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      <title>rafa 1ºagro B by Rafael Rodrigues</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-08-17 11:16:47 UTC</pubDate>
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         <title>hupda</title>
         <author>rafaelmararodrigues</author>
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         <description><![CDATA[<div>ÍNDIOS HUPDA.<br>Os macu-hupdás ou simplesmente hupdás (pela grafia autóctone, Hup D'äh ou Hupda), são um subgrupo dos macus (ou uaupés-japurás ou nadahupes) que habita o noroeste do Brasil, no Amazonas, mais precisamente nas áreas indígenas Alto Rio Negro, Maku, Pari Cachoeira I, Yauareté I e Yauareté II, no interflúvio dos rios Papuri e Tiquiê, assim como na Colômbia.<br>Os Hupdah tradicionalmente vivem em pequenos grupos de vinte a trinta e cinco pessoas – cerca de seis grupos domésticos –, mas atualmente podem ser encontradas comunidades com aproximadamente duzentas pessoas ou mais. Cada grupo tem em média oito acampamentos de caça no raio de sete a dez quilômetros. O grupo doméstico se compõe de marido, mulher, filhos solteiros e eventuais agregados, que podem ser parentes próximos, viúvos ou solteiros, do marido ou da mulher. Em geral, cada grupo doméstico possui sua própria fogueira, em torno da qual seus membros se reúnem para dormir e comer. Quanto às casas, tradicionalmente se resumiam a tapiris – sem paredes –, mas hoje já constroem casas com cascas de árvores. Nelas abrigam de um a quatro grupos domésticos, ligados por laços próximos de parentesco.<br>Um aglomerado de grupos próximos, distando entre si um dia de caminhada, forma um grupo regional. Os hupdás têm três grupos regionais (três dialetos),1 separados entre si por cursos de água navegáveis, cujas margens são ocupadas por "índios do rio", chamados por eles de os w'óh-d'äh. Os membros adultos do mesmo grupo regional se conhecem todos pelo nome, assim como pelas relações de parentesco que os unem. Já o conhecimento que possuem dos falantes de dialetos vizinhos, com quem não têm relações genealógicas demonstráveis, é bastante precário, apesar de se comunicarem perfeitamente. Em outras palavras, o grupo regional é um nexo fortemente endogâmico. O tamanho médio do grupo regional é de duzentas e sessenta pessoas.<br>Ressalta-se que há dois nomes pelos quais são os Hupdah conhecidos. O primeiro dele é "macu", definição oficial da Academia, que nada mais é hoje, que uma depriciação etnocêntrica dos demais grupos indígenas da região, indicando serem eles 'bichos' e sem língua, por dois motivos. Na realidade, o termo Macu (Maku) é proveniente da língua Arawak e significa sem (nossa) língua (fala) al como desenvolvido por Athias (1995). Primeiro, porque eles têm uma língua complexa, glotalizada, laringalizada, com um amplo quadro fonético e tonal, o que dificulta o seu aprendizado. O outro motivo é que, diferentemente dos demais povos da região, eles casam-se entre as fratrias – pois são endogâmicos. Diferentemente dos demais, que se casam com pessoas de outras etnias, pois são exogâmicos.<br>O segundo nome pelo qual os Hupdah são conhecidos é o de peorã' (peoná)', de origem tucana, que significa "aquele que trabalha junto", mas na verdade o seu uso se referindo ao Hupdah é pejorativo, pois esses são tradicionalmente um grupo social subjugado pelos Tukano, que os consideram hierarquicamente inferiores.<br>Em estudos mais recentes, os dois nomes propostos, "uaupés-japurá" (Ramirez) e "nadahup", (Epps) também não são aceitos por eles. Sugeriram serem chamados de "família linguística nadëb", por causa de seus supostos ancestrais (Athias, 2005).</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-17 11:25:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>arthurmartins0118</author>
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         <description><![CDATA[<div>video sobre os povos</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-17 11:29:40 UTC</pubDate>
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         <title>nadõb</title>
         <author>arthurmartins0118</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;&nbsp;ÍNDIOS NADÕB<br><br><br>Lingua: Praticamente todos os Maku são falantes de suas línguas. Devido à proximidade dos Tukano, os Maku da área do Uaupés (Bara, Hupda e Yuhupde) falam línguas Tukano, dando curso ao multi-lingüismo característico da região. Por outro lado, os Tukano têm sido uma espécie de barreira aculturativa para os Maku do Uaupés, pois atuam como intermediários no contato com os brancos, de modo que apenas cerca de 20% desses Maku sabem se expressar em português ou espanhol. Os Nukak, de contato muito recente (1988), pouco falam o espanhol ou qualquer outra língua que não a deles.&nbsp;<br>Localização:Os Maku se distribuem numa área limitada a noroeste pelo rio Guaviare (um dos afluentes colombianos do Orinoco), ao norte pelo rio Negro, ao sul pelo rio Japurá e a sudeste pelo rio Uneiuxi (um dos afluentes brasileiros do Negro). Este losango soma um total aproximativo de 20 milhões de hectares.&nbsp;<br>Os cerca de três mil Maku se distribuem num vasto território binacional, de modo que é bastante difícil estimar os parâmetros demográficos da população como um todo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-22 13:18:14 UTC</pubDate>
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         <author>arthurmartins0118</author>
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         <pubDate>2022-08-22 13:33:51 UTC</pubDate>
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         <author>arthurmartins0118</author>
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         <pubDate>2022-08-22 13:50:01 UTC</pubDate>
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