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      <title>E-Portefólio - MOOC Educação Inclusica by Carla Sordo</title>
      <link>https://padlet.com/carlamportugal/md85qagz54nt</link>
      <description>Carla Maria Sordo.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-02-04 18:52:56 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 0 - Atividade 01 - Apresentação</title>
         <author>carlamportugal</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-02-04 18:55:13 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 1 - Atividade 1.2. Mapa de conceitos</title>
         <author>carlamportugal</author>
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         <pubDate>2019-02-25 10:48:51 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 2 - Atividade 2.1. </title>
         <author>carlamportugal</author>
         <link>https://padlet.com/carlamportugal/md85qagz54nt/wish/334780548</link>
         <description><![CDATA[<div>Com a implementação do Decreto-lei 54, com aplicação imediata em setembro de 2018, as escolas desenvolveram um árduo trabalho de inteiramento, concretização e aplicação das novas estruturas/ medidas/ ajustes. Pertencendo a um mega-agrupamento, as dificuldades notaram-se, no sentido de que os professores tivessem conhecimento das alterações que este decreto instituia face ao Decreto-lei 3; as alterações concretas e o faseamento desses ajustes. Por conseguinte o agrupamento traçou um plano de ação faseado para os alunos que benefiavam das medidas do decreto-lei 3, sendo “prioritários” os alunos que tinham currículo específico individual. <br><br></div><div>Simultaneamente os conselhos de turma foram recebendo indicações, pelo pessoa do diretor de turma ou professora da educação especial sobre o que fazer com os alunos com problemáticas como défice de atenção, dislexia e ainda sobre as novas identificações.<br><br></div><div>Ao nível dos professores, sentiu-se alguma insegurança nos procedimentos, não obstante considero que seja um sentimento natural e essencial às mudanças. <br><br></div><div>Aquando do primeiro conselho de turma, em setembro, e no caso dos quintos anos, analisaram-se todos os processos e casos, dando-se enfoque aos alunos que denotaram mais dificuldades, estando o conselho de turma atento ao desenvolvimento destes alunos. Na intercalar do primeiro período tracaram-se medidas universais, que o conselho de turma considerou necessárias para o sucesso escolar dos alunos e nos casos onde a problemática era mais grave, tracaram-se as medidas seletivas. Os conselhos de turma foram sempre orientados pela equipa multidisciplinar, pela pessoa do professor da educação especial e/ou coordenador dos diretores de turma.<br><br></div><div>Um aspeto menos positivo tem a ver com as próprias dinâmicas do novo Decreto e as novidas que vai suscitando… à medida que os conselhos de turma se vão realizando e vão surgindo situações novas, ajustam-se os procedimentos, que acabam por não chegar em tempo útil…<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-25 11:12:17 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 2 - Atividade 2.2.</title>
         <author>carlamportugal</author>
         <link>https://padlet.com/carlamportugal/md85qagz54nt/wish/334786309</link>
         <description><![CDATA[<div>Plano de aula, Carla Sordo, 25 de fevereiro<br><br></div><div>- Breve descrição: Educação literária, abordagem da obra A viúva e o papagaio, de Virgínia Woolf.<br><br></div><div>- Pré-requisitos: Ler e usar recursos digitais.<br><br></div><div>- Duração: 100’<br><br></div><div><strong>Aplicação<br></strong>Finalidade: Motivar para a leitura. </div><div><br></div><div>                       Articular com a disciplina de TIC e CN<br><br></div><div>Nível/ Ano de escolaridade: 5.º ano<br><br></div><div>Área disciplinar: Português; Ciências Naturais e TIC<br><br></div><div>Currículo: Leitura e audição Textos da literatura para crianças e jovens, da tradição popular e adaptações de clássicos (Lista em Anexo); outros textos literários selecionados (Listagem PNL)<br><br></div><div><strong> <br></strong><br></div><div><strong>Objetivos<br></strong><br></div><div>Objetivos gerais: Motivar para a leitura da obra; Conhecer aspetos concretos e reais relacionados com a obra<br><br></div><div>Objetivos específicos: Realizar as atividades orientadas em <a href="https://a-viuva-e-o-papagaio.webnode.pt">https://a-viuva-e-o-papagaio.webnode.pt<br></a><br></div><div>Diversidade: Todos os alunos da turma<br><br></div><div><strong>Avaliação<br></strong><br></div><div>Avaliação formativa: Resolução das tarefas no site<br><br></div><div>                                      Resolução de uma atividade final na app Plickers<br><br></div><div>Avaliação sumativa: Com base na informação recolhida no exercício do PLICKERS<br><br></div><div> <br><br></div><div><strong>Metodologia<br></strong><br></div><div>Materiais e recursos: Tablet e endereço: <a href="https://a-viuva-e-o-papagaio.webnode.pt">https://a-viuva-e-o-papagaio.webnode.pt<br></a><br></div><div>Neste site os alunos são orientados para uma série de atividades, que começam pelo mais fácil e seguem até o grau de dificuldade aumentar. Todas as atividades são feitas no tablet e serem para preparar para a leitura da obra.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Reflexão: Esta é uma atividade pensada para todos os alunos e pode ser resolvida passo a pessoa individualmente ou em trabalho de pares/ grupo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-25 11:34:58 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo1 - Atividade 1.1.</title>
         <author>carlamportugal</author>
         <link>https://padlet.com/carlamportugal/md85qagz54nt/wish/334789455</link>
         <description><![CDATA[<div>Quais os fatores positivos? O factor mais positivo será o facto de legistar, uma vez mais, que todos os alunos são diferentes e todos têm ritmos de aprendizagem que são merecedores de atenção e que deverá haver uma resposta à diversidade das necessidades e potencialidades de cada ser. Outros aspeto a ter em conta é que enaltece o papel ativo do aluno na sua aprendizagem e na sua avaliação, chamando os encarregados de educação e responsabilizando-os por uma parceria ativa e participada.<br><br></div><div>Com este decreto abandona-se o conceito de “necessidades educativas especiais” procurando ser uma mais valia para a implementação global da inclusão e da educação inclusiva, colocando-se a tónica nas respostas educativas e não na categorização dos alunos.<br><br></div><div>Quais as dúvidas? A minha maior dúvida prende-se com a medida seletiva “apoio tutorial específico”… Este apoio engloba os alunos que até então dele beneficiavam, antes do Decreto lei 54, e não eram abrangidos pelo então Decreto lei n.º 3? Em caso afirmativo, todos os alunos que tenham apoio tutorial deverão ter um relatório técnico pedagógico e por conseguinte a medida seletiva???<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-25 11:47:48 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 3, Fórum</title>
         <author>carlamportugal</author>
         <link>https://padlet.com/carlamportugal/md85qagz54nt/wish/334873806</link>
         <description><![CDATA[<div>Atividade 3.1.<br><br></div><div>Tal como o previsto pelo Decreto-lei 54, a equipa multidisciplinar de apoio à educação inclusiva, no Agrupamento onde me insiro, contempla a coordenadora, que é uma adjunta da direção, um membro da educação especial, na pessoa da coordenadora da educação especial e as coordenadoras dos diretores de turma, que também assumem outros papéis de destaque no agrupamento. Estes serão os elementos fixos. Esta equipa começou por fazer formação específica na área da educação inclusiva e no Decreto-lei 54, preparando o terreno do agrupamento para a sua prática (direção, docentes, assistentes operacionais…) e a documentação de apoio para o Agrupamento.<br><br></div><div>Seguidamente tomou conta dos processos de todos os alunos do agrupamento, “categorizando-os” por problemáticas, de modo a dar instruções precisas aos docentes da Educação Especial que estão distribuídos pelos conselhos de turma. Nestes começou por se dar prioridade aos alunos que beneficiavam de currículo específico individual, reajustando o seu Programa Educativa Individual para os atuais procedimentos. Esta situação foi concluída na intercalar do 1.º período. Nesta mesma altura, os conselhos de turma receberam informação que se deveria traçar medidas universais para todos aqueles que delas carecessem. No caso de a resposta – medidas universais – não ser adequada, traçar as medidas seletivas, fazendo o ajuste necessário nas atas e nos documentos criados para o efeito. Na primeira reunião de avaliação – dezembro – estes documentos foram à equipa multidisciplinar, após assinatura dos encarregados de educação, para também esta dar a sua anuência. Entretanto traçaram-se os Relatórios Técnico-Pedagógicos dos alunos que deles necessitam.<br><br></div><div>No caso de uma nova identificação, o conselho de turma faz essa identificação, preenchendo um documento onde se traça o perfil do aluno a nível de competências, vida familiar, saúde, entre outros fatores, justificando-se assim o motivo da identificação à equipa multidisciplinar. Antes da identificação ser enviada à equipa multidisciplinar, o encarregado de educação tem que dar a sua concordância.<br><br></div><div>A par disto em cada escola existem professores da educação especial que têm no seu horário algumas horas para apoiar os alunos dentro da sala de aula. Mas aqui parece haver um entrave e uma fraca gestão na forma como é feita a “seleção” desse apoio. Ora, há professores que acompanham o processo do aluno, mas não lhe prestam apoio individual, sendo outros professores da educação especial a fazê-lo; o que inviabiliza que este segundo professor consiga acompanhar os seus próprios alunos (fica só mesmo com os processos)… A própria forma como esta distribuição é feita, parece-me aleatório, ora eu mando, tu fazes… Havendo logo um conflito na clareza desta função.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-25 14:50:08 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade 3.2.</title>
         <author>carlamportugal</author>
         <link>https://padlet.com/carlamportugal/md85qagz54nt/wish/334886048</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-02-25 15:08:11 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 4, atividade 4.1.</title>
         <author>carlamportugal</author>
         <link>https://padlet.com/carlamportugal/md85qagz54nt/wish/338021083</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Como poderá a equipa multidisciplinar, incluindo o docente de educação especial, contribuir para tal (articulação dos recursos da escola e da comunidade) e qual o papel dos pais/encarregados de educação?<br></strong><br></div><div>As escolas tiveram de repensar a sua atuação, num desenho universal para a aprendizagem, convocando todos os seus intervenientes: professores, técnicos, assistentes operacionais e outros, cooperativamente, a encarar a diversidade como uma oportunidade de construção compreensiva e integral de cada um dos seus alunos. A equipa multidisciplinar e o professor da educação especial têm aqui um papel fundamental de ligação entre a escola e a comunidade exterior.</div><div><br>Sob a sua “orientação”, as escolas são levadas a estabelecer pontes com a comunidade, nas suas diferentes áreas de intervenção e serviços, protocolando parcerias essenciais, numa colaboração estreita, que fundamenta uma resposta educativa adequada e que se espera efetivar, cujo apoio prestado a alunos e professores se afigura uma mais valia.<br><br></div><div><br>Qual o papel dos encarregados de educação? Quando os professores se deparam com os seus alunos, e se pretende compreendê-los, devem ter a noção que por detrás de cada um deles existe uma família com valores morais, necessidades e anseios que se reflete na personalidade da criança. Com efeito, qualquer criança que chega à escola não é apenas um indivíduo, um sujeito isolado. Ela é o resultado de um contexto de socialização, com valores sociais incutidos pelo meio envolvente e presentes no seio familiar e que, ao longo do tempo, tornaram-se relevantes para ela. Por isso é importante e mais produtivo compreender e intervir na vida das crianças através da sua família. Devemos envolver as famílias nas estratégias que promovem o sucesso. <br><br></div><div>Se sabemos que a família e a escola, apesar de diferentes na sua natureza, são complementares, na medida em que possuem objetivos e preocupações comuns no que respeita aos seus educandos, então, a escola tem a obrigatoriedade de criar as condições necessárias para que haja um contacto frequente com a família dos seus alunos. Só com este envolvimento se conseguirá interligar eficazmente os recursos da escola, da comunidade e os encarregados de educação, contribuindo mais eficazmente para a concretização das medidas necessárias à inclusão e ao sucesso educativo dos alunos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-05 17:21:19 UTC</pubDate>
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