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      <title>Trabalho Interdisciplinar Filosofia e Sociologia by Pedro Souza Pinto</title>
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      <description>Criado com muita confiança</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-04-02 23:18:26 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo da ITST 31 - Integrantes</title>
         <author>pedrosp2900</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ana Flavia;<br>David Anjos;<br>Giovana Felix;&nbsp;<br>Marysol Matos;<br>Nadine Oliveira;<br>Patrick Samuell;&nbsp;<br>Pedro Souza;<br>Tailan Gomes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-02 23:29:52 UTC</pubDate>
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         <title>Vida Nua </title>
         <author>pedrosp2900</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nos contos, podemos perceber como a autora traz nosso "destino", não como algo pré definido , mas como algo decorrente de nossas escolhas, e mostra a realidade da vida, com seus lados positivos mas muitas vezes também com a dor e o drama, num misto de vários casos e acontecimentos.  Critica todo um cenário político mostrando como a proteção jurídica só atua até a falta de submissão à ordem imposta e essa hipocrisia. Refere-se à ilegalidade e à falta de proteção e às pessoas que são submetidas a viverem em estado de exceção. No espetáculo podemos perceber uma forte conexão com "vidas nuas", sendo que é abordado como a política e o poder podem ser cruéis e como, ironicamente, a justiça pode ser injusta, escolhendo as pessoas que vai favorecer e negando os direitos das minorias. Tudo isso é refletido pela arte das mulheres pretas, que falam de suas dificuldades e da opressão sofrida por toda a sociedade e sistema. Mostram a seletividade do estado, na ineficácia da polícia por exemplo, que pode até mesmo ser o opressor (como em tantos casos que vemos de corrupção, racismo, envolvimento com drogas, estupro, etc), assim vê-se a vida e a arte como um só, vê-se os dramas de "vida nua" na realidade, por meio de vários relatos, que reforçam tudo isso e um pouco mais, e podemos ouvir com clareza relatos que reforçam a falta da prometida proteção jurídica, entres os outros assuntos abordados nos contos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-02 23:33:02 UTC</pubDate>
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         <title>Biopoder</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A definição de biopoder (1974-1979) vem de um filósofo chamado Michel Foucault,&nbsp; que define o poder como fruto de várias relações multilaterais, e não uma substância que pode ser simplesmente possuída ou extorquida. A definição por ele criada vem de seu desejo de escapar do convencional, das teorias políticas tradicionais que tanto conhecemos. Ele acredita que o poder não é tomado ou manipulado, mas que ele leva as pessoas a agirem de determinadas formas, incitando comportamentos. O biopoder é basicamente essa força que deixa a população ativa economicamente e dócil politicamente. O filósofo estudou a soberania que a humanidade pode exercer, o poder sobre a vida e a morte, e criou esse tipo de tecnologia que obejetiva criar análises políticas. Isso é um resumo, pois o conceito de biopoder abrange muito, e é necessário estudar muito sobre o filósofo e seus conceitos, mas com a abertura nisso de biopoder, lembramos do espetáculo "não venha nos matar" e de como foi discutido sobre política e o papel da mulher na sociedade. Tudo que fazemos é político e estamos sempre envolvidos nessas teias multilaterais de poder. Essa demonstração, de mulheres se unindo para lutar para modificar um sistema, para evoluir a sociedade em um conjunto e incentivando a participação política, tanto na escolha quanto para assumir o poder, nos fala muito sobre biopoder e podemos vê-lo refletido em muitas partes específicas e no próprio espetáculo em si, nos raps cantados, nas discussões sobre os lugares das pessoas pretas, das situações adversas que as mulheres passam , e focando na política como uma área que pode ser utilizada para solucionar questões e modificar um cenário, vemos a atuação do conceito de biopoder.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-03 00:17:17 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo do Espetáculo Virtual - Não Venha Me Matar</title>
         <author>pedrosp2900</author>
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         <description><![CDATA[<div>No primeiro dia, a apresentação começa com um relato sobre q crueldade da realidade feminina, do estupro e do feminicídio , que infelizmente não olha idade , ou parentesco, toda e qualquer mulher pode ser uma vítima, trazendo o questionamento "será que algum dia teremos paz?". Gostei muito que todas as mulheres que tiveram espaço para mostrar sua arte nesse primeiro momento , foram mulheres pretas. Todo esse primeiro ato foi focado na vivência da mulher , em sua resiliência , lutas mas sem deixar de lado sua personalidade e individualidades, tudo que as forma, e nos forma, como mulheres. Além dos relatos, foram mostrados os mais diversos tipos de arte, como contos , poesias, raps e até mesmo uma encenação (onde duas mulheres pretas estão praticando sua religião de matriz africana, cantando, tocando e dançando, enquanto cultivam suas ancestralidades e saberes), dando espaço e apoio pra diferentes mulheres compartilharem sobre suas diferentes lutas( foi falado sobre o racismo, religiões de matriz africana, a validação de todo tipo de amor, etc), além das lutas especificas que nos unem como mulheres , dos preconceitos comum a todas nós , do feminicídio, do perigo que beira a cada esquina, da opressão e da tentativa de silenciar. Assim, logo de início entende-se que essa conferência, que tanto agregou, que mostrou a força que a arte têm em tantas lutas e deu voz a essas mulheres talentosas e resilientes, " não venha nos matar" refere-se a todos os perigos que nos ameaçam e assolam, a todas as vozes opressoras que nos querem determinar um lugar (menor do que o que merecemos!), a todos os agressores, monstros e assassinos , e mostram que não ficaremos paradas e caladas , que lutaremos, que quando quiserem nos matar seja calando ou literalmente, nos apoiaremos e expressaremos, não vamos morrer, isso é um protesto, não venham nos matar!<br><br>A parte que eu mais gostei foi do conto que a Helena trouxe , mostrando o medo que a mulher sempre tem ao sair de casa, ao andar pela rua, e que seu maior objetivo é chegar , é não morrer. É muito importante que se crie esse espaço em que tantas mulheres talentosas, que sofrem de grande opressão por serem minorias na sociedade , possam mostrar sua arte e lutar por meio dela. Cada poema, cada conto, cada rap, conta uma história de sobrevivência, de resistência e não desistência, de uma luta a qual muitas mulheres vão se identificar e é isso que é tão importante na arte e na liberdade de expressão dessas grandes guerreiras, que não se calam.<br><br>https://youtu.be/xoaJyoDnvQ4<br>("Linda e preta" , essa música complementa com os assuntos tratados nesse evento)<br><br>" Chegou um tempo em que a poesia me mostrou como sangrar sem a necessidade de sangue " - A princesa salva a si mesma neste livro ( Amanda Lovelace)<br><br>No segundo dia de espetáculo, a encenação começa com uma mulher branca expressando e fazendo aquilo que a sociedade dita como o dever da mulher, que é ser esposa, dona de casa e mãe. Onde ela aprendeu que era ali o seu lugar, onde ela não tem lugar de fala e que se fizesse diferente daquilo que fosse o esperado, ela seria "puta", não seria uma "mulher" de respeito...<br>Fala- se muito sobre o feminismo, suas lutas e conquistas, e no fim é sobre a resiliência, se expressar e não se calar e continuar ocupando espaços, atingindo as pessoas, e pouco a pouco mudando este mundo pra melhor. É importante também apontar para o fato necessário de se ter uma intérprete nesses eventos, para que mensagem chegue ao maior número de pessoas, pensando na acessibilidade e respeitando as diferentes mulheres, sem causar exclusão, além do fato das intérpretes nesse evento terem sido mulheres, o que só reforça essa imagem de sororidade, inclusão e luta compartilhada ( apesar do fato de algumas mulheres terem lutas mais profundas que outras devido a enorme desigualdade que atinge variadas e diferentes classes em nosso meio).</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-03 00:25:04 UTC</pubDate>
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         <title>Estado de Exceção</title>
         <author>pedrosp2900</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em "vida nua" muito é tratado de estado de exceção, que nada mais é que essa situação oposta à democracia, que suspende os direitos em decorrência de um descontrole institucional. Como falado anteriormente, esse conceito é apresentado nos contos, e podemos relacioná-lo com o espetáculo talvez não de forma totalmente literal, já que sim, vivemos num país democrático, mas mostrando como a realidade muitas vezes é diferente das propostas e teorias, e dos problemas reais enfrentados pelas minorias. Essas minorias passam a viver num certo estado de exceção, no sentido de seus direitos não estarem sendo garantidos. No espetáculo as mulheres falam da luta que passam , e do quanto ainda têm que batalhar em prol de seus direitos (algo que não deveria ser aceitável pela atual sociedade democrática, essa desigualdade existente), como mulheres e como pessoas pretas, e vê se de novo tudo isso da justiça seletiva e de até onde realmente temos uma democracia na prática, já que as minorias parecem mais viver um estado de exceção</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-03 00:27:15 UTC</pubDate>
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         <title>Patriarcalismo</title>
         <author>pedrosp2900</author>
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         <description><![CDATA[<div>O patriarcalismo, que é baseado em uma estrutura de poder social centralizada no homem ou no masculino, é tema de discussão há alguns anos. No patriarcalismo&nbsp; a biologia é associado à cultura, no sentido de diferenciar os papeis sociais baseados em papeis sexuais. Em geral, cargos de maior importância cultural são destinados a homens, enquanto cargos de importância familiar são relegados às mulheres.&nbsp;<br>Isso nos leva para várias vertentes importates e atuais, vertentes essas que são tratadas no espetáculo "Não Venha Me Matar".<br><br>Alguns dos objetivos do espetaculo "Não Venha Me Matar" são: a luta contra o patriarcalismo lutar a favor dos direitos e mostrar como a política e a sociedade subestima as mulheres, principalmente as mulheres negras, já que vemos na maioria dos casos, homens em cargos importantes. A apresentação mostra de alguma forma a força que as mulheres tem e como ao longo da história elas sempre lutaram e continuam lutando nos dias de hoje. Esse espetáculo é importantíssimo para nossa reflexão, pois é nos em coisas simples observamos o maxismo em forma desprezo da sociedade em relação as mulheres.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-03 00:32:01 UTC</pubDate>
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         <title>Frases e Ensinamentos</title>
         <author>pedrosp2900</author>
         <link>https://padlet.com/pedrosp2900/m8um0ycfhzbz68bq/wish/2126814238</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Eu não sou a culpada pelo estupro, a pedrada, pelo meu sangue que vaza, pela minha pele que racha, por estar sexualizada, por ser comercializada.(Nina Oliveira - Poeta e musicista)<br><br>Sou eu quem carrega essa bandeira há anos no Brasil, durante toda a minha trajetória. Não tem ninguém mais que fale de mulher, de negritude. E não falam porque é uma doença, uma doença chamada “medo”.(Elza Soares - Cantora)<br><br>" As mulheres aguentam não apenas porque somos capazes disso; não, as mulheres aguentam porque não temos nenhuma outra opção - eles nos queriam fracas e nos obrigaram a ser fortes" - a bruxa não vai para a fogueira neste livro (Amanda Lovelace)<br><br>"ser uma mulher é estar pronta para a guerra , sabendo que todas as probabilidades estão contra você - e nunca desistir apesar disso" -a bruxa não vai para a fogueira neste livro (Amanda Lovelace)<br><br>Vou reerguer o meu castelo<br>Ferro e martelo<br>Reconquistar o que eu perdi<br>Eu sei que vão tentar me destruir<br>Mas vou me reconstruir<br>Voltar mais forte que antes - Pesadão (Iza)<br><br>Quando o medo se apossou<br>Trazendo guerra sem sentido<br>A esperança aqui ficou<br>Segue vibrando<br><br>E me fez lutar para vencer<br>Me levantar e assim crescer<br>Punhos cerrados, olhos fechados<br>Eu levanto a mão pro alto e grito<br><br>Vem comigo quem é do bonde pesadão! - Pesadão (Iza)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-03 00:33:10 UTC</pubDate>
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         <title>Cidadania</title>
         <author>pedrosp2900</author>
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         <description><![CDATA[<div>A cidadania são justamente os direitos e deveres que temos e devemos exercer como cidadão em uma sociedade. Temos deveres como eleger nossos representantes e cumprir as leis , e direitos como à saúde, educação, moradia, trabalho, lazer, etc. A cidadania é sobre o equilíbrio disso e lutar pelo espaço de cada cidadão, exercendo seus direitos respeitando os alheios, e exercendo também seus deveres. A cidadania é também toda política, e garante a participação política dos cidadãos, sendo como candidatos ou como eleitores. O espetáculo, como a cidadania, foi todo político, e nos traz a essa reflexão do direito à cidadania das minorias, o qual muitas vezes é negado. As mulheres falam sobre a ocupação de seus espaços , sobre fazer política e participar disso, já participando elas mesmas. Assim percebemos mulheres exercendo seus direitos de cidadania e incentivando outras a fazerem o mesmo, para a vivência em uma sociedade que realmente cumpre o que promete</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-23 12:12:07 UTC</pubDate>
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         <title>Direitos Humanos</title>
         <author>pedrosp2900</author>
         <link>https://padlet.com/pedrosp2900/m8um0ycfhzbz68bq/wish/2154525356</link>
         <description><![CDATA[<div>Os direitos humanos são os direitos assegurados a todas as pessoas, independente da religião, gênero, raça , idioma, etc, e nada poderia ser mais relacionado ao "não venha me matar" do que esse conceito! Sabemos que muitas vezes os direitos humanos são desrespeitados devido à desigualdade existente e a opressão de certas classes sobre outras. Essas mulheres vieram justamente lutar por seus direitos e pelos direitos de todas às suas semelhantes, coisas que nos são assegurados por uma constituição, mas muitas vezes utópicos. Tivemos várias mulheres que falaram sobre a luta diária de viver como mulher numa sociedade patriarcal, sobre a luta da pessoa preta, sobre a luta dos lgbtqia+, e de pessoas com religião de matriz africana. Todo esse evento veio como forma de assegurar os direitos humanos, exercendo a liberdade de expressão como forma de resistência e apropriação dos direitos que lhes são devidos. Cada mulher trouxe um pouco de sua história, para agregar numa perspectiva geral da importância da luta conjunta pelos direitos que só temos direito em teoria muitas vezes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-23 12:13:13 UTC</pubDate>
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