aquecimento global afetam todos os subsitemas em diferentes fenômenos por estes interagirem entre si, ou seja, qualquer desiquilíbrio provocado pelas causas e consequências deste fenômeno, pode ter consequências graves no sistema Terra, alterando os ecossistemas, em particular o que a espécie humana habita e do qual depende para a sua sobrevivência.<br><br>Fontes: <br>Manual (página 24);<br><a href="http://joaoribeiro12.blogspot.com/2012/10/interacao-de-subsistemas.html">http://joaoribeiro12.blogspot.com/2012/10/interacao-de-subsistemas.html</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-30 23:38:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Possíveis soluções para travar o aquecimento global</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/mdvsay3nwb7b/wish/299148778</link>
         <description><![CDATA[<div>O aquecimento global tem vindo a agravar-se. Assim, torna-se necessário adotar diversas atitudes para reduzir o seu efeito, tais como:</div><ul><li>Diminuição da queima de combustíveis fósseis;</li><li>Utilizar técnicas agrícolas não poluentes;</li><li>Utilização de biocombustíveis; </li><li>Reduzir, reutilizar e reciclar;</li><li>Reduzir o consumo de água e de carne.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-31 19:03:44 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão acerca da atividade prática nº3</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/mdvsay3nwb7b/wish/304933691</link>
         <description><![CDATA[<blockquote> "Pode-se dizer que a teoria da tectónica de placas está para a geologia, como a teoria da relatividade está para Einstein."</blockquote><div><br>Foi com a teoria da tectónica de placas que se expôs efectivamente o que se passou com a Terra desde a sua formação até aos dias de hoje. Deste modo, podemos agora perceber a dinâmica interna do nosso planeta como também o processo de formação dos continentes e dos oceanos. <br>Assim, a frase referida acima ilustra precisamente o quão importante é o descobrimento da teoria da tectónica das placas para a geologia ao comparar com  aquela que seria uma das mais importantes teorias no campo da Física para Einstein.<br>Concluindo, esta atividade realizada na aula cumpriu o objetivo de entender e relacionar vários tipos de limites com várias estruturas e vários fenómenos conhecidos. <br><br>Fontes: </div><ol><li><a href="https://geologia12.blogs.sapo.pt/3487.html">https://geologia12.blogs.sapo.pt/3487.html</a>;</li><li><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Tect%C3%B3nica_de_placas">https://pt.wikipedia.org/wiki/Tectónica_de_placas</a>;</li><li><a href="http://www.querosaber.com.pt/ciencia/qual-a-importancia-da-teoria-da-relatividade-geral">http://www.querosaber.com.pt/ciencia/qual-a-importancia-da-teoria-da-relatividade-geral</a>.</li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-15 17:49:49 UTC</pubDate>
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         <title>Evidências da atividade tectónica </title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/mdvsay3nwb7b/wish/305066903</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Arquipélago dos Açores </strong></li></ul><div>As ilhas Açorianas localizam-se próximas do ponto triplo entre as placas africana, eurasiática e norte-americana situadas na dorsal média atlântica e no Rifte da Terceira, como comprova a figura. Tendo em conta que a dorsal corresponde a um limite divergente entre placas oceânicas, concluímos que é um local de formação de novos materiais rochosos, ou seja, as placas afastam-se uma da outra devido à ascensão e arrefecimento do magma. O Rifte da Terceira, assim como a dorsal, é uma zona de expansão oceânica. Esta zona é perpendicular à Dorsal Médio-Oceânica e  passa pela ilha Graciosa, pela ilha Terceira e pela parte ocidental da ilha de São Miguel.<br>Deste modo, a actividade sísmica nos Açores é considerada alta, pois, todos os anos, forma-se nova crusta terrestre, o que leva a uma iteração entre os sistemas vulcânicos e tectónicos que dão origem a uma libertação de energia sobre a forma de sismos.<br>No entanto, <br>Fontes:</div><ol><li><a href="https://www.google.pt/search?rlz=1C1AVNC_pt-PTPT796PT796&amp;tbm=isch&amp;sa=1&amp;ei=SwDuW8arEOqYgAak7pKADQ&amp;q=arquipelago+dos+a%C3%A7ores++placas+tectonicas&amp;oq=arquipelago+dos+a%C3%A7ores++placas+tectonicas&amp;gs_l=img.3...3232.8186.0.8317.11.11.0.0.0.0.99.978.11.11.0....0...1c.1.64.img..0.0.0....0.kjjd5JluRko#imgrc=HoV0n8AWLpyFkM:">https://www.google.pt/search?rlz=1C1AVNC_pt-PTPT796PT796&amp;tbm=isch&amp;sa=1&amp;ei=SwDuW8arEOqYgAak7pKADQ&amp;q=arquipelago+dos+a%C3%A7ores++placas+tectonicas&amp;oq=arquipelago+dos+a%C3%A7ores++placas+tectonicas&amp;gs_l=img.3...3232.8186.0.8317.11.11.0.0.0.0.99.978.11.11.0....0...1c.1.64.img..0.0.0....0.kjjd5JluRko#imgrc=HoV0n8AWLpyFkM:</a>;</li><li><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jun%C3%A7%C3%A3o_tripla_dos_A%C3%A7ores">https://pt.wikipedia.org/wiki/Jun%C3%A7%C3%A3o_tripla_dos_A%C3%A7ores</a>;</li><li><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jun%C3%A7%C3%A3o_tripla_dos_A%C3%A7ores">https://pt.wikipedia.org/wiki/Jun%C3%A7%C3%A3o_tripla_dos_A%C3%A7ores</a></li><li><a href="https://www.dn.pt/portugal/interior/crise-sismica-nos-acores-devido-a-interacao-entre-sistemas-vulcanicos-e-tectonicos---ipma-9113517.html">https://www.dn.pt/portugal/interior/crise-sismica-nos-acores-devido-a-interacao-entre-sistemas-vulcanicos-e-tectonicos---ipma-9113517.html</a>.</li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-15 23:16:19 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Evidências da actividade tectónica</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/mdvsay3nwb7b/wish/305288054</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Vale de rifte </strong></li></ul><div>O Vale do Rifte, também conhecido como Vale da Grande<strong> </strong>Fenda é um complexo de falhas tectónicas resultante da separação da placa arábica da placa africana. Assim, formou-se um rifte continental que levou à formação de placa, promovendo a divergência para ambos os lados. <br>Deste modo, a imagem a baixo captada pelo ecrã do Goolgle Earth ilustra a atividade tectónica no Vale do Rifte referida em cima. Com a informação obtida através da observação da imagem, podemos fazer uma previsão da evolução tectónica desta zona do globo. Assim, devido ao rifte continental, provavelmente essa zona de África (corno de África) poderá separar-se do restante continente africano em tempos futuros.<br><br>Fontes:</div><ol><li><a href="https://www.jn.pt/mundo/videos/interior/as-imagens-impressionantes-da-fenda-que-alerta-para-a-divisao-do-continente-africano-9237935.html">https://www.jn.pt/mundo/videos/interior/as-imagens-impressionantes-da-fenda-que-alerta-para-a-divisao-do-continente-africano-9237935.html</a>;</li><li><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Vale_do_Rift">https://pt.wikipedia.org/wiki/Vale_do_Rift</a>.</li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-16 15:13:58 UTC</pubDate>
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         <title>Evidências da atividade tectónica</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/mdvsay3nwb7b/wish/305718534</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Japão</strong></li></ul><div>O território japonês, localizado no limite da placa tectónica Eurasiática Oriental, é afetado constantemente por terramotos. Segundo a notícia exposta em baixo, o Japão  é atingido anualmente por mais de 20% de todos os terremotos mais fortes registados na Terra. Este fenómeno deve-se à interação entre as placas do pacífico, filipinas e eurasiáticas que formam diferentes zonas de subducção, onde a atividade tectónica intensa é geradora de grande número de sismos, alguns de elevada intensidade.  <br>Concluindo, a grande frequência e a forte intensidade dos sismos que assolam o Japão devem-se à convergência entre as placas cujo constante encontro origina uma área de instabilidade tectónica, desencadeando terremotos, tsunamis e intensa atividade vulcânica. <br>A notícia reportada pelo Diário de Notícias relata um dos sismos que afetou o Japão cuja magnitude foi de 6,1 na escala de Richter. <br><br>Fontes:</div><ol><li><a href="https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/o-terremoto-no-japao.htm">https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/o-terremoto-no-japao.htm</a>;</li><li><a href="https://www.google.pt/search?q=jap%C3%A3o+evidencia+tect%C3%B4nica&amp;source=lnms&amp;tbm=isch&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwj0hbOB9d7eAhXLDsAKHYo0CjMQ_AUIDigB&amp;biw=1366&amp;bih=657#imgrc=83lRNakOFZ4f3M:">https://www.google.pt/search?q=japão+evidencia+tectônica&amp;source=lnms&amp;tbm=isch&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwj0hbOB9d7eAhXLDsAKHYo0CjMQ_AUIDigB&amp;biw=1366&amp;bih=657#imgrc=83lRNakOFZ4f3M:</a>.</li></ol>]]></description>
         <enclosure url="https://www.dn.pt/mundo/interior/japao-sacudido-por-sismo-de-61-8785425.html" />
         <pubDate>2018-11-18 21:39:34 UTC</pubDate>
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         <title>Limites de placas tectónicas</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/mdvsay3nwb7b/wish/305727480</link>
         <description><![CDATA[<div>Com a teoria da tectónica de placas hoje sabe-se que a litosfera - camada mais externa, rígida e resistente da Terra - é fragmentada em cerca de 55 placas tectónicas, que convergem, divergem ou simplesmente deslizam umas em relação às outras. À medida que se movem sobre a astenosfera, em um processo de criação e destruição, a movimentação das placas acaba por inferir em constantes choques, o que resulta em atividades sísmicas e vulcânicas. Os limites entre tais placas tectónicas, contudo, podem seguir diferentes orientações, determinando, desta forma, a sua classificação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-18 22:57:28 UTC</pubDate>
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         <title>Limites divergentes</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/mdvsay3nwb7b/wish/305736901</link>
         <description><![CDATA[<div>Os limites divergentes correspondem a zonas onde as placas listosféricas se afastam. Ao longo do rifte ocorre uma ascensão de magma basáltico, que, ao atingir a superfície, arrefece, solidificando e originando nova litosfera (limites construtivos). A divergência de placas é responsável pela fragmentação de continentes e, consequentemente, pela formação e posterior expansão dos fundos oceânico. <br>Quando ocorrem na litosfera oceânica, os limites divergentes são típicos da dorsal oceânica, que exibe vulcanismo ativo, terremotos e rifteamento. Exemplo disso é a dorsal meso-atlântica e a dorsal do Pacífico oriental. <br>Na litosfera continental, esta é caracterizada pela presença de vales em rifte, como o Grande Vale do Rift da África Oriental.<br><br>Fontes:</div><ol><li><a href="http://ufrr.br/lapa/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=%2094">http://ufrr.br/lapa/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id= 94</a></li><li><a href="https://www.estudopratico.com.br/placas-tectonicas/">https://www.estudopratico.com.br/placas-tectonicas/</a></li><li><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Placa_tect%C3%B3nica">https://pt.wikipedia.org/wiki/Placa_tectónica</a></li><li><a href="https://www.geografiaopinativa.com.br/2016/01/limites-entre-placas-tectonicas-limites.html">https://www.geografiaopinativa.com.br/2016/01/limites-entre-placas-tectonicas-limites.html</a></li></ol><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-19 00:30:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Limites convergentes</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/mdvsay3nwb7b/wish/305964138</link>
         <description><![CDATA[<div>O planeta Terra é coberto por placas tectónicas, logo se há a separação delas em certo lugar, em outro local deverão convergir, e é justamente por isso que o nosso planeta não está em expansão, já que durante essa convergência a borda de uma das placas, a de menor densidade, reclina-se para baixo entrando assim na zona de subducção onde será reciclada.<br>Os limites convergentes ou limites destrutivos correspondem a locais de subducção ou de colisão verificando-se a destruição da litosfera. Localizam-se, geralmente, em fossas oceânicas.<br>Embora todas as zonas convergentes sejam basicamente semelhantes, a natureza das colisões de placas é influenciada pelo tipo de matéria da crosta envolvida no processo. Elas podem ocorrer entre duas placas oceânicas, uma placa oceânica e outra continental ou entre duas placas continentais .<br>Quando duas zonas da crosta oceânica colidem, ocorre subducção da fração mais densa. A zona subduzida é a primeira a sofrer metamorfismo devido aos elevados aumentos de pressão e temperatura. Este limite está associado à actividade vulcânica visto que provoca a fusão dos materiais constituintes das placas, originando magma que aflora à superficie. Deste modo, estes fenómenos de vulcanismo podem resultar na formação de ilhas oceânicas em arcos insulares, como é o caso do Japão.<br><br>Quando a colisão ocorre entre uma placa oceânica e uma placa continental, a placa oceânica (mais densa) mergulha sob a placa continental, formando uma zona de subducção.<br>Assim, a consequência deste fenómeno é a deformação da placa continental, ou seja, um enrugamento que, somado com a grande atividade vulcânica, acaba criando grandes cordilheiras.<br>Deste modo, podemos citar como exemplo a Cordilheira dos Andes, resultado do encontro entre a placa de Nazca e a placa Sul-Americana.<br><br>No tipo de limite continental-continental, ocorre a colisão entre duas porções de crusta continental. Como ambas placas possuem baixa densidade, não existe propriamente subducção. No entanto, na colisão das placas Indo-australiana e eurasiática, a placa indo-australiana foi pressionada para baixo da placa eurasiática. Dessa colisão se ergueram a cadeia de montanhas do Himalaia. Assim, os Himalaias são exemplo de uma colisão entre placas continentais.<br><br>Fontes: </div><ol><li><a href="http://entendendoageologiaufba.blogspot.com/2012/02/limites-convergentes_29.html?m=1;">http://entendendoageologiaufba.blogspot.com/2012/02/limites-convergentes_29.html?m=1;</a></li><li><a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Limite_convergente;">https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Limite_convergente;</a></li><li><a href="https://www.google.pt/amp/s/disciplinex.wordpress.com/2008/07/18/limites-convergentes/amp/">https://www.google.pt/amp/s/disciplinex.wordpress.com/2008/07/18/limites-convergentes/amp/</a></li><li><a href="http://www.google.pt/amp/s/www.infoescola.com/geologia/cordilheira-do-himalaia/amp/">http://www.google.pt/amp/s/www.infoescola.com/geologia/cordilheira-do-himalaia/amp/</a></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-19 15:21:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/mdvsay3nwb7b/wish/305964138</guid>
      </item>
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         <title>Limites transformantes </title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/mdvsay3nwb7b/wish/306403132</link>
         <description><![CDATA[<div>Nos limites transformantes, há um movimento horizontal entre duas placas vizinhas, não havendo, portanto, colisão direta entre elas. Porém, é típico nesta situação a ocorrência de sismos, já que encontros de pequena escala entre as rochas acabam acontecendo. A falha de Santo André na Califórnia, onde a placa do Pacífico desliza em relação à placa Norte-Americana, é um ótimo exemplo de uma falha transformante como mostra a figura.<br> Fonte: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Limite_transformante<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="http://marcosbau.files.wordpress.com/2010/12/falha-san-andreas.jpg" />
         <pubDate>2018-11-20 15:47:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/mdvsay3nwb7b/wish/306403132</guid>
      </item>
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         <title>Reflexão acerca da atividade prática n°4 </title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/mdvsay3nwb7b/wish/311712837</link>
         <description><![CDATA[<div>De forma a dar resposta à componente investigativa do estudo, recorreu-se à metodologia de natureza qualitativa e interpretativa. Os dados relativos a esta <br>componente foram recolhidos através da observação da experiência e da <br>análise de questionários.<br>Esta atividade prática teve como objetivo entender e saber relacionar a velocidade dos fluxos de lava com a temperatura e o tipo de erupções envolvidas. Deste modo, é-nos possível avaliar como é que a viscosidade/fluidez do magma é afetado por estes parâmetros. <br>As erupções vulcânicas apresentam características diferentes que são devidas, principalmente, à composição do magma, temperatura e quantidade de gases dissolvidos. Com esta atividade conseguimos relacionar todas estas características de maneira a compreendê-las utilizando água para simular o teor em sílica; mel para simular a viscosidade da lava relacionando-a com a capacidade de retenção; a  temperatura (cubos de gelo e lamparina) para relacionar com a viscosidade, com a capacidade de escorrência e com a capacidade de retenção de gases. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-06 08:55:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/mdvsay3nwb7b/wish/311712837</guid>
      </item>
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         <title>Atividade prática nº4 </title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/mdvsay3nwb7b/wish/312504056</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante o desenrolar da atividade, na elaboração dos tópicos para discussão, fomos constatando a existência de diferentes características que as erupções vulcânicas apresentam de acordo com o analisado (descrito na reflexão acima), a saber:<br><br><strong>Tipos de vulcanismo</strong> <br><strong>Tipos de magma/lava<br></strong>O vulcanismo representa uma das mais poderosas e espetaculares manifestações do dinamismo geológico interno da Terra. <br>As erupções vulcânicas ocorrem por meio da alta pressão e temperatura presente no interior da Terra, onde há expulsão de material rochoso (piroclastos), líquido (lava) e gasoso (cinzas) para a superfície. <br><br></div><div><strong>Tipos de erupções vulcânicas<br></strong><br></div><pre><strong>Erupção efusiva:</strong></pre><ul><li>Lava muito fluida (que se encontra a temperaturas muito elevadas) com origem em magmas básicos, ou seja, pobres em sílica (percentagem inferior a 52%);</li><li>Dada a sua elevada fluidez, a lava desliza facilmente, sendo projetada a grandes distâncias. Se as zonas que ela atinge forem planas, formam-se mantos de lava; caso exista um declive acentuado, surgem as correntes ou "rios" de lava;</li><li>A libertação de gases é fácil e a erupção é calma;</li><li>Erupção associada a limites divergentes e ao Ponto Quente (o magma tem origem no manto, logo é básico).</li></ul><div><br></div><pre><strong>Erupção explosiva:</strong> </pre><ul><li>Lava com um elevado grau de viscosidade com origem em magmas ácidos, ou seja, ricos em sílica (percentagem superior a 65%);</li><li>Dada a sua elevada viscosidade fluem com dificuldade (não se formam escoadas de lava) e impedem a libertação de gases; </li><li>Ocorrem, por isso, violentas explosões devido à pressão de gases existentes na chaminé vulcânica, podendo, por vezes, provocar o desmoronamento do cone vulcânico;</li><li>Erupção associada a limites convergentes entre placas continentais (o magma tem origem na destruição de placa litosférica que tem um caráter mais ácido do que as rochas existentes no manto).</li></ul><div><br></div><pre><strong>Erupções mistas:</strong></pre><ul><li>Magma/lava intermédia (percentagens em sílica compreendidas entre 52% e 65%);</li><li>São erupções que assumem aspetos intermédios, ou seja, alternam entre fases de explosões e de escoadas de lava;</li><li>Erupções associadas a limites convergentes entre placas continentais e placas oceânicas.</li></ul><div><br></div><pre><strong>Erupções submarinas:</strong></pre><ul><li>Lava/magma básico;</li><li>Tipo de erupção que ocorre no fundo oceânico;</li><li>Erupção associada a limites divergentes debaixo de água.</li></ul><div><br><strong>Viscosidade/fluidez do magma/lava</strong></div><div><br></div><pre><strong>Lava viscosa</strong></pre><ul><li>Temperatura entre os 800ºC e os 1000ºC;</li><li>Rica em sílica (ácida) e rica em gases;</li><li>Fluem mais lentamente e solidificam dentro da própria cratera ou próximo da mesma;</li><li>Este tipo de lava está associado a <strong>erupções explosivas.</strong></li></ul><div><br></div><pre><strong>Lava fluída</strong></pre><ul><li>Temperatura entre os 1100ºC e os 1200ºC;</li><li>Pobre em sílica (básica) e pobre em gases;</li><li>Associada a <strong>erupções efusivas.</strong></li></ul><div><br><strong>Misturas utilizadas durante a atividade:<br>      </strong>M1: 30% de água + 70 % de mel - magma intermédio- imagem 2<br>      M2: 50% de água + 50% de mel - magma básico - imagem 3<br>      M3: 100% mel - magma ácido - imagem 1<br><br><strong>Fonte:<br></strong><a href="https://www.todamateria.com.br/vulcanismo/"><strong>https://www.todamateria.com.br/vulcanismo/</strong></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-08 14:04:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Imagem 1 (M3)</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/mdvsay3nwb7b/wish/312558377</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><strong>Representação do magma ácido - 100% mel. </strong></blockquote><div>Foto tirada durante a realização da atividade na aula.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-08 21:03:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Imagem 2 (M1)</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/mdvsay3nwb7b/wish/312558883</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><strong>Representação de magma intermédio - 50% mel.</strong></blockquote><div>Foto tirada durante a realização da atividade na aula.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-08 21:08:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Imagem 3 (M2)</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/mdvsay3nwb7b/wish/312559205</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><strong>Representação de magma básico - 70% mel </strong></blockquote><div>Foto tirada durante a realização da atividade na aula.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/321647376/fbe45b1cc6084dc259a2685a43f47d9e/47391809_1683722031733788_1948612231105085440_n__1_.jpg" />
         <pubDate>2018-12-08 21:12:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relação entre a viscosidade e temperatura das misturas</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/mdvsay3nwb7b/wish/312561419</link>
         <description><![CDATA[<div>Com esta atividade prática concluímos que a temperatura afeta a lava de maneira a alterar a sua viscosidade.<br>Assim:</div><ul><li>Quanto maior a temperatura da lava (lava básica), maior a fluídez e consequentemente maior escorrência. Deste modo, menor será a capacidade de retenção de gases, originando uma atividade do tipo efusivo (imagem 4);   </li><li>Quanto menor a temperatura da lava (lava ácida, maior a viscosidade e consequentemente menor a escorrência. Logo, maior a capacidade de retenção de gases, o que originará uma atividade do tipo explosivo (imagem 5).</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-08 21:36:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Imagem 4</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/mdvsay3nwb7b/wish/312563490</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><strong>Representação da escorrência de lava fluida com rápida movimentação (erupções efusivas).</strong></blockquote><div>Foto tirada durante a realização da atividade na aula.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/321647376/5296999db67f154bb17b765aa4605338/video_1543871748__1_.mp4" />
         <pubDate>2018-12-08 22:00:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Imagem 5</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/mdvsay3nwb7b/wish/312563902</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><strong>Mistura 3 representativa de lava ácida. Escorrência de lava muito viscosa.</strong></blockquote><div>Foto tirada durante a realização da atividade na aula.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/321647376/e9eb83f2fd423b553d9b9ccd0cfed911/video_1543871796.mp4" />
         <pubDate>2018-12-08 22:06:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/mdvsay3nwb7b/wish/312563902</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Vulcão Kilauea</title>
         <author>filipafernandeshenriques</author>
         <link>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/mdvsay3nwb7b/wish/312567005</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>"O que acontece é que os vulcões estão sobre uma espécie de pontos quentes, uma área de fluxos a uma temperatura muito alta, onde o calor faz com que o magma suba sob pressão. E, à medida que vai subindo, vai derretendo mais rocha. Esta é uma particularidade que torna esses vulcões do Havaí especialmente ativos ", acrescenta ela.</blockquote><div>O Kilauea é um vulcão do tipo efusivo caracterizado por rios de lava que expele lava pela cratera principal e por duas fissuras eruptivas.<br>Fontes: <br><a href="https://www.publico.pt/2018/05/14/mundo/noticia/duas-novas-fissuras-em-vulcao-no-havai-obrigam-a-mais-evacuacoes-1829955">https://www.publico.pt/2018/05/14/mundo/noticia/duas-novas-fissuras-em-vulcao-no-havai-obrigam-a-mais-evacuacoes-1829955</a>;<br><a href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-44884334">https://www.bbc.com/portuguese/geral-44884334</a>;<br><a href="https://istoe.com.br/vulcao-kilauea-o-lar-de-uma-deusa-havaiana/">https://istoe.com.br/vulcao-kilauea-o-lar-de-uma-deusa-havaiana/</a>;<br><a href="https://www.cartacapital.com.br/internacional/vulcoes-explosivos-a-diferenca-entre-as-erupcoes-em-guatemala-e-havai">https://www.cartacapital.com.br/internacional/vulcoes-explosivos-a-diferenca-entre-as-erupcoes-em-guatemala-e-havai</a>.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.bbc.com/portuguese/geral-44884334" />
         <pubDate>2018-12-08 22:56:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/filipafernandeshenriques/mdvsay3nwb7b/wish/312567005</guid>
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