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      <title>SISTEMA DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA - SAEB by Ana Lúcia</title>
      <link>https://padlet.com/luhcia/m7kuu010lcn2yrm3</link>
      <description>Padlet criado para atividade da disciplina avaliação educacional, sobre o tema SAEB. Universidade Federal do Amapá - UNIFAP. Docente: Benilda Silva. Discentes: Ana Souza, Gessica, Glaucinilda Gomes, Raylane Lemos.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-06-24 14:46:11 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-07-23 18:53:31 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>O que é o SAEB? </title>
         <author>luhcia</author>
         <link>https://padlet.com/luhcia/m7kuu010lcn2yrm3/wish/3500858679</link>
         <description><![CDATA[<p>O <strong>SAEB</strong> (Sistema de Avaliação da Educação Básica) é um conjunto de avaliações externas em larga escala, conduzido pelo INEP/MEC desde 1990. Seu objetivo é gerar diagnósticos sobre a qualidade da Educação Básica no Brasil, a partir de testes (português, matemática, ciências etc.) e questionários (alunos, professores, diretores e gestores) aplicados a cada dois anos em escolas públicas e privadas. </p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-24 20:26:43 UTC</pubDate>
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         <title>ESTRUTURA DO SAEB</title>
         <author>luhcia</author>
         <link>https://padlet.com/luhcia/m7kuu010lcn2yrm3/wish/3520317351</link>
         <description><![CDATA[<p>O Saeb é composto por duas partes principais: os <strong>testes </strong>de Língua Portuguesa, Matemática, Ciências da Natureza e Ciência Humanas e os <strong>questionários contextuais </strong>respondidos por alunos e funcionários de escolas públicas e privadas. </p><p><br/></p><p>O grande foco do Saeb sempre foi avaliar as habilidades em<strong> Língua Portuguesa</strong> (com ênfase em leitura) e <strong>Matemática </strong>(concentrando-se na resolução de problemas), direcionadas para o 5º e 9º ano do Ensino Fundamental, assim como para a 3ª e 4ª séries do Ensino Médio. Contudo, a partir de 2019, o Saeb expandiu suas fronteiras, incorporando avaliações para a <strong>Educação Infantil</strong> e ampliando o escopo para incluir habilidades em <strong>Ciências da Natureza</strong> e <strong>Ciências Humanas</strong> no 5º e 9º ano do Ensino Fundamental.&nbsp;</p><p>Além da aplicação dos testes, os alunos participantes, assim como os professores, diretores e secretários de Educação são convidados a preencher um questionário abordando diversos aspectos. Essas perguntas abrangem tópicos que vão desde informações pessoais dos alunos até informações sobre o processo de ensino e a dinâmica da escola.&nbsp;</p><p>Paralelamente, um questionário específico sobre a instituição é preenchido por um avaliador externo. Esses instrumentos de coleta de dados desempenham um papel crucial ao fornecer informações abrangentes sobre a vida escolar, o contexto socioeconômico e o capital social e cultural dos alunos, enriquecendo a compreensão do ambiente educacional de maneira holística.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://conteudos.qedu.org.br/saeb/#:~:text=O%20Saeb%20tem%20como%20objetivo,natureza%2C%20ci%C3%AAncias%20humanas%20e%20ingl%C3%AAs">https://conteudos.qedu.org.br/saeb/#:~:text=O%20Saeb%20tem%20como%20objetivo,natureza%2C%20ci%C3%AAncias%20humanas%20e%20ingl%C3%AAs</a>. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-15 17:56:38 UTC</pubDate>
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         <title>O SAEB - Sistema de Avaliação da Educação Básica: potencialidades, problemas e desafios - Creso Franco</title>
         <author>luhcia</author>
         <link>https://padlet.com/luhcia/m7kuu010lcn2yrm3/wish/3520390949</link>
         <description><![CDATA[<p>Em janeiro de 2001, o ministro da Educação nomeou uma comissão de especialistas com o objetivo de oferecer subsídios para o aprimoramento do Sistema de Avaliação da Educação Básica e para o refinamento das contribuições que o SAEB pode oferecer à formulação de políticas educacionais.</p><p><br/></p><p>Como os objetivos gerais do SAEB vêm sendo perseguidos ao longo dos anos?</p><p>A documentação pertinente apresenta diversas redações para os objetivos do SAEB. Creio que esses objetivos podem ser resumidos em três pontos:</p><p><br/></p><p><strong><mark>1. Acompanhamento do sistema educacional</mark></strong></p><p><strong><mark>2. Acompanhamento de como o sistema</mark></strong></p><p><strong><mark>educacional vem se comportando em termos de equidade dos resultados educacionais</mark></strong></p><p><strong><mark>3. Apreensão dos fatores escolares que podem explicar resultados escolares</mark></strong></p><p> </p><p>Por que é difícil explicar o que influencia o aprendizado usando dados do SAEB?</p><p><br/></p><p>O SAEB mede o conhecimento dos alunos apenas uma vez. Isso é um problema, porque o que o aluno sabe vem de vários anos escolares. Só medir no final não mostra o quanto ele aprendeu naquele ano, naquela escola. O ideal seria medir antes e depois, como fazem os estudos longitudinais, para saber o que foi aprendido de fato naquele período.</p><p><br/></p><p><strong>Como tornar o SAEB mais relevante para</strong></p><p><strong>gestores e professores?</strong></p><p><br/></p><p>Para que o SAEB seja mais útil para professores e gestores, ele precisa ir além de mostrar números e se conectar mais com o dia a dia das escolas. Uma ideia é usar exemplos reais de onde os alunos têm mais dificuldade e criar materiais que ajudem os professores a trabalhar esses pontos.  O mais importante é entender melhor o que realmente ajuda ou atrapalha o aprendizado dos alunos, como o funcionamento das escolas e das salas de aula. O SAEB fala pouco sobre temas que fazem parte da rotina escolar, como faltas, violência, reprovação e formas de ensinar. Os dados também precisam ser explicados de forma clara, para que todos consigam entender, mesmo quem não conhece estatística. </p><p><br/></p><p><strong>Como viabilizar estudo longitudinal cuja</strong></p><p><strong>população de referência seja a população</strong></p><p><strong>estudantil brasileira (em determinadas séries)?</strong></p><p><br/></p><p>Para fazer um estudo que acompanhe os mesmos alunos ao longo dos anos (estudo longitudinal) no Brasil, o autor dá algumas sugestões. Ele lembra que o país já tem dois estudos parecidos: o PDE, feito em escolas das cidades, e o Escola Ativa, feito em escolas do campo. Mas esses estudos servem apenas para avaliar programas específicos e não representam todos os estudantes do Brasil. Uma ideia seria usar o que já existe no PDE e ampliar, para pegar uma amostra maior e mais geral. Outra opção seria juntar esse tipo de estudo ao SAEB, aproveitando os dados que o SAEB já coleta sobre o aprendizado dos alunos. No entanto, o autor acha que a melhor solução seria criar um sistema nacional de avaliação, com duas partes principais: uma avaliação feita a cada três anos (como já acontece hoje com o SAEB) e outra que acompanhe os alunos por mais tempo. Com isso, seria possível usar melhor o dinheiro, organizar melhor os estudos e conseguir informações mais completas sobre o que realmente ajuda os alunos a aprenderem na escola.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-15 21:18:34 UTC</pubDate>
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         <title>Uma solução para a divergência de diferentes padrões no SAEB - Ruben Klein</title>
         <author>luhcia</author>
         <link>https://padlet.com/luhcia/m7kuu010lcn2yrm3/wish/3520402185</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste artigo, os autores explicam que é importante chegar a um acordo sobre os termos usados para definir os níveis de aprendizado. Eles afirmam que as metas do movimento Todos pela Educação são boas e podem ser compatíveis com os níveis divulgados pelo SAEB 2017, desde que as metas para cada nível sejam bem definidas e alguns ajustes sejam feitos. Para apoiar essa análise, eles criaram uma base de comparação usando dados reais de estudantes de países da OCDE. Com isso, sugerem que as metas do IDEB deveriam ser mais ambiciosas e estar mais alinhadas com as propostas do Todos pela Educação.</p><p><br/></p><p>O texto compara duas formas de dizer se os alunos estão indo bem ou mal nas provas do SAEB. O INEP criou uma escala com vários níveis e disse que só quem está no nível 7 ou mais tem aprendizado adequado, mas não disse quantos alunos deveriam chegar lá. Já o movimento Todos pela Educação disse que 70% dos alunos deveriam estar em um nível bom, só que eles colocaram esse nível em um ponto mais fácil de alcançar do que o nível 7 do INEP.</p><p>Isso gera confusão, porque parece que os alunos estão pior do que realmente estão. O texto critica o fato de o SAEB usar o mesmo nível de corte para Leitura e Matemática, o que não faz sentido, já que os alunos costumam ir melhor em Leitura. Os autores sugerem baixar um pouco o nível que o SAEB chama de “adequado”, para ser mais realista e parecido com padrões internacionais. Também lembram que já tentaram criar metas mais altas antes, mas viram que era difícil de alcançar, então agora buscam algo mais possível.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-15 21:57:50 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Do Saeb ao Sinaeb: prolongamentos críticos da avaliação da educação básica - João Luiz Horta; Neto Rogério Diniz Junqueira; Adolfo Samuel de Oliveira (2016)                                                                   </title>
         <author>luhcia</author>
         <link>https://padlet.com/luhcia/m7kuu010lcn2yrm3/wish/3521498084</link>
         <description><![CDATA[<p>O Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica) influenciou a criação de outras provas parecidas em estados e municípios do Brasil. Ele mostra que essas provas acabaram criando uma competição entre escolas e redes de ensino, onde todos querem ter melhores notas, mas isso não garante que os alunos estejam realmente aprendendo mais.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Enquanto o uso de testes que avaliam habilidades cognitivas se espalha pelo mundo, também aumentam as críticas ao uso exagerado dessas avaliações. Nos Estados Unidos, onde as políticas de responsabilização das escolas foram mais intensas, muitas famílias têm aderido ao movimento chamado <em>opt-out</em>, que consiste em não permitir que seus filhos participem desses testes.</p><p><br/></p><p>De modo geral, quando a avaliação educacional foca apenas nas notas dos alunos e na divulgação desses dados, ela acaba ficando limitada. Com isso, é comum que a responsabilidade pelos resultados seja colocada apenas nas costas das escolas e dos professores, como se eles pudessem, sozinhos, mudar toda a realidade ao redor.</p><p><br/></p><p><br/></p><p> A partir de 2005, o SAEB passou a ser aplicado em todas as escolas públicas de ensino fundamental. Mesmo com essa ampliação, os alunos com deficiência ainda não contam com testes adequados, o que dificulta a avaliação das políticas voltadas a eles. Em 2007, surgiu o Ideb, um índice que reúne o desempenho nas provas e o fluxo escolar, sendo usado para medir a qualidade das escolas, embora não leve em conta outros aspectos importantes da educação. </p><p><br/></p><p><strong>A responsabilização, a expansão dos testes e os limites dos usos de</strong></p><p><strong>seus resultados</strong></p><p><br/></p><p>Nos últimos anos, muitos países passaram a adotar políticas que responsabilizam escolas e professores pelos resultados dos alunos em testes padronizados. Esse movimento, chamado GERM, promove competição, prioriza português e matemática e pode limitar o currículo. No Brasil, isso se intensificou após a criação do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), com aumento de testes e rankings escolares. O direito à educação tem sido reduzido à ideia de aprender apenas o que é cobrado nas provas, ignorando fatores sociais e habilidades difíceis de medir. Por isso, é importante complementar os testes com outras formas de avaliação e apoio às escolas e comunidades.</p><p><br/></p><p><strong>Uma alternativa para os limites impostos pelo Ideb</strong></p><p><br/></p><p>O Ideb é um número que mostra como está a educação nas escolas, usando as notas das provas e os dados de aprovação. Ele ajuda a ver se os alunos estão aprendendo, mas não mostra tudo o que acontece na escola. Às vezes, parece que a escola vai bem, mas é porque os alunos já tinham boa base. Por isso, muitos especialistas acham que, além do Ideb, é melhor usar outros tipos de informação para entender melhor a escola. O governo já começou a criar esse novo sistema, chamado <strong>Sinaeb</strong>, que vai trazer informações mais completas para melhorar a educação de verdade.</p><p><br/></p><p><strong>Testes para medir as habilidades ou produzir a deficiência?</strong></p><p><br/></p><p>Desde os anos 1990, a ideia de educação inclusiva vem ganhando força. Mas os testes ainda deixam de fora muitos alunos com deficiência. Isso é um problema, porque se a educação é um direito de todos, então a avaliação da qualidade dessa educação também tem que incluir todos. Os testes foram feitos pensando em alunos sem deficiência e só depois começaram a tentar adaptar um pouco para os outros.</p><p><br/></p><p>É necessário pensar em provas diferentes, com formatos acessíveis, tempo extra, tecnologia assistiva (como leitores de tela), provas em Libras para alunos surdos, e materiais táteis para alunos cegos. No Brasil, ainda falta muito para garantir isso bem feito. Muitas vezes, as adaptações são poucas, mal planejadas ou feitas por profissionais sem formação específica.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-16 20:14:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>MEC </title>
         <author>luhcia</author>
         <link>https://padlet.com/luhcia/m7kuu010lcn2yrm3/wish/3521532878</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em><mark>Ensino médio</mark></em></strong></p><p><br/></p><p><strong><em><mark>Português tem apenas 1,6% de aprendizagem adequada no Saeb</mark></em></strong></p><p><br/></p><p>Os dados do Saeb 2017 mostraram que o ensino médio no Brasil está praticamente parado desde 2009 e tem ajudado pouco no aprendizado dos alunos. O ministro da Educação da época, Rossieli Soares, disse que a situação é muito ruim, porque mais de 70% dos alunos terminam o ensino médio com um nível muito baixo em português e matemática, mesmo depois de 12 anos na escola.</p><p><br/></p><p>A prova foi feita por mais de 5 milhões de alunos do 5º e 9º ano do ensino fundamental e da 3ª série do ensino médio. Apesar de algumas melhoras no ensino fundamental, o ensino médio continua com notas ruins. O ministro disse que é urgente mudar isso e dar mais apoio à educação básica para que o ensino médio melhore.</p><p>Um dado chocante: só 1,62% dos alunos do último ano do ensino médio tinham um bom nível em português, e só 4,52% se saíram bem em matemática. Isso mostra que poucos estão realmente preparados para o ensino superior. A presidente do Inep, Maria Inês Fini, disse que é importante investir em programas como o Novo Ensino Médio, a BNCC, o Ensino em Tempo Integral, entre outros, para tentar mudar esse cenário. </p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://portal.mec.gov.br/busca-geral/389-noticias/ensino-medio-2092297298/68271-apenas-1-6-dos-estudantes-do-ensino-medio-tem-niveis-de-aprendizagem-adequados-em-portugues">https://portal.mec.gov.br/busca-geral/389-noticias/ensino-medio-2092297298/68271-apenas-1-6-dos-estudantes-do-ensino-medio-tem-niveis-de-aprendizagem-adequados-em-portugues</a></p><p><br/></p><p><strong><em><mark>Ministro da Educação anuncia mudanças no sistema de avaliação a partir de 2019</mark></em></strong></p><p><br/></p><p>A partir de 2019, o governo começou a avaliar a educação infantil, que são as creches e pré-escolas, dentro do Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica). Isso nunca tinha acontecido antes. Com essa mudança, o Saeb passou a olhar toda a educação básica, desde as crianças pequenas até o ensino médio. </p><p><br/></p><p>As crianças da educação infantil não fazem prova. O que o governo faz é aplicar questionários para os gestores, diretores e professores das escolas. Eles também vão usar dados do Censo Escolar para entender como estão as condições dessas escolas (tipo estrutura, formação dos professores etc.).</p><p><br/></p><p>O ministro da Educação da época, Rossieli Soares, disse que o Brasil até aumentou o número de crianças nas creches, mas não estava olhando se a qualidade dessa educação é boa. Ele também falou que essas mudanças seguem o que foi definido na BNCC (Base Nacional Comum Curricular), que diz o que toda escola deve ensinar.</p><p><br/></p><p>A partir de 2019, começaram a aplicar uma prova de alfabetização no 2º ano do ensino fundamental, para verificar se eles já estão sabendo ler e escrever nessa idade.</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://portal.mec.gov.br/busca-geral/211-noticias/218175739/65791-ministro-da-educacao-anuncia-mudancas-no-sistema-de-avaliacao-a-partir-de-2019">https://portal.mec.gov.br/busca-geral/211-noticias/218175739/65791-ministro-da-educacao-anuncia-mudancas-no-sistema-de-avaliacao-a-partir-de-2019</a></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-16 22:02:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/luhcia/m7kuu010lcn2yrm3/wish/3521532878</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Avaliação SAEB e a Educação Básica no Brasil: recortes de seus pontos e contrapontos no panorama atual - Vera Encarnação Jordan de Aguiar, Alex Paubel Junger - 2024</title>
         <author>luhcia</author>
         <link>https://padlet.com/luhcia/m7kuu010lcn2yrm3/wish/3522514216</link>
         <description><![CDATA[<p>Esse estudo analisou os prós e contras do SAEB (Sistema de Avaliação da Educação Básica), que é uma prova usada para tentar medir a qualidade do ensino nas escolas públicas do Brasil. </p><p><br></p><p>Para fazer essa análise, os autores usaram uma pesquisa de base qualitativa. Eles pesquisaram em sites oficiais e em artigos acadêmicos disponíveis no Google Scholar e na plataforma Periódicos CAFe.</p><p>Os resultados mostraram que o SAEB tem limitações e nem sempre cumpre bem seu objetivo. O estudo destaca que o sistema é influenciado por organizações como o Banco Mundial e a OCDE, que têm uma visão mais voltada para o mercado de trabalho, e não tanto para as realidades sociais dos alunos brasileiros.</p><p><br></p><p><strong><mark>Contraste entre propósitos do SAEB definidos pelo INEP e realidades pontuais</mark></strong></p><p><br></p><p><br></p><p>Um estudo feito por De Sá e outros pesquisadores (2020) mostrou que existe uma distância entre o conteúdo da prova do SAEB e o que é ensinado nos livros do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD). Mesmo que pareçam trabalhar juntos, na prática, o SAEB e o PNLD não se comunicam bem.</p><p><br></p><p>Os livros não ajudam os alunos a se prepararem para o SAEB e, por isso, os resultados das provas podem não refletir o que realmente acontece nas escolas. Essa situação também gera críticas à escola pública e pode causar mudanças nas formas de gestão que não resolvem os problemas de verdade. Os autores dizem que não é justo culpar os professores por resultados ruins, já que o material que recebem não prepara os alunos adequadamente.</p><p><br></p><ul><li><p><strong>A VALIDADE DO SAEB</strong></p></li></ul><p><br></p><p>Jesus e outros autores (2022) analisaram documentos do INEP e compararam com critérios internacionais que avaliam a validade de provas. Eles descobriram que o SAEB não apresenta todos os tipos de evidências que seriam necessárias para garantir sua validade.</p><p>Sem essas informações técnicas, não é possível confiar completamente nos resultados do SAEB. Os autores dizem que é preciso criar relatórios mais completos e com base científica, explicando como e por que a prova pode ser usada da forma como está sendo.</p><p><br></p><ul><li><p><strong>O SAEB REALMENTE MOSTRA A QUALIDADE DA EDUCAÇÃO? </strong></p></li></ul><p><br></p><p>Mello e Bertagna (2020) questionam se o SAEB realmente indica a qualidade da educação. Elas dizem que, ao focar apenas em notas de português e matemática, o SAEB acaba limitando a visão de qualidade. A educação é muito mais do que isso.</p><p><br></p><p>Para as autoras, quando o governo usa os resultados do SAEB para mostrar onde está a “boa” ou “má” qualidade, ele ignora as dificuldades que algumas escolas enfrentam, como falta de estrutura ou apoio. E as escolas em contextos difíceis acabam sendo comparadas com outras que têm muito mais recursos, o que é injusto.</p><p><br></p><p>Elas defendem que a avaliação precisa considerar outros fatores além da nota, como as condições de ensino, a formação integral dos alunos e a inclusão social. </p><p><br></p><p>Avaliações como o SAEB, do jeito que são hoje, acabam colocando a culpa nos professores, nos estudantes e nas famílias, mas não oferecem soluções reais para os problemas da educação pública.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-17 17:37:35 UTC</pubDate>
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         <title>SAEB 2025</title>
         <author>luhcia</author>
         <link>https://padlet.com/luhcia/m7kuu010lcn2yrm3/wish/3522526718</link>
         <description><![CDATA[<p>O ano de 2025 marca uma virada estratégica na política de avaliação da Educação básica brasileira. Com a aplicação das provas do <strong>Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb)</strong> prevista para o final do ano letivo, o Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (<a rel="noreferrer noopener" href="https://www.gov.br/inep/pt-br/assuntos/noticias/saeb/seminario-apresenta-novidades-da-avaliacao">Inep</a>) anunciaram uma série de atualizações significativas que transformarão a maneira como os resultados educacionais serão aferidos e interpretados.&nbsp;&nbsp;</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong><em><mark>1. Alinhamento às matrizes da BNCC</mark></em><mark>&nbsp;</mark></strong></p><p><br/></p><p>A principal atualização do Saeb 2025 é a transição gradual das matrizes de avaliação para as diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (<a rel="noreferrer noopener" href="https://portalconteudoaberto.com.br/educador/bncc-o-que-e-e-para-que-serve/">BNCC</a>). Isso significa que os testes de Língua Portuguesa e Matemática passarão a aferir habilidades e competências conforme o que está prescrito na BNCC, tornando a avaliação mais coerente com os currículos em vigor nas redes de ensino. Essa mudança abrange os anos finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, incorporando também novas séries ao processo avaliativo, como o Ensino Fundamental Anos Iniciais.</p><p><br/></p><p><strong><em><mark>2 . Adoção de itens de resposta construída</mark></em><mark>&nbsp;</mark></strong></p><p><br/></p><p>Outra inovação importante no Saeb 2025 será a aplicação experimental de itens de resposta construída. Diferentemente das tradicionais questões de múltipla escolha, esse tipo de questão exige que o estudante elabore respostas discursivas ou resoluções detalhadas, o que permitirá uma avaliação mais qualitativa da aprendizagem.&nbsp;</p><p><br/></p><p><strong><em><mark>3. Ampliação da acessibilidade</mark></em><mark>&nbsp;</mark></strong></p><p><br/></p><p>As atualizações incluem também <strong>melhorias no acesso de estudantes com deficiência</strong>, como a introdução de testes e questionários em braile e o atendimento com ledor para alunos do 9º ano. Essa é uma medida importante de equidade, pois reconhece que avaliação educacional deve ser universal, respeitando as diferentes condições de aprendizagem dos estudantes.&nbsp;</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://portalconteudoaberto.com.br/educador/saeb-2025/" />
         <pubDate>2025-07-17 18:12:32 UTC</pubDate>
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