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      <title>IA e o Parnasianismo by Maria Gabriela Andrade Silva</title>
      <link>https://padlet.com/pibidmariasilva/mdkwi0gca530cuzg</link>
      <description>Escolha um poema parnasiano e crie sua própria releitura em IA para ele.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-05-09 22:25:06 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Parnasianismo-&quot;Aquarela do Brasil&quot;-Olavo Bilac 1907</title>
         <author>leonealves1115</author>
         <link>https://padlet.com/pibidmariasilva/mdkwi0gca530cuzg/wish/2586291621</link>
         <description><![CDATA[<div>"Aquarela do Brasil"<br><br>Brasil, meu Brasil brasileiro<br>Meu mulato inzoneiro<br>Vou cantar-te nos meus versos<br>Brasil, samba que dá<br>Bamboleio, que faz gingar<br>O Brasil do meu amor<br>Terra de Nosso Senhor<br>Brasil, pra mim<br>Pra mim, pra mim<br><br>Ah, abre a cortina do passado<br>Tira a mãe preta do cerrado<br>Bota o rei congo no congado<br>Brasil, pra mim<br>Pra mim, pra mim<br><br>Deixa cantar de novo o trovador<br>À merencória luz da lua<br>Toda canção do meu amor<br>Quero ver essa dona caminhando<br>Pelos salões arrastando<br>O seu vestido rendado<br>Brasil, pra mim<br>Pra mim, pra mim<br><br>Brasil, terra boa e gostosa<br>Da morena sestrosa<br>De olhar indiscreto<br>O Brasil samba que dá<br>Bamboleio que faz gingar<br>O Brasil do meu amor<br>Terra de Nosso Senhor<br>Brasil, pra mim<br>Pra mim, pra mim<br>(Verso escolhido)<br><br>Ah, yo soy brasileiro<br>¡Por lo tanto, tengo que ser feliz!<br>Ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai!<br><br>A natureza é um colosso verde e rosa<br>Cujos seios fartos têm o brilho das jóias<br>É a terra da desmedida, da grandeza<br>Da fecundidade e da opulência<br>Onde a flor se esgarça em voluptuosidade<br>E a folha, aberta ao sol, se doura em seu esplendor<br><br>Brasil, pra mim<br>Pra mim, pra mim<br><br>Ah, essas fontes murmurantes<br>Esses bosques, pássaros cantantes<br>E essas fontes, coxos e diamantes<br>Brasil, pra mim<br>Pra mim, pra mim<br><br>Ah, esse Brasil lindo e trigueiro<br>É o meu Brasil brasileiro<br>Terra de samba e pandeiro<br>Brasil, pra mim<br>Pra mim, pra mim<br><br>O sol que arde em terras brasileiras<br>Esfinge que encanta nossas fronteiras<br>E nos ensina a sonhar<br>Com as noites sempre enluaradas<br>Com as paixões desenfreadas<br>Da nossa gente que canta e é feliz<br><br>Brasil, pra mim<br>Pra mim, pra mim<br><br>Ah, meu Brasil brasileiro<br>Terra de samba e pandeiro<br>Brasil, pra mim<br>Pra mim, pra mim<br><br>Esse Brasil lindo e trigueiro<br>É o meu Brasil brasileiro<br>Terra de samba e pandeiro<br>Brasil, pra mim<br>Pra mim, pra mim<br><br>Ah, meu Brasil<br>Brasil brasileiro<br>Brasil, pra mim<br>Pra mim, pra mim"</div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-11 01:15:28 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Parnasianismo- &quot;Em uma tarde de Outono&quot; - Olavo Bilac</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pibidmariasilva/mdkwi0gca530cuzg/wish/2587220946</link>
         <description><![CDATA[<div>Aluna: Maria Helena Rodrigues de Lima<br>Poema: Em uma tarde de Outono&nbsp;<br>Autor: Olavo Bilac<br><br> "Em uma tarde de Outono"<br><br>Outono. Em frente ao mar. Escancaro as janelas<br>Sobre o jardim calado, e as águas miro, absorto.<br>Outono... Rodopiando, as folhas amarelas<br>Rolam, caem. Viuvez, velhice, desconforto...<br><br>Por que, belo navio, ao clarão das estrelas,<br>Visitaste este mar inabitado e morto,<br>Se logo, ao vir do vento, abriste ao vento as velas,<br>Se logo, ao vir da luz, abandonaste o porto?<br><br>A água cantou. Rodeava, aos beijos, os teus flancos<br>A espuma, desmanchada em riso e flocos brancos...<br>Mas chegaste com a noite, e fugiste com o sol!<br><br>E eu olho o céu deserto, e vejo o oceano triste,<br>E contemplo o lugar por onde te sumiste,<br>Banhado no clarão nascente do arrebol...<br><br></div><div><br><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-11 13:38:33 UTC</pubDate>
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         <title>Parnasianismo - &quot;Ouvir as estrelas - Olavo Bilac</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pibidmariasilva/mdkwi0gca530cuzg/wish/2587672278</link>
         <description><![CDATA[<div>Aluno: Kauã Douglas Da Silva Lopes<br>Poema: Ouvis as estrelas<br>Autor: Olavo Bilac&nbsp;<br><br>"Ouvir as estrelas"<br><br>Ora (direis) ouvir estrelas! Certo<br>Perdeste o senso!" E eu vos direi, no entanto,<br>Que, para ouvi-las, muita vez desperto<br>E abro as janelas, pálido de espanto...<br><br>E conversamos toda a noite, enquanto<br>A via-láctea, como um pálio aberto,<br>Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto,<br>Inda as procuro pelo céu deserto.<br><br>Direis agora: "Tresloucado amigo!<br>Que conversas com elas? Que sentido<br>Tem o que dizem, quando estão contigo?"<br><br>E eu vos direi: "Amai para entendê-las!<br>Pois só quem ama pode ter ouvido<br>Capaz de ouvir e de entender estrelas<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-11 19:00:48 UTC</pubDate>
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         <title>Parnasianismo – &quot;Rio abaixo&quot; – Olavo Bilac</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pibidmariasilva/mdkwi0gca530cuzg/wish/2587846249</link>
         <description><![CDATA[<div>Aluno: Thiago Ewerton Barros Pereira<br>Poema: Rio abaixo<br>Autor: Olavo Bilac<br><br>“Treme o rio, a rolar, de vaga em vaga...</div><div>Quase a noite. Ao sabor do curso lento</div><div>Da água, que as margens em redor alaga,</div><div>Seguimos. Curva os bambuais o vento.</div><div><br></div><div>Vivo há pouco, de púrpura sangrento,</div><div>Desmaia agora o Ocaso. A noite apaga</div><div>A derradeira luz do firmamento...</div><div><br></div><div>Um silêncio tristíssimo por tudo</div><div>Se espalha. Mas a lua lentamente</div><div>Surge na fímbria do horizonte mudo:</div><div><br></div><div>E o seu reflexo pálido, embebido</div><div>Como um gládio de prata na corrente,</div><div>Rasga o seio do rio adormecido.”</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-11 23:27:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pibidmariasilva/mdkwi0gca530cuzg/wish/2587885159</link>
         <description><![CDATA[<div>Aluno: Isaque Ramos Alves&nbsp;<br>Poema: Ouvir estrelas<br>Autor: Olavo Bilac<br><br>         "Ouvir estrelas"<br>Ora (direis) ouvir estrelas! Certo<br>Perdeste o senso!" E eu vos direi, no entanto,<br>Que, para ouvi-las, muita vez desperto<br>E abro as janelas, pálido de espanto...<br><br>E conversamos toda a noite, enquanto<br>A Via Láctea, como um pálio aberto,<br>Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto,<br>Inda as procuro pelo céu deserto.<br><br>Direis agora: "Tresloucado amigo!<br>Que conversas com elas? Que sentido<br>Tem o que dizem, quando estão contigo?"<br><br>E eu vos direi: "Amai para entendê-las!<br>Pois só quem ama pode ter ouvido<br>Capaz de ouvir e entender estrelas."</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-12 00:16:18 UTC</pubDate>
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         <title>Parnasianismo- &#39;&#39;Sinfonia da Alvorada&quot;- Olavo Bilac</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pibidmariasilva/mdkwi0gca530cuzg/wish/2587965415</link>
         <description><![CDATA[<div>Aluno: Vitor Marques de Freitas Júnior<br>Poema: Sinfonia da Alvorada<br>Autor: Olavo Bilac<br><br>''Desponta a estrela-d'alva; e a natureza<br>Fica mais rica de poesia;<br>E a alma da floresta é despertada,<br>Como por encanto de magia.<br><br></div><div><br>Aves formosas, na amplidão dos céus,<br>Gritam, jubilosas,<br>Saudando o carro de luz de Febo,<br>Com suas límpidas vozes harmoniosas.<br><br></div><div>A alvorada doirada<br>Murmura ao longe: a floresta acorda<br>À melodia alada<br>Da passarada, que gorjeia e chilreia.<br><br></div><div>Do firmamento puríssimo, azul,<br>Aurora, com suas roupas de prata,<br>Sorri ao mundo que acorda,<br>Espalhando alegria, cor e vida.<br><br></div><div>Brancas cambraias estendem-se, no oriente,<br>Onde emigrava, lenta, a noite sombria.<br>Bordadas rendas tecem-se, por encanto,<br>E tudo fala de amor, de harmonia.<br><br></div><div>Ó floresta! Ó floresta!<br>Meu coração, no teu seio, palpita!<br>E nessa festa<br>De tanta beleza e tanta vida,<br>Eu sinto a natureza a palpitar,<br>Como se o sopro do amor<br>Viesse a terra fecundar.<br><br></div><div>As árvores mais altas,<br>Vestem-se de dourado e de esmeralda,<br>E os seus galhos enlaçam-se, fraternais,<br>Como num eterno abraço,<br>Num afetuoso e terno abraço de amor.<br><br></div><div>Ó sinfonia da alvorada!<br>Ó festa de poesia e de harmonia!<br>É a manhã, enfim, de ouro e prata,<br>Que enche o coração de alegria.''<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-12 01:22:26 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Parnasianismo-&quot;Olha-me&quot;-  Olavo Bilac</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Aluno: Roberto Carlos Pereira de Souza Filho<br>Poema: Olha-me<br>Autor: Olavo Bilac<br><br>"Olha-me! O teu olhar sereno e brando<br>Entra-me o peito, como um largo rio<br>De ondas de ouro e de luz, límpido, entrando<br>O ermo de um bosque tenebroso e frio.<br><br>Fala-me! Em grupos doudejantes, quando<br>Falas, por noites cálidas de estio,<br>As estrelas acendem-se, radiando,<br>Altas, semeadas pelo céu sombrio.<br><br>Olha-me assim! Fala-me assim! De pranto<br>Agora, agora de ternura cheia,<br>Abre em chispas de fogo essa pupila...<br><br>E enquanto eu ardo em sua luz, enquanto<br>Em seu fulgor me abraso, uma sereia<br>Soluce e cante nessa voz tranqüila!"</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-12 01:51:12 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Parnasianismo - &quot;A velhice&quot; - Olavo Bilac</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pibidmariasilva/mdkwi0gca530cuzg/wish/2588001971</link>
         <description><![CDATA[<div>Aluno : Samuel Albuquerque Bezerra<br>Poema : A velhice<br>Autor : Olavo Bilac<br><br>A velhice</div><blockquote>O neto:<br>Vovó, por que não tem dentes?<br>Por que anda rezando só.<br>E treme, como os doentes<br>Quando têm febre, vovó?<br>Por que é branco o seu cabelo?<br>Por que se apóia a um bordão?<br>Vovó, porque, como o gelo,<br>É tão fria a sua mão?<br>Por que é tão triste o seu rosto?<br>Tão trêmula a sua voz?<br>Vovó, qual é seu desgosto?<br>Por que não ri como nós?<br><br>A Avó:<br>Meu neto, que és meu encanto,<br>Tu acabas de nascer…<br>E eu, tenho vivido tanto<br>Que estou farta de viver!<br>Os anos, que vão passando,<br>Vão nos matando sem dó:<br>Só tu consegues, falando,<br>Dar-me alegria, tu só!<br>O teu sorriso, criança,<br>Cai sobre os martírios meus,<br>Como um clarão de esperança,<br>Como uma benção de Deus!</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-12 01:53:07 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Parnasianismo - &quot;Velhas Árvores&quot; - Olavo Bilac</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pibidmariasilva/mdkwi0gca530cuzg/wish/2588009807</link>
         <description><![CDATA[<div>Aluno: Cauã Araújo de Oliveira <br>Poema: Velhas Árvores<br>Autor: Olavo Bilac<br><br>Olha estas velhas árvores, mais belas<br>Do que as árvores novas, mais amigas:<br>Tanto mais belas quanto mais antigas,<br>Vencedoras da idade e das procelas...<br><br>O homem, a fera, e o inseto, à sombra delas<br>Vivem, livres de fomes e fadigas;<br>E em seus galhos abrigam-se as cantigas<br>E os amores das aves tagarelas.<br><br>Não choremos, amigo, a mocidade!<br>Envelheçamos rindo! envelheçamos<br>Como as árvores fortes envelhecem:<br><br>Na glória da alegria e da bondade,<br>Agasalhando os pássaros nos ramos,<br>Dando sombra e consolo aos que padecem!</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-12 02:00:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Parnasianismo - &quot;Ao coração que sofre&quot; - Olavo Bilac</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pibidmariasilva/mdkwi0gca530cuzg/wish/2588013436</link>
         <description><![CDATA[<div>Aluno: Túlio Vicente Nogueira Patriota<br>Poema: "Ao coração que sofre"</div><div>Autor: Olavo Bilac<br><br></div><div>Ao coração que sofre, separado</div><div>Do teu, no exílio em que a chorar me vejo,</div><div>Não basta o afeto simples e sagrado</div><div>Com que das desventuras me protejo.</div><div><br></div><div>Não me basta saber que sou amado,</div><div>Nem só desejo o teu amor: desejo</div><div>Ter nos braços teu corpo delicado,</div><div>Ter na boca a doçura de teu beijo.</div><div><br></div><div>E as justas ambições que me consomem</div><div>Não me envergonham: pois maior baixeza</div><div>Não há que a terra pelo céu trocar;</div><div><br></div><div>E mais eleva o coração de um homem</div><div>Ser de homem sempre e, na maior pureza,</div><div>Ficar na terra e humanamente amar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-12 02:03:02 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Parnasianismo - &quot;Em uma tarde de Outono&quot; - Olavo Bilac</title>
         <author>lfsa</author>
         <link>https://padlet.com/pibidmariasilva/mdkwi0gca530cuzg/wish/2588014913</link>
         <description><![CDATA[<div>Aluno: Luiz Fellipe Silva Dos Anjos&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Poema: Em uma tarde de outono&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Autor: Olavo Bilac<br><br><strong>"Em uma Tarde de Outono" </strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br><br>Outono. Em frente ao mar. Escancaro as janelas<br>Sobre o jardim calado, e as águas miro, absorto.<br>Outono... Rodopiando, as folhas amarelas<br>Rolam, caem. Viuvez, velhice, desconforto...<br><br>&nbsp;Por que, belo navio, ao clarão das estrelas,<br>&nbsp;Visitaste este mar inabitado e morto,<br>&nbsp;Se logo, ao vir do vento, abriste ao vento as velas,<br>&nbsp;Se logo, ao vir da luz, abandonaste o porto?<br><br>&nbsp;A água cantou. Rodeava, aos beijos, os teus flancos<br>&nbsp;A espuma, desmanchada em riso e flocos brancos...<br>&nbsp;Mas chegaste com a noite, e fugiste com o sol!<br><br>&nbsp;E eu olho o céu deserto, e vejo o oceano triste,<br>&nbsp;E contemplo o lugar por onde te sumiste,<br>&nbsp;Banhado no clarão nascente do arrebol...&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-12 02:04:15 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Parnasianismo-&quot;Maldição&quot; -Olavo Bilac</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pibidmariasilva/mdkwi0gca530cuzg/wish/2588021143</link>
         <description><![CDATA[<div>Se por vinte anos, nesta furna escura,<br>Deixei dormir a minha maldição,<br>- Hoje, velha e cansada da amargura,<br>Minha alma se abrirá como um vulcão.<br><br>E, em torrentes de cólera e loucura,<br>Sobre a tua cabeça ferverão<br>Vinte anos de silêncio e de tortura,<br>Vinte anos de agonia e solidão...<br><br>Maldita sejas pelo Ideal perdido!<br>Pelo mal que fizeste sem querer!<br>Pelo amor que morreu sem ter nascido!<br><br>Pelas horas vividas sem prazer!<br>Pela tristeza do que eu tenho sido!<br>Pelo esplendor do que eu deixei de ser!...</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-12 02:09:29 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Parnasianismo- &quot;Velhas Árvores&quot;- Olavo Bilac</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pibidmariasilva/mdkwi0gca530cuzg/wish/2588026160</link>
         <description><![CDATA[<div>Olha estas velhas árvores, mais belas<br>&nbsp;Do que as árvores novas, mais amigas:<br>&nbsp;Tanto mais belas quanto mais antigas,<br>&nbsp;Vencedoras da idade e das procelas...<br><br>&nbsp;O homem, a fera, e o inseto, à sombra delas<br>&nbsp;Vivem, livres de fomes e fadigas;<br>&nbsp;E em seus galhos abrigam-se as cantigas<br>&nbsp;E os amores das aves tagarelas.<br><br>&nbsp;Não choremos, amigo, a mocidade!<br>&nbsp;Envelheçamos rindo! envelheçamos<br>&nbsp;Como as árvores fortes envelhecem:<br><br>&nbsp;Na glória da alegria e da bondade,<br>&nbsp;Agasalhando os pássaros nos ramos,<br>&nbsp;Dando sombra e consolo aos que padecem!&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-12 02:13:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Parnasianismo - &quot; A um poeta&quot; - Olavo Bilac</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pibidmariasilva/mdkwi0gca530cuzg/wish/2588038183</link>
         <description><![CDATA[<div>Aluna: Julyanne Marina Sarges da Silva<br>Poema: A um poeta<br>Autor: Olavo Bilac<br><br>"Longe do estéril turbilhão da rua,<br>Beneditino escreve! No aconchego<br>Do claustro, na paciência e no sossego,<br>Trabalha e teima, e lima , e sofre, e sua!<br><br>Mas que na forma se disfarce o emprego<br>Do esforço: e trama viva se construa<br>De tal modo, que a imagem fique nua<br>Rica mas sóbria, como um templo grego.<br><br>Não se mostre na fábrica o suplicio<br>Do mestre. E natural, o efeito agrade<br>Sem lembrar os andaimes do edifício:<br><br>Porque a Beleza, gêmea da Verdade<br>Arte pura, inimiga do artifício,<br>É a força e a graça na simplicidade."</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-12 02:21:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Parnasianismo - &quot;Aquarela do Brasil&quot; - Olavo Bilac</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pibidmariasilva/mdkwi0gca530cuzg/wish/2588067992</link>
         <description><![CDATA[<div>"Aquarela do Brasil"<br><br>Brasil, meu Brasil brasileiro<br>Meu mulato inzoneiro<br>Vou cantar-te nos meus versos<br>Brasil, samba que dá<br>Bamboleio, que faz gingar<br>O Brasil do meu amor<br>Terra de Nosso Senhor<br>Brasil, pra mim<br>Pra mim, pra mim<br><br>Ah, abre a cortina do passado<br>Tira a mãe preta do cerrado<br>Bota o rei congo no congado<br>Brasil, pra mim<br>Pra mim, pra mim<br><br>Deixa cantar de novo o trovador<br>À merencória luz da lua<br>Toda canção do meu amor<br>Quero ver essa dona caminhando<br>Pelos salões arrastando<br>O seu vestido rendado<br>Brasil, pra mim<br>Pra mim, pra mim<br><br>Brasil, terra boa e gostosa<br>Da morena sestrosa<br>De olhar indiscreto<br>O Brasil samba que dá<br>Bamboleio que faz gingar<br>O Brasil do meu amor<br>Terra de Nosso Senhor<br>Brasil, pra mim<br>Pra mim, pra mim<br>(...)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-12 02:45:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Parnasianismo - &#39;&#39;Velhas Árvores&#39;&#39; - Olavo Bilac</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pibidmariasilva/mdkwi0gca530cuzg/wish/2588090827</link>
         <description><![CDATA[<div>Aluno: Fernando Henrique Pontes Chagas<br>Poema: Velhas Árvores<br>Autor: Olavo Bilac<br><br>Olha estas velhas árvores, mais belas<br>Do que as árvores novas, mais amigas:<br>Tanto mais belas quanto mais antigas,<br>Vencedoras da idade e das procelas...<br><br>O homem, a fera, e o inseto, à sombra delas<br>Vivem, livres de fomes e fadigas;<br>E em seus galhos abrigam-se as cantigas<br>E os amores das aves tagarelas.<br><br>Não choremos, amigo, a mocidade!<br>Envelheçamos rindo! envelheçamos<br>Como as árvores fortes envelhecem:<br><br>Na glória da alegria e da bondade,<br>Agasalhando os pássaros nos ramos,<br>Dando sombra e consolo aos que padecem!</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2046975355/756045ff5d169b80af8578a1cadd1b46/imagem_2023_05_12_000435449.png" />
         <pubDate>2023-05-12 03:04:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Parnasianismo - &#39;&#39;Beija-flores&#39;&#39; - Alberto de Oliveira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pibidmariasilva/mdkwi0gca530cuzg/wish/2588105503</link>
         <description><![CDATA[<div>Aluno: Rafael da Silva Mayer&nbsp;<br>Poema: Beija-flores&nbsp;<br>Autor: Alberto de Oliveira&nbsp;<br><br><br><br>Beija-flores<br>&nbsp;<br>&nbsp;Os beija-flores, em festa,<br>&nbsp;Com o sol, com a luz, com os rumores,<br>&nbsp;Saem da verde floresta,<br>&nbsp;Como um punhado de flores.<br>&nbsp;<br>&nbsp;E abrindo as asas formosas,<br>&nbsp;As asas aurifulgentes,<br>&nbsp;Feitas de opalas ardentes<br>&nbsp;Com coloridos de rosas,<br>&nbsp;<br>&nbsp;Os beija-flores, em bando,<br>&nbsp;Boêmios enfeitiçados,<br>&nbsp;Vão como beijos voando<br>&nbsp;Por sobre os virentes prados;<br>&nbsp;<br>&nbsp;Sobem às altas colinas,<br>&nbsp;Descem aos vales formosos,<br>&nbsp;E espraiam-se após ruidosos<br>&nbsp;Pela extensão das campinas.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Depois, sussurrando a flux<br>&nbsp;Dos cactos ensanguentados,<br>&nbsp;Bailam nos prismas da luz,<br>&nbsp;De solto pólen dourados.<br>&nbsp;<br>&nbsp;Ah! como a orquídea estremece<br>&nbsp;Ao ver que um deles, mais vivo,<br>&nbsp;Até seu gérmen lascivo<br>&nbsp;Mergulha, interna-se, desce...<br>&nbsp;<br>&nbsp;E não haver uma rosa<br>&nbsp;De tantas, uma açucena,<br>&nbsp;Uma violeta piedosa,<br>&nbsp;Que quando a morte sem pena<br>&nbsp;<br>&nbsp;Um destes seres fulmina,<br>&nbsp;Abra-se em férvido enleio,<br>&nbsp;Como a alma de uma menina,<br>&nbsp;Para guardá-lo no seio!&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-12 03:17:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Parnasianismo - &quot;Dualismo&quot; - Olavo Bilac</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pibidmariasilva/mdkwi0gca530cuzg/wish/2588143983</link>
         <description><![CDATA[<div>Aluno: José Gabriel dos Santos Santana<br>Poema: Dualismo<br>Autor: Olavo Bilac<br><br>"Não és bom, nem és mau: és triste e humano...<br>&nbsp;Vives ansiando, em maldições e preces,<br>&nbsp;Como se, a arder, no coração tivesses<br>&nbsp;O tumulto e o clamor de um largo oceano.<br><br>&nbsp;Pobre, no bem como no mal, padeces;<br>&nbsp;E, rolando num vórtice vesano,<br>&nbsp;Oscilas entre a crença e o desengano,<br>&nbsp;Entre esperanças e desinteresses.<br><br>&nbsp;Capaz de horrores e de ações sublimes,<br>&nbsp;Não ficas das virtudes satisfeito,<br>&nbsp;Nem te arrependes, infeliz, dos crimes:<br><br>&nbsp;E, no perpétuo ideal que te devora,<br>&nbsp;Residem juntamente no teu peito<br>&nbsp;Um demônio que ruge e um deus que chora."</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-12 04:00:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Parnasianismo - &quot;Última deusa&quot; - Alberto de Oliveira</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Foram-se os deuses, foram-se, eu verdade;<br>Mas das deusas alguma existe, alguma<br>Que tem teu ar, a tua majestade,<br>Teu porte e aspecto, que és tu mesma, em suma.<br><br></div><div>Ao ver-te com esse andar de divindade,<br>Como cercada de invisível bruma,<br>A gente à crença antiga se acostuma<br>E do Olimpo se lembra com saudade.<br><br></div><div>De lá trouxeste o olhar sereno e garço,<br>O alvo colo onde, em quedas de ouro tinto,<br>Rútilo rola o teu cabelo esparto…<br><br></div><div>Pisas alheia terra… Essa tristeza<br>Que possuis é de estátua que ora extinto<br>Sente o culto da forma e da beleza.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-12 05:00:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Parnasianismo - &quot;As Pombas&quot; - Raimundo Correia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pibidmariasilva/mdkwi0gca530cuzg/wish/2588206289</link>
         <description><![CDATA[<div>Aluna: Maria Luiza de Albuquerque Marinho<br>Poema: As Pombas<br>Autor: Raimundo Correia&nbsp;<br><br>Vai-se a primeira pomba despertada...<br>Vai-se outra mais... mais outra... enfim dezenas<br>De pombas, vão-se dos pombais, apenas<br>Raia, sanguínea e fresca, a madrugada...<br><br>E, à tarde, quando a rígida nortada<br>Sopra, aos pombais, de novo, elas serenas,<br>Ruflando as asas, sacudindo as penas,<br>Voltam todas em bando e em revoada...<br><br>Também dos corações, onde abotoam,<br>Os sonhos, um por um, céleres voam,<br>Como voam as pombas dos pombais:<br><br>No azul da adolescência as asas soltam,<br>Fogem... Mas aos pombais as pombas voltam,<br>E eles ao coração não voltam mais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-12 05:06:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Obra &quot;O Camarim&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pibidmariasilva/mdkwi0gca530cuzg/wish/2588271423</link>
         <description><![CDATA[<div>Aluno: Bruno Silva Monteiro Lima<br>Poema: O Camarim<br>Autor: Gonçalves Crespo<br><br>A luz do sol afaga docemente<br>As bordadas cortinas de escomilha;<br>Penetrantes aromas de baunilha<br>Ondulam pelo tépido ambiente.<br><br>Sobre a estante do piano reluzente<br>Repousa a Norma, e ao lado uma quadrilha;<br>E do leito francês nas colchas brilha<br>De um cão de raça o olhar inteligente.<br><br>Ao pé das longas vestes, descuidadas<br>Dormem nos arabescos do tapete<br>Duas leves botinas delicadas.<br><br>Sobre a mesa emurchece um ramilhete,<br>E entre um leque e umas luvas perfumadas<br>Cintila um caprichoso bracelete.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-12 06:10:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Obra: &quot;A Pátria&quot; - Olavo Bilac</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pibidmariasilva/mdkwi0gca530cuzg/wish/2588310454</link>
         <description><![CDATA[<div>Aluno: Kauê Freitas Rabesco<br>Turma: Eletrônica 4<br>Poema: A Pátria<br>Autor: Olavo Bilac<br><br>A Pátria<br><br>Ama, com fé e orgulho, a terra em que nasceste!<br>Criança! não verás nenhum país como este!<br>Olha que céu! que mar! que rios! que floresta!<br>A Natureza, aqui, perpetuamente em festa,<br>É um seio de mãe a transbordar carinhos.<br>Vê que vida há no chão! vê que vida há nos ninhos,<br>Que se balançam no ar, entre os ramos inquietos!<br>Vê que luz, que calor, que multidão de insetos!<br>Vê que grande extensão de matas, onde impera<br>Fecunda e luminosa, a eterna primavera!<br><br>Boa terra! jamais negou a quem trabalha<br>O pão que mata a fome, o teto que agasalha...<br><br>Quem com o seu suor a fecunda e umedece,<br>Vê pago o seu esforço, e é feliz, e enriquece!<br><br>Criança! não verás país nenhum como este:<br>Imita na grandeza a terra em que nasceste!</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-12 06:47:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Obra: A um poeta (Olavo Bilac) Sofia Leal Vieira Dias /Eletrônica 4 período  </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pibidmariasilva/mdkwi0gca530cuzg/wish/2588868082</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Longe do estéril turbilhão da rua,<br> Beneditino escreve! No aconchego<br> Do claustro, na paciência e no sossego,<br> Trabalha e teima, e lima , e sofre, e sua!&nbsp;<br><br>Mas que na forma se disfarce o emprego<br> Do esforço: e trama viva se construa<br> De tal modo, que a imagem fique nua<br> Rica mas sóbria, como um templo grego&nbsp;<br><br>Não se mostre na fábrica o suplicio<br> Do mestre. E natural, o efeito agrade<br> Sem lembrar os andaimes do edifício:&nbsp;<br><br>Porque a Beleza, gêmea da Verdade<br> Arte pura, inimiga do artifício,<br> É a força e a graça na simplicidade<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-12 15:29:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vaso chinês </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pibidmariasilva/mdkwi0gca530cuzg/wish/2588980715</link>
         <description><![CDATA[<div>Júlia Camilly da Silva Vieira&nbsp;<br>Alberto de Oliveira&nbsp;<br><br>Estranho mimo aquele vaso! Vi-o,<br>Casualmente, uma vez, de um perfumado<br>Contador sobre o mármor luzidio,<br>Entre um leque e o começo de um bordado.<br><br></div><div>Fino artista chinês, enamorado,<br>Nele pusera o coração doentio<br>Em rubras flores de um sutil lavrado,<br>Na tinta ardente, de um calor sombrio.<br><br></div><div>Mas, talvez por contraste à desventura,<br>Quem o sabe?… de um velho mandarim<br>Também lá estava a singular figura;<br><br></div><div>Que arte em pintá-la! a gente acaso vendo-a,<br>Sentia um não sei quê com aquele chim<br>De olhos cortados à feição de amêndoa.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-12 17:11:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aluno: Daniel Maranhão </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pibidmariasilva/mdkwi0gca530cuzg/wish/2589221971</link>
         <description><![CDATA[<div>Autor: olavo bilac&nbsp;<br><br>Velhas Árvores:&nbsp;<br><br>Olha estas velhas árvores, mais belas<br>Do que as árvores novas, mais amigas:<br>Tanto mais belas quanto mais antigas,<br>Vencedoras da idade e das procelas...<br><br>O homem, a fera, e o inseto, à sombra delas<br>Vivem, livres de fomes e fadigas;<br>E em seus galhos abrigam-se as cantigas<br>E os amores das aves tagarelas.<br><br>Não choremos, amigo, a mocidade!<br>Envelheçamos rindo! envelheçamos<br>Como as árvores fortes envelhecem:<br><br>Na glória da alegria e da bondade,<br>Agasalhando os pássaros nos ramos,<br>Dando sombra e consolo aos que padecem!<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-12 23:57:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O ídolo - Alberto de Oliveira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pibidmariasilva/mdkwi0gca530cuzg/wish/2589282648</link>
         <description><![CDATA[<div>Sobre um trono de mármore sombrio,<br>Em templo escuro, há muito abandonado,<br>Em seu grande silêncio, austero e frio<br>Um ídolo de gesso está sentado.<br><br>E como à estranha mão, a paz silente<br>Quebrando em torno às funerárias urnas,<br>Ressoa um órgão compassadamente<br>Pelas amplas abóbadas soturnas.<br><br>Cai fora a noite - mar que se retrata<br>Em outro mar - dois pélagos azuis;<br>Num as ondas - alcíones de prata,<br>No outro os astros - alcíones de luz.<br><br>E de seu negro mármore no trono<br>O ídolo de gesso está sentado.<br>Assim um coração repousa em sono...<br>Assim meu coração vive fechado</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-13 02:56:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Maldição - Olavo Bilac</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Aluno: Lucas Brelaz Paiva<br>Poema: Maldição<br>Autor: Olavo Bilac<br><br>Se por vinte anos, nesta furna escura,<br>Deixei dormir a minha maldição,<br>- Hoje, velha e cansada da amargura,<br>Minh'alma se abrirá como um vulcão.<br><br>E, em torrentes de cólera e loucura,<br>Sobre a tua cabeça ferverão<br>Vinte anos de silêncio e de tortura,<br>Vinte anos de agonia e solidão...<br><br>Maldita sejas pelo Ideal perdido!<br>Pelo mal que fizeste sem querer!<br>Pelo amor que morreu sem ter nascido!<br><br>Pelas horas vividas sem prazer!<br>Pela tristeza do que eu tenho sido!<br>Pelo esplendor do que eu deixei de ser!...</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-16 01:56:28 UTC</pubDate>
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