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      <title>Introdução aos Estudos Literários by </title>
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      <description>Criado com um frenesi criativo</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-06 15:37:14 UTC</pubDate>
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         <title>Sou o Duarte Luz, aluno do primeiro ano do curso de Educação Básica na Escola Superior de Educação de Bragança.</title>
         <author>duartemdl</author>
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         <pubDate>2022-03-06 15:46:50 UTC</pubDate>
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         <title>Fernando Pessoa numa das suas últimas mensagens ao mundo disse: &quot;I know not what tomorrow will bring&quot;  e eu depreendo desta frase a mensagem de viver o presente, o momento e da incerteza assustada do amanhã. E o momento é também este o de aprender, de evoluir, de partilhar na urgência do agora. E é com enorme agrado que eu terei a oportunidade de enriquecer os meus conhecimentos nesta unidade curricular de Introdução aos Estudo Literários. Seja bem vinda professora, lhe garanto a minha toda atenção e gosto em aprender na sua aula.</title>
         <author>duartemdl</author>
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         <pubDate>2022-03-06 15:58:32 UTC</pubDate>
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         <title> A literatura pode ser vista como um instrumento de intervenção social. Ao considerar este tema eu viajo ao longo dos tempos vendo a literatura como um testemunho histórico que sempre trouxe dinamismo à sociedade, e consequentemente sermos  levados a entender também o pensador, o filósofo e escritor como o comboio de corda que faz mover parte da razão. Portanto, é para mim essa ligação entre a literatura, o escritor, a sociedade e a história, que possibilita o surgimento da interdisciplinaridade, entendida como diálogo que serve de reflexão sobre as relações culturais na literatura e na influência do próprio desenvolvimento da sociedade ao longo dos séculos.</title>
         <author>duartemdl</author>
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         <pubDate>2022-03-30 17:53:54 UTC</pubDate>
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         <title>Aula de dicada ao Cânone literário. Eu comparo o cânone literário a uma casa mãe das obras literárias, onde habitam todos debaixo do mesmo teto, mas cada um em sua assoalhada, fecham portas e abrem janelas onde observam lá fora as variadas paisagens nas quais os vários gêneros se alimentam. É nessa que se respira e se constrói  o poético, o filosófico, o teórico e o religioso, lá se decide e se discute quem bate a porta e se despede do cânone ou quem se senta à mesa, discute e lhe dá continuidade. não esquecer que em cada assoalhada de cada cânone literário nunca é pacífico o seu debate, mesmo para quem fica. Existe sempre na mesa o tema da reconstrução, da mudança e da adaptação, existe sempre a palavra resistência, a palavra perda e influência,  porque lá fora os tempos  mudam a cada momento, trazendo no vento vários paradigmas.</title>
         <author>duartemdl</author>
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         <pubDate>2022-03-30 18:38:16 UTC</pubDate>
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         <title> A literatura como mimese e a relação que ela estabelece com o real. Eu depreendi nesta aula que este termo de &quot; mimese&quot;  não é e nem nunca foi interpretado da mesma forma. Platão encontrava este termo num sentido mais estrito e associado a uma ideia de imitação orientada à ilusão e ao engano. Para Aristóteles o conceito  de &quot;mimese&quot; é muito diferente. Para este filosofo ela é uma faculdade natural inerente ao homem. Eu pessoalmente escolho a de Aristóteles, porque  quando ele encara a obra poética como objeto autónomo e diferente eu construo logo uma ponte com Horácio que também refere na &quot; carta aos pisões&quot;  que pretende ensinar a escrever poesia de forma diferente, de modo a que se atinja a perfeição da obra poética imitando  os grandes mestres clássicos.  Revejo-me completamente nesta observação de Horácio porque o mesmo se passa hoje em dia na nossa obra poética contemporânea. Exemplo disso é para mim a pouca qualidade literária na poesia atual. Os que se atrevem a escrever ou a criar poesia devem primeiro absorver a obra dos grande mestres, não a copiando, mas porque não imitando? </title>
         <author>duartemdl</author>
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         <pubDate>2022-03-30 19:14:55 UTC</pubDate>
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         <title>Na abordagem ao  conceito de texto literário podemos aprofundar todo um processo de comunicação artística que o ser humano é capaz de criar, e desenvolver como uma ferramenta que poderá ser utilizada pelo Homem na descoberta de todas as sensibilidades que vagueiam no pensamento e que nos permitem criar, expressar, construir e desconstruir a arte de sentir e de ficcionar. Na palavras escritas que podemos ler nos romances, nos contos, nas peças de teatro, nos livros de poesia acontecem fenômenos tão poderosos como os da natureza quando a terra se manifesta, querendo transmitir toda a força de comunicar, tornando-se o emissor, através de diferenciados códigos que são os mais variados fenómenos naturais ao encontro dos recetores que são todos os seres vivos. Portanto eu uso esta metáfora comparando todo o sistema literário ao sistema natural, sendo um processo com origem e com destino.</title>
         <author>duartemdl</author>
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         <pubDate>2022-04-17 12:31:01 UTC</pubDate>
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         <title>A cosmovisão na literatura nessa relação da obra literária com o mundo exterior permite ao autor embarcar e navegar por oceanos que  se movem numa imensidão tempestuosa e revolta,  e outros mares de calmaria e noites serenas no imaginário e na criação. Esse mundo onde vive o pensamento, aliado ao sonho e ao real. O criador tem essa capacidade de transmitir através da arte literária, os factos e acontecimentos históricos, estabelecendo um diálogo permanente onde nós leitores possamos ir beber dessa água rica em sabedoria, em ensinamentos. Vejamos os nossos autores, como Camões que através das sua obra lírica, das suas próprias vivências, tão bem nos consegue transportar para lá, para esse tempo, descrevendo, retratando pedaços de história, de cultura, de factos sociais. Na sua cosmovisão ele mundividência a visão do mundo e responde através da obra legada.  Ou então o exemplo dos nossos génios da época do modernismo Português, como Santa Rita Pintor, Almada Negreiros e depois Mário Cesariny  esses surrealistas, impressionistas, modernistas  que através da pintura, da poesia e das artes plásticas nos mostram a como a cosmovisão se situa num espaço concreto e que estabelece diálogos com a cultura e o imaginário.</title>
         <author>duartemdl</author>
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         <pubDate>2022-04-17 12:54:37 UTC</pubDate>
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         <title>Durante esta unidade curricular foi nos dada a oportunidade de conhecer e explorar três gêneros literários ( Narrativo, dramático e lírico ) como forma de incentivo à leitura e análise de algumas obras neles incluídas. Os autores e obras eram das mais variadas o que para mim foi uma oportunidade de poder aprofundar os meus conhecimentos literários. Desde a ficção, ao romance, aos contos e à poesia, foi um percurso feito como se de uma viagem se tratasse. E depois de chegar ao ponto final, à estação onde esperava por nós a reflexão e a crítica, ao fim de muitas  e afanosas horas a percorrer os carris colocados pelas mãos da sabedoria, chego à feliz conclusão de tudo quanto fomos ao que somos e para além da paisagem, da língua, do chão e do verbo, existe toda uma vida exposta e criada que só o pensamento dos mais criativos poderiam escrever, deixando como um testamento ao presente de quem o vive e viveu e com a esperança perpetuada na eternidade de quem a queira e saiba ler. Refiro-me aos homens e mulheres que ao longo de séculos e dotados de sensibilidades quiseram com uma profunda cosmovisão investir numa vida de criação, escrevendo obras com as mais variadas formas estéticas. Porque a alma, o coração, o pensamento de cada uma e cada um nasce, alimenta-se e vive de forma distinta. Creio que é esse o fruto a retirar da literatura, quais os objetivos e fins que ela se destina e se propõe? Não há mistério, para mim passa pelo cultivo das mentes, educar para a vida, dotar-nos de mais sensibilidades, de emoções ou fazer  realçar aquelas que nos pertencem por natureza. Compreender a história, os mitos, a religião, as crenças expressas nas narrativas de contos, de romances  de como se poderia fazer crítica à `sociedade de forma inteligente através de autos e teatros. As vivências de hoje e de outrora, de compreender como aquele comboio de corda que fazia mover o coração dos poetas era igual ao nosso, alimentado, de amores e desamores, de encantos e desencantos, de vida e morte, de paz e de guerra, de vida serena ou boémia. E tudo isso teve de ser perpetuado em livros nas mais variadas formas de serem escritos e estruturados. Escritos onde reina a inspiração em desabafos,  descrições, em histórias inventadas e reais e factos  em relatos, em romances e poemas tudo,  obra da pura imaginação do Homem. Obrigado professora Fernanda por tão bem saber partilhar não só tudo isto contido no que termino de escrever, bem como toda a sua sabedoria transmitida aos seus alunos. Sorte de quem a sabe preservar como ponte que liga a fonte de água fresca onde se bebe todo o conhecimento no mundo contido ao outro lado que a desconhece e que não sabe que essa água são os pensamentos e as gotas as palavras dos livros.</title>
         <author>duartemdl</author>
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         <pubDate>2022-06-22 17:28:54 UTC</pubDate>
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