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      <title>As cadeias globais de valor são más para os direitos laborais by 36cartolina</title>
      <link>https://padlet.com/36cartolina/m9loeu7igvh27pld</link>
      <description>Debate PEC</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-10-14 11:51:22 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-03-18 23:09:28 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Noticias</title>
         <author>36cartolina</author>
         <link>https://padlet.com/36cartolina/m9loeu7igvh27pld/wish/2916210079</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.swissinfo.ch/por/business/multinacionais-t%C3%AAm-de-se-responsabilizar-por-trabalhadores-essenciais/45978460">https://www.swissinfo.ch/por/business/multinacionais-t%C3%AAm-de-se-responsabilizar-por-trabalhadores-essenciais/45978460</a> </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.theguardian.com/environment/ng-interactive/2019/oct/09/half-century-dither-denial-climate-crisis-timeline">https://www.theguardian.com/environment/ng-interactive/2019/oct/09/half-century-dither-denial-climate-crisis-timeline</a></p><p><strong>6 Direitos fundamentais do trabalhador</strong></p><ul><li><p>1 – Direito a salário.</p></li><li><p>2 – Direito a faltar.</p></li><li><p>3 – Direito a férias e períodos de descanso.</p></li><li><p>4 – Condições de higiene e segurança.</p></li><li><p>5 – Proteção na parentalidade.</p></li><li><p>6 – Proteção na doença profissional ou acidente de trabalho.</p></li></ul><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.somo.nl/our-work/issues/climate-justice-corporate-power/">https://www.somo.nl/our-work/issues/climate-justice-corporate-power/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.theguardian.com/environment/2019/oct/09/revealed-20-fi">https://www.theguardian.com/environment/2019/oct/09/revealed-20-fi</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://globalcompact.pt/index.php/pt/un-global-compact/os-dez-principios">https://globalcompact.pt/index.php/pt/un-global-compact/os-dez-principios</a></p><p><strong>Direitos humanos</strong></p><p><strong>1</strong>-As empresas devem apoiar e respeitar a proteção dos direitos humanos, reconhecidos internacionalmente;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.unglobalcompact.org/AboutTheGC/TheTenPrinciples/Principle2.html"><strong>2-</strong></a>Garantir a sua não participação em violações dos direitos humanos.</p><p><strong>Práticas Laborais</strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.unglobalcompact.org/AboutTheGC/TheTenPrinciples/principle3.html">3-</a>As empresas devem apoiar a liberdade de associação e o reconhecimento efetivo à negociação coletiva;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.unglobalcompact.org/AboutTheGC/TheTenPrinciples/Principle4.html">4-</a>A abolição de todas as formas de trabalho forçado e obrigatório;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.unglobalcompact.org/AboutTheGC/TheTenPrinciples/principle5.html">5-</a>Abolição efetiva do trabalho infantil;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://globalcompact.pt/Princ%C3%ADpio%206">6-</a>Eliminação da discriminação no emprego.</p><p><strong>Proteção Ambiental</strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.unglobalcompact.org/AboutTheGC/TheTenPrinciples/principle7.html">7-</a>As empresas devem apoiar uma abordagem preventiva aos desafios ambientais;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://globalcompact.pt/Princ%C3%ADpio%208">8-</a>Realizar iniciativas para promover a responsabilidade ambiental;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.unglobalcompact.org/AboutTheGC/TheTenPrinciples/principle9.html">9-</a>Encorajar o desenvolvimento e a difusão de tecnologias amigas do ambiente.</p><p><strong>Combate à Corrupção</strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.unglobalcompact.org/AboutTheGC/TheTenPrinciples/principle10.html">10-</a>As empresas devem combater a corrupção em todas as suas formas, incluindo extorsão e suborno.</p><p><strong>Agir com responsabilidade</strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="uk-panel uk-margin-remove-first-child uk-link-toggle" href="https://globalcompact.pt/index.php/pt/un-global-compact/os-dez-principios#direitos-humanos"><strong>DIREITOS HUMANOS</strong></a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="uk-panel uk-margin-remove-first-child uk-link-toggle" href="https://globalcompact.pt/index.php/pt/un-global-compact/os-dez-principios#praticas-laborais"><strong>PRÁTICAS LABORAIS</strong></a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="uk-panel uk-margin-remove-first-child uk-link-toggle" href="https://globalcompact.pt/index.php/pt/un-global-compact/os-dez-principios#protecao-ambiental"><strong>PROTEÇÃO AMBIENTAL</strong></a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="uk-panel uk-margin-remove-first-child uk-link-toggle" href="https://globalcompact.pt/index.php/pt/un-global-compact/os-dez-principios#combate-corrupcao"><strong>COMBATE À CORRUPÇÃO</strong></a></p><p><strong>Identificar Oportunidades</strong></p><p><br><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.theguardian.com/environment/2019/oct/09/revealed-20-firms-third-carbon-emissions">rms-third-carbon-emissions</a></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://expresso.pt/economia/trabalho/2023-02-03-Ana-Mendes-Godinho-ministra-do-Trabalho-sobre-as-plataformas-Nao-nos-interessa-ter-atividades-que-nao-garantem-direitos-laborais-3096c5d2" />
         <pubDate>2024-03-12 20:53:09 UTC</pubDate>
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         <title>Tratados/acordos</title>
         <author>36cartolina</author>
         <link>https://padlet.com/36cartolina/m9loeu7igvh27pld/wish/2916235128</link>
         <description><![CDATA[<p>As multinacionais ao darem prioridade à preservação de valor para os acionistas e à maximização dos lucros, dificultando a transição verde. Como as empresas de combustíveis fosseis que persistem na venda e produção de produtos nocivos e obstruem as mudanças.</p><p>Para que estas empresas possam parar com a queima e extração de combustíveis, é necessário que estes tenham em especial consideração a situação dos seus trabalhadores que dependem deste trabalho para a subsistência de modo a não serem vitimas de violações dos direitos humanos.</p><p>O principal foco das multinacionais é a proteção e promoção dos seus próprios interesses e dos seus acionistas. Um exemplo no <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://energy.ec.europa.eu/topics/international-cooperation/international-organisations-and-initiatives/energy-charter_en"><strong>Tratado da Carta da Energia</strong>) </a>(TCE) em que as empresas de petróleo, carvão e gás podem processar os governos se novas leis ou políticas, incluindo aquelas para prevenir o caos climático, prejudicarem os seus lucros. Após uma breve análise pode- se observar que este tratado desencoraja os governos de tomar medidas para proteger os direitos humanos e o ambiente. Muitos dos piores ofensores são empresas de investidores que são nomes conhecidos em todo o mundo e que gastam milhares de milhões de libras para fazer acordos com os governos e para se apresentarem como ambientalmente responsáveis.</p><p><br></p><p>A industria social, ambiental e da governança (<strong>The Environment, Social, and Governance (ESG)</strong>)tem como objetivo ajudar as empresas a cumprir as regulamentações e atrair investimentos sustentáveis. No entanto, as ferramentas muitas vezes ficam aquém da proteção genuína dos direitos das pessoas e do ambiente, tendem a concentrar-se nos riscos para as finanças dos investidores e não nos impactos dos investimentos nas pessoas e no planeta. </p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-12 21:27:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Caso da Colômbia</title>
         <author>36cartolina</author>
         <link>https://padlet.com/36cartolina/m9loeu7igvh27pld/wish/2916237343</link>
         <description><![CDATA[<p>As empresas mineiras e energéticas que operam nas regiões <strong>produtoras de carvão da Colômbia</strong> são cúmplices na perpetuação de violações dos direitos humanos. À medida que a procura europeia de carvão aumentou devido ao aumento dos preços do gás, as exportações de carvão da Colômbia aumentaram significativamente, No entanto, os abusos históricos dos direitos humanos decorrentes da guerra civil mortal do país permanecera sem solução e os abusos persistem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-12 21:30:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Impactos ambientais</title>
         <author>36cartolina</author>
         <link>https://padlet.com/36cartolina/m9loeu7igvh27pld/wish/2916252466</link>
         <description><![CDATA[<p> As 20 maiores multinacionais de petróleo representam 1/3 das emissões de gases para o efeito de estufa, que representam uma ameaça para o futuro da humanidade, sem mencionar o seu impacto no ambiente. O mais icónico é que 12 destas 20 empresas pertencem ao estado e juntas produzem 20% das emissões globais, as outras representam apenas 10% de 1965. No entanto, de facto houve algumas diminuições nas emissões destas empresas mas todas deveras longe do combinado no Acordo de Paris.</p><p>"A grande tragédia da crise climática é que sete mil milhões e meio de pessoas têm de pagar o preço – sob a forma de um planeta degradado – para que algumas dezenas de interesses poluidores possam continuar a obter lucros recordes. É uma grande falha moral do nosso sistema político termos permitido que isto acontecesse.” -<em> Michael Mann cientista climático</em>.</p><p><br></p><p>As maiores emissoras são Saudi Aramco (Pub),Chevron <strong>(</strong>Priv) e Gazprom (Pub).</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-03-12 21:51:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Pontos fulcrais</title>
         <author>36cartolina</author>
         <link>https://padlet.com/36cartolina/m9loeu7igvh27pld/wish/2916257130</link>
         <description><![CDATA[<p>Todas estas multinacionais tem noção do seu impacto no planeta, no entanto as 20 maiores empresas de combustível continuam a expandir e a aumentar as suas emissões.</p><p><br></p><p>Há uma necessidade urgente de maior transparência na cadeia de abastecimento do setor. Dado que a maioria das empresas não divulga informações sobre o local onde os seus produtos são fabricados, é mais do que tempo de os governos introduzirem legislação que obrigue as empresas a divulgar informações sobre a cadeia de abastecimento, como parte de um conjunto mais amplo de obrigações legais no que diz respeito à devida diligência para conduta empresarial responsável que as empresas devem cumprir.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-12 21:58:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Noticias das CGV</title>
         <author>36cartolina</author>
         <link>https://padlet.com/36cartolina/m9loeu7igvh27pld/wish/2918822607</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.swissinfo.ch/por/business/multinacionais-t%C3%AAm-de-se-responsabilizar-por-trabalhadores-essenciais/45978460">https://www.swissinfo.ch/por/business/multinacionais-t%C3%AAm-de-se-responsabilizar-por-trabalhadores-essenciais/45978460</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://blogs.lse.ac.uk/gild/2020/02/14/global-value-chains-as-a-mixed-blessing-fostering-productivity-but-not-jobs/">https://blogs.lse.ac.uk/gild/2020/02/14/global-value-chains-as-a-mixed-blessing-fostering-productivity-but-not-jobs/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://oecdstatistics.blog/2023/05/10/unlocking-new-insights-into-multinational-enterprises-with-the-power-of-open-source-data/">https://oecdstatistics.blog/2023/05/10/unlocking-new-insights-into-multinational-enterprises-with-the-power-of-open-source-data/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://documents1.worldbank.org/curated/en/393471570785360431/pdf/Overview.pdf">https://documents1.worldbank.org/curated/en/393471570785360431/pdf/Overview.pdf</a></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://executivedigest.sapo.pt/noticias/navigator-adere-a-programa-das-nacoes-unidas-no-ambito-da-sustentabilidade-e-direitos-laborais/" />
         <pubDate>2024-03-14 11:20:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Home country -subsidiares</title>
         <author>36cartolina</author>
         <link>https://padlet.com/36cartolina/m9loeu7igvh27pld/wish/2918841215</link>
         <description><![CDATA[<p>As CGV podem continuar a impulsionar o crescimento, gerar empregos melhores e reduzir a pobreza, desde que os países em desenvolvimento implementem reformas mais profundas e os países industrializados adotem políticas abertas e previsíveis. </p><p>A exposição ao comércio com países em desenvolvimento de renda mais baixa e a mudança tecnológica contribuem para a realocação do valor agregado da mão de obra para o capital. A desigualdade também pode aumentar lentamente no mercado de trabalho, com a mão de obra qualificada recebendo um prêmio salarial crescente e a mão de obra não qualificada vendo seus salários estagnados. As mulheres também enfrentam desafios: as CGV podem oferecer mais empregos para as mulheres, mas as possibilidades de ascensão a cargos mais altos parecem ser ainda menores que fora das CGV. De modo geral, as mulheres são encontradas nos segmentos de menor valor agregado; são raros os casos de mulheres proprietárias ou em cargos de direção.</p><p>Dados sobre estas empresas tanto a nível judicial como a nível administrativo pode ser difícil de encontrar , sendo que a informação está fragmentada por entre as várias  subsidiárias, o que pode ser vantajoso para mitigar casos corruptos, ou ilegais ou eticamente incorretos como a maneira como interpretam os direito laborais.  </p><p>Por norma nas multinacionais, a empresa principal apenas tem atividades mais administrativas e burocráticas, como escritórios e arquivos enquanto que a principal atividade de serviços ou produção da empresa localiza-se noutras localizações. Muitos nomeiam esta estratégia como uma forma de fugir a impostos e a <mark>regras.</mark></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-14 11:36:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Visão  Económica/financeira</title>
         <author>36cartolina</author>
         <link>https://padlet.com/36cartolina/m9loeu7igvh27pld/wish/2918877214</link>
         <description><![CDATA[<p>Desde 1990 quando as economias em desenvolvimento começaram a investir no estrageiro que o que recebiam<mark> como resultado após o</mark> , sempre foi igual ou menor do que investiam. No entanto, as economias desenvolvidas desde 1970 que recebem o mesmo ou mais do que investiram primeiramente.(2010 no quadro)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-14 12:05:54 UTC</pubDate>
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         <title>Estado dos direitos laborais</title>
         <author>36cartolina</author>
         <link>https://padlet.com/36cartolina/m9loeu7igvh27pld/wish/2919516148</link>
         <description><![CDATA[<p>As cadeias de abastecimento internacionais estão repletas de violações dos direitos humanos, apropriação de terras, desflorestação, poluição e impactos adversos na biodiversidade e no clima.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-14 20:00:26 UTC</pubDate>
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         <title>Caso do Bangladesh</title>
         <author>36cartolina</author>
         <link>https://padlet.com/36cartolina/m9loeu7igvh27pld/wish/2920404600</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow">file:///C:/Users/user/Downloads/Indecent-work.pdf</a> Os trabalhadores de cabedal do <strong>Bangladesh </strong>trabalham durante longas horas de trabalho extenuante em condições insalubres. Os seus salários são muitas vezes inferiores ao mínimo legal e demasiado baixos para cobrir as necessidades diárias básicas.</p><p>O tratamento de couro envolve produtos químicos tóxicos e sem a proteção adequada, os trabalhadores correm um alto risco de danos à sua saúde.</p><p>Muitos dos trabalhadores nunca assinaram um contrato de trabalho e carecem de documentação laboral, o que os deixa vulneráveis à exploração. Existem poucas oportunidades para os trabalhadores expressarem as suas queixas ou negociarem melhores condições. Os empregadores geralmente demonstram uma atitude de contradição em relação aos sindicatos.</p><p><strong>Necessidades</strong>- 93% dos trabalhadores do couro migraram para Dhaka vindos de áreas rurais pobres, alguns mencionaram que foi pelos impactos das alterações climáticas. Os trabalhadores têm qualificações académicas muito baixas, o que citam como razão para aceitarem trabalho na indústria do couro, sendo a única industria que aceita esse estado.</p><p><strong>Género</strong>-O sector dos curtumes emprega maioritariamente homens sendo que, como já foi discutido em reuniões , os proprietários não querem contratar mulheres, porque estas são menos propensas a suportar longas horas de trabalho manual pesado e os donos desaprovam de licença de maternidade. As mulheres que trabalham em curtumes geralmente trabalham como cortadoras.</p><p>“Continuei a trabalhar até aos oito meses de gravidez. Procurei a gerência para pedir licença maternidade mas eles recusaram… Quando meu filho tinha três meses eu queria voltar a trabalhar mas não permitiram… Estou muito desesperada. Tenho direito à licença maternidade. Enviei todos os papéis, mas eles não me deram nada... não vão... nem devolver o meu emprego”. – Ex-trabalhadora de curtume</p><p><strong>Idade dos trabalhadores</strong>-Pelos dados disponibilizados, dois terços dos entrevistados tinham entre 18 e 35 anos . Embora nenhum dos trabalhadores tivesse menos de 18 anos, cerca de um terço tinha menos de 18 anos quando começou a trabalhar na indústria, muitas vezes há muitos anos. Isto indica que havia risco de trabalho infantil no setor.</p><p>Um estudo publicado pelo consórcio CLARISSA, encontrou evidências de trabalho infantil em quase todos os processos da cadeia de abastecimento de couro. A maioria destas crianças trabalhava 12 a 14 horas, seis dias por semana, expostos a produtos químicos perigosos e usando ferramentas e máquinas pesadas. Foram descobertas crianças de apenas 8 anos realizando trabalhos altamente perigosos. Muito poucas crianças frequentavam a escola. Eles tinham migrado para Dhaka com as suas famílias, para sair da pobreza, e alguns estavam a ajudar a pagar grandes empréstimos familiares. A maioria das crianças trabalhava em pequenos negócios informais com menos de 10 trabalhadores</p><p><strong>Relações de trabalho e legislações</strong> -. Os trabalhadores geralmente são contratados como diaristas ou por meio de empreiteiros, através de canais informais, como familiares, vizinhos ou amigos, ou quando o proprietário ou gestor procura trabalhadores, os trabalhadores atuais trazem os seus amigos ou conhecidos. Quarenta e sete por cento dos entrevistados foram c</p><p><strong>Salário</strong> - O salário mínimo legal mensal para os trabalhadores do curtume é de 143 € Mais de metade dos trabalhadores entrevistados recebiam menos do que este mínimo legal. Treze por cento ganhavam menos de 82 €. O salário médio dos trabalhadores masculinos entrevistados foi de 132€ e o das mulheres era de 89 €. Como muitos trabalhadores não estão formalmente registrados, os proprietários evitam pagar o salário mínimo legal. Alguns trabalhadores indicaram que os seus filhos menores exerciam trabalho remunerado para complementar o rendimento familiar.</p><p><strong>Horas de trabalho</strong> - Metade dos trabalhadores trabalhava sete dias por semana e não tinha folga semanal, conforme exigido por lei. Metade dos trabalhadores entrevistados relataram trabalhar regularmente mais de 60 horas (acima do limite legal) por semana e mais de um quarto mencionaram trabalhar mais de 80 horas.</p><p><strong>Riscos de saúde</strong>- A industria do couo, utiliza uma variedade de produtos químicos, alguns dos quais causam graves riscos à saúde sem as devidas precauções de segurança. Alguns trabalhadores entram em contacto direto com produtos químicos, sem luvas, aventais ou botas de proteção, inalando-os em espaços mal ventilados e sem máscaras faciais. No inquérito 79% dos trabalhadores entrevistados não tinham formação para trabalhar em segurança com produtos químicos.68% não tinham noção acerca dos riscos para a saúde. Os problemas de saúde prevalentes relatados incluíam doenças de pele, falta de ar, problemas de estômago e dores de cabeça. Em caso de doença ou acidente de trabalho, ¼ dos trabalhadores relataram não ter apoio de tratamento ,85% relataram que não havia sistema de alarme de incêndio; 62 % mencionaram a ausência de saída de emergência, 2/3 afirmaram que não havia instalações de primeiros socorros.</p><p><strong>Importadores de cabedal</strong>- A maioria das empresas importadoras de calçado limitam a monitorização de conformidade social com as fábricas que os fabricam.</p><p><strong>Conclusões</strong>- As más condições de trabalho e os empregos precários são generalizados na indústria de curtumes do Bangladesh, juntamente com padrões ambientais deficientes. Os trabalhadores enfrentam m vulnerabilidades no emprego, incluindo o estatuto de migrante, baixo nível de escolaridade, pobreza e dívidas, sem contar com a ausência de relações laborais formais e a falta de representação sindical, deixando os trabalhadores sem outra opção senão aceitar salários baixos e condições precárias. De acordo com os Princípios Orientadores da ONU sobre Empresas e Direitos Humanos43 e as Diretrizes da OCDE para Empresas Multinacionais, as empresas têm a responsabilidade de respeitar os direitos humanos, incluindo os direitos laborais, em todas as suas cadeias de abastecimento, no entanto, devido à falta de transparência na cadeia de abastecimento, atualmente não é possível determinar de forma conclusiva quais marcas usam couro produzido em Bangladesh, logo não é possível apelar diretamente a essas empresas para que assumam a responsabilidade de abordar os direitos trabalhistas e as preocupações ambientais levantadas nesta publicação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-15 11:04:58 UTC</pubDate>
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         <title>Problema da transparência</title>
         <author>36cartolina</author>
         <link>https://padlet.com/36cartolina/m9loeu7igvh27pld/wish/2921440388</link>
         <description><![CDATA[<p>!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-16 16:33:37 UTC</pubDate>
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         <title>Casos Reais</title>
         <author>36cartolina</author>
         <link>https://padlet.com/36cartolina/m9loeu7igvh27pld/wish/2921441258</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-03-16 16:35:29 UTC</pubDate>
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         <title>Caso da Sérvia</title>
         <author>36cartolina</author>
         <link>https://padlet.com/36cartolina/m9loeu7igvh27pld/wish/2921979207</link>
         <description><![CDATA[<p>Vale doo é uma fábrica que produz meias na Sérvia cujos compradores incluem Calzedonia e Primark. Entre 2018 e 2021, a gestão da fábrica sofreu alterações que influenciara com as leis trabalhistas nacionais em que os trabalhadores também descobriram que não estavam a ser pagos pelas horas extraordinárias que tinham trabalhado. Isto foi confirmado pela Inspecção do Trabalho da Sérvia em Novembro de 2021, que aconselhou os trabalhadores a iniciarem procedimentos judiciais para reclamarem os seus pagamentos pendentes. Os trabalhadores recorreram ao Centro Sérvio para a Política de Emancipação (CPE), membro da rede Clean Clothes Campaign (CCC), com um apelo por ajuda.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://cleanclothes.org/news/2024/factory-workers-serbian-socks-supplier-valy-triumph" />
         <pubDate>2024-03-17 16:21:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>União Europeia</title>
         <author>36cartolina</author>
         <link>https://padlet.com/36cartolina/m9loeu7igvh27pld/wish/2921988357</link>
         <description><![CDATA[<p>O Conselho da União Europeia corrompeu com a sua responsabilidade perante as empresas e os direitos dos trabalhadores na indústria do vestuário e do calçado, ao não aprovar um acordo que tinha feito com o Parlamento Europeu e a Comissão sobre legislação para proteger os direitos humanos e o ambiente de abuso corporativo.</p><p>A lei teria abordado uma série de questões, incluindo salários de pobreza, salários não pagos, condições de trabalho perigosas e discriminação e violência com base no género. Nos setores do vestuário e do calçado, as marcas e os retalhistas que operam na UE  impõem cláusulas contratuais abusivas e práticas comerciais injustas ou de cadeias de valor longas e opacas, que resultam em salários de pobreza e em riscos inaceitáveis ​​para a saúde e segurança no trabalho para os trabalhadores. Ao mesmo tempo, as mesmas marcas e retalhistas fazem frequentemente afirmações infundadas sobre a sustentabilidade e a ética dos seus produtos.</p><p>“Ao não aprovarem o projeto , os Estados-Membros estão a enviar um sinal claro aos consumidores europeus e aos trabalhadores de todo o mundo: <strong>as empresas podem agir com impunidade e o seu trabalho é protegê-las"</strong>-<em>acrescentou Giuseppe Cioffo, Coordenador de Responsabilidade Corporativa da Clean Clothes Campaign. </em></p><p>"Os trabalhadores que fabricam as roupas que os europeus usam foram mais uma vez falhados por um sistema que protege as empresas à custa dos direitos, dos salários e da segurança dos trabalhadores. A Alemanha e outros Estados-membros apresentaram argumentos falaciosos e desinformação para destruir um acordo que foi o resultado de longas negociações, um desenvolvimento preocupante que, mantém os mais vulneráveis ​​na economia global presos num ciclo de pobreza e abuso.” -<em>Muriel Treibich, Coordenadora de Lobby e Advocacia da Campanha Roupas Limpas</em>.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://cleanclothes.org/news/2024/member-states-chose-to-protect-corporate-profits-and-fail-workers-and-human-rights" />
         <pubDate>2024-03-17 16:37:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Caso da Turquia</title>
         <author>36cartolina</author>
         <link>https://padlet.com/36cartolina/m9loeu7igvh27pld/wish/2921992748</link>
         <description><![CDATA[<p>O <mark>jateamento</mark> de calças de ganga, foi proibido na Turquia em 2009 devido à longa luta dos trabalhadores do setor têxtil que sofrem de silicose. Após a proibição, o uso do perigoso permanganato de potássio (PP) tornou-se generalizado no branqueamento de jeans. O PP é um produto químico sólido de cor escura, inodoro e semelhante a areia, conhecido pela sua fácil aplicação e ação rápida. A<strong>pesar do PP ser classificado como uma substância perigosa pela Agência Europeia dos Produtos Químicos (ECHA), a Turquia não tem legislação que limite ou regule a sua utilização.</strong></p><p>O PP é escovado ou pulverizado nas calças de ganga pelos trabalhadores, que consequentemente enfrentam problemas de pele, visão turva, problemas respiratórios, aperto no peito e inflamação pulmonar. A exposição prolongada ao PP causa sérios danos ao fígado e aos rins.</p><p><br>A</p>]]></description>
         <enclosure url="https://cleanclothes.org/news/2024/press-release-pp-report" />
         <pubDate>2024-03-17 16:45:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>IDK</title>
         <author>36cartolina</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://journals.sagepub.com/doi/full/10.1177/1056492621994904" />
         <pubDate>2024-03-17 16:51:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Uigurus-grupo étnico da china</title>
         <author>36cartolina</author>
         <link>https://padlet.com/36cartolina/m9loeu7igvh27pld/wish/2921998535</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-03-17 16:56:41 UTC</pubDate>
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         <title>Em falta</title>
         <author>36cartolina</author>
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         <description><![CDATA[<p>Mais casos que tenham pontos de impacto diferentes </p><p>desigualdade de género- caso de gaza, aumentos e diferenças</p><p>Ver do IDK- pode ser para a introdução para começar o debate</p><p>analisar melhor a transparência e esclarecer isso</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-03-18 10:33:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>36cartolina</author>
         <link>https://padlet.com/36cartolina/m9loeu7igvh27pld/wish/2923268595</link>
         <description><![CDATA[<p>1ºparte</p><p> -  Explicar o q é uma CGV-introduzir(ppt stor)-</p><ul><li><p>Exemplos de CGV's</p></li></ul><ul><li><p>dados gerais, casos mais conhecidos ou mais perto de nós;</p></li></ul><p><br/></p><p>2ºparte:</p><ul><li><p>Estudos?...;SOMO e Clean Clothes Campaign</p></li><li><p>ligar aos direitos laborais da "onu" no quadrado das noticias</p></li><li><p>Casos países/empresas</p></li></ul><p>3ºparte:</p><ul><li><p>casos das empresas/países</p></li></ul><ul><li><p>Conclusões/perspetivas para o futuro (ex: impactos ambientais e reação atual das CGV´s ao que tem acontecido)</p></li></ul><p>Questões: conhecimento teórico</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-03-18 13:25:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Multinacionais e cadeias globais de valor</title>
         <author>36cartolina</author>
         <link>https://padlet.com/36cartolina/m9loeu7igvh27pld/wish/2923584954</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Because of their numerous and large activities across different countries, Multinational Enterprises (MNEs) are believed to be central and dominant actors in the global economy. In addition, it has been argued that the growing fragmentation of production within global value chains (GVCs) in the past decades is largely driven by MNEs.</p><p>It is remarkable then that despite their acclaimed importance, empirical evidence on MNEs is not widely available and largely incomplete, with data only available for a subset of OECD economies. Based on the new OECD analytical AMNE database including information on MNEs across 43 industries and countries on a bilateral basis, this paper derives new insights on the importance of MNEs today. As the new database also allows the linking with the OECD TiVA database, the new evidence additionally discusses in detail the trade and investment nexus within GVCs and suggests that MNEs’ role in GVCs goes beyond trade and investment policy.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.oecd-ilibrary.org/industry-and-services/multinational-enterprises-and-global-value-chains_194ddb63-en" />
         <pubDate>2024-03-18 16:43:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cadeias globais de valor</title>
         <author>36cartolina</author>
         <link>https://padlet.com/36cartolina/m9loeu7igvh27pld/wish/2923591770</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>International production, trade and investments are increasingly organised within so-called global value chains (GVCs) where <strong>the different stages of the production process are located across different countries</strong>.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1433803094/8e45ff54b407d7be7ea0257c379279c0/image.png" />
         <pubDate>2024-03-18 16:46:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paises em desenvolvimento</title>
         <author>36cartolina</author>
         <link>https://padlet.com/36cartolina/m9loeu7igvh27pld/wish/2923630272</link>
         <description><![CDATA[<p>Se olharmos para a CGV, também podemos ver que não há muita integração vertical na indústria em geral, uma vez que grande parte do processo de produção é terceirizado para empresas separadas numa região diferente do globo por grandes retalhistas. No entanto, vemos alguma integração vertical na indústria em termos de empresas produtoras de vestuário que atendem às demandas do seu mercado doméstico/local, conforme detalhado nos <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://sites.duke.edu/sociol342d_01d_s2017_team-7/3-international-trade-patterns-shifting-geography-of-apparel-unfinished/"><em>Padrões de Comércio Internacional: A Mudança Geográfica das Indústrias Globais</em></a> , mas até agora esse mercado tem sido significativamente menor do que o mercado de exportação para os EUA e a UE. Uma vez que os principais intervenientes da indústria do vestuário e as suas atividades na CGV do vestuário podem ser separados em dois grupos, os fabricantes e os importadores retalhistas, utilizaremos esses dois segmentos para compreender melhor a cadeia global global do vestuário. Em termos de consolidação da indústria, vemos um padrão de consolidação tanto nos retalhistas que adquirem vestuário, como nos países de origem, conforme detalhado nas páginas <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://sites.duke.edu/sociol342d_01d_s2017_team-7/2-1-manufacturers-of-apparel/"><em>Principais intervenientes da indústria na produção</em></a> &nbsp;e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://sites.duke.edu/sociol342d_01d_s2017_team-7/2-2-retailers-of-apparel-unfinished/"><em>Principais intervenientes da indústria em design, marketing e vendas</em></a> </p><p>.<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://sites.duke.edu/sociol342d_01d_s2017_team-7/2-global-value-chain/">https://sites.duke.edu/sociol342d_01d_s2017_team-7/2-global-value-chain/</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 17:10:57 UTC</pubDate>
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         <title>Direitos</title>
         <author>36cartolina</author>
         <link>https://padlet.com/36cartolina/m9loeu7igvh27pld/wish/2923641957</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-03-18 17:19:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>36cartolina</author>
         <link>https://padlet.com/36cartolina/m9loeu7igvh27pld/wish/2923642197</link>
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         <pubDate>2024-03-18 17:19:46 UTC</pubDate>
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         <title>pos-covid</title>
         <author>36cartolina</author>
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         <pubDate>2024-03-18 21:12:00 UTC</pubDate>
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